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Arquivo de 10 de fevereiro de 2012

10/02/2012

às 19:08 \ Séries Anos 2010-2019

‘Sullivan & Son’ é a nova série do canal TBS americano

(E-D) Dan Lauria e Steve Byrne em cena de 'Sullivan & Son' (Foto: Danny Feld/TBS)

Depois de passar pela avaliação de um episódio piloto, a produção da série Sullivan and Son foi aprovada pelo canal a cabo TBS. A primeira temporada recebeu a encomenda de dez episódios, com previsão de estreia para a Summer Season deste ano, período que compreende os meses de junho, julho e agosto, nos EUA.

Criado por  Steve Byrne e Rob Long (Cheers), o projeto foi inicialmente divulgado em outubro de 2010. A história segue a linha de Cheers.

A série é situada em um bar tradicional de um bairro de classe operária no subúrbio de Pittsburgh, na Pensilvânia. Steve Sullivan (Steve Byrne) é um advogado bem sucedido de uma corporação em Nova Iorque que, na companhia de sua namorada Ashley (Brooke Lyons, de 2 Broke Girls, em participação especial), decide fazer uma visita ao pai, Jack Sullivan (Dan Lauria, de Anos Incríveis), filho de imigrantes irlandesas, sua mãe, Ok Cha (Jodi Long, de Eli Stone), imigrante coreana, e à sua irmã, Susan (Vivian Bang).

O casal planeja vender o bar e se aposentar. Mas quando Steve dá uma passadinha no bar onde cresceu, reencontra velhos amigos e resgata antigas lembranças, motivo pelo qual ele decide largar seu emprego em Nova Iorque para assumir o comando do bar.

Entre os frequentadores estão: Owen (Owen Benjamin), amigo de infância de Steve; Hank (Brian Doyle Murray) e Carol (Christine Ebersole), bem como sua antiga namorada, Melanie (Valerie Azlynn).

O bar é frequentado por Owen (Owen Benjamin), amigo de infância de Steve, e sua mãe, Carol (Christine Ebersole, de Royal Pains), uma alcoólatra que costuma contar detalhes sobre sua vida íntima; Melanie (Valerie Azlynn), antiga namorada de Steve; e o rabugento Hank (Brian Doyle-Murray),

A produção é da Warner Horizon Television em parceria com a Wild West Picture Show Productions, empresa de Byrne.

Sullivan & Son é a terceira nova série do canal TBS, que já tinha anunciado a encomenda de Men at Work e The Wedding Band, todas com estreia prevista para 2012.

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10/02/2012

às 17:57 \ Minisséries, Trailers

Trailer de ‘Hatfields and McCoys’

Esta é a primeira minissérie original que será exibida pelo History Channel americano. Embora o canal tenha produzido primeiro The Kennedys, a produção não chegou a ser exibida por ele em território americano, apenas internacional. Cancelada por pressão da família Kennedy, a minissérie foi resgatada e exibida nos EUA pelo canal Reelz.

Estrelada por Kevin Costner e Bill Paxton (Big Love), Hatfields and McCoys é uma minissérie em três episódios que também traz no elenco os atores Tom Berenger, Powers Boothe (Deadwood), Mare Winningham (Mildred Pierce), Lindsay Pulsipher (True Blood) e Jena Malone.

A história retrata a famosa rivalidade entre as famílias Hatfields e os McCoys, a qual promoveu um banho de sangue no período pós-Guerra Civil, chamando a atenção da Suprema Corte dos EUA, que precisou intervir.

Anse (Costner) e McCoy (Paxton) são amigos e companheiros que lutaram juntos na Guerra Civil Americana. Com o fim do conflito, cada um retornou aos seus respectivos lares e famílias. Hatfield foi para Virgínia e McCoy para o estado do Kentucky.

Quando o ex-soldado da União, Asa Harmon McCoy, primo de Randall, é assassinado, as suspeitas recaem sobre um grupo de ex-confederados conhecido pelo nome de Logan Wildcats. Acontece que o grupo foi formado por Anse Hatfield, que se torna o principal suspeito. Esse evento deu início a uma nova ‘guerra civil’ entre as duas famílias, que envolveu amigos, vizinhos e diversos personagens que nada tinham a ver com o caso, cada um sendo obrigado a tomar partido.

