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Jeannie é um Gênio

20/10/2013

às 14:46 \ Atores, Por Onde Andam?, Séries Anos 1960-1969

‘Jeannie é um Gênio’: o reencontro de Barbara Eden e Bill Daily

barbara eden bill daily (Hollywood Show Chicago sept 7 2013)Os fãs de Jeannie é um Gênio que compareceram ao Hollywood Show Chicago no mês de setembro tiveram a oportunidade de presenciar o reencontro entre dois atores da série: Barbara Eden, que interpretava a própria Jeannie, e Bill Daily, que deu vida ao Major Roger Healey, melhor amigo de Tony. Os dois atores posaram para fotos, distribuíram autógrafos e conversaram com o público, relembrando os melhores momentos da série.

Com o fim da produção de Jeannie é um Gênio, em 1970, cada ator seguiu seu caminho, reencontrando-se em duas ocasiões, justamente nos telefilmes que reuniram o elenco da série (com exceção de Larry Hagman e Emmaline Harry).

Ao longo dos anos, Barbara estrelou outras séries, como Harper Valley P.T.A. e A Brandy New Life, além de participações em episódios de outras produções. Depois de Jeannie é um Gênio, Daily entrou no elenco de The Bob Newhart Show, na qual interpretou um piloto da aeronáutica, vizinho do Dr. Hartley (Newhart). Na década de 1980, o ator estrelou sua própria sitcom, Starting From the Scratch, na qual interpretou um veterinário. Mas a série não durou muito tempo.

Bill e Barbara na série 'Jeannie é um Gênio', na década de 1960. (Foto: NBC/Arquivo)

Bill e Barbara na série ‘Jeannie é um Gênio’, na década de 1960. (Foto: NBC/Arquivo)

Atualmente, Barbara, que está com 82 anos, e Bill, que está com 86 anos, estão aposentados, mas ainda fazem algumas participações em eventos e produções aqui e ali.

Bill mora em Albuquerque, no Novo México, cidade onde foram filmadas as séries In Plain Sight e Breaking Bad. Barbara mora em Beverly Hills, Califórnia.

Entre os atores que estrelaram a série na década de 1960, apenas Barbara e Bill ainda estão vivos. Larry Hagman, o Major Tony Nelson, faleceu em novembro de 2012, vítima de câncer.

Hayden Rorke, o intérprete do Dr. Bellows, morreu em 1987, aos 76 anos de idade, pouco depois das filmagens do segundo filme reunion da série. Segundo Barbara em sua autobiografia, Hayden era gay e viveu durante anos com o diretor Justus Joseph Addiss, que faleceu em 1979, vítima de pneumonia. Neste mesmo ano, faleceu a atriz Emmaline Henry, que interpretou Amanda Bellows. Ela tinha 50 anos. Tanto Hayden quanto Emmaline também faleceram vítimas de câncer. Ele teve câncer de pele e ela um tumor no cérebro.

Cliquem na primeira foto para ampliar.

25/08/2013

às 11:24 \ Curiosidades, Séries Anos 1960-1969

A garrafa da ‘Jeannie é um Gênio’

Bastidores de filmagens de 'Jeannie é um Gênio, 15 Anos Depois', telefilme produzido em 1985 (Fotos: Gary Null/NBC)

Outro dia uma amiga me mostrou imagens de Jeannie é um Gênio que revelam os bastidores de cenas em que a atriz Barbara Eden está dentro da garrafa da Jeannie. Acho que é a primeira vez que vejo estas fotos.

A série fez parte da minha infância, como a de muitos de minha geração, e é por vezes estranho ver que ela também está fazendo parte da infância de novas gerações. Com tantas produções com narrativas mais ágeis e efeitos especiais mirabolantes, que atraem crianças e adolescentes hoje em dia, é bom saber que algo que foi feito na década de 1960 ainda seja capaz de seduzir este público.

Um dos símbolos da série é a garrafa da Jeannie. Para muitos colecionadores, um item indispensável em sua estante. Ao longo dos anos, muitas réplicas foram feitas da garrafa, algumas com a estampa original, mas a maioria com seu design próprio. Dizem que apenas oito foram produzidas para a série, que durou cinco temporadas.

Cada uma tinha uma função, como a de ser utilizada para os efeitos especiais ou para o manuseio dos atores. Algumas quebraram. Quando a série foi cancelada, Barbara teria sido a única que se lembrou de levar uma das garrafas como recordação.

Hoje em dia, casas de leilão estimam que uma garrafa original (ou seja, produzida para a série) consiga atingir até 20 mil dólares. Nada mau considerando que ela já fazia parte de uma outra coleção, a qual não chega a cem dólares em um leilão.

A garrafa da Jeannie é uma adaptação de uma garrafa de licor lançada em edição limitada pela Jim Beam Company em 1964. Entre as décadas de 1960 e 1990, esta empresa colocou no mercado diversos modelos comemorativos de garrafas de uísque para celebrar o aniversário de uma das bebidas mais tradicionais do Kentucky.

