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15/07/2010

às 7:52 \ Consultório

Risco de vida ou risco de morte?

“Vejo (inclusive na revista VEJA) e ouço falar muito na seguinte expressão: ‘Ele corre risco de vida’. O certo não seria ‘Ele corre risco de morte’? Qual é o correto?” Adriano Frederico, de Congonhas (MG).

Entende-se a angústia de Adriano. A pressão social pelo uso de “risco de morte”, expressão emergente, como se houvesse algo errado no consagrado “risco de vida” que herdamos de nossos tataravós, é uma questão com que se defronta qualquer pessoa menos distraída no Brasil de hoje. É também o maior exemplo de vitória do besteirol sabichão que temos na língua.

A questão tem cerca de dez anos, talvez quinze. O certo é que quando Cazuza cantou, em 1988, “o meu prazer agora é risco de vida” (na canção Ideologia), ainda não passava pela cabeça de ninguém corrigi-lo. Mais tarde, professores de português que exerciam o cargo de consultores em redações conseguiram convencer os chefes de determinados jornais e TVs de sua tese tolinha: “Como alguém pode correr o risco de viver?”, riam eles.

Era um equívoco. Julgavam ter descoberto uma agressão à lógica embutida no idioma, mas ficaram na superfície do problema, incapazes de fazer uma análise linguística mais sofisticada e compreender que risco de vida é risco para a vida, ou seja, risco de (perder a) vida. O que, convenhamos, nem teria sido tão difícil.

Muita gente engoliu desde então o risco de morte. De tanto ser martelada em certos meios de comunicação, inclusive na TV Globo, a nova forma vai sendo adotada por multidões de falantes desavisados. O que era previsível, mas não deixa de ser meio constrangedor.

Não se trata de dizer que risco de morte seja, como alegam seus defensores a respeito de risco de vida, uma expressão “errada”. Não é. De gabinete, sim, mas não errada. Pode-se usá-la sem risco para a adequada comunicação de uma mensagem. Se seus adeptos se contentassem em fazer tal escolha de forma discreta, sem apontar agressivamente o dedo para quem não concorda com ela, a convivência das duas formas poderia ser pacífica.

Se não pode ser pacífica é porque o risco de morte, mais que um caso linguístico, apresenta-se como um problema cultural, criação artificial de gente que mal ouviu o galo cantar e saiu por aí exercitando o prazer de declarar ignorante quem, mergulhado no instinto da linguagem de que fala Steven Pinker, já nasceu sabendo mais do que eles.

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330 Comentários

  1. ANA MARIA DOBNER

    -

    13/03/2015 às 22:04

    Caro colega, não concordo com você, pois se eu digo que fulano “corre risco de vida”, ela já está vivo e o único risco que ele corre é de morrer, portanto fico com a expressão “risco de morte”, ele está vivo e corre o risco de morrer.
    Um abraço

  2. Célia Maria Barros Mendonça

    -

    22/02/2015 às 15:33

    Grave acidente na Dutra, o motorista foi socorrido e não corre risco de morte.(correto na minha opinião). Embora ferido, os sinais vitais dele dão mostra de que estão respondendo.
    Grave acidente na Dutra, o motorista foi socorrido e não corre risco de vida. (aí não seria uma linguagem clara, mas, sim, implícita) = Não corre o risco de perder a vida. Para que complicar, se a linguagem é tão simples? Os nossos estudiosos têm receio de não acompanhar as mudanças que ocorrem, ao longo do tempo, e apostam de forma dúbia nas duas formas. Tenho visto muito isso.

  3. Leandro

    -

    11/02/2015 às 12:24

    Pode-se dizer que tecnicamente isso não é errado baseado em que técnica ? Como duas coisas diferentes pode significar a mesma coisa? Ele não corre risco de morte é igual a ele não corre risco de vida. Tenham paciência. Se risco de vida é igual a não ter a vida em risco em risco de morte é igual a não ter a sua morte em risco. No 1º caso sua vida esta assegurada e no 2º caso sua morte esta assegurada.

  4. Pedro Jungbluth

    -

    29/01/2015 às 22:47

    Falar “risco de morte” apesar de não ser tecnicamente errado, é no mínimo deselegante. Se vejo essa expressão em um livro, o fecho na hora e parto pra outra. É preciso ter um senso de estética.
    Se corre o risco de morrer, é porque está com a vida em risco. Risco de morte parece significar que existe o medo de se perder a morte. É de mal gosto.

  5. Luiz Carlos

    -

    22/01/2015 às 23:10

    É risco de perder a vida(verbo), ação de perder a vida ou é risco de morrer (verbo), significa ação de morrer.
    Risco de vida e risco de morte , isto não existe.

  6. Paulo Campos

    -

    22/12/2014 às 22:28

    De tantas postagens e comentários, não li nada se referindo à “risco de vida” como relativo à vida. Risco de vida = risco vital. NÃO SE TRATA DE RISCO DE VIVER, MAS SIM RELATIVO A VIDA. Que põe risco a vida. O “de vida” no caso parece relativo a ela, a vida. Portanto risco de vida é corretíssimo. Seria o mesmo que “risco vital”(relativo à vida). E “risco de morte”? Risco de morte, risco mortal…Porque necessariamente o “de” tem que ser “para” e não qualitativo. Apesar de constar em ambas as expressões duas palavras antagônicas, têm o mesmo significado. “Pois é” não significa “sim”, e “pois sim” nao significa “não”. Parece-me que nem o blogueiro percebeu isso. A preposição “de” tem várias ideias(procedência, daquilo que a coisa é feita, posse, etc). Então “risco de vida” ou “risco vital” é a mesma coisa.

  7. Paulo Campos

    -

    22/12/2014 às 22:20

    De tantas postagens e comentários, não li nada se referindo à “risco de vida” como relativo à vida. Risco de vida = risco vital. NÃO SE TRATA DE RISCO DE VIVER, MAS SIM RELATIVO A VIDA.

  8. Denis Martins

    -

    21/12/2014 às 16:09

    Perigo de vida ou perigo de morte?

    Evanildo Bechara

    Mais complexa, porém não menos interessante, é a explicação para entendermos a infundada rejeição que modernamente se tem feito entre brasileiros à tradicional advertência‘ perigo de vida’, que se quer desbancada pela expressão ‘perigo de morte’, também correta, ouvida e lida vitoriosa na mídia. Para bem entendermos este interessante fato semântico, temos de recordar uma preciosa lição do teórico Eugenio Coseriu acerca da distinção que se deve fazer na terminologia científica da linguística entre os três tipos de conteúdo:o significado, a designação e o sentido. Entende-se por significado o conteúdo dos signos e  das construções de uma língua;  a designação é a referência à realidade ou à situação extralinguística como pensada e nomeada por esses signos e construções da língua, isto é, pelos significados dados pela língua; e o sentido é o conteúdo que corresponde à intenção ou ao objetivo comunicativo do discurso,  do nosso texto.Tomemos um exemplo da  nossa atividade linguageira cotidiana: ‘Bom dia!’ O significado de ‘bom’ neste contexto não é o mesmo de ‘bom’ dado no dicionário em ‘bom rapaz’; usamos de ‘bom dia!’ ainda que esteja chovendo. ‘Bom dia!’ tem aqui uma unidade  de sentido do discurso ou texto que se usa como cumprimento matinal entre pessoas que se encontram pela primeira vez nessa manhã.  Entendida a distinção entre  significado e sentido, estaremos habilitados a perceber que têm significados de língua diferentes — e até opostos!—  vida e morte, mas que entram em expressões de discurso com o mesmo sentido, isto é, a mesma intenção comunicativa,  e vale dizer que ‘perigo de vida’ e ‘perigo de morte’ são discursos ou textos que aludem a uma mesma  situação de periculosidade  a que alguém está exposto, se não tomar as precauções devidas. Em outras palavras:  são discursos equivalentes  quanto ao sentido, mas  construídos com signos linguísticos não sinônimos (vida/ morte), isto é, sem o mesmo  significado. A opção por usar vida ou morte vai depender da norma ou uso normal em cada comunidade linguística.Entre brasileiros aparece  documentado no primeiro  dicionário monolíngue da língua portuguesa, o de Morais (Antônio de Morais Silva), de 1789. O ‘Vocabulário Português e Latim’, de Bluteau, que serviu de fonte ao Morais, no volume editado em 1720, registra “pôr-se a perigo de vida, perder a vida”,  mas faz acompanhar das  equivalentes latinas vitae ou  mortis periculumadire ousubire, que atribui a Cícero. A norma em alemão prefere ‘vida’ (Lebensgefahr), enquanto portugueses—embora estes também conheçam ‘vida’ —, espanhóis, italianos e franceses  preferem ‘morte’: ‘perigo  de morte, peligro de muerte, pericolo di morte, danger  de mort’. Machado de Assis preferia ‘perigo’ ou ‘risco de vida’: “Se não fosse um homem que  passava, um senhor bem vestido, que acudiu depressa,  até com perigo de vida,  estaria morto e bem morto’,  “—Nada? Replicou alguém. Dê-me muitos desses nadas. Salvar uma criança com risco da própria vida…” (‘Quincas Borba’); “[...] impossível a quem não fosse, como ele, matemático, físico e filósofo, era fruto de dilatados anos de aplicação, experiência e estudo, trabalhos e até perigos de vida [...].”, “Tu não  tens sentimentos morais?  Não sabes o que é justiça? Não vês que me esbulhas descaradamente? E não percebes que eu saberei defender o que é meu, ainda com risco de vida?” (‘Páginas avulsas’).Condenar ‘perigo de vida’ em favor de ‘perigo de morte’ é empobrecer os meios de  expressão do idioma — que  conta com os dois modos de  dizer —, além de desconhecer a história do seu léxico, em nome  de um descartável fundamento lógico.Nota:Todos os exemplos citados nos três últimos artigos foram extraídos do Banco de Dados da Literatura Brasileira dos séculos XIX a XXI da ABL.O Dia (RJ), 11/12/2011ala a ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS:

  9. Denis Martins

    -

    21/12/2014 às 15:58

    Reitero aqui que a expressão risco (ou perigo) de vida existe em diversos idiomas. Como exemplo a expressão alemã Lebensgefahr, que é dicionarizada, significa perigo de vida. Realmente não querer ver a figura de sintática, no caso uma elipse, na expressão “risco de vida” é de fato quer jogar uma das belezas da última flor do Lácio fora. Daqui a pouco caçam as metáforas e metonimias…

  10. eduardo de sbc

    -

    21/12/2014 às 0:16

    Risco é a questão levantada.
    Por que prender-se ao Risco de seu complemento, como dizem os comentários abaixo?
    Isto alerta para o fato ser mais importante na pauta, o complemento em ser da Vida ou da Morte. O Risco pode ser qualquer um, existente no Cosmo das possibilidades linguísticas, e todos os idiomas, incluindo os mortos. Aí estaria a razão de ser a origem mais lógica quando se cria a linguagem, o Vivo que se usa na atualidade, do Morto, que se abandonou no desuso dela. Quando vivo, ou só quando vivo se tem o risco, e morto já o perdeu o sentido de ser. Assim, construindo-se, o risco está quando ainda não se morreu ou perdeu ou poderá perder que é o correto, no futuro. O risco é sempre presente, eterno enquanto se vive, mas só se concretiza se caso o pior vier, que é a própria morte. Então a morte é mais importante, onde se não existisse a possibilidade de morrer, não haveria o risco!
    Abraços de seu irmão eterno e imortal, Eduardo de sbc, do coloquial risco de morte.

  11. Adrimar

    -

    03/12/2014 às 18:00

    Entendo que a expressão está enraizada no idioma e passe a mensagem exata de que a vida de alguém está em perigo. Entretanto, do ponto de vista puramente gramatical não tem muito sentido. A preposição “de” não se encaixa bem na frase. Aliás, eu gosto muito mais das expressões que terminam com verbo, por exemplo risco de morrer. Afinal, fica melhor dizer que fulano corre risco de morrer na profissão de policial.

  12. José Fonseca

    -

    24/11/2014 às 21:24

    Boa noite. Sou mais o Cazuza. Essa postura policialesca dos novos descobridores do idioma é bem cansativa.

  13. Charles A.

    -

    23/11/2014 às 18:39

    Hehehe.Segundo um comentário, a argumentação do blogueiro está errada pela seguinte lógica: risco de choque(elétrico, hipovolêmico, cardiogênico ou neurogênico?,hehehe), risco de radiação(solar?),risco de levar pedrada, risco de tomar tiro, risco de derrapar,risco de cair na ribanceira,daí,segundo o raciocínio do comentarista, “risco de vida” seria o risco de se adquirir ou sofrer vida naquele local,hehehe.Só se for vida após a morte! Impagável o comentário!Certíssimo o blogueiro! Hoje,com a oportunidade de comentar, as pessoas dizem o que pensam sem estudar um mínimo que seja o assunto.Quanto mais superficial e ridículo o raciocínio,mais ele “pega”. A maioria das pessoas, nos dias de hoje, possuem a cultura do Tiririca e a arrogância de Zeus!

  14. Sergio Carneiro

    -

    22/11/2014 às 17:50

    Na minha interpretação “risco” – dentro desse contexto – remete a possibilidade de algo acontecer ou deixar de acontecer. “Risco de choque” deveria, então, ser interpretada como: a possibilidade de sofrer(ou não sofrer) um choque.

