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Arquivo da categoria culturaweb

05/04/2010

às 18:55 \ culturaweb, iPad, video

Como destruir o iPad, da Apple, em poucos minutos

Há alguns anos, tornou-se prática comum nos Estados Unidos vídeos de pessoas destruindo novidades do mundo da tecnologia. Nesta segunda-feira, não foi diferente – duas das produções mais vistas no YouTube mostram testes de resistência do iPad, tablet da Apple.

A fabricante de liquidificadores Blendtec, conhecida por triturar outros objetos de desejo da Apple, como iPod e iPhone, colocou o iPad dentro do liquidificador para transformá-lo em pó. A estratégia da compania é simples – produzir publicidade para mostrar a eficiência do seu produto.

Neste outro vídeo, com mais de 350.000 exibições, jovens usam um taco de beisebol para destruir o aparelho – que em sua versão mais econômica custa 499 dólares (cerca de 890 reais):

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As primeiras impressões do iPad, da Apple

02/04/2010

às 0:36 \ culturaweb, mobilidade

As primeiras impressões sobre o iPad, da Apple

iPad, novo tablet da Apple

Especialistas em tecnologia das principais empresas de comunicação dos Estados Unidos receberam em primeira-mão nesta semana, o iPad, primeiro tablet desenvolvido pela Apple que começa a ser vendido neste final de semana nos Estados Unidos. Os colunistas das publicações reagiram com entusiasmo e ressaltaram a facilidade de uso e, principalmente, a duração da bateria do produto.

Apesar do saldo positivo, houve um alerta quase que consensual – o iPad é uma ótima ferramenta para consumir e não criar conteúdos em grande escala. Confira a opinião de quem já recebeu o produto pela Apple.

David Pogue, do New York Times
“Um iPod Touch gigante, rápido, leve, mas com deficiências” foram as palavras descritas por Pogue que analisou o tablet da Apple em dois grupos: aos adeptos de tecnologia e “pessoas normais”. O colunista de um dos jornais mais importantes dos Estados Unidos elogiou o brilho da tela e a facilidade em navegar e consumir conteúdo, mas ressaltou seu uso: “É possível adquirir, com o valor do iPad, um netbook bem mais potente”.

O novo produto da Apple chega para entrar em uma nova categoria de dispositivos e, para obter conteúdo como livros, vídeos e músicas, é brilhante. “Durante o uso, a bateria durou 12 horas”. A queixa mais pertinente de Pogue em relação ao modelo é a possibilidade de ler sob luz solar direta.

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Walt Mossberg, do Wall Street Journal
Mossberg também usou o conceito de consumo de informação para avaliar o iPad de forma positiva. “O usuário doméstico que geralmente acessa e-mail, visualiza fotos e vídeos, além de ouvir músicas, vai se entusiasmar com o iPad. Mas quem usará este formato para trabalhos mais longos e pesados, não sugiro a aquisição”, explica.

O colunista de tecnologia do WSJ informou que seu aparelho havia suportado 11 horas e 28 minutos de uso contínuo, acima da média (dez horas) estabelecida pela Apple. “A avaliação de quem comprar o iPad será muito específica: dependerá do uso que fará do aparelho”, finaliza.

iPad chega às lojas dos Estados Unidos neste sábado

Edward Baig, do USA Today
O colunista do USA Today foi o especialista na área que mais rasgou elogios ao iPad. Para Baig, o mais novo produto da Apple já é um vencedor e garante que ele “vai reescrever as regras do jogo”. “Steve Jobs conseguiu criar um produto rival ao Kindle, da Amazon, e com os consoles portáteis da Sony e Nintendo”.

“Tudo é baseado em toque. Não há nada físico, como mouses ou teclados. É incrivelmente rápido, divertido e simples”, finaliza. A maior crítica de Baig é a dificuldade em produzir textos longos. “Muitas pessoas ainda vão precisar de um computador tradicional. O teclado virtual é excelente para notas rápidas ou acesso ao e-mail. Para a produção de textos maiores, não vou usá-lo”, explica.

16/03/2010

às 3:40 \ culturaweb, curiosidade

O registro da cidade de Paris em 26 gigapixels

Três fotógrafos produzem uma imagem de 26 gigapixels da cidade de Paris, na França

O número de megapixels oferecido por uma câmera digital promove, semestralmente, uma batalha pra ver quem oferece a melhor resolução por menor preço. Desta vez, os milhões de pequenos pontos que aumentam o tamanho e a nitidez da imagem ganharam ares de testes – a visão panorâmica de Paris, na França.

Martin Loyer, Arnaud Frich y Kol, três especialistas em fotografia, produziram um registro da cidade de 26 gigapixels ou 26.000 megapixels (3.000 vezes a mais de resolução que uma câmera comum no mercado nacional de 8 megapixels). A imagem está disponível na web, com a possíbilidade de movê-la aproximadamente 180º, aos moldes da tecnologia que permite movimentar a câmera para todos os lados.

