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Universal

Universal distribuirá ‘The Hollow Crown’ como minissérie

The Hollow Crown é uma série de telefilmes que adapta a obra de William Shakespeare. O primeiro, Ricardo II, estreou no canal BBC2 no dia 30 de junho, conquistando a média de 726 mil telespectadores, cerca de 3.6% da audiência em seu horário. Um número razoável para o canal em uma noite de sábado.

Narrando histórias que lidam com política, poder e intrigas, cada obra apresenta em sua sequência a ascensão e queda de três reis: o vaidoso Ricardo II, Henrique IV, que leva o país a uma guerra civil, e Henrique V, que enfrenta seus próprios demônios.

Apesar da receptividade às séries de época e do reconhecimento internacional da obra de Shakespeare (que em sua época era considerado autor para as massas), bem como das produções da BBC, quando o produtor Sam Mendes (Beleza Americana) desenvolveu o projeto através de sua produtora, a Neal Street Productions, ele teve dificuldades de conseguir financiamento para sua produção.

Em geral, os canais da BBC dividem o financiamento de seus programas com outras empresas. Assim sendo, a BBC2 garantiu apenas uma parte do dinheiro necessário para produzir os quatro telefilmes. O restante, cerca de um terço (nove milhões de libras), teria que vir de outra fonte. Assim, Mendes procurou a BBC Worldwide, braço comercial da BBC, na esperança de conseguir com eles o resto do dinheiro. Mas, para sua surpresa, a empresa não demonstrou interesse pela produção, apesar dela contar com um elenco de nomes conhecidos internacionalmente. Segundo Mendes em entrevista ao jornal The Guardian, a BBC Worldwide não acredita que uma produção com base na obra de Shakespeare consiga ter uma boa venda no mercado internacional.

O financiamento da BBC2 garantiria apenas a produção do primeiro telefilme. Para que o restante pudesse ser produzido, Mendes precisaria do apoio financeiro de outra empresa. Após algum tempo ‘batendo de porta em porta’, o produtor encontrou a Universal, que atualmente co-produz a série inglesa Downton Abbey. A empresa americana aceitou o projeto tornando-se co-produtora e distribuidora internacional para a TV e para o DVD.

Segundo Gareth Neame, representante da Universal no Reino Unido, a empresa acredita que The Hollow Crown seja um produto que dará retorno financeiro a longo prazo, especialmente em países como a Alemanha e o Japão, que ainda demonstram um grande interesse pela obra de Shakespeare.

Assim, contando com quatro telefilmes com cerca de duas horas e meia de duração, a Universal planeja distribuir a produção como uma minissérie em dez episódios de uma hora de duração. Ainda não há informações de que The Hollow Crown chegue ao Brasil, seja na TV ou no DVD, visto que o produto não tem apelo popular. E já que o mercado de séries em DVD no Brasil vem se restringindo cada vez mais a títulos mais populares que gerem um grande volume de vendas a curto prazo, fica aqui a dúvida se a Universal terá interesse em lançar esta produção no país. Por outro lado, sempre existe a alternativa de buscar lá fora o que não é oferecido aqui dentro.

Cliquem na imagem para ampliar. Abaixo, trailer do segundo episódio de The Hollow Crown, que será exibido na Inglaterra no dia 7 de julho.

Próximos Lançamentos da Universal: Downton Abbey, Covert Affairs e Outros

A distribuidora ainda está agendando os títulos que serão lançados em 2012. Até o momento, apenas o mês de março terá lançamentos de séries em DVD.

Entre as novidades, a Universal prepara a primeira temporada de “Downton Abbey“. Há algum tempo atrás, a distribuidora estava em dúvida se deveria ou não lançar a série inglesa em DVD no Brasil. Isto porque a produção ainda não tinha estreado em nenhum canal brasileiro.

Mas com a conquista de um Emmy e a indicação ao Golden Globe, o interesse pela série mudou. Além disso, a produção tem previsão de estreia no Brasil para o primeiro semestre de 2012, pelo canal Globosat HD.

A série inglesa, que tem sete episódios em sua primeira temporada, gira em torno da família Crawley vivendo na década de 1910. As mudanças sociais e de comportamento, bem como os relacionamentos pessoais, são acompanhados de perto por seus empregados, que por sua vez também protagonizam situações que revelam diversas questões inerentes ao período. O DVD da primeira temporada foi lançado na Inglaterra em novembro de 2010.

Outra série que tem previsão de lançamento para o mês de março é a primeira temporada de “Covert Affairs“. Esta produção já tinha sido agendada anteriormente, mas foi suspensa. Agora volta à lista de próximos lançamentos da Universal.