    Risco de vida ou Risco de morte? Acredito que as duas formas estão corretas. “Risco de vida” seria a possibilidade de perder, ou não perder a vida e no mesmo caminhar “Risco de morte” seria a possibilidade de morrer ou não morrer.

  15. Luiz Francisco

    -

    22/11/2014 às 12:07

    Concordo com o professor, mas não posso deixar de ironizar um pouco… Há certas pessoas que correm o ‘risco de vida’ quando, por exemplo, contraem (ou desenvolvem) um câncer de laringe. Neste caso, o risco de vida pode ser prejudicial para centenas de milhões de compatriotas.

  16. Gilberto

    -

    08/11/2014 às 18:30

    Não concordo quando se diz q ambas podem ser consideradas corretas. Risco é algo q pode vir a prejudicar. Qual o risco? RISCO DE MORTE. Se fosse usar “vida”, dever-se-ia dizer RISCO À VIDA. Para entender mais facilmente, basta ver outra frase: RISCO DE CHOQUE, RISCO DE RADIAÇÃO, etc! Tem o mesmo sentido.

  17. Paulo

    -

    16/10/2014 às 10:11

    Concordo plenamente com o texto acima.

  18. Gustavo Farias

    -

    05/10/2014 às 13:33

    Sérgio, teu “artigo” parece mais uma resposta de um aluno de 5ª ou 6ª que não sabe da resposta para uma questão feita por um professor em uma prova de história ou geografia, ou seja, escreve muito e enrola muito mais, mas no fundo ele não sabe de nada do que está falando.
    Gustavo, você só pode ter lido superficialmente o meu artigo, como faria o tal aluno que você menciona, ou não escreveria uma bobagem dessas. Recomendo ler de novo, que o papo aqui é bem sério.

  19. DORA SANTORO

    -

    17/09/2014 às 15:37

    Me senti muito satisfeita com a explicação, embora eu prefira dizer risco de vida, ainda que ambas as frases possam conviver harmoniozamente.

  20. eduardo de sbc

    -

    11/09/2014 às 23:58

    O menino Cláudio em 22/08/2014 comenta acertadíssimo a origem principal da elipse considerada no tema (modestamente por mim criada). Foi também o que apurei, sendo uma das expressões mais antigas da linguagem humana coloquias, de sua razão construtiva. Mera superstição no temor, medo do léxico morte. Poderia recair na cabeça, azar incorrido do risco, como do raio, o tornaram nos mitos um deus verdadeiro por temerário e poderoso na incompreensão cultural da época, evidentemente. As bruxas de salém mais recentemente (Salém cidade yankee americana) exemplos clássicos. Bem lembrando ao irmão Cláudio, perspicaz!
    Abraços do irmão eterno Eduardo de SBC, do coloquial risco de morte.

  21. Hudson Reis

    -

    31/08/2014 às 16:20

    Risc_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________o de vida_____________ _____ ___ __ _ _ _ _ _ morte

  22. Cláudio

    -

    22/08/2014 às 10:10

    Opa galera, voltei. Como disse no comentário anterior: “Vejo nos diligentes comentários dos que defendem a expressão “risco de vida” uma outra coisa. Uma coisa inerente a grande maioria dos seres humanos, principalmente dos ocidentais: uma aversão exacerbada da morte. Ninguém quer falar em morte. Os mais místicos até acham que falar trás mal agouro. É curioso, pois por mais que evitemos falar, tanto eu que escrevo como você que me lê agora um dia morreremos.”
    morte, morte, morte, morte, morte,morte, morte, morte, morte, morte,morte, morte, morte, morte, morte,morte, morte, morte, morte, morte,morte, morte, morte, morte, morte

  23. Dirceu Kuhn

    -

    06/08/2014 às 20:45

    Nem há motivo para se discutir. Risco à vida está correto (risco de que algo aconteça a…). Risco de vida está correto (elipse subentendida da palavra “perder”, pois todo risco aponta para uma possível perda de…, então é risco de perder a vida). Risco de morte está correto (todo risco pode ocasionar o que não se deseja, então risco de morte). E assim: risco às finanças, risco de emprego, risco de queda na bolsa. E mais não me arrisco por correr o risco de que alguém faça no meu comentário um enorme risco!

  24. Leandra Camille

    -

    05/08/2014 às 16:27

    RISCO é normal acontecer !

  25. Moacir Lopes

    -

    24/07/2014 às 19:41

    Risco de vida é o risco que corre casal que faz sexo com preservativo de má qualidade.

  26. Dativo Matques

    -

    19/06/2014 às 19:52

    Professor, concordo em gênero, número e grau.

  27. André Luiz L.

    -

    09/06/2014 às 22:16

    Risco = aquilo que “é arriscado acontecer”:
    * Risco de lesão – arriscado (probabilidade de) ocorrer uma lesão.
    * Risco de incêndio – arriscado ocorrer um incêndio.
    * Risco de explosão – ” ” explosão.

    Bom, o verbo diz tudo.
    Risco de morte – é arriscado ocorrer a morte.
    (corre risco de) = (é arriscado ..) = (tem a possibilidade de) morrer

    Ou, melhor ainda, como disse o Cláudio, “estar exposto a”
    Funciona com todas as outras expressões.

    Agora, no case de: (risco) = (risco de perder a/o) não funciona.
    Risco de incêndio = risco de perder o incêndio?????

    O outro argumento: “o quê está em risco, a vida ou a morte?” valeria no caso de “a vida está em risco” e não o contrário:

    (o que ou quem) está em risco = (a vida) está em risco

    Enfim, podemos dizer que a expressão “risco de vida” seja uma exceção. Que esteja subentendido “risco de perder a vida”. É válido. Mas a expressão “risco de morte” é a mais correta. Não precisa de outro termo.

  28. Jáder dos Reis Sampaio

    -

    04/06/2014 às 9:44

    Risco de vida é uma elisão, uma figura de linguagem na qual há uma palavra suprimida facilmente subentendida. Qualquer um que escuta sabe que se trata do risco de perder a vida… Está faltando leitura de bons autores em nossa sociedade brasileira!

  29. Henrique Pimentel

    -

    26/05/2014 às 11:07

    Fiquei muito feliz com a matéria, dói nos meus ouvidos a expressão “risco de morte” e não aceitava de forma alguma que ela estivesse correta!!! Me sinto feliz em saber que meus avós estavam corretos!!! Não sou um estudioso da língua portuguesa, muito pelo contrário, mas sempre interpretei a expressão “risco de vida” como, risco em perder a vida!!! Bom saber que estou correto!!!

  30. ADY JUNIOR BUENO

    -

    25/05/2014 às 13:31

    O CORRETO É RISCO DE VIDA,NÃO DE MORTE!SE VC TRABALHA NUMA PROFISSÃO EM QUE UMA VIGA PODE CAIR EM CIMA DE VC,O QUÊ ESTA CORRENDO RISCO?A VIDA OU A MORTE?É A VIDA NÃO É?DA MESMA MANEIRA SE UMA PESSOA ESTÁ QUASE MORRENDO O QUE ESTÁ EM RISCO É A VIDA.

  31. Itamar Castro

    -

    13/05/2014 às 0:15

    Conheço a expressão “risco de vida” desde 1973. Ela esta incrustada nas Leis estaduais que tratam do risco que correm os policiais. Ganhávamos uma gratificação pelo risco de vida, ou seja, de perdê-la num confronto. Diferentemente das profissões insalubres que certamente causam danos a saúde das pessoas. Faz muito tempo que o galo canta, pelo menos no Rio Grande do Sul. Poderia ser “risco à vida” ou “risco de morte”. Risco de vida parece um risco de viver e não de morrer.

  32. Cantarella

    -

    01/05/2014 às 23:04

    Encontrei nesse texto a paz no coração que à tempo se esvaiu com a expressão “risco de morte”. Não por ser errada, mas por ter aparecer com ares de superioridade lógica. No meu limitado conhecimento gramatical entendia perfeitamente que a quase fuzilada expressão “risco de vida” sempre foi, é, e será correta com uma simples pergunta: O quê ou quem está em risco? A resposta sempre me pareceu óbvia. Agora, sabem quem é que inventou a expressão “risco de morte”? “Bento Carnero, o vampiro brasileiro, aquele que vem do aquém do além, adonde que véve os morto.”

  33. DERLISE

    -

    10/04/2014 às 17:02

    Quando dizem o “fulano” foi encontrado morto!!! Já levo um choque prece que ele foi assassinado.
    Porque não dizem “O Sr Fulano de tal” venho a falecer
    não fica melhor a expressão???

  34. Claudio

    -

    28/03/2014 às 9:29

    Detalhe: eu também sou um asno, pois corrigindo o Roberto, que escreveu ‘dizer’ com dois ‘s’, escrevi dizer com um ‘s’ que também esta absolutamente errado, ora que dizer se escreve com ‘z’.

  35. Claudio

    -

    28/03/2014 às 9:19

    Roberto Disse, 5 comentários abaixo:
    “Cristiano Rafael, depende do seu ponto de vista e de sua análise. Se no Michaelis, define-se: “Correr risco: estar exposto a…” o que esta exposta a…”, a vida ou a morte? Não seria o mesmo que disser que a morte teria chance de correr risco?”

    Roberto, entenda; definição do Michaelis: “Correr risco = estar exposto a…” você pergunta: “o que esta exposta a…, a vida ou a morte?” Sua pergunta esta errada não é o que. É quem esta exposto a o que? Alguém esta exposto. A que? À morte. Logo o risco é de morte.

    Seu outro comentário é tão confuso que prefiro nem comentar. Isso sem falar no diser com dois ‘s’

  36. Cláudio

    -

    26/03/2014 às 21:32

    Acabei de ler a matéria, e li também alguns comentários. Na minha humilde opinião, digo humilde por não ter nenhum título em linguística, o correto é ‘risco de morrer’, ‘risco de morte’ ou ‘risco de perder a vida’. Na expressão em questão corre-se um risco. Ai eu pergunto: risco de que? De viver ou de morrer? Usando um pouco de sarcasmo, diria que só corre risco de vida quem esta morto. Gosto de substituir a palavra para ver como fica a expressão. Aqui vai um exemplo: “Não chegue na beirada: risco de queda” Viu só? O risco que se corre é que algo aconteça, e o que pode acontecer é a queda. Assim como na expressão tão discutida o risco é de morte. E claro que qualquer leitor ou interlocutor vai entender o significado de “risco de vida”, nem por isso a expressão é correta.Vejo nos diligentes comentários dos que defendem a expressão “risco de vida” uma outra coisa. Uma coisa inerente a grande maioria dos seres humanos, principalmente dos ocidentais: uma aversão exacerbada da morte. Ninguém quer falar em morte. Os mais místicos até acham que falar trás mal agouro. É curioso, pois por mais que evitemos falar, tanto eu que escrevo como você que me lê agora um dia morreremos. Pense nisso…

  37. sergiorodrigues

    -

    23/03/2014 às 14:17

    Douglas (simplifiquei seu nome, desculpe), suas mensagens são agressivas mas bem-vindas, por corporificarem uma espécie de apoteose do sabichonismo contra o qual me volto neste e em outros posts desta coluna. A surpresa que você confessa diante do meu artigo é prova eloquente de sua ignorância das questões da língua. O que sustento não é tão original, trata-se de uma análise até simples e de resto já feita por linguistas mais sofisticados do que os consultores gramaticais de ocasião que difundiram a voga do “risco de morte” (hoje em refluxo, aliás, até na TV Globo que a capitaneou: o pior parece ter passado). Como alfabetizado e até bem articulado você é – um bom começo -, recomendo-lhe mais leitura e alguma serenidade, reflexão e bom senso. Acredite: sabichonismo tem cura. Um abraço.

  38. Dowglasz

    -

    23/03/2014 às 13:21

    Forneço-lhes mais dados para estudar:

    atenção: risco de lesão grave
    circuito elétrico: risco de choque
    não expor a calor intenso: risco de expansão e vazamento
    produto tóxico: risco de contaminação
    não perfurar: risco de explosão
    manusear com cuidado: risco de queimadura
    não inalar: risco de dano cerebral

  39. Dowglasz

    -

    23/03/2014 às 13:11

    Nossa, mas o Sérgio Rodrigues ficou nervosinho! Que meda!

    Eu me lembro de, um belo dia – ainda antes de 2010, eu tenho certeza – ter entrado em contato, com uma mensagem bem sarcástica, com um jornalista ou redação de telejornal muito apreciado em Salvador. Uma pessoa havia sofrido um acidente grave e, felizmente, não corria “risco de vida”. Afinal de contas, (esse foi o meu argumento) ruim seria viver depois daquilo, com todas as sequelas. Que bom que a pessoa está morta, bem morta, e não corre esse risco.

    Eu tão ou mais exagerado que o Cazuza, mas eu só me lembrei desse episódio tempos depois (dois ou três anos), quando eu ouvi de novo um outro jornalista dizer na TV “risco de vida”. Daí eu pensei e me lembrei que nunca mais um jornalista digno teria usado essa expressão de novo. E, na visão, a mudança foi tão sutil que… sei lá, ninguém viu. Não houve revolução, revolta, tumulto. É como dizer que a cor de fonte A sobre fundo B deixa o texto ilegível, ao que o webdesigner vai lá, escolhe uma tonalidade mais densa ou mais suave para mesma cor, você dá F5 na página e nunca mais se fala sobre esse assunto de novo.

