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18/09/2010

às 7:00 \ diaspora, facebook, socialmedia

Diaspora, o ‘anti-Facebook’, enfim mostra sua cara

Nas próximas semanas, o Facebook conhecerá seu mais novo rival: o Diaspora. Concebido como uma alternativa à maior rede social do mundo (e, pretensamente, uma antítese a ela), o projeto vai ao ar em outubro. Nesta semana, seus idealizadores revelaram um conjunto de códigos para os desenvolvedores interessados em aperfeiçoar o produto, estratégia já utilizada pela Wikipedia. Eles mostraram também a interface do site – reproduzida acima.

Segundo as imagens publicadas no blog oficial do serviço, fica evidente a semelhança com o Facebook (reproduzido abaixo): a seção de amigos é disposta na lateral esquerda da tela, as mensagens propagadas na rede por seus amigos, no centro, e o campo dedicado ao compartilhamento de conteúdo, na parte superior.

Os responsáveis pelo Diaspora, contudo, prometem estabelecer uma linha nítida de separação entre os serviços. “Queremos recolocar o usuário no controle do conteúdo que ele compartilha”, afirmou o fundador Max Salzberg em entrevista ao jornal The New York Times. A estocada tem destino certo: o Facebook, seguidamente acusado de expor informações de seus usuários sem a devida autorização.

Foi justamente o descontentamento com o Facebook que alimentou o projeto Diaspora no início deste ano. Em abril, dados de todos os usuários – como nome, profissão, cidade, lista de amigos e álbum de fotos – passaram a ser considerados públicos. Em outras palavras, essas informações se tornaram acessíveis a qualquer um que acesse a rede social.

Até o momento, o Diaspora arrecadou mais de 200.000 dólares em doações de 6.500 pessoas. É esse dinheiro que alimenta o desenvolvimento do projeto. Entre os doadores estaria o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, segundo informação da rede britânica BBC. Apesar de alimentar expectativas, o Diaspora terá uma dura jornada pela frente. O Facebook, que conquistou recentemente a marca de 500 milhões de usuários, reina soberano no universo das redes sociais.

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7 Comentários

  1. michael barros finerman

    -

    05/03/2011 às 18:25

    A maior contribuição de Mark Zuckerberg para a Terra foi criar um meio de identificar os inúteis e ignorantes.

  2. Patrícia de Sampa

    -

    29/12/2010 às 7:19

    Não custa aguardar e ver quais seriam as diferenças. Pode até ser melhor que o Facebook, por que não? antes, o bacana era o Orkut; agora é o Face.O que impede que este seja superado por um outro? Todo mundo adora uma novidade!

  3. Walter Blanc

    -

    19/09/2010 às 9:58

    Gostei do sistema, mas para concorrer com os grandes, só os grandes mesmo.

  4. Cupertino

    -

    19/09/2010 às 8:16

    Mais uma cópia de um programa existente, este com um nome muito estranho e revelador. Que é o dono deste site? Onde está sua sede? O quanto de informação querem pegar das redes. Cuidado, muito cuidado amigos. Por trás destas organizações existe muito de tentativa de dominação.

  5. Robert

    -

    19/09/2010 às 8:05

    O problema não é exatamente desenvolver um site desse tipo, mas mantê-lo em operação.

  6. cristian

    -

    18/09/2010 às 17:18

    nao mesmo, no face a lista de amigos e as fotos só sao vistas se for configurado pelo usuario dessa forma, podem-se bloquear esses itens e escolher quem deseja q possa vê-los.


 

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