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The Beauty and the Beast

23/10/2012

às 18:07 \ Séries Anos 2010-2019

Status das novas séries da Fall Season

Jonny Lee Miller em 'Elementary'

Postagem atualizada no dia 28 de novembro.

Aos poucos, os canais vão definindo o futuro próximo das novas séries que estrearam com a Fall Season em setembro, nos EUA.

Entre as produções que já garantiram uma temporada completa estão: Revolution, Go On, The New Normal, da NBC; Arrow, do CW; Vegas e Elementary, da CBS; The Neighbors, da ABC, que no início de outubro tinha encomendado mais três roteiros da série; e The Mindy Project, da Fox.

Elementary e The Mindy Project terão um total de 24 episódios; Vegas terá 21, e as demais terão 22.

Ben & Kate não terá uma temporada de 22 episódios. Dana Fox, criadora da sitcom, está no final de gravidez, o que a levou a se afastar da produção. Assim, a série recebeu apenas a encomenda de mais seis episódios, totalizando dezenove para a primeira temporada.

Enquanto isso, as demais produções lutam para conseguir completar suas respectivas temporadas, o que lhes permitiria a chegar a uma renovação.

Embora não tenham conseguido ganhar a encomenda de novos episódios, algumas já receberam autorização do canal para preparar novos roteiros. Isto significa que o canal planeja pedir mais episódios mas, antes de decidir, deseja saber se vale a pena (mantendo assim suas opções com a série em aberto). Geralmente isto ocorre com série nova que registra baixa audiência, mas não tão baixa que a leve direto para o cancelamento.

As séries que se encontram nesta situação são Guys With Kids (cinco roteiros), Emily Owens M.D. (três roteiros), remake de Beauty and the Beast (três roteiros), Chicago Fire (três roteiros), Last Resort (dois roteiros) e 666 Park Avenue (dois roteiros).

Entre as produções já canceladas estão, Animal Practice, da NBC, e Made in Jersey, da CBS.

Ainda sem definição: Partners, The Mob Doctor e Nashville. Lembrando que Malibu Country ainda não estreou.

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Atualização: no dia 8 de novembro, Chicago Fire recebeu da NBC a encomenda de uma temporada completa de 22 episódios.

Atualização: no dia 9 de novembro, Beauty and the Beast recebeu do canal CW a encomenda de uma temporada completa de 22 episódios.

Atualização: no dia 12 de novembro, Malibu Country recebeu do canal ABC a encomenda de mais três roteiros. A série tem, até o momento, treze episódios encomendados para sua primeira temporada. O canal também deu à Nashville e The Neighbors uma temporada completa de 22 episódios.

Atualização: no dia 15 de novembro, Guys With Kids ganhou a encomenda de mais quatro episódios levando a primeira temporada da série para um total de dezessete episódios.

Atualização: no dia 16 de novembro, as séries Last Resort, 666 Park Avenue e Partners foram canceladas. As duas primeiras deverão ter os episódios restantes exibidos, a última será substituída por reprises de Two and a Half Men.

Atualização: no dia 28 de novembro, a série Emily Owens foi cancelada com um total de treze episódios produzidos. Já a série Malibu Country recebeu a encomenda de mais cinco episódios, totalizando dezoito episódios.

Cliquem na foto para ampliar. 

28/09/2012

às 0:11 \ Cartazes, Remakes, Séries Anos 2010-2019

Cartaz de ‘A Bela e a Fera’, remake, 1ª Temporada

O cartaz foi criado pelo canal Showcase para divulgar a estreia da série no Canadá. Cliquem na foto para ampliar. 

Cartazes de ‘Arrow’, ‘A Bela e a Fera’ e ‘Emily Owens’, novas séries do CW

Cliquem nas fotos para ampliar.

 

18/05/2012

às 12:24 \ Remakes, Séries Anos 2010-2019

CW 2012: cancelamentos, renovações e novas séries

Acabaram os Upfronts da TV americana. O canal CW foi o último a se apresentar, divulgando sua nova grade de programação para a Temporada 2012-2013.

Voltado para o público da faixa entre 18 e 34 anos, em especial as mulheres, o canal mantém em sua programação apenas séries dramáticas. Em 2009, o CW desistiu de produzir sitcoms, muito embora tenha sido anunciado que existe interesse do canal em voltar a investir nesse gênero. O interesse ainda não ultrapassou a fase de desenvolvimento de projetos, já que para esta temporada não chegou a ser encomendado nenhum piloto de sitcom.

Em entrevistas, Mark Pedowitz, diretor de programação, disse que ainda estão em avaliação dois projetos de comédia. O primeiro é uma adaptação da série britânica FM, produzida em 2009 e estrelada por Chris O’Dowd. A história gira em torno de um DJ e sua relação com os colegas. O outro projeto traz o título de Swordfighting. Criado por Ben McMillan e Josh Greenbaum, a história acompanha a vida de dois casais. Embora nenhum piloto tenha sido produzido, existe a possibilidade de um (ou os dois) projetos receberem a encomenda de episódios da primeira temporada, ainda para a Midseason, que inicia em janeiro de 2013.

Ao anunciar sua grade, o CW surpreendeu a imprensa e os fãs ao revelar que tinha resgatado Supernatural do ‘cemitério das noites de sextas’, transferindo-a para as noites de quartas, onde fará companhia à série Arrow (estrelada pelo Arqueiro Verde) e enfrentará a concorrência de Law & Order: SVU, Criminal Minds, Modern Family e Neighbors. Para uma série que foi criada para ter cinco temporadas, Supernatural conseguiu chegar ao seu oitavo ano sem qualquer indício de que este seja o último.

Este ano o CW encomendou um número maior de séries que nos anos anteriores. Em 2011 foram encomendadas três novas séries, das quais sobreviveu apenas uma: Hart of Dixie. Este ano foram cinco produções: Arrow, Emily Owens M.D., o remake de A Bela e a Fera (série dos anos de 1980), The Carrie Diaries, prelúdio de Sex and the City, e Cult. Ainda está em avaliação, podendo ser encomendada para a Midseason, a série The Selection. Veja informações a respeito aqui.

Este é o segundo Upfront de Pedowitz, que antes trabalhava na ABC Studios, no período em que Lost foi produzida, e depois atuou de forma independente. No ano passado, ele deixou claro que seu objetivo neste novo cargo seria intensificar a produção de séries voltadas para o público feminino. Desta forma, das cinco produções encomendadas pelo CW este ano, apenas uma é voltada para o público jovem masculino: Arrow, adaptação da HQ sobre o Arqueiro Verde. Informações sobre enredo e elenco das novas séries do CW aqui.

