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BBC2 estreia ‘Peaky Blinders’

Peaky Blinders, anunciada em julho de 2012, estreia esta noite pelo canal BBC2 da Inglaterra. A série é considerada por parte da crítica britânica como o equivalente inglês da americana Boardwalk Empire. Criada por Steven Knight, a série tem como base a história real da família Shelby, criminosos que sobreviviam de assaltos, extorsões, apostas e mercado negro. Sua ‘marca registrada’ era a utilização de navalhas com as quais agrediam seus adversários e se defendiam de ataques.

A história inicia no ano de 1919. A família Shelby é liderada por Tommy Shelby (Cillian Murphy), um veterano da 1ª Guerra Mundial que perdeu o respeito por autoridades, bem como seu temor a Deus. Seu objetivo é estabelecer seu domínio na cidade, que sofre com o pós-guerra, uma crise econômica e greves.

Com a volta dos soldados para casa, muitas das armas utilizadas na guerra foram recolhidas das trincheiras e contrabandeadas para diversas cidades, tornando-se objeto de desejo de revolucionários comunistas e criminosos comuns. Boa parte dos sobreviventes que sofrem traumas de guerra são ignorados pelo governo, mas acolhidos pelas gangues. Em Birmingham, a violência se torna uma arma estratégica, e as regras e leis sociais são moldadas e transformadas de acordo com os interesses dos criminosos.

Tia Polly (Helen McCrory), a matriarca da família Shelby, uma mulher extremamente religiosa, cuidou dos negócios enquanto os rapazes lutavam na guerra. Agora que Tommy retornou e assumiu o comando, ela se torna sua conselheira.

Arthur (Paul Anderson) é o irmão mais velho de Tommy que acredita ser seu direito assumir o comando da gangue. Mas seu temperamento não permite que ele consiga estabelecer a autoridade necessária. Joe (Joe Cole), o irmão mais novo, perdeu a esposa durante a guerra e agora está responsável pela criação dos quatro filhos. A família se completa com Ada (Sophie Rundle), a irmã rebelde que só se interessa pela boa vida. Ela é apaixonada por Freddie Thorne (Iddo Goldberg, de Secret Diary Of A Call Girl), um jovem com aspirações políticas que não teme os irmãos de Ada.

A família enfrenta uma gangue adversária comandada por Billy Kimber (Charlie Creed-Miles), que controla o jogo legal e ilegal em diversas regiões da Inglaterra.

No entanto, o reinado da família é ameaçado por C.I. Campbell (Sam Neill, de The Tudors), o novo chefe de polícia, recém-chegado de Belfast que, sob as ordens de Winston Churchill (Andy Nyman), está determinado a limpar as ruas de Birmingham dos criminosos e dos revolucionários comunistas.

No elenco também está Annabelle Wallis (The Tudors), que interpreta Grace Burgess, uma bela e misteriosa jovem irlandesa que trabalha no bar local. Ela guarda um segredo que pode prejudicar a família Shelby. Outros atores que fazem parte do elenco são Tommy Flanagan como Arthur;  Alfie Evans-Meese como Finn; Tony Pitts como sargento Moss; Jack Hartley como Billy Lovelock; e Ned Dennehy como Charlie, entre outros.

Em entrevistas para divulgar a série, Knight disse que a ideia de criar Peaky Blinders surgiu do seu interesse de contar a história de uma gangue que influenciou a vida de sua família. Seu tio, por parte de pai, era um dos membros da Peaky Blinders; o pai, então com dez anos, era o garoto de recados da gangue e sua mãe, na época uma menina de nove anos de idade, era utilizada por eles para recolher apostas. Knight cresceu escutando as histórias que seu pai contava, o que o levou a acumular uma quantidade de situações que são desenvolvidas na série. Esta, por sua vez, levou duas décadas para ter sua produção aprovada.

Para Knight, seria ideal que a série conseguisse produzir três temporadas. Seu objetivo é o de levar a história até o período da 2ª Guerra Mundial. A segunda temporada já está sendo planejada, embora ainda não tenha sido aprovada, a qual introduzirá dois novos vilões na trama, que enfrentarão a família Shelby.

A primeira temporada da série tem seis episódios produzidos pela Tiger Aspect em parceria com a Caryn Mandabach Productions, com o apoio financeiro do Yorkshire Content Fund. A direção é de Otto Bathurst.

Cliquem nas imagens para ampliar. Confiram aqui um trecho do primeiro episódio

11/09/2013

às 18:04 \ Séries Anos 2000-2009, Séries Inglaterra

BBC Brasil anuncia transmissão simultânea de ‘The Day of The Doctor’ e ‘An Adventure in Space and Time’

O Brasil fará parte do grupo de países que exibirá simultaneamente com o Reino Unido dois dos especiais produzidos para celebrar os 50 anos de produção da série britânica Doctor Who. No dia 23 de novembro, quem tiver acesso ao canal BBC HD poderá acompanhar a exibição do episódio especial The Day of The Doctor. No mesmo dia, ainda não há informações se na sequência, será apresentado An Adventure in Space and Time, telefilme de 90 minutos que dramatiza a criação da série.

Escrito por Steven Moffat e dirigido por Nick Hurran, o especial The Day of The Doctor tem 75 minutos de duração. No Reino Unido e em outro países, ele também será apresentado em sua versão 3D em salas de cinema. A história dá continuidade à sétima temporada da nova versão de Doctor Who. Portanto, quem ainda não viu os episódios desta temporada precisa conferir antes de acompanhar o especial.

No elenco estão Matt Smith (o atual Doutor),David Tennant (o décimo Doutor) e Billie Piper (Rose), bem como John Hurt e mais ‘uma ou duas surpresas’, conforme divulgado pelo canal britânico.

Já o telefilme, com roteiro de  Mark Gatiss (Sherlock), é estrelado por David Bradley, que interpreta William Hartnell, o primeiro Doutor. No elenco também estão Reece Shearsmith (Psychoville), que dará vida a Patrick Troughton, o segundo Doutor; Brian Cox (Bob Servant Independent), como Sydney Newman, um dos criadores da série; e Jessica Raine (Call the Midwife), como a produtora Verity Lambert, entre outros.

A BBC Brasil não confirmou ainda os horários em que os programas irão ao ar. Também não há informações sobre a exibição dos demais documentários anunciados no dia 10 pelo canal BBC britânico.

Cliquem na foto para ampliar.

11/09/2013

às 16:59 \ Opinião, Remakes, Séries Anos 2010-2019

Remake de ‘Getting On’ estreia em novembro

Elenco da série original 'Getting On' (Foto: BBC/Arquivo)

Depois de ler diversos comentários na imprensa britânica sobre a premiada Getting On, resolvi conferir a série no início deste ano, depois que o DVD das três temporadas foi lançado no Reino Unido. Esta não é uma produção fácil de acompanhar, mas para aqueles que lhe derem uma chance, será bem recompensado.

Getting On é uma sitcom britânica que, como tantas outras, explora o humor com base em situações que geram desconforto. E visto que a história é situada na ala geriátrica de um hospital público, existem muitos momentos que podem incomodar o telespectador que está apenas atrás de uma piada.

Criada e estrelada por Jo Brand, Joanna Scanlan (The Thick of It) e Vicki Pepperdine, a série foi produzida entre 2009 e 2012, com um total de três temporadas e quinze episódios.

Na história, Brand interpreta Kim Wilde, uma enfermeira aposentada que volta a atuar na área. Ela logo descobre que os tempos mudaram. Não apenas a tecnologia é outra como também surgiram leis e regras que redefiniram a forma como as enfermeiras devem exercer seu trabalho, sobre as quais ela não foi informada.

Por exemplo, em um dos episódios da primeira temporada, Kim tenta acalmar uma senhora que está visivelmente alterada, avançando agressivamente em sua direção. Ao tentar impedi-la que ela continue avançando, Kim recebe a advertência de sua colega, que lhe diz que ela não pode tocar na paciente daquela forma, caso contrário, ela e o hospital poderão ser processados.

Ainda assim, Kim consegue estabelecer um certo grau de relação com os pacientes e seus familiares, que remonta à época em que era jovem e se importava.  Por outro lado, Denise Flixter (Scanlan), sua colega de trabalho e superior, é o tipo de enfermeira que se atém às normas do hospital e da profissão, muitas vezes sem se preocupar se o paciente está ou não sendo bem atendido.

A ala está sob os cuidados da Dra. Pippa Moore (Pepperdine), uma cientista que se interessa pelas doenças de seus pacientes. Egocêntrica e sem qualquer tato social, ela vive dizendo ou fazendo alguma coisa que a diminui perante suas colegas e pacientes, embora ela não perceba isso. Pippa é casada com Phillip (Hugh Bonneville, de Downton Abbey, que aparece em um episódio). Mas, quando a relação termina, ela começa a se interessar pelo Dr. Healy (Peter Capaldi, de The Thick of It, que aparece em três episódios), o que o força a buscar formas de se livrar dela sem ser rude.

No elenco também estão Ricky Grover, que interpreta o enfermeiro Hilary Loftus, por quem Denise se interessa; e Cush Jumbo, que na terceira temporada interpreta a enfermeira Damaris Clarke.

Os episódios lidam com diversas situações relacionadas com os problemas dos pacientes, da administração do hospital e relacionamentos entre os funcionários. O hospital atende pacientes que, em boa parte, vivem sozinhos ou não têm quem cuidar deles, bem como estrangeiros, e por vezes alguns indigentes.

(E-D) Laurie Metcalf e Niecy Nash (Fotos de bastidores do remake americano divulgadas pela HBO)

Acho difícil que o remake americano, anunciado pela HBO em março, consiga resgatar o mesmo clima introduzido na série original. Trata-se de uma comédia que encontra humor em um ambiente depressivo. É  uma abordagem muito típica das produções britânicas e normalmente evitada pelas séries americanas, que sempre buscam suavizar ou alegrar de alguma forma situações, personagens  e ambientes (ao menos quando se trata de comédia). Ainda assim, pela boa qualidade do original, o remake americano desperta curiosidade (mas quem tiver a oportunidade de ver o original, não perca).

A HBO anunciou esta tarde que a versão americana estreia nos EUA no dia 24 de novembro. Ainda não há informações de que ela seja exibida no Brasil, mas seria interessante que, caso seja, a HBO Brasil também adquira a série original. A versão americana é de Mark V. Olsen e Will Scheffer (ambos da péssima Big Love).

A série original produziu três episódios para sua primeira temporada e mais doze para as duas temporadas seguintes. O remake terá seis episódios em sua primeira temporada.

A história é situada na ala geriátrica feminina do hospital municipal de Long Beach. Na história, a Dra. Jenna James (Laurie Metcalf, de Roseanne), uma mulher sem qualquer tato social, é a diretora temporária do setor. Ela tenta manter o foco em seu trabalho, mesmo estando sobrecarregada em sua função. Na equipe estão Dawn Forchette (Alex Borstein), chefe das enfermeiras, uma mulher que, apesar de se importar com as pessoas, tem problemas de autoestima; e Marta Ortley (Niecy Nash, de Reno 911!), que voltou a trabalhar como enfermeira depois que o país entrou na crise econômica.

No elenco também estão Molly Shannon, como Phyllis Sullivan; Joel Johnstone, como Andrew Cesario;  Daniel Stern, como Richard James, marido de Jenna; e Harry Dean Stanton, como Leonard Butler, entre outros.

Alex Borstein

Imagens do primeiro episódio da série britânica.

11/09/2013

às 10:30 \ Minisséries, Séries Suécia

BBC adquire minissérie sueca sobre relacionamentos e AIDS

O canal BBC4 da Inglaterra adquiriu os direitos de exibição de Don’t Ever Wipe Tears Without Gloves (Torka Aldrig Tårar Utan Handskar), minissérie sueca em três episódios que será exibida no Reino Unido ainda este ano. Premiada na França, a minissérie foi exibida na Suécia em outubro de 2012.

A minissérie é uma adaptação de Jonas Gardell de sua própria obra, uma trilogia. O primeiro livro traz o título de Love; o segundo recebeu o título de Hate e o terceiro de Disease. Na minissérie, os episódios trazem os títulos de Love, Disease e Death.

A história acompanha a vida de uma comunidade gay que luta contra o preconceito enquanto tenta lidar com a epidemia da AIDS em Estocolmo, década de 1980. No centro da trama estão dois jovens (Adam Lundgren e Adam Pålsson) que vivem uma história de amor.

Rasmus (Pålsson) é um rapaz de 19 anos que chega em Estocolmo, onde se envolve com a comunidade gay quando faz amizade com Paul (Simon J. Berger). Durante um jantar, Rasmus conhece Benjamin (Lundgren), por quem se apaixona. Benjamin foi rechaçado pelos pais quando assumiu sua homossexualidade.

Os dois decidem viver juntos enfrentando as dificuldades do dia a dia enquanto constroem um relacionamento. Até que um deles é diagnosticado com AIDS, levando o parceiro a ajudá-lo em cada etapa da doença. Parte do último episódio retrata as lembranças daquele que sobreviveu à epidemia, que faz uma retrospectiva de sua vida, desde a infância até a fase adulta.

Segundo o canal sueco SVT, a minissérie teve uma grande acolhida pela crítica local, bem como pelo público, registrando a média de 34% de share. Em abril de 2012, a produção ganhou o Audience Award no Series Mania Festival, realizado em Paris, França, desbancando as americanas Game of Thrones e House of Cards. A minissérie também foi indicada ao Prix Europa 2013, que será realizado em outubro.

Don’t Ever Wipe Tears Without Gloves é uma produção da Sveriges Television, com distribuição da SVT Internacional. A direção é de  Simon Kaijser.

BBC começa a divulgar a programação dos 50 anos de ‘Doctor Who’

 

Postagem atualizada no dia de sua publicação.

Entre novembro e dezembro o Reino Unido habitará o universo de Doctor Who. O canal BBC prepara diversos especiais, bem como uma campanha nas ruas, para celebrar os 50 anos da série de ficção científica de maior duração da história da TV.

O ponto alto da festa será a exibição de The Day of The Doctor, título do especial que reúne Matt Smith (o atual Doutor), David Tennant (o décimo Doutor) e Billie Piper (Rose). No elenco também está John Hurt e mais ‘uma ou duas surpresas’, conforme divulgado pelo canal.

Escrito por Steven Moffat e dirigido por Nick Hurran, o especial tem 75 minutos de duração e irá ao ar no dia 23 de novembro. Filmado em 3D, o especial também será exibido no cinema de diversos países. Ainda não há informações de que o Brasil esteja incluído, mas ficarei surpresa se estiver.

Segundo o que vem sendo divulgado pela imprensa britânica, a história deverá trazer os Zygons, os Daleks, os Cybermen e a UNIT, organização militar com a qual o Doutor trabalhou na década de 1970, quando era interpretado por John Pertwee (falecido em 1996).

No mesmo mês, será exibido o telefilme An Adventure in Space and Time, de Mark Gatiss (Sherlock), que dramatiza a criação da série em 1963. A produção é estrelada por David Bradley, que interpreta William Hartnell, o primeiro Doutor; Reece Shearsmith (Psychoville), que dará vida a Patrick Troughton, o segundo Doutor; Brian Cox (Bob Servant Independent), como Sydney Newman, um dos criadores da série; e Jessica Raine (Call the Midwife), como a produtora Verity Lambert, entre outros.

Pelo canal BBC2 será exibido um especial apresentado por Brian Cox, que fará uma análise da ciência apresentada na série. O canal também exibirá Me, You and Doctor Who, apresentado por Matthew Sweet, que fará uma análise do impacto cultural da série. No canal BBC4, serão exibidos os quatro episódios restaurados da primeira história da série, quando ela era estrelada por William Hartnell.

Na BBC3 serão exibidos episódios de um programa que recebeu o título de Doctor Who: The Ultimate Guide, que explica a mitologia da série para quem ainda não a conhece ou sabe pouco sobre ela. No Radio 2 será apresentado o documentário Who Is the Doctor?, especial com 90 minutos de duração que explica quem é o Doutor. O programa apresentará diversas entrevistas, bem como material de arquivo.

No momento, a produção da série realiza as filmagens do especial natalino, que será exibido no Reino Unido no dia 25 de novembro. Ainda sem título divulgado, o especial marcará a saída de Smith e a entrada de Peter Capaldi (da imperdível The Thick of It), que a partir da oitava temporada (da atual versão da franquia), assume o personagem. Os episódios da oitava começam a ser filmados em janeiro. A previsão de estreia é para o segundo semestre de 2014.

No especial de natal, Smith utilizará uma peruca, tendo em vista que o ator raspou a cabeça para participar de um filme nos EUA.

As quatro últimas fotos desta postagem e o vídeo são imagens do especial de natal, que está em fase de filmagens em Cardiff.

Cliquem nas imagens para ampliar. 

Trailer de ‘Atlantis’ – 1ª Temporada

Informações sobre a série aqui.

Preview de ‘The Wrong Mans’, comédia de espionagem

A sitcom The Wrong Mans é uma coprodução entre o canal BBC2 da Inglaterra e o site de streaming Hulu dos EUA. A primeira temporada recebeu a encomenda de seis episódios. Esta é uma produção criada e estrelada por  James Corden e Mathew Baynton (Spy), que a classificam como um thriller cômico.

A história apresenta Sam (Baynton) e Phil (Corden), dois homens que seguem uma rotina monótona em um escritório. Mas a vida dos dois sofre uma reviravolta quando, na cena de um terrível acidente de carro, o celular de uma das vítimas toca. Sam decide atender, o que leva a dupla a se envolver em uma conspiração criminosa. Mesmo estando no lugar errado, na hora errada e dotados das habilidades erradas, cabe à dupla salvar o mundo.

Sam é um rapaz que está com sua vida estagnada. Sem ambição e sofrendo de ataques de pânico, ele trabalha em um escritório tendo como chefe sua ex-namorada, Lizzie Green (Sarah Solemani, de Him & Her). Phil trabalha no setor de correspondência do mesmo escritório. Vivendo com a mãe, Linda (Dawn French, de Vicar Of Dibley, French & Saunders), a quem ele ama muito, Phil alimenta sonhos e fantasia situações para tornar sua vida mais excitante. Sam é a única pessoa do escritório que atura Phil, o que não significa que sejam bons amigos.

No elenco também estão Emilia Fox (Silent Witness, Merlin), como Scarlett; Nick Moran, como Stephen; Rebecca Front (The Thick of It), como Cox, chefe de investigação do MI5, responsável por desvendar intrigas internacionais; Tom Basden, como Noel, um sujeito que vive implicando com Sam; Karl Roden, Stephen Campbell Moore, Dan Renton Skinner, Benedict Wong, e Rufus Jones (Bob Servant Independent).

A ideia da série surgiu há quatro anos, quando Cordon e Baynton trabalhavam na produção de Gavin & Stacey, sucesso da TV britânica, produzido entre 2007 e 2010. Esta sitcom ganhou um remake americano com o título de Us & Them, que estreia na Fall Season deste ano.

The Wrong Mans ainda não tem data de estreia definida na Inglaterra (mas deve ocorrer entre setembro e outubro). Nos EUA, ela começa a ser exibida no dia 11 de novembro. No vídeo abaixo, temos uma chamada dos atores para o site Hulu, seguido de uma cena do episódio piloto.

As séries britânicas de ficção científica da década de 1970

Tom Baker em 'Doctor Who', década de 1970 (Fotos: BBC/Arquivo)

A década de 1970 é considerada a ‘era de ouro’ da ficção científica da televisão britânica. Foi neste período que surgiram diversas produções que tinham o objetivo de retratar os problemas sociais e políticos da época. Com isso, elas não se limitaram à abordagem ‘super-herói salva o mundo’, mas se permitiram explorar um terreno mais denso e complexo, o que levou a crítica e o público a apoiar e incentivar este gênero, transformando várias produções em cult.

Tudo começou em 1955, quando surgiu o ITV, o primeiro canal comercial do Reino Unido. Dizem que, em seu primeiro ano, o ITV conseguiu ‘roubar’ 30% da audiência da BBC, que até então reinava sozinha. A BBC era o único canal operando no Reino Unido entre 1932 (quando iniciaram as primeiras transmissões experimentais) e 1955, sendo que as transmissões foram suspensas entre 1939 e 1946, período da 2ª Guerra Mundial.

O canal ITV chegou apostando em uma programação mais popular, trazendo com ele (entre outros programas) séries de TV que retratavam diversos tipos de heróis vivendo diferentes aventuras, em ambientes policiais ou de espionagens, bem como de época. Além das produções originais, o ITV também seduzia o público com as séries importadas dos EUA. Tentando vencer a concorrência, a BBC começou a oferecer um número maior de séries que passaram a fazer parte de sua programação voltada para documentários, teleteatros e diversos programas culturais.

A ficção científica foi um dos gêneros explorados pelos dois canais para atrair o interesse da audiência. A BBC já tinha oferecido alguns teleteatros e minisséries que traziam histórias dramáticas com elementos de fantasia e terror. Entre elas, The Quatermass Experiment (1953), minissérie em seis episódios. Na história, três astronautas são infectados por um organismo alienígena que os transforma lentamente em criaturas vegetais.

Então, em 1963, a BBC contratou Sydney Newman, produtor canadense e ex-diretor da ABC – Associated British Corporation (canal inaugurado em 1956), para assumir o cargo de diretor do departamento de drama. Ele substituiu Michael Barry, que estava no cargo desde 1952. Barry pediu demissão por não concordar com os rumos artísticos que a BBC estava seguindo. A contratação de Newman tinha como principal objetivo resgatar o público que migrou para o ITV. Assim, a missão do novo diretor era a de oferecer programas de conteúdo (mantendo o perfil da BBC) com apelo popular (perfil do ITV).

Newman já tinha produzido para a ABC a série Out of This World, programa de ficção científica que narrava uma história diferente por episódio. Bem recebida pela crítica da época, a série conseguiu atrair não só o interesse das crianças, mas também dos adultos. Buscando repetir a dose, Newman desenvolveu a série Doctor Who, que estrearia em novembro de 1963, ocupando um espaço na grade de programação das tardes de sábado que representava o fim do horário infantil e o início dos programas para adultos. Com o objetivo de criar uma série educacional, fugindo da abordagem escapista, Newman e os roteiristas Cecil Edwin Webber e Donald Wilson visualizaram um programa que pudesse educar os jovens com aulas de história, ciências, tecnologias, viagens espaciais e no tempo, enquanto se divertiam vivendo uma aventura.

Em sua concepção original, Doctor Who trazia episódios de meia-hora com histórias divididas entre dois e seis episódios. A primeira história levou o Doutor e seus companheiros de viagem ao mundo pré-histórico. A série não agradou o público e o canal chegou a temer seu cancelamento. Quatro semanas depois, entrou no ar a segunda história introduzindo os Daleks, seres cyborgs que desejam a extinção de outras raças. A audiência subiu, chegando a 9 milhões de telespectadores, garantindo assim a continuação da série. Ironicamente, os Daleks salvaram o Doutor.

'Doomwatch'

Ainda na década de 1960 foram produzidas outras séries de ficção e fantasia que marcaram sua época, como as supermarionations de Gerry Anderson, bem como Adam Adamant Lives! (série que teria inspirado a franquia Austin Powers), Enigma (coprodução americana), Os Campeões, Randall and Hopkirk (Deceased), e a que considero a mais importante de todas, O Prisioneiro.

Doctor Who atingiu o auge de sua popularidade na década de 1970 (com a chegada da TV em cores). Em 1975, com Tom Baker no papel título, a série conseguiu registrar a média de 14 milhões de telespectadores, um número muito alto para os padrões britânicos. Sua crescente popularidade levou os canais a investirem em outras séries de ficção científica para fazer companhia ao Doutor ou disputar seu público.

Neste período, o Reino Unido passava pela crise econômica internacional que gerava greves, cortes de investimentos e uma crise energética. Entre 1973 e 1974, o governo estabeleceu o desligamento dos equipamentos de transmissão da BBC e do ITV que, após as 22h30, não poderiam mais operar, até a manhã seguinte.

Os problemas sociais e políticos da época foram abordados, de uma forma ou de outra, pelas séries de ficção científica que surgiram neste período. As diferenças de classe sociais (tema comumente explorado pela TV britânica), a ideia do totalitarismo, as preocupações com o meio ambiente, entre outras questões, se tornaram temas destas produções.

Comentarei apenas algumas das que se destacaram nesta época, para não deixar a postagem gigantesca.

Em 1970 a BBC1 estreou Doomwatch, série criada pelo doutor Kit Pedler, cientista que serviu de conselheiro para as diversas situações apresentadas na trama, e por Gerry Davis, roteirista que trabalhou em Doctor Who, tendo criado o personagem Jamie McCrimmon. Pedler e Davis também foram os criadores dos Cybermen, raça cyborg inimiga do Doutor. Doomwatch teve um total de três temporadas e trinta e oito episódios. Embora classificada como ficção científica, a série retratava fatos científicos.

Na história, tentando apaziguar os protestos nas ruas e garantir sua reeleição, o governo relutantemente forma o Doomwatch – Department for the Observation and Measurement of Scientific Work, departamento que reúne diversos cientistas com a missão de observar e avaliar as pesquisas científicas que são realizadas por grupos públicos e privados. Sua missão é evitar que essas pesquisas se tornem um perigo para a vida humana ou para o meio ambiente.

O grupo era liderado pelo Dr. Spencer Quist (John Paul), que sentia remorsos por ter ajudado no desenvolvimento da bomba H, tendo perdido sua esposa para os efeitos da radiação. Apesar do apoio do governo, o departamento enfrentava as constantes tentativas de Sir George Holroyd (John Barron) de fechá-lo.

Ao longo de seus episódios, a série mostrou histórias que abordavam temas como o desperdício de produtos químicos e o perigo que eles representam quando despejados no meio ambiente; acidentes envolvendo dispositivos nucleares; o perigo que a poluição representa para a vida na Terra; o perigo que representa o abuso comercial no uso de substâncias tóxicas; além de pesquisas com embriões, mensagens subliminares, substâncias alucinógenas, com animais e mutações genéticas, entre outros.

A primeira temporada termina com a morte de um dos membros da equipe, que leva a um inquérito, o qual pode desacreditar o trabalho do Dr. Quist e fechar o departamento.

A série estreou registrando a média de 13.9 milhões de telespectadores, mantendo mais ou menos essa média ao longo de sua produção. Mas os temas abordados por Doomwatch eram uma constante dor de cabeça para a censura interna da BBC. Isto e o fato da série utilizar imagens reais exibidas em noticiários colocava em risco sua existência.

A série foi cancelada depois que seu último episódio foi censurado. Com o título de Sex and Violence, o episódio trazia imagens reais da execução pública de um ladrão ocorrida na Nigéria em 1970, bem como uma versão ficcional da ativista Mary Whitehouse e do político Lord Longford.

Seu status de cult levou à produção de uma versão cinematográfica em 1972, com roteiro de Clive Exton, e a um telefilme em 1999, com o título de Doomwatch Winter Angel, com roteiro de John Howlett e Ian McDonald.

Em 1975, Terry Nation (criador dos Daleks) estreou na BBC1 a série Survivors, drama situado em um mundo pós-apocalíptico.

Na história, 99% da população na Terra é destruída por uma praga, provocada por um vírus cultivado em laboratório. Os que sobreviveram, por serem imunes ou por terem conseguido se recuperar, tentam se unir para reconstruir a sociedade. Sem a infraestrutura oferecida por um governo e uma sociedade, eles vivem sem energia elétrica em comunidades nos arredores das grandes cidades, onde milhares de corpos estão em decomposição. Aos poucos, essas comunidades começam a entrar em contato entre elas e a se unirem para restabelecer a civilização como a conhecemos.

Entre os personagens estão Abby (Carolyn Seymour), uma mulher que não aceita a morte do filho e passa a procurá-lo na esperança de encontrá-lo vivo; Greg (Ian McCulloch), um engenheiro; Jenny (Lucy Fleming), uma secretária; Ruth (Annie Irving), uma estudante de medicina; e Charles (Dennis Lil), um arquiteto que acha que a solução da humanidade é engravidar as mulheres que sobreviveram.

Survivors foi produzida entre 1975 e 1977, com um total de 38 episódios. Pouco depois, Nation lançou uma novelização que dava continuidade à trama desenvolvida na TV. Em 2008, a BBC tentou resgatar a série produzindo um remake, que trouxe o mesmo título. Sem conseguir provocar o mesmo impacto que a produção original teve na década de 1970, a série foi cancelada com duas temporadas e doze episódios.

Outra produção importante nesta década foi Blake’s 7, que atualmente é alvo de um remake americano. Produzida entre 1978 e 1981, com um total de quatro temporadas e 52 episódios, a série, também criada por Terry Nation, narra uma história situada no futuro. A Terra está unida a outros planetas e governada por um regime totalitário, o Terran Federation, que manipula e controla a sociedade através da política, religião, tecnologia e genética.

Roj Blake (Gareth Thomas) é um dissidente político acusado de molestar crianças. Julgado e condenado, ele é levado a um planeta prisão. No caminho, ele se rebela e consegue tomar a nave Liberator. Junto com Blake, a Liberator transporta outros prisioneiros que o ajudam a tomar a nave. São prostitutas, assassinos e ladrões que acabam se unindo a Blake em sua luta ideológica. No entanto, são pessoas em quem ele não pode confiar.

Entre elas, Avon (Paul Darrow), um mercenário psicopata especialista em computadores, que foi preso por fraude; Vila (Michael Keating), um ladrão; Jenna (Sally Knyvette), uma contrabandista e piloto; e Gan (David Jackson), um homem que foi preso por matar um oficial que violentou sua namorada. Agora ele tem um dispositivo implantado no cérebro que previne que ele mate novamente. Mais tarde, Cally (Jan Chappell), uma alienígena telepática, se une ao grupo, que também conta com a ajuda de Zen (voz de Peter Tuddenham), o computador da nave Liberator.

Parte do elenco de 'Blake's 7'

O público acompanha a luta do grupo para derrubar o governo, muito embora a maioria dos personagens não sustentem interesses ideológicos e Blake seja acusado várias vezes de ser fanático. Com baixo orçamento, a série foi produzida por quatro temporadas e 52 episódios. Ao longo da história, um dos personagens centrais morre e Blake desaparece em ação. Isto porque Gareth decidiu deixar o elenco ao final da segunda temporada. Assim, durante todo o terceiro ano, Blake não é visto na história, que é sustentada pelos personagens secundários. Quando a série foi renovada para a quarta temporada, Gareth voltou a interpretar Blake, com a condição de que seu personagem fosse morto no final daquele ano. Embora ainda conquistasse uma boa audiência, a série não foi renovada para sua quinta temporada.

Blake’s 7 foi uma das primeiras a surgir na esteira do sucesso de Guerra nas Estrelas. Conhecido como space opera (novela espacial), o formato também marcou presença na TV americana com Battlestar Galactica, Jornada nas Estrelas: a Nova Geração, Babylon 5 e a australiana Farscape, entre outras.

Ao longo da década de 1970, a TV britânica também ofereceu U.F.O. (vídeo), Espaço: 1999 (video), Seres do Amanhã (que ganhou dois remakes, o segundo estreia este ano nos EUA – vídeo), The Adventures of Don Quick (uma sátira sobre um astronauta viajando pelo espaço e conhecendo novos mundos), Moobase 3 (sobre uma comunidade científica européia vivendo em uma colônia lunar no ano de 2003), The Omega Factor (sobre um jornalista com poderes psíquicos), Sapphire & Steel (sobre dois alienígenas que tomam a forma humana e são enviados à Terra para corrigir problemas causados por um ruptura na linha do tempo), The Guardians (situada em um futuro próximo onde a Inglaterra é dominada por um governo militar totalitário), Timelisp (sobre dois adolescentes que viajam no tempo) e Star Maidens (sobre um planeta dominado por mulheres que utilizam os homens como escravos e objetos sexuais), entre outros. A década também apresentou o retorno de Out of the Unknown (adaptação de contos de ficção científica e fantasia), com uma última temporada da série produzida entre 1965 e 1969.

Com a década de 1980, começaram a surgir novas tecnologias que passaram a ser utilizadas pela indústria do entretenimento. Os EUA foi o país que melhor aproveitou essas mudanças tecnológicas, produzindo séries de ficção e fantasia com super-heróis ou viagens espaciais. O orçamento dessas novas tecnologias era proibitivo para os padrões dos canais britânicos, que não conseguiram competir com as produções importadas dos EUA. Assim, a TV britânica, alegando um desgaste do gênero, começou a abandonar este tipo de produção. Doctor Who ainda resistiu por mais uma década, mas não conseguiu entrar nos anos de 1990, voltando apenas em 2005 (o filme de 1996 é uma coprodução americana).

Nos anos de 1980 a maioria das séries de ficção britânicas eram comédias ou produções infantis. Entre as que se destacam estão Red Dwarf (vídeo)série com oito temporadas que virou cult, ganhando dois retornos, um em 2009 e outro em 2012; e The Hitch Hikers Guide to the Galaxy, versão para a TV da obra de Douglas Adams, com apenas seis episódios produzidos. Outra produção deste período é Hammer House of Mystery and Suspense, que se apoiava mais no tema terror e fantasia que ficção científica. Também foram exibidas algumas minisséries, como Day of the Triffids, que ganhou um remake em 2009; e o telefilme Max Headroom, que gerou um talk show americano, apresentado por Headroom.

Cliquem nas três primeiras fotos para ampliar.

Trailer das próximas atrações da BBC1

O vídeo traz imagens da terceira temporada de Sherlock, da segunda de Ripper Street, da primeira de Quirke e By Any Means e das minisséries The MusketeersThe Great Train Robbery, The Escape Artist e What Remains (já em exibição na Inglaterra).

30/08/2013

às 11:42 \ Pilotos de Séries, Versão Televisiva

Novos projetos e pilotos – Agosto 2013 – Parte 13

BBC

Grey Mates – Projeto de Richard Pinto que ganhou a encomenda de um episódio piloto para avaliação. A história acompanha a vida de três casais na meia-idade que costumam se encontrar em eventos sociais em Norfolk. A atriz Alison Steadman (Gavin & Stacey e Love & Marriage) está no elenco. A produção é da Hat Trick Productions. As filmagens iniciam em setembro.

CBS

Raised By Wolves – Projeto de Fred Savage (ator de Anos Incríveis), Matt Dearbon e Racelle Rosett (Blossom). Trata-se de uma sitcom sobre um rapaz de vinte e poucos anos que assume a responsabilidade de cuidar da filha de sete anos. Para tanto, ele conta com a ajuda de seus amigos, todos homens solteiros. A produção é da CBS TV Studios. Vale a pena lembrar que existe um projeto na Inglaterra, pelo Channel 4, que traz o mesmo título.

Cinemax

Blanco – Projeto de Mark Rosner (Blue Bloods) que apresenta a vida de um gângster que, atuando como informante da polícia, aproveita para criar seu próprio império. A produção é da Fox TV Studios em parceria com a Lakeshore Entertainment.

Fox

Bad Guys – Projeto de Matt Miller e Zev Borow, ambos de Chuck. A história gira em torno de Lea Morris, detetive da polícia de Nova Iorque, e de seu pai, Nalin Morris, ex-condenado que está sob condicional buscando uma segunda chance com a filha e tentando se aproximar do neto. A produção é da Warner Brothers TV.

Alex Delaware (título de referência) – Projeto de Pam Veasey, que adapta a obra de Jonathan Kellerman. A história acompanha os trabalhos de Delaware, um psicólogo forense que se une a Milo Sturgis, um detetive gay da polícia, para solucionar crimes. A produção é da Jerry Bruckheimer Television em parceria com a Warner Brothers.

Les Misérables (título de referência) – Projeto de Rob Thomas (Veronica Mars) e Graham Norris que adapta a obra de Victor Hugo para o tempo presente. A história apresenta um brilhante advogado que tenta manter em segredo o fato de ter sido injustamente condenado há alguns anos. Ainda perseguido por um promotor que não descansa enquanto não encontrá-lo e levá-lo de volta à cadeia, ele circula entre os membros da alta sociedade, lida com seus problemas pessoais e tenta ajudar pessoas inocentes. A produção é da Warner Brothers TV em parceria com a Rob Thomas Productions. Vale a pena lembrar que a série da década de 1960, O Fugitivo, também utilizou a obra de Hugo como referência.

Projeto de McPherson e Gersten – Desenvolvido por Steve McPherson e Kate Gersten, o projeto é uma comédia que adapta uma peça de Gersten, estudante da Julliard School. A história gira em torno de duas mulheres que foram melhores amigas na faculdade e agora se reencontram na meia-idade. A produção é da Lionsgate TV em parceria com a Wonder Monkey e a Fishbowl.

Projeto de Schwartz e McPherson – Desenvolvido por Brandon Schwartz e Steve McPherson, o projeto é uma comédia sobre um homem otimista, porém obsessivo e desorientado. A produção é da Lionsgate TV.

Paul Giamatti (Foto: Getty)

FX

Hoke – Projeto de Scott Frank, que adapta a obra de Charles Willeford. O canal encomendou a produção de um episódio piloto para avaliação. Situada na década de 1980, a história acompanha Hoke Moseley (Paul Giamatti, de John Adams), um detetive durão e amalucado da polícia de Miami. A produção é da FX Productions.

ITV2

Cockroaches – Projeto de Freddy Syborn que ganhou a encomenda de um episódio piloto para avaliação. As informações sobre o enredo não foram divulgadas, apenas que se trata de uma sitcom situada em um período pós-apocalíptico. A produção é da Big Talk Productions.

 NBC

Projeto de Ritter, Kaplan e Vassey – Desenvolvido pela atriz Krysten Ritter (Don’t Trust the B– at Apartment 23) e Aaron Kaplan, com roteiro de Liz Vassey (CSI), o projeto é uma comédia sobre um grupo de seis amigos que se encontram toda quarta-feira à noite para jogar boliche. Entre eles, um casal que, após a separação, disputam a atenção dos demais. A produção é da Kapital Entertainment em parceria com a Universal TV.

 

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