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‘Mary Barton’, um drama duplamente pioneiro

Romance de Elizabeth Gaskell imortalizou as questões sociais da Revolução Industrial e elevou a mulher à condição de heroína

(Tradução de Julia Romeu; Record; 462 páginas; 54,90 reais) Foi por acidente que a inglesa Elizabeth Gaskell (1810-1865) pôs no centro de seu primeiro romance a moça envolvida em um triângulo amoroso do título. De origem abastada, mas simpática aos pobres, Elizabeth escancarava as mazelas dos trabalhadores na versão original, que levava o nome do pai da personagem. Acusada de subversão, reformou a trama para realçar a vida romântica de Mary Barton. Assim, fez um drama duplamente pioneiro: imortalizou as questões sociais da Revolução Industrial e elevou a mulher à condição de heroína.

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