Os conflitos entre as duas famílias também serviu de cenário para a história de um amor impossível entre a filha de McCoy e o filho de Hatfield.

Com produção da Thinkfactory Media, em parceria com Kevin Costner, a minissérie, filmada na Romênia, tem direção de Kevin Reynolds, roteiro de Ted Mann (Deadwood) e Ron Parker, e distribuição da Sony Pictures Television.

A estreia está prevista para o dia 28 de maio, nos EUA. Ainda não há previsão de quando será exibida no Brasil.

10/02/2012

às 17:25 \ Biografias, Falecimentos

Peter Breck (1929-2012)

Peter Breck em 1967

Ator da série Big Valley, Peter Breck faleceu no dia 6 de fevereiro, aos 82 anos de idade, no Canadá onde vivia desde a década de 1980. A informação foi divulgada por sua esposa Diane Bourne Breck ao site The Big Valley Writing Desk, mantido por fãs da série produzida entre 1965 e 1969. Horas depois, o Hollywood Reporter confirmou a notícia.

No site oficial do ator, sua esposa divulgou em 2010 que Peter sofria de demência (provavelmente mal de Alzheimer) e já não era mais capaz de participar de convenções. Ele tinha problemas para falar e escrever e sua memória já estava parcialmente apagada.

Em seu e-mail para o site, Diane não informa a causa da morte de Peter, que estava internado em um hospital no Canadá desde o dia 10 de janeiro deste ano.

Joseph Peter Breck nasceu no dia 13 de março de 1929, em Harvehill, Massachussetts. Filho de músicos, que costumavam viajar por várias cidades americanas como membros de uma banda de jazz, Peter foi criado por seus avós. Mais tarde, depois que seus pais se divorciaram, Peter foi viver com a mãe e seu padrasto, um editor de jornal. Peter se formou em arte dramática pela Universidade de Houston, iniciando sua carreira no teatro regional.

Elenco de 'Big Valley': (E-D) Linda Evans, Lee Majors, Peter Breck, Barbara Stanwick e Richard Long. Destes, apenas os dois primeiros ainda estão vivos.

Estreou no cinema depois que Robert Mitchum o viu em uma peça e o convidou a trabalhar no filme Thunder Road, de 1958. Contratado pela Warner Brothers, Peter estreou na TV ainda na década de 1950, com participações em diversas séries de TV.

Ao longo de sua carreira, foi visto em episódios de Gunsmoke, Patrulha Rodoviária, 77 Sunset Strip, A Caravana, O Paladino da Justiça, Xerife de Cochise, Aventura Submarina, Bronco, Hawaiian Eye, Surfside 6, Lawman, Cheyenne, Quinta Dimensão, Mr. Novak, Bonanza, O Marcado, Perry Mason, O Homem de Virgínia, Smith & Jones, Missão: Impossível, SWAT, O Homem de Seis Milhões de Dólares, Vega$, O Incrível Hulk, Os Gatões, A Ilha da Fantasia, Duro na Queda e Dupla Explosiva/L.A. Heat, entre outras.

Entre 1959 e 1960, estrelou sua primeira série, Black Saddle, originalmente batizada com o título de Lawgun, na qual interpretou um pistoleiro que se torna advogado. Entre 1960 e 1962 ele foi Doc Holliday, em vários episódios de Maverick.

Peter em 2009

Mas ele ficaria mais conhecido dos fãs de série por interpretar Nick Barklay, filho do meio de Victoria (Barbara Stanwick) na série Big Valley. Após seu cancelamento, o ator tentou voltar com a série The Secret Empire, produzida em 1979, mas cancelada com apenas 12 episódios. Desde então, seus trabalhos na TV ficaram limitados a participações especiais em diversas produções.

Além de ator, Peter também investiu na carreira de cantor, chegando a gravar alguns álbuns. Na década de 1970 ele montou sua própria produtora, a Breck Entertainment, com a qual produziu filmes independentes.

Peter se casou com Diane em 1960, com quem teve um filho, Christopher, que faleceu vítima de leucemia na década de 1980.

