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Diário do desastre – 6

domingo, 24 de janeiro de 2010 | 12:53

Na sexta-feira, acompanhamos o Exército brasileiro numa patrulha pelas ruas de Cité Soleil, a maior favela de Porto Príncipe e uma das regiões mais violentas da capital. Por precaução, tivemos que usar coletes e capacetes. Apesar do aparato, fomos bem recebidos.

Cité Soleil é um esgoto, no qual não há hierarquia entre porcos, cachorros e seres humanos. Todos convivem como iguais: partilham da mesma água, da mesma terra, da mesma comida. Lá, onde humanos alimentam-se de barro e de esperança, descobre-se a resiliente força do espírito haitiano.

Abaixo, o sexto e último vídeo do nosso diário:

    6 comentários em “Diário do desastre – 6”

    1. karina rosa disse:

      Nao estamos começando 2010 tão bem como esperavamos, neste inicio de ano ja estamos presenciando o acontecimento de varios desastres naturais que levaram varias vidas de destruiram a muitos…no primeiro dia do ano foi em Angra dos Reis e as inchentes que parece interminaveis em São Paulo, e este desastre no Haiti um povo ja tão sofrido e que hoje vive o caos….. Meus Deus olhe por eles e que cada País possa dar a sua ajuda e que de alguma forma amenize o sofrimento deste povo que parece nao ter fim.

    2. elizabeth quintanilha disse:

      e muito triste e desolador a situacao dos haitianos, mas os desastres naturais nao podemos impedir, mas penso que podemos ajudar um pouquinho fazendo a nossa parte, nao agredindo a cada dia o nosso planeta. Devemos concientizar que devemos respeitar a natureza, nao desmatando, nao poluindo e que se cada ser humano fizesse um pouquinho , talvez tivessemos menos desatres naturais.

    3. Lilian disse:

      Boa Sorte nesta empreitada Diego,tenho acompanhado seus relatos e assim consigo ter uma noção da dimensão desta tragédia.Deus abençoe você e todos que estão ai para nos informar e ajudar esse povo que necessita tanto de tudo.Lilian de Curitiba Pr.

    4. Thelma Muller disse:

      Diego Escosteguy, você conseguiu fazer uma poesia literária de uma matéria jornalística sobre uma tragédia. “O Caos Depois do Desastre” (Veja, 27/01/2010) é, sem sombra de dúvida, um dos textos mais bonitos e mais bem escritos que eu li nesta revista, em todos esses anos (já nem me lembro quantos) desde que sou assinante da VEJA. A consciência do que o ser humano é capaz quando sente cheiros nauseabundos, dor, medo, insegurança, solidão, calor, desamparo e falta de esperança, impregnou de desconforto o ambiente climatizado com ar condicionado em que eu li a reportagem.

    5. Betty Luz disse:

      A situação terrível em que se encontra a cidade de Porto Princípe atualmente provocada por um desastre natural é uma pequena amostra do poderá acontecer em razão de desastres provocados pela ação humana, imaginemos as consequencias do aumento do nível do mar e o alagamento das cidades litoraneas, como as pessoas reagirão na falta de água, comida, abrigo? Não haverá segurança para ninguém.

    6. Eliete Bento Carvalho Pinto disse:

      Diego, seu olhar sobre esse pais destrocado pela natureza e jogado a dor , miseria ,fome e sede e sem sombra de duvida a visao nao so de um reporter , mas de um grande(jovem) humanista!
      Atraves da sua visao nosso pesar se torna maior ! Queira Deus , a ajuda chegue a tempo para resolver e mudar a situacao dos sobreviventes!
      Minha admiracao!

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