    Muito me admirou agora eu ter encontrado o seu artigo, Sérgio. Em outros tempos ele nem teria sido publicado, muito menos contendo tanta arrogância e argumentos sem fundamentos técnicos.
    Mas venhamos e convenhamos, jornalistas trabalham com evento e não com técnica.

  40. Roberto

    -

    20/03/2014 às 20:02

    Cristiano Rafael, depende do seu ponto de vista e de sua análise. Se no Michaelis, define-se: “Correr risco: estar exposto a…” o que esta exposta a…”, a vida ou a morte? Não seria o mesmo que disser que a morte teria chance de correr risco?

  41. Roberto

    -

    20/03/2014 às 19:49

    Quanta filosofia! Quantos filósofos! Sempre vou disser “risco de vida”, pois só ela, a vida, poderei colocar em risco. A morte é uma consequência. Como dizem: só se perde aquilo que se tem (não é verdade?). Se estamos vivos o que temos, a vida ou a morte? Simples não é? Lembrem-se: só perdemos o que temos. A confusão criada deve ter sido mais um teste da Rede Globo para verificar sua influencia na mentalidade do povo. E não é que ela exerce mesmo! “Tai” o resultado!

  42. Cristiano Rafael

    -

    18/03/2014 às 11:12

    No Michaelis, define-se: “Correr risco: estar exposto a…”
    Portando, corre risco de vida, seria estar exposto a vida, já corre risco de morte, seria estar exposto a morte.
    Acho que para passar a mensagem lógica, o correto seria “Corre risco de morte”, já que você que está vivo, não tem como se expor a vida.

  43. Obrigatorio

    -

    26/02/2014 às 19:46

    Discussao tao ignorante quanto querer chamar “americano” de “estadunidense”. Nao e de se assustar, considerando a degradacao da cultura e educacao desse pais nas ultimas decadas…

  44. änønīmō Gømï

    -

    18/02/2014 às 13:54

    Isto sø faz me ridicularizar…. ømg

  45. Prof. Paulo Roberto da Costa

    -

    30/01/2014 às 20:02

    Acabei de dar minha opinião através do Google+; podem ver. Em suma, eu digo: desde que nascemos, corremos risco de morte (ou seja, podemos morrer até mesmo acidentalmente como morreram as vítimas da passarela que caiu em cima de alguns carros esta semana no Rio de Janeiro.
    Por outro lado, uma pessoa que, por exemplo, está sendo operada de um coágulo no cérebro, corre risco de vida – basta uma problema qualquer que ocorra durante a cirurgia e lá se vai a vida do coitado. Durante a cirurgia, ele correu seríssimo risco de vida. Entretanto, desde que ele nasceu, ele podia morrer a qualquer momento por qualquer coisa. Ou seja, gente, basta estar vivo para correr risco de morte.

  46. Abdias Neves de Melo Filho

    -

    20/01/2014 às 16:46

    O correto, para mim, é risco de vida. No momento em que vc coloca algo em risco, esse algo é o que vc tem, ou seja a sua vida! Inclusive, a forma verbal é arriscar a vida. Vc arrisca o que vc tem (a vida). A morte vc ainda não tem.

  47. Gerson Augusto Gastaldi

    -

    15/01/2014 às 20:32

    Nesta controvérsia sobre os “Riscos ou Perigos” – é necessário contemporizar – suas aplicações quanto aos substantivos empregados: “vida ou morte”.
    O risco de vida, se enquadrado como consequência de alguém à morte e moribundo, aplica-se corretamente. Isto porque a pessoa pode perder a vida que já está por um fio – por isso ela corre o risco ou perigo de perder a vida.
    O risco de morte, se compreendido como consequência de alguém com vida e saúde, correr o perigo de morte por uma exposição ou não voluntária, visto que os perigos são previsíveis e os riscos imprevisíveis, dá-se por corretamente aceitável.
    Mas, alguém já à morte, correr o perigo de vida – destoa e não tem sentido. Da mesma forma que um indivíduo com vida, correr o perigo dela mesmo. Entende-se que a vida não seja um perigo, exceto para aqueles que a brindam com a morte. E quem nos dirá que a morte também não seja uma forma de vida?

  48. Américo Paz

    -

    13/01/2014 às 23:15

    “Risco de vida” X “risco de morte”. -Ora,homens de ciência,não existe essa bobagem. Que querem alguns, nos ridicularizar? Se quiser, leia o Texto:4221354:E Agora,Doutor,”Ele Corre Risco de Morte?” -Texto:4223727:E Você,Prefere Correr Risco de Vida? Texto:4224665:E Você,Prefere Correr Risco de Morte? No Google: Recanto das Letras. Autor:Américo Paz. (Nota: As obras de Morais,Caldas Aulete,Michaelis,Meilhoramentos[Dic.],Evaristo Leoni,Francisco Torrinha etc, foram-me indicadas pelo meu amado e saudoso professor,doutor Napoleão Mendes de Almeida.)////

    Wikipédia: “Francisco Torrinha (Joane, Famalicão, 1 de Maio de 1879–16 de Outubro de 1953) foi filólogo e professor português.Fez o curso liceal em Braga e formou-se em teologia, em Coimbra. Depois de uma passagem como professor pelo liceu de Évora de 1903 a 1913, foi colocado no liceu D. Manuel II, no Porto (atual Escola Secundária Rodrigues de Freitas). Aí exerceu o seu cargo de professor durante 36 anos.Doutorou-se na Faculdade de Letras do Porto onde ainda foi catedrático. Também dirigiu a Escola Industrial Faria Guimarães. Para além destes cargos que exerceu, dedicou a sua vida a estudar gramática, tendo publicado vários estudos.
    Recebeu um convite para professor catedrático de Filologia Clássica na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra….Foi autor de dicionários Português-Latim e Latim-Português, bem como do famoso Novo Dicionário da Língua Portuguesa…, foi condecorado com a Ordem de Sant’Iago da Espada.”

    /////A expressão “risco de vida” ["perigo de vida"], “risco de morte”["perigo de morte"] não é invenção do povo brasileiro. Também não é do francês, não é do alemão etc. É da árvore do latim que colhemos tais frutos.

  49. Américo Paz

    -

    13/01/2014 às 23:13

    Bechara: “….A opção por usar vida ou morte vai depender da norma ou uso normal em cada comunidade linguística.
    Entre brasileiros aparece documentado no primeiro dicionário monolíngue da língua portuguesa, o de Morais (Antônio de Morais Silva), de 1789. O ‘Vocabulário Português e Latim’, de Bluteau, que serviu de fonte ao Morais, no volume editado em 1720, registra ‘pôr-se a perigo de vida, perder a vida’, mas faz acompanhar das equivalentes latinas vitae ou mortis periculumadire ousubire, que atribui a Cícero. A norma em alemão PREFERE ‘vida’ (Lebensgefahr), enquanto portugueses—embora estes também conheçam ‘vida’ —, espanhóis, italianos e franceses PREFEREM ‘morte’: ‘perigo de morte, peligro de muerte, pericolo di morte, danger de mort’….” (Perigo de vida ou perigo de morte? http://www.academia.org.br ).///////////

    Dic.Português Latino (Francisco Torrinha), pág.844, Editorial Domingos Barreira, Porto (Portugal): “perigo,m. periculum,n……..// perigo de morte: periculum vitae ou capilis ou mortis, Cic.// em perigo de morte: cum discrimine ultimo vitae, Liv…….// perigo de morte (falando dum doente): periculum, Cels…..”/////

    Dic.Melhoramentos,5ª ed.,vol.III,pág.834: “Morte,….. Entre a vida e a morte: em perigo [em risco] de vida….Ter visto a morte:haver escapado de grande perigo [risco] de vida…..”

    Dic.Caldas Aulete (substituto de Morais), 5ª ed.,pág.3076: “Perigo …// …Estar em perigo de vida, estar em risco de morrer…..”///////

    DOUTOR NAPOLEÃO (DQVs [=Dic.de Questões Vernáculas,pág.280] Ed.Caminho Suave, 1981): ” SE DIZEMOS ‘CORRER RISCO DE MORRER’, ACERTADO É TAMBÉM QUE DIGAMOS ‘CORRER RISCO DE MORTE’….”/////
    Outros exemplos:

    Velho Testamento (traduzida por João Ferreira de Almeida): “… beberia eu o sangue dos homens que foram com risco da sua vida? ….”

    Novo Testamento (traduzida por João Ferreira de Almeida ): “… em perigo de morte, muitas vezes….” (2 Coríntios 11:2)////

    Jusbrasil Jurisprudência http://www.jusbrasil.com.br/TJDF – RMO 374773920108070001 DF 0037477-39.2010.807.0001 (TJDF):”Iminente RISCO DE MORTE – …… pacientes com RISCO DE MORTE e a pessoa não possui…. ….. RISCO iminente DE VIDA….”

  50. Américo Paz

    -

    13/01/2014 às 23:11

    DOUTOR NAPOLEÃO MENDES DE ALMEIDA (DQVs.pág.231 -Ed. Caminho Suave, 1981):

    “Perigo de vida, Perigo de morte -’Fulano está em perigo de vida’ quer dizer ‘está em risco de morrer’. Podemos dizer também, sem receio de erro: ‘Fulano está em perigo de morte’, que o sentido será o mesmo. Podemos ainda variar essas expressões substituindo ‘perigo’ por ‘risco’ e, ainda assim, idêntico será o significado.”

  51. Estela

    -

    08/01/2014 às 21:42

    Se analisarmos bem, o único que causa dúvidas é o risco de vida, pois:
    Risco de vida – corre o risco de viver, ou corre o risco de perder a vida?
    Risco de morrer – corre o risco de morrer. ( e ponto final)
    E então?!

  52. Estela

    -

    08/01/2014 às 21:34

    Acabei de ouvir na TV GLOBO a expressão “risco de vida”, achei estranho (por existir risco de morte) então resolvi pesquisar na internet, achei a matéria porém não posso concordar com a pessoa que escreveu isso. No mini Aurélio, risco significa perigo ou possibilidade de perigo, que poderíamos traduzir para “perigo de vida” ou “perigo de morte”, portanto, seria ilógico dizer que uma pessoa corre risco de vida pois o perigo não é a vida e sim a morte. Como pode alguém ter perigo de vida? A pessoa “tem perigo de ficar viva”? O correto seria dizer que a vida ESTÁ EM perigo e não há o “perigo de existir vida” (perigo de vida). Risco de morte é o mais lógico, pois “existe perigo em (risco de) certa pessoa morrer (risco de morte – correr o risco de morrer).
    Risco de vida não tem sentido. Pode “existir” mas a lógica está errada.

  53. Flavia

    -

    04/01/2014 às 16:28

    A pessoa que escreveu essa matéria é formada em que? O Prof Pasquale diz que existem as duas expressões. Quem está certo?
    Humanitismo avançado, com doutorado em assuntos machadianos. Não há dúvida alguma de que as duas expressões “existem”. Julgue o resto por você.

  54. Flavia

    -

    04/01/2014 às 16:28

    O pessoa que escreveu essa matéria é formada em que? O Prof Pasquale diz que existem as duas expressões. QUem está certo?

  55. Joe Silva

    -

    04/01/2014 às 10:10

    A própria expressão risco de morte é ilógica. Risco é por definição a possibilidade de se PERDER algo. É uma expressão negativa, usada de forma positiva apenas na ironia.
    Ninguém diz: você corre o risco de chegar ao topo do Everest.
    Como sempre, um artigo excelente.

  56. Edinho

    -

    02/01/2014 às 17:46

    A morte é uma certeza. Virá mais cedo ou mais tarde e não há “risco” de isso não acontecer. Risco é perda. Quem morre perde a vida. Acho que essa estória de risco de morte é pura balela, mais um factoide dos “entendidos”.

  57. Dan Paiva

    -

    02/01/2014 às 17:38

    Quando ouço a expressão “não corre risco de morte”, ou “não corre risco de morrer”, nos diversos meios de comunicação, fico pensando: então vai viver eternamente? Como já dizia não sei quem: a única coisa certa neste mundo é a morte! Concordo integralmente com o texto.

  58. Carlos Villas-Bôas

    -

    02/01/2014 às 13:17

    Os defensores da expressão ‘risco de morte’, são os mesmos que dizem ‘vítima fatal’, ‘encarar de frente’, pode ‘vim’, ‘projetos futuros’ etc. É lamentável a arrogância desses desinformados incompetentes.

  59. Gabriel dos Anjos

    -

    02/01/2014 às 11:58

    Para mim neste caso a palavra risco esta diretamente relacionada com uma “perda”, ou seja, quem corre risco, corre o risco de perder algo, dai deduz-se que risco não é uma coisa boa, donde alguns acabam relacionando a palavra risco com uma outra coisa ruim que é a palavra morte. Ninguém corre risco de perder a morte e sim o contrário.

  60. Amarildo Teixeira

    -

    31/12/2013 às 9:58

    Para mim sempre foi e sempre será risco de morte. Pois a vida está sob risco de morte.
    Acho que o prof.Pasquale estava tentando propaganda pessoal com essa polêmica inútil. Ele já deve ter ganho uma boa grana com o jingle do big mac (quase inútil num país onde nem se come tanto hambúrguer assim). Por que ele não investe sua fama em corrigir outros modismos realmente errados, tais como, ensinar que o correto é: “a personagem” e “para EU fazer”?

