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21/05/2012

às 10:49 \ facebook

O novo Facebook que emerge da abertura de capital

Na última sexta-feira, o Facebook deu o passo mais importante de sua história (depois, é claro, de sua criação, em fevereiro de 2004), ao lançar ações na bolsa de valores, na maior oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) da Nasdaq, a bolsa do setor de tecnologia. Agora, a rede, utilizada por quase um bilhão de pessoas em todo o planeta, terá que se movimentar constantemente para atender às altas expectativas de seus investidores. Oportunidades de crescimento não faltam.

Há alguns meses, o Facebook reconheceu que sua plataforma caminha para o mundo móvel. Afinal, é para lá, preveem dez entre dez analistas, que se dirigem a internet e seus usuários. Em março, o site revelou que quase 50% da base de cadastrados (488 milhões de usuários) acessavam a rede a partir de um dispositivo móvel. Com a informação em mãos, a empresa tratou de rechear seu serviço de anúncios. Hoje, um bloco de publicidade com quatro seções é exibido na página dedicada aos dispositivos móveis. Em resumo, Mark Zuckerberg, CEO e criador do Facebook, conta com nova fonte de receita.

Há muito o que avançar, contudo. Usuários dos aplicativos para dispositivos móveis da Apple (iPad e iPhone) reclamam da lentidão do serviço, além do consumo excessivo da bateria. Zuckerberg reagiu rápido: além de gastar 1 bilhão de dólares na aquisição do Instagram, contratou, na última terça-feira, os criadores do Lightbox, aplicativo de fotos para smartphones com sistema Android, para aperfeiçoar a experiência móvel de seus usuários. O objetivo é agregar inteligência móvel, até então quase inexistente, à empresa.

Outra estratégia que não pode ser ignorada é a possível criação de smartphone próprio. O assunto é constantemente alimentado por rumores provenientes da indústria de tecnologia. A hipótese que mais desperta expectativa é uma integração com o Skype, principal serviço de telefonia via internet, que, desde julho de 2011, mantém uma parceria de videochamadas com a rede social.

A vantagem é clara: com o celular do Facebook em mãos, o usuário recorreria facilmente à agenda de contatos da rede social, uma praticidade que agradaria muita gente. Para incentivar ainda mais o uso do dispositivo, a empresa forneceria a seus cadastrados facilidades para usar o Instagram, aplicativo de personalização de fotos, que recebe diariamente 300 milhões de imagens.

Mas a cereja que Zuckerberg colocaria no bolo do Facebook é o recurso de geolocalização. Ao contratar os principais executivos e funcionários do Gowalla – maior rival do Foursquare no segmento –, a rede social faz um importante incremento em seu ambiente: dá ao usuário a chance de fazer postagens a partir do celular indicando sua exata localização.

As alternativas estão dadas. Falta saber agora o que Zuckerberg vai preparar a seus clientes. Os investidores estão de olhos (bem) abertos.

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4 Comentários

  1. Tatiany

    -

    02/12/2012 às 20:18

    EEEEEE SE ALGUÉM PUDESSE ME AJUDAR NESSE SENTIDO, AGRADEÇO!

  2. ana claudia

    -

    30/06/2012 às 15:05

    nao entendo por que eu nao consigo faser um fecebook para mim ficar convessando com minhas colegas nas ferias gostaria de faser um facebook.mais o que eu nao sei e os passos para faser o fecebook

  3. Sérgio

    -

    21/05/2012 às 17:14

    Não entendo o puxa-saquismo da revista em relação a esse Facebook. Com a queda hoje na bolsa, aparece uma matéria dessa considerando que a rede é uma das maravilhas do mundo. Mudem o disco.

  4. Mariana

    -

    21/05/2012 às 15:48

    O Fecebook já foi uma excelente rede social, na minha opinião está virando um orkut da vida.

    Diferente de outras redes sociais o Livevirtua está fechando o cerco contra perfis fakes, acho que é uma medida fundamental para redes sociais no Brasil.

 

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