Universal ainda quer versão cinematográfica de ‘Galactica’

A Universal contratou Jack Paglen para desenvolver o roteiro de um filme que poderá dar à série Galactica uma versão cinematográfica, segundo divulgado pelo Variety. Não se trata de um filme da versão de Ron D. Moore, mas da versão original criada por Glen A. Larson e exibida entre 1978 e 1979. A ideia é […]

(E-D) Maren Jensen, Dirk Benedict, Richard Hatch e Lorne Greene (Foto: ABC/Arquivo)

(E-D) Maren Jensen, Dirk Benedict, Richard Hatch e Lorne Greene (Foto: ABC/Arquivo)

A Universal contratou Jack Paglen para desenvolver o roteiro de um filme que poderá dar à série Galactica uma versão cinematográfica, segundo divulgado pelo Variety. Não se trata de um filme da versão de Ron D. Moore, mas da versão original criada por Glen A. Larson e exibida entre 1978 e 1979.

A ideia é recontar toda a história da última astronave de combate, de acordo com a visão de Larson, que atuará como produtor.

Criada com base no livro Eram os Deuses Astronautas?, a série original teve apenas uma temporada com 24 episódios produzidos. Na história, uma raça de humanos sobreviventes da destruição do planeta Kobol coloniza doze planetas. Reza a lenda que uma 13ª tribo teria existido e colonizado um distante planeta chamado Terra.

Quando os humanos das doze colônias são traídos durante um acordo de paz com os Cilônios, uma raça andróide, os sobreviventes embarcam em toda e qualquer nave que encontram e partem em busca da Terra. A Galactica, última astronave de combate, lidera o grupo. A nave está sob o comando de Adama (Lorne Greene), que conta com o apoio de uma pequena esquadra de caças, que tem entre os pilotos o Capitão Apollo (Richard Hatch), seu filho, e o Tenente Starbuck (Dirk Benedict).

Ao longo de sua jornada, eles são perseguidos pelos Cilônios, que estão determinados a eliminar a raça humana. Para tanto, essas criaturas contam com a ajuda de Baltar (John Colicos), um humano que traiu seu povo e agora lidera uma das naves mães dos Cilônios, tendo como auxiliar Lúcifer (voz de Jonathan Harris no original), um cilônio que ‘deseja’ o comando.

Ao fim da primeira temporada, a série foi cancelada pela ABC. Mas os produtores conseguiram convencer os executivos do canal a dar uma nova chance à história. Assim, a série voltou reformulada. Com o título de Galactica 1980, foram produzidos mais dez episódios antes do cancelamento definitivo.

Com a nova roupagem, o público acompanhou a chegada dos sobreviventes à Terra, cerca de 30 anos após o início da jornada. Apollo morreu, Starbuck está desaparecido (um episódio especial mostra o que teria acontecido com ele), Boomer (Herb Jefferson Jr.), Sheba (Anne Lockart) e Cassiopéia (Laurette Spang) também não estão mais na história. Apenas Adama e o coronel Tigh (Terry Carter) permaneceram.

O capitão Troy (Kent McCord), que seria o garoto Boxey, filho adotivo de Apollo, e seu colega, o Tenente Dillon (Barry Van Dyke), são os heróis dessa fase. Ao chegarem na Terra, a tripulação descobre que os humanos que vivem nesse planeta não são tão avançados quanto eles. Assim, decidem entrar em contato com os melhores cientistas do planeta para oferecer-lhes as informações necessárias para que a Terra possa evoluir tecnológica e cientificamente. O objetivo é fazer com que os habitantes do planeta tenham condições de enfrentar os Cilônios, que estão chegando. Quando a jornalista Jamie Hamilton (Robyn Douglass) descobre a verdade sobre eles, se une ao grupo para ajudá-los em sua missão.

Embora a série original não tenha durado muito tempo, ela marcou sua presença na TV e se transformou em uma produção cult. O remake de Moore estreou em 2003, no formato minissérie, sendo transformado em série em 2004. A produção da nova versão encerrou em 2009, mas gerou a produção de dois telefilmes (Razor e The Plan), websódios e uma spinoff (Caprica). Um prelúdio, que narraria a vida do jovem Adama, chegou a ser cogitado. Um piloto foi produzido (Blood & Chrome), mas a série não foi aprovada.

Desde 2009 Larson vem trabalhando para levar sua saga para o cinema. O produtor e roteirista não detém mais os direitos autorais pela série, mas ainda detém os direitos de uma versão cinematográfica. Bryan Singer chegou a ser contratado como diretor, mas se afastou do projeto para se dedicar a outros trabalhos. Paglen tem a função de reescrever o roteiro que John Orloff entregou em 2011.

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