03/02/2011
às 20:31 \ Tema LivreDesafio aos leitores: quem é o autor desse discurso?

Por ordem: Bernardo Cabral, Chico Pinto, Gastone Righi, Hermano Alves, Mario Covas, Márcio Moreirea Alves, Paulo Brossard e Nelson Carneiro
Amigos do blog, 1968 foi um ano quentíssimo na política, com grandes manifestações populares contra o regime militar e muita ebulição no Congresso, sobretudo quando o governo, de acordo com a Constituição da época, pediu licença para processar o deputado Márcio Moreira Alves, do MDB do então Estado da Guanabara, por ter supostamente feito um discurso “ofensivo às Forças Armadas”.
O trechinho do discurso abaixo foi proferido nesse ano, na Câmara dos Deputados, por um dos expoentes da oposição de então — toda concentrada no MDB, partido autorizado pelo regime. Para dificultar o teste, introduzimos na lista um deputado que se elegeu depois de 1968.
Ouça o trecho e tente acertar quem foi o deputado que fez o discurso, a saber:
1. Bernardo Cabral (AM)
2. Chico Pinto (BA)
3. Gastone Righi (SP)
4. Hermano Alves (GB)
5. Mario Covas (SP)
6. Márcio Moreira Alves (GB)
7. Paulo Brossard (RS)
8. Nelson Carneiro (RJ)
Ouça — e vote!
Tags: Bernardo Cabral, Chico Pinto, desafio, Gastone Righi, Hermano Alves, Márcio Moreira Alves, Mario Covas, Nelson Carneiro, Paulo Brossard
































Barcelona vence título na despedida de Pep Guardiola
Atirador em cima de telhado mata uma pessoa na Finlândia
Iêmen: tropas do governo matam 20 membros da Al Qaeda
Governistas devem convocar Perillo e já admitem expor Agnelo
Eduardo Saverin, o brasileiro do Facebook, conta sua história








Deixe o seu comentário
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.
» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA
69 Comentários
carlos nascimento
-11/02/2011 às 16:10
Está na hora de soltar o resultado a galera anda ansiosa e já está querendo novo TESTE.
Calma, Carlos. Logo teremos o resultado e novo(s) teste(s).
Abração
aze
-09/02/2011 às 13:01
Setti, Márcio Moreira Alves fez o discurso. Vivi profunda e intensamente esse momento histórico. Lembro-me, inclusive, que estava trabalhando no gabinete de um ministro no exato momento em que a Câmara negou licença para ele ser processado. Soube através do meu chefe que entrou na sala dando a notícia. E mais não conto… hehe. Gosto muito dos seus desafios. São retrospectos históricos interessantíssimos. Obrigada, aguardo o próximo.
Mauro Pereira
-08/02/2011 às 23:15
Caro Ricardo Setti.
Acompanho em gênero, número e grau o comentário do Heli Roberto.
Heli Roberto da Silva
-07/02/2011 às 13:27
Sendo mais preciso: o discurso foi proferido na tribuna da Câmara aos 12/12/1968.O trecho está entre 1:09min e 1:32min do discurso.Aliás, foi tema de um documentário dirigido pelo jornalista Paulo Markun,ao qual recomendo, exibido pela TV Câmara.Nele também está um brilhante e memorável discurso de Mário Covas na defesa do parlamento.Coisa que hoje os Tiriricas, os Sarneys, os Renans, os Jucás e o Collores são incapazes de fazer.Uns por incompetência e despreparos outros porque MORALMENTE não podem mesmo…
FORMIGA-MG
Heli Roberto da Silva
-07/02/2011 às 12:17
O discurso foi proferido por Márcio Moreira Alves, o sotaque carioca é inconfundível!