Seguindo a linha de Smallville, em que narra a juventude de um super-herói, mas adotando um tom mais sombrio, a série tem a função de manter na grade do canal uma produção estrelada por um super-herói.

Desde as últimas temporadas de Smallville o canal vem buscando um projeto que pudesse substituí-la. Em 2006 chegou a ser produzido o piloto do Aquaman; em 2008 foi desenvolvido o projeto The Graysons, que pretendia acompanhar as aventuras de Dick Grayson/Robin (o parceiro de Batman), que não chegou a ter um piloto produzido; em 2010 Betwixt teve seu piloto rejeitado; e uma adaptação de Ravena chegou a ser cogitada para a Temporada 2011-2012. Com isso, Arrow estreia com a obrigação de ser a nova Smallville do CW, série que durou dez anos.

Além desta, outras duas séries do canal também tentam captalizar sucessos de outros veículos. A primeira é The Carrie Diaries, que surge na esteira de Sex and the City. O projeto passou de ‘mão em mão’ durante alguns anos sem conseguir despertar o interesse de um canal. O primeiro foi a HBO, escolha natural já que foi ela que lançou Sex and the City.

Com The Carrie Diaries, o canal também investe na produção de época, já que a história é situada na pavorosa década de 1980, período em que a moda se perdeu em meio aos babados, saias balão e mangas bufantes, sob a influência do filme ‘arrasa quarteirão’ Amadeus. Também é a época das cores berrantes, formas geométricas (que estilizou a década de 1940) e ‘penteados de leoa’.

Visto que Carrie e a moda andam de mãos dadas, a série deverá promover um desfile aberrante. A dúvida é: será que o público jovem vai se interessar por este visual? Para segurá-lo os roteiros precisam mergulhar nos conflitos da jovem Carrie, que sai de Connecticut para morar em Nova Iorque, onde se torna amiga de uma editora de moda, que lhe apresenta os prazeres que a cidade tem a oferecer.

A exemplo de 90210 e Melrose Place, este ano o CW oferece o remake de A Bela e a Fera. Carregando a mesma estética e abordagem, a série é mais ’uma cria’ de Crepúsculo, a exemplo de The Vampire Diaries e Teen Wolf. Trata-se de uma releitura da história e dos personagens da série produzida na década de 1980, que por sua vez era uma adaptação moderna do conto de fadas.

Nesta versão, Catherine é uma detetive da polícia que é salva da morte por um homem fera. Após anos tentando localizá-lo, ela descobre que Vincent pode ser um soldado dado como morto, vítima de experiências militares. Tal qual a série original, na qual Catherine era uma advogada, esta produção também terá narrativa procedimental, com uma aventura por episódio.

Emily Owens, M.D., estrelada pela filha de Meryl Streep, Mamie Gummer (Off the Map), une dois gêneros: o drama médico com o drama escolar. Na história, Emily é uma médica recém formada que começa a trabalhar em um hospital onde reencontra alguns dos seus antigos colegas. Mantendo o mesmo comportamento infantil de quando eram adolescentes, eles transformam os corredores do hospital nos corredores da escola. Produção que serve para mostrar que nada na vida muda ou que a escola é apenas uma amostra do que os jovens encontrarão quando entrarem no mercado de trabalho.

'Cult'

Por fim, o canal também terá em sua grade a série Cult, criada por Rockne S. O’Bannon (Farscape e Seaquest DSV), mas infelizmente produzida por Josh SchwartzStephanie Savage. Com esta, Schwartz e Savage acumulam quatro produções no CW, canal que mantém onze séries na grade. A dupla de produtores também é responsável por Hart of DixieGossip Girl e The Carrie Diaries.

Cult foi originalmente oferecida ao extinto canal WB, há cerca de seis anos. Na época, o projeto chegou a ganhar a encomenda de um episódio piloto, mas foi engavetado quando o WB uniu-se ao UPN, formando o canal The CW.

Trata-se de uma série dentro de uma série. Na história, uma série chamada Cult, sobre uma detetive que investiga as atividades de um líder de um culto, serve de inspiração para que pessoas na vida real comecem a praticar rituais de morte. A assistente de produção do programa se une a um jornalista e blogueiro, irmão de uma das vítimas, para investigar.

O canal montou sua grade de forma a colocar as séries que trazem propostas semelhantes na mesma noite. Assim, na segunda-feira o público assiste os dramas sobre relacionamentos adolescentes; a terça-feira é a noite das médicas; a quarta-feira é a vez da ficção; a quinta é a noite da fantasia; e a sexta-feira é a vez da ação.

Série Cancelada: Ringer, The Secret Circle, One Tree Hill e L.A. Complex (no entanto, a série é uma produção canadense que continuará a ser exibida em seu país)

Séries Renovadas: 90210, Gossip Girl, The Vampire Diaries, Supernatural, Hart of Dixie e Nikita.

Novas Séries: Arrow, A Bela e a Fera, Emily Owens M.D. (ex-First Cut)Cult e  The Carrie Diaries.

Projetos Descartados: Shelter e Joey Dakota

Projeto que ainda está em avaliação: The Selection

Grade das Estreias do CW 2012-2013

Segunda-feira – 90210 e Gossip Girl
Terça-feira – Hart of Dixie e Emily Owens M.D.
Quarta-feira – Arrow e Supernatural
Quinta-Feira – The Vampire Diaries e A Bela e a Fera
Sexta-Feira – Nikita

Midseason 2013: 
Segunda-Feira – The Carrie Diaries
Cult (sem dia definido)

Cliquem nas três primeiras imagens para ampliar. 

Primeiras fotos das novas séries do CW

'Emily Owens M.D.'

O canal CW realiza hoje a apresentação de sua nova grade de programação, a qual já foi divulgada à imprensa, confirmando o cancelamento das séries Ringer e The Secret Circle. Já a série Gossip Girl, foi renovada para sua última temporada, a qual terá um total de onze episódios. Entre as novas produções, o CW anunciou as séries Arrow, o remake de A Bela e a Fera, Emily Owens M.D. (ex-First Cut), Cult e  The Carrie Diaries, prelúdio de Sex and the City. A nova Temporada do canal inicia em outubro, nos EUA, sendo que as duas últimas séries estreiam na midseason.

Conheçam enredo e elenco das novas séries do CW aqui.

Cliquem nas imagens para ampliar.

