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01/03/2014

às 14:00 \ Tema Livre

FOTOS: 22 rainhas de bateria do Carnaval passado — para relembrar e alegrar as pupilas masculinas

Tatiane Mineratto -- Gaviões da Fiel

Tatiane Mineratto — Gaviões da Fiel (Foto: Andre Lessa / AE)

É Carnaval, tempo de festa, alegria, samba e muito brilho, além, é claro, das mulheres sensacionais que tomam conta dos desfiles — e da TV.

Aqui vai uma seleção de algumas dessas belezas — as rainhas de bateria das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo e do Rio. As fotos das musas de São Paulo vêm antes porque o desfile no Sambódromo paulistano já começou ontem e termina hoje. No Rio, essas gatas aparecem no sambódromo da Marquês de Sapucaí amanhã, domingo, dia 10, e depois de amanhã, dia 11, segunda-feira.

SÃO PAULO

Andréia Gomes, Tom Maior

Andréia Gomes, Tom Maior — SP (Foto: Eduardo Tavares / G1)

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Valeska Reis -- Império da Casa Verde

Valeska Reis — Império da Casa Verde (Raul Zito / G1)

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Viviane Araújo -- Mancha Verde

Viviane Araújo — Mancha Verde (Foto: VEJA.com.br)

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Valéria de Paula -- Acadêmicos do Tucuruvi

Valéria de Paula — Acadêmicos do Tucuruvi (Foto: Divulgação)

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Rosimeire Rocha -- X9 Paulistana

Rosimeire Rocha — X9 Paulistana (Reprodução Facebook)

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Milena Nogueira -- Águias de Ouro

Milena Nogueira — Águia de Ouro (Foto: Thiago Duran / AgNews)

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Ellen Roche -- Rosas de Ouro (Foto: Orlando Oliveira)

Ellen Roche — Rosas de Ouro (Foto: Orlando Oliveira)

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Deborah Caetano -- Nenê de Vila Matilde

Deborah Caetano — Nenê de Vila Matilde (Foto: Leo Franco / AgNews)

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Cris Cuozzo -- Unidos de Vila Maria

Cris Cuozzo — Unidos de Vila Maria (Foto: Camargo Foto Studio C)

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Camila Silva -- Vai-Vai

Camila Silva — Vai-Vai (Foto: Divulgação)

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Aline Oliveira -- Mocidade Alegre

Aline Oliveira — Mocidade Alegre (Foto: Mocidade Alegre)

 

RIO DE JANEIRO

Viviane Araújo - Salgueiro

Viviane Araújo — Salgueiro (Foto: Roberto Moreyra)

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Sabrina Sato -- Vila Isabel

Sabrina Sato — Vila Isabel (Foto:  Sebastião Moreira / EFE)

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Raíssa Oliveira -- Beija Flor

Raíssa Oliveira — Beija Flor (Foto: Renato Rocha Miranda / TV Globo)

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Patrícia Nery -- Portela

Patrícia Nery — Portela (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)

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Juliana Alves -- Unidos da Tijuca

Juliana Alves — Unidos da Tijuca (Foto: Henrique Oliveira / RJ News)

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Gracyanne Barbosa -- Mangueira

Gracyanne Barbosa — Mangueira (Foto: Wilton Júnior / AE)

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Cris Vianna -- Imperatriz Leopoldinense

Cris Vianna — Imperatriz Leopoldinense (Foto: Raphael Mesquita / Rio News)

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Carla Prata -- Grande Rio

Carla Prata — Grande Rio (Foto: Rodrigo Queiroz)

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Camila Silva -- Mocidade Independente

Camila Silva — Mocidade Independente (Foto: Daniel Ramalho / Terra)

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Bruna Bruno -- União da Ilha

Bruna Bruno — União da Ilha (Foto: Getty Images)

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17 Comentários

  • livia

    -

    16/3/2014 às 2:06

    parabens vivianne araujo.mais uma vez vc deu um show e uma aula para as outras rainhas de bateria.que muitas entram na avenida com incentivo de ser igual a vc.mas vc e unica.parabens!!!!

  • geraldo

    -

    5/3/2014 às 22:03

    O voto não é nada mais do que uma outorga de mandato para alguém nos representar. Questiono, como deferir mandato a alguém em que você não confia mais, no caso os políticos. Seria justo nessa situação compelir você a votar(outorgar mandato) uma vez que o voto é obrigatório?

