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17/08/2012

às 8:26 \ entrevista, games

Como os games ajudam a melhorar a sociedade

Nos últimos anos, o conceito de “gamificação” deixou de ser apenas um debate entre entusiastas de tecnologia nos Estados Unidos para agarrar as oportunidades de mercado em todo o planeta. Definida em 2004 pelo empreendedor britânico Nick Pelling como o uso da lógica dos jogos aplicada a contextos nada lúdicos em temas como saúde, marketing, negócios e educação, a técnica ganhou rapidamente adeptos – e números nada desprezíveis. Pesquisa da empresa de consultoria inglesa Delloite aponta que a “gamificação” está no ranking das dez tendências tecnológicas em 2012. Segundo a companhia americana Gartner, sete a cada dez empresas vão usar a técnica até 2014. Apesar dos dados vultosos, o conceito opõe dois grupos de analistas: os “ciber-utópicos”, que consideram o poder da “gamificação” na sociedade e os “ciber-céticos”, que pensam o oposto. O brasileiro Sunami Chun, de 36 anos, diretor-executivo da Aennova, companhia que cria soluções de aprendizado baseadas em jogos, faz parte do primeiro grupo. Conhecido no país por criar a primeira rede de LAN houses do Brasil, a Monkey, Chun sustenta sua tese garantindo que a técnica engaja profissionais no mundo corporativo, além de aprimorar o sistema educacional e de saúde. Confira a entrevista a seguir concedida ao site de VEJA:

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09/08/2012

às 9:32 \ entrevista

O dia de um brasileiro na gigante de tecnologia Apple

Aos 31 anos, o brasileiro Fabio Resende pode se considerar um profissional realizado. Formado em Publicidade e Propaganda em uma universidade de São Paulo, o capixaba de Vitória completa nos próximos meses seu segundo ano na Apple, gigante de tecnologia considerada, em 2011, a marca mais valiosa do mundo. Seu cargo, na empresa, é no mínimo insólito: estrategista criativo, ou ‘creative strategist’, segundo o próprio. Sua função é pensar em anúncios mais efetivos a serem disponibilizados em dispositivos móveis com o sistema operacional da própria Apple, o iOs, área que ganhará ainda mais importância nos próximos anos – afinal, é para os tablets e smartphones que rumam os milhões de usuários de internet. De São Francisco, nos Estados Unidos, para onde deve se mudar para trabalhar diretamente no coração da Apple, na cidade de Cupertino, Resende explica ao site de VEJA o caminho percorrido até chegar à empresa – com direito a curso de sueco –, além de relatar encontros espontâneos com Tim Cook, CEO da companhia, durante o almoço no refeitório, espaço considerado espetacular. “Até minha esposa insiste ir à cidade só para aproveitar as refeições da Apple”, brinca. Confira a entrevista a seguir.

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30/03/2012

às 7:00 \ entrevista, facebook, twitter

Nicholas Carr, um escritor contra a internet e as redes sociais

Em geral, o surgimento de uma tecnologia provoca também o aparecimento de grupos antagônicos, que em relação a ela se dividem em entusiastas e céticos. Foi assim com o rádio e com a TV. O mesmo aconteceu com a internet e, em tempos mais recentes, com as redes sociais. O escritor Nicholas Carr é um dos líderes dos céticos. Aos 53 anos, o americano, mestre em literatura pela Universidade de Harvard, afirma que as características mais brilhantes da internet podem cegar (no sentido figurado, é claro) seus usuários. Segundo ele, a miríade de conteúdos oferecidos na web termina por minar o poder do usuário de se concentrar em qualquer um deles. O saldo, portanto, é zero, na visão de Carr. As ideias foram parar em um livro, A Geração Superficial – O que a Internet Está Fazendo com os Nossos Cérebros (Agir, 384 páginas, 49,90 reais), que combina análise da tecnologia com descobertas da neurociência. O livro foi malhado no exterior, mas a discussão suscitada pelo autor merece lugar. Na entrevista ao site de VEJA reproduzida a seguir, o autor reconhece os benefícios provenientes da web, mas volta a atacar: diz que o Google é motor da desconcentração na web “O negócio deles é vender distração” e promete manter-se como um dos poucos americanos a ficar fora das redes sociais: “Não pretendo reativar meus perfis no Twitter e Facebook.” Confira.

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27/03/2012

às 18:27 \ entrevista, google

O Google derrubou o muro que separa idiomas

O sonho concebido por Douglas Adams no livro O Guia dos Mochileiros das Galáxias já foi concretizado pelo Google. Desde meados de 2011, a gigante de buscas oferece um intérprete virtual para smartphones com o nada singelo objetivo de diminuir barreiras linguísticas. Recentemente, o português entrou para a lista de 24 idiomas que possuem o recurso. Na entrevista a seguir, Hugo Barra, diretor de engenharia do Android, fala sobre o assunto e também sobre mudanças no sistema operacional da empresa para aparelhos móveis.

