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tecnologia

29/01/2015

às 16:15 \ Tema Livre

VÍDEO — PARECE INCRÍVEL, mas é verdade: logo será possível mexer no smartphone encostando na própria pele

(Foto: Reprodução/YouTube/Cicret App & Bracelet)

Cicret: o bracelete projeta a tela do smartphone na pele e capta movimentos do usuário (Foto: Reprodução/YouTube/Cicret App & Bracelet)

Por Tamara Fisch

A tecnologia que utilizamos todos os dias logo devem se incorporar aos nossos corpos. Esse é o objetivo do Cicret Bracelet, um gadget criado por cinco empreendedores franceses e tornado possível por financiamento coletivo.

O conceito é, ao mesmo tempo, simples e extremamente elaborado. Ao colocar o bracelete no pulso, o aparelho se conecta com o smartphone e, por meio de um projetor, reproduz a tela no braço da pessoa, que pode clicar à vontade e ter seus comandos transmitidos por sensores do Cicret.

Para criar o produto, os desenvolvedores Pascal Pommier, Guillaume Pommier, Nicolas Cruchon e Fabien Noblet começaram uma campanha de arrecadação de fundos pelo site Indiegogo. A princípio, um Cicret Bracelet custava 400 dólares, mas agora, enquanto o projeto está em fase de construção de um protótipo, há previsões de que o preço de mercado seja entre 600 e 700 dólares.

O bracelete revolucionário tem seu próprio processador e capacidade de armazenamento de 16 ou 32 GB, e poderá ser adquirido em dez cores diferentes. Ele é à prova d’água, então os viciados em tecnologia não precisarão nem passar o período de um banho longe de suas queridas redes sociais. Ainda não há previsões de quando o produto chegará ao mercado.

Confiram o vídeo de apresentação do aparelho:

13/01/2015

às 12:00 \ Disseram

Como se esconder em Hollywood

“Eu não me escondo. Não falo por telefone, não uso fax, e não sei como funciona a internet. É que descobri que minha vida fica muito mais fácil se as pessoas não conseguem me encontrar.”

Bill Murray, ator norte-americano, respondendo a uma pergunta de um jornalista sobre por que se “esconde”

04/12/2014

às 12:00 \ Disseram

Perigo para os humanos

“O desenvolvimento da inteligência artificial de forma plena pode levar ao fim da raça humana.”

Stephen Hawking, físico britânico que sofre de esclerose lateral amiotrófica, doença degenerativa que faz com que ele seja dependente de máquinas para se comunicar

21/11/2014

às 12:00 \ Disseram

Comunicação moderna

“Alguns métodos de comunicação modernos — Twitter, Facebook — não são exatamente o meu forte.”

Príncipe Charles, herdeiro aparente da monarquia do Reino Unido, durante um evento em que participou de um chat online

31/10/2014

às 18:02 \ Política & Cia

IMPORTANTE — URNAS ELETRÔNICAS: Entre todos os países que adotaram o voto eletrônico, o Brasil é o único que ainda utiliza urnas que podem ser manipuladas

(Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Urnas eletrônicas com tecnologia ultrapassada são utilizadas apenas no Brasil (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Amigas e amigos do blog, este post foi originalmente publicado a 15 de julho passado e acabou sendo um dos mais acessados na história do blog.

No momento em que há uma grande interrogação sobre o que ocorreu no dia 26 de outubro — quando, devido à necessidade de esperar o fechamento das urnas no Acre antes da divulgação dos resultados para a Presidência, quando o TSE anunciou seus primeiros números Dilma já estava praticamente eleita –, achei importante republicar o post, que traz uma análise técnica sobre a fragilidade das nossas urnas eletrônicas.

Publicado originalmente a 15 de julho de 2014

AS URNAS BRASILEIRAS ESTÃO ULTRAPASSADAS

Texto de Walter Del Picchia, professor aposentado da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e participante do Fórum do Voto Eletrônico

Um estudo publicado no site do voto eletrônico pelo engenheiro Amilcar Brunazo Filho, coordenador do Fórum do voto eletrônico e um dos maiores especialistas em segurança de dados, demonstra cabalmente que nossas urnas eletrônicas, endeusadas como a oitava maravilha do mundo, na realidade estão tecnicamente ultrapassadas pelas utilizadas nos dez países onde se realizam eleições informatizadas (Modelos e Gerações das máquinas de votar – Janeiro/2014).

Ele descreve os três modelos conhecidos (DRE, VVPAT e E2E), denominando-os como de Primeira, Segunda e Terceira gerações. Estas denominações traduzem o fato de que os três modelos surgiram como evolução, um após o outro, para resolver algum problema do modelo anterior.

Em todo o mundo onde se usa voto eletrônico, excluindo-se o Brasil, modelos de 1ª geração já foram abandonados, devido à sua inerente falta de confiabilidade e absoluta dependência do software (ou seja, modificações intencionais ou erros não detectados no software poderiam causar erros não detectados nos resultados da votação).

A 1ª Geração – DRE

Nas urnas de 1ª geração, conhecidas por DRE (Direct Recording Electronic voting machine — máquina de gravação eletrônica direta do voto), os votos são gravados apenas eletronicamente, não oferecendo possibilidade de auditoria por outros meios. Deste modo, a confiabilidade do resultado publicado fica totalmente dependente da confiabilidade do software instalado no equipamento.

Máquinas DRE foram usadas em eleições oficiais em 1991 na Holanda, em 1992 na Índia e desde 1996 no Brasil. O modelo brasileiro chegou também a ser usado em alguns países latino americanos entre 2002 a 2006.