O design foi originalmente criado por Jack Becker, que trabalhava na época para a Wheaton Bottle Company. Ele se inspirou em outro modelo que viu na Alemanha.

Barbara Eden em 2010 (Foto: Michael Caufield/Getty)

Segundo o livro Dreaming of Jeannie, de Steve Cox e Howard Frank, alguém da produção da série viu a garrafa e a levou para o estúdio. Com a aprovação dos produtores, o departamento que cuidava do cenário tirou a etiqueta e a decorou com folhas douradas para parecer um objeto com mais de mil anos de idade.

Quando a série entrou em seu segundo ano e começou a ser produzida em cores, a garrafa ganhou um novo visual para poder se destacar em meio ao colorido do cenário. Ela foi pintada de roxo, com detalhes em turquesa, laranja, bronze e rosa. Esta é a que ficou mais popular entre o público.

Muitos artistas plásticos se dedicaram ao longo dos anos a aperfeiçoar réplicas da garrafa da Jeannie. Um deles foi Oscar Aviles. Seu trabalho impressionou Larry Hagman, intérprete do Major Anthony Nelson, a ponto dele adquirir um modelo, com o qual posou para diversas fotos ao longo dos anos, sempre avisando se tratar de uma réplica.

Hagman não se lembrou de levar uma das garrafas originais com ele, mas ficou com o cenário que representava seu interior. Após as filmagens dos primeiros doze episódios, os produtores, insatisfeitos com o visual, resolveram refazer o cenário que retratava o interior da garrafa. Com isso, desmontaram a abóbada gigante que representava sua base. Vendo que o material seria jogado fora, Hagman pediu que ele fosse montado no quintal de sua casa.

Na época, não existiam caixas de som com boa potência acústica. Mas o ator conseguiu um bom resultado ao transformar ‘a garrafa’ em uma sala de música. O cenário durou pouco mais de um ano, quando foi destruído por crianças que brincavam no quintal.

Cliquem na segunda e terceira foto para ampliar.

A garrafa ganha destaque na embalagem do box completo da série lançada em DVD nos EUA.

26/05/2013

às 13:25 \ Atores, Curiosidades, Séries Anos 1960-1969

Barbara Eden volta a ser ‘Jeannie é um Gênio’ por uma noite

Bill Clinton e Barbara Eden

Os fãs da série da década de 1960 Jeannie é um Gênio tiveram a oportunidade de ver Barbara Eden novamente vestindo a famosa roupa de sua personagem durante um evento beneficente realizado na noite do último sábado (25/5). Aos 78 anos de idade, Barbara ainda é Jeannie, quarenta e três anos depois!

O evento Live Gall é realizado anualmente em Viena, Áustria, com o objetivo de arrecadar fundos para a pesquisa da cura da AIDS. Este ano, o tema foi ‘As 1001 Noites’, razão suficiente para Barbara voltar ‘às suas raízes’.

Contando com a presença de personalidades como Elton John, Kelly Osbourne, Fergie, Melanie Griffith, o estilista Roberto Cavalli e Carmen Electra, o evento apresentou o ex-Presidente dos EUA Bill Clinton como ‘o novo amo’ de Jeannie. Como bem se lembram, Larry Hagman, que interpretou o Major Tony Nelson na série, faleceu em novembro de 2012, vítima de câncer.

Fazendo participações esporádicas em filmes e séries, Barbara foi vista pela última vez no telefilme Always and Forever, de 2009. Em 2011, a atriz lançou sua autobiografia, Jeannie out of the Bottle, na qual descreve detalhes sobre a produção da série, seus relacionamentos e a dramática perda de seu único filho, Matthew Ansara, morto em 2001 vítima de overdose.

Cliquem nas fotos para ampliar.

24/11/2012

às 11:55 \ Biografias, Falecimentos

Larry Hagman (1931-2012)

Larry em 1966

Ator conhecido por dois clássicos do universo das séries de TV, Larry Hagman faleceu na última sexta-feira, dia 23 de novembro, vítima câncer na garganta, doença contra a qual ele lutava desde 2011. O ator tinha 81 anos e atualmente estava no elenco da nova versão de Dallas, série com a qual ele se estabeleceu.

Para uma geração, ele sempre será Tony Nelson, o amo de Jeannie é um Gênio. Para outros, ele será JR Ewing. Ao longo dos anos, Larry declarou seu amor por Dallas e pelo personagem, dizendo que, se pudesse, interpretaria JR pelo resto da vida.

Em declaração à imprensa, a família de Hagman disse que o ator passava o dia de ação de graças em Dallas, na companhia da família e dos amigos, os atores Linda Gray (Sue Ellen) e Patrick Duffy (Bobby Ewing), quando veio a falecer.

Filho da atriz da Broadway Mary Martin e do advogado Ben Hagman, Larry nasceu no dia 21 de setembro de 1931, em Fort Worth, Texas. Com o divórcio dos pais, Larry foi morar em Los Angeles com a avó, com quem ele ficou até ela morrer. Larry, então com doze anos, foi para Nova Iorque morar com a mãe que, casada novamente, tinha uma filha chamada Heller.

