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08/03/2014

às 15:07 \ Cultura, Racismo

As mulheres têm salário médio menor por preconceito?

Marissa Mayer, presidente do Yahoo!

Minha segunda e última homenagem a este estranho Dia Internacional da Mulher será esse trecho do meu livro Esquerda Caviar, refutando a falácia tão repetida de que as mulheres ganham menos por preconceito. É minha forma de homenagear as mulheres que se destacam em suas vidas e não apelam para a narrativa da vitimização, esta praga dos tempos modernos. Lá vai:

Outra grande bandeira das feministas é alegar que há discriminação de sexo e, como evidência, mostrar o salário médio mais baixo das mulheres. Essa análise simplista é mais um exemplo de uso indevido de estatísticas espúrias. Afinal, a média pura e simples ignora que elas tendem, ao longo da vida, a se afastar mais do trabalho por questões de família (da última vez que verifiquei ainda eram as mulheres que engravidavam), ou a escolher trabalhos mais flexíveis por conta disso. Óbvio que isso afeta a remuneração, reduz as chances de promoções no decorrer da carreira etc.

Além disso, os salários mais altos costumam estar ligados à engenharia ou a campos similares, que possuem presença masculina desproporcional. Empregos arriscados ou que demandam força também atraem mais os homens, e o salário de um bombeiro tende a ser maior que o de uma secretária.

Portanto, quando são levados em conta fatores como qualificação, carga horária, risco de afastamento do empregado por gravidez e coisas do tipo, o hiato salarial desaparece! O que faz todo sentido econômico: se mulheres realmente ganhassem menos que os homens para o mesmo valor produzido, naturalmente os empresários mais gananciosos contratariam somente mulheres e levariam à bancarrota seus concorrentes machistas, com mão de obra mais cara e menos competitiva.

Essa mesma lógica é válida para o racismo. Walter Williams, em Race and Economics, defende a tese de que o livre mercado expõe e ataca a ineficiência do racismo. Vale para raça, gênero, qualquer forma de discriminação. A teoria econômica não pode responder a questões éticas; mas pode exibir as consequências de medidas tomadas em seu nome.

O que o autor mostra é que diversos problemas que os negros americanos enfrentam não têm ligação com a discriminação racial. Ele, que é negro, não nega que tal discriminação existe; apenas demonstra que as principais causas dos problemas estão em outro lugar. E quais seriam estas causas, então? O que fica evidente ao longo do livro é que as regulamentações impostas pelo governo representam o grande vilão dos negros, especialmente os mais pobres.

Uma das formas básicas de alguém com menor produtividade competir no mercado de trabalho é justamente aceitar um salário mais baixo. A demanda por remunerações equivalentes para trabalhos equivalentes vem de quem já está empregado e deseja reduzir a concorrência. O autor mostra inclusive que esta lógica não escapou aos principais proponentes das leis trabalhistas. Os sindicatos se uniram para impedir a entrada maciça dos negros no mercado de trabalho.

Estas leis tornam o custo da discriminação racial nulo. No livre mercado, se o empregador se recusar a contratar alguém por causa da “raça”, pagará um preço por isso, seja por limitar a quantidade de candidatos às vagas, seja por deixar de empregar gente mais produtiva pelo mesmo salário. Neste caso, basta o concorrente ignorar o racismo para ser mais eficiente. Com o tempo, a tendência é o empregador racista ir à bancarrota.

Em suma, Williams defende o fim das restrições legais ao mercado de trabalho como melhor medida para ajudar as minorias, incluindo os negros. O livre mercado é impessoal e foca nos resultados. Esta é a mais poderosa arma contra qualquer tipo de discriminação.

Mas os coletivistas não querem saber dessa lógica, pois estraga a “marcha das vítimas oprimidas”. Em vez disso, ajudam a criar várias leis que acabarão prejudicando as próprias mulheres, negros, gays. Criam-se várias regalias para “proteger” o sexo feminino, por exemplo, e o patrão, desesperado com os custos dessa benesse toda, opta pela contratação de um homem mesmo. Consequências indesejadas das boas intenções.

