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Em vídeo, como o Twitter foi criado

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 | 4:38

Desde o início de fevereiro, o Twitter lançou um blog dedicado aos seus desenvolvedores. O Twitter Engineering, ambiente virtual que servirá para publicar problemas diários da equipe, foi inaugurado com um vídeo que representa a realidade corporativa da rede de mensagens.

Na produção de quatro minutos, é possível conhecer todos os programadores do serviço, desde a fundação da rede social, em março de 2006. Destaque para a presença de Vitor Lourenço, único brasileiro que trabalha no Twitter. Hoje, ele é responsável pelo desenho do site.

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Quando o Facebook quer competir com o Google

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 | 4:52

facebook-quer-competir-google

O sexto aniversário de vida do Facebook e a conquista de 400 milhões de pessoas cadastradas não são suficientes para a produção de novos modelos de negócios. A rede social mais popular do mundo busca agora alcançar um terreno pouco explorado por seu sistema: o e-mail.

Segundo o The Huffington post, a ideia é concorrer com o Gmail, serviço de mensagens do Google. Internamente, o projeto é conhecido como Titan e permitirá que o usuário do Facebook agregue uma plataforma a um correio eletrônico.

Caso o projeto seja confirmado, a rede social fundada por Mark Zuckerberg dará passos semelhantes ao Google: onipresença e novos serviços que facilitem a comunicação. A estratégia é manter a popularidade de seus produtos, mas transcender o rótulo de um ’simples’ site de buscas ou rede social.

Atualização: O rumor da criação desta nova funcionalidade acontece na mesma época do planejamento de mudanças do próprio Gmail. Nesta terça-feira, o Google lançou um sistema de updates que permitirá aos usuários do Gmail compartilhar atualizações com todos os contatos de sua rede, a exemplo do que acontece com o Facebook e o Twitter.

Foto: Vasjen Katro.

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Como foi criado o Nexus One, celular do Google

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 | 4:51

O Google disponibilizou recentemente uma série de vídeos do processo de criação do Nexus One, primeiro celular que leva a sua marca. Os bastidores, divididos em quatro episódios, mostram como o símbolo de buscas na web dá largos passos para garantir um posicionamento estratégico no esperado turbulento mercado de internet móvel.

O vídeo abaixo mostra como o celular foi produzido:

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Novo Facebook para seus 400 milhões de usuários

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 | 13:55

Nova versão:

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Antiga versão:
antigo-pagina-facebook

Ao comemorar seu sexto ano de vida, o Facebook divulgou um recorde que impressiona. A rede social revelou ter 400 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo. De quebra, anunciou também mudanças em sua página inicial.

Visando facilitar ainda mais a navegação dos internautas, o Facebook reformulou funcionalidades com o objetivo de reorganizar seu menu principal. Agora, há uma nova barra lateral à esquerda que centraliza todas as informações do usuários. Os detalhes foram divulgados por seu fundador, Mark Zuckerberg, na noite desta quinta-feira.

A celebração de aniversário foi apenas um pressuposto para revelar o crescimento vertiginoso de novos usuários na ferramenta. Facebook segue uma risca jamais vista na web: alcançar 50 milhões de novos adeptos a cada dois meses. O gráfico abaixo - produzido em dezembro - mostra o desempenho do serviço.

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O perfil dos brasileiros nas redes sociais

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010 | 3:47

Circula na web um interessante vídeo de três minutos com dados de diversos estudos produzidos nos últimos dois anos sobre o perfil dos internautas brasileiros nas redes sociais. Uma das estatísticas divulgadas é interessante: São Paulo é a 4ª cidade que mais usa o Twitter no mundo.

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A diferença entre usar e estar no Twitter

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 | 4:45

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Uma pesquisa sobre o número de usuários do Twitter no mundo divulgada pela empresa de métricas RJMetrics e em destaque ontem na versão online do jornal El País chama atenção por uma peculiaridade. Segundo o estudo, nem todos os usuários da rede de mensagens de até 140 caracteres possuem perfis ativos (em uso).

A rede social conta com 75 milhões de cadastros feitos desde 2006, ano de fundação da ferramenta. Destes, 30 milhões não postaram uma mensagem sequer. Para Roger Moore, diretor-executivo da empresa responsável pela pesquisa, o número é preocupante.