FORMIGA-MG
abel
-07/02/2011 às 11:15
essa voz é do marcito
abel
-07/02/2011 às 11:13
o marcito
Lilian
-06/02/2011 às 23:01
Setti,
Não tenho certeza, Márcio Moreira Alves (GB).
Abraços!
luiz fernando
-06/02/2011 às 21:39
Márcio Moreira Alves.
Marco
-06/02/2011 às 1:31
Acredito reconhecer as vozes de Brossard, Covas e Gastone. Chico Pinto lá ainda não havia chegado. Não parece o estilo do Bernardo. De Hermano Alves não tenho referências. Fico entre Carneiro e Márcio Moreira, e pelo pouco q me lembro da voz do Senador divorcista, opto pelo M. M. Alves.
Luiz Antonio Resende
-06/02/2011 às 0:29
Gastone Righi
Luciane Leite
-05/02/2011 às 8:18
Pelo sotaque carioca voto em Nelson Carneiro,porém,não o conheço.Desta lista o único que reconheceria pela voz é Mário Covas.
Karla
-04/02/2011 às 22:56
Agradeço-lhe a delicadeza da correção acertada e atenta!
Mas recordo-me de que foi Mário Covas quem fez um discurso considerado “antológico” contra conceder a licença para, se não me engano, processar Márcio Moreira Alves.
A negativa teria levado a desatar o processo de fechamento do Congresso.
Aproveito o instante para sugerir a retomada desse momento ao mesmo tempo grave, mas altaneiro, protagonizado por Mário Covas, explicando-nos tal passagem com o seu costumeiramente inteligente e erudito comentário. Especialmente porque, como dizia um certo noticiário, você era “testemunha ocular da história”.
Saudações!!!
Obrigado pelo email gentil, Karla. Você tem razão: o discurso do Covas contra a concessão da licença foi um dos grandes momentos do Congresso em décadas, e a emoção que passou ajudou o resultado que, efetivamente, foi a negativa daquele Congresso que, mesmo espremido pela ditadura, teve coragem e dignidade para recusar a licença para processar o deputado Márcio.
A recusa foi, efetivamente, o pretexto para o regime endurecer de vez, com o malfadado Ato Institucional número 5.
Pretendo escrever sobre isso quando houver um “gancho”, algum fato ou data importante que nos leve a recordar o episódio, tá?
Um abração
Elcio Raffani
-04/02/2011 às 21:02
Mário Covas.
Millemiglia
-04/02/2011 às 20:51
Se não estou enganado o discurso foi proferido por Mário Covas.
Mara
-04/02/2011 às 19:49
Nelson Carneiro
Marcia de Alencar
-04/02/2011 às 19:43
Gostei do desafio, antes passava batido. Não tem mais?Prometo que não vou mais contar o final do filme.
Espero que não, né, Marcia? E, sim, tem mais. Sempre teremos desafios de diferentes naturezas. O próximo será musical.
Abraços
Darci
-04/02/2011 às 19:35
Gastone Righi.
Sou leitor assiduo da coluna,pena que são poucos os jornalistas que escrevem a verdade,como voce.
Muito obrigado, caro Darci, mas tenho felizmente muitos colegas que fazem isso que você elogia.
Um abração e volte sempre.
Adriana Rolando
-04/02/2011 às 19:29
Caro Ricardo,
O texto é de Márcio Moreira Alves, dia 12 de dezembro de 1968.
A íntegra é bastante interessante, considerando o temor político da época, o conteúdo…
Sabe, embora tenha nascido em 1969, tinha vontade de ver isso tudo de perto.
A impressão que tenho é que os homens eram mais apaixonados, vocacionados para política, e os ideais, as vezes extremos, eram considerados vida / morte, liberdade!
Mais do que tesão, segundo Roberto Freire autor do livro: “sem tesão, não há solução”, falta o espírito capaz de promover mudanças, embora se tenha muito para escarafunchar. Faltam homens com vontade de dizer verdades e não pactuar com nulidades, ajoelhados e carregados de cinismo porque estão levando uns trocados. Na verdade, o que falta, são aqueles que não se vendem, não se corrompem e não se deixam corromper…
Abraços, caríssimo.
