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piscinão

13/01/2011

às 19:48

São Paulo quer 133 milhões do governo federal para piscinão

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pediu ao governo federal 133 milhões de reais para a construção de um piscinão do Largo da Penha, no Parque Ecológico do Tietê, próximo à divisa com São Caetano. O pedido foi feito ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, que visitou o gabinete do governador na tarde desta quinta-feira.

A proposta do governador de São Paulo é depositar no Fundo Especial para Calamidades Públicas (Funcap), da Secretaria Nacional de Defesa Civil, um terço (66 milhões) dos 200 milhões de reais necessários para a construção do piscinão. O Ministério da Integração Nacional custearia os 133 milhões restantes com a verba recebida pela medida provisória assinada pela presidente Dilma Rousseff e publicada nesta quinta no Diário Oficial da União, que libera 780 milhões de reais para ações nos estados atingidos pelas chuvas.

PAC - Outro pedido feito pelo governador ao ministro refere-se a um projeto que já está previsto na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para a construção de quatro piscinões no valor total de 140 milhões de reais. “Pedimos para que ele ajude a agilizar contratos de convênios das obras. Nós entraremos com 42 milhões de reais e o governo fedral com 98 milhões”, explicou o governador.

Os piscinões previstos serão em em Mauá, que custará 20 milhões; São Bernardo, com o custo de 10 milhões; Sumaré, também de 20 milhões, e um último na capital paulista, na região de Jabuticabal, que terá custo total de 90 milhões de reais. Fernando Bezerra sinalizou que o pedido de agilização do contrato do PAC é viável e que aguarda o projeto completo do piscinão da Penha para avaliar o envio da verba.

Atraso - O ministro chegou quase duas horas atrasado ao encontro com o governador. Mais cedo, ele havia feito parte da comitiva da presidente Dilma Rousseff que visitou os locais da região serrana do Rio de Janeiro afetados pelas enchentes. “Fiquei chocado com o que vi, é um cenário desolador. Vieram à minha mente as imagens de Pernambuco em 2010”, comentou Fernando Bezerra. “De fato é mais uma tragédia de grandes proporções e este é um momento de solidariedade e apoio”.

(Adriana Caitano, de São Paulo)

 

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