Mais tarde, Larry decidiu seguir a carreira da mãe. Após algumas experiências no teatro de Nova Iorque, ele foi para a Inglaterra, onde Mary estrelava o musical South Pacific, para integrar o elenco de apoio da montagem. Com o fim das apresentações, o ator decidiu permanecer na Inglaterra. Ao longo de cinco anos, ele serviu na Força Aérea produzindo e dirigindo diversas montagens de peças para entretenimento das tropas. Ao final do serviço militar, ele retornou para Nova Iorque onde tentou uma carreira no teatro.

Larry e a mãe Mary Martin em 1951

Sem sucesso, ele decidiu mudar-se para Los Angeles no final da década de 1950. O ator estreou na TV em 1957, fazendo participações especiais em séries, entre elas, Decoy, primeira série policial americana estrelada por uma mulher, Aventura Submarina, estrelada por Lloyd Bridges, e Os Defensores, importante série jurídica do início da década de 1960.

Com pouco dinheiro, vivendo em uma barraca na praia, fazendo testes para todo o tipo de programa, Larry finalmente conseguiu ser contratado para estrelar sua primeira série de TV: Jeannie é um Gênio (1965-1970). Para comemorar o emprego, Larry, já casado e com filhos, encomendou uma pizza.

O ator, então um hippie, transformou-se no oficial da aeronáutica Tony Nelson, que encontra em uma praia uma garrafa que, ao ser aberta, liberta Jeannie (Barbara Eden), uma gênia que se apaixona perdidamente por ele. Ao longo da série, ela faz de tudo para conseguir ‘agarrar’ o Major Nelson. Considerada a resposta da NBC para a série A Feiticeira, da ABC, Jeannie é um Gênio foi criada por Sidney Sheldon, que introduziu diversos elementos vistos na produção da ABC. Apesar do sucesso conquistado ao longo das três primeiras temporadas, Jeannie é um Gênio começou a perder fôlego quando chegou em seu quarto ano.

Ainda assim, a produção foi renovada para a quinta temporada, chegando a 139 episódios produzidos. Mas a renovação trouxe mudanças criativas. Com isso, Jeannie se casa com Nelson. Larry se opôs ostensivamente contra a decisão (dizem que ele chegou a subir na mesa de reuniões dos executivos da NBC para tentar se fazer ouvir). Nada adiantou e, por força de contrato, Larry foi obrigado a filmar os episódios que, ele sabia, condenariam a série e sua proposta: uma mulher de espírito livre revolucionando a vida de um oficial militar, representante do governo que impõe regras e limites. Larry ficou tão contrariado que sua atitude nos bastidores de produção passou de divertido e simpático a extremamente difícil.

Barbara Eden e Larry Hagman em 'Jeannie é um Gênio'

Com o fim da série, Larry estrelou mais duas sitcoms. A primeira, produzida entre 1971 e 1972, foi The Good Life, na qual interpreta um milionário. Entediado com sua vida, ele e sua esposa decidem bancar o mordomo e a cozinheira para a família de um industrial que ignora a verdadeira identidade de seus novos empregados. Apenas o filho adolescente sabe a verdade. A série teve apenas quinze episódios produzidos.

A segunda sitcom que Larry estrelou foi Here We Go Again, em 1973. Ele interpreta um homem recém casado que se muda para perto da casa de sua ex-esposa. Para surpresa dos dois, eles descobrem que o ex-marido de sua atual esposa também vive nas redondezas. A série teve apenas treze episódios produzidos.

Marcado pelo personagem Tony Nelson, Larry teve dificuldades de encontrar novos trabalhos. Ao longo dos anos de 1970 ele integrou o circuito de participações especiais em séries, sendo visto em episódios de Galeria do Terror, O Jogo Perigoso do Amor, Dan August, Os Audaciosos, Centro Médico, Police Woman, McCloud, Os Novos Centuriões, Marcus Welby, McCoy, Harry O, Ellery Queen, Os Fotoqueiros, Barnaby Jones, São Francisco Urgente, Casal McMillan, Arquivo Confidencial, entre outros.

Em 1978, a sorte voltou a lhe sorrir. Larry foi escolhido para interpretar JR Ewing, o vilão de Dallas, produção que definiu o gênero novela noturna. Nos EUA, as novelas são exibidas diariamente à tarde. Na década de 1960, a TV americana tentou introduzir este gênero no horário da noite, com produções como A Caldeira do Diabo. No entanto, apesar do sucesso dessa produção, não se criou um filão e o gênero foi abandonado. Em 1977 estreou a sitcom Soap, sátira ao gênero novela. O sucesso desta produção abriu as portas para Dallas que, ao invés de ser uma sátira, adotava de forma séria todos os elementos que fazem deste gênero um sucesso entre o grande público.