Nesta época, o casal vivia em Vancouver, no Canadá, onde Peter mantinha uma escola de teatro, a The Breck Academy, com a qual montava peças regionais. Após a morte do filho, ele se afastou da carreira e das atividades da Academia, fazendo trabalhos esporádicos.

10/02/2012

às 14:53 \ Séries Anos 2010-2019

Produção de ‘Luck’ sob a mira do PETA

Cena de 'Luck', série que narra os bastidores de um jóquei clube

Quem assiste às séries e filmes que apresentam animais em suas sequências já está acostumado a ver nos créditos finais um aviso: ‘nenhum animal foi ferido durante esta produção’. Estes dizeres representam o selo de aprovação do American Humane Association, que supervisiona o tratamento que os animais recebem pela indústria de Hollywood.

Mas, para a surpresa dos membros do PETA, sigla de ‘People for the Ethical Treatment of Animals’, organização que defende os direitos dos animais, os dois primeiros episódios de Luck, nova série da HBO, não trouxeram em seus créditos finais esses dizeres. Ao invés, lê-se apenas ‘o American Humane Association monitorou as cenas de ação com os animais’.

Ao investigar a questão, os membros do PETA descobriram que, durante a produção dos sete primeiros episódios da série, dois cavalos precisaram ser sacrificados após quebrarem a perna durante as cenas de ação, que representam as corridas de cavalo no jóquei clube de Santa Anita. Os acidentes ocorreram nos bastidores de produção. A cena do episódio piloto em que se vê um cavalo quebrando a perna e sendo sacrificado é ficcional, visto que, segundo a HBO, ela teria sido feita com o recurso de CGI, representando um acidente comum que ocorre com cavalos de corridas.

No dia 27 de janeiro, mais de um mês depois da pré-estreia de Luck nos EUA, que ocorreu no dia 11 de dezembro, a American Humane Association divulgou uma nota oficial relatando o caso. Segundo a Associação, os acidentes ocorreram nos episódios um e sete, durante sequências curtas de corridas. Ainda segundo a nota oficial, os cavalos passaram por exames médicos antes de participarem das gravações. Após os acidentes, eles foram imediatamente atendidos por veterinários e em ambos os casos foi constatado que a fratura era muito grave e inoperável, levando à decisão de sacrificar os animais.

A associação garante que nenhum outro acidente ocorreu durante a produção dos demais episódios, mas em função destes dois casos, não liberou o certificado “No Animals Were Harmed”® para a primeira temporada da série, composta de nove episódios. Em nota oficial, a Associação garante que continua supervisionando a produção, impondo protocolos mais rígidos para garantir a segurança e a vida dos cavalos que são utilizados na série. Entre os procedimentos, a contratação de mais veterinários para a realização mais frequente de check ups e radiografias das pernas dos cavalos que serão utilizados em cenas de corrida, treinamentos diários e implantação de microchips que monitoram a saúde dos animais.

A Associação também explica que os cavalos que aparecem nas cenas são animais de corrida, acostumados a este ambiente. No total, foram utilizados nove cavalos para todas as cenas de ação. Cada um limitado a três percursos por dia, com intervalos entre eles. Cada corrida foi filmada com o uso de diversas câmeras, que teriam mantido uma distância respeitável dos cavalos. Segundo a nota, as cenas vistas na edição final trazem a ilusão de que o espaço entre os cavalos era reduzido, quando na verdade eles estariam mais distantes um do outro. A edição também teria acelerado a velocidade das cenas de corridas.

A nota informa que os cavalos realizaram apenas metade do percurso que normalmente fazem. Antes do início de cada corrida, os animais são posicionados no portão de largada, um de cada vez, sendo que o portão é liberado logo depois para evitar que eles fiquem presos por muito tempo. A Associação também garante que apenas jóqueis experientes montaram os cavalos durante as sequências de corridas. As cenas em que os atores montam um cavalo durante uma cena de ação foram feitas utilizando um animal mecânico preso a um carro, o qual teria mantido distância dos animais reais.

No entanto, apesar de todos esses cuidados, a Associação lamenta a morte dos dois cavalos. Em resposta ao que foi divulgado, representantes do PETA exigiram da HBO a divulgação dos nomes dos cavalos sacrificados, bem como seus respectivos históricos e detalhes sobre o uso específico destes dois animais durante a produção. O pedido foi negado pelo canal, que declarou em e-mail para o PETA que essas informações são confidenciais e não serão liberadas.

