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08/12/2010

às 14:29 \ Vida literária

Os livros de 2010: está aberta a votação

Agora é com você, leitor. Está aberta aí embaixo a votação dos livros de 2010 – um de ficção nacional, um de ficção estrangeira. Foram considerados apenas títulos publicados este ano no Brasil – no caso dos estrangeiros, o critério permite a inclusão de um lançamento de 1963, como o de Natalia Ginzburg, ao mesmo tempo que exclui (porque ainda sem tradução) o romance que mais marolas provocou no cenário internacional em 2010, o superestimadíssimo Freedom, de Jonathan Franzen.

A seleção de candidatos é responsabilidade minha. Agradeço aos leitores que deixaram suas sugestões na caixa de comentários. A campanha pela inclusão do romance brasileiro “As almas que se quebram no chão”, de Karleno Bocarro, despertou minha curiosidade para a leitura, que pretendo satisfazer em breve. No entanto, sem a experiência do texto em primeira mão e sem referências independentes, decidi não incluí-lo na lista. Outros títulos lembrados, como “A passagem tensa dos corpos”, de Carlos de Brito e Mello, e “A morte de paula d”, de Brisa Paim, não foram lançados em 2010 – um ano discreto para a ficção brasileira, aliás, apesar da qualidade dos cinco concorrentes abaixo.

Qual é o livro do ano na ficção nacional?

  • O único final feliz para uma história de amor é um acidente – João Paulo Cuenca (40,0%, 340 Votos)
  • Nada a dizer – Elvira Vigna (34,0%, 289 Votos)
  • Um erro emocional – Cristovão Tezza (10,0%, 87 Votos)
  • Desgracida – Dalton Trevisan (10,0%, 84 Votos)
  • Azul-corvo – Adriana Lisboa (5,0%, 45 Votos)

Total de votos: 845

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Qual é o livro do ano na ficção estrangeira?

  • 2666 – Roberto Bolaño (41,0%, 198 Votos)
  • Solar – Ian McEwan (20,0%, 96 Votos)
  • Doutor Pasavento – Enrique Vila-Matas (18,0%, 86 Votos)
  • Vício inerente – Thomas Pynchon (13,0%, 61 Votos)
  • Léxico familiar – Natalia Ginzburg (8,0%, 40 Votos)

Total de votos: 481

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47 Comentários

  1. César Brandão

    -

    19/12/2010 às 17:56

    Nada a dizer de Elvira Vigna é o melhor do ano. Gostei tanto que até fiz plaquinha fundida da série “inaugurações” (obras públicas), e com a inscrição “nada a dizer”, e enviei de presente para Elvira. Meu voto é para o Nada a dizer. Um abraço, César Brandão
    http://www.cesarbrandao.com

  2. Oswaldo Martins

    -

    18/12/2010 às 11:11

    O Nada a dizer de Elvira Vigna não é só uma dos melhores romances do ano, mas da década. Profundiade e mergulho no íntimo de uma linguagem desabusada. Coitado de quem não leu ou quem leu e não entendeu. para estes a literatura deve ser o aprisionamento dos mesmos.

    Oswaldo

  3. Wilson Ferreira

    -

    16/12/2010 às 22:29

    Não entendi porque Léxico Familiar está na lista. O belo livro de Natalia Guinzburg foi publicado há quase 50 anos e sua edição brasileira (a que conheço, da Paz e Terra) data de 1988, três anos antes da morte da autora.

  4. Carolina Vigna-Marú

    -

    16/12/2010 às 9:48

    Hefestos,

    Meu nome é Carolina, sou filha da Elvira. Apresento-me abertamente, com nome e sobrenome, mas não sou sua porta-voz ou representante. Não costumo debater com anônimos mas abro uma exceção para um filho de Zeus.

    Você tem todo o direito de não gostar deste ou de qualquer livro, de qualquer autor. Aliás, te agradeço por não gostar *depois* de ler. Outro dia vi no Twitter um sujeito que se diz entendedor de literatura afirmar que não leu e não gostou (isso sim me incomoda), por causa do título (ainda cometendo a gafe de não saber que neste, assim como em 99% dos casos, quem dá título é editor). Então, Hefestos, te agradeço por formar uma opinião *depois* de ler.

    Meu comentário, entretanto, é a respeito desta fictícia turma que você acredita existir. Não apenas é um comentário indelicado com o dono deste blog, como é absolutamente inverídico.

