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14/07/2011

às 7:00 \ dica, google, google+

Como (quase) eliminar o spam do Google+

Há várias dúvidas sobre o futuro das redes sociais, mas uma grande certeza: elas são uma máquina de spams. As mensagens incomodam tanto que até o escritor inglês Neil Gaiman, autor de Sandman, Stardust e Coraline, decidiu abandonar esses sites para evitar dores de cabeça. Ele publicou a seguinte mensagem em sua conta no Twitter: “Acabei de apagar meu perfil no Google+. Me sinto bem. Menos barulho na minha vida.” Gaiman pode não saber, mas é possível permanecer nas redes e evitar (quase toda) a dor de cabeça com spams.

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25/09/2010

às 15:08 \ dica, orkut

Orkut sofre ataque e infecta mais de 180.000 usuários

O Orkut, rede social de maior popularidade no país, foi alvo de ataques virtuais neste sábado. Parte dos mais de 52 milhões de brasileiros cadastrados na rede recebeu uma mensagem na página de recados de cada perfil desejando “Bom Sábado”. O conteúdo – malicioso – não atinge o computador, mas faz parte de uma ofensiva virtual que leva automaticamente o usuário para a comunidade “Infectados pelo Vírus do Orkut”. Até o momento, mais de 180.000 pessoas já contém o vírus. O erro é semelhante ao registro apresentado no Twitter nesta semana.

Ao entrar e visualizar a página de scraps – mensagens enviadas entre usuários do site – o cadastrado acaba infectado. Automaticamente, ele distribui o vírus ao seu círculo virtual de amigos.

Ao entrar e visualizar a página de scraps – mensagens enviadas entre usuários do site – o cadastrado acaba infectado. Automaticamente, ele distribui o vírus ao seu círculo virtual de amigos.

Na comunidade “Infectados pelo Vírus do Orkut”, o usuário do site Rodrigo Lacerda assume a autoria do erro. “A falha já foi comunicada ao Google e deve ser corrigida em breve. A comunidade só tem o intuito de forçar uma correção mais rápida”, explica.

Para não ser infectado, é necessário que não acesse o perfil na rede social até um anúncio oficial do Google, proprietário do Orkut que ainda não se manifestou sobre o caso. Caso tenha visitado a rede social, é necessário limpar o histórico do navegador e mudar a senha do Orkut na área de configurações do site.

30/08/2010

às 9:44 \ dica

A promessa do zoom em todas as imagens da web

O Live Labs é um importante braço da Microsoft para pesquisas e desenvolvimento de novos produtos para a internet. Em outras palavras, é o espaço responsável por analisar e propagar tendências de uma das maiores empresas do mundo. Há poucas semanas, o setor apresentou o Zoom.it – uma novidade que promete ser usada frequentemente por pessoas que apreciam visualizar detalhes de uma imagem.

Zoom.it permite “dar zoom” em qualquer foto publicada na web. Para usá-lo, você deve inserir o endereço da imagem (URL) na página principal do serviço. Clique depois na opção create (criar). O recurso possibilita que qualquer pessoa analise uma imagem de forma minuciosa – de quebra, gera um código para disponibilizar o resultado do Zoom.it em qualquer site ou blog. No caso da imagem abaixo, registrada por um usuário do site de compartilhamento Flickr, é possível reconhecer e procurar pessoas em meio à multidão.

29/08/2010

às 12:00 \ dica, socialmedia, twitter

Descubra o endereço original de um link encurtado

A febre de microblogs como o Twitter reanimou um serviço que estava encostado nos porões virtuais: os encurtadores de links. É fácil entender por que isso aconteceu. Com a popularização da rede de 140 caracteres, enxugar caracteres na mensagem a ser enviada se tornou essencial – e as extensas URLs jogavam contra essa lógica.

