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Welllington Menezes de Oliveira

11/04/2011

às 20:44

Polícia descarta envolvimento de Wellington com grupo extremista

A Delegacia de Homicídios considera encerrada sua participação nas investigações sobre o massacre de Realengo.  Segundo o inspetor Guimarães, da DH, o inquérito sobre a ação criminosa que resultou na morte de 12 crianças  na escola Tasso da Silveira será concluído em 30 dias. O foco agora fica concentrado no conteúdo dos quatro computadores apreendidos – três na casa do atirador, Wellington Menezes de Oliveira, um em casa de um primo dele. Guimarães descarta a possibilidade de envolvimento do assassino com qualquer grupo extremista. “Para a polícia, isso é tudo fruto da imaginação dele”, disse Guimarães.

Nesta segunda-feira, a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática conseguiu a quebra de sigilo do correio eletrônico de Wellington. A resposta dos provedores vai ajudar a traçar o perfil do assassino. O alvo da investigação são e-mails que Wellington trocou no ano passado.  O atirador quebrou os computadores que tinha em casa, mas os dados podem ser recuperados.

Os policiais informaram que, ainda esta semana, deverá ser chamado para depor o instrutor de tiro Wilson Saldanha. Ele é credenciado pela Polícia Federal para dar aulas e foi contatado, por meio e-mail, por Wellington de Oliveira, que queria aprender como usar uma arma para defesa pessoal.

(Com reportagem de Rafael Lemos)

 

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