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14/09/2010

às 7:00 \ curiosidade, google

Brincadeira de estudante rende oferta de emprego do YouTube

Um passatempo de um estudante de ciências da computação da Universidade de Stanford rendeu a ele uma oferta de emprego feita diretamente por Chad Hurley, CEO do YouTube. A proposta é resultado do sucesso na rede do YouTube Instant, uma ferramenta criada por Feross Aboukhadijeh, de apenas 19 anos.

De olho na repercussão mundial do Google Instant – recurso do buscador que sugere termos de busca enquanto o usuário digita o que procura -, Feross teve a ideia de construir por conta própria a mesma ferramenta para o site de compartilhamento de vídeos. Em entrevista ao site de VEJA, ele conta por telefone que, assim que teve a ideia, apostou com um amigo que seria capaz de escrever o código do programa em uma hora. Gastou quase quatro. Mas conseguiu uma recompensa maior: a atenção do chefão do YouTube.

O CEO da empresa fez a proposta de trabalho a Feross por meio de um tweet. No começo, Feross imaginou que a oferta não passava de brincadeira. A dúvida, contudo, foi sanada logo em seguida. “Está preparado para deixar a escola? Vou te enviar uma mensagem privada”, escreveu Hurley.

Feross diz que está muito contente e que nunca imaginou que isso aconteceria quando compartilhou o link do YouTube Instant entre seus amigos do FaceBook. “Não esperava receber tanta atenção”, diz, ainda surpreso. O sucesso, contudo, cobra seu preço. Uma das desvantagens da audiência inesperada é que o servidor do estudante fica lento e chega a sair do ar. “Vou ficar trabalhando para melhorar isso nos próximos dias”, promete.

Quanto ao emprego, Feross ainda não sabe o que fazer. “Estou no terceiro ano e sou um estudante em período integral. Além disso, ainda vou me reunir com Chad Hurley para saber dos detalhes da proposta”.

(Por Paula Reverbel)

02/09/2010

às 7:00 \ curiosidade, video

Conheça os vídeos menos vistos no YouTube

É da natureza de qualquer serviço que se pretende popular na web destacar os perfis, vídeos, fotos, textos e demais conteúdos mais clicados pelos usuários. Graças a essa dinâmica, os protagonistas podem conquistar seu lugar ao sol – e seus 15 segundos de fama – na maior parte dos sites… mas não no Zero Views.

O site – construído no formato de Tumblr, ou seja, uma mistura de blog com Twitter – é dedicado a divulgar exclusivamente vídeos do YouTube que não foram vistos por ninguém. Isso mesmo: audiência igual a zero.

O curioso é que justamente essa informação – a audiência zero – tem atraído a atenção dos usuários para esses vídeos. Assim, as produções que outrora eram completamente ignoradas pelo público passaram a alcançar audiência considerável. É o caso do vídeo do homem que dança com uma máscara de soldagem: seu vídeo recebeu mais de 24.000 visitas nos últimos dias.

Confira a seguir uma das demonstrações de um ex-anônimo da rede – que agora ruma para o estrelato graças ao Zero Views. No vídeo, um garoto estoura bexigas… e nada mais. Talvez devesse continuar no limbo da web.

26/08/2010

às 7:00 \ culturaweb, curiosidade, dica

Como adicionar ‘memória’ aos objetos ao nosso redor

Imagine um mundo em que bastasse apontar o celular para os objetos à nossa volta para descobrir todas as “histórias” ligadas a eles. De um livro, por exemplo, poderíamos recuperar o nome da pessoa que nos presentou, a data e o local em que isso aconteceu e até a emoção que sentimos ao ganhar o exemplar. Esse aparente delírio pode estar a caminho. É, segundo seus entusiastas, uma forma de adicionar “memória” aos objetos.

Um grupo de pesquisadores empreende um projeto desses em grande escala, o Tales of Things, um parceria entre Digital Economy Research Council, Universidade de Brunel, Faculdade de Artes de Edinburgo, University College London, Universidade de Dundee e Universidade de Salford. Foram investidos no projeto o equivalente a 3,8 milhões de reais. O site, lançado em abril, não pretende gerar lucros, mas apenas oferecer uma nova forma de interação entre os ambientes virtual e real.

O sistema é simples. O usuário fotografa ou filma um objeto e, em seguida, cadastra a (s) imagem (s) no site, podendo associar a ela (s) uma “história” – qualquer tipo de dado considerado relevante. Assim que finaliza esse processo, recebe um QR code (código de barras bi-dimensional), que deve ser colado ao objeto.