Cena de 'Emily Owens M. D. '

'A Bela e a Fera'

'Arrow'

Cena de 'Cult'

'The Carrie Diaries'

Cena de 'The Carrie Diaries'

The CW se prepara para o Upfront 2012

Nikita

ADENDO: no dia 17 de maio o canal confirmou as informações desta postagem

O canal americano realizará seu Upfront no dia 17 de maio, quando apresentará oficialmente sua nova grade de programação para a Temporada 2012-2013. Mas a imprensa americana já está divulgando a lista de alguns dos projetos que teriam a produção aprovada pelo canal, bem como as séries que teriam sido renovadas ou canceladas.

Segundo a imprensa, o canal teria cancelado Ringer e The Secret Circle, ambas produções que estrearam na última temporada. A primeira registrou a média de 1.8 milhões de telespectadores, com 0.8% entre o público alvo. Já a segunda, registrou a média de 2 milhões de telespectadores, com 0.9%. Esta era, na verdade, a única série da nova safra que tinha potencial de público para ser renovada, visto que, até o início de abril, a audiência média do CW era de 1.79 milhões, com 0.8/2 de rating/share. Veja como ler os números da audiência aqui.

Entre as séries que teriam sido renovadas pelo canal estão Nikita, que ganha sua terceira temporada, Gossip Girl, que terá sua última temporada com um número reduzido de episódios, e Hart of Dixie. As duas primeiras são produções com boa venda no mercado internacional; enquanto que a terceira, conquistou boa repercussão online.

Entre as novas produções, a imprensa americana informa que o CW teria encomendado cinco séries: Arrow, The Carrie Diaries, Emily Owens M.D. (ex-First Cut), Cult e The Beauty and the Beast.

Arrow

Arrow é uma série com roteiro de Andrew Kreisberg (Warehouse 13) e de Marc Guggenheim com base em história desenvolvida por Greg Berlanti e Guggenheim, inspirada no herói dos quadrinhos Arqueiro Verde, criado por Mort Weisinger e George Papp. O personagem já foi visto em Smallville, série do CW, quando foi interpretado por Justin Hartley, mas o ator não está envolvido com esta nova produção.

A versão para a TV pretende oferecer uma história original independente do que foi desenvolvido nos quadrinhos. Na história, o bilionário Oliver Queen (Stephen Amell, de The Vampire Diaries e Hung) é dado como morto após um naufrágio. Cinco anos mais tarde, ele é encontrado vivo em uma ilha do Pacífico. Reencontrando-se com sua mãe Moira (Susanna Thompson), sua irmã rebelde Thea (Willa Holland de Gossip Girl) e seu melhor amigo Tommy (Colin Donnell de Pan Am), Oliver toma a decisão de refazer sua vida. Mas, sem que ninguém saiba, Oliver também decide combater o crime na cidade, adotando a identidade de Arqueiro Verde.

Nesse meio tempo, Oliver tenta se reconciliar com a ex-namorada, a advogada Laurel Lance (Katie Cassidy, de Melrose Place), filha do detetive Quentin (Paul Blackthorne de The River), que está determinado a capturar o justiceiro que começou a atuar na cidade.

No elenco também estão Jamey Sheridan (Law & Order: SVU), como o pai de Oliver, em participação especial; David Ramsey (Dexter), que interpreta um ex-militar, contratado por Moira para atuar como segurança particular do filho, mas é constantemente iludido pelo herói; e Colin Salmon (Single Ladies), como Walter Steele, ex-sócio do pai de Oliver, que se casou com a mãe do herói depois que ela ficou viúva.

A produção é da Warner Brothers Television em parceria com a Berlanti Television e a DC Comics.

The Carrie Diaries

The Carrie Diaries é a produção que pretende apresentar a juventude de Carrie Bradshaw, de Sex and the City. O projeto foi divulgado em agosto de 2011Com base no livro de Candice Bushnell, o projeto circulou alguns anos pelo meio televisivo sem ter conseguido ao longo deste período atrair o interesse de produtores ou canais.

Com roteiro de Amy Harris (Gossip Girl), a história gira em torno de Carrie Bradshaw (AnnaSophia Robb) e sua trajetória ao longo de sua adolescência na década de 1980, quando ela começa a descobrir o sexo, o amor e os relacionamentos.

Situada em 1984, a história apresenta Carrie, jovem de 16 anos que vive em Connecticut com o pai Tom (Matt Letscher), um viúvo que tenta compensar a ausência da esposa, e a irmã rebelde Dorritt (Stefania Owen de Running Wilde). As melhores amigas de Carrie nesta época são a nerd Mouse (Ellen Wong, de The Killing), a sarcástica Maggie (Katie Findlay, de Combat Hospital) e Walt. Mais tarde, Carrie vai fazer estágio em um escritório de advocacia em Nova Iorque, onde conhece Larissa (Freema Agyeman de Doctor Who e Law & Order: UK), editora de moda de uma revista, que lhe apresenta a vida social da cidade.

No elenco também estão Austin Butler (Switched at Birth), como Sebastian Kidd, um jovem que faz amizade com Carrie; Brendan Dooling, como um amigo de Carrie que ainda não assumiu sua homossexualidade; e Chloe Bridges como Donna Ladonna, a inimiga de Carrie.

A produção é da Warner Television em parceria com a Fake Productions.

A Bela e a Fera/The Beauty and the Beast é um remake da série produzida na década de 1980 com Ron Pearlman e Linda Hamilton, e recentemente exibida pelo canal TCM. Com roteiro de Jennifer Levin (Without a Trace) e Sherri Cooper (Brothers and Sisters), a nova versão também contará com a assistência de Ron Koslow, criador da série original. Na história original, Vincent é um homem com aparência de fera que vive nos subterrâneos das linhas de metrô em Nova Iorque. Ao salvar a vida da advogada Catherine, eles se tornam amigos.

A nova versão será um drama procedimental, tendo como ponto de referência a história de um amor impossível. A detetive da homicídios Catherine Chandler (Kristin Kreuk, de Smallville)  testemunhou, quando adolescente, o assassinato de sua mãe, cometido por dois homens armados. Catherine foi salva da morte quando um homem fera atacou os criminosos e resgatou a jovem.

Agora adulta, trabalhando na polícia ao lado de sua colega Tess (Nina Lisandrello), Catherine encontra uma pista que poderá levá-la ao homem fera. Ela descobre que Vincent Keller (Jay Ryan, visto em Terra Nova), um médico dado como morto no Afeganistão em 2002, ainda está vivo. Vítima de uma experiência militar, ele agora vive escondido.