Quando a mulher realmente mergulha no trabalho, desfruta das mesmas chances de sucesso que os homens. É uma questão de escolha, de abrir mão de outro estilo de vida. Cada vez mais mulheres conquistam posições de destaque, e isso não se deve a nenhum tipo de privilégio estatal.

Em maio de 2013, por exemplo, Claudia Sander se tornou presidente da TAM aos 38 anos. Para desespero das feministas, Claudia chegou lá por meritocracia, é bonita, formada em engenharia com MBA em Harvard, e não precisou apelar para vitimização alguma. Alguém consegue ver uma pobre oprimida nisso?

A presidente mundial do site Yahoo!, Marissa Mayer, segue o mesmo perfil. É uma cientista da computação, foi vice-presidente de serviços geográficos e locais do Google e, em julho de 2012, nomeada presidente e diretora-executiva do Yahoo!, por reconhecimento a seu mérito. Vítima? De quem?

[...]

Obama posa, como todo grande esquerdista caviar, como protetor das minorias, incluindo a maioria feminina. Sua retórica é toda voltada para o combate ao machismo, que supostamente reduz o salário das mulheres (falso, como já vimos). Curiosamente, quando Obama era senador, as suas funcionárias recebiam um salário médio de quase US$ 45 mil por ano, contra mais de US$ 57 mil da média masculina.

Para acrescentar insulto à injúria, o concorrente das primeiras eleições presidenciais de Obama, John McCain, pagava não só 24% de salário médio feminino a mais que Obama, como suas funcionárias  recebiam mais que os homens da equipe. McCain, o Republicano, fechara o gap e invertera a equação, tudo sem a necessidade de leis estatais como as defendidas por Obama.

Pergunte se a grande imprensa explorou esse abismo entre discurso e prática nas eleições. Claro que não! E Obama colheria os frutos de seu sensacionalismo em prol das “minorias”, recebendo uma quantidade desproporcional de votos dessas categorias de eleitores. O populismo vende bem.

Rodrigo Constantino

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37 Comentários

  • Suzete

    -

    17/3/2014 às 14:58

    Quer UM exemplo de como o machismo reduz o salário das mulheres? Não sei de onde você tirou a informação de que nós tendemos, ao longo da vida, a nos afastarmos mais do trabalho por questões de família, mas certamente teve ter embasamento em dados confiáveis. A gravidez é uma destas questões e, de fato, como você constata, ainda são as mulheres que engravidam. Porém, não esqueça de que continuamos trabalhando enquanto carregamos os filhos no ventre. Imagino que você se refira a licença maternidade. Esse ponto já está em discussão em outro texto seu. Mas, depois disso, são anos e mais anos em que as “questões de família” continuam acontecendo. Daí por diante, o rebento poderia ser atendido tanto pela mãe quanto pelo pai. Mas quem é que, via de regra, se afasta do trabalho para resolver o problema? Isso não é cultura machista???? Mr. Obama não deixa de ter razão…

  • Leonardo

    -

    10/3/2014 às 22:06

    “QUEM VOCÊS ACHAM QUE IA BUSCAR AS CAIXAS LÁ NO SOL?”

    lol!

  • João Lavador.

    -

    10/3/2014 às 18:45

    No meu entendimento:No Brasil a coisa está pior a partir do momento que o legislador sufoca a competitividade da empresa brasileira impondo regalias que, no serviço público pode até ser “engolível”(será mesmo?) mas que, se impostos às empresas, elevam o custo Brasil à estratosfera.No caso das mulheres, aqui no Brasil, a gravidez das empregadas se tornou uma dor de cabeça para os empresários pois eles estão proibidos de: não contratar uma mulher que já está previamente grávida; e, depois de essa mulher contratada, de não conceder, no mínimo, quatro meses de licença maternidade; além da, praticamente, estabilidade no emprego dessa mulher que, na minha opinião, por causa disso tudo, acaba se tornando uma verdadeira fonte de prejuízo para a empresa.