A cada vez que uma webcam ou câmera de celular conectados à internet fizer a leitura do código, as informações originalmente publicadas no Tales of Things serão exibidas na tela dos dispositivos (do computador, no caso da webcam, ou do celular).

O Tales of Things consegue ainda listar os objetos e descrições mais populares, itens mais escaneados e um mapa mundial capaz de filtrar os cadastros por meio de uma ferramenta de geolocalização.

Testamos o serviço associando as imagens, em vídeo e foto, da capa da edição desta semana de VEJA ao seguinte texto: “A reportagem da revista VEJA mostrou que ainda há salvação para o casamento. Eu, particularmente, discordo, já que estou me divorciando pela sétima vez.” (O texto, é claro, é uma brincadeira!) Em seguida, afixamos o código de barras fornecido pelo serviço ao exemplar da revista.

Quem quiser entender, na prática, como funciona o serviço pode testá-lo: basta fotografar ou filmar o código de barras da imagem abaixo – é preciso contar com a ajuda de um aplicativo para a leitura de QR codes e estar ligada à internet. Feita a leitura, você será encaminhado para o registro da capa de VEJA no Tales of Things.

Confira no vídeo a seguir um passo a passo do serviço, feito pela própria equipe do Tales of Things:

(Por Renata Honorato)

21/08/2010

às 17:03 \ culturaweb, curiosidade, tendencias

Para a ‘Wired’, a web morreu. Será?

O físico e editor-chefe da revista Wired, Chris Anderson, tem um passado recheado de polêmicas. Aos 48 anos, já decretou a 3ª revolução industrial, defendeu o crescimento dos mercados de nicho e, em seu último livro, Free, foi até acusado de plágio. Desta vez, levantou uma nova tese para receber, novamente, os holofotes virtuais. Na edição de setembro da publicação, uma das mais respeitadas do mundo na área de tecnologia, ele divide espaço com Michael Wolff para sentenciar: “a web está morta”.

Foto: Carlos Eduardo Jorge

O texto explora o argumento de que os usuários conectados estão utilizando aplicativos e não mais os navegadores – como o Internet Explorer, Chrome ou Firefox – para acessar o conteúdo disponível na internet. Segundo um estudo encomendado para a publicação, o tráfego de dados da internet provém de vídeos e troca de conteúdos P2P (rede de compartilhamento de arquivos) e não da web em si.

Não é a primeira vez que a Wired destaca a hipótese. Em 1997, a revista já havia anunciado a morte da web (e dos navegadores) com um argumento parecido. Contudo, a atualização do diagnóstico está sob forte ataque virtual. E Chris Anderson é contestado por todos os lados. O BoingBoing, um dos blogs mais acessados em todo o mundo, classificou o gráfico utilizado no artigo para comprovar a morte da web como “impreciso e suspeito” por não levar em consideração o crescimento no tráfego total da internet ao longo dos anos. A The Atlantic, revista literária e cultural com mais de 110 anos de história, também acredita que os argumentos expostos não têm fundamento. “Eles querem é dinheiro”, avisa.

VEJA.com conversou com três especialistas na área para saber se o argumento levantado por Anderson é plausível:

Gilson Schwartz, professor de áudio-visual da ECA-USP e TV Digital da Poli-USP
“Vivemos a guerra dos bordões. Veja o termo web 2.0, por exemplo. O discurso de Anderson é antigo – já foi apontado por Daniel Bell, em 1973, em O Advento da Sociedade Pós-Industrial. Ele quer chamar atenção. Seu discurso vale como marketing, palavra de ordem para seus seguidores levantarem a mesma bandeira. Hoje, sofremos mudanças apenas na forma de acessarmos a rede. Não vamos apenas acessá-la por computador – carros, brinquedos, celulares, tablets também são novos dispositivos de conexões. No entanto, seus argumentos são banais. Não tem nada acabando ou começando. Só há certo exagero nas suas palavras”.

Demi Getschko, professor de redes de computadores da PUC-SP, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), considerado um dos “pais” da internet no Brasil
“O discurso de Anderson já foi proferido na década de 90. Trata-se da tecnologia “push”: os recursos são oferecidos às pessoas sem esforço. O RSS e o e-mail são bons exemplos. Hoje o conhecimento ganha novo destaque. Paulatinamente, as páginas de web se transformam em aplicativos. Vamos pensar no Twitter: sua base está na web, mas as pessoas acessam o serviço por iPods, iPhones, celulares. Mas isso não descarta minha opinião: a rede vai resistir. Já foram vários ataques. O que podemos tirar de lição da matéria da Wired é que a web não reina sozinha. Os novos dispositivos propiciam o uso da internet de outra forma.”