    Sou contra o voto obrigatório, que obviamente distorce os resultados porque um imenso número de cidadãos vota contrariado e provavelmente não faz escolhas criteriosas.
    Mas, no caso que você menciona, basta anular o voto ou votar em branco — algo que eu igualmente combato, porque se não escolhermos bons representantes nas eleições, nada vai mudar neste país.
    Abraço

  • Dulce Regina

    -

    5/3/2014 às 21:26

    As minhas pupilas femininas, elegem Andreia Gomes e Viviane Araújo. Elas são esculturais. Querido Setti, não gosto de carnaval, mas já assiti desfile no sambódromo, e realmente o show é magnifico. Um povo, que tem a capacidade de realizar um evento desta dimensão, tem tudo na mão para ser livre, feliz e independente. Vamos à LUTA, povo brasileiro ! Precisamos de um País melhor !

  • VASCAINO.

    -

    4/3/2014 às 21:43

    As regras para publicação de comentários no blog, conforme alertei os amigos leitores incontáveis vezes, não aceitam textos escritos somente em maiúsculas, em respeito à boa educação, aos leitores e seguindo uma norma internacionalmente praticada na web.
    Como presumo que você saiba, palavras em maiúsculas significam palavras gritadas, não é mesmo?
    Confira as regras no link http://goo.gl/u3JHm
    Obrigado

  • VASCAINO.

    -

    4/3/2014 às 21:36

    AAs regras para publicação de comentários no blog, conforme alertei os amigos leitores incontáveis vezes, não aceitam textos escritos somente em maiúsculas, em respeito à boa educação, aos leitores e seguindo uma norma internacionalmente praticada na web.
    Como presumo que você saiba, palavras em maiúsculas significam palavras gritadas, não é mesmo?
    Confira as regras no link http://goo.gl/u3JHm
    Obrigado

  • MANUEL VELAZQUEZ

    -

    3/3/2014 às 22:28

    TODAS MUY BONITAS, mas eu fico com a mais linda, Juliana Alves. Sou de Asunción Paraguay.

  • Jones

    -

    1/3/2014 às 18:43

    Se tivéssemos esse poder de mobilização em manifestações como a do carnaval já seríamos uma “Suécia”.

  • HENRIQUE PEREIRA

    -

    25/9/2013 às 19:59

    VIVIANE ARAUJO meu sonho de consumo, como dormir???, após este colirio.

  • Tuco

    -

    12/2/2013 às 19:47

    .

    VAraújo: imbatível!


    .

  • elizabeth correa

    -

    12/2/2013 às 18:28

    Setti,

    Beldades como Cris Vianna, Ellen Roche, Camila Silva, Carla Prata e Juliana Alves fazem a gente roer o cantinho da unha de inveja. Enquanto outras como Gracyanne…meu Deus!!!

  • ORF

    -

    12/2/2013 às 16:03

    Ricardo, temos algo importante em comum: gostamos de mulher bonita e pouco vestidas. Mas temos que admitir que no carnaval elas ficam endemoniadas, verdade? Grande comentario do Milton Simon Pires, parabens pela visao e pela expressao. ORF

  • Fã do Diogo Mainardi

    -

    12/2/2013 às 11:13

    Sou homem mas devo admitir, elas tem muita celulite

  • Milton Simon Pires

    -

    11/2/2013 às 22:30

    Prezado Ricardo, existem correções a fazer..
    Entre relativismo moral e “do multiculturalislmo” cabe uma vírgula. Também há que se mudar a parte “com ” Fanon e Regis Debray por COMO Fanon e..