  • Bruno

    -

    10/3/2014 às 18:30

    Elas abriram guerra contra as propagandas de cerveja:
    http://ativismodesofa.blogspot.com.br/2012/07/a-mais-nova-propaganda-machista-da.html

  • emi yama

    -

    10/3/2014 às 14:21

    “Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade, entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço não for superior a 2 anos (art. 461 da CLT)”. Todo empregador conhece a lei portanto dizer que existe esta diferença, só por uma minoria, pois ao contrário é só reclamar na Justiça Trabalhista e é ganho na certa.

  • Gui

    -

    10/3/2014 às 1:33

    Eu trabalhei como vendedor numa loja pequena. Eramos 3 vendedores, eu (homem) e duas moças. Cheguei depois delas, e meu salário sempre foi um pouco maior. Agora pergunto: QUEM VOCÊS ACHAM QUE IA BUSCAR AS CAIXAS LÁ NO SOL?

  • Gergra

    -

    9/3/2014 às 12:48

    O Roger das 8:50 h pode estar equivocado. Mulheres do poder, pelo menos do Brasil, nao seguem necessariamente esta regra e nem por isto deveriam ser criticadas por isto. Sao mulheres de sucesso (nao falei competentes, longe disto), mas como demonstrar a teoria do Roger com Dilma, Foster (Petrobras) entre outras… Se alem de competentes forem bonitas, fazer o que? Outra coisa, beleza e cuidados com a aparencia sempre andam juntos.
    Quanto o comentario que eh soh ir nas empresas para comprovar esta teoria boba, so rindo mesmo!

  • Helber

    -

    9/3/2014 às 11:51

    Quando um funcionário falta, corta-se o ponto e adverte, e na persistência, demite. Ninguém pode pagar menos a uma outra pessoa fazendo um exercício de futurologia de que ela irá engravidar e faltar porque tem que ir a uma reunião dos pais e filhos.

  • Rodrigo

    -

    9/3/2014 às 10:15

    Rodrigo isso merece ser divulgado por vc….obra da esquerda caviar http://www.youtube.com/watch?v=pX5chI0BTPA

  • Leonardo

    -

    9/3/2014 às 9:55

    “Na maioria das vezes concordo com seus argumentos,mas neste caso, vc foi infeliz. Os benefícios que são direcionados às mulheres em determinadas situações podem ser deduzidos dos impostos.”

    É, mas os impostos deduzidos terão que ser compensados com impostos que outros vão pagar, é tutela estatal do mesmo jeito.
    Típica hipocrisia brasileira: “Eu sou a favor de libertarismo para os outros, para mim eu quero é meus direitos!!!”

  • Roger

    -

    9/3/2014 às 8:50

    As 2 mulheres citadas tem algo em comum. A beleza . Não tenho dúvida que precisamos vencer este obstáculo . A beleza continua sendo um enorme diferencial . Menina nova , menos de 40 anos , presidente !?!?Pode ter o currículo que for , a beleza será algo fundamental na decisão. Imagem é tudo ( ou quase tudo ) . Ah. por favor , não me venha com as exceções .No próprio texto encontramos o ” é bonita ” …
    As mulheres , no dia a dia , sofrem preconceito sim , porém , se tiver uma beleza aceita pela sociedade , a coisa muda de figura . É só ir nas empresas para comprovar . Isto é fato!!!

  • Alan XY

    -

    9/3/2014 às 7:48

    Como tenho funcionários e funcionárias tendo a concordar com o seu post por que não existe essa propalada diferença de salârio em função do sexo. A diferença é em função da qualificação.
    Agora a beleza….parece que é um diferencial em algumas áreas. Veja que na profissão dita “mais antiga do mundo” recebe mais quem é mais bonita. rarara Talvez a beleza seja tambem uma qualificação produzida a partir dos esforços dos ancestrais….rararara

  • Roberval

    -

    9/3/2014 às 6:45

    Ótima sacada de que se for possível ter a mesma produtividade pagando menores salários então obviamente as empresas empregariam mais mulheres do que homens. Também acho que essas estatísticas comparam maçãs com laranjas, principalmente no caso “racial”. Se comparar os negros pobres com os brancos pobres, ou negros ricos com brancos ricos, essas diferenças tendem a desaparecer.