Walter Teixeira Lima Junior, docente do programa de pós-graduação da área de Tecnologia e Comunicação da Faculdade Cásper Líbero
“Sou leitor da Wired desde 1996 e já noto uma percepção da publicação: em todas as oportunidades que usam laranja, significa que querem chamar atenção. No entanto, a matéria em si é pobre. Fala-se em HTML 5, mas não vejo uma citação de web semântica – o que pretende ser o futuro da web. O gráfico que representa a internet nos últimos 20 anos (imagem abaixo) é totalmente desproporcional. Para a Wired, o DNS (sistema que traduz endereços como “veja.abril.com.br”) morreu em 1995 [a publicação afirmou posteriormente que há erros no gráfico]. Admiro e respeito o Anderson, mas ele me decepcionou. Os boatos são parecidos com o fim do impresso. E, de quebra, coloca os aplicativos como os grandes rivais da web. Mas a premissa é outra – que um auxilie o outro.”

Foto: Frank Barth-Nilsen.

07/08/2010

às 7:00 \ curiosidade, facebook

Nos anos 50, anúncios do Facebook e YouTube seriam assim…

Como os atuais serviços de internet – como Facebook, Skype e YouTube – seriam vistos nos anos 50? Com esse desafio em mente, uma agência simulou campanhas publicitárias envolvendo as populares plataformas da web. As peças foram criadas especialmente para a MaxiMídia, maior evento de Comunicação e Marketing da América Latina, que acontece em São Paulo, em outubro.

Cada campanha aborda o funcionamento de um serviço. Diz o anúncio do Facebook (acima): “Compartilhe fotos, experiências pessoais e histórias com seus amigos e familiares. Para lazer ou trabalho, o Facebook é o espaço ideal para encontros sociais virtuais – trata-se de um exemplo econômico e moderno adequado ao nosso tempo.”

No YouTube, o foco é o entretenimento em família (abaixo). “Envie e assista a esplêndidos vídeos de esportes, notícias e muito mais. Conheça a charmosa maneira de entreter a família inteira”.

02/08/2010

às 7:00 \ culturaweb, curiosidade, dica

Na web, rádios com a sua cara

O futurólogo Gerd Leonhard, especialista em mídia digital, prega que a geração streaming media – usuários da web que preferem acessar conteúdos na “nuvem” a fazer downloads de MP3 – cresça de forma expressiva nos próximos anos. Esse grupo que consome música na rede é simpatizante de serviços como iLike, Jango, Grooveshark e StereoMood, rádios on-line que permitem acesso a listas de canções via streaming.

O Grooveshark é atualmente o mais popular do gênero. A plataforma permite que qualquer usuário, mesmo sem cadastro, acesse o seu banco de dados para escutar música. Para tanto, basta digitar o nome da canção ou artista no campo “search for music”. Os interessados podem ainda montar listas e compartilhá-las com seus amigos.

Conheça alguns outros serviços via streaming:

- Stereomood

(Foto: Reprodução)

Considerada pelos próprios fundadores uma “rádio emocional”, inova ao etiquetar as canções. As músicas são “tagueadas” a partir de sentimentos. Os termos variam entre “feliz”, “melancólico” ou “sensual” – há também opções de atividades, como “trabalhando” ou “dirigindo”. O serviço nasceu em Milão, na Itália, em 2008, e usa a API (Application Programming Interface, ou interface de programação de aplicações) da Last.fm, rádio on-line que optou por cobrar pelo acesso ao seu acervo no Brasil.

- Ilike

(Foto: Reprodução)

O iLike é um serviço parceiro do MySpace Music, cuja base é de 60 milhões de usuários registrados. Ele possui aplicativos para Facebook, Orkut, hi5, Google e Bebo, e permite que os interessados criem perfis em sua plataforma. Não é preciso ser cadastrado para escutar suas músicas. Para ter acesso a uma estação, basta digitar no campo “enter an artist name” o nome do artista procurado. Ao reproduzir uma faixa ou vídeo, o sistema sugere artistas similares.

- Jango

(Foto: Reprodução)

Jango foi fundada em 2007, em Nova York. Além de permitir a reprodução de músicas via streaming, o sistema oferece ferramentas para a criação de estações de rádio (listas de música), que podem ser compartilhadas e monitoradas. Sua tecnologia de mapeamento consegue dizer quem está escutando a mesma música, uma determinada playlist ou até mesmo o que os amigos de um usuário estão ouvindo em um dado momento.