Elenco de 'Dallas' em 1978

Produzida entre 1978 e 1991, Dallas estabeleceu um novo formato na TV americana: a série-novela. Outras a seguiram, também fazendo sucesso, incluindo uma voltada para o público adolescente, Barrados no Baile, que gerou sua própria spinoff, Melrose Place. Atualmente, este formato convive normalmente com as séries de TV.

Com o fim de Dallas, Larry voltou à TV em 1997 com a série de curta duração Orleans, na qual interpretou um juiz que tinha três filhos: um advogado, um policial e a proprietária de um cassino. A produção foi cancelada com apenas oito episódios.

O ator estava fazendo participações especiais, incluindo Nip/Tuck e Desperate Housewives, quando foi convidado a interpretar novamente seu personagem favorito, JR Ewing, em uma nova versão de Dallas para a TNT. Larry participou da primeira temporada, composta de dez episódios, quando foi diagnosticado com câncer. Lutando contra a doença, ele ainda filmou seis episódios da segunda temporada (composta de quinze episódios), quando veio a falecer.

Larry em maio de 2012

O câncer na garganta foi a segunda doença grave que Larry teve ao longo de sua vida. Após anos abusando da bebida (segundo o ator ele vivia sob os efeitos do álcool durante as filmagens de Jeannie é um Gênio e Dallas), Larry foi diagnosticado com cirrose, o que o levou a passar por um transplante de fígado em 1995. No ano seguinte, ele assumiu o cargo de porta voz da National Kidney Foundation, com o qual fez campanhas para doações de órgãos.

Desde 1954 Larry era casado com Maj Axelsson, com quem ele teve dois filhos, Heidi Kristina Mary Hagman, nascida em 1958, e Preston Benjamin Axel Hagman, nascido em 1962. Em 2009, a esposa de Larry foi diagnosticada com o Mal de Alzheimer. Em estágio avançado da doença, ela está internada em uma clínica, próxima à casa do ator.

Segundo a imprensa americana, os roteiristas da nova versão de Dallas foram pegos de surpresa com a notícia da morte do ator. Agora eles terão a difícil tarefa de dar um final a um dos personagens mais conhecidos da história da TV americana. Ainda não está claro se, em função disso, a estreia da segunda temporada, marcada para o dia 28 de janeiro, será ou não adiada.

Apesar de ser apaixonado por Dallas e JR, a presença de Larry na nova versão quase não aconteceu. As negociações entre o ator e o estúdio foram difíceis, chegando ao ponto dos produtores prepararem uma versão de roteiro na qual JR não aparecia, era apenas mencionado ou visto através de imagens de arquivo. Após meses negociando seu salário, o ator finalmente assinou o contrato.

Larry publicou sua autobiografia em 2001, com o título de Hello Darlin’: Tall (and Absolutely True) Tales about My Life. 

Atualização (12h45)Em sua página no Facebook, a atriz Barbara Eden publicou a seguinte declaração: ‘Eu ainda não consigo expressar o choque e o impacto que a notícia da partida de Larry Hagman teve em mim. Eu ainda me lembro do nosso primeiro dia de gravação na praia de Zuma. Um dia muito frio. A partir daquele dia, ao longo de cinco anos, Larry foi o centro de muitos momentos memoráveis, divertidos e chocantes que ficarão para sempre em meu coração. Ele foi um elemento chave em minha vida por muito tempo, mesmo depois que Jeannie é um Gênio acabou. Nossos caminhos se cruzaram várias vezes. Através de diversas produções tive o prazer de assistir ao ‘tornado do Texas’, que era Larry Hagman. Em meio a um turbilhão de gargalhadas, com um grande sorriso e uma personalidade marcante, Larry sempre foi apenas Larry. Não dá para culpá-lo por isso, era assim que ele era. Eu, como muitos outros, acreditava que ele tinha conseguido vencer o câncer . Mas esta notícia é apenas uma forma de nos lembrar que a vida não traz garantias. Minhas mais profundas condolências vão para sua esposa Maj, seus filhos e seus netos, bem como seus amigos, nesse momento. Honestamente digo que perdemos não apenas um grande ator, não apenas um ícone da televisão, mas um representante puro do que é ser americano. Adeus Larry, não houve e não haverá ninguém como você’.

Atualização (21h38): Segundo o New York Times, ao falar sobre a morte em entrevista realizada na década de 1980, Larry disse: ‘A vida é terminal, a morte não. Acho que a morte é apenas um estágio de nosso desenvolvimento. Eu honestamente acredito que nós não desaparecemos simplesmente. Nós não vamos para um vazio. Eu acho que somos parte de uma grande cortina de energia; uma onda de energia na qual somos como moléculas’.

Cliquem nas fotos para ampliar. 


27/04/2011

às 11:43 \ Atores, Biografias, Livros

Barbara Eden Lança Sua Autobiografia

Previsto para julho de 2011, o livro autobiográfico de Barbara Eden, a eterna “Jeannie é um Gênio”, saiu mais cedo. Com o título de “Jeannie Out of the Bottle” o livro foi lançado este mês pela Crown Archetype.