Difícil discordar de seu comentário, cara Adriana. É por aí, mesmo.
Grande abraço e volte sempre.
SELENE
-04/02/2011 às 19:15
Em 1968 Mario Covas era líder do MDB. O seu discurso teve um grande efeito de argumentação que mudou as regras do jogo.
Ricardo
-04/02/2011 às 19:08
Márcio Moreira Alves.
O discurso que serviu de pretexto para o AI 5 foi em 02/09/68 e foi considerado ofensivo pelos militares. O do seu desafio é de 12/12/68 e foi sua defesa sobre o pedido de cassação.
Acertei?
Abraços
Ricardo
Caro Ricardo, xará, não posso dizer nada agora. A resposta do teste virá na terça-feira.
Abração
roberto
-04/02/2011 às 19:04
Marcio Moreira Alves.
Começou aí o pesadelo do AI 5.
Abraços ao grande JORNALISTA (com maiúsculas,o que tá difícil)Ricardo Setti.
Muito obrigado pelo elogio, Roberto. Espero poder merecer.
Abração e volte sempre.
Aldo Matias Pereira
-04/02/2011 às 18:44
Ricardo,
Com certeza Márcio Moreira Alves. Se não me engano esse trecho fez parte de seu pronunciamento que resultou em sua cassação.
Carlos
-04/02/2011 às 18:12
Nelson Carneiro
Emiliano Rodrigues
-04/02/2011 às 18:09
Eu fico com o discurso de Gastone Righi
carlos nascimento
-04/02/2011 às 18:08
A voz é do deputado Márcio Moreira Alves.
(OPINIÃO)
Sou fã entusiasmado desse tipo de enquete, penso que a COLUNA deveria elaborar obrigatoriamente, toda semana, um desafio, com a seguinte rotina: deveria ser postada sempre às quartas-feira e o resultado liberado nas segundas-feira, iria provocar uma grande motivação no meio da web.
Obrigado pela sugestão, caro Carlos.
Abração
amaral louro
-04/02/2011 às 18:07
provavelmente a voz semelhante de hermano alves dificil pois quando jovem não gostava de politica anos 70
Lilian
-04/02/2011 às 17:43
Setti,
É um carioca!
Vou pesquisar mais… Abraços!
Silene Silva
-04/02/2011 às 17:10
O discurso foi proferido por Mário Covas.
Zé
-04/02/2011 às 17:06
Acredito que seja Moreira Alves.
Marco Antônio de Almeida
-04/02/2011 às 17:05
Gastone Righi
Laizis
-04/02/2011 às 17:04
Discuros de Mario Covas
Diocleciano
-04/02/2011 às 15:02
Como sou de 83 fica difícil saber de quem é o discurso.
Mas lendo algumas coisas aqui sobre o Moreira Alves vejo que sua biografia não é tão irretocável: Ele apoiou o golpe contra João Goulart e só depois mudou de lado. Agiu do mesmo modo que Carlos Lacerda.
Celinha/Marília-SP
-04/02/2011 às 15:01
Setti, só sei que o sotoque não é do Covas…rsrs Vou de Gastone Righi.
Marco
-04/02/2011 às 13:21
Caro R. Setti: Tentando não continuar invicto, vou d Márcio M. Alves.
Abs.
João Augusto
-04/02/2011 às 12:30
Marcio Moreira Alves,com certeza, e vivo,ao menos em minha memória. Penso que a política seria bem melhor se ainda tivessesmos gente como ele, Mario Covas, Ulisses… Mas, o povo prefere o que está por aí, fazer o que!
Carlos Costa
-04/02/2011 às 12:23
Acho que foi o lulla, depois de quatro doses….,com todo respeito.
cacalo
-04/02/2011 às 11:59
hermano alves
Expedito
-04/02/2011 às 10:43
É o Deputado Márcio Moreira Alves!