Trata-se de uma série de aventura protagonizada por Annie Walker, uma agente da CIA especialista em lingüística que trabalha como agente de campo. Acreditando ter sido promovida em função de suas habilidades, ela logo percebe que a CIA está na verdade interessada em localizar seu ex-noivo. O DVD da primeira temporada desta série foi laçando nos EUA em maio de 2011.

Por fim, para os fãs de “The Office” e “30 Rock”, a distribuidora também está agendando para o mês de março o lançamento da sétima e quinta temporada, respectivamente.

Ainda não há informações sobre o conteúdo dos DVDs.

13/07/2011

às 12:05 \ Processos e Prisões, Produtores

Glen A. Larson Processa a Universal

Glen A. Larson em 2004

Processos movidos por atores e produtores contra estúdios de TV e cinema já se tornaram recorrentes. Os motivos são sempre os mesmos: a alegação de que os estúdios não pagam devidamente os valores estipulados em contratos dos lucros obtidos pelas reprises de séries e pela venda de produtos agregados.

A ação de Glen Larson contra a Universal é o caso mais recente. O produtor foi um dos ‘midas’ da década de 1970 e 1980. Responsável por criar e produzir séries como “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “A Mulher Biônica”, “Battlestar Galactica”, “Buck Rogers”, “A Supermáquina”, “Automan”, “Duro na Queda” e “Magnum”, entre outras, Larson entrou com um processo contra o estúdio na Suprema Corte de Los Angeles na última terça-feira, dia 12 de julho.

Segundo o Hollywood Reporter, que teve acesso ao processo, Larson acusa a Universal de fraude, quebra de contrato, enriquecimento sem causa, declarações negligentes e práticas comercias desleais. O produtor afirma que a Universal nunca lhe apresentou um relatório dos lucros de suas séries. Este tipo de acusação também foi feita por Jack Klugman contra o mesmo estúdio (as partes entraram em acordo em 2010); por Mike Connors contra a Paramount; pelo elenco de Happy Days contra a CBS; por Don Johnson contra a Rysher Entertainment; pelos criadores de Hanna Montana contra a Disney; da herdeira de William Dozier contra a Fox, entre outros. O que leva a crer ser esta uma prática comum dos estúdios.

As séries de Larson foram co-produzidas pela Universal e por sua empresa, a Larson Productions. No processo, ele afirma que ‘enquanto a Universal recebe os lucros das séries, a Larson Productions fica com o déficit’.

Em resposta às acusações, representantes da Universal divulgaram um comunicado que se tornou padrão dos estúdios nesses casos: ‘estamos surpresos com o processo aberto pelo Sr. Larson pois ele vem sendo bem recompensado por seu trabalho com as séries da Universal. O Sr. Larson não solicitou nenhuma auditoria ou apresentou qualquer queixa ao estúdio antes de mover a ação judicial. Ainda não estamos a par das cláusulas do processo’.

No processo, Larson pede o pagamento do valor devido e a apresentação dos registros contábeis relacionados às suas séries.

01/06/2011

às 17:53 \ Séries Anos 2010-2019

The Event Pode Ser Resgatada Pelo Canal SyFy

Desde a apresentação do Upfront da rede NBC, quando “The Event” foi oficialmente cancelada, os produtores vinham declarando à imprensa que não desistiriam da série. Com o objetivo de finalizar a trama, eles iniciaram uma peregrinação pelos canais a cabo para tentar convencer um deles a resgatá-la.

Uma das possibilidades divulgadas na época seria oferecer a produção para o Neflix, site da Internet que começa a investir em programas originais. No entanto, a notícia divulgada hoje pela revista EW revela que os produtores de “The Event” iniciaram negociações com o canal a cabo SyFy, dedicado a séries de ficção científica, para resgatar a produção. A ideia é produzir uma minissérie como uma forma de testar o interesse do público. Caso a audiência seja boa, o canal poderia produzir a segunda temporada de “The Event”.

As negociações ainda estão no início, por isso não há informações sobre que tipo de história seria contada nessa minissérie. O fato de “The Event” ser produzida pelo estúdio Universal, divisão do grupo NBC Universal, do qual o canal SyFy faz parte, facilitaria o resgate da série.

“The Event” saiu do ar registrando a média de 7.2 milhões de telespectadores, com 2.3/6 entre o público alvo, que compreende a faixa etária entre 18 e 49 anos. Números que interessam ao SyFy. Ainda é cedo para saber se os atores da série retornarão aos seus respectivos personagens, caso a produção seja resgatada.