Os fotógrafos usaram duas câmeras Canon 5D Mark II, lançadas em 2008, e disponibilizaram um vídeo para explicar o projeto. O resultado é semelhante às imagens capturadas para conhecer a cidade de Dresden, na Alemanha.

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Um dia em Nova York com a técnica do tilt-shift

09/03/2010

às 7:40 \ culturaweb, recado

O uso do serviço Facebook Connect em VEJA.com

Comente nos blogs de VEJA com o serviço Connect, do Facebook

Agora é possível compartilhar com seus amigos do Facebook os comentários que você deixa nos blogs de VEJA. O serviço Facebook Connect permite reunir a maior rede social do mundo a outros sites, integrando perfis de usuários nos blogs de VEJA.com. Para usar o recurso, procure a caixa de comentários do blog e clique no ícone do Facebook Connect. Digite seu login e sua senha do Facebook e pronto: você estará automaticamente cadastrado para comentar.

Confira a lista de blogs de VEJA.com com o recurso do Facebook:

Colunistas
Augusto Nunes
Lauro Jardim
Antonio Ribeiro
Denis Russo
Mayana Zatz
Isabela Boscov
Tony Bellotto
Betty Milan

Blogs da redação
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Dez Mais
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Acervo Digital VEJA

08/03/2010

às 3:45 \ culturaweb, google

Quando o Google entra em um terreno da Microsoft

Google anuncia compra da DocVerse

Na última sexta-feira, o Google anunciou sem muito barulho a aquisição da empresa DocVerse, pequena companhia especializada em serviços que permitam aos internautas produzirem trabalhos colaborativos com documentos do Microsoft Office, como Word, Power Point e Excel.

Segundo informações da versão on-line do Wall Street Journal, a negociação girou em torno de 25 milhões de dólares (aproximadamente 50 milhões de reais). O valor, considerado alto por um recurso específico, confirma mais uma estratégia do gigante da web – entrar em um terreno dominado até hoje pela Microsoft.

A DocVerse foi fundada em 2007 por Shan Sinha e Alex DeNeui, ambos ex-gerentes da Microsoft. O software (imagem abaixo) produzido pela empresa permite que várias pessoas possam trabalhar ao mesmo tempo em um arquivo sem a necessidade de enviar ou manter um controle de mudanças, funcionalidade que será uma das maiores atrações no pacote Office 2010 da própria Microsoft, que chega às lojas em sua versão final no segundo semestre do ano.

A integração que o DocVerse faz com documentos da Microsoft

A principal vantagem do DocVerse, no caso, é não exigir que você aprenda uma nova forma de trabalho. Seu software faz uma integração ao Microsoft Office e toda vez que é feita uma alteração no arquivo, uma cópia é disponibilizada ao usuário na internet, artifício que era pago até então (seis dólares por mês).

Quem pensa que o plano do Google é tirar a hegemonia da Microsoft em documentos, está enganado. O símbolo de busca na web busca convergência com o Google Docs. No caso, DocVerse faria a conexão que faltava ao seu serviço – uma sincronia para adicionar funções e facilitar o trabalho entre mais pessoas conectadas à rede.

Mas o que uma empresa pode querer depois de conquistar o quase monopólio em seu ramo de negócios? O Google tem uma resposta implacável: buscar ser ainda maior e atingir o domínio global em uma escala jamais vista. Mas, é claro, quer algo em troca – todos os dados que seus usuários possam fornecer sobre hábitos de consumo e, a partir disso, conquistar toda a verba de publicidade disponível na rede. @veja

01/03/2010

às 19:10 \ culturaweb, midia, pesquisa

Como a web pode ajudar no terremoto do Chile

Terremoto no Chile de 8,8 graus na escala Richter aitingiu o Chile no sábado

O terremoto de 8,8 graus na escala Richter que atingiu o Chile no sábado provocou um efeito imediato na internet. Nessas situações de grandes catástrofes, plataformas sociais participativas como o Twitter tornam-se mecanismos essenciais de prestação de serviço entre as pessoas. Dessa vez, porém, o que mais chamou atenção não foi a troca de informação entre os usuários dos nichos sociais, mas a criação de um site para centralizar as principais informações, fotos e vídeos relacionados à tragédia.

Terremotochile.com é um agregador de informações sobre a tragédia de 27 de fevereiro. Criado por jovens mexicanos – a estudante Evelyn Hernandez, de 24 anos, e o desenvolvedor web Francisco Oliveros, de 25 – o site disponibiliza endereços e telefones de instituições chilenas que podem, de alguma forma, ajudar no socorro às vitimas.

Além disso, oferece ferramentas para visualização das atuais condições das áreas afetadas – a partir do uso do Google Maps. Outro recurso com uso dos mapas informa às vítimas do terremoto os pontos de doação de sangue em todo o país (confira imagem abaixo). E há ainda informações sobre estabelecimentos comerciais ativos nas áreas atingidas pelo terremoto.