No elenco também estão Austin Basis (Life Unexpected), que interpretará JT, amigo de Vincent; Nicole Gale Anderson (Jonas), como a irmã mais nova de Catherine; Max Brown (Spooks), como Evan; e Brian White (Men Of A Certain Age), como Joe, detetive e chefe da unidade da polícia onde Catherine trabalha. A produção é da CBS Television Studios.

Emily Owens M.D. (ex-First Cut) é uma produção criada por Jennie Snyder Urman (Gilmore Girls). Trata-se de uma dramédia sobre Emily (Mamie Gummer, de Off the Map), uma jovem médica ansiosa por deixar para trás as experiências que teve na faculdade. Mas logo ela descobre que isto não será tão simples.

Trabalhando no Denver Memorial Hospital, ao lado da famosa cardiologista Dra. Gina Beckett (Necar Zadegan), ela descobre que entre seus novos colegas de trabalho estão sua ex-paixão da faculdade, Will Rider (Justin Hartley de Smallville), e sua rival, Cassandra Kopelson (Aja Naomi King).

Entre os novos colegas, Emily faz amizade com Tyra Granger (Kelly McCreary), filha de Tim Granger (Jack Coleman de Heroes), Chefe dos residentes, e com Micah (Michael Rady de Melrose Place e The Mentalist) um dos residentes. A produção é da CBS TV Studios.

Por fim, Cult, criada por Rockne S. O’Bannon (Farscape), é uma produção de Josh Schwartz Stephanie Savage, ambos de Gossip Girl, que foi originalmente oferecida ao extinto canal WB, há cerca de seis anos. Na época, o projeto chegou a ganhar a encomenda de um episódio piloto, mas foi engavetado quando o WB uniu-se ao UPN, formando o canal The CW.

A história gira em torno de Skye (Jessica Lucas, de Melrose Place), uma mulher que trabalha como assistente de produção de uma série muito popular chamada Cult, a qual narra a história da detetive Kelly  Collins (Alona Tal de Supenatural), que enfrenta o líder de um culto, Billy Grimm, interpretado pelo simpático ator Roger Reeves (Robert Knepper de Prison Break).

O problema é que, na vida real, começam a ocorrer diversos desaparecimentos e assassinatos na região. Desconfiada de que a série estaria sendo utilizada por fãs para praticarem crimes, copiando as ideias propagadas no programa, Skye se une a Jeff (Matt Davis, de The Vampire Diaries), jornalista, blogueiro e irmão de uma dos rapazes que desapareceram, para investigar.

No elenco também está Andrew Leeds (Bones), que interpreta um personagem chamado Kyle. Originalmente, a ideia era encomendar a produção de um número reduzido de episódios, cerca de 10 a 13 por temporada. A produção do piloto é da Warner Brothers Television em parceria com a Fake Productions.

Com oito projetos desenvolvidos para o canal nesta temporada, a previsão era a de que o CW encomendasse entre cinco e seis novas séries.

A postagem será atualizada quando novas informações forem divulgadas pela imprensa. Uma nova postagem será publicada quando o CW divulgar oficialmente sua grade.

Cliquem nas três primeiras imagens para ampliar. 

16/02/2012

às 15:45 \ Pilotos de Séries

Atriz de ‘Smallville’ estrela remake de ‘A Bela e a Fera’

Kristin Kreuk

Em setembro de 2011 o canal CW anunciou que desenvolvia um projeto de série que daria uma nova versão à série A Bela e a Fera. No início deste ano, o projeto ganhou a encomenda de um episódio piloto para avaliação, o qual terá como protagonista a atriz Kristin Kreuk, conhecida do público por interpretar Lana Lang na série Smallville, também do canal CW.

A série original foi criada por Ron Koslow, que atuará como assistente nesta nova versão, caso ela chegue a ganhar a encomenda de sua primeira temporada.

A produção da década de 1980 foi estrelada por Linda Hamilton e Ron Pearlman (Sons of Anarchy), que interpretavam Catherine, uma advogada salva por Vincent, um homem com aparência de fera, que vive nos subterrâneos das linhas de metrô em Nova Iorque. Os dois se tornam amigos e consequentemente amantes. Ao longo da série, Catherine fica grávida. Quando o bebê nasce é sequestrado por Gabriel, líder do submundo do crime.

A Bela e a Fera foi produzida entre 1987 e 1990, sendo cancelada após três temporadas por queda na audiência, provocada pela saída de Linda Hamilton, que foi substituída por Jo Anderson, interpretando outra personagem. A série contou com os trabalhos de Rick Baker, responsável pela maquiagem da fera, e de George R. R. Martin (Game of Thrones), que era um dos roteiristas.

A nova versão tem roteiro assinado por Jennifer Levin (Without a Trace) e Sherri Cooper (Brothers and Sisters) e traz a história de Catherine (Kristin Kreuk, de Smallville) uma detetive da homicídios que vive assombrada com a lembrança de ter visto sua mãe ser morta há nove anos. Os assassinos foram atacados por uma espécie de besta humana, a qual ela vem procurando desde então. Quando Catherine encontra Vincent Koslow descobre que ele é o sobrevivente de uma experiência militar, que agora vive escondido.

A produção do episódio piloto ainda não escolheu o ator que interpretará a fera. No elenco também está Austin Basis (Life Unexpected), que interpretará JT, amigo de Vincent.

O episódio será dirigido por Gary Fleder, com produção da CBS Studios. Mas este não é o único projeto em produção com base na história de A Bela a e Fera. O conto de fadas também tem um piloto encomendado pelo canal ABC.

Mais informações sobre os pilotos que estão em produção para o CW aqui.

19/01/2012

às 11:00 \ Pilotos de Séries

CW: Lista de Pilotos – Temporada 2012-2013

O canal CW, voltado ao público adolescente, mantém atualmente dez séries de TV em sua grade de programação, sendo que uma delas é uma produção canadense que estreou este mês.

A certeza que se tem até o momento é a de que pelo menos uma deixará a programação: “One Tree Hill” que exibe sua já anunciada última temporada. Ainda não sabemos quais séries serão renovadas ou quais serão canceladas, mas para a temporada 2012-2013 o canal tem como objetivo encomendar até dez pilotos para avaliação.

Certamente nem todos serão aprovados como séries de TV, visto que o horário nobre do CW é limitado. A grade compreende a faixa horária entre 20h e 22h, de segunda a sexta. A não ser que eles ampliem os horários, o CW teria que fazer uma limpa em sua programação para acomodar todos os pilotos que o canal pretende encomendar. Por outro lado, mesmo que ampliem a grade, o espaço estaria limitado, possivelmente a quatro novas séries, chegando a cinco para poder substituir “One Tree Hill”.