  • Roberto

    -

    9/3/2014 às 5:07

    é… Thomas Sowell tinha chegado a essa conclusão há algum tempo….

  • Renato

    -

    9/3/2014 às 0:08

    “Homens ganham mais pelo mesmo emprego” é uma frase extremamente enganosa. Uma pessoa distraída dirá que o MESMO empresário paga um salário menor para a mulher que faz o mesmo serviço que um homem. Então coloco dois pontos:
    .
    1.Em primeiro lugar, mesmo que fosse isso, segundo entendo o empresário paga o que quiser, e aceita quem quiser.
    .
    2. Mas não é isso o que acontece de verdade (nem seria de se esperar isso pela lógica econômica). Porque não seria de se esperar isso? Porque se um empresário conseguisse pagar um salário menor para mulheres, para fazer o mesmo trabalho que os homens, ele contrataria cada vez só mulheres, e sua margem de lucro aumentaria. Logo, os outros empresários fariam o mesmo, e o valor de mercado do salário das mulheres cresceria, e o dos homens cairia. A explicação para as estatísticas é bem outra: As empresas que pagam salário melhores (geralmente as maiores empresas) acabam contratando mais homens, e as empresas menores, que pagam menores salários, contratam relativamente mais mulheres (em relação às empresas maiores). Porque isso acontece? Um idiota acharia que os empresários das melhores empresas são misóginos, e os pequenos empresários não. A resposta está nas escolas cursadas por mulheres e homens. Veja a área de engenharia que é muito ampla e tem bons salários: as melhores escolas tem muito mais alunos homens do que mulheres. As melhores empresas contratarão egressos das melhores escolas, e portanto contratarão preferencialmente mais homens. No caso de medicina, e direito, que também tem salários altos, há mais equilíbrio entre homens e mulheres nas melhores escolas, mas por outro lado, as mulheres atrasam sua carreira por motivo de gravidez e cuidados com filhos, e não estou criticando, é uma escolha legítima, mas é errado depois dizer que os patrões estão sendo injustos.

  • ANTIPETRALHA

    -

    8/3/2014 às 23:31

    OFF-TOPIC:

    Valcke assume: copa do Brasil será a “pior das Copas”:
    http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-2014/,1c66c7ca77e84410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html?fb_ref=FBActivityFeed

    Jornal inglês: “a Copa do Brasil será só lixo?”
    http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-2014/ingleses-sobre-greve-de-garis-no-rio-a-copa-sera-so-lixo,9b4bce18772a4410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

    E vários MAVs da RedePT 13 nos comentários xingando os europeus…

  • Nobruca

    -

    8/3/2014 às 23:04

    Essa mulher é exemplo da soma do livre arbítrio e da iniciativa própria que só o livre mercado e a democracia podem proporcionar:

    http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2014/03/nao-tem-essa-de-sexo-fragil-diz-mulher-que-construiu-propria-casa-sozinha.html

  • The Wall

    -

    8/3/2014 às 22:56

    Pergunte a qualquer gestor que queira abrir o jogo que a explicação de os salários, para uma mesma função, serem menores às mulheres vem rapidinho, numa única frase: O custo do salário das mulheres é menor pelo fato de haver riscos de ausência do trabalho por conta de direitos trabalhistas diferenciados, como a licença maternidade. Uma equação previsível no mundo dos negócios. Qualquer outra resposta é desvio de foco.

  • A.