O PETA e o American Humane Association são duas instituições independentes uma da outra, que realizam a mesma função: garantir os direitos dos animais e protegê-los de abusos. O PETA surgiu em 1980, na Virgínia. Ela é considerada a maior instituição do mundo voltada para os direitos dos animais.

Ela é certamente mais conhecida que a American Humane Association, fundada em 1877, com o objetivo de proteger animais e crianças. Em 1940, a Associação criou uma divisão dedicada a supervisionar a produção de filmes em Hollywood que utilizam animais, tanto em frente das câmeras quanto por trás. Mas, ao longo de seus 80 anos de atividade junto à indústria do entretenimento, a Associação acumulou diversas críticas feitas por outros órgãos de defesa dos animais, incluindo o PETA, que atacam a política de trabalho da American Humane Association, achando que ela deveria ser mais rigorosa.

‘Smallville’ vai para os quadrinhos

Smallville encerrou sua produção na TV, mas não significa que sua história acabou. Após dez temporadas, a série do canal CW migra para os quadrinhos.

A DC Comics anunciou esta semana que as aventuras do jovem de aço continuarão em versão HQ digital e impressa. Com isso, Smallville segue o caminho que vem sendo explorado por Buffy, a Caça-Vampiros, que ganhou ‘duas novas temporadas’ em HQ pela Dark Horse Comics.

Considerada a 11ª temporada de Smallville, a história é assinada por Brian Q. Miller, um dos roteiristas da produção televisiva, e Pere Perez, com uma edição digital disponibilizada a cada semana a partir do dia 13 de abril. A versão impressa será lançada mensalmente, a partir do dia 16 de maio, nos EUA.

A história tem início a partir da última cena vista na série. Seis meses depois, novos alienígenas chegam à Terra.

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10/02/2012

às 12:44 \ Cartazes, Séries Anos 2010-2019

Coletânea de cartazes

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‘Espaço: 1999′ entra na lista de remakes

O cult britânico Espaço: 1999 pode ser resgatado pela produtora ITV, que planeja uma nova versão da série produzida na década de 1970. Por enquanto o projeto está em fase inicial de desenvolvimento e sequer tem um canal envolvido, mas a ideia de modernizar Espaço: 1999 é antiga.

Em 1994, Eric Bernard, um fã da série, produziu um filme experimental pela Retcon Studios, que recebeu o título de Space: 2099. Sem qualquer vínculo oficial com a série ou com o estúdio ITV, que detém os direitos autorais, a produção de Bernard foi exibida em convenções de ficção científica como um trabalho amador sem fins lucrativos. Em 2008, a produção caiu na Internet, onde foi criado um site oficial. O projeto ganhou apoio de diversos profissionais do meio, bem como escritores de fição científica.

Ainda não há informações de que esta produção experimental e independente esteja de alguma forma ligada ao projeto que começa a ser desenvolvido pela ITV. Mas é bem provável que a receptividade à este projeto tenha levado o estúdio a se unir à HDFILMS, empresa de Jace Hall, responsável pela nova versão de V, para dar uma nova roupagem à série da década de 1970.

Catherine Schell como Maya

Na história da série original, em 1983 a Terra dá início à construção da Base Lunar Alpha, complexo tecnológico e científico que tem como objetivo realizar pesquisas para o futuro da humanidade e da exploração espacial. Mas, em 1987, eclode a guerra termonuclear.

Cientes de que o planeta Terra não suportaria mais uma guerra, após o término do conflito os sobreviventes se unem fazendo surgir uma sociedade que visa apenas o estudo científico.

Todos os artefatos nucleares restantes foram guardados em containers e abandonados em depósitos nucleares no lado escuro da Lua. A Base Lunar Alpha, que teve sua construção reiniciada, passa a ser habitada por cientistas do mundo inteiro.

O comandante da Base é John Robert Koenig (Martin Landau). Em 1996, ele perdera seu posto quando um erro de julgamento arruinou uma missão exploratória, matando algumas das pessoas envolvidas. Mas, em 1999, quando uma estranha doença ataca a tripulação de uma nave que deveria ser lançada em direção ao planeta Meta, John reassume o comando da Base.