Este ano o CW também investe na encomenda de projetos de sitcoms, gênero que ele abandonou em 2006, quando cancelou séries como “Todo Mundo Odeia o Chris”, “Reba”, “Girlfriends” e “The Game” (resgatada pelo canal BET).

Abaixo está a lista de pilotos encomendados até o momento. A postagem será atualizada quando novos projetos, definição de elenco ou novas informações forem divulgadas pelo canal. Quem tiver interesse  em acompanhar esse processo deve colocar a postagem em bookmark/favoritos. Para tanto, basta clicar no título da postagem e incluí-la nos favoritos.

Primeira foto divulgada do projeto de série

+ Arrow (APROVADO) – Projeto de Andrew Kreisberg (Warehouse 13) e Marc Guggenheim, com base em história desenvolvida por Greg Berlanti e Guggenheim. Trata-se de uma produção inspirada no herói Arqueiro Verde, que surgiu nos quadrinhos, criado por Mort Weisinger e George Papp. O personagem já foi visto em “Smallville”, série do CW, quando foi interpretado por Justin Hartley. O ator não está envolvido com esta nova produção.

A versão para a TV pretende oferecer uma história original independentemente do que foi desenvolvido nos quadrinhos. Nenhum detalhe sobre o enredo foi divulgado ainda. Na história, o bilionário Oliver Queen (Stephen Amell, de The Vampire Diaries e Hung), um industrial e político, assume a identidade do Arqueiro Verde, um herói que se veste como um Robin Hood, utilizando flechas especiais, artes marciais e tecnologia para combater o crime.

No elenco também estão Jamey Sheridan (Law & Order: SVU), como o pai de Oliver, em participação especial; David Ramsey (Dexter), que interpreta um ex-militar, contratado por Moira Queen (Susanna Thompson), mãe de Oliver, para atuar como segurança particular do filho, mas é constantemente iludido pelo herói; Katie Cassidy (Melrose Place) interpretará Laurel, uma advogada que já teve um envolvimento romântico com Oliver; Paul Blackthorne (The River) será o detetive Quentin Lance, pai de Laurel; Willa Holland (Gossip Girl) será Thea Queen, irmã rebelde de Oliver; Colin Donnell (Pan Am) será Tommy Merlyn, melhor amigo de Oliver; Colin Salmon (Single Ladies), como Walter Steele, ex-sócio do pai de Oliver, que se casou com a mãe do herói depois que ela ficou viúva.

A produção é da Warner Brothers Television em parceria com a Berlanti Television e a DC Comics.

+ The Selection (AINDA EM AVALIAÇÃO) - Projeto criado por Elizabeth Craft e Sarah Fain com base no livro de Kiera Cass. Situada 300 anos no futuro, a história acompanha a vida de America Singer (Aimee Teegarden, de Friday Night Lights), jovem escolhida por loteria para participar de um concurso que irá escolher a noiva do príncipe Maxon (Ethan Peck, de 10 Things I Hate About You), soberano de uma nação devastada pela guerra.

O problema é que, há anos America mantém uma relacionamento secreto com Aspen Leger (William Moseley), jovem de classe social inferior, que precisa trabalhar como criado para manter sua família. Visto que não é permitido que membros de castas sociais diferentes se relacionem, perante o governo os dois estão cometendo um crime. Mas quando ele descobre que America participa do concurso, ele decide se afastar da jovem, alistando-se no exército real.

Leonor Varela e Martin Donovan serão a rainha Amberly e o rei Clarkson, pais de Maxon. Peta Sergeant será uma líder rebelde que tenta derrubar o governo e Andrew Elvis Miller o apresentador do programa que irá escolher a noiva do príncipe.

+ The Carrie Diaries (APROVADO) – Projeto divulgado em agosto de 2011Com base no livro de Candice Bushnell, o projeto circulou alguns anos pelo meio televisivo sem ter conseguido ao longo deste período atrair o interesse de produtores ou canais. Trata-se de um prelúdio para a série “Sex and the City”, produzida pela HBO, com roteiro de Amy Harris (Gossip Girl).

A história gira em torno de Carrie Bradshaw (AnnaSophia Robb) e sua trajetória ao longo de sua adolescência na década de 1980, quando ela começa a descobrir o sexo, o amor e os relacionamentos. O projeto também prevê apresentar a família de Carrie e sua vida na faculdade.

Cena de 'The Carrie Diaries'

No elenco também estão Ellen Wong, de The Killing, e Katie Findlay, de Combat Hospital, como Jill e Maggie, amigas de Carrie; Stefania Owen (Running Wilde), que interpretará Dorrit, irmã a protagonista;  Austin Butler (Switched at Birth), como Sebastian Kidd, um novo aluno na escola que atrai a atenção das meninas; Brendan Dooling, como um amigo de Carrie que ainda não assumiu sua homossexualidade; Matt Letscher (Bent e Scandal), como o pai de Carrie em participações semirregulares; Freema Agyeman (Doctor Who e Law & Order: UK) como Larissa, uma jornalista que trabalha na revista Interview e que se torna uma espécie de mentora para Carrie; e Chloe Bridges como Donna Ladonna, a inimiga de Carrie.

Segundo a imprensa americana, no livro do qual o projeto se origina, Samantha Jones, que na série da HBO foi interpretada por Kim Cattrall, é a única que aparece. A produção é da Warner Television em parceria com a Fake Productions.

+ The Beauty and the Beast (APROVADO) – Projeto divulgado em setembro de 2011. Trata-se de um remake da série “A Bela e a Fera” produzida na década de 1980 com Ron Pearlman e Linda Hamilton, e recentemente exibida pelo canal TCM.

Com roteiro de Jennifer Levin (Without a Trace) e Sherri Cooper (Brothers and Sisters), a nova versão também contará com a assistência de Ron Koslow, criador da série original.

Linda Hamilton e Ron Pearlman em "A Bela e a Fera", década de 1980

Na história produzida nos anos de 1980, Vincent é um homem com aparência de fera que vive nos subterrâneos das linhas de metrô em Nova Iorque. Ao salvar a vida da advogada Catherine, eles se tornam amigos.

A nova versão será um drama procedimental, tendo como ponto de referência a história de um amor impossível. Catherine (Kristin Kreuk, de Smallville) é uma detetive da homicídios que vive assombrada com a lembrança de ter visto sua mãe ser morta há nove anos. Os assassinos foram atacados por uma espécie de besta humana.