M. de Moura Filho
-04/02/2011 às 10:31
Márcio Moreira Alves é quem discursa.
Picheu
-04/02/2011 às 2:24
R7, eesa é fácil, afinal em 68 eu já tinha um aninho!
O vozeirão é do Gastoni Righi.
Daniela Contin Garcia
-04/02/2011 às 1:54
Obrigada Ricardo, farei a correção no meu livro. Me tira a dúvida, por favor, se não foi um discurso sobre as divergências das Forças Armadas (que é o que diz o livro), foi sobre o que? A licença para processar o deputado Márcio Moreira Alves foi apenas por ter sido um discurso “ofensivo”?
Querida Daniela, fica difícil resumir o discurso. Ele criticava duramente os abusos cometidos por setores das Forças Armadas e chegava a propor que as jovens brasileiras não namorassem jovens militares. Você encontra a íntegra facilmente pelo Google. Desculpe não ser mais específico.
Abração e… volte sempre.
Lucia s
-04/02/2011 às 0:58
O discurso do Márcio foi entusiasmado, juvenil, arrasante na irritação, nada parecido com a voz pós tumulo, que mostra a derrota da casa do povo.
Lucia s
-04/02/2011 às 0:38
A voz parece de Gastoni Righi.
Lucia s
-04/02/2011 às 0:29
Márcio Moreira Alves, de saudosa memória.
Alcides
-04/02/2011 às 0:24
Caro Setti,
não adianta despistar em resposta aos comentários…o discurso é de Márcio Moreira Alves.
Karla
-03/02/2011 às 23:56
Marcio Moreira Alves.
Depois da cassação, Mario Covas foi à Tribuna.
Pouco depois, uma noite prolongada tomou conta do território nacional.
Depois de que cassação, Karla? Eu estava lá, como jovem repórter. Quando o deputado Márcio Moreira Alves foi cassado, o Congresso já tinha sido fechado e Covas não podia ter usado a tribuna.
Abração
Daniela Contin Garcia
-03/02/2011 às 23:39
Márcio Moreira Alves.
Lí sobre isto a pouco tempo no livro “De volta ao começo-Raízes de um PSDB militante, que nasceu na oposição” de Raul Christiano. Vou colocar o parágrafo: “Tomando como pretexto a recusa do Congresso em autorizar a licença para que o deputado Márcio Moreira Alves fosse processado, devido a um discurso sobre as divergências das Forças Armadas no 7 de setembro, o general-presidente baixou o Ato Institucional número 5, no dia 13 de dezembro de 1968, suspendenso vários direitos, individuais e coletivos, inclusive o habeas corpus, cassando mais de trinta parlamentares do MDB e prendendo outros, além do líder Mário Covas.”
Sem dizer se você acertou ou não, cara Daniela, faria uma pequena observação sobre o trecho do livro de Raul Christiano. O presidente da ditadura na época era o marechal — e não general — Costa e Silva. E o tema do discurso do deputado Márcio não era exatamente sobre divergências nas Forças Armadas.
Perola
-03/02/2011 às 23:28
Pelo sotaque sobram o Hermano Alves e o Marcio Moreira Alves.Da voz e maneira de falar do Nelson Carneiro eu me lembro e não é ele.E esse é o discurso do Marcio Moreira Alves que tanta confusão trouxe na época,não há erro.
Roberto P. Pedroso
-03/02/2011 às 23:09
Caro Ricardo,
É o ex-deputado federal Márcio Moreira Alves
Rosa Maria Pacini
-03/02/2011 às 22:58
Márcio Moreira Alves. Esse discurso serviu de pretexto para Costa e Silva editar o AI-5 e com ele houve o recrudescimento do regime militar no Brasil, que manteve o congresso fechado por quase um ano. Eu me lembro bem deste episódio e do impacto causado entre os estudantes, pois na época fazia Ciências Sociais na USP.
wilson
-03/02/2011 às 22:43
O tom lebra um pouco o Righi.