Adendo (01/06/2011 – 20h): em seu perfil do Twitter, Craig Engler, Vice-presidente do SyFy, disse que, neste momento, o canal não tem planos de resgatar a série.

08/04/2011

às 16:29 \ Séries Anos 2000-2009

Fox Corre o Risco de Perder House

Bastidores da sessão de fotos para a sexta temporada

Depois de “Mad Men” (que já resolveu seu problema) é a vez de “House” ter suas negociações dificultadas, deixando a oitava temporada da série pendente. A expectativa é a de que as partes consigam chegar a um acordo antes de maio, período no qual canais de TV americanos definem a programação da próxima temporada.

Mas, tal qual ocorreu com “Mad Men”, canal e produtora estão tentando aumentar sua ‘fatia do bolo’ e ainda não acertaram ‘quem paga o que’. Segundo o Variety, o contrato de exclusividade da Fox com a série termina no dia 15 de abril. Caso um acordo não seja finalizado até lá, o canal americano perde os direitos de exibição da série, que poderá ser oferecida para outra rede.

A Universal, produtora da série, está tentando manter o mesmo contrato que existia, no qual o canal paga os custos de produção e mais um bônus pelo sucesso de “House”. Por outro lado, a audiência de “House” declinou nessa última temporada, o que estaria levando a Fox a tentar reduzir custos e salários. A sexta temporada de “House” registrou a média de 12.7 milhões de telespectadores; segundo a imprensa americana, a sétima vem mantendo cerca de 10 milhões.

No entanto, caso cheguem a um acordo até lá, o problema ainda não estará resolvido. Os atores e o produtor David Shore ainda não iniciaram suas renegociações de contratos, o que pode levar semanas (se não houver empecilhos) ou até meses (caso haja problemas).

Para piorar a situação, a série ainda corre o risco de perder Robert Sean Leonard, que interpreta o Dr. Wilson. Em recente entrevista ao site TV Line, o ator disse ter interesse de voltar a se dedicar ao teatro e ao cinema, o que poderia levá-lo a considerar a possibilidade de deixar o elenco da série em um futuro próximo, caso ela continue a ser renovada. De acordo com Robert, tudo dependerá do valor que a produção irá oferecer para que ele continue na série.

Mas, se Robert renovar seu contrato, os produtores terão que reduzir a presença de Wilson nos primeiros episódios da oitava temporada, que tem previsão de iniciar sua produção entre junho e julho. Isto porque o ator está no elenco da peça “Nascida Ontem/Born Yesterday”, que ainda estará em cartaz na Broadway neste período.

Confiram as últimas notícias sobre a produção da série “House” aqui.

14/12/2010

às 14:37 \ Lançamentos em DVD

Próximos Lançamentos da Universal em DVD

A distribuidora não terá títulos de séries disponibilizados em DVD entre janeiro e fevereiro, mas já prepara para o mês de março o lançamento da segunda temporada de “Mad Men” e a nona de “Law & Order: SVU”.

A data exata ainda não foi definida mas, a princípio, deverá ser por volta do dia 23 de março. Ainda em 2011 será lançada a terceira temporada de “Mad Men”, bem como um pacote com os três primeiros anos da série.

A distribuidora também prepara para o mês de abril o lançamento da primeira temporada de “Parenthood” e da sexta de “Law & Order: Criminal Intent”, possivelmente para o dia 20.

As séries da franquia “Lei e Ordem” são exibidas no Brasil pelo canal Universal. Já “Mad Men” e “Parenthood” estão nos canais HBO e Liv, respectivamente.

EUA: O Homem de Seis Milhões de Dólares, Série Completa em DVD

Sonho de consumo! Cresceu nos anos de 1970? Assistia às séries estreladas pelos biônicos? Então pegue um lenço e chora! Mas chora muito porque os corações das distribuidoras brasileiras são de aço!

Quando lançaram a série completa de “Battlestar Galactica”, eles não incluíram “Galactica” (a original dos anos de 1970), mesmo com o rio de lágrimas derramado! Mas quem sabe, se a choradeira for maior pode formar um oceano! ‘Água’ suficiente para trazer para o Brasil a série completa de “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, que será lançada nos EUA no dia 23 de novembro.

Apesar de ter sido produzida pela Universal, a série está saindo em DVD pela Time Life/Warner. A empresa adquiriu os direitos de distribuição nessa mídia, bancando a remasterização do material.