Se facilitam a vida do usuário, os encurtadores adicionam um problema à vida deles: uma vez que o novo código com a URL encurtada substitui a URL original, não é mais possível ler o endereço expresso no link – para onde seremos enviados ao clicar sobre ele. Ou seja, não é mais possível ter nenhuma pista sobre o responsável pelo link. É um prato cheio aos piratas virtuais, que distribuem na rede sites e links mal intencionados que podem infectar o seu computador ou mesmo celular.

Alguns serviços partiram para o contra-ataque, com o objetivo de afastar o usuário de terrenos virtuais perigosos. É o caso do URL X-ray. A partir do endereço encurtado, o site permite visualizar antecipadamente o endereço original para onde o usuário será levado.

O seu uso é simples: copie o link encurtado, cole-o no site e aperte o botão “X-Ray”. Em resposta, você verá uma imagem semelhante à exibida abaixo.  É uma forma de saber previamente se o destino merece ou não ser visitado.

28/08/2010

às 7:00 \ dica

Reserve seu lugar na internet – e nas redes sociais

Uma boa estratégia para criar uma identidade consistente na web é adotar a mesma identificação em domínios e redes sociais. Em outras palavras: apresentar-se sempre com o mesmo nome – o que vale para pessoas físicas e jurídicas. Pode não ser uma tarefa fácil, dada a multiplicidade de serviços.

Algumas ferramentas se prontificam a realizar esse trabalho. A partir de um nome sugerido pelo usuário, elas mapeiam a internet e informam se ele está disponível na web e nas redes sociais. Confira a seguir o teste em que avaliamos três desses serviços, utilizando o nome Lady Gaga como exemplo.

Knowem.com

(Imagem: reprodução)

Garante realizar a busca em mais de 400 fontes, entre blogs, sites de fotografia, comunidades de negócios, design, entretenimento, saúde, música, tecnologia e viagem. Também possui um parâmetro de busca baseado nos domínios .com, .org, .me, .info, entre outros. Na imagem acima, os serviços em destaque são aqueles onde Lady Gaga ainda poderia abrir uma conta – nos demais, o nome já foi registrado por alguém.

Ud.com

(Imagem: reprodução)

Utiliza as cores verde e vermelho para mostrar, respectivamente, os serviços em que um determinado nome está ou não disponível. Sua apresentação didática é seu ponto forte.

Namechecklist.com

(Imagem: reprodução)

É outra ferramenta bastante útil na hora de buscar endereços livres na web e redes sociais. O site diz ainda qual a percentagem de registros livres para uso: no caso da cantora americana, 25% dos serviços pesquisados ainda permitiriam a criação da conta “Lady Gaga”.

(Por Renata Honorato)

26/08/2010

às 7:00 \ culturaweb, curiosidade, dica

Como adicionar ‘memória’ aos objetos ao nosso redor

Imagine um mundo em que bastasse apontar o celular para os objetos à nossa volta para descobrir todas as “histórias” ligadas a eles. De um livro, por exemplo, poderíamos recuperar o nome da pessoa que nos presentou, a data e o local em que isso aconteceu e até a emoção que sentimos ao ganhar o exemplar. Esse aparente delírio pode estar a caminho. É, segundo seus entusiastas, uma forma de adicionar “memória” aos objetos.

Um grupo de pesquisadores empreende um projeto desses em grande escala, o Tales of Things, um parceria entre Digital Economy Research Council, Universidade de Brunel, Faculdade de Artes de Edinburgo, University College London, Universidade de Dundee e Universidade de Salford. Foram investidos no projeto o equivalente a 3,8 milhões de reais. O site, lançado em abril, não pretende gerar lucros, mas apenas oferecer uma nova forma de interação entre os ambientes virtual e real.

O sistema é simples. O usuário fotografa ou filma um objeto e, em seguida, cadastra a (s) imagem (s) no site, podendo associar a ela (s) uma “história” – qualquer tipo de dado considerado relevante. Assim que finaliza esse processo, recebe um QR code (código de barras bi-dimensional), que deve ser colado ao objeto.