(Por Renata Honorato)

26/07/2010

às 8:31 \ curiosidade, socialmedia, twitter

Carol Schimmelpfeng, o novo rosto brasileiro do Twitter

Foto: induztria.com

Carol Schimmelpfeng é o mais novo rosto brasileiro no universo de 140 caracteres. Paulista de 32 anos, a advogada assumiu uma tarefa vital no Twitter: é a responsável pelos textos que serão apresentados na versão em português do microblog – ainda sem data para lançamento. É um papel importante, de fato, já que a presença brasileira na rede é crescente. Na entrevista a seguir, Carol explica como recebeu o convite para trabalhar na empresa, fala sobre sua função estratégica e garante: a colaboração dos usuários será imprescindível para a construção da versão do site em português.

Quem é Carol Schimmelpfeng?
Nasci em Sorocaba (SP) e tenho 32 anos. Meu trabalho no Twitter é auxiliar os usuários nas línguas inglesa e portuguesa. Em breve, serei a responsável pela tradução do Twitter para o português.

Você é formada em direito. Como a sua profissão pode contribuir no trabalho da empresa?
Minha profissão me ajuda a manter conhecimento sobre as leis. Trabalhando nos Estados Unidos, me coloca em vantagem, no sentido de encontrar um balanço entre a liberdade de expressão dos usuários e as leis brasileiras – uma das preocupações do Twitter. A empresa está consciente da complexidade internacional, da diferença das leis e conteúdo em cada país.

Você será a responsável pela divulgação do conteúdo do Twitter em português?
Exatamente. Hoje nós contamos com algumas páginas traduzidas para o português, tais como as “Regras do Twitter” e os comandos para usar o Twitter no celular.

A idéia é que mais brasileiros sejam contratados para participar da tarefa?
Nós contaremos com a ajuda dos usuários para traduzir o site, como já foi anteriormente feito na tradução de outras línguas, como espanhol, frances e alemão.

Como ocorreu o convite para trabalhar no Twitter?
Me candidatei à vaga que estava aberta no site da rede social. A empresa precisava inicialmente de um engenheiro, mas resolvi tentar. Eles gostaram do meu perfil, passei por várias entrevistas e acabaram optando por mim.

Você mantém contato com os fundadores Biz Stone e Evan Williams?
Biz e Evan estão em contato com todos os funcionários da empresa todas as sextas-feiras em um evento que nós chamamos Tea Time (hora do chá). Ambos são muito acessíveis e entrevistam todos os candidatos às vagas na empresa.

Qual é sua rotina de trabalho?
Sinceramente? Não há rotina. O mais interessante é saber que uma empresa tão jovem não trabalha com repetições, mesmice. Eu respondo dúvidas de usuários todos os dias, mas nós temos reuniões de times, apresentações, visitas de ilustres convidados, enfim, é difícil explicar o quão divertido é trabalhar no Twitter. A palavra trabalho talvez não traduza isso muito bem: é quase que um hobby com responsabilidades e remuneração.

O ambiente de descanso também conta com referências ao pássaro, logo do Twitter. Foto: Troy

Sala de descanso do Twitter, em São Francisco. Foto: Troy

Hoje, o que significa para você o Twitter?
Twitter é uma rede de informação que muda, aos poucos, o jeito pelo qual as pessoas se comunicam. Ele não se resume somente a tecnologia, mas, sim, ao triunfo da humanidade.

Qual é a maior dificuldade na tradução da ferramenta?
Vamos trabalhar para melhorar nossas ferramentas. Desse modo, a tradução do site não será somente um mérito meu, mas de toda a comunidade, e dos tradutores que contribuírem com sua ajuda. Haverá traduções diferentes de muitos usuários e isso ajudará muito no processo.

Quantas pessoas foram contratadas para trabalhar no serviço de tradução?
O time conta com um pequeno grupo de pessoas, porém, nós contamos com uma imensa comunidade de tradutores e indivíduos que farão de certa forma parte do time do Twitter.

E quando sairá a tão esperada versão em português do Twitter?
Nós ainda não temos uma data certa, mas estamos trabalhando para que isso aconteça.