O texto foi escrito em parceria com Wendy Leigh, autora de obras biográficas de outras celebridades, como Patrick Swayze e Grace Kelly.

Em 288 páginas, Barbara fala sobre sua infância, passando pela adolescência, quando iniciou sua carreira de cantora, chegando à sua vida adulta.

Um dos pontos altos do livro são as informações de bastidores de produção da série “Jeannie é um Gênio”.

O trabalho de Barbara era conhecido por Sidney Sheldon, autor da série, que a convidou para um lanche. Após uma longa conversa, ela foi escolhida para o papel de Jeannie. Nessa época, ela estava filmando uma participação especial em um episódio de duas partes da série “Rawhide”. Assim, quando Sheldon pediu que ela fizesse uma cena com Larry Hagman para ver se os dois combinavam, Barbara sugeriu que a leitura do texto fosse feita em seu camarim de “Rawhide”, durante os intervalos de gravação.

A atriz comenta que a primeira temporada de “Jeannie é um Gênio” foi produzida em 1965, ano em que a maioria das séries já estava sendo filmada em cores. Mas a Screem Gems não queria gastar 400 dólares a mais por episódio para uma produção em cores. Segundo Barbara, Sheldon chegou a se oferecer para pagar o valor extra de seu próprio bolso, mas o estúdio recusou. Assim, a temporada foi filmada em preto e branco.

Descrevendo Larry Hagman como temperamental, Barbara revela que o ator, muitas vezes, não gostava dos roteiros oferecidos e, por isso, improvisava sempre que possível. Isto enfurecia os diretores, em especial Gene Nelson, que se tornou ‘inimigo’ do ator quando trabalharam juntos no episódio piloto.

Acreditando que a série se tornaria um grande sucesso tão logo estreasse, Hagman tentou, desde o primeiro dia, controlar a produção. Eventualmente, sua postura fez surgir alguns conflitos entre os dois. A postura de Hagman também criou animosidades entre o ator e a equipe técnica que constantemente perdia a paciência com ele, sabotando-o e humilhando-o sempre que possível.

Em seu livro, Barbara também fala sobre Elvis Presley, Lucille Ball, Groucho Marx, Clint Eastwood, Paul Newman, Fred Astaire e Warren Beatty, alguns dos atores com quem trabalhou.

No campo pessoal, ela comenta seu casamento com o ator Michael Ansara e sua dificuldade em engravidar, que resultou em um aborto involuntário e um bebê natimorto. Barbara teve apenas um filho, Matthew Ansara, que morreu em 2001, vítima de overdose, dias antes de seu casamento.

No vídeo abaixo, Barbara divulga seu livro, comentando como conheceu Marilyn Monroe:

Jeannie é um Gênio no Cinema

Você, fã de “Jeannie é um Gênio” e que acompanha a novela em que se transformou a versão cinematográfica da série, aqui vai mais um capítulo: o jornal Los Angeles Times divulgou hoje a contratação de Sheila Callagham para escrever um novo roteiro do filme.

Sheila, que é autora teatral e uma das roteiristas da série “United States of Tara”, é a terceira a tentar oferecer um roteiro que seja aprovado pela Sony. Antes dela, a versão cinematográfica da série dos anos 60 teve um roteiro assinado por Cormac e Marianne Wibberley, e um outro escrito por Rita Hsiao. Nenhum aprovado. E já que sem roteiro não tem filme, o estúdio ainda não conseguiu levar o projeto adiante. Há algum tempo atrás, os nomes de Gurinder Chandha, na direção, bem como os de Jessica Alba e Lindsay Lohan, para estrelar, chegaram a ser cogitados, mas não deu certo e a produção voltou à estaca zero.

Seguno o jornal, a maior dificuldade dos roteiristas tem sido adaptar o enredo da série para os dias de hoje. Produzida entre 1965 e 1970,  “Jeannie é um Gênio” é uma série que trabalhou as ideias feministas e da contracultura de forma indireta, via subterfúgios, mesclados a comportamentos e mentalidades tradicionais.

Embora seja apresentada pela mídia como uma produção na qual a mulher é vista como escrava de seu amo, a série é justamente o contrário. Ela introduz uma personagem feminina que seria o sonho de qualquer homem, mas que tem seus próprios desejos e interesses, lutando por realizá-los. A série é, na verdade, bem feminista, pois na forma de alegorias apresenta a luta da mulher contra a submissão social através do aprisionamento na garrafa ou às regras impostas por Nelson, um representante do governo.

“Jeannie é um Gênio” surgiu em função do sucesso de “A Feiticeira”, produção da Screen Gems para a rede ABC. Um dos artifícios da televisão para captar audiência é vigiar os tipos de programas que conquistam público nos canais concorrentes para se produzir um igual ou na mesma linha. Foi assim que surgiu “Os Monstros” em relação à “Família Addams” e “Jeannie é um Gênio”, em relação à “Feiticeira”. O irônico é que a rede NBC encomendou a produção para a mesma produtora, a Screen Gems. Bom para o estúdio que ganhou dos dois lados.

Assim, Sidney Sheldon, que já tinha criado “O Show de Patty Duke”, foi chamado para desenvolver uma série seguindo a mesma linha de “A Feiticeira”. Conhecido pelas publicações den seus romances, Sidney decidiu romper com o imaginário popular no qual os gênios são velhos gorduchos ou homens com visual diabólico. Assim surgiu Jeannie, uma jovem passional, ingênua e sexy que se apaixona logo de cara pelo primeiro homem que vê depois de uns dois mil anos aprisionada em uma garrafa.

O Marjor Nelson (na época Capitão) encontra a garrafa de Jeannie perdida em uma praia. Ao libertar o gênio, ele se torna a contragosto, seu amo e senhor. Noivo da filha do general, e com uma carreira brilhante à sua frente, a última coisa que Nelson precisa é de uma loira sexy e apaixonada capaz de realizar todos seus desejos. Então, ele faz o que ninguém faria: a dispensa. Mas Jeannie não é o tipo de mulher que leva um não na cara. O que ela decide fazer é lei, pelo menos para ela. Então o gênio dá um jeito de se meter na vida de Nelson, destruir seu noivado e colocar sua carreira em risco constantemente.

Enquanto Nelson vive na gangorra do ‘quero e não quero’ ele compartilha com seu melhor amigo o segredo de ter um gênio particular à sua disposição vivendo em uma garrafa em sua casa. Major Riley é o oposto de Nelson: sem um futuro brilhante, sem um relacionamento sério e (quase) sem nenhuma moral para impor limites nas tentativas de conseguir realizar todos seus desejos. Perseguido pelo Dr. Bellows que jura ter visto um elefante branco na sala de estar de Nelson, o Major tenta manter sua saúde mental, enquanto procura encontrar uma forma de conviver ou se livrar de Jeannie…o que vier primeiro.

O primeiro ano de “Jeannie é um Gênio” foi produzido em preto e branco. O fato ajudou a disfarçar uma pretuberância da atriz: grávida de seu único filho, Barbara Eden passou uma boa parte da primeira temporada escondendo o ventre por detrás dos véus do figurino de harém de sua personagem.

A série se manteve até o quinto ano, quando os produtores decidiram realizar o sonho dourado de Jeannie, casar-se com o Major Nelson. Com isso, destruíram o ingrediente que fazia da série um sucesso junto ao seu público. Em plenos anos rebeldes, época em que jovens lutavam contra a censura e as arbitrariedades da sociedade enquanto as mulheres exigiam seus direitos sociais, Jeannie representava uma forte aliada à contracultura. Solteira, independente e sexy, morava com um oficial do governo sem ser casada com ele. Enquanto Nelson só se preocupava com suas missões secretas e explorações espaciais, Jeannie queria apenas se divertir, amar e ser amada. No momento em que se casam, ela se torna a dona de casa preocupada com afazeres domésticos, as aparências, em receber os amigos e colegas do marido, com as contas, etc. A mulher tinha sido domada, e o público a abandonou por isso.

De qualquer forma, a série conseguiu em seus quatro primeiros anos, apresentar algumas questões feministas e sociais da época. Tal como Lucy nos anos 50, Jeannie representou a mulher que luta por seus desejos, mesmo não sabendo como conseguir realizá-los. É a mulher que não se deixa sufocar pela sociedade em que está inserida. Quer fazer parte dela, mas sem se anular.

É certo que a série teve de se submeter à censura. Se você pensa que “Kyle XY” foi o primeiro personagem da TV a não ter umbigo, está redondamente enganado. Depois que a atriz deu à luz, os véus que cobriam seu ventre começaram a diminuir de tamanho, até chegar na altura do pescoço. Para desespero dos censores, o umbigo da atriz ficou à mostra. Considerado muito provocador, o umbigo foi coberto pela cintura da calça de harém, que subiu até a altura necessária. Assim, Jeannie entrou para a história como a primeira mulher sem umbigo da TV. Outra questão que sofreu censura foi o fato dela morar com um homem sem ser casada. Bem que ela tentou dormir no mesmo quarto que Nelson, mas ele, movido pelos desejos dos censores, a proibiu. Então Jeannie teve que dormir em sua garrafa mesmo.

Essas e outras questões inerentes da época fazem parte da construção da série e seus personagens; em função disso, adaptações de produções antigas para os dias de hoje se tornam um desafio cada vez maior conforme o tempo passa.


Por: Fernanda Furquim

Coleção Completa da Jeannie em Embalagem para Colecionador

Ser colecionador não é fácil, muito menos barato. Além de ter que ter dinheiro para conseguir comprar tudo o que é lançado, ao menos nos EUA (já que por aqui as séries clássicas vão de mal a pior), o colecionador também precisa ter espaço para conseguir guardar tudo o que compra. Isso sem mencionar o fato de que tem de ter tempo para ver ou ler tudo o que compra. E, é claro, tempo para trabalhar, estar com a família, sair, viver, essas coisas!!

Em termos de DVD o fã colecionador americano não tem do que reclamar, pelo menos aparentemente, já que por aqui só ficamos olhando o que sai por lá e, visualmente, é fantástico. Se é prático já não dá para saber. Mas, como existem muitos colecionadores abastados que podem comprar os boxes individuais e depois comprar a coleção completa, a praticidade das embalagens das coleções não vem ao caso. Isto porque esses colecionadores compram duplicatas justamente para poder ter uma para manuseio e a outra (a coleção completa), como ítem de coleção que nunca sai da embalagem.

As distribuidoras americanas sabem disso e, com isso, lançam cada vez mais novas Coleções com um visual diferente e criativo, em estoque limitado, para atender o apetite do colecionador. Outro dia postei as imagens das Coleções completas de “James West” e “Os Pioneiros”. Agora é divulgada as imagens da Coleção completa da série “Jeannie é um Gênio”. O visual da caixa é parecido com a Coleção Completa de “I Love Lucy”: uma embalagem de plástico duro, com a pintura da personagem e dentro a caixa real que traz os discos. Na Coleção da Lucy, os discos vinham dentro de um coração. Na da Jeannie vem dentro da famosa garrafa, onde a personagem costumava dormir, já que o Major Nelson era muito “certinho” (sinais dos tempos!)


Esta embalagem ainda não é definitiva. Mas pouca coisa deve mudar até o dia 4 de novembro, quando chega às prateleiras americanas ao valor sugerido de U$174.97 dólares. O mais interessante é que, além de vir os 139 episódios da série e mais o primeiro filme reunion “Jeannie Quinze Anos Depois”, em 20 discos, os episódios estarão com sua dublagem em português! Além é claro do som original e do áudio em espanhol. Também traz legendas em inglês, português e espanhol. Pelo que me foi passado, é português do Brasil, não é de Portugal.

Será que isso significa que a Coleção Completa tem planos para chegar ao Brasil?? Não há nenhuma informação sobre isso até agora. Vamos ter que aguardar mais um pouco para saber. Mas, se chegar, fará companhia às parcas Coleções Completas de colecionador que já foram lançadas por aqui, onde são chamadas de Super Box. Temos por exemplo “Perdidos no Espaço”, cuja a embalagem, sinceramente, não agradou (era a nave Júpiter II, enorme e de difícil adaptação a qualquer espaço), “James Bond”, que veio em uma maleta 007 (embora não dê para dizer que é coleção completa, já que os filmes continuam em produção), ou “24 Horas”, que trouxe as cinco primeiras temporadas em uma caixa de dinamites.

O problema é a exploração que fazem do fã colecionador brasileiro, que não tem a mesma renda do americano. Se por lá as Coleções Completas saem em média 300,00 Reais, que já é caro, no Brasil esses Super Box chegam a um valor entre 700 a 1.000,00 Reais! Depois reclamam que não vendem!

23/07/2008

às 12:47 \ Lançamentos em DVD

Lançamentos que Já Estão nas Lojas

A partir deste mês começam a chegar às lojas do Brasil vários títulos de séries que iniciam no mercado de DVD. Além, é claro, de algumas continuações. Muito embora as distribuidoras ainda estejam devendo retomar a continuidade de séries que iniciaram e pararam, outras produções como “Jeannie é um Gênio”, finalizam seus lançamentos.

Com seu quinto ano, a série “Jeannie é um Gênio” chega às lojas esta semana. Ao valor de R$99,90, a última temporada traz os 26 episódos restantes nos quais Jeannie está casada com seu amo, Tony Nelson. São quatro discos com opção de áudio e legenda em inglês e português, 2.0 dolby digital. O box traz apenas trailers como Extras.

Produzidos entre 1969 e 1970, esta temporada traz como atores convidados velhos conhecidos dos fãs de séries clássicas. Temos, por exemplo, Farrah Fawcett, em início de carreira, que interpreta uma das namoradas do Major Riley. E ainda as presenças de Harold Gould, Larraine Stephens, Francine York, Pedro Goanzalez Gonzalez, Michael Ansara, Stafford Repp, Alan Oppenheimer, Jim Backus e Dick Van Patten, entre outros.

O grupo Monty Python, com seu programa humorístico, “Monty Python´s Flying Circus” também chega ao final com sua quarta temporada. Ao preço de R$39,90, o box com um disco traz os últimos 6 episódios produzidos. Com áudio em inglês e opção de legendas em português, japonês e inglês, o DVD tem um total de 170 minutos. Esta última temporada não conta com a participação do comediante John Cleese, que deixou a produção após a terceira temporada. Acreditando que o programa estava se tornando repetitivo e que todas as idéias que poderiam ter já tinham sido produzidas, Cleese recusou-se a voltar para uma quarta temporada. Ao invés disso, investiu na criação de sua nova e uma das mais cultuadas séries inglesas, “Fawlty Towers”. Coube aos demais membros do grupo produzir os últimos seis episódios do programa para finalizar assim, uma bem sucedida carreira na TV.

Entre as novas produções que chegam em DVD estão “Californication” e “Bionic Woman”. A primeira é a nova série estrelada por David Duchovny famoso por interpretar Fox Mulder em “Arquivo X”. Aqui, ele é o escritor de um livro só, que passa por uma fase de depressão e bloqueio criativo. Viciado em sexo, ele é ainda apaixonado pela ex-companheira, com quem tem uma filha adolescente. Tentando recuperar sua família, ele acaba trocando as mãos pelos pés. Mete-se em encrencas, cria confusão, distorce as situações.

No elenco também estão Natascha McElhone, Madeleine Martin, Madeline Zima, Evan Handler, Pamela Adlon, Rachel Miner, entre outros. Os fãs de “The Nanny” vão levar um susto com a presença de Madeline Zima na série. Ela é a garotinha Grace na sitcom que tornou Fran Drescher famosa. Agora, ela é uma das amantes de Hank (Duchovny). A tentativa de fugir da imagem infantil que a tornou conhecida está dando certo, visto que o público não acompanhou de fato seu crescimento. Agora, mulher feita, quase irreconhecível, ela faz cenas de sexo quase explícito.

Quanto a “Bionic Woman”, infelizmente é o remake, não a série original que ainda não foi disponibilizada em DVD nos EUA, apenas alguns episódios na Inglaterra. Esta versão não foi bem sucedida com o público, já que foi cancelada com apenas 8 episódios produzidos. Para quem tiver curiosidade de conhecer a nova proposta, a série está sendo disponibiliza para locação. Em função do número baixo de episódios, está sendo divulgada como minisérie. Mas não espere um último episódio que finalize a trama.

Na nova versão, criada por David Eick e Laeta Kalogridis, temos Jaime Sommers, interpretada pela inglesa Michelle Ryan. Ela trabalha como garçonete e tem que cuidar de uma irmã problemática, Becca (Lucy Hale). Seu namorado, Will (Chris Bowers) é um médico, com quem ela não está mais conseguindo manter um bom relacionamento. A diferença da série original para a atual, é a presença de uma outra mulher biônica, vivida por Katee Sackhoff, de “Battlestar Galactica”, que está foragida e buscando vingança contra aqueles que a tornaram uma espécie de andróide assassino. Quando Jaime sofre um acidente de carro, ela é submetida a uma cirurgia que a transforma em biônica. A partir daí ela é obrigada a prestar serviços para uma agência ultra-secreta do governo. Também no elenco estão Miguel Ferrer, de “Crossing Jordan”, e Isaiah Washington, de “Grey´s Anatomy”.

O box traz opção de áudio e legendas em inglês e português, 2.0, com imagem widescreen para a região 4. O lançamento é da Universal, que agendou a disponibilização da venda do box para o mês de outubro.

21/05/2008

às 17:40 \ Lançamentos em DVD

A 5ª Temporada da Jeannie Chega em Julho

A Sony promete para o dia 16 de julho a 5ª e última temporada da série “Jeannie é um Gênio”. O box terá os 26 episódios com remasterização em alta definição, opção da dublagem orginal e trailers como Extras, finalizando a série com a fase em que Jeannie e Tony se casam. O último episódio é aquele em que o primo de Tony decide lançar chilis enlatados com o nome do Major Nelson. Entre os atores convidados estão: Farrah Fawcett, Dick Van Patten, Jackie Coogan, Harold Gould, Francine York, Alan Oppenheimer, entre outros.

TCM Traz Seis Novas Séries Antigas

O canal TCM, o único no Brasil que está apostando nesse filão de mercado, está trazendo seis “novas” séries antigas: Túnel do Tempo, Besouro Verde, A Ilha dos Birutas, F.B.I., Centro Médico e Além da Imaginação. As duas primeiras com a dublagem original e as demais redubladas (a despeito do canal USA já ter exibido Além da Imaginação com sua dublagem original). As séries de 50 minutos terão dois intervalos comerciais; as de meia-hora não terão intervalos. As estréias serão nos dias 1 e 2 de setembro.

No Brasil, o TCM Classic Hollywood é transmitido desde seu primeiro dia pela operadora via satélite Tecsat. Atualmente, outras operadoras também carregam seu sinal, como TVA Digital (São Paulo), Astralsat (via satélite), além de algumas outras de menor porte como a Viacabo. Porém, com quase dois anos no ar, ainda não conseguiu ser distribuído pelas maiores operadoras do Brasil, ou seja Sky, Directv (ambas em processo de fusão) e a Net. O canal, pertencente à Turner Television, está exibindo séries da MGM, Paramount, Universal, Columbia e Fox.

Outras séries exibidas pelo canal são: Chip´s, Kojak, I Love Lucy, Os Intocáveis, Jeannie é um Gênio, Os Três Patetas e A Feiticeira.

 

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