  61. Felipe Borba

    -

    30/12/2013 às 19:07

    O Português é simplesmente fabuloso. Todos usavam a expressão “risco de vida” e um dia uma televisão (emissora de, é claro)diz que o correto é “risco de morte” porque é mais claro e faz sentido. Ao mesmo tempo esta emissora diz que os “ÚNICOS” representantes… ops para ser coerente não deveria usar o português de forma clara. Único quer dizer um só, então porque o plural? O bonito do português é o todo e não palavra por palavra. Risco de vida que dizer “risco de perder a vida” e únicos quer dizer “poucos”, mesmo que de forma fula. Assim todos nós mortais entendemos. Mudar o modo de falar do povo somente para se sentir superior? ou causar polêmica com interesse não claros.

  62. Leandro

    -

    29/12/2013 às 19:29

  63. Clayton

    -

    25/12/2013 às 19:35

    Leia-se:
    Eu levo uma vida de risco.
    Logo:
    Corro risco de vida.
    O sentido da oração quer dizer que os risco pertence a vida. Até porque, quem está morto não corre risco algum!

  64. Joao Alencar

    -

    25/12/2013 às 11:05

    Análise furada, me desculpe. TEnho 57 anos e aprendi aos 12 anos, segunda série do antigo ginásio, que “a morte é que constitui risco.” Então o risco é de morrer e não de viver. Isso hoje, apelam para uma figura de linguagem chamada “elipse”. Mas prefiro seguir ao falecido prof. Napoleão Mendes de Almeida e ao prof. Pasquale Cipriano Neto. Ah, quem anda em ponte sem corrimão, corre risco de queda é não de subida. Risco e perigo implicam, junto ao verbo correr, idéias de algo não desejado: risco de desastre, risco de tiro, risco de envenenamento, risco de morte. Li isso no “Dicionário de Questões Vernáculas” do Prof. Napoleão Mendes de Almeida.
    Comentário furado, me desculpe. A língua é sempre maior que nós. Como se infere do artigo acima, quem gosta de “risco de morte” perde esse direito ao perder a humildade.

  65. Rose

    -

    25/11/2013 às 20:23

    Perfeito. Esse tal “risco de morte” nunca me desceu direito.

  66. kk

    -

    24/11/2013 às 10:34

    Quando ouço essa expressão “risco de morte” no noticiário, sinto até calafrios. Se ao menos usassem risco de morrer ainda faria sentido a substituição para risco de vida, embora desnecessário. A comunicação falada é mais dinâmica, mas os meios de comunicação deveriam usar formas de construção gramaticalmente correta, de forma a não tornar erros em acertos. Lembram da época do gerundismo, que horror?

  67. Chico Edson

    -

    22/11/2013 às 10:00

    Ótima explicação.
    Nunca tive dúvida da expressão risco de vida, considerando a supressão de termos de uma frase (no caso, perder a) sem que ela perca o sentido original. Outro exemplo é a frase original “Você vai me ajudar, pois não é verdade?”. Com o tempo foi reduzida para “Você vai me ajudar, não é verdade?”. Depois, “Você vai me ajudar, não é?”. E a deliciosa fala matuta reduziu, sem tirar-lhe o significado, para simplesmente “Tu vai me ajudá, né?”.
    Quanto à expressão risco de vida, basta a seguinte indagação para clarear a ideia: Quem dirige embriagado ao volante põe em risco a vida ou põe em risco a morte?

  68. Mario Veloso

    -

    17/11/2013 às 18:17

    Muito bom.
    Se seguirmos o raciocínio do “risco de morte”, teríamos de dizer “casa de doença” em vez de “casa de saúde”, entre muitos outros exemplos.
    Agora, para o prezado internauta Nestor: a palavra “Presidenta” é grafada pelos principais dicionários da língua portuguesa.

  69. Levi

    -

    16/11/2013 às 15:19

    Risco de morte: risco de perder a vida.
    Risco de surdez: risco de perder a audição.
    Risco de cegueira: risco de perder a visão.

    Simples.
    O risco é de (ou para) algo ruim.

  70. Nestor Carvalho

    -

    02/11/2013 às 11:32

    Obrigado, Marcos Eliziário Santos – 03/06/2013 às 14:41.
    Foi o melhor comentário que li, não apenas neste post, mas entre todos os que já li, em qualquer blog ou noticiário.
    Seu comentário é um alento, num tempo em que as pessoas confessam candidamente que “depois de ouvir na TV passei a usar ‘risco de morte’…” e, da mesma forma, se apressaram a usar “presidenta”, em vez de presidente, mas não usam “estudanta”(que seria mais adequado,no caso), ou “pacienta”, “visitanta”, “negligenta”, “dirigenta”, e assim por diante. Será que podemos ter esperança de que as jornalistas e os “jornalistos” deste país um dia passem a ter cuidado com nosso idioma?

  71. nemo

    -

    31/10/2013 às 7:24

    … Meu Deus, é um poço de chorume humano os comentários dessa pagina…

  72. Sara

    -

    30/10/2013 às 23:00

    Parabéns pelo texto! Pena que alguns que comentaram não tenham conhecimento sobre as teorias linguísticas. Achei a referência ao Pinker um reforço à lucidez do seu texto. Embora prefira as abordagens mais comunicativas, reconheço o valor das teorias inatistas e acho que a capacidade de julgamento do falante sobre a gramaticalidade de determinadas expressões é óbvio. Um texto, portanto, muito lúcido! Não incorreu numa defesa irracional e “purista” da língua, nem descartou o valor da lógica do falante nativo. Além, é claro, da referência a fontes históricas. Quando o assunto é língua, é difícil encontrar textos que fujam aos radicalismos. Parabéns!

  73. descurpa aí

    -

    30/10/2013 às 22:50

    Descurpa aí: o tempo vai passando e as pessoa vão inventado moda. O mundo é assim mesmo. Eu gosto de dizê “risco de vida” pruque sô meio das antiga; pra mim é a mesma coisa que dizê que “a vida tá em risco”. Mas dizê “risco de morte” num acho errado já que significa risco de morrê. É igual qui nem “obrigado à você” x “obrigado eu”, onde está subentendido que “eu me sinto obrigado à você”. Assim, tanto uma forma como a otra, acho qui deve di tá certo. O que não dá pra aguentá, é o sujeito que, quando a gente diz “obrigado”, responde com aquela voz de taquara rachada: “imagina!”

  74. Fabio

    -

    30/10/2013 às 21:15

    Interessante como algumas pessoas acreditam tanto nesse “risco de morte” a ponto de ofender terceiros, lamentável.
    A matéria é muito clara, a expressão significa “risco de (perder a) vida”, um caso clássico de ELIPSE.
    Mesmo sendo de tal clareza ainda temos que ver “Vals” vociferando uma ignorância e pedantismo absurdos.

  75. maneco

    -

    30/10/2013 às 19:43

    Mary, voce está gritando ?, talvez não saiba, mas quem usa letras maiusculas do teclado , significa que está gritando; aprenda a usar letras normais.

    Abraços

  76. Alexandre

    -

    24/10/2013 às 15:47

    Machado de Assis, fundador da ABL, maior escritor brasileiro de todos os tempos, usava a forma “risco de vida”, assim como todos os escritores em língua portuguesa, dignos do nome. Talvez os sabichões de planão saibam mais do que ele.

  77. Jonny Rios

    -

    02/09/2013 às 15:31

    Sempre usei e continuarei usando RISCO DE VIDA. fazendo um paralelo, a pessoa corre RISCO DE SURDEZ, por exemplo.

  78. André

    -

    01/09/2013 às 19:37

    De qualquer forma acho a expressão risco de vida mais polida, dando a ideia de perder algo precioso. Usar a palavra morte soa desrespeitoso quando se sabe da vida de quem se trata, parece que esta falando de um bandido…

  79. Alvimar Falcão

    -

    29/08/2013 às 9:38

    Essa Val é uma jumenta! =))

  80. MARY

    -

    25/08/2013 às 18:41

    VAL, ANTES DE CHAMAR AS PESSOAS DE IMBECIS, PROCURE SE CORRIGIR, EMINENTE QUER DIZER ALTO, ELEVADO (IMINENTE)O QUE ESTÁ PRÓXIMO A ACONTECER, E BRASIL É COM B MAIÚSCULO, POIS QUANDO VC TIVER DÚVIDAS, APARECERÃO PESSOAS PARA TE DAR UMA GRANDE AJUDA, PENSE NISSO!!!

  81. Santana*100

    -

    14/08/2013 às 15:41

    Val – 09/02/2013 às 14:08
    “imbecis, certo é risco de morte, o risco é referente a ocasionar a morte e não risco de vida, não se corre o risco de viver,teria que ser risca da vida, referente a perder a vida, não risco de vida de viver, porque os termos são usados pra demonstrar um perigo eminente, que possa ocasionar a perda da vida, não se corre o risco de viver, de viver, mas da vida, como pode discutirem isto em revistas e jornais, é uma piada este brasil.”
    #######
    Caro senhor(a),
    Sempre se começa uma frase usando leta MAIÚSCULA.
    O correto é: Perigo IMINENTE, e não “eminente” como você escreveu.
    Val, Brasil se escreve com “B” MAIÚSCULO e não “minúsculo”.
    A grande maioria dos brasileiros, mesmo os letrados, não dominam com fluência o idioma português. Se nossos patrícios (os portugueses) da Academia de Letras Portuguesa dizem: “risco de vida”, não somos nós que vamos dizer “risco de morte”. Para mim o correto é, risco de vida. Ou seja, A VIDA ESTÁ EM RISCO. Foi assim que aprendi e é assim que eu vou continuar dizendo. Digo: A PRESIDENTE E NÃO, A PRESIDENTA. No meu entender é muito mais elegante. “Presidenta”, soa uma palavra PESADA, não própria para uma mulher de verdade. – Esta é a minha modéstia opinião.

  82. Tom

    -

    09/08/2013 às 12:02

    “Risco de vida” só para o Sarney, que apresenta risco ao país.

  83. Ulisses

    -

    06/08/2013 às 8:29

    As pessoas esquecem que na lingua portuguesa existe a ELIPSE (figura de estilo) que é a supressão de uma palavra que fica subentendida. Obviamente, portanto, quando se diz: “corre risco de vida” a palavra perder fica subentendida. Infelizmente, como diz a reportagem “…ficaram na superfície do problema, incapazes de fazer uma análise linguística mais sofisticada…”

  84. Alfred

    -

    30/07/2013 às 8:28

    Define-se risco como a probabilidade de ocorrer determinado evento.
    Assim, penso que se deve dizer “risco de morte”, que no aplicável representa a probabilidade de alguem (se estivermos a falar de pessoas), morrer.
    O risco de morte é equivalente ao risco de perder a vida. Risco de vida será a probabilidade de viver, que é precisamente o inverso de risco de morte.

  85. vania lucia de almeida

    -

    28/07/2013 às 13:19

    Errar é humano,já a correção é para quem pode. E quem poderá sendo humano? Vejo as pessoas muito agressivas ao se colocarem no papel de corretoras, não deviam, pois também cometem erros. Assim por favor, atentem para o detalhe que analiSar é com S e não com Z. .

  86. Marcelo

    -

    17/07/2013 às 15:56

    Cai neste artigo porque estava estudando e pensei comigo: mas que babaquice é esta de risco de morte? Afinal, se estou em risco de vida, é porque minha vida está em risco… tão simples. Ou quem sabe é porque a minha morte está em risco?! Fala sério… ótimo artigo, achei fundamentos para debater com os desavisados que assim como a tal Val (que parece que não leu o brilhante fechamento do artigo), “saiu por aí exercitando o prazer de declarar ignorante quem, mergulhado no instinto da linguagem de que fala Steven Pinker, já nasceu sabendo mais do que eles.”

  87. MARGOT FETTER COSTA

    -

    11/07/2013 às 18:31

    Renato Martins Barcellos, concordamos de “ponto a ponto” !!! Dá uma lida nos meus “vários” comentários abaixo !!!

  88. Renato Martins Barcellos

    -

    11/07/2013 às 14:56

    Querida Val(direne?), você deveria ser mais curiosa com relação ao português (o idioma, não o dono da padaria). Se você consultar o Houaiss, vai ver que risco não é verbo, mas substantivo, e quer dizer, na sua primeira acepção, probalidade de perigo. Vai ver também que o primeiro exemplo é exatamente “risco de vida”. Portanto, consulte um dicionário e não escreva mais asneiras!

  89. Ivo

    -

    12/06/2013 às 1:53

    isso ai é semelhante ao caso da palavra Vossa Mercê, depois vira Vosmecê, até chegar em Você… e daqui uns tempos Cê…kkk, só que nesse caso não perde o sentido lógico da frase? pelo menos pra mim perde totalmente o sentido…

  90. wilson

    -

    11/06/2013 às 12:14

    Em Risco de Vida deduz-se que é de perder a vida, portando não pode estar errado depois de séculos de uso. Risco de morte acho que vai mais direto na intenção, embora eu tenha ficado surpreso ao ouvir vez primeira “risco de morte” nas mídias. Desde então uso risco de morte. Agora, pessoal, por que ANTÁRTICA virou ANTÁRTIDA? É por causa da cervejaria? E por que os portugueses agora andam escrevendo ISLÃMIZAÇÃO(com til) como derivativo de ISLÃ(O)?