“Criamos este ambiente virtual três horas depois do terremoto com um único objetivo: ajudar, de longe, quem mais precisa”, explica Oliveros, administrador do site. “A Evelyn me auxilia na produção de conteúdo direto da Suécia, onde ela faz faculdade”.

Centros de doação de sangue no Chile

O resultado do trabalho pode ser medido. “Recebemos mais de mil comentários nas últimas 48 horas em nosso site”, afirma Oliveiros. “Em média, Terremotochile.com recebeu 80.000 visitas diárias”.

Uma tática próxima ao crowdsourcing
O modelo de produção adotado por Evelyn e Francisco para centralizar dados sobre a tragédia no Chile é comum na web. O trabalho organizado e com recursos multimídia aproxima-se da ideia de crowdsourcing, que é o conceito de utilizar dados oficiais coletados por cidadãos espalhados na web para desenvolver um único ambiente virtual e centralizador de informações.

Abaixo, um vídeo produzido por Cristóbal Braun e Javier Villarroel, duas pessoas que conseguiram relatar o terremoto de um veículo:

20/01/2010

às 10:23 \ culturaweb, socialmedia

Como um clube proíbe o uso das redes sociais

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O Manchester United, uma das equipes mais poderosas do mundo, decidiu pensar de forma mais centralizada e menos distribuída. O clube inglês proibiu seus jogadores de usar redes sociais de grande popularidade, como Facebook e Twitter.

A medida foi tratada como ‘censura’ por parte da imprensa espanhola, que relatou o episódio. Perfis na rede de mensagens de até 140 caracteres de Ryan Giggs e Wayne Rooney, dois dois maiores ídolos do clube, foram excluídos. Agora, toda e qualquer comunicação entre público e jogador será feita apenas pelo site oficial do Manchester United.

A iniciativa não é nova no segmento esportivo. Em outubro, a liga profissional de basquete norte-americana NBA estabeleceu regras e proibiu o uso de plataformas sociais participativas antes, durante e após um jogo. Dois meses antes da polêmica discussão com a entidade, diversas equipes da NFL – liga profissional de futebol americano – também decidiram não permitir o uso de redes sociais de seus jogadores.

Sai de cena a possibilidade que uma pessoa pública tem de tornar-se mais um nó em rede – como outros internautas em todo o mundo – para manter a velha estratégia de uma conversa unilateral concentrada e, acima de tudo, centralizada na web.

Foto: Toksuede.

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A aparência da imparcialidade em redes sociais

29/12/2009

às 2:35 \ culturaweb

Mag+, uma outra perspectiva do futuro do impresso

mag

De tempos em tempos, empresas de tecnologia lançam vídeos conceituais sobre o que nos espera no futuro. Lousas digitais sensíveis ao toque, carros que dispensam o uso de gasolina e o próprio motorista e televisores de alta qualidade, finas e dobráveis são alguns dos produtos identificados por ‘futurólogos’.

No segmento da leitura, há a velha discussão do fim ou não do papel. No vídeo abaixo, desenvolvido por um grupo sueco de mídia, já existe uma outra perspectiva do futuro de revistas e jornais: Mag+. A intenção é transformar a leitura digital em algo popular e atrativo.

Foto: Ivan Makarov.

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Computação sem fronteiras

21/12/2009

às 3:08 \ culturaweb

A foto com a maior resolução da história

foto-maior-resolucao-historia

Durante mais de uma década, à medida que as câmeras digitais eram disponibilizadas ao consumidor doméstico, os fabricantes competiram pra ver quem oferecia a melhor resolução por menor preço. A disputa era travada por um único atributo, o megapixel, milhões de pequenos pontos que dão qualidade a imagem.

Desta vez, a batalha transcendeu qualquer embate. Na cidade de Dresden, do alto do prédio “Haus der Presse”, na Alemanha, foi registrada uma foto panorâmica com a maior resolução da história: 26 gigapixels de resolução. O que isso representa?

O registro contém mais de 26.000 megapixels, 3.000 vezes a mais de resolução que uma câmera comum no mercado nacional de 8 megapixels. A imagem está disponível no site Gigapixel, com a possíbilidade de movê-la aproximadamente 180º, aos moldes da tecnologia que permite movimentar a câmera para todos os lados.

As fotos foram capturadas durante 3 horas de trabalho. O vídeo abaixo explica todo o processo:

17/12/2009

às 16:11 \ culturaweb

Um piano feito com seis iPhones

Já encontraram uma nova função ao iPhone. O músico francês Yann Tiersen disponibilizou no YouTube um vídeo que comprova a possibilidade de tocar piano com seis celulares da Apple. Na oportunidade, ele executa a canção do filme O fabuloso destino de Amelie Poulain.

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Microsoft x Apple


 

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