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06/02/2012

às 10:32 \ entrevista, peixeurbano

Peixe Urbano conduz Brasil ao topo do mundo das startups

Na última terça-feira, o mercado brasileiro das startups – empresas que, apesar do fluxo de incertezas, buscam inovação e modelo de negócio escalável – ganhou reconhecimento internacional. O site de compras coletivas Peixe Urbano desbancou os favoritos finlandeses da Rovio, criadores do popular jogo Angry Birds, ao faturar o prêmio Crunchies de ‘melhor startup internacional’, considerado o Oscar do setor nos Estados Unidos. Criado em 2010 por três brasileiros que, na época, estudavam na respeitada Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, a empresa já conta com mais de 1.000 funcionários – um terço do que é, hoje, o gigante Facebook –, vendendo mais de 12 milhões de cupons disponíveis em 80 cidades do Brasil. Por telefone, o presidente da companhia, Julio Vasconcellos, se mostrou surpreso com a conquista, revelou a intenção de recrutar estudantes de universidades americanas, além de reconhecer a necessidade de reavaliar o atendimento ao consumidor – segundo levantamento do Procon, o setor do sites de compras coletivas respondeu por 767 reclamações entre os meses de janeiro e setembro de 2011. “Para solucionar o problema, o antídoto é fazer com que todos os funcionários atuem, por um dia, no serviço de atendimento ao cliente”, revela. Confira a entrevista a seguir:

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12/12/2011

às 7:45 \ diaspora, entrevista

‘O Google+ nos copiou’, diz representante do Diaspora

Desde outubro de 2010, a batalha virtual entre redes sociais conta com um contendor discreto, o Diaspora, concebido como uma alternativa ao Facebook. Para assumir o papel de antípoda da maior rede social do planeta, o serviço decidiu colocar nas mãos do usuário, de maneira inconteste, todo o controle sobre informações pessoais e conteúdos compartilhados. A ideia foi de quatro estudantes da Universidade de Nova York. Para colocar o plano em prática, contudo, era necessário amealhar uma quantia nada irrisória, que sustentasse a empresa. Eles recorreram a um serviço de financiamento coletivo, e deu certo: em 39 dias, foram arrecadados mais de 200.000 dólares. Entre os benfeitores, estava o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. “Estamos felizes com o apoio dele”, admite, pela primeira vez, Peter Schurman, representante do Diaspora. Dos Estados Unidos, Schurman, de 42 anos, falou ao site de VEJA sobre o futuro do projeto – ainda disponível apenas para convidados –, e acusou o Google+, rede social do gigante de buscas criada em junho de 2011, de copiar recursos lançados pelo Diaspora – caso da exportação simplificada de informações, os círculos de amigos (Circles, no Google+) e o próprio visual de três colunas (imagem abaixo). “Não teremos combates judiciais com o Google. Estamos lisonjeados por servir de referência a eles”, afirma Schurman. Confira a entrevista a seguir.

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22/11/2011

às 7:00 \ entrevista

Smartphone é porta de entrada da web, diz consultor

No início de outubro, gigantes de telecomunicações instalados no Brasil apresentaram pacotes convergentes conhecidos como quadruple play, que combinam a oferta de telefonia fixa e móvel, internet e TV paga. Com o plano, as operadoras de telefonia e TV a cabo NET, Embratel e Claro prometem preços mais baixos ao consumidor, com mensalidades variando entre 399 e 699 reais. No dia seguinte, foi a vez das operadoras Vivo e Telefonica revelarem suas ofertas combinadas triple play, sem TV a cabo. Quem ganha com isso é o usuário, garante o espanhol Juantxo Guibelalde Folch, responsável pela área global de telecomunicações da Everis, uma das maiores consultorias do mundo no setor. Confira a seguir a entrevista que ele concedeu a VEJA.com.

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15/11/2011

às 11:49 \ entrevista

Isabel Mattos, 23, uma empreendedora brasileira no Vale do Silício

Isabel Pesce Mattos é mais um talento brasileiro lapidado nos Estados Unidos. Aos 23 anos, a paulistana tem um currículo ostentoso: graduou-se em ciências da computação, matemática, economia e administração no Massachusetts Institute of Technology (MIT), por onde passaram mentes brilhantes como o britânico Tim Berners-Lee, o “pai da internet”, realizou um mestrado profissional no Google e trabalhou em dois projetos da Microsoft. De quebra, foi à mansão de Bill Gates e conversou com o papa do software.

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12/09/2011

às 15:51 \ entrevista, google

Google quer fazer barulho com o Rock in Rio

Há duas semanas, o Google iniciou uma estratégia dedicada ao Rock in Rio, festival de música que acontece entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro no Rio de Janeiro. A tática é disponibilizar recursos de Orkut, YouTube, Google Maps e Chrome para que os usuários compartilhem informações sobre os shows. O objetivo óbvio: alimentar o uso de seus recursos. A estratégia pode ter um significado especial para a empresa: fortalecer o Orkut, afinal, no mês passado, o site perdeu pela primeira vez a liderança no segmente de redes sociais para o Facebook, segundo dados Ibope Nielsen (30,9 milhões de usuários vs. 29 milhões). Flavia Simon, gerente de marketing do Google, fala mais sobre o assunto.

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29/07/2011

às 7:00 \ compracoletiva, entrevista

Nova oferta dos sites de compra coletiva: curso universitário

O mercado de compras coletivas avança no Brasil como um foguete. Só em 2011, espera-se que brasileiros gastem 1 bilhão de reais em cupons – senhas que garantem descontos em produtos e serviços variados, como ingressos de teatros, jantares, viagens e sessões de massagem. Segundo levantamento da WebShoppers, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, em março, já existiam 1.200 sites desse tipo em operação no país. Estima-se que, em quatro meses, esse número tenha saltado para 2.000.

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