  91. Marcos Eliziário Santos

    -

    03/06/2013 às 14:41

    Um dos sintomas da decadência geral da educação e do nível cultural de nossa classe média é a progressiva incapacidade de utilizar construções linguísticas mais abstratas. Cada vez mais é necessário se usar construções tediosamente concretas e diretas porque cada vez mais temos pessoas incapazes de entender que palavras podem ter mais de um significado. Como disse o professor, não é que risco de morte seja errado, mas é uma construção meio torpe porque empobrece a língua desnecessariamente. Os defensores fanáticos do Risco de Morte obviamente desconhecem que além do uso “possibilidade de algo ocorrer” para a palavra risco, existe também o “possibilidade de acontecimentos adversos relativos à…” como por exemplo, em risco de crédito. Quando um banco analisa o risco de crédito, é óbvio que o banco está analisando os elementos que oferecem risco ao crédito, e não o risco de que o cliente obtenha um crédito.
    O problema é que a expressão é mais grosseira, menos civilizada, tal como seria se um banco dissesse que iria fazer análise do seu risco de calote quando você fosse comprar uma casa. É um derrota para a civilização e um triste espelho linguístico de nosso momento político e social.

  92. Luerber

    -

    08/05/2013 às 7:54

    Quem acredita que o correto é risco de morte deve conhecer algum vampiro, zumbir ou ser do tipo para correr rsico de morte, já que os mesmos já se encontram mortos.

  93. Hudson luiz lopes

    -

    15/04/2013 às 1:37

    Quando fiz o curso ginasial e depois o classico. Aprendi que o certo e rico de vida. Epoca em que o ensino era coisa seria. Hoje em dia alguns imbecis que nao sabem nada de portugues(principalmente nos tejornais inventaram essa expressao, risco de morte e acham que estao certos . Nao vejo nenhum jornalista antigo e gabaritado usando essa expressao. Enfim coitados de nos leitores e espctadores , que temos que ouvir atualmente jornalista altamente despreparados fala inumeras besteiras. E UM A VERGONHA.

  94. Luciana

    -

    08/04/2013 às 12:54

    Nossa!
    Realmente, esta Val precisa voltar urgentemente para a escola; pois da forma que escreve, não tem instrução suficiente nem para colaborar com um comentário!

  95. Alvaro Medeiros

    -

    03/04/2013 às 7:07

    >> olá, achei interessante a página, e o assunto. Mas é incrível o tal do *ser humano*, até mesmo uma questão simples sobre um termo, uma expressão, leva algumas pessoas a agredirem especificamente uma determinada, ou o grupo num todo. Isto me faz crer que só mudou a forma e a rapidez, como uma minoria expoem sua ira, ou raiva com o mundo. Mas tudo tranquilo, os riscos de se viver, ou morrer continuarão, e que todos sejam felizes, e vivos. . . . .

  96. Sebastião Rincon da Silva

    -

    08/03/2013 às 13:17

    Não seria mais adequado, ou mais elegante, risco à vida?

  97. MARGOT FETTER COSTA

    -

    24/02/2013 às 19:56

    James Taylor, faço “minhas” as tuas palavras !

  98. James Taylor

    -

    24/02/2013 às 1:47

    Acho q voce (Val) devia primeiramente analizar o nivel da conversa. Ate o presente momento, ninguem usou de palavras torpes para defender o que pensa. Se essa duvida permeia ate mesmo entre os gramaticos voce deve ser muito melhor que eles mesmo por ter uma resposta tao “exata” e tao “coerente”. Ainda mais levando em consideracao seu rico vocabulario.

  99. MARGOT FETTER COSTA

    -

    11/02/2013 às 20:31

    A PROPÓSITO … “VAL” ! POR QUE TE ‘ESCONDES’ ATRÁS DE UM PSEUDÔNIMO ?!

  100. MARGOT FETTER COSTA

    -

    10/02/2013 às 22:52

    (ESTE COMENTÁRIO “TAMBÉM” ESTÁ ENDEREÇADO A “VAL”!)

    imbecis (POR QUE TANTA “GROSSERIA”?!), certo é risco de morte (CUIDADO COM AS CERTEZAS E COM AS “VERDADES ABSOLUTAS”!!!), o risco é referente a ocasionar a morte e não risco de vida, não se corre o risco de viver,teria que ser risca (?????) da vida, referente a perder a vida, não risco de vida de viver, porque os termos são usados pra demonstrar um perigo eminente (o correto é dizer “IMINENTE”, com “I”, não com “E”), que possa ocasionar a perda da vida, não se corre o risco de viver, de viver, mas da vida, como pode discutirem (o correto é COMO “PODEM DISCUTIR”) isto em revistas e jornais, é uma piada este brasil(Brasil … nomes próprios se escrevem com letra maiúscula!). COMO DISSE ABAIXO, “VAL”, DEVES CUIDAR MELHOR DO TEU PRÓPRIO PORTUGUÊS, AO INVÉS DE CRITICAR E “AGREDIR” AS OUTRAS PESSOAS !!!

  101. MARGOT FETTER COSTA

    -

    10/02/2013 às 22:38

    O COMENTÁRIO ABAIXO ESTÁ ‘ENDEREÇADO’ A “VAL” !

  102. MARGOT FETTER COSTA

    -

    10/02/2013 às 22:36

    cuidado (CUIDADO,(vírgula) … )vc corre o risco de viver (VIVER,(vírgula) …) se o carro bater,(BATER; (ponto e vírgula) … ) ou corre o risco de morte, depende quem esta (ESTÁ (acentuado) … ) interessado em que, mas vamos falar da vida (VIDA, (vírgula) … )palavra feminina de concordancia (CONCORDÂNCIA(acentuado) … ), o correto é risco da vida, perde-la (PERDÊ-LA (acentuado)… ), ou risco de morte, ganhar a morte, risco é verbo (“RISCO” NÃO É VERBO, É SUBSTANTIVO ) que significa causas prováveis (PROVÁVEIS(acentuado)…), o sentido é ambuguo(AMBÍGUO) e valido (VÁLIDO(acentuado) …) as escritas que são burras (… que “grosseria”)e erradas de vida não e sim da vida, cuidado vc corre o risco de viver, mas vida é da,(?????) É, PREZADO(A) “VAL”, DEVERIAS CUIDAR MELHOR DO TEU PRÓPRIO PORTUGUÊS !!!

  103. Val

    -

    09/02/2013 às 14:27

    cuidado vc corre o risco de viver se o carro bater, ou corre o risco de morte, depende quem esta interessado em que, mas vamos falar da vida palavra feminina de concordancia, o correto é risco da vida, perde-la, ou risco de morte, ganhar a morte, risco é verbo que significa causas provaveis, o sentido é ambuguo e valido as escritas que são burras e erradas de vida não e sim da vida, cuidado vc corre o risco de viver, mas vida é da,

  104. Val

    -

    09/02/2013 às 14:08

    imbecis, certo é risco de morte, o risco é referente a ocasionar a morte e não risco de vida, não se corre o risco de viver,teria que ser risca da vida, referente a perder a vida, não risco de vida de viver, porque os termos são usados pra demonstrar um perigo eminente, que possa ocasionar a perda da vida, não se corre o risco de viver, de viver, mas da vida, como pode discutirem isto em revistas e jornais, é uma piada este brasil.

  105. MARGOT FETTER COSTA

    -

    08/02/2013 às 23:34

    James Taylor … foi a explicação mais lógica e elucidativa que já li, até o momento !!!
    Jorge Nei … MORRER = a “PERDER A VIDA”; logo … “RISCO DE (PERDER A )VIDA”, o que significa MORRER !!! Afinal, acho que CONCORDAS comigo sim !

  106. James Taylor

    -

    05/02/2013 às 13:32

    Na minha opiniao, o certo seria “Risco de vida”, pois “de” é uma preposicao, logo, podemos troca-lo por “para” sem alterar o sentido da frase. Portanto: “Risco para Vida” ou “Risco para a vida”, visto que o artigo “a” nao é obrigatorio, diferente da preposicao que é.

  107. Jorge Nei Santos

    -

    24/01/2013 às 9:56

    Devemos respeitar a opinião dos outros, mas não concordar.
    Na minha opinião: nós corremos o Risco de “Morrer” e não de viver.

  108. Ozenildo

    -

    09/01/2013 às 1:36

    margot – 23/11/2012 às 20:26
    Entendo ser correta a expressão “RISCO DE VIDA”, considerando estar ‘subentendida’ a presença do verbo “PERDER”: “RISCO DE (PERDER) A VIDA”. Não há nenhum verbo, a meu ver, que possa dar sentido à expressão “risco de (… ?)morte”!
    - Há sim “risco de “receber, ganhar,” à morte. Acho que a frase já está completa, sem verbo para se subentender e mais, não conheço nada que se compare a esta frase “risco de vida”, é o mesmo que dizer que quem brinca com água “corre o risco de secar-se”.

  109. eduardo de sbc

    -

    25/11/2012 às 7:04

    Margot não há nenhum verbo a seu ver no risco de morte? Será porque é forma direta, e não o pede? Será isso que a realeza esqueceu-se de ensinar. Forma direta, mais simples, sem estar algo escondidinho, ou como bem citou “subentendido”. Necessário se interpretar e “adivinhar” o que se falava no antigo secular Bíblico e decodificado livro dos mortos egípcio “risco de vida” algo estar acontecendo. Só você insiste e não aceita-lo? Cristalizou sua ideia monoteísta que foi a Globo sua origem, e não me acredita. Esta como “Teflon” a rejeitar. Até Sergio o admite no seu texto acima. Só não entendeu que o galo de gabinete cantador o prefiro “morto” e bem cozido por civismo. A revista Veja já o incorporou totalmente, então se fosse errada ou pior forma o teriam feito? Os mestres acadêmicos já o aprovaram, o televisivo o consagrou e o popular lhe adorou meu “risco de morte”. Até Sérgio já se aquietou com Machadinho a me criticar. E você insiste em dizer não “possa dar sentido”? Devem estar falando a mesma língua da rede globo, seu novo marciano cifrado JN SPTV e novo JH da RG a prejudicar a educação escolar. E o Lulinha Teflon lhe imitar, continua a nos admirar e não se responsabilizar do caso “mensalão” afronta em só desmentir tudo em seu Fascismo novo comunismo corrupto, como bem falou nosso STF, ou para não cifra-lo no soletrando, Superior Tribunal Federal. Como prêmio lhe envia um novo artigo muito legal destas polêmicas absurdas da vida, que segue. – O branco do papel de onde veio à química de branqueamento. Quanta burrice do Mundo Velho de Guerras! As lutas fratricidas sempre a exigir sangue pelo ignorante melindre! Porque não o fazemos pela ciência, afinal ela não tem cor. Ciência hoje nos revela, esclarece que raça negra se desenvolveu por 500 mil anos, e a branca só apareceu a 6 mil. Pedro Preto nosso pai, Adão dos brancos no DNA que nos criou pela vitamina D. Deus não o fez do barro e das costelas, mas do esperma, no gozo do negro que lhe criou o homem branco. O negro gozou muito esperma 500 antes, e já velho e aquebrantado o fez um último esforço heroico, por último, “uma rapidinha” 6 e deu vida ao branco, na sua vitamina “d” que lhe diferenciou na genética. Simples, nascemos dos capetas prazeres gametas do negão de pau duro. E ainda nos achamos melhores? Absurdo da ignorância frente à ciência, ciência que não tem cor! Gene do negro KITLG e ASIP, o qual derivou a SLC45A2 TYR e SLC24A5 fração que lhes criou o aperfeiçoado, mais adaptado branqueamento também celular da pele no leste asiático. E terminando, sabe como o PT os chamam agora? Raça Afro-brasileira, significativo próprio do plágio odioso racista, estes sim norte americano (afro americano)? Não acredito em racismo brasileiro, nem as estatísticas o comprovam pela total incorporação cognitiva na miscigenação já totalmente absorvida, não só do negro, mas todas as raças que aqui se instalaram, ou ainda não perceberam? Quanta guerra se faz no cotidiano conflituoso social diretamente racista, o assistimos nas terras de Santa Cruz? Estatisticamente, ao largo de 190 milhões de cidadãos, nenhum, zero. Mas o insistem em cria-lo artificialmente, politicamente para depois virem com as falsas mensagens de “salvador da pátria negra”? Ainda bem que a ciência não tem cor, nem preconceito para o apenas “preconceituoso”, pois nem isso existe como declarou erradamente Ana Maria Braga da Globo, onde opinou sem conhecer seu significado, sua PRÉ conceituação, desprezível pela média moda ou mediana aritmética das ocorrências registradas! Existem casos isolados no mundo todo por grupos ou pessoas sociopatas. Ou acintosamente na antiga Ku Klux Klan norte americana iniciada em 1867 ainda prevalece naquelas paragens que insistem em lhe perdurar. Existe também o frutos azedos neonazistas ou outros grupos insignificantes, não representativos de grupo social, mas de ordem mundial, não exclusivo brasileiro, para o risco de morte estar sempre nos atazanar, muitos no fenômeno do fuzil covarde. Abraços de eduardo de sbc do risco de morte onde chefe bom é o morto e a ciência não tem cor na genética das raças

  110. margot

    -

    23/11/2012 às 20:26

    Entendo ser correta a expressão “RISCO DE VIDA”, considerando estar ‘subentendida’ a presença do verbo “PERDER”: “RISCO DE (PERDER) A VIDA”. Não há nenhum verbo, a meu ver, que possa dar sentido à expressão “risco de (… ?)morte”!