Quando você olha para inscrições de novas contas (6,2 milhões por mês), ninguém pode negar que o Twitter ainda está crescendo como um foguete (o que é bom). Mas, é importante conhecer quantos destes que estão cadastrados usam mesmo o serviço.

Qualquer comparação com outras ferramentas similares é inevitável. Apesar dos distintos princípios, o número divulgado sobre o Twitter é inferior ao do Facebook, que conta com 350 milhões de pessoas.

A rede social, de Mark Zuckeberg, por sinal, é uma exceção: começa a seguir uma risca jamais vista na web - alcançar 50 milhões de novos usuários na ferramenta a cada dois meses. No caso específico do Twitter, que tornou-se febre na web em tão pouco tempo, fica claro perceber a diferença entre usar e estar em rede.

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O impacto do iPad na web

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010 | 3:00

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O aguardado discurso do presidente Barack Obama sobre mudanças de foco na política econômica dos Estados Unidos - um dos mais importantes em sua trajetória como presidente - não foi páreo para uma breve apresentação de Steve Jobs. Na quarta-feira, o principal executivo da Apple roubou os holofotes direcionados ao político ao revelar o iPad, primeiro tablet da empresa. De caráter ou não revolucionário, o que mais chama atenção é o impacto que um produto Apple faz na web sem ao menos um discurso ou publicidade produzida para alavancá-lo.

O setor de pesquisas do New York Times monitorou o impacto que o iPad sofreu na rede e disponibilizou aos internautas um mapeamento do que foi dito no Twitter, atual maior fenômeno tecnocultural da internet:

  1. Durante o anúncio da Apple, o Twitter recebeu 2.220 mensagens por minuto com o tema iPad
  2. Na noite do lançamento, a repercussão permaneceu: 1.550 tweets por minuto
  3. No dia 27 de janeiro, foram produzidas mais de 100.000 mensagens sobre iPad ou Apple

No YouTube, um vídeo de um site especializado em tecnologia que dava pistas do suposto produto de Jobs foi visto por 730.000 pessoas em 28 dias. Abaixo, dois gráficos que mostram a curva de interesse dos internautas pelo tablet:

grafico-blog-ipad

grafico-twitter-tablet

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As campeãs de cantadas na Campus Party

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010 | 13:10
miriam-bottan-cparty

Mirian Bottan

Os homens representam mais de 70% dos 6.000 inscritos na Campus Party, evento anual realizado em São Paulo sobre tecnologia, games e comunicação. Fica subententido, portanto, que a presença feminina é escassa. Mesmo assim, há quem diga que o encontro serve para buscar novos relacionamentos. Oportunidades não faltam.

“Conhecer alguém na Campus Party não é meu objetivo, mas isso pode acontecer”, explica o gerente de projetos Bruno Dulcetti, de 26 anos. Participando pela segunda vez do evento, Bruno dá dicas a quem busca conhecer alguém. “O que acontece aqui são apenas os primeiros contatos. Depois do evento, vêm os encontros mais importantes”.

Os principais alvos da sanha masculina são as modelos presentes em stands. “Apenas nos dois primeiros dias, recebi mais de 70 cantadas”, conta Kamila Andes, de 22 anos. “Ouvi umas 30 cantadas. Isso é, de certa forma, comum. O lado positivo da história é que não houve nenhuma ofensa até o momento”, diz Heloise Mannocci, de 23 anos.

A blogueira e analista de mídia social, Mirian Bottan (na foto acima), de 23 anos, também enfrenta assédio similar - mas em menor escala: foram 20 em dois dias.  “O número de cantadas é inferior ao do ano passado, quando eu estava solteira. Mesmo assim, elas acontecem”, explica Mirian. Nota: a blogueira circula no Cento de Exposições Imigrantes acompanhada do namorado, Thiago Mobilon, de 23 anos.

Ela revela uma particularidade da Campus Party: ali, os flertes “presenciais”, tête-à-tête, são apenas o início: as abordagens se intensificam nas redes sociais. “Os caras aqui falam pouco. Acabam se soltando mais em plataformas participativas, como o Twitter. Recebo mais mensagens on-line do que off-line”, conta.