Após anos procurando por ele, Catherine encontra Vincent Koslow (Jay Ryan, visto em Terra Nova), sobrevivente de uma experiência militar, que agora vive escondido.

No elenco também estão Austin Basis (Life Unexpected), que interpretará JT, amigo de Vincent; Nicole Gale Anderson (Jonas), como a irmã mais nova de Catherine; Max Brown (Spooks), como Evan; Brian White (Men Of A Certain Age), como Joe, detetive e chefe da unidade da polícia onde Catherine trabalha; e Nina Lisandrello, como Tess, colegas de trabalho de Catherine. A produção é da CBS Television Studios.

+ Shelter (DESCARTADO) – Projeto divulgado em dezembro de 2011 com o título de “Maine”. Criado por J.J. Abrams (Lost), em parceria com Mark Schwann (One Tree Hill). Ao estilo de “Downton Abbey”, que retrata a relação entre patrões e empregados, a história de “Shelter” acompanha a rotina de vida e de trabalho de funcionários de um hotel no Maine fazendo o impossível para atender os interesses dos hóspedes. Em meio a isso, surgem relacionamentos, amizades e rivalidades.

No elenco estão Elizabeth Henstridge como Grace, a recém promovida gerente do hotel; Hannah New como Kathryn Gilchrist, uma jovem que chega na região para se casar; Eka Darville (Spartacus) como Bobby Repeta, um jovem que trabalha na área como pescador; Trent Ford (The Vampire Diaries), como Tyler Green, ex-roqueiro britânico que se hospeda no hotel; Zachary Abel (Make It Or Brake It) é Mitchell Taylor, ex-jogador de baseball que agora trabalha como recepcionista do hotel; e Malese Jow (The Vampire Diaries) será Morgan, uma jovem que gosta de se divertir. A produção é da Mastermind em parceria com a Bad Robot e a Warner Brothers.

+ Joey Dakota (DESCARTADO) – Projeto criado por Bert Royal, com produção do ator Mark Harmon, divulgado em novembro de 2011. Trata-se de uma adaptação da série israelense “Danny Hollywood” criada por Tmira Yardeni e Ori Gross, que teve 200 episódios.

A história apresenta Maya (Amber Stevens) uma documentarista que viaja no tempo, chegando à década de 1990, onde conhece seu ídolo, Joey Dakota (Craig Horner, de Legend of the Seeker), por quem se apaixona. Ao retornar para o presente, contra sua vontade, ela tenta descobrir uma forma de voltar ao passado para evitar a morte do homem que ama.

Na série original, a história a personagem viaja para o ano de 1968 para evitar a morte de seu cantor favorito. Mas ao chegar lá, descobre que as circunstâncias em torno do evento são mais complicadas do que imaginava.

No elenco também estão Leah Renee, que interpreta Kelsey, uma atriz de cinema amiga de Maya; e Scott Wolf (V) como o misterioso Franklin um homem que parece saber o segredo de Maya e teria a informação de que ela precisa para poder voltar ao passado; além de Erich Bergen e Brooklyn Sudano, como Paul e Holly. A produção é da CBS Studios em parceria com a Wings Productions, empresa de Harmon.

+ Cult (APROVADO) – Projeto criado por Rockne S. O’Bannon (Farscape), com produção de Josh Schwartz e Stephanie Savage, ambos de “Gossip Girl”. Originalmente oferecido ao extinto canal WB, há cerca de seis anos, o projeto chegou a ganhar a encomenda de um episódio piloto, mas foi engavetado quando o WB uniu-se ao UPN, formando o canal The CW.

A história gira em torno de Skye (Jessica Lucas, de Melrose Place), uma mulher que trabalha como assistente de produção de uma série muito popular chamada “Cult”. Mas quando diversos desaparecimentos e assassinatos começam a ocorrer na região, ela se une a Jeff (Matt Davis, de The Vampire Diaries), jornalista, blogueiro, e irmão de uma dos rapazes que desapareceram.

Juntos, eles investigam a hipótese de que fãs estão utilizando o programa como referência para praticar crimes, copiando ideias propagadas nos episódios da série.

No elenco também estão Alona Tal (Supenatural), como uma atriz que interpreta uma policial dentro da série produzida por Skye; Andrew Leeds (Bones), como Kyle; e Robert Knepper (Prison Break), como Roger Reeves, um simpático ator que interpreta Billy Grimm, o carismático e louco líder de um culto.

Se a série for encomendada, ela poderá ter um número reduzido de episódios. Cerca de 10 a 13 por temporada.  A produção do piloto é da Warner Brothers Television em parceria com a Fake Productions.

+ Emily Owens M.D. (ex-First Cut) (APROVADO) – Projeto de Jennie Snyder Urman (Gilmore Girls). Trata-se de uma dramédia sobre Emily (Mamie Gummer, de Off the Map), uma jovem médica ansiosa por deixar para trás as experiências que teve na faculdade. Iniciando em sua profissão ela descobre que a rotina de trabalho no hospital é muito parecida com a vida que ela levava na faculdade, e que o comportamento de seus colegas não é muito diferente da dos estudantes que ela conheceu.

No elenco estão Justin Hartley (Smallville) como Will, Michael Rady (Melrose Place e The Mentalist), como Micah, Kelly McCreary como Tyra, Necar Zadegan (vista em 24 Horas) como Gina, uma cirurgiã egocêntrica, e Aja Naomi King, todos interpretando médicos no hospital. Jack Coleman (Heroes) será Tim Granger, chefe de equipe do hospital.  A produção é da CBS TV Studios.

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O canal também desenvolve os seguintes projetos: Acting Out, Blind Dates, ChopsDare, Deadman, Golddigger, The Hollows, Hustle, Legal Aid, The Makery, Musketeers 3.0, Outsiders, Poseurs, Sheding for the Wedding, Swordfighting, TrendingUnearthly, Projeto Fazekas e Butters, Projeto de Nigel Lythgoe, Vega vs. Vega.

24/05/2010

às 21:28 \ Séries Anos 1980-1989

A Bela e a Fera no TCM

Em setembro de 1987, a CBS apresentou ao público uma nova versão do clássico conto de fadas A Bela e a Fera/Beauty and the Beast. O drama romântico de Ron Koslow explorava o relacionamento entre Vincent, um místico homem meio-fera, e Catherine Chandler, uma promotora de Manhattan com quem ele desenvolve uma misteriosa ligação empática. Este homem com rosto de leão e personalidade ao mesmo tempo nobre e explosiva fora abandonado quando bebê diante do Hospital Saint Vincent, em Nova Iorque, onde foi resgatado por um estranho conhecido apenas como Pai. Desde então ele vive nos subterrâneos da cidade, em um complexo de túneis que serve de lar para uma sociedade formada por pessoas que, por motivos diversos, abandonaram a superfície, região na qual transitam apenas de forma obscura.