SergioD
-03/02/2011 às 22:01
Ricardo, inconfundível, deputado Márcio Moreira Alves. Saudade de seus artigos posteriores no GLOBO.
Grande abraço
@dotoraus
-03/02/2011 às 21:47
Tiririca, digo, Marcio Moreira Alves
Ivan Nascimento
-03/02/2011 às 21:45
Hermano Alves,do então estado d Guanabara.
Ururau Irado
-03/02/2011 às 21:38
É o Marcinho, cujo discurso os milicos usaram como pretexto para o infame AI-5.
Marcia de Alencar
-03/02/2011 às 21:37
Ricardo, eu estou me sentido como aquelas pessoas que contam o final do filme. Mas, aqui vai o discurso na íntegra…rsrs Gostei do desafio. Coloca outro.
Oi, Marcia, obrigado. Cortei seu link senão todo mundo vai acertar e o teste perde a graça.
Abração
Marcia de Alencar
-03/02/2011 às 21:34
Depois de transcrever o discurso e pesquisar, descubro que foi o Márcio Moreira Alves.Não pensei que pista estaria no seu texto.
Tina
-03/02/2011 às 21:28
Covas?
Altamiro Martins
-03/02/2011 às 21:25
Caramba, o pessoal é eficiente mesmo. Em questão de segundos os avatares foram habilitados. Parabéns. Acho que assim, com a “cara” dos comentaristas, fica mais simpático.
Você tem toda razão. Estou achando interessantíssimo.
Um abração e, de novo, obrigado pela sugestão.
@LeoTeclas_
-03/02/2011 às 21:24
xii errei, Marcio Moreira Alves em 12 de dezembro de 1968, em Sessão Plenária da Câmara dos Deputados
Gabriela Zanchettin
-03/02/2011 às 21:21
Mario Covas.
@LeoTeclas_
-03/02/2011 às 21:21
Mario Covas
Marcia de Alencar
-03/02/2011 às 21:19
Nelson Carneiro nasceu na Bahia, mas fez carreira política no RJ…Quando ele fala as grandes causas exemplares, é bem carioquês.
De fato, o falecido deputado e senador era baiano, mas fez toda a carreira política no Rio.
Abração, cara Marcia.
Marcia de Alencar
-03/02/2011 às 21:13
A voz é de carioca. Nelson Carneiro?
MDulce Campos
-03/02/2011 às 21:09
Márcio Moreira Alves, sem dúvida.
Altamiro Martins
-03/02/2011 às 21:08
Prezado Setti,
O seu blog usa a mesma plataforma de publicação e está sob o mesmo portal, no entanto, ao contrário do que ocorre na caixa de comentários dos seus “vizinhos” (Lauro, Augusto etc.), o avatar do comentarista não é exibido (é óbvio que me refiro àqueles comentaristas que teem avatar). Creio que seja apenas o caso de pedir ao pessoal da área técnica para habilitar o recurso, procedimento fácil e rápido, caso você queira.
Obrigado, caro Altamiro. Não sei há relação entre uma coisa e outra, mas a habilitação do avatar está sendo feita, por sua sugestão, a qual agradeço.
Um grande abraço.
Renata Covas Lopes
-03/02/2011 às 20:59
Márcio Moreira Alves
Ah, você não vale, né, Renata?…
Estou brincando. Obrigado pela visita.
Abração
Altamiro Martins
-03/02/2011 às 20:36
Bem, pelas referências dessa época, pelo timbre de voz (já tive uma conversa acidental e absolutamente prosaica com a pessoa) e o inconfundível sotaque carioca, só pode ser o MM Alves.
Vários tinham o inconfundível sotaque carioca, inclusive o deputado Hermano Alves.