Suas investigações levam a concluir que gases nucleares vindos dos containers são causadores da doença. Antes que algo possa ser feito, uma explosão nuclear faz com que a Lua saia de sua órbita terrestre, passando a vagar pelo espaço. Enquanto tentam encontrar uma forma de levar a Lua de volta à sua órbita, os sobreviventes da catástrofe entram em contato com diversos planetas e formas de vida.

No elenco da série original também estavam Barbara Bain, na época casada com Martin Landau, que interpretava a Dra. Helena Russell; Anton Phillips, como o Dr. Bob Mathias, responsável pelo bem estar físico e emocional dos 311 habitantes da base; Barry Morse, como o o professor Victor Bergman, cientista; Nick Tate, como o capitão Alan Carter, astronauta responsável pela exploração do planeta Meta; Prentis Hanckock, como Paul Morrow, membro da equipe técnica; Zienia Merton, como Sandra Benes, analista de sistemas e namorada de Morrow; e Clifton Jones, como David Kano, operador de computadores.

Criada por Gerry e Sylvia Anderson, ambos de Thunderbirds, a série surgiu como uma spinoff de outra produção do casal: UFO, de 1969. Nesta, acompanhava-se as aventuras de agentes especializados em proteger a Terra de ataques alienígenas, com quartéis generais localizados na terra, nas profundezas do oceano e na Lua. A série teve apenas 26 episódios produzidos, mas sua reprise a transformou em cult, adorada por milhares de fãs. Assim, em 1970, a CBS americana pediu ao canal inglês ITV a produção de novos episódios de UFO. O projeto recebeu o título de UFO2, que traria uma história protagonizada pela equipe que estava estacionada na Lua.

Martin Landau e Barbara Bain

Visto que as ideias científicas que estavam sendo desenvolvidas para o projeto eram consideradas muito avançadas para a época, Anderson decidiu situar a série no futuro próximo, mais precisamente em 1999. Desta forma a série foi rebatizada com o título de UFO: 1999.

Mas, pouco antes das filmagens terem início, a CBS desistiu do projeto, cancelando-o. Os motivos teriam sido a baixa audiência que a série original começava a registrar em território americano. Com isso, o canal perdeu o apoio dos anunciantes.

O cancelamento por parte da CBS não desanimou os Andersons, que deram continuidade ao desenvolvimento da nova série, contando com o apoio da ITV. Para conseguir pagar os custos de produção, a ITV associou-se ao RAI, canal italiano.

Buscando produzir uma série de ficção científica grandiosa, a produção ampliou os cenários e reescreveram os roteiros. O projeto foi rebatizado com o título de Space Journey: 1999. Na nova história, o comandante Steve Maddox e sua equipe, que trabalham na Cidade Lunar, são atacados por alienígenas, causando a redução da gravidade para zero, o que provoca mudança de sua órbita.

O enredo foi novamente alterado para aquele que conhecemos antes da série estrear em 1975, rebatizada com o título de Espaço: 1999. Exibida na Inglaterra e nos EUA, pelo canal público PBS, os britânicos responderam negativamente à nova produção, que foi bem aceita pelos americanos, levando a série a ser renovada para sua segunda temporada.

Mas nessa época o casal Anderson se separou, levando a produção a substituir Sylvia por Fred Frieberger, um dos produtores de Jornada nas Estrelas, que sugeriu mudanças nos roteiros e no elenco. Os atores Morse e Hancock foram afastados, sendo substituídos por Tony Anholt, que interpretou o chefe de segurança Tony Verdeschi, e Catherine Schell, que interpretou a alienígena Maya, uma mutante.

No segundo ano de produção, os episódios que exploravam questões científicas foram substituídos por histórias em que os membros da Base Lunar encontram um número cada vez maior de alienígenas. Para ganhar tempo e cortar custos, eram filmados dois episódios ao mesmo tempo, em estúdios separados. Assim sendo, os personagens de Landau, Bain e Schell não apareciam em todos os episódios.

O resultado foi a queda na qualidade e na audiência, o que levou ao cancelamento da série, com um total de 48 episódios produzidos. Espaço: 1999, já foi lançada em DVD e Blu-Ray na Inglaterra e nos EUA.

 

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