É desta forma que Vincent e Catherine se conhecem. Certa noite, aproveitando a escuridão para caminhar pelo Central Park, ele encontra a jovem gravemente ferida, desfigurada, largada como morta após ter sido violentada e esfaqueada. Contrariando as regras dos túneis, ele leva a estranha a seu mundo e a trata até ficar curada. Ele, no entanto, a mantém de olhos vendados. Ao vê-lo pela primeira vez, a promotora (intepretada por Linda Hamilton) fica chocada com sua inesperada aparência de leão, mas a voz acalentadora que ela ouvira durante sua recuperação já havia conquistado sua amizade e dado início à forte ligação empática que se processa entre os dois.

Após fazer vários papéis por trás de máscaras de maquilagem, Ron Perlman avisou seu agente que só desejava personagens com rosto limpo. Alguns dias depois, contudo, ao pegar o jornal da manhã encontrou um roteiro de A Bela e a Fera, e como este era menor do que o jornal, decidiu lê-lo primeiro. Antes do final, ele estava no telefone perguntando ao agente o que deveria fazer para obter o papel de Vincent. Durante a produção ele ficaria tão fascinado com o texto, que todo o esforço para aguentar a maquilagem criada por Rick Baker valeria a pena.

Antes de Perlman conquistar o papel título, Roy Dotrice também fizera um teste para o mesmo personagem. Mas quando o ator certo apareceu, Dotrice achou que estava completamente fora do projeto. Duas semanas mais tarde, os produtores lhe ofereceram o papel do Pai. Atuar em uma série semanal era um sonho, mas desenvolver o personagem foi uma tarefa difícil, pois ao final do piloto, Dotrice sofreu uma grave lesão no quadril, que o forçou a usar uma bengala e fazer cenas curtas, a maioria delas sentado ou encostado em algo. Após a recuperação de Dotrice, a bengala e o caminhar manco permaneceram como parte do personagem.

Através das estórias de Vincent e Catherine, Nova Iorque se divide entre um mundo aparte, de aparência medieval, e a atmosfera caótica de Manhattan, e, aos poucos, a crescente amizade entre a bela e a fera promove uma transformação. Esta, porém, não ocorre como no clássico conto de fadas, no qual a fera torna-se um belo príncipe. Ela acontece na alma de Vincent, não se limitando apenas a ele. Sem permitir que a violência e os tiroteios, comuns em séries de ação, interferissem no conteúdo da série, ela misturava fantasia e realidade, de forma a permitir a gradual evolução do relacionamento entre os dois. A questão, no entanto, não era consumá-lo com uma união permanente e sim explorar suas ramificações em cada episódio, mostrando outras formas de expressar afeto.


O conceito era um desafio para os roteiristas. Na busca de novas tramas interessantes, eles se reuniam durante horas para discutir os rumos da série. Dada a dificuldade de encontrar estórias interessantes, que misturassem romance e crime, as reuniões foram batizadas de The Brotherhood of Pain (Irmandade da Dor). Os novatos no grupo tinham particular dificuldade com a linguagem de Vincent, carregada de sabedoria clássica e sensibilidade, ao mesmo tempo em que soava informal. Toda a série é permeada pela erudição de Vincent, tanto através da música quanto da literatura, com citações de grandes escritores, como William Shakespeare, Charles Dickens, Mark Twain, Rudyard Kipling e Oscar Wilde, e o som encanador de vários mestres, entre eles Beethoven, Chopin, Schubert, Vivaldi e Haydn.

A sensibilidade de Vincent fica clara desde o piloto, onde ele conclui uma carta dirigida a Catherine com o poema Somewhere, de Edwin Arnold.

Somewhere there waiteth in this world of ours,
For one lone soul, another lonely soul.
Each choosing through all the weary hours,
And meeting strangely at one sudden goal.
Then they blend, like green leaves with golden flowers,
Into one beautiful and perfect whole.
And life’s long night is ended,
And the way lies open onward to eternal day.

“Em algum lugar neste mundo,
Uma alma solitária espera a outra, também solitária.
E ambas se procuram no passar enfadonho das horas,
E estranhamente encontram-se em um lugar inesperado.
E fundem-se, como as folhas verdes com as flores douradas,
Num todo belo e perfeito.
E a longa noite da vida termina,
Abrindo-se a sua frente o caminho para o dia eterno.”

A fórmula básica era simples: os mundos de Vincent e Catherine deveriam de alguma forma se cruzar. Mas a última coisa que Koslow e seu time desejavam era um espelho de O Incrível Hulk, com tramas consideradas corriqueiras, que mostrassem Catherine em perigo no começo e sendo salva por Vincent no final. O difícil era encontrar um motivo novo a cada semana para que estes mundos se encontrassem de forma inesperada. Um bom exemplo é o episódio Ozymandias (da primeira temporada), no qual o mundo de Vincent corre o risco de ser exposto quando o empresário Elliot Burch (Edward Albert) começa a construir um prédio na área acima dos túneis. Cabe a Catherine evitar a continuação da obra, mesmo que para isso precise casar-se com Elliot.

Catherine e Elliot Burch

Com o tempo, tanto roteiristas quanto fãs começaram a ficar intrigados com o mundo subterrâneo. Quem vive lá? Quem lidera? O que comem? O que vestem? Onde exatamente fica este lugar? Koslow pretendia filmar a série em Nova Iorque, onde os personagens vivem e onde de fato existem túneis subterrâneos. Ele acreditava que dessa forma a diversidade entre o ritmo frenético de Manhattan e a tranquilidade do mundo inferior ficaria mais clara. Além disso, Los Angeles (local da produção) não tinha metrô naquela época (ele começou a funcionar nos anos 90), por isso a produção viu-se obrigada a reaproveitar um cenário de metrô encontrado no estúdio. Eles também tomaram a liberdade de acrescentar um toque de fantasia aos túneis da cidade, com a criação de câmaras e setores, como The Whispering Gallery (galeria dos sussurros) – com uma ponte de madeira sobre um abismo -, e The Chamber of the Winds (câmara dos ventos) – com canos através dos quais mensagens são enviadas.

