Na sexta-feira, acompanhamos o Exército brasileiro numa patrulha pelas ruas de Cité Soleil, a maior favela de Porto Príncipe e uma das regiões mais violentas da capital. Por precaução, tivemos que usar coletes e capacetes. Apesar do aparato, fomos bem recebidos.
Cité Soleil é um esgoto, no qual não há hierarquia entre porcos, cachorros e seres humanos. Todos convivem como iguais: partilham da mesma água, da mesma terra, da mesma comida. Lá, onde humanos alimentam-se de barro e de esperança, descobre-se a resiliente força do espírito haitiano.
Abaixo, o sexto e último vídeo do nosso diário:







Nao estamos começando 2010 tão bem como esperavamos, neste inicio de ano ja estamos presenciando o acontecimento de varios desastres naturais que levaram varias vidas de destruiram a muitos…no primeiro dia do ano foi em Angra dos Reis e as inchentes que parece interminaveis em São Paulo, e este desastre no Haiti um povo ja tão sofrido e que hoje vive o caos….. Meus Deus olhe por eles e que cada País possa dar a sua ajuda e que de alguma forma amenize o sofrimento deste povo que parece nao ter fim.
e muito triste e desolador a situacao dos haitianos, mas os desastres naturais nao podemos impedir, mas penso que podemos ajudar um pouquinho fazendo a nossa parte, nao agredindo a cada dia o nosso planeta. Devemos concientizar que devemos respeitar a natureza, nao desmatando, nao poluindo e que se cada ser humano fizesse um pouquinho , talvez tivessemos menos desatres naturais.
Boa Sorte nesta empreitada Diego,tenho acompanhado seus relatos e assim consigo ter uma noção da dimensão desta tragédia.Deus abençoe você e todos que estão ai para nos informar e ajudar esse povo que necessita tanto de tudo.Lilian de Curitiba Pr.
Diego Escosteguy, você conseguiu fazer uma poesia literária de uma matéria jornalística sobre uma tragédia. “O Caos Depois do Desastre” (Veja, 27/01/2010) é, sem sombra de dúvida, um dos textos mais bonitos e mais bem escritos que eu li nesta revista, em todos esses anos (já nem me lembro quantos) desde que sou assinante da VEJA. A consciência do que o ser humano é capaz quando sente cheiros nauseabundos, dor, medo, insegurança, solidão, calor, desamparo e falta de esperança, impregnou de desconforto o ambiente climatizado com ar condicionado em que eu li a reportagem.
A situação terrível em que se encontra a cidade de Porto Princípe atualmente provocada por um desastre natural é uma pequena amostra do poderá acontecer em razão de desastres provocados pela ação humana, imaginemos as consequencias do aumento do nível do mar e o alagamento das cidades litoraneas, como as pessoas reagirão na falta de água, comida, abrigo? Não haverá segurança para ninguém.
Diego, seu olhar sobre esse pais destrocado pela natureza e jogado a dor , miseria ,fome e sede e sem sombra de duvida a visao nao so de um reporter , mas de um grande(jovem) humanista!
Atraves da sua visao nosso pesar se torna maior ! Queira Deus , a ajuda chegue a tempo para resolver e mudar a situacao dos sobreviventes!
Minha admiracao!