    Não acompanhei (shame on me) o processo de indicações que levou à seleção destes títulos, mas tenho certeza absoluta de que minha mãe não pediu, requisitou, insinuou ou fez qualquer ação para que isto acontecesse. E mais, tenho certeza também de que os parâmetros do Sérgio Rodrigues são os mais éticos e imparciais possíveis, como sempre foram.

    Abraços,
    Carolina.

  5. Rafael

    -

    15/12/2010 às 16:30

    O pior é que quem fica com a fama de brigão sou eu!

  6. Hefestus

    -

    15/12/2010 às 15:27

    Saint-Clair: em primeiro lugar, você está sim, defendendo sua amiga (a quem você cita como referência elogiosa para sua própria obra). Direito que lhe cabe, a propósito, portanto assuma abertamente.

    Segundo: “Senhor” porque tenho para mim que essa indicação é imerecida e se justifica pelo compadrio reinante na atual ficção brasileira, para usar seu próprio conceito. São duas as turmas a se alimentarem mutuamente no jogo literário atual, a turma “gozadinha”, para usar de seu próprio conceito, e a turma dos “cumpanhêro”, ligada ainda a experiências formais estéreis e que se acha injustiçada por ser menos midiática que a primeira. Embora defendam-se tão aguerridamente quanto os demais. “Nada a Dizer” é, provavelmente, o melhor título para um livro já publicado no Brasil, uma vez que expressa com perfeição o resultado da leitura (“nossa, que barato, um livro que ‘critica o próprio estatuto da ficção como possibilidade’” – quando que isso é sair da mesmice?). Quando você fala em “defender” alguém que foi alvo de uma crítica simples (transformando a crítica em ataque) dá um indício bem forte de que falo a verdade: é o partido da sua turminha contra o juízo de um leitor.

    Terceiro: li sim, Elvira Vigna – além de Nada a Dizer, pode contar aí também “Deixei Ele lá e vim” e “O Assassinato de Bebê Martê”, mas não devo ler muito mais do que isso. Considero três um bom número para ter ideia da qualidade de um autor (a vida é curta). Respeito a autora muito mais por seus livros infanto-juvenis do que por seus experimentos adultos formais/formóis.

    Por isso o “senhor”, – uma ironia que acho estranho ser contestada por alguém que é useiro em patifar debate nos comentários deste mesmo blog com ironias e provocações.

    E não estou nem aí se você acha que eu tenho razão ou não, bem-vindo à democracia, meu caro.

  7. Saint-Clair Stockler

    -

    14/12/2010 às 19:01

    Hefestos: “Senhor”, no caso da Elvira Vigna, exatamente por que? É incrível como, na internet, às vezes, só por uma palavrinha inserida em determinado contexto, a gente consegue ter um vislumbre bastante acurado de alguém que se esconde, pretendendo-se incógnito, neste vasto mundo digital. Aposto que você não leu nenhum dos livros para adultos dela (estou excluindo os ótimos livros para jovens e crianças), pois, se os tivesse lido, não teria usado esse arremedo de ironia aqui; se os tivesse lido, saberia que Elvira é um dos poucos escritores brasileiros que conseguem sair da mesmice que ataca a nossa literatura tem já um certo tempo, e das voltas em torno do próprio umbigo gozado (“gozado”, aqui, não quer dizer “engraçado” mas “melado de porra masturbatória”), o que parece ser um traço distintivo dos ficcionistas brasileiros atuais, com as exceções de sempre. E, sim, estou defendendo apenas a ESCRITORA, porque a AMIGA eu não preciso defender, já que ela consegue defender-se muito bem sozinha e não precisa, nem nunca precisou, de ninguém para defendê-la. Se você tem alguma crítica plausível e séria a fazer à obra da Elvira, por favor não tente se esconder por trás de um pálido “Senhor”, mas exponha-a claramente aqui. Se eu achar que você tem razão, serei o primeiro a dizer que você tem razão.

  8. Diana

    -

    13/12/2010 às 20:19

    E não vai ter não-ficção, pra poder votar no lindíssimo “Só garotos”, da Patti Smith?