  111. Bener

    -

    14/11/2012 às 19:16

    Mas sd caísse em um prova qual a correta , qual seria a opção correta?

  112. eduardo de sbc

    -

    18/10/2012 às 4:24

    Obrigado pela reverencia, mas infelizmente como já citei, não o sou

    nem professor, nem ilustre e muito menos consultor televisivo. Apenas

    um ex-metalúrgico que trabalhou na mesma arena fabril do “Taturana” e

    semi analfabeto de passagem por este mundão guiado por Jesus Cristo.

    Mas lhe agradeço sua preocupação de não querer citar de Pasquale, o

    qual a dez anos mais ou menos lhe enviei esta sugestão para se

    acrescentar mais uma expressão idiomática na nossa linguagem

    universal. Foi a ele e a Rede Globo simultaneamente sugeri apenas uma

    forma mais direta de se expressar, sem precisar usar termo

    “escondido” a interpretar. Forma direta, simplesmente direta apenas

    como o necessário. Mas os créditos são todos do televisivo é claro,

    que lhe apreciaram. E hoje já se constata, que um simples obscuro

    ex-metalúrgico mudou no mundo esta forma de se expressar, que nunca

    antes existia. Não sabia mas nem no estrangeiro a existia. Mas soube

    que agora já lhe exportaram e foi um inventivo brasileirinho,

    legítimo “made in”, não é legal saber disso? Um brasileirinho

    analfabeto a criar uma maravilhosa nova forma expressiva de

    comunicação, e o importante, mais direta e fácil de entender, sem

    quase precisar interpretar sua oculta elipse para se comunicar! Mas

    há cousas mais importantes hoje na cena nacional como mensalão ou aos

    fanáticos islã, ou ambientalistas, onde em baixo de árvore só podemos

    colher macaquinho? É só macaco dá em baixo de árvore, e como não

    podemos matá-lo, teremos que virar índios para não morrer de fome.

    Como sou cretino, mas se pensar um pouco verá ser verdade, onde só

    índio pode matar macaco para comer. E mais alguém conhece a marchinha

    carnavalesca do Zezé cabeleira, será que é ou não é homofóbico? Ou a

    eleita para o carnaval de 2013 Globo, de Heraldo de Alá meu bom Alá,

    em plena guerra a defesa do Alcorão? Logo vão perceber e nos condenar

    a fogueira da ignomínia do seu fanatismo. Será a terceira guerra já

    anunciada pelos falsos profetas? Que horror os conflitos inventados

    na humanidade ignorante com certeza! Até meu próprio inventivo “Risco

    de Morte” tão criticado pela mídia nacional, que deveria ao menos

    prestigia-la por ser feito por um conterrâneo, e hoje já absorvida

    culturalmente e até exportada ao mundo, não a lhe admitem, mesmo

    sabendo que a língua é viva, e não sofre risco de morte graças a

    Deus. Então se fazem guerra até por uma nova expressão que veio para

    melhorar e realmente melhorou a comunicação mais direta, o que falar

    destes pobres fanáticos conflituosos, melindres criados só para

    justificar a prepotência egocêntrica humanas. Pelo menos agora

    poderemos falar-lhes de forma mais simples, direta e sem estar

    escondido seu entendimento em elipse, estamos em Risco de Morte pelo

    fanatismo islâmico! PS. Taturana era o apelido de Lula presidente, na

    Villares onde trabalhávamos em Santo Bernardo do Campo SP, hoje um

    mero supermercado. Taturana o foi dado pelo seu bigode e o andar

    tropicado meio tonto depois do almoço, o que sempre justificou pelo

    calor à telha tipo brasilite, cobertura fabril, com pé direito mais

    de nove metros de altura, e as suas portas rolantes, todas sempre

    abertas para os que a conheceu. Mas lhe achava sempre muito quente a

    exigir e necessitar todo dia com um pouco, doses apenas, de álcool

    refrescante, só umas goladas para refresca e lhe fazer andar tropicar

    (como taturana, característico ziguezague). Sempre bom companheiro,

    até na música a rimar à época, sempre a ouvir as queixas e

    necessidades dos colegas que mais tarde saberia chamá-los na atual

    doutrina, os proletariados do trabalho. Bons tempos, levei até uma

    pedrada na cabeça na primeira greve, pela cavalaria ditatorial. E

    graças a pedrada que temos hoje a redemocratização. História apenas e

    não falo de política. Época que se corria o risco da escondida vida,

    mas hoje a direta morte! E o que preferes a escondidinha vida ou a

    declarada límpida morte a atanazar nosso pobre Taturana (Lulinha

    hoje) daquela época a recordar! Abraços de Eduardo de SBC, onde chefe

    bom é chefe morto. Margot lhe respondi mas infelizmente não o publicaram democraticamente.

  113. Luciano M

    -

    15/10/2012 às 13:11

    Permita-me humildemente colocar minha opinião.
    Existem duas formas de se escrever essas expressões.
    1) Risco de vida
    2) Risco à vida. Acredito que a segunda forma sim seja correta.
    Assim como também se poderia escrever:
    A) Risco de Morte
    B) Risco à morte. Creio que a forma do item A) seja a correta.
    Assim, eu colocaria da seguinte forma: Risco à vida (item 2) e Risco de Morte (item A) são sinônimos e ambas as formas estão corretas.
    Veja bem, peço perdão se estiver cometendo alguma atrocidade, pois não sou professor de Língua Portuguesa, ou seja, não sou especialista.

  114. margot

    -

    12/10/2012 às 22:42

    Exatamente … é uma ‘elipse’: RISCO DE (PERDER) A VIDA; logo, “RISCO DE VIDA”!

  115. NELSON

    -

    10/10/2012 às 19:25

    Lamentávelmente fizeram uma tremenda confusão,misturando substantivo com verbo; risco de viver,está se usando o verbo “viver” e não o substantivo “vida”. O correto é: risco de vida,porque? é a vida que está em perigo, e não o viver.

  116. José Gomes de Lima

    -

    09/10/2012 às 20:26

    Partindo-se do pricípio que morte é contrario a vida, se eu digo risco de morte entende-se o ser estar morto e pode resussitar. Se digo risco de vida entendo que o ser está vivo e pode vir a morrer.

  117. margot

    -

    05/10/2012 às 23:12

    REPRODUZINDO:(vide link)

    http://renatafraia.blogspot.com.br/2010/12/risco-de-vida-ou-risco-de-morte-qual.html

    … A expressão que deu origem à frase Risco de vida, nada mais é que uma abreviação da expressão: “Risco de perder a vida”. Então;

    - Risco de perder a vida, está correto

    E simplificando…

    - Risco de perder a vida.

    Ou simplesmente…

    - Risco de vida.

    Desta forma dizer: “Corre risco de morte” não faz sentido algum. Se a pessoa disser “corre risco de morrer”, também estará correto.

    E simplificando…
    Quando for falar que alguém está prestes a perder a vida diga uma das duas expressões:
    - Risco de vida
    ou
    - Risco de morrer

    (APENAS “REPRODUZINDO” O QUE CONSTA NO LINK SUPRACITADO)

  118. Bernardo Marfanhoto

    -

    01/10/2012 às 1:01

    Qualquer falante poderá refletir:
    Eu corro o risco de tombo.
    Eu corro o risco de eletrocutação.
    Eu corro o risco de atropelamento.
    Eu corro o risco de contagiação.
    Eu corro o risco de ser visitado.
    Eu corro o risco de ser assaltado.
    Eu corro o risco de sofrimento eterno.
    Eu corro o risco de emoção.
    Eu corro o risco de fome.
    Eu corro o risco de desemprego.

    logo,

    Eu corro o risco de morte.

    Agora,

    “Eu corro o risco de vida” (só se eu estiver morto aguardando a ressurreição, pois se eu estiver vivo como posso correr o risco daquilo que já tenho, a vida. Assim, eu só corro risco de algo contrário ao meu estado, senão, é preciso acrescentar o verbo “perder”, p. ex., “Eu corro o risco de PERDER a vida”, invertendo assim a lógica, logo, só posso perder aquilo que já tenho, nesse caso a vida! Agora, explicar que “perder” está implícito em “correr o risco de (perder) a vida” é se arriscar demais na língua portuguesa.

  119. margot

    -

    17/09/2012 às 10:53

    Lamento, Eduardo de SBC, mas não sou da ‘redação’!

  120. eduardo de sbc

    -

    16/09/2012 às 16:04

    tête-à-tête, desculpe. Reduntância desnecessárias.

  121. eduardo de sbc

    -

    16/09/2012 às 15:52

    margot, foi muito rápido sua resposta. Deve ser da redação. Lhe provoquei apenas, e daqui ou a alguns anos provavelmente nos encontraremos no léu dos Deuses. Aí talvez possamos ter um tete a tete muito proveitoso. Como disse infelizmente escrevo como falo por ser bem analfabeto e luta com as palavras. Mas acho que poderia me fazer um favor e retirar estas duas últimas edições. Havia lhe solicitado substituir a penúltima pela última, mas agora lhe percebendo ser da redação, será que podia…? Em seguida mando-lhe a mesma igualzinha mas escreveria apenas reforçando e com o mesmo dizer, se possível, que concordando apenas em “a” e “daqui” com o reforço e não pleonasmo da inicial confusão (erro) que se tratou de um reforço, “Há” ou “atrás” nunca juntos, ou como reforço ma vez que o ouvido pode captar mal o som. Mas sei agora nunca juntos. Abraços de seu seguidor lhe deixando apenas minha vida ou minha morte querida margot camarot. Abraços de eduardo da eduardiano “chefe bom é chefe morto”.

  122. margot

    -

    16/09/2012 às 13:24

    Ainda p/o Eduardo de SBC: a ‘rede Globo’ criou uma expressão absurda – “FALÊNCIA MÚLTIPLA DE ÓRGÃOS”?!?!? Pergunto:’quantas vezes’ um órgão pode “falir”?!?!? A expressão correta é “FALÊNCIA DE MÚLTIPLOS ÓRGÃOS”!!! Mas . . . eles nem ‘desconfiam’ disso! Isso é p/corroborar c/teus argumentos, no que se refere à ‘rede Globo’! Abraço!

  123. margot

    -

    15/09/2012 às 22:16

    Oi, Eduardo de SBC. Desculpa-me por ter te magoado!Sem a pretensão de ‘corrigir’ teu texto, visto que demonstras uma louvável disposição p/expressar o que pensas, gostaria apenas, se me permites, de dar uma singela contribuição p/teus próximos escritos!Especificamente sobre o verbo ‘haver’ (em questão), ele designa fato passado; logo, “há anos atrás” torna-se um ‘pleonasmo vicioso’, como “subir para cima” ou “descer para baixo”! Aceita minhas sinceras desculpas e segue te “expressando”! Abraço!