Veja também
Twitter terá vida longa, aposta Vitor Lourenço

18/07/2010

às 8:00 \ curiosidade, dica

Como apagar ex-namorados (as) da sua vida virtual

Um dos empecilhos – em meio a tantos benefícios – que a internet introduziu em nossas vidas é o fato de que tudo (ou quase) que publicamos na rede fica espalhado e disponível por lá, indefinidamente. Pior se a questão foi relacionada aos assuntos do coração. Declarações apaixonadas, fotos de casais agarradinhos e quetais podem perseguir seus autores por anos. Assim, por mais que se tente esquecer o ex-, a “memória” da rede volta a assombrar a qualquer hora.

Pode haver solução para um coração partido ou arrependido… O Ex-blocker (“bloqueador de ex“) é um plugin que trabalha em parceria com os navegadores Firefox ou Chrome. Instalado no computador de quem quer se livrar do fantasma, o programinha bloqueia todas as informações relativas ao ex- presentes em sites, blogs, resultados de busca e também redes sociais, como Twitter e Facebook.

Seu funcionamento é simples: no site do Ex-Blocker, digite o nome da “vítima” a ser apagada de sua vida virtual e do browser que costuma usar. O serviço pedirá que o navegador seja reiniciado. Bingo! Ou melhor: adeus!

Na próxima navegação, o nome dele ou dela não será mais exibido na tela. Confira, na imagem abaixo, uma pesquisa simulada com a atriz Demi Moore: o nome dela aparece em branco. Talvez um dia a ferramenta sejá útil para Ashton Kutcher…

13/07/2010

às 20:13 \ curiosidade, midia

Fifa recebe 250 milhões de acessos na Copa

A Fifa divulgou nesta terça-feira o número de visitas a seu site durante os 31 dias de realização da Copa do Mundo da África do Sul: 250 milhões – o triplo do registrado no Mundial da Alemanha, quatro anos antes. No Twitter, mais de 220.000 pessoas acompanharam os tweets da entidade máxima do futebol, divididos em três perfis oficiais. O dado pode ser considerado modesto, diante de outros resultados na rede de 140 caracteres: só na decisão entre Holanda e Espanha, no domingo, foram propagados mais de 3 milhões de tweets em menos de duas horas.

Dois duelos simultâneos atraíaram a maior atenção dos torcedores, segundo a Fifa: Inglaterra x Eslovênia e EUA x Argélia, pela fase de classificação – jogos que levaram ingleses e americanos às oitavas-de-final. É difícil, contudo, compreender o quão intensa foi a procura por informações sobre os dois jogos no site. Isso porque a Fifa apresentou um dado que não é mais considerado como referência para a medição de acessos: a taxa de transferência de um milhão de hits por segundo – parâmetro que há tempos foi substituído por impressões.

06/07/2010

às 19:27 \ curiosidade, twitter

A despeito do Twitter, Marty McFly ainda não chegou ao futuro

Christopher Lloyd e Michael J. Fox em cena do primeiro filme

A sanha criativa dos usuários do Twitter – capazes de inventar e espalhar versões à velocidade de 140 toques – aprontou mais uma das suas nesta semana. A aventura mais recente começou na segunda-feira, depois que o site britânico Total Film, dedicado a notícias sobre cinema, anunciou que aquele dia – 5 de julho – coincidia com a data em que Marty McFly, o destemido e desastrado personagem vivido por Michael J. Fox na trilogia De Volta para o Futuro, finalmente aportava no futuro de então (o nosso presente), vindo do longínquo ano de 1985. Seria, portanto, o “Dia do Futuro”.

Alguns usuários do Twitter desconfiaram. O site lançou novo tweet, com link para uma imagem da máquina do tempo criada por Doc Brown, o cientista-maluco da série, exibindo a data de 5 de julho de 2010. O tom da mensagem era irônico, contudo, dando a entender que a foto tinha sido manipulada. Foi como borrifar álcool na fogueira. Muita gente começou a comemorar, via microblog: havíamos, enfim, chegado ao “Dia do Futuro”.

Quando o incêndio já tomava conta da rede, o Total Film decidiu voltar atrás: a notícia não passava de um trote. No primeiro filme da série, Marty parte de 26 de outubro de 1985 para o mesmo dia e mês de 1955 – lá, quase arrasa o futuro casamento dos pais com ajuda das cuecas Calvin Klein… No segundo filme, ele de fato vai para o futuro, mas seu destino é 21 de outubro de 2015. O terceiro e último longa leva o herói de volta para o Velho Oeste. Nenhuma parada em 5 de julho de 2010, portanto.

Aos fãs, resta uma pequena razão para comemorar: curiosamente, a estreia do primeiro filme da trilogia completou 25 anos no último sábado.


 

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