A cada vez que uma webcam ou câmera de celular conectados à internet fizer a leitura do código, as informações originalmente publicadas no Tales of Things serão exibidas na tela dos dispositivos (do computador, no caso da webcam, ou do celular).

O Tales of Things consegue ainda listar os objetos e descrições mais populares, itens mais escaneados e um mapa mundial capaz de filtrar os cadastros por meio de uma ferramenta de geolocalização.

Testamos o serviço associando as imagens, em vídeo e foto, da capa da edição desta semana de VEJA ao seguinte texto: “A reportagem da revista VEJA mostrou que ainda há salvação para o casamento. Eu, particularmente, discordo, já que estou me divorciando pela sétima vez.” (O texto, é claro, é uma brincadeira!) Em seguida, afixamos o código de barras fornecido pelo serviço ao exemplar da revista.

Quem quiser entender, na prática, como funciona o serviço pode testá-lo: basta fotografar ou filmar o código de barras da imagem abaixo – é preciso contar com a ajuda de um aplicativo para a leitura de QR codes e estar ligada à internet. Feita a leitura, você será encaminhado para o registro da capa de VEJA no Tales of Things.

Confira no vídeo a seguir um passo a passo do serviço, feito pela própria equipe do Tales of Things:

(Por Renata Honorato)

08/08/2010

às 7:00 \ dica, twitter

O que diz a ‘bio’ dos seus seguidores do Twitter

Algumas ferramentas criadas por desenvolvedores independentes mostram o quanto é valiosa a decisão do Twitter de tornar pública sua API (Application Programming Interface, ou interface de programação de aplicações). A partir dela, profissionais espalhados pelo mundo criam serviços úteis e distintos, caso, entre outros, do TwitterSheep.

Desenvolvido por três amigos americanos – entre eles Nick Bilton, colunista do New York Times –, o serviço permite pesquisar, entre seguidores de um perfil, os termos mais usados por esses usuários na área de configuração da conta conhecida como bio. Para testar a ferramenta, acesse o TwitterSheep e digite o nome do perfil que deseja analisar: o serviço vai varrer a rede de seguidores dessa conta e, automaticamente, construir uma nuvem de tags com as referências mais usadas por esses usuários no microblog.

A imagem abaixo mostra a nuvem gerada a partir do perfil de VEJA. Parte das palavras-chave se refere ao público que segue a conta – estudantes, advogados, designers e pessoas interessadas em moda, por exemplo.

02/08/2010

às 7:00 \ culturaweb, curiosidade, dica

Na web, rádios com a sua cara

O futurólogo Gerd Leonhard, especialista em mídia digital, prega que a geração streaming media – usuários da web que preferem acessar conteúdos na “nuvem” a fazer downloads de MP3 – cresça de forma expressiva nos próximos anos. Esse grupo que consome música na rede é simpatizante de serviços como iLike, Jango, Grooveshark e StereoMood, rádios on-line que permitem acesso a listas de canções via streaming.

O Grooveshark é atualmente o mais popular do gênero. A plataforma permite que qualquer usuário, mesmo sem cadastro, acesse o seu banco de dados para escutar música. Para tanto, basta digitar o nome da canção ou artista no campo “search for music”. Os interessados podem ainda montar listas e compartilhá-las com seus amigos.

Conheça alguns outros serviços via streaming:

- Stereomood

(Foto: Reprodução)

Considerada pelos próprios fundadores uma “rádio emocional”, inova ao etiquetar as canções. As músicas são “tagueadas” a partir de sentimentos. Os termos variam entre “feliz”, “melancólico” ou “sensual” – há também opções de atividades, como “trabalhando” ou “dirigindo”. O serviço nasceu em Milão, na Itália, em 2008, e usa a API (Application Programming Interface, ou interface de programação de aplicações) da Last.fm, rádio on-line que optou por cobrar pelo acesso ao seu acervo no Brasil.