  124. eduardo de sbc

    -

    15/09/2012 às 14:55

    Sergio Rodrigues, chará, peço-lhe novamente, se caso tiver complacência a minhas imperfeições, letras mal escritas, houvera um pequeno erro na palavra grafado no texto “equilibra” , onde o maldito word a alijou das letras “damente”. Assim fiz a correção, se não “margot” se caso vier a lê-la, vai novamente achar “pelo de burro em casca de ovo” (fio de cabelo em ..). Por isso a reescrevi, se caso puder lhe publicar. abraços
    margot, na próxima escreveria para você querida, …há nove anos à “frente”. Mas perfeitamente entendi seu comentário abaixo datado de 09/08/2012 ás 20h37min, que com certeza, ou provavelmente fará me criticar novamente, pois não poderia jamais, onde já se “foi” ao léu só é possível no tempo passado ou talvez ao lado ou ao largo, a ré ou de ré, de atrás do monte dos ventos uivantes para as mais românticas, sei lá? E daqui a um ano, no meu futuro? Há um ano estarei mais velho para melhor lhe apreender em seus conhecimentos da ciência linguística e gramática, que demonstra possuir equilibradamente, mas nunca perfeita a lhe observar no meu cômodo observatório da imprensa, digo da palavra, mas com certeza em seu saber deixarei minha vida ou minha morte? Há um ano apenas, não atrás, mas daqui a doze meses, no meu futuro para lhe explicitar melhor, estarei preparado para sua “sapiência”? Há nove anos na retaguarda, muito estranho, um pouco militar? Mas se não adjetivar teria que interpretar-me para que lado do tempo espaço, neste universo de palavras estranhas, estivesse me dirigindo ou falando? Indefinido melhor para ti? Ao léu do vazio do cosmo? És advinha ou maga da moda? Suporia em alguma hipótese na conjectura de sua imaginária leveza do ser, o pressuposto em crer ou acreditar estar acertando meu pensamento mal exprimido, no vácuo da arte de interpretar talvez? Mas lhe responderia, não sou artista de arte pictórica, para tentar me fazer compreender por pincelada no quadro real da vida! Apenas um velho alquebrado pelo mesmo tempo que tenta adivinhar-me, ou no seu mínimo, como da antiga expressão “risco de vida”, escondidinha em sua elipse subtender? Afinal não passo de um brasileiro analfabeto na literatura e da língua culta, como já bem me julgou, que lhe sigo como ex-metalurgico, e por isso podes me ridicularizar, mas a cada dia aprendo com tua esplendida cultura, esperta, imponderável, que talvez um dia chegue a ser inventiva como o faço para dar-te motivo de viver e poderes me criticar (quanta bobagem). Hoje foi o Agá, que equivale ao N no fonético de origem latina, me parece, pois como já velho ando meio gagá sem agá né margot camarote, e por isso te agradeço querida nos meus deslizes que ando brigando sempre com a má escrita que já se apercebeu e vergonhosamente a expos no meu mais ridículo! Sinto-me agora melhor no seu contraditório, despojado, revelado ao escárnio nada piedoso de sua observação, em frangalhos na verdade, com a ferida exposta às moscas, putrefata! Tranquilidade margot para ti, afinal escrevo como falo infelizmente para seu arrazoável poder fazer. Disto tiro uma lição, pela sua mesma razão, que ninguém também conseguirá lhe tirar, motivo dos mulçumanos quererem matar a outra metade de nossa pseudo civilização, ou como Jefferson (mensalão) bem a revelou ao encarar Zé Dirceu, tenho medo de Vossa Mercê, porque me “provoca em mim os instintos mais primitivos do ser” a lhe colocar em risco de morte ensejar (de lhe matar é claro pela animosidade ao id psicológico). Desta lição de humanidade, por falta de humildade e piedade na minha comissura incorreção de vossa gramática, por apenas lhe faltar um Agá, que para meu professor escolar, mais importante que o agá, uma vírgula mal posta, ensejará uma guerra pelo melindre que poderá causar aos fracos egocêntricos do fanatismo a levar. E agora a Globo vem falando a palavra “pena” de dar dó. Já lhe escrevi, pois sei que a palavra culta seria “apenar” aos réus do mensalão. Meus galináceos até arrepiam suas penosas ao ouvir Advogados assessorando esta pauta jornalística televisiva no canal fechado, “globo notícias”, nome que lhe batizaram no estrangeirismo, mania de grandiosidade, por News. Neste programa ao vivo se autodenominam professores dos templos jurídicos do saber, críticos e senhores do conhecimento acadêmico (refiro-me exclusivamente e apenas aos meros jornalistas da Globo, que sei não me processarão por mero melindre), ao comentarem estapafúrdias de ridículas interpretações, no popular nada entender, em seu intervalo de julgamento do próprio STF. Já li em vários artigos que é chulo usar “pena” neste caso. Falam até do ridículo de Collor em várias publicações oficiais com esta palavra, o que apenas oferecia “dó” interpretativo de seu texto em Diário Oficial. Seria difícil de entender “apenamento” como forma culta de entendimento coloquial, ou mais simples na grotesca “pena” em sua dúbia, confusa e mais popularesca ou sua corruptela a lhe empregar. A confusão é oferecida porque a palavra pena é polissêmica: tanto significa compaixão como punição. Ela, entretanto (polissemia) não atinge seu verbo, onde se liga a pena com dó, mas não com punição, no rigor da norma culta. No emprego popular da língua portuguesa, temos: “Menino infrator foi penalizado até 2018”, que significa que dele sentimos penas (dó) até esse ano, e não que sofrerá pena (punição) até esta data. E isto significa que não foi essa a intenção do jornalista. Nessa situação, aplicação da pena, deve ser usada sempre o verbo apenar. “Menino infrator apenado até o ano 2018”. Soaria difícil ao telejornalismo assim falar, na sua forma correta da língua? Ou contrário, empregar o coloquial apenas, já no vício dela melhor se interpretar ou entender no televisivo? Antecipo desculpas ao alongar, mas interessante ao achar sua origem Romana, devido a sentença condenatória ser escrita pelo julgador com pena aviária do pavão. Isto mesmo, originária de uma tradição apenas, onde o Gajo ( indivíduo de baixa reputação) personagem do povo galaicos, lusitanos incorporado por romanos no seu Império, Lusitânia depois de 45 a.C., condenados na infração das normas, onde o Tribuno Romano julgador o fazia “impondo a pena do povão” (impondo a pena condenatória como hoje se expressa no popular) em sua escrita a registrar sua condenação à “penitência”(sinônimo de penar) flagelando-o, novamente, em ato escrito em pena de pavão, aplicada no início nas suas campanhas na Gália, pelas legiões de Júlio César. Pedirei por humilde e inculto saber, licença pela oportunidade ao nosso querido autor, para expor este problemão figurativo que a nós leigos temos com a língua pátria uma luta constante. Não deveríamos, mas dela sofremos para melhor tentar nos exprimir. Hoje graças ao corretor ortográfico automático do sistema de dados informatizado, nos torna mais lascivos, concupiscente, oferecendo desejo intenso e despojado em escrever, e com isso oferece enganoso senso libertino com a língua, no que já se fala pela crítica literária, motivo a qualquer um já se acha escritor de livro. Ou como nosso querido Penduricalho Carlos Alberto Sardenberg, economizar para menos errar. Salomão Schvartzman da Band ao criticar o indiscriminado uso da palavra “então”, cita inclusive “de tão maltratada devemos então voltar à língua pátria, tupi-guarani apenas dela utilizar”. Este foi um dos meus enganos, cai na mesma armadilha e inventei esta nova expressão, como bem criticada, daquele que não tinha que fazer, mas possuía este maravilhosa instrumento da modernidade chamado “Word” processador de texto de 1983 por outro inventor Richard Brodie, o qual nos penitenciou com o comodismo de aliviar nossas faltas com a língua como subterfúgio para apenas poder escrevê-la com menos erro. Abraços para Vossas Mercês, de Eduardo de SBC, que inventou as eduardiano risco de morte quando chefe bom é chefe morto. E se algo mais faltar, lhe peço ao word apenar, e para mim apenas pena terá.

  125. eduardo de sbc

    -

    15/09/2012 às 12:09

    margot, na próxima escreveria para você querida, …há nove anos à “frente”. Mas perfeitamente entendi seu comentário abaixo datado de 09/08/2012 ás 20h37min, que com certeza, ou provavelmente fará me criticar novamente, pois não poderia jamais, onde já se “foi” ao léu só é possível no tempo passado ou talvez ao lado ou ao largo, a ré ou de ré, de atrás do monte dos ventos uivantes para as mais românticas, sei lá? E daqui a um ano, no meu futuro? Há um ano estarei mais velho para melhor lhe apreender em seus conhecimentos da ciência linguística e gramática, que demonstra possuir equilibra, mas nunca perfeita a lhe observar no meu cômodo observatório da imprensa, digo da palavra, mas com certeza de seu saber entregar minha vida ou minha morte? Há um ano apenas, não atrás, mas daqui a doze meses, no meu futuro para lhe explicitar melhor, estarei preparado para sua “sapiência”? Há nove anos na retaguarda, muito estranho, um pouco militar? Mas se não adjetivar teria que interpretar-me para que lado do tempo espaço, neste universo de palavras estranhas, estivesse me dirigindo ou falando? Indefinido melhor para ti? Ao léu do vazio do cosmo? És advinha ou maga da moda? Suporia em alguma hipótese na conjectura de sua imaginária leveza do ser, o pressuposto em crer ou acreditar estar acertando meu pensamento mal exprimido, no vácuo da arte de interpretar talvez? Mas lhe responderia, não sou artista de arte pictórica, para tentar me fazer compreender por pincelada no quadro real da vida! Apenas um velho alquebrado pelo mesmo tempo que tenta adivinhar-me, ou no seu mínimo, como da antiga expressão “risco de vida”, escondidinha em sua elipse subtender? Afinal não passo de um brasileiro analfabeto na literatura e da língua culta, como já bem me julgou, que lhe sigo como ex-metalurgico, e por isso podes me ridicularizar, mas a cada dia aprendo com tua esplendida cultura, esperta, imponderável, que talvez um dia chegue a ser inventiva como o faço para dar-te motivo de viver e poderes me criticar (quanta bobagem). Hoje foi o Agá, que equivale ao N no fonético de origem latina, me parece, pois como já velho ando meio gagá sem agá né margot camarote, e por isso te agradeço querida nos meus deslizes que ando brigando sempre com a má escrita que já se apercebeu e vergonhosamente a expos no meu mais ridículo! Sinto-me agora melhor no seu contraditório, despojado, revelado ao escárnio nada piedoso de sua observação, em frangalhos na verdade, com a ferida exposta às moscas, putrefata! Tranquilidade margot para ti, afinal escrevo como falo infelizmente para seu arrazoável poder fazer. Disto tiro uma lição, pela sua mesma razão, que ninguém também conseguirá lhe tirar, motivo dos mulçumanos quererem matar a outra metade de nossa pseudo civilização, ou como Jefferson (mensalão) bem a revelou ao encarar Zé Dirceu, tenho medo de Vossa Mercê, porque me “provoca em mim os instintos mais primitivos do ser” a lhe colocar em risco de morte ensejar (de lhe matar é claro pela animosidade ao id psicológico). Desta lição de humanidade, por falta de humildade e piedade na minha comissura incorreção de vossa gramática, por apenas lhe faltar um Agá, que para meu professor escolar, mais importante que o agá, uma vírgula mal posta, ensejará uma guerra pelo melindre que poderá causar aos fracos egocêntricos do fanatismo a levar. E agora a Globo vem falando a palavra “pena” de dar dó. Já lhe escrevi, pois sei que a palavra culta seria “apenar” aos réus do mensalão. Meus galináceos até arrepiam suas penosas ao ouvir Advogados assessorando esta pauta jornalística televisiva no canal fechado, “globo notícias”, nome que lhe batizaram no estrangeirismo, mania de grandiosidade, por News. Neste programa ao vivo se autodenominam professores dos templos jurídicos do saber, críticos e senhores do conhecimento acadêmico (refiro-me exclusivamente e apenas aos meros jornalistas da Globo, que sei não me processarão por mero melindre), ao comentarem estapafúrdias de ridículas interpretações, no popular nada entender, em seu intervalo de julgamento do próprio STF. Já li em vários artigos que é chulo usar “pena” neste caso. Falam até do ridículo de Collor em várias publicações oficiais com esta palavra, o que apenas oferecia “dó” interpretativo de seu texto em Diário Oficial. Seria difícil de entender “apenamento” como forma culta de entendimento coloquial, ou mais simples na grotesca “pena” em sua dúbia, confusa e mais popularesca ou sua corruptela a lhe empregar. A confusão é oferecida porque a palavra pena é polissêmica: tanto significa compaixão como punição. Ela, entretanto (polissemia) não atinge seu verbo, onde se liga a pena com dó, mas não com punição, no rigor da norma culta. No emprego popular da língua portuguesa, temos: “Menino infrator foi penalizado até 2018”, que significa que dele sentimos penas (dó) até esse ano, e não que sofrerá pena (punição) até esta data. E isto significa que não foi essa a intenção do jornalista. Nessa situação, aplicação da pena, deve ser usada sempre o verbo apenar. “Menino infrator apenado até o ano 2018”. Soaria difícil ao telejornalismo assim falar, na sua forma correta da língua? Ou contrário, empregar o coloquial apenas, já no vício dela melhor se interpretar ou entender no televisivo? Antecipo desculpas ao alongar, mas interessante ao achar sua origem Romana, devido a sentença condenatória ser escrita pelo julgador com pena aviária do pavão. Isto mesmo, originária de uma tradição apenas, onde o Gajo ( indivíduo de baixa reputação) personagem do povo galaicos, lusitanos incorporado por romanos no seu Império, Lusitânia depois de 45 a.C., condenados na infração das normas, onde o Tribuno Romano julgador o fazia “impondo a pena do povão” (impondo a pena condenatória como hoje se expressa no popular) em sua escrita a registrar sua condenação à “penitência”(sinônimo de penar) flagelando-o, novamente, em ato escrito em pena de pavão, aplicada no início nas suas campanhas na Gália, pelas legiões de Júlio César. Pedirei por humilde e inculto saber, licença pela oportunidade ao nosso querido autor, para expor este problemão figurativo que a nós leigos temos com a língua pátria uma luta constante. Não deveríamos, mas dela sofremos para melhor tentar nos exprimir. Hoje graças ao corretor ortográfico automático do sistema de dados informatizado, nos torna mais lascivos, concupiscente, oferecendo desejo intenso e despojado em escrever, e com isso oferece enganoso senso libertino com a língua, no que já se fala pela crítica literária, motivo a qualquer um já se acha escritor de livro. Ou como nosso querido Penduricalho Carlos Alberto Sardenberg, economizar para menos errar. Salomão Schvartzman da Band ao criticar o indiscriminado uso da palavra “então”, cita inclusive “de tão maltratada devemos então voltar à língua pátria, tupi-guarani apenas dela utilizar”. Este foi um dos meus enganos, cai na mesma armadilha e inventei esta nova expressão, como bem criticada, daquele que não tinha que fazer, mas possuía este maravilhosa instrumento da modernidade chamado “Word” processador de texto de 1983 por outro inventor Richard Brodie, o qual nos penitenciou com o comodismo de aliviar nossas faltas com a língua como subterfúgio para apenas poder escrevê-la com menos erro. Abraços para Vossas Mercês, de Eduardo de SBC, que inventou as eduardiano risco de morte quando chefe bom é chefe morto. E se algo mais faltar, lhe peço ao word apenar, e para mim apenas pena terá.

  126. Raimundo Otoni

    -

    13/09/2012 às 5:49

    Não vejo razão para se discutir os dois opostos: vida e morte. Se alguem diz:risco de vida, é porque aquele está na eminencia de perde-la. Se diz: risco de morte é porque está tambem correndo perigo de perder a vida. No meu entender as duas estão corretas.Porque só morre quem esta vivo.A verdade é que já nascemos morrendo. É só perder o folego.

