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ricardo teixeira

06/06/2011

às 13:51

‘Vocês não estão me achando mais magro?’, brinca Ronaldo

Ronaldo no vestiário do CT do Corinthians, no domingo (Foto: Rafael Ribeiro/CBF)

Ronaldo no vestiário do CT do Corinthians, no domingo (Foto: Rafael Ribeiro/CBF)

Na véspera de fazer seu jogo de despedida com a camisa da seleção brasileira, nesta terça-feira, em São Paulo, contra a Romênia, Ronaldo participou de uma curta entrevista coletiva no inicio da tarde desta segunda. Descontraído, o jogador brincou ao ser questionado sobre qual pergunta ele jamais ouviu na carreira: “Essa já é uma pergunta que eu nunca respondi. Vocês não estão me achando mais magro, não?”, falou, dando risada. Durante pouco mais de dez minutos, Ronaldo e Ricardo Teixeira, presidente da CBF, discursaram. O Fenômeno respondeu apenas a três perguntas. Ricardo Teixeira agradeceu pelos “serviços prestados” pelo atacante, e lembrou que as conquistas do craque dão boa medida de sua importância para o futebol. O dirigente também disse que durante sua gestão, desde 1989, Ronaldo foi o melhor jogador a vestir a camisa da seleção brasileira.

Depois de seu breve pronunciamento, Ricardo Teixeira entregou um relógio de presente a Ronaldo. Bem humorado, o jogador disse que não irá vender, mas terá que esconder de Andrés Sanchez, presidente do Corinthians. Sem conseguir esconder a ansiedade para o jogo de terça, o maior artilheiro das Copas do Mundo, com 15 gols, disse que jogar com a camisa da seleção foi uma honra. “Para muitos jovens, representar a seleção do seu país é como lutar no exército, com todas as responsabilidades. A seleção brasileira foi quase isso, ou ainda mais para mim.” Ronaldo agradeceu a todos os que acompanharam sua carreira e aproveitou para brincar sobre o jogo contra a Romênia. “Já avisei aos colegas que, chegou na área, é para cair”, brincou, em referência a um pênalti “cavado” para que ele bata. “Eu ainda preciso converter o pênalti, o que é complicado… Peço desculpas se alguma bola for lançada e eu estiver olhando para o lado. Não estou preparado para a partida.”

06/06/2011

às 10:23

Com a seleção no CT, Corinthians e CBF estreitam laços

Ronaldo, Rodrigo Paiva e Mano no CT (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

Ronaldo, Rodrigo Paiva e Mano no CT (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

“A República Popular do Corinthians saúda e dá boas-vindas à República Federativa do Brasil”. A faixa estendida na recepção à seleção brasileira, no domingo, em sua breve passagem pelo CT do Corinthians, reforça a ótima relação entre o clube e entidade que rege o futebol nacional. Em certo momento da atividade, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, reservou alguns minutos para apresentar as instalações do local ao chefe de comunicação da CBF, Rodrigo Paiva. O CT corintiano é um dos candidatos a abrigar seleções durante a Copa do Mundo de 2014. Horas depois, Mano Menezes não poupou elogios, em entrevista divulgada pelo site da entidade, à estrutura encontrada no local. Técnico do Corinthians antes de assumir a seleção, ele se disse “bastante contente com o esforço que a diretoria do Corinthians fez para conseguir a construção desse CT, algo importantíssimo para o futebol de hoje”.

O local, cuja construção ainda não está totalmente finalizada, recebeu retoques durante a última semana – em especial nas áreas de convívio dos jornalistas. A sala de entrevistas coletivas foi reformada e a entrada paralela reservada à imprensa teve sua inauguração antecipada. O bom relacionamento não é novidade. Andrés Sanchez chefiou a delegação brasileira no Mundial de 2010 e foi, na polêmica negociação dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, o primeiro dissidente do Clube dos 13 – entidade presidida por Fábio Koff, que nas últimas eleições venceu Kléber Leite, candidato de Ricardo Teixeira, mandatário da CBF. Fora isso, o Corinthians tem apoio de Teixeira para que seu futuro estádio, que começou a ser construído em Itaquera no início da semana passada, receba a abertura da Copa de 2014. Anteriormente, o local mais cotado era o Morumbi, do São Paulo, cujo presidente, Juvenal Juvêncio, tornou-se inimigo político do homem forte do futebol brasileiro.

(Com agência Gazeta Press)

 

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