    abraço,

    Milton

  • Milton Simon Pires

    -

    11/2/2013 às 22:04

    Salgueiro e Che Guevara – Quando a Ignorância encontra o Mal

    Toda vez que um jornalista independente consegue escrever algo que chegue a chamada “grande imprensa brasileira” criticando o Carnaval, a ignorância do povo e sua avidez eterna por mitos, a resposta é a execração pública. Criticar a maior festa popular brasileira argumentando que o país tem problemas urgentes de educação, segurança e saúde tornou-se um clichê tão batido que desde a ala das baianas até o Departamento de Filosofia da USP sabem que trata-se de coisa que “não dá em nada”.
    Trazida para o país pelos portugueses, a celebração que hoje é sinônimo de jogo do bicho, tráfico de drogas e turismo sexual confunde-se com a própria história do Brasil. Do meio intelectual partem os mais variados discursos em sua defesa. Todos eles fazem a apoteose do relativismo moral do multiculturalismo e do respeito pelas chamadas “manifestações populares”. Sua fundamentação filosófica é rasa, pueril, patética e, antes de tudo, desonesta porque confunde verdade com consenso e vê – sempre – na manifestação das massas o caminho da beleza e da justiça.
    Os professores deste grande centro acadêmico petista – a Universidade Brasileira – apelam preferencialmente para Freud e Foucault quando em suas teses buscam justificativas para a histeria coletiva que toma conta do maior país católico do mundo, segunda pátria do espiritismo e nação de todas as raças. Bobalhões sustentados pelo CNPq, acreditam na folia dos loucos como discurso dos marginalizados, fala dos oprimidos, e razão dos descamisados capazes de se opor à “fala” dominante – é a arma de guerra contra a “Ordem do Discurso”.
    Segundo país em extensão da América do Sul, na Argentina (para sorte deles) não existe Carnaval, mas da terra de Borges, do tango e de Maradona nasceu aquele que mais tarde enfeitaria as paredes dos quartos de pelo menos quatro gerações. Foi lá que, em 1928, veio ao mundo um futuro colega meu de profissão – o médico Ernesto Rafael Guevara de la Serna. Crescendo em bairros da classe média alta de Buenos Aires como Palermo, San Isidro e Recoleta, esse futuro assassino jamais realizou-se no trabalho nem no amor. Partiu em uma viagem de motocicleta – hoje celebrada por Hollywood – em que os delírios de gente com Fanon e Regis Debray substituíram o LSD da geração hippie.
    Por Guevara, não é só a elite da universidade brasileira que chora até hoje. Choram os parentes e familiares daqueles que ele fuzilou em Guanahacabibes, por aqueles que ele matou no Congo, em Serra Maestra e na Bolívia, e lamentam-se neste momento em Havana os familiares de pacientes com AIDS, homossexuais e doentes psiquiátricos internados por Fidel nos campos que o “doutor” criou em Cuba.
    Falar mal do “Tchê” (apelido que faz lembrar que sou gaúcho.rss) é quase pecado no Brasil de 2013, mas não um pecado qualquer. Trata-se de violar aquilo que a ralé da intelectualidade tupiniquim chama de “bom senso” e cerrar fileira com os que ofendem as focas do Alasca, a “religião” do aquecimento global, a apologia do casamento gay… consiste em fazer oposição à apoteose do aborto e da eutanásia no país das emergências com pacientes sujos de fezes e urina, deitados às vezes entre ratos e baratas, e é quase como defender a volta do DOPS e do DOI-CODI.
    Ontem eu estava de plantão. Sempre dormindo e comendo mal, assitia numa lancheria próxima ao hospital o desfile da escola de samba “Salgueiro” (ou seja lá qual for o nome completo) quando uma ala (é esse o nome?) inteira apareceu literalmente vestida com roupas homenageando o ex-guerrilheiro. Imediatamente me lembrei da Alemanha na década de 1920 apresentada por Ingmar Bergman em o “Ovo da Serpente” – filme em que David Carradine vagava numa Berlim empobrecida, histérica e inflacionada. Caminhava numa cidade de cabarés, de prostitutas, de uso de heroína e de pessoas sendo espancadas em becos escuros em nome de uma “Nova Alemanha”. Mal sabia o mundo, assim como mal sabe o Brasil, aquilo que estava por vir; não imaginava aquilo que pode acontecer quando a ignorância encontra o mal.

    Porto Alegre, 11 de fevereiro de 2013
    cardiopires@gmail.com

  • aurinalma

    -

    11/2/2013 às 18:40

    linda aviviane araujo, a mais bela de todas.

  • Adriana

    -

    11/2/2013 às 16:27

    Não ha rainha de bateria mais femenina, bela e guerreira como a VIVIANE ARAUJO

  • Marco

    -

    9/2/2013 às 16:04

    Don Setti; Com todo respeito as demais, mas Rainha de bateria para mim, não tem para ninguém, é arte pura, somente para lindas morenas e mulatas.
    Abs.

 

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