    -

    8/3/2014 às 22:01

    Não é “vitimismo”. Há várias pesquisas que apresentam o mesmo currículo com nome masculino e com nome feminino, e sempre o currículo feminino é visto como menos “contratável”… com certeza empresas que não divulgam os salários dos cargos antes da seleção fazem discriminação de gênero. Sem falar nas promoções… Mulheres são punidas por atitudes que, tomadas por homem, são sinal de “proatividade”. Por isso, pedem menos aumentos de salário e pleiteiam menos cargos de liderança (nos quais também são preteridas, mesmo que pleiteiem).
    E sério mesmo que a direita tem que ser machista? Ou é só o Rodrigo mesmo?
    http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2010/aug/27/women-wont-ask-pay-rises
    http://www.catalyst.org/knowledge/myth-ideal-worker-does-doing-all-right-things-really-get-women-ahead
    http://www.rawstory.com/rs/2012/01/10/new-study-shows-women-get-punished-for-seeking-raises/
    R: Não passa pela sua brilhante cabeça que a preferência pode não ter ligação alguma com machismo, e sim justamente com o fato de que as mulheres gozam de mais privilégios, risco de ausência por gravidez etc?

  • Jair

    -

    8/3/2014 às 22:01

    Um amigo demitiu uma funcionária que desagregava na sua empresa. Ela alegou que foi demitida só porque era negra, acusando-o de racista. Ele contra-argumentou dizendo que, se fosse racista, não a teria empregada meses atrás. Foi uma tremenda dor de cabeça. E agora, será que ele, ou quem tomou conhecimento do caso, pensarão 2 vezes antes de empregar alguém que “não”poderá demitir no futuro? A “vitimização” é a mãe da discórdia.

  • Sergio

    -

    8/3/2014 às 21:52

    Flavia, e os seus argumentos, cadê?

  • Antonio

    -

    8/3/2014 às 21:35

    Você está ignorando toda uma literatura acadêmica que prova que há discriminação contra as mulheres, nos EUA, Europa, Brasil, etc., uma discriminação que é persistente, embora com tendência de diminuir ao longo do tempo. Discriminação que é até mais significativa porque as mulheres possuem maior qualificação média (em anos de estudo). São infindáveis testes estatísticos, de todos os modos imagináveis, e todos dão o mesmo resultado. Há clara discriminação sexual, assim como racial.

  • Ramon

    -

    8/3/2014 às 21:16

    Não. Recebem menos porque a Mulher Brasileira acha que é a “garota de ipanema” e que todos querem dar em cima dela. Quando ela largar ideias pré-concebidas e incutidas na cabeça dela e agir com desenvoltura vai ganhar a mesma coisa.

  • conceição

    -

    8/3/2014 às 21:06

    Na maioria das vezes concordo com seus argumentos,mas neste caso, vc foi infeliz. Os benefícios que são direcionados às mulheres em determinadas situações podem ser deduzidos dos impostos. A razão dos valores diferentes de salário é discriminação sim.

  • Edson Vergilio

    -

    8/3/2014 às 20:33

    Não podemos também de deixarmos de citar LIZA RANDALL – Fisica Teórica, por seus próprios méritos e competências. Vide:
    randall@physics.harvard.edu

  • Josué Souza

    -

    8/3/2014 às 18:19

    O curioso é quem comenta contra, são homens, né? A referência é o livro escrito por ele, que não deve ter sido revisado por pares, portanto, passível de descrédito.

  • Flávia

    -

    8/3/2014 às 17:37

    Nessa eu não caio mesmo! Não consigo concordar com pontos de vista que usam exceções para fundamentar argumentos. Palavras bem postas a serviço da desinformação.

  • Arnaldo Arnolde

    -

    8/3/2014 às 17:23

    Os inventores da máquina de lavar, do chuveiro elétrico, do fogão a gás, da pílula anticoncepcional, da batedeira elétrica, do liquidificador, da geladeira, dos cosméticos, das aparelhos para detetar o câncer de mama, das fraldas descartáveis, do Modess, do OMO, etc, e do carro, que as mulheres adoram, fizeram infinitamente mais para a emancipação das mulheres do que as feministas, q nada fizeram além de repetição de leis que são de difícil implementação e inócuas.