Distribuídos em 40 discos, o box traz todos os episódios produzidos além dos três pilotos, os crossovers com “A Mulher Biônica” e os reunions (incluindo o último que tem a Sandra Bullock como a nova mulher biônica). O lançamento ainda traz mais de 17 horas de material bônus: entrevistas exclusivas com Lee Majors, Lindsay Wagner e Richard Anderson, entre outros; comentários em áudio e 17 minidocumentários. Além de “Bionic Breakdown”, um vídeo interativo que permite o telespectador clicar no olho, braço ou pernas de Steve Austin, para conhecer detalhes sobre os implantes biônicos.

Para aqueles que tiverem interesse em importar, a venda é exclusiva do site da Time Life. O box custa $239.95 + despesa postal + taxas.

Os fãs da “Mulher Biônica” também estão comemorando. A Universal lançou o primeiro box da série no dia 19 de outubro, conforme divulgado aqui.

Confiram o vídeo da divulgação:

Trecho da entrevista com Lee Majors:

09/09/2010

às 18:04 \ Séries Anos 2010-2019, Séries Canadá

Nova Série – Lost Girl, Inspirada em Lenda Medieval

O canal canadense Showcase estreia no dia 12 de setembro a série “Lost Girl”, produção que tem como base a lenda medieval sobre demônios que assumem a forma de mulher para sugar a energia sexual dos homens.

Criada por Michelle Lovretta, de “Mutante X”, a série ganhou a encomenda de um episódio piloto em outubro de 2008, mas o canal a cabo Showcase somente encomendou a produção dos 13 episódios da primeira temporada em novembro de 2009.

“Lost Girl” gira em torno de Bo (Anna Silk), um jovem que pertence à raça de seres conhecidos como súcubo, que sobrevivem sugando a energia sexual de homens ou mulheres. Mas Bo foi criada por humanos, que lhe ensinaram que manter qualquer tipo de relação sexual seria pecado.

Quando Bo decide ter sua primeira relação com o namorado, seus poderes surgem, sugando a energia vital do rapaz até levá-lo à morte. Traumatizada, ela abandona a família. Sem ter para onde ir, alimentando-se da energia de quem encontra pelo caminho, Bo conhece um grupo de seres de diferentes raças que lhe dão informações sobre quem ela é. Mas Bo não aceita o estilo de vida dos súcubos e parte novamente, dessa vez, com o objetivo de localizar sua mãe biológica e compreender a verdadeira natureza de suas origens.

Acreditando que sua liberdade poderá colocá-los em perigo, estes seres passam a persegui-la, com o objetivo de forçá-la a unir-se a eles ou então morrer. Durante uma de suas fugas, Bo encontra Dyson (Kristen Holden-Reid), um mutante que trabalha como detetive da homicídios e tenta ajudá-la em sua missão, embora tenha seus próprios problemas pessoais para resolver.

Ela também conhece Lauren (Zoie Palmer), uma médica humana que a ajuda a encontrar uma forma científica de controlar seus impulsos naturais; e Kenzi (Ksenia Solo), uma jovem ladra, humana, que tem o raciocínio de uma Sherlock Holmes de saia. Kenzi se torna sua melhor amiga, para quem Bo pode contar seus segredos e receber o apoio que necessita para encontrar sua mãe.

No elenco também estão os atores Rick Howland (Trick) e Stephanie Belding (Amy), entre outros.

A série tem como base uma lenda medieval que fala sobre uma raça de demônios que se alimenta dos desejos sexuais. Assumindo a aparência do desejo dos homens, eles invadem seus sonhos e sugam sua energia sexual mantendo relações que os levam à exaustão ou até mesmo à morte. Conhecida como súcubo, feminino, e íncubo, masculino, esses demônios teriam origem no Jardim do Éden.

Segundo as lendas, Lilith, a primeira esposa de Adão, teria abandonado o marido por recusar-se a ser submissa a ele durante uma relação. Fugindo do Jardim do Éden, Lilith teria se tornado uma súcubo, unindo-se a Samuel, um anjo caído. Parindo filhos demônios, Lilith ficou associada tanto à prostituição quanto ao vampirismo.

Pela natureza do súcubo e pela etimologia da palavra em latim, essa raça teria sido associada ao termo prostituta. Na idade média, estátuas de demônios súcubos em frente a um estabelecimento, denunciava a existência de um prostíbulo.