  9. carlos cezar marques

    -

    11/12/2010 às 17:31

    Aí, gregor, joyce não é “pobre” de maneira alguma! Já li duas vezes o ulisses traduzido pelo antonio, agora quero ler a tradução da bernardina. Sabe, cara, temos de “mergulhar na literatura como numa orgia”(gustave, secundado por mario), e ler os verdadeiros clássicos, como a alíada, divina comédia, dom quixote, o vermelho e o negro, madame bovary, crime e castigo, os demonios, irmãos karamázov,o processo, ulisses, nada de novo no front, berlim alexanderplatz, viagem ao fim da noite, morte a crédito, o apanhador no campo de centeio, ficções, o aleph, a cidade e os cachorros, aconteceu alguma coisa… eis uma pequena lista dos “verdadeiros”. Então, se sobrar um tempinho, poderemos ler o machado, o graciliano, o lima, o dionélyo, o cornélio (a menina morta), a raquel (memorial de maria moura), o raduan, o trevisan etc. Depois, se ainda estivermos dispostos, leremos os atuais. Cada um tem a sua lista.

  10. Galadriel

    -

    11/12/2010 às 15:13

    Salvatierra,

    Não quero regular por baixo, até mesmo é meio estranho mencionar isso no Brasil, considerando que a parcela da polulação que lê é incrivelmente pequena.
    Falo apenas que gosto não deveria ser ridicularizado. São estilos diferentes e devem ser respeitados e considerados, o que não aconteceu aqui. Existem alguns que acham que seu gosto é melhor, ou seu estilo é melhor, mas são apenas diferentes.

    Eu gosto deste tipo de literatura e sempre odiei a maioria dos autores brasileiros. Alguns poucos eu ainda li, como os de Erico Verissimo e Jorge Amado. Mas nunca vi nada parecido na literatura brasileira fora da literatura infanto-juvenil.

    Pela primeira vez na minha vida, vi um livro brasileiro que realmente valia a pena ler. Ele pode não ter uma maestria na escrita, mas nunca me importei com a linguagem do livro, e sim com o divertimento, o mundo que ele cria e como ele me prende.

    Ja li muita coisa. Algumas muito boas como Tolkien, George Martin, Conn Iggulden, Neil Gaiman, Bernard Cornwell, Tom Clancy, James Clavell, Jeffrey Archer, Wilbur Smith,… assim como livros e autores não tão bons mas que eram bem divertidos. Mas uma constante na minha vida é que sempre corri da literatura nacional, por ser muito focada em “arte”. Assim como o cinema nacional, até sair Tropa de Elite e companhia, era só focado em filmes de arte.

  11. Hefestus

    -

    10/12/2010 às 21:58

    Elvira Vigna?

    Senhor…

  12. Salvatierra

    -

    10/12/2010 às 20:48

    Por sinal, vale lembrar que o livro de João Paulo Cuenca que está na lista tem centenas de elementos de “ficção científica new weird”.

  13. Salvatierra

    -

    10/12/2010 às 20:46

    É, Galadriel, bom é regular por baixo.
    Não tem nada de errado em fazer ficção fantástica, tudo a favor. Os gringos já mostraram que são excelentes nisso, com Tolkien, Gaiman, Bradbury, Philip K. Dick. O problema é escrever muito mal e ser valorizado porque é um dos raros brasileiros a se arriscar na área.

  14. Gregor Samsa

    -

    10/12/2010 às 20:00

    Poxa, eu podia jurar que vocë iria citar Ulysses. O pobre James Joyce é sempre usado nessas comparações…

    Beijo da barata!

  15. Galadriel

    -

    10/12/2010 às 19:08

    Aqueles que acham que André Vianco e Eduardo Spohr são uma piada, devem adorar Vidas Secas, Ateneu, Iracema que são livros de arte, assim como também devem gostar de filmes de arte, e nunca veriam um Senhor dos Anéis ou leriam um Musashi.

    O erro é achar que só esse tipo de leitura é correta e as demais são literatura questionavel, piada ou porcaria.

    É esse tipo de mentalidade que faz com que milhares de pessoas odeiem ler, porque foram devidamente traumatizadas na infancia e juventude pelo tipo de literatura a que são obrigados a ler no colégio.

    Tive de ler vidas secas com 14 anos. Confesso que só não desistir de ler, porque descobri que havia autores estrangeiros que faziam livros tão legais quanto filmes, e muitas vezes melhores.

    Ai quando finalmente aparecem autores nacionais que escrevem livros fantasticos como Eduardo Spohr e André Vianco, são ridicularizados. Se são tão ridicularizados em um espaço de comentários de um blog de literatura, só posso imaginar a dificuldade deles para conseguir publicar o 1o livro.