A falta de confiabilidade do modelo DRE (utilizado no Brasil) fez com que, a partir de 2004, este modelo fosse substituído por outros mais evoluídos e confiáveis. De 2004 a 2012, a Venezuela, a Holanda, a Alemanha, os Estados Unidos, o Canadá, a Rússia, a Bélgica, a Argentina, o México e o Paraguai abandonaram o modelo DRE de 1ª Geração.

Em 2014, a Índia e o Equador adotarem modelos mais avançados, de maneira que restou apenas o Brasil ainda usando o modelo DRE de 1ª Geração em todo o mundo.

A 2ª Geração – IVVR ou VVPAT

A 2ª Geração foi proposta formalmente em 2000 (tese de doutorado da Ph.D Rebecca Mercury, disponível na internet). Na tese, foi proposta a possibilidade de auditoria contábil da apuração por meio de uma segunda via de registro do voto, além do registro eletrônico usual.

Este novo registro deveria ser gravado em meio independente que não pudesse ser modificado pelo equipamento de votação e deveria poder ser visto e conferido pelo eleitor antes de completar sua votação. Ela propôs o nome “Voter Verifiable Paper Audit Trail” (Documento de Auditoria em Papel Conferível pelo Eleitor), ou VVPAT.

Urna VVPAT brunazo.eng.br

Uma urna VVPAT — que produz “voto impresso conferível pelo eleitor” — fabricada na Espanha desde 2006 (Foto: brunazo.eng.br)

Posteriormente, a literatura técnica adotou também o nome “Independent Voter Verifiable Record” (Registro Independente Conferível pelo Eleitor), ou IVVR. No Brasil é comum ser chamado de “Voto Impresso Conferível pelo Eleitor”, ou VICE. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

24/10/2014

às 12:00 \ Disseram

De onde menos esperamos

“Alguém, em algum lugar, em uma garagem, está mirando nossa empresa (neste momento). Eu sei bem disso, porque há não muito tempo nós mesmo estávamos numa garagem. A mudança vem de onde você menos espera.”

Eric Schmidt, presidente do Google, durante evento em Berlim

23/09/2014

às 20:40 \ Tema Livre

UMA PAUSA EM ASSUNTOS ÁRIDOS: A Expedição Oriente, terceira volta ao mundo da família Schurmann em veleiro, partiu neste domingo de Itajaí (SC); a volta, só daqui a mais de dois anos

O veleiro Kat, ancorado em Itajaí, será o lar da família Schurmann pelos próximos dois anos (Foto: Tamara Fisch)

O veleiro “Kat”, ancorado em Itajaí (SC), será o lar da família Schurmann pelos próximos dois anos

Por Tamara Fisch

Em 1984, Vilfredo e Heloísa Schurmann decidiram abandonar a vida em terra firme e fazer do mar sua nova casa. Ele trabalhava como consultor financeiro para grandes empresas, e ela era professora de inglês. O casal partiu para a sua primeira volta ao mundo, numa expedição que durou dez anos, com seus três filhos, Pierre, então com 15 anos, David, de 10, e Wilhelm, de 7. Os Schurmann tornaram-se então a primeira família brasileira a dar a volta ao mundo a bordo de um veleiro.

Para ajudar a financiar a viagem, a família costumava oferecer passeios turísticos pelos lugares por onde passava.

Foi algo surpreendente para o Brasil. O casal criou seus filhos a bordo do Aysso, um veleiro de 55 pés (17 metros), que completou com os Schurmann duas voltas ao mundo. As crianças estudavam por correspondência enquanto percorriam uma rota de 120 mil quilômetros com os pais. Antes do final da expedição, Pierre desembarcou nos Estados Unidos para estudar e formou-se em administração, para depois trabalhar como corretor na empresa de investimentos Smith Barney. Seu irmão, David, ficou na Nova Zelândia para estudar cinema. Apenas Wilhelm passou os dez anos a bordo, e acabou se tornando campeão de windsurfe após a expedição.

Para a segunda volta ao mundo, em 1997, os Schurmann já garantiram fontes de renda mais estáveis. Foram feitos acordos com patrocinadores e criados empreendimentos familiares, como palestras e workshops, além de empresas como a Schurmann Produções Cinematográficas (responsável por projetos como o longa O Mundo em Duas Voltas, que conta a história de uma das expedições da família) e o Instituto Kat Schurmann, que mantém projetos educacionais. O casal também conta com a renda de quatro livros escritos e publicados por Heloísa. O que era apenas aventura profissionalizou-se.

Ao todo, foram quatro expedições completadas pela família. Após a primeira volta ao mundo, foi feita uma reconstituição da rota do navegador português Fernão de Magalhães, viagem que chamaram de Magalhães Global Adventure, na qual navegaram o globo pela segunda vez. Depois disso, quando foram completados 20 anos da partida da primeira expedição, a família decidiu comemorar velejando pela costa brasileira durante oito meses. Por fim, os Schurmann passaram dois anos explorando a costa catarinense em busca de onze submarinos nazistas afundados durante a II Guerra Mundial e nunca encontrados — até que descobriram o U-513, conhecido como Lobo Solitário, a única das embarcações localizada até hoje.

Agora, com os filhos adultos e um novo veleiro, os Schurmann iniciam uma nova empreitada: a Expedição Oriente. Baseando-se em uma teoria do ex-comandante submarinista inglês Gavin Menzies, que acredita que, na realidade, foram os chineses os primeiros a dar a volta ao mundo, e não os espanhóis e ingleses – tendo, inclusive, descoberto a América e a Austrália anos antes do que seria registrado por Cristóvão Colombo e James Cook –, a família Schurmann percorrerá parte das rotas chinesas para de alguma forma tentar reescrever a história.

Assessorados à distância por Menzies, os Schurmann buscarão provas da passagem dos exploradores chineses pelos locais visitados.

Perspectiva: o Aysso, que abrigou os Schurmann nas duas primeiras voltas ao mundