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Arquivo da categoria Versão Teatral

06/07/2011

às 14:38 \ Séries Anos 1960-1969, Teatro, Versão Teatral

Brooke Shields é Mortícia Addams na Broadway

O musical “Addams Family” é uma adaptação da obra de Charles Addams que traz a história da macabra família recebendo a visita de forasteiros para um jantar. Anunciada em 2007, a montagem traz texto de Marshall Brickman e Rick Elice, com músicas compostas por Andrew Lippa. A estreia ocorreu entre em 2010.

No papel de Mortícia estava a veterana Bebe Neuwirth, que na TV é conhecida como a ex-esposa de “Frasier”. Seu marido Gomez era interpretado por nada mais, nada menos que Nathan Lane.  A dupla deixou o elenco este ano, sendo substituída por Brooke Shields, que já estrelou “Suddenly Susan”, e por Roger Rees, de “The West Wing” e “Cheers”.

Brooke não é cantora, mas seu nome garante público a nível internacional. A atriz deverá ficar em cartaz nesse musical até o mês de agosto.

Nas fotos abaixo vemos várias cenas de Brooke caracterizada como Mortícia, papel que na série de TV foi interpretado por Carolyn Jones. Para os fãs da série dos anos de 1960, a série foi lançada em DVD no Brasil em três volumes.

Zorro, o Musical Estreia em São Paulo

Murilo Rosa

No dia 16 de julho estreia no Teatro das Artes a versão brasileira de “Zorro, The Musical”, produção inglesa que teve sua primeira montagem em março de 2008. Com base na obra de Isabel Allende, a montagem traz vários números de danças flamengas, acrobacias, esgrimas e canções compostas pelo grupo The Gipsy Kings; entre elas “Bambeleo,” “Baila Me” e “Djobi Djoba”.

Na versão brasileira, o personagem do Zorro é interpretado pelos atores Murilo Rosa, que também é o co-produtor da montagem, e por Jarbas Homem de Mello. O segundo substitui o primeiro sempre que as gravações com a novela “Araguaia” o impedem de se apresentar na peça. No elenco também estão Camila Camargo, filha de Zezé Di Camargo, Claudio Curi, Naima, Luiz Araújo e Gerson Steves, no papel do Sargento Garcia. Ao todo são 27 atores no palco que contam com o apoio de uma orquestra de 10 músicos, tendo a direção musical de Willy Verdaguer e direção artística de Roberto Lage, com texto e músicas traduzidas por Vitor Beire.

Na história, Don Diego de La Vega está vivendo entre os ciganos em Barcelona quando recebe a notícia de que seu pai morreu. De volta à Califórnia, na acompanhado por seus amigos ciganos, Diego encontra seu irmão, Ramon, que assumiu o posto de alcaide. Como líder de seu povo, Ramon se torna um verdadeiro tirano, motivando Diego a criar o herói mascarado Zorro, que tem a missão de derrotar Ramon e salvar seu povo.

A história do Zorro foi publicada pela primeira vez em 1919, criado por  Johnston McCulley. Sua origem é incerta: alguns apontam “O Pimpernel Escarlate/Scarlet Pimpernel” como fonte de inspiração; outros, citam Joaquim Murieda, um bandido mexicano que realmente viveu por volta dos anos de 1800, época em que a história é situada. Ele teria lutado contra as injustiças cometidas contra seu povo, marcando o inimigo com sua espada.

Em 1920, Zorro ganhou sua primeira incursão cinematográfica, ainda na época do cinema mudo (ou silencioso, como queiram). Produzido e estrelado por Douglas Fairbanks, o filme “A Marca do Zorro” teve como base a história “A Maldição de Capistrano”, de McCulley.

Uma das grandes contribuições do filme à imagem do personagem, foi a máscara, que na obra literária cobria todo o rosto, enquanto que no filme, cobria apenas os olhos. Dessa forma, o público poderia ver que era o próprio Fairbanks quem realizava todas as ações do personagem, com seu sorriso inconfundível. O ator também decidiu distinguir os dois personagens, Diego e Zorro, dando ao primeiro uma postura afeminada, a qual servia para ludibriar seus inimigos. O sucesso do filme levou McCulley a publicar novas histórias, desta vez moldando o herói à imagem de Fairbanks.

Robert Levinson estrelou a primeira produção de um filme do Zorro para o cinema falado, em 1936, com “The Bold Caballero”. Nesse mesmo ano, a Republic Pictures começou a produzir um seriado para o cinema estrelado pelo personagem, que saiu da Califórnia e foi para o Velho Oeste. Entre os atores que deram vida ao personagem nesse período estão John Carroll, George Tuner e Clayton Moore, que mais tarde estrelaria a  produção “The Lone Ranger/O Cavaleiro Solitário”, que no Brasil também era conhecida como Zorro.

Em 1940 a Fox produziu uma nova versão da obra de McCulley, desta vez estrelada por Tyrone Power. “A Marca do Zorro”, que foi mais fiel à história do livro que o filme de Fairbanks. Após várias versões europeias e histórias em quadrinhos, McCulley vendeu os direitos autorais sobre o personagem e sua história ao amigo Mitchell Goetz, que por sua vez a ofereceu à Walt Disney em 1952.

Guy Williams

Por sua vez, Disney estava à procura de histórias que pudesse produzir para a televisão, com o objetivo de obter o lucro para investir em seu novo projeto: um parque de diversões que foi batizado de Disneylândia. Mas, conhecido por sua obra animada, Disney teve dificuldades em convencer um canal de TV a comprar a ideia de uma produção estrelada por atores e produzida pelos estúdios Disney. A ABC impôs a produção de um piloto para avaliação antes de comprar o projeto da série. Disney se negou a fazê-lo e o projeto foi cancelado.

Mais tarde, Disney produziu um telefilme sobre a história de “Davy Crockett”. O sucesso estrondoso da produção fez com que mais quatro telefilmes fosse produzido, gerando o lucro que Walt precisava para dar início à construção da Disneylândia. Mas, no final da década de 50, ele se viu novamente sem recursos financeiros para finalizar a obra, tendo esgotado todas as alternativas de financiamentos. Assim, resgatou o projeto de uma série sobre o Zorro. A série, estrelada por Guy Williams, foi produzida entre 1957 e 1959, sendo cancelada em função de uma disputa financeira entre Walt Disney e a ABC, que acabou nos tribunais.

Duncan Regher

Ao longo dos anos 60 e 70, novos filmes surgiram contando a história do Zorro, entre eles, produções estreladas por Alain Delon e Frank Langella. No Brasil, foi produzida uma série em 1969, chamada “As Aventuras do Zorro”, filmada nas instalações da fábrica da Lacta, na Vila Mariana em São Paulo, e exibida pela TV Bandeirantes. José Paulo de Andrade, locutor esportivo da Bandeirantes, ficou responsável em interpretar Zorro/Don Diego; sendo que a série ainda contava com as presenças de Jardel Filho, Suely Franco e Elaine Cristina no elenco.

Em 1981 surgiu a primeira versão animada americana do personagem, com “The New Adventures of Zorro”, dublado por Henry Darrow, que voltaria ao personagem em uma nova versão da Disney produzida em 1983: “Zorro and Son”, que teve apenas cinco episódios. O ator voltaria, desta vez como o pai de Don Diego (substituindo Efren Zimbalist Jr), na série produzida em 1990, que teve Duncan Regher no papel título.

Em 1983 George Hamilton estrelou uma versão diferente do personagem, com “As Duas Faces do Zorro/Zorro the Gay Blade”, que apresenta Diego e seu irmão gêmeo lutando contra o tirano que domina a Califórnia. O problema é que um dos irmãos é gay, enquanto que o outro é um conquistador inveterado.

O sucesso do filme fez com que Guy Williams, agora vivendo na Argentina, cancelasse o projeto que estava desenvolvendo há meses: “Zorro, Vinte Anos Depois”. A ideia era voltar a interpretar Zorro em um filme para o cinema, no qual ele interpretaria o velho Don Diego, que passa a responsabilidade a seu filho de dar continuidade à luta do Zorro contra qualquer tirano. O personagem voltaria às telas do cinema em 1996 com o filme estrelado por Antonio Banderas, Anthony Hopkins e Catherine Zeta-Jones.

Em 2005, a chilena Isabel Allende publicou uma biografia fictícia de Don Diego de la Vega/Zorro. Sua obra é um prelúdio à história retratada por Johnston McCulley, na qual apresenta Diego vivendo na Europa onde ele aprende esgrima. Viajando a vários países, ele se envolve com um grupo de ciganos, com quem passa a conviver e a aprender diversos truques os quais o ajudariam mais tarde na composição do herói Zorro.  O musical criado em 2008 e que agora chega ao Brasil tem como base esse livro.

“Zorro, o Musical”
Teatro das Artes
Av. Rebouças, 3970
Shopping Eldorado – 3º piso
Sextas e Sábados, às 21h; domingos, às 19h
Ingressos: R$ 60 a R$ 140.
Fone: 11. 4003-2330

Por curiosidade, para os fãs da série, os videos abaixo apresentam uma homenagem ao ator Guy Williams, que no início dos anos 70, trocou os EUA pela Argentina, onde viveu por cerca de 16 anos. O ator morreu naquele país, tendo seu corpo transladado para os EUA onde foi cremado e suas cinzas espalhadas no mar. Os videos trazem vários momentos da vida de Williams apresentadas pelo programa argentino “Rescate Emotivo”, que contou com depoimentos de amigos, entre eles Suzanne Lloyd e Britt Lommond, que trabalharam com ele na série. No último video, o próprio Williams em participação no programa “Victor LaPlace Show”, de 1979.

(por: Fernanda Furquim)

18/05/2010

às 22:14 \ Versão Teatral

Jessica Biel Rumo à Broadway


A atriz de Sétimo Céu/7th Heaven poderá em breve fazer sua estreia na Broadway com a adaptação musical de Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos/Women on the Verge of a Nervous Breakdown, filme escrito e dirigido por Pedro Almodóvar em 1988. A pré-estreia está marcada para 2 de outubro no Belasco Theatre. Além de dividir-se entre o cinema e o palco, Biel é garota propaganda da Revlon. Vejam abaixo, seu comercial mais recente.

05/05/2010

às 22:16 \ Séries Inglaterra, Versão Teatral

O Inspetor Morse Chega ao Teatro

Dez anos após o encerramento da série inglesa baseada nos romances de Colin Dexter, o mal-humorado investigador chega ao teatro com a peça House of Ghosts, estrelada por Colin Baker (Dr. Who) e escrita por Alma Cullen, responsável por quatro roteiros da série. A peça estreia dia 27 de agosto no Gordon Craig Theatre, em Stevenage, antes de embarcar em uma turnê por 14 teatros na Inglaterra, até 4 de dezembro.

A trama pretende manter-se fiel aos livros e à série com esse novo mistério, que começa quando um velho conhecido do inescrutável Investigador Chefe Endeaveour Morse torna-se o principal suspeito no assassinato de uma atriz.

Sobre seu papel, Colin Baker declarou: “Mais Morse! Só isso já é o máximo, mas a aportunidade de substituir John Thaw e levar ao palco este personagem carrancudo, intuitivo e intelectual é ao mesmo tempo assustador e excitante.”

Inspector Morse foi produzida de 1987 a 2000, com John Thaw no papel título e Kevin Whately como seu pacato assistente, Lewis. Em 2007, seu assistente ganhou sua própria série, com a spinoff Lewis. John Thaw faleceu em 2002.

(por: Marta Machado, a convite de Fernanda Furquim)

27/04/2010

às 14:21 \ Versão Teatral

Batman Vai ao Teatro


O personagem dos quadrinhos já conquistou a TV, com sua divertida versão dos anos 60, bem como o cinema, com diversos filmes. Agora, poderá até levar um prêmio Tony para casa! Isto porque a DC e a Warner Brothers estão trabalhando em uma adaptação do cavaleiro das trevas para o teatro. O espetáculo direcionado à família não será um musical e tem o título provisório de Batman Live.

A peça está sendo desenvolvida pelas empresas que colocaram Mama Mia! na estrada em uma turnê teatral, Nick Grace Management e Water Lane Productions. Alan Burnett (produtor/roteirista responsável pelas séries animadas Batman e Superman, e pelos filmes animados Batman: A Máscara do Fantasma/Batman: Mask of the Phantasm e Lanterna Verde: O Primeiro Voo/Green Lantern: First Flight) está trabalhando na história. Embora não haja detalhes sobre a trama, a peça deve apresentar diversos vilões. Também não há data de estreia, mas a turnê poderá começar em 2011 ou em 2012, após o lançamento no cinema do terceiro Batman de Christopher Nolan.

20/03/2010

às 12:08 \ Séries Anos 2000-2009, Versão Teatral

Fox Nega Versão Teatral de Glee

Lembra que ontem divulgamos a notícia de que os produtores de “Glee” negociavam com a produtora Music Theater International – MTI uma versão da série em peça musical? A notícia tinha sido originalmente divulgada pelo Variety que hoje, dia 20 de março, publica uma nota oficial da 20th Century Fox, na qual o estúdio nega existir qualquer  negociação nesse sentido. O Variety, inclusive, retirou do ar a matéria original.

Segundo o Variety, a informação sobre uma versão teatral de “Glee” tinha sido confirmada pela produtora Music Theater International – MTI. A Fox diz, em sua nota, não entender porque a produtora teria divulgado essa informação.

Segue abaixo:

“Somos muito cuidadosos ao contemplar a extensão da marca ou franquia de nossos produtos e para nós é um mistério os motivos que levaram o Music Theater International a declarar que eles estariam em negociações para levar “Glee” aos palcos do teatro”.

A Fox não apenas negou mas, ao declarar que “são muito cuidadosos (…)”, deixou dúbio o sentido dado à afirmação: eles querem dizer que tomam cuidado em não explorar suas marcas em qualquer nível, ou eles querem dizer que a produtora não seria uma empresa com a qual negociariam?

Glee Poderá Ter Versão Teatral

(clique para ampliar)

Confira uma variação dessa foto aqui

A estrutura de “Glee” já está pronta para ser apresentada nos palcos, visto que o formato das histórias e personagens (e mesmo alguns atores) já são do teatro musical, só que apresentado na TV. Mas, agora, existe um projeto da Music Theater International – MTI, companhia de produção de musicais, de levar para os palcos uma versão de “Glee“.

Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan, criadores da série, estão em negociações iniciais; em função disso, não existem muitos detalhes divulgados pela imprensa. Sabe-se apenas que a montagem teatral poderá ser tanto profissional, quanto estudantil, através da qual seriam oferecidos às escolas, o projeto de montagem feita e protagonizada por estudantes de artes.

A empresa MTI já detém os direitos de montagem de filmes como “Hairspray”, “High School Musical” e da peça que virou filme, “Rent”, os quais já são oferecidos ao teatro profissional e estudantil.

Enquanto as negociações têm início, o elenco de “Glee” sobe aos palcos, não para uma peça musical, mas para um concerto que percorrerá várias cidades americanas como Nova Iorque, Phoenix, Chicago e Los Angeles. Tal qual foi feito com o elenco de “Os Monkees” e com o astro de “A Família Dó-Ré-Mi”, David Cassidy, os atores/cantores de “Glee” iniciam sua turnê a partir do dia 18 de maio com o “Glee Live in Concert”.

Adendo: no dia 20 de março a Fox publicou nota no jornal Variety negando a informação. Confira aqui.

Esse trajeto TV-Teatro é pouco comum. Geralmente uma produção televisiva inicia no teatro, para depois ser adaptada no formato seriado. Foram poucas produções que começaram como série de TV e ganharam versões teatrais. Normalmente, essas adaptações ocorrem com séries que são muito populares, como o caso de “A Ilha dos Birutas“, por exemplo e, é claro, “Glee“. Um dos primeiros personagens que migrou da TV para o teatro foi “Columbo“.

O personagem surgiu primeiro em um episódio da série antológica (sem personagens ou atores fixos), chamada “The Chevy Mystery Show”, o nome era em função do patrocinador do programa, a empresa Chevrolet.  No episódio “Enough Rope”, de 1960, o ator Bert Freed deu vida pela primeira vez ao detetive Columbo.

Os criadores do personagem, Richard Levinson e William Link, tinham interesse em dar a ele sua própria série de TV, mas não conseguiram. Então, levaram-no para o teatro com a peça “Prescription: Murder”, em 1962, com Thomas Mitchell (o pai de Scarlett O’Hara) no papel principal.

O sucesso da peça fez com que a NBC produzisse o primeiro de uma série de telefilmes de 90 minutos com o personagem, em 1968, já estrelado por Peter Falk. Recentemente, o ator Dirk Benedict, de “Galactica” e “O Equadrão Classe A“, estrelou uma nova montagem da peça.

Ilha dos Birutas Ganha Versão Cinematográfica

Uma das séries mais populares dos anos 60 foi “A Ilha dos Birutas/Gilligan’s Island”, sitcom que apresentava um grupo de náufragos tentando sobreviver em uma ilha quase deserta. Formado pelo capitão do barco, Skipper, seu auxiliar desastrado, Gilligan, uma atriz de cinema, Ginger, um professor sabe tudo, um casal de ricaços e uma dona de casa, Mary Ann, o grupo passou três temporadas na ilha.

Ao longo dos episódios, um dos subterfúgios encontrado pelos roteiristas para conseguirem desenvolver uma série sobre um grupo vivendo isolado no meio do nada, foi introduzir visitantes à ilha que surgiam e iam embora, mas por um motivo ou outro, nunca levavam o grupo com eles. Outro subterfúgio, eram os episódios em que membros do grupo sonhavam estarem em outra época e/ou lugar, permitindo, assim, histórias fora da ilha.

Ninguém sabia onde eles estavam, nem mesmo o grupo. Sabia-se apenas que eles estavam perdidos em uma ilha próximo ao Havaí. Ao longo da série, o professor, tentando encontrar uma forma de tirar o grupo daquele local, explicava aos demais sobre a longitude e a latitude da localização da ilha. Mas, de episódio a episódio, os números sempre eram diferentes. Talvez porque os roteiristas não se preocupassem em verificar os episódios anteriores, para mencionar sempre a mesma informação; com isso, ao longo dos anos, os fãs criaram a teoria de que o grupo nunca foi encontrado porque a ilha se movia, algo que hoje se tornou parte do enredo da série “Lost”.

Tendo sido cancelada no intervalo de produção entre a terceira e a quarta temporada, a série nunca apresentou o resgate dos náufragos. Assim, com a crescente popularidade conquistada nos anos 70 graças às reprises, a série ganhou um telefilme no qual o grupo finalmente é encontrado e resgatado. O sucesso da audiência promoveu a produção de mais dois telefilmes. A série também ganhou duas versões animadas, ambas produzidas pela Filmation; e teve também uma adaptação para o teatro musical, produzida na década de 90. Os personagens também foram vistos ou mencionados em dezenas de episódios de outras séries.

Versão para o teatro

A série se transformou em parte da cultura popular. Algumas situações desenvolvidas em “A Ilha dos Birutas”, fez com que “Lost” fosse comparada a ela, apesar da primeira ser uma sitcom e a segunda um drama de ficção científica. Agora, talvez para tentar aproveitar a onda de um grupo perdido em uma ilha, a Warner Brothers e a Atlas Entertainment anunciaram um projeto de levar a série dos anos 60 para o cinema.

O roteiro está a cargo de Brad Copeland, que tem em seu currículo séries como “Arrested Development” e “My Name is Earl”; com produção de Charles Roven e Richard Suckle, tendo Sherwood Schwartz, criador e produtor da série original, envolvido no projeto, juntamente com seu filho, Lloyd Schwartz. O elenco ainda não foi definido, mas em entrevista, Sherwood Schwartz revelou que gostaria de ter Michael Cera, de “Arrested Development”, interpretando Gilligan, papel que foi de Bob Denver.

Por curiosidade, um fã de “A Ilha dos Birutas” montou um clip com cenas da série que fazem referências à situações vividas em “Lost“. As cenas são do primeiro ano, filmado em preto e branco; os dois anos seguintes foram filmados a cores

31/12/2009

às 21:01 \ Séries Inglaterra, Versão Teatral

Série Inglesa Vira Peça


A série cômica Porridge (1974-1977), da BBC, foi transformada em peça e será apresentada no Grand Opera House, em Belfast, Irlanda. A adaptação para o teatro foi escrita pelos criadores da série, Dick Clement e Ian La Frenais. À frente do elenco, o ator Shaun Williamson, das séries inglesas Extras e Scoop, e da novela EastEnders. As apresentações serão dias 26 e 30 de janeiro.

30/11/2009

às 20:59 \ Atores, Versão Teatral

Dirk Benedict Interpreta Columbo


Mais um personagem marcante na carreira de Dirk Benedict. Depois de Starbuck (Galactica) e Cara-de-pau (Esquadrão Classe A/The A Team), agora ele vai ser o esperto detetive Columbo na peça Prescription: Murder.

Este personagem estreou em um episódio da série antológica The Chevy Mystery Show em 1960. O episódio, intitulado Enough Rope, foi adaptado para o teatro em 1962 com o nome de Prescription: Murder e chegou à TV em 1971, com Peter Falk no papel do detetive, que embora desajeitado, tem uma perspicácia surpreendente.

A peça, produzida pela Middle Ground Theatre Company Ltd., começa sua turnê pelo Reino Unido dia 30 de março de 2010, no The New Theatre, em Cardiff (Inglaterra), e se encerrra em julho. Ainda não há informações sobre outras datas e cidades das apresentações. Vocês podem se manter atualizados, visitando a página da Middle Ground.

“Só mais uma coisinha”: a página oficial da peça, faz um convite aos fãs para que enviem suas sugestões para a seleção do restante do elenco. Vocês podem participar clicando aqui.

Será que ele já sonhava com o papel
quando bateu essa foto?

 

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