Foto: Fernando Cavalcanti.

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Quando a família faz parte da Campus Party

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 | 12:52

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As cerca de 6.000 pessoas que deverão acampar até o próximo domingo da terceira edição da Campus Party, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, não são apenas jovens aficionados por tecnologia, games e downloads. Além de reunir produtores de conteúdo, blogueiros e entusiastas da internet, o evento também virou programa de família.

“Minhas duas filhas e mulher estão acampadas aqui e ficam até o final do evento. Durante a semana, até meus pais me visitam”, explica o analista de sistemas Alexandre Nuccini, de 34 anos, voluntário no evento e um dos responsáveis pela área de modding - a arte de customizar desktops.

Uma de suas filhas, Raquel Nuccini, é um prodígio. Com apenas 6 anos, já participou de três edições da Campus Party. De quebra, auxilia o pai: é responsável por desenhar a estrutura de seus computadores. “Ela adora mostrar seus trabalhos. Seu PC rosa tem sugestões próprias de perspectivas e foi construído pelo pai”, conta a orgulhosa mãe, Luciana Nuccini, de 29 anos.

Raquel não pensa duas vezes quando é convidada a falar sobre seu futuro. “Quero ser bombeira, mas meu sonho é virar artista plástica”, avisa. A presença dela e da irmã, Sabrina, de 11 anos, estimulou ainda a presença de outras crianças no maior evento de tecnologia do país.

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“Trouxe meu filho pela primeira vez, após ele mesmo perceber a presença de outras crianças”, explica o militar Gustavo Heinzel, de 43 anos, que veio de Porto Alegre passar férias em São Paulo. Herick Heinzel, 9 anos, quer seguir a carreira do pai, mas já acompanha seus passos no ramo da tecnologia - com direito a acampamento, banho e noites de sono no centro de Exposição. “Fiquei emocionado com o empenho do meu pai em trazer os computadores e quis participar desta festa”, explica.

Para Marcelo Branco, diretor do evento, a presença cada vez mais constante de crianças tem explicação. “Hoje, elas têm mais conhecimento do que os mais velhos. A tecnologia faz parte do cotidiano delas. Nada mais justo que elas façam parte do evento”.

Fotos: Fernando Cavalcanti.

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O limite do ser humano é ter 150 amigos?

terça-feira, 26 de janeiro de 2010 | 4:08

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Um estudo da Universidade de Oxford divulgado recentemente e em destaque no The Times nesta segunda-feira levantou uma possível importância que o número de Dunbar tem na relação social entre humanos. Segundo a pesquisa, o cérebro humano é capaz de administrar em redes sociais, no máximo, 150 amigos.

Robin Dunbar, antropólogo da instituição e autor da pesquisa, conseguiu pela primeira vez comprovar no mundo on-line a teoria que defendia na década de 90. Na época, o cientista concluiu a partir de observações de vários grupos que a capacidade de manter circulos sociais não passava do número 150, independente do grau de sociabilidade de cada pessoa.

Na web, a teoria já foi questionada. Em fevereiro, o sociólogo Cameron Marlow descobriu que um internauta comum consegue estabelecer uma relação estável com o próximo com no máximo 120 contatos em  perfis no Facebook. Russerd Bernard, da Universidade da Flórida, concluiu que, nos Estados Unidos, os laços de amizade de uma pessoa podem chegar a 290.

Essas limitações existem devido a capacidade do neocórtex cerebral, que não se desenvolveu durante a evolução do homem. Em pouco tempo, o registro foi tão valorizado na internet que já existiram redes sociais que o adotavam para definir critérios de ingresso às plataformas participativas.

A rede social aSmallWorld, considerada como “Orkut dos ricos”, usou este discurso para defender seus princípios de uso e, claro, alcançar valorização e alarde em torno de seu serviço.

A construção do mito de que as novas tecnologias poderiam superar tal limitação não é o único fato que mais chama atenção. O estudo corrobora a premissa de que o internauta, hoje, reforça mais laços construídos de forma offline (cotidiano) do que propriamente criar novas amizades virtuais.

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