No piloto, Vincent explica a Catherine que seu mundo é um lugar secreto sob a cidade; secreto porque “muitas pessoas boas dependem dele para ter segurança. Não há mapas que mostrem onde estamos. É um lugar esquecido. Mas é agradável e seguro, e todos temos o espaço necessário. Então vivemos aqui e fazemos o possível. E tentamos cuidar uns dos outros.” Em vez de esclarecer a questão, os roteiristas preferiam responder às perguntas com explicações diversas, contando estórias diferentes sobre diferentes moradores do subterrâneo. Alguns estavam lá para fugir de alguma injustiça, outros procuravam um santuário longe da cidade grande. Em An Impossible Silence (primeira temporada), o Pai explica seu lar como sendo coisas diferentes para pessoas diferentes. “Para alguns, é um lugar de cura e segurança. Para outros, é nosso lar. Mas todos temos que decidir o que este lugar significa para nós.”

Entre eles, reina o ideal de paz, justiça e fraternidade sob a liderança do Pai, cuja vida fora destruída pela era McCarthy. A presença de tecnologia é ínfima e a importância dada à mente é primordial. Mas este mundo não é perfeito, pois as falhas comuns do ser humano também habitam os túneis. Por isso, até mesmo nesse mundo secreto, um sentido de ordem e organização é imposto para corrigir as falhas que eventualmente causem o desequilíbrio da comunidade. A punição é determinada pelo Conselho e pode chegar ao banimento no caso de faltas graves. A sobrevivência dos moradores dos túneis também depende de indivíduos de fora, pessoas de confiança, como Catherine, com quem mantêm um intercâmbio.

Inicialmente, a CBS não queria apresentar o povo do mundo subterrâneo, pois temia que o público reagisse negativamente. Por isso, as primeiras estórias começaram nas ruas de Manhattan, em particular, no escritório da promotoria, onde Catherine trabalha. Foi graças aos bons índices de audiência que os roteiristas conquistaram a liberdade para abordar o povo dos túneis. Um dos episódios-chave desta conquista aconteceu, por acaso, em consequência da necessidade de reduzir custos. Como locações e cenários eram os itens mais caros da produção, eles decidiram fazer um roteiro centrado em um desmoronamento nos túneis, onde Vincent e o Pai ficam presos. Curiosamente, a intenção inicial de economizar com Shades of Grey não se concretizou, pois a estória acabou exigindo a construção do cenário desmoronado e dos locais de trabalho de Catherine e Elliot. Mas com Shades of Grey estava finalmente quebrada a barreira dos ditames da rede sobre o povo do subterrâneo.

A segunda temporada começou com atraso devido a uma greve de roteiristas. Quando a série retornou na metade de novembro, diversas séries cômicas da ABC já estavam no ar há seis semanas, e ficou impossível competir com a audiência já conquistada por elas. Nessa fase, surgiu a ideia de mostrar o lado festivo da comunidade dos túneis. Em Dead of Winter, eles se reúnem para a Winterfest, festival que celebra o início desta comunidade incomum. Catherine, que agora é vista como protetora e amiga, é convidada. De fato, sua conexão com o mundo subterrâneo torna-se tão forte, que alguns episódios depois, em Orphans, a morte de seu pai a faz pensar em viver nos túneis permanentemente. Apesar de utilizar basicamente um único ambiente, Dead of Winter não foi simples e barato, como esperado. O tal ambiente teve de ser construído e foi o mais caro de toda a série. Além disso, foi necessário contratar extras para dar à festa a sensação do tamanho.

Em meio à temporada, a série enfrentou mais dois problemas. Primeiro, houve uma greve de motoristas de caminhão, o que limitou as gravações ao estúdio. Por isso, esta fase apresenta mais ênfase no mundo subterrâneo. Afinal, era inviável mover as filmagens para locações externas sem transporte. Também nesta época, houve uma queda na audiência e a rede exigiu que os roteiristas aumentassem as doses de ação e violência. Assim, a primeira parte compõe-se de episódios lentos centrados nos personagens, enquanto a segunda é mais movimentada. A presença do vilão Paracelsus (Tony Jay) permitiu criar estórias cada vez mais sombrias, envolvendo a natureza misteriosa e agressiva de Vincent. Ao final, ele começa a sofrer de alucinações. Durante um de seus ataques, ele foge pelos túneis completamente transtornado. Catherine vai a seu encontro passando por caminhos escuros, dominados pelos gritos enlouquecidos de Vincent. Então ela chama seu nome… E assim termina a temporada.

Vincent e Paracelsus

Quando a trama recomeça, Vincent se recupera, mas perde a ligação empática que tinha com Catherine. A terceira temporada também começa com um grande problema: Linda Hamilton ficara grávida e logo precisaria se afastar. A situação se agravou com a decisão da CBS em produzir apenas 12 episódios. Uma longa discussão sobre o futuro de Catherine deixou claro que havia apenas duas saídas: substituir a atriz ou eliminar a personagem. Uma vez tomada a decisão de eliminar Catherine, a CBS observou que sua morte deveria acontecer no começo, ou o público jamais aceitaria a entrada de um novo personagem feminino. Assim, durante uma investigação, Catherine é raptada por Gabriel (Stephen McHattie), um perigoso criminoso, que na verdade está mais interessado no bebê que ela carrega, filho de Vincent. Felizmente, a ligação empática de Vincent retorna, porém, não com Catherine e sim com a criança. Seu instinto o leva a ela, mas já é tarde, seu filho desapareceu e Catherine morre em seus braços vítima de uma dose letal de drogas.

Mesmo estando na terceira temporada, alguns ainda não haviam captado a essência da série: as aparências não importam, o amor é transcendente. Foi o caso de um dos diretores executivos da rede, que em mensagem a Kim Le Master, chefe de programação na época, protestou contra a gravidez da personagem, a qual classificou de bestial.

Vincent e Diana Bennett

O desaparecimento de Catherine abriu o caminho para a entrada da detetive Diana Bennett (Jo Anderson), novo personagem feminino, que chega para investigar o caso. Apesar da popularidade da série e de seu sucesso entre os fãs, especialmente mulheres, a insistência da rede em transformá-la em um drama policial e a perda de Catherine acabou levando ao cancelamento, em agosto de 1990.

André Filho e Monica Rossi
Vincent e Catherine na versão dublada


Ron Perlman e Linda Hamilton atualmente
(cliquem para ampliar)

Explorem a diversidade dos mundos de A Bela e a Fera todas as terças e quintas, a partir de 6 de julho, às 19h, no TCM.

Texto: Marta Machado (a convite de Fernanda Furquim)

 

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