A produção de “Lost Girl” é de Wanda Chaffey, através da Prodigy Pictures em parceria com a Bo Series. A distribuição internacional é da Universal. Para promover a série, os produtores, em parceria com a Bedlam Games, lançaram na Internet o “Lost Girl: The Interactive Motion Comic“. Com ele, o internauta poderá escolher a aventura que desejar acompanhar entre seis segmentos de quatro minutos de duração, que servem como prelúdio à história apresentada na série.

03/09/2010

às 8:16 \ Séries Anos 2010-2019

Canal Universal Estreia Rookie Blue no Brasil

Hoje, às 21h, o canal Universal estreia a série “Rookie Blue”, produção canadense que já foi renovada para uma segunda temporada.

Criada por Morwyn Brebner, Tassie Cameron e Ellen Vanstone, a série estreou simultaneamente no Canadá e nos EUA no mês de junho. Apoiando-se na divulgação de que se tratava de uma espécie de “Grey’s Anatomy” situada em uma delegacia de polícia, a série conseguiu atrair a curiosidade do público registrando cerca de 1.9 milhões de telespectadores no Canadá e de 7.2 nos EUA.

Ao longo da primeira temporada a série registrou cerca de 6.5 milhões de telespectadores, nos EUA, com 1.6 milhões no Canadá. Apesar da baixa audiência, “Rookie Blue” deu à ABC a melhor estreia do canal nos últimos seis anos entre o público da faixa etária de 18 a 49 anos. Dessa forma, a série foi renovada após a exibição do terceiro episódio.

O projeto de  “Rookie Blue” surgiu em 2008, sob o título de “Copper”, tendo o roteiro de um primeiro episódio sido escrito por Ilana Frank. O piloto foi reescrito por Tassie Cameron, uma das criadoras da série e produtora de “Flashpoint”.

A empresa canadense Camwest, proprietária de vários veículos de comunicação, encomendou a produção do piloto para avaliação. Após encomendar a produção de 13 episódios, a empresa passou a oferecer o projeto a canais americanos, em busca de um co-produtor.

Recusada pela NBC, CW, Lifetime e Fox, a série encontrou parceria com o canal ABC e a produtora E1 Television. Posteriormente, a NBC adquiriu os direitos de distribuição da série para outros países, com exceção da França e da Alemanha.

A história remonta a série de sucesso dos anos 70, produzida por Aaron Spelling, “Os Novatos/The Rookies”. Naquela versão, o público acompanhava a vida de três policiais novatos que tentam se adaptar ao ambiente de trabalho. Na série canadense, temos um grupo formado por cinco jovens recém saídos da Academia, tentando se enquadrar da melhor forma possível dentro do ambiente de uma delegacia e o patrulhamento das ruas.

No elenco estão Missy Peregrym, de “Heroes”, Gregory Smith, de “Everwood”, Charlotte Sullivan, da minissérie “Alice”, Travis Milne e Enuka Okuma. No elenco de apoio estão Aaron Abrams, Ben Bass, Lyriq Bent, Eric Johnson,  Matt Gordon, Naom Jenkins e Melanie Nicholls-King.

09/08/2010

às 16:38 \ Processos e Prisões

Jack Klugman Faz Acordo com a Universal

O ator, que estrelou “Quincy, Corpo de Delito”, fez um acordo multimilionário com a NBC Universal em relação a sua parcela nos lucros da série. Em agosto de 2009, Jack Klugman (hoje com 88 anos) entrou com um processo contra o estúdio alegando não estar recebendo os 25% de lucro aos quais tinha direito. Na época, o estúdio afirmou que o processo não tinha fundamento.

Hoje, o Hollywood Reporter divulgou a informação de que as partes entraram em acordo fora dos tribunais. Em geral, a maioria dos processos relacionados a plágios ou falta de pagamentos relacionados a lucros de uma produção são resolvidos fora dos tribunais.

Os problemas do ator com o estúdio tiveram início em março de 2008, quando Jack  entrou na justiça pela primeira vez. Na época, ele exigia que a NBC Universal apresentasse uma cópia do contrato assinado por ele em 1976 para estrelar a série, que foi produzida até 1983, bem como os relatórios de lucro do período entre 1998 e 2006.

Klugman acusava a Universal de ter lucrado 242 milhões de dólares durante a exibição original de “Quincy”, exigindo o pagamento retroativo de sua parte, visto que, durante esse período, o canal NBC alegava ter tido um lucro menor.

“Quincy, Corpo de Delito” entrou para a história como a primeira série americana a retratar o dia a dia de um legista da polícia investigando crimes. Criada por Glen A. Larson, a série foi inspirada em “Wojeck“, produção canadense de 1966 a 1968.

 

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