- Ilike

(Foto: Reprodução)

O iLike é um serviço parceiro do MySpace Music, cuja base é de 60 milhões de usuários registrados. Ele possui aplicativos para Facebook, Orkut, hi5, Google e Bebo, e permite que os interessados criem perfis em sua plataforma. Não é preciso ser cadastrado para escutar suas músicas. Para ter acesso a uma estação, basta digitar no campo “enter an artist name” o nome do artista procurado. Ao reproduzir uma faixa ou vídeo, o sistema sugere artistas similares.

- Jango

(Foto: Reprodução)

Jango foi fundada em 2007, em Nova York. Além de permitir a reprodução de músicas via streaming, o sistema oferece ferramentas para a criação de estações de rádio (listas de música), que podem ser compartilhadas e monitoradas. Sua tecnologia de mapeamento consegue dizer quem está escutando a mesma música, uma determinada playlist ou até mesmo o que os amigos de um usuário estão ouvindo em um dado momento.

(Por Renata Honorato)

18/07/2010

às 8:00 \ curiosidade, dica

Como apagar ex-namorados (as) da sua vida virtual

Um dos empecilhos – em meio a tantos benefícios – que a internet introduziu em nossas vidas é o fato de que tudo (ou quase) que publicamos na rede fica espalhado e disponível por lá, indefinidamente. Pior se a questão foi relacionada aos assuntos do coração. Declarações apaixonadas, fotos de casais agarradinhos e quetais podem perseguir seus autores por anos. Assim, por mais que se tente esquecer o ex-, a “memória” da rede volta a assombrar a qualquer hora.

Pode haver solução para um coração partido ou arrependido… O Ex-blocker (“bloqueador de ex“) é um plugin que trabalha em parceria com os navegadores Firefox ou Chrome. Instalado no computador de quem quer se livrar do fantasma, o programinha bloqueia todas as informações relativas ao ex- presentes em sites, blogs, resultados de busca e também redes sociais, como Twitter e Facebook.

Seu funcionamento é simples: no site do Ex-Blocker, digite o nome da “vítima” a ser apagada de sua vida virtual e do browser que costuma usar. O serviço pedirá que o navegador seja reiniciado. Bingo! Ou melhor: adeus!

Na próxima navegação, o nome dele ou dela não será mais exibido na tela. Confira, na imagem abaixo, uma pesquisa simulada com a atriz Demi Moore: o nome dela aparece em branco. Talvez um dia a ferramenta sejá útil para Ashton Kutcher…

17/07/2010

às 8:00 \ dica, twitter

Tweet-o-Meter monitora ‘tweets’ em 12 cidades

Se o Twitter fosse um bolo, seu fermento seria sua API pública – aberta aos olhos e criatividade de todos os programadores do mundo. A API (Application Programming Interface, ou interface de programação de aplicações) é um conjunto de padrões de programação que permite a desenvolvedores independentes criar aplicativos que “conversam” com o serviço original – o Twitter, no caso -, inventando novas funcionalidades para ele.

Em 2008, o Twitter reconheceu que seu mecanismo de buscas era deficiente. Pouco depois, adquiriu por 30 milhões de reais o Summize – uma ferramenta de buscas que havia sido criado por outra empresa a partir da API pública do Twitter. Depois ele foi rebatizado: Twitter Search.

E foi neste espírito que o Tweet-o-Meter foi criado. A partir da leitura de informações na base de dados do Twitter – sempre via API -, ele criou um “termômetro” da atividade dos adeptos do Twitter na rede em tempo real. Ele registra o número de tweets postados por minuto por usuários em 12 cidades: Nova York, Londres, Paris, Munique, São Francisco, Barcelona, Oslo, Tóquio, Toronto, Roma, Moscou e Sidney. O serviço apresenta ainda outro recurso: gráficos comparativos entre os locais analisados.

O Brasil – país com o segundo maior número de visitas únicas por mês, segundo pesquisa Sysomos de janeiro – não aparece na medição.

 

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