  • Itan

    -

    8/3/2014 às 17:04

    OK, mas você esquece de dizer que o benefício que existe no Brasil de as empresas deduzirem das suas contribuições patronais o salário das empregadas em licença maternidade (seja o valor que for).E esse benefício anula o efeito da menor quantidade de horas trabalhadas por motivos de gravidez sobre o salário da mulher porque o custo passa para o governo, transformando-a, no ponto de vista econômico, num homem.

    E como se explica que exista diferença salarial no Brasil quando se percebe claramente a diferença de salários mesmo quando se controla os grupos de homens e mulheres por coisas consideradas mais relevantes para o mercado de trabalho (como educação, experiência e área de atuação)?

  • Marcel

    -

    8/3/2014 às 16:58

    Concordo com sua teoria e tudo mais mas segundo estatísticas, que divulgam em todo lugar, as mulheres ganham menos ocupando os mesmos cargos que os homens, não somente no geral como vc expôs.Eu acho que um empresário tem o direito de pagar o que ele quiser para quem ele acha que merece, e o mercado é guiado por esteriótipos também, segundo pesquisas, altos, bonitos, magros ganham mais, tem mais chance de conseguir emprego, mesmo que o emprego não requeira beleza, não seja de contato direto com cliente ou coisa do tipo.Acho que a meritocracia só entra bem mais pra frente, inicialmente o mercado se guia por aparências e valores fúteis.

  • Leonardo

    -

    8/3/2014 às 16:43

    Mulheres, façam todas direito e concursem para o judiciário. Lá tem altos salários, aposentadoria integral para juízas, não tem ponto eletrônico, não tem chefe e, o melhor de tudo, é um emprego público completamente imune às sanhas privatizadoras de sociopatas direitistas, eles defendem privatizar tudo MENOS os judiciário!

    PS: Lá vocês também ficam imunes à flexibilização da CLT!

  • Lincoln

    -

    8/3/2014 às 16:39

    Urgente

    Coloca esse vídeo no seu blog: http://www.youtube.com/watch?v=9Qx4s7HSLD8

    Povo Brasileiro

    Esse é um grande exemplo da mentalidade do PT. A pré-candidata do PT ao governo do Ceará, Luizianne Lins, recém-condenada pela Justiça Eleitoral e que poderá ficar até 8 anos sem ser candidata, lançou sua candidatura ontem. Ela deixa bem claro: o PT não está nem aí para a justiça. Para eles, “quando não dá na lei, a gente faz na marra!, porque “foi assim que a gente aprendeu.” O que falar sobre um partido que se acha acima da lei?

  • Renata

    -

    8/3/2014 às 16:07

    Grande coisa esse Dia Internacional da Mulher. Nem feriado é…

  • Alã Mota

    -

    8/3/2014 às 16:04

    Rodrigo, e não esqueça de Tracy Britt, 28 anos, mulher de confiança de Buffett e presidente de 4 das 81 empresas do grupo Berkshire hehe

    http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/quem-e-a-mulher-de-28-anos-que-pode-suceder-warren-buffett

  • Shido Lutero

    -

    8/3/2014 às 15:56

    Pois é…enquanto um cara se prepara pra ser engenheiro, a garota toda tatuada e sem projeção (com ideologias feministas), sonha em ser vendedora da Chilli Beans ou operadora de Call Center hahahaha.

  • Rodolfo

    -

    8/3/2014 às 15:29

    Isso chama-se em econometria de viés de variáveis omitidas! A esquerda é mestre em deturpar os dados!
    Existem dezenas de estudos nos EUA a respeito do “gender wage gap” e sabe-se que existe um componente ao redor de 5% do gap que não pode ser explicada por uma série de fatores. Uma parte desses 5% poderia ser discriminação, mas até hoje, pelo que eu sei, ninguém ainda conseguiu provar isso! Ou seja, sejamos sinceros, a coisa é NULA!

 

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