  127. Richard T

    -

    10/09/2012 às 16:43

    Meu entendimento é que NENHUMA DAS FORMAS ESTÁ CORRETA. E, tal qual a opinião do autor, o incorreto não deve ser utilizado.

    Risco de vida foi criado (de modo errôneo) apenas para facilitar a comunicação (dar a ideia de morte), de forma que:

    1- O principal argumento em defesa ao “risco de vida” é que “corre-se o risco de (perder) a vida”. Contudo, VIDA é o substantivo da oração. A vida está arriscada a alguma coisa. Da mesma forma que uma casa está arriscada a um incêndio ou a um desabamento. Corre-se o risco de (perder) a casa , mas não utiliza-se “risco de casa” porque é muito abrangente. Utiliza-se risco de desabamento, risco de incêndio. Deveria ocorrer o mesmo com o substantivo vida. Na vida, estamos sujeitos a vários riscos: lesões, acidentes, etc.

    2- A utilização do “risco de morte” é incorreto porque “risco” está relacionado à incerteza da ocorrência de um evento. Quão incerta é a morte? Até o momento, para qualquer ser vivo o evento “morte” é absoluto. Dessa forma, falar simplismente “risco de morte” para determinada situação não representa nada. Em toda situação, o evento morte pode ocorrer para quem está vivo.

    3- O ideal para alertar um perigo seria anunciar o evento que pode proporcionar a morte. Ex: “risco de desmoronamento”, “risco de avalanche”, “risco de queda”. Na prática, se a ideia é enfatizar o perigo, utilizaria-se: “risco de morte por desmoronamento”, “risco de morte por afogamento”, etc. Assim, participar de tal atividade incorre o risco de se afogar, podendo levar a morte. Definir o modo que a morte pode ocorrer não é absoluto, pelo contrário, bastante incerto, tornando a opção gramatical plausível.

  128. margot

    -

    09/09/2012 às 0:20

    “RISCO DE (PERDER) A VIDA”! Uma elipse !

  129. Gabriel

    -

    07/09/2012 às 14:35

    Bom, eu até entendo o estranhamento com relação a “risco de vida”, pois falamos “risco de infecção”, e não “risco de cura”. Mas ok, passa como elipse

  130. DEUSELINO MACHADO

    -

    05/09/2012 às 9:21

    O que é que corre “RISCO”, a vida ou a morte?

  131. Jordano

    -

    04/09/2012 às 21:39

    Que legal. Gostei muito. Eu, que estudo Letras, fico meio preocupado com tantas teorias linguisticas. Acredito que as duas formas possam realmente conviver em harmonia. E que não haja risco de uma delas desaparecer…rsrsrs abraços

  132. margot

    -

    30/08/2012 às 21:48

    Desculpas aceitas, Marcelo Bismark! Também espero que esse “risco de morte” fique só na Globo !!! Mas…convenhamos…o Sr”Eduardo de sbc” é um verdadeiro “assassino gramatical” (ehehehe) !!!

  133. Uzier Franco do Paraizo

    -

    30/08/2012 às 11:06

    Eu sempre achei estranho dizer “risco de morrer” porque entendo que quando eu falo que corri “risco de vida” estou dizendo que estive a ponto de perder minha vida, por isso sempre uso a expressão “risco de vida e não risco de morte”, mas partindo do princípio que risco lembra perigo e perigo é uma ameaça, entendo que falar risco de morte também não está de todo errado, porque quando digo “risco de morte” quero dizer que minha vida esteve sobre a ameaça de morte, então eu corri um perigo de morte.

  134. Marcelo Bismark

    -

    23/08/2012 às 12:11

    Desculpa, Margot! a tragedia foi o Edu que fez…
    espero que esse “risco de morte” fique só na globo
    não assisto novela mesmo.
    rico de morrer, risco de descer, risco de cair, risco de explodir, risco de ler os comentários de pessoas desocupadas que não tem o que inventar…

  135. Marcelo Bismark

    -

    23/08/2012 às 11:55

    Margot, QUE TRAGEDIA VOCÊ FEZ…

  136. Marcelo Bismark

    -

    23/08/2012 às 11:50

    UMA EXPRESSÃO QUE SE POPULARIZOU ERRADAMENTE!!!
    PORQUE QUANDO OS JORNALISTAS SE REFEREM A QUEDA, FALAM “RISCO DE CAIR”
    E QUANDO É RELATIVO A MORTE, QUEREM FUGIR DO VERBO?
    VAMOS USAR A SIMPLICIDADE E PARAR DE QUERER INVENTAR.
    RISCO DE MORRER É CORRETO E NÃO TEM COMO CAUSAR DISCUSSÃO.

  137. margot

    -

    09/08/2012 às 20:37

    Ao sr. Eduardo de sbc, de cujo texto extraí o que segue:

    eduardo de sbc
    -
    25/06/2012 às 23:05

    Tema; Expressão Risco de Morte

    A expressão “risco de morte” foi criada por mim para o tele jornalismo. À nove anos atrás a envie para a globo e cultura . . .

    -Prezado sr.Eduardo. A título de ‘colaboração’ p/seus próximos textos, gostaria de sugerir que o senhor preserve a letra “H” do verbo “HAVER” (há nove anos), lembrando ainda que, se foi “há nove anos”, seguramente foi “atrás”, não havendo necessidade dizê-lo!
    Confesso que não li seu ‘extenso’ manifesto, p/não correr o ‘risco’ de sugerir mais alguma coisa! Concordo com quem se diz ‘atropelado’ pela expressão “RISCO DE MORTE” . . . !
    Cordialmente!

  138. Bia

    -

    25/07/2012 às 17:58

    Eduardo de sbc… Você não consegue usar a vírgula que foi inventada a anos, vai me dizer que inventou uma expressão que se popularizou? Ah, faça-me o favor né!

  139. eduardo de sbc

    -

    25/06/2012 às 23:05

    Tema; Expressão Risco de Morte

    A expressão “risco de morte” foi criada por mim para o tele jornalismo. À nove anos atrás a envie para a globo e cultura, para substituir a expressão indireta “risco de vida” de forma elíptica ou de elipse (supressão de uma palavra subentendida) na figura de estilo da língua subentendida de se expressar. Era forma criada secularmente (risco de vida), seu primeiro registro bíblico, e até em nossa Constituição nacional e norte americana e assim mundialmente empregada de onde surgiu para nossa língua. Agora um simples ex-metalúrgico de Santo Bernardo do Campo, principal, brasileirinho semianalfabeto, criou esta nova expressão, nunca usada ou criada anteriormente, que criticada inicialmente, agora aderido mundialmente. Neste momento da história, tão importante do telejornalismo, onde enviamos internacionalmente nosso sinal e programação, vocês estão querendo não aderi-lo, na forma coloquial, e no telejornalismo empregando a corruptela “risco de morrer” que tem o mesmo significado do secular risco de vida. Entretanto a forma melhor, coloquial, seria “risco de morte” como expressão da língua. Risco de morrer, é uma corruptela da língua, que não se iguala a uma expressão coloquial correta como expressão de linguagem inteligente do jornalismo, informar e influenciar corretamente nosso povo no seu aculturamento, e assim fazendo para o mundo. Diferente então corruptela de uma verdadeira expressão coloquial. Vocês podem usar a forma pura, coloquial como todos estão fazendo agora, pelo mundo afora, cousa de brasileirinho, e deixar as corruptelas para quem as merece … Sei que a TV Recorde canal 7, desde quando frequentava seus estúdios a menos de 2 anos de sua inauguração em Santo Paulo, ao lado do Aeroporto de Congonhas, do circo do Sr. Waldemar Seyssel, cirquinho do Arrelia (Palhaço Arrelia 1955 a 1965), feito para família paulistana. Era de terra batida, isto mesmo, ao lado do estúdio da TV, entrada com um portão grande de madeira, e uma portinha menor para se entrar, e o circo montado ao lado de bom tamanho, maior até que os atuais, com os praticados bem espaçosos, e chão batido de terra, mas com toda infraestrutura com banheiros também para um grande público, e no final davam uma pequena caixinha de leite, a qual lembro ser deliciosa (leite natural parecendo maltado), e popular bordão “como vai, como vai, como vai? Eu vou bem, muito bem…bem…bem seu refrão música de marcha cantada por ele..que fazia com tanto entusiasmo, que até machucava meu braço de criança. E outro programa diário de 1953 inicio da TV que ao vivo, chamado Pullmam Jr. Tia Cidinha, Cidinha Campos e Durval de Souza, onde me lembro ir em caravana do grupo escolar em meu aniversário (era para aniversariante apenas ), no estúdio decorado, todo colorido com balãozinho e serpentinas, sentado em mesinhas comendo bolo Pullman, e assistindo filme desenho animado Capitão América, Hulk, Namor, o Homem de Ferro e Thor. Fui, inclusive, como todos os aniversariantes, e faziam com que todos sem exceção, entrevistando um a um, o que queria ganhar, saindo com chapeuzinho colorido dobradura de papel marche com borda em moldura, e ensaiando a resposta para dizer apenas o nome e a idade. Havia dois palhaços Torresmo e Pururuca. Que saudade de infância e inocência!
    Peço a “Vossas Mercês” como a se utilizar do seu eufemismo Vosmercê ou , Vasmicê, que empreguem a expressão mais correta, sem polêmicas, quando o correto é Vossa Mercê da mesma forma risco de morte em vez de morrer. Fui informado que pensam que foi a Globo que inventou esta expressão, e por isso a utilizam no formato de corruptela. Não precisam pois não foi a Globo que a inventou. A revista “Veja” e o “Observatório da Imprensa” da Unicamp, foram as que mais criticaram minha invenção, mas até elas agora a utilizam corriqueiramente em seus artigos, praticamente não existindo mais a antiga expressão secular, que brinco em dizer, única desde os livros dos mortos egípcio, até que um brasileirinho meio burrinho veio viu e mudou !… o resto é história. Fenômeno que só o marquetismo televisivo consegue. A TV Cultura com o famosoProfessor da língua que todos conhecem único à época a defender esta nova forma de expressão. Fizeram até vários programas, e um vídeo teatro, da sua programação) para divulgá-la ao mundo. Ou programa da rádio da rede Globo. Então não tem nada a ver com a Globo diretamente. Não há necessidade desta mudança só por achar que foi a Globo. Estou a disposição de vocês para qualquer explicação, melhor, mas não alteram algo tão inusitado nas lembraças de nossa Record canal 7 de 1953, pois de um modo ou outro a história vai confirmar meu acerto e talvez seu equívoco.
    Mês passado enviei para o programa do Jô a denuncia do terremoto de Santo Paulo em 2008, onde revelo quem foi que causou. Enviei, no mesmo dia também, para vocês, mas…. não usaram. Jô usou e já revelou para o Brasil quem foi o culpado por aquele terremoto. Se quiserem posso novamente lhes informar para o telejornalismo.
    Agora por favor, se puderem humildemente, utilizem a expressão direta e de significado “Expressão coloquial” correta, evitando a perda de oportunidade para mostrar ao mundo que possuirmos também criadores da língua e de expressão como agora ocorreu. Divulguem risco de morte no telejornalismo para o mundo ver que também podemos criar e mudar a língua mais expressiva e simples para não falar inteligente.
    Não me canso de explicar, porque aprecio a curiosidade, quando já me chamaram até de alguém que não tem o que fazer para inventar esta boba jeira da língua. No falar do “conselheiro Bráz” da Tv Cultura, acima referido no endereço eletrônico do vídeo, a preposição “de” pede após a palavra “risco” o nome que corresponde ao sujeito de risco, indicando aquilo que está em risco propriamente; risco de vida, risco de saúde. A que indica o objeto do risco indicando qual é o mal que se apresenta como risco; risco de morte, risco de doença. Ou seja não é culto se falar risco em morrer ou de morrer, na forma de expressão linguística. A TV cultura faz citar essa posição na imprensa coluna publicada na Folha, A palavra “risco” sugere coisa ruim. O risco é sempre de coisa ruim, mas, quando se trata de morte paradoxal construção “risco de vida”, já imposta pelo uso, resulta do cruzamento com formas como “risco de perder a vida”, “arriscar a vida”, “pôr a vida em risco”. Em linguagem escrita formal culta, no entanto, parece mais aconselhável empregar “risco de morte”, e não em morrer ou para morrer, e pior ainda de morrer. Corro o risco de morrer ou melhor corro o risco de morte ou não?! .De vida, usa-se de morte, e no caso de viver usa-se de morrer. Então como não se trata, da troca de expressão de viver, mas de vida o modo culto é empregar risco de morte. Vida morte, e viver morrer. É isso.
    Por fim cita (TV cultura) em geral, somos tentados a aceitar esse argumento “lógicos” no momento de explicar fenômenos linguísticos. Acontece que, na dinâmica da língua viva, nem tudo é tão cartesiano assim. Uma consulta rápida ao dicionário mostra que a primeira acepção de “risco” no Houaiss é: “probabilidade de perigo, geralmente com ameaça física para o homem e/ou para o meio ambiente”.
    Abraços de Eduardo de sbc, que criou a expressão risco de morte para o telejornalismo

  140. Pedro Paulo Rael Schroeder

    -

    19/06/2012 às 11:25