  16. Salvatierra

    -

    10/12/2010 às 11:54

    Ainda não me recuperei do trauma que foi ler o primeiro capítulo de “A batalha do apocalipse”, disponível de graça no site. Sério que alguém leva aquilo a sério? Não pelo tema, pode-se fazer ficção com anjos e vá lá. Mas aquela adjetivação, nossa. E os clichês. E as descrições. Gente…

  17. sergiorodrigues

    -

    10/12/2010 às 10:44

    Para que ninguém corra o risco de levar a sério a piadinha do Tibor, vale explicar que o programa de votação reorganiza a lista em ordem descrescente de votos.

  18. Tibor Moricz

    -

    09/12/2010 às 23:46

    Ah, fala sério. Essa é uma votação de cartas marcadas. Vejam lá, o Sérgio arrumou todos já em posição decrescente, indicando claramente que os primeiros serão… os primeiros :)

  19. Marcelo ac

    -

    09/12/2010 às 22:27

    Na falta de outros, fico com o Vila-Matas. E dos brasileiros, senti a não inclusão de Retratos Imorais, do excelente Ronaldo Correia de Brito.

  20. Carolina

    -

    09/12/2010 às 21:52

    “um espaço de comentários trollado por fandom com hábito de leitura questionável bem pertinho de você” foi o melhor comentário EVER.

  21. Galadriel

    -

    09/12/2010 às 19:24

    Uma pergunta: o que é literatura de verdade?
    O gosto por livros é igual ao gosto por filmes: Pode ser sério, filosófico, mágico, histórico, fantastico, cientifico, romance, mitológico, policial, aventura, techno-triler, etc.

    O que é ficção? Tanto pode ser algo que não é baseado na realidade, ou o fantástico com paradigmas diferentes.

    Penso que ficções podem ter personagens mágicos: sejam seres vampirescos, lobisomens, wraiths, anjos, naves, neandertais, elfos, orcs, hobbitts, trols, cavaleiros medievais, magos, samurais, ninjas, ETs, assim como podem ser baseados em personagens ou em épocas reais.

    Não comentaram muito de livros estrangeiros.
    Acho que houve mais lançamentos esse ano: O Nome do vento na minha lista de leitura, assim como o ultimo de Ken Follett, o 1o livro da saga: A Queda de Gigantes.
    Uma saga muito boa que fechou esse ano foi “O Conquistador”, de Conn Iguulden sobre Gengis Khan com o livro: Os ossos das Colinas”
    Além de sagas mais voltadas a capa-espada como Crônicas Saxonicas, Rangers – A ordem dos Arqueiros, Crônicas de Wardstone e Os Olimpianos.

  22. ana elisa

    -

    09/12/2010 às 14:31

    quem nunca leu joão paulo cuenca, precisa urgentemente atualizar seus conceitos literários … meu voto certo!

  23. João Chiodini

    -

    09/12/2010 às 14:00

    Dos nacionais, não li Azul-corvo, os outros são ótimos livros, mas o da Elvira contém um algo a mais (provocativo). Dos estrangeiros fiquei bem dividido entre o Bolaño e o McEwan, lógico, sem deixar de lado o Vila-Matas. Os outros dois ainda não li…

  24. Gudryan Neufert

    -

    09/12/2010 às 13:41

    Votei. Mas os que mais gostei não estão na lista.
    “O Caso Sondergerg” – Elie Wiesel
    “Retratos Imorais” – Ronaldo Correia Brito

  25. Gregor Samsa

    -

    09/12/2010 às 13:32

    “A batalha do apocalipse”, em breve em um espaço de comentários trollado por fandom com hábito de leitura questionável bem pertinho de você.

  26. Tibor Moricz

    -

    09/12/2010 às 12:19

    Já li mais de 3o livros só nos últimos três anos e nunca nem ouvi falar desses autores que estão na lista, sejam nacionais ou estrangeiros. Meu voto vai pra coletânea Anno Domini, da Andros Editora, indubitavelmente o melhor livro já publicado nos últimos 50 anos no Brasil. Um verdadeiro divisor de águas da literatura nacional. Esses aí que estão listados não são mais do que restolho. Porcaria. Autores menores.

  27. Saint-Clair Stockler

    -

    09/12/2010 às 11:50

    Fico extremamente feliz em ver que o livro da minha amiga Elvira Vigna está em primeiro lugar! (E antes que alguém venha de graça: eu já era fã da obra dela antes de conhecê-la e nos tornamos amigos). A Elvira é um tesouro da nossa literatura e está muito bem acompanhada na lista: também adoro os livros da Adriana Lisboa, os do Tezza e os do Cuenca. Do Dalton, confesso, enjoei.

    Gostaria de ver algum livro do Daniel Pellizzari na lista, mas parece que ele abandonou a literatura (ao menos, a feita exclusivamente com palavras). Outra que me deixaria feliz se estivesse na lista é a Adriana Lunardi. Meu Deus, que escrita! E por onde anda o Amilcar Bettega Barbosa, hein?

  28. Daniel Balieiro

    -

    09/12/2010 às 11:42

    E onde esta “A Batalha do Apocalipse”? Não tem como votar sem ele.

  29. Nilceu bernardo

    -

    09/12/2010 às 9:58

    A escrita de Elvira é impecável , simples e envolvente.

  30. Pedro Taam

    -

    09/12/2010 às 9:23

    André Vianco? É sério isso? Achei que fosse uma enquete de literatura de verdade.

  31. Eder

    -

    09/12/2010 às 8:59

    faltou A batalha do apocalipse de Eduardo Spohr

  32. Lenira

    -

    09/12/2010 às 8:17

    O livro da Elvira foi uma grande revelação.Parabens a todos.

  33. Barbosa (Jundiaí/SP)

    -

    09/12/2010 às 7:39

    Costumo ler em média um livro por mês. Com toda sinceridade, não li nenhum desta lista.

  34. stefânia Ladeira

    -

    08/12/2010 às 21:34

    O meu voto fica para A Batalha do Apocalipse para melhor livro de Ficção nacional!

  35. jgomes

    -

    08/12/2010 às 21:07

    So li estrangeiros, e para mim o melhor foi O Nome do Vento.

  36. Norberto

    -

    08/12/2010 às 19:16

    A lista dos internacionais não está lá essas coisas. Excetuando-se o 2666, desconheço os outros livros. Abstenho~me da votação.

  37. carlos cezar marques

    -

    08/12/2010 às 18:46

    Roberto Bolano é um grande escritor. Não só em Noturno do Chile e Os Detetives Selvagens, mas sobretudo em 2666, sua obra-prima espetacular, que trata, direta e indiretamente, dessa barbárie que se transformou o narcotráfico em Ciudad Juarez, retratada no livro como Santa Teresa. O livro, de quase 900 páginas, foi escrito antes de 2003, ano do falecimento do escritor, portanto, antes das atrocidades de Ciudad Juarez tomarem conta das manchetes internacionais.

  38. Isabel Pinheiro

    -

    08/12/2010 às 18:06

    Ufa que não deu tempo de eu indicar nada na pré-votação, mas meu candidato fez a final: Vila-Matas. E vergonha de não ter lido nenhum dos nacionais, embora a Adriana Lisboa esteja na minha pilha.

  39. Rafael

    -

    08/12/2010 às 17:58

    Concordo com Galadriel, falta na lista de nacional Eduardo Spohr. E meu voto fica para “A Batalha do Apocalipse”.

  40. Clelio T. Jr

    -

    08/12/2010 às 17:46

    Talvez porque o blog se chame todoprosa…

  41. Clelio T. Jr

    -

    08/12/2010 às 17:41

    Terminei hoje o do Pynchon, que já escreveu melhores. De todo modo voto nesse, mas votaria mesmo nos contos do Carver. Para o ano que vem já tenho candidato, a tradução de Blanco Nocturno do Piglia, livraço!

  42. Galadriel

    -

    08/12/2010 às 17:32

    Me considero leitora voraz, com mais de 1000 livros lidos nas costas, e confesso que nunca ouvi falar destes da sua lista.
    Em Ficção Nacional você não mencionou André Vianco nem Eduardo Spohr.

    Voto em Ficção Nacional: “A Batalha do Apocalipse” de Eduardo Spohr. Apesar de ter sido publicado antes, só chegou realmente as lojas esse ano.

    Voto em Ficção Estrangeira: “A Guerra dos Tronos” – Livro 1 das Crônicas de Gelo e Fogo de George R. R. Martin. Livro esse que se compara aos livros de Tolkien, sendo até melhor.

  43. Oswaldo Martins

    -

    08/12/2010 às 16:19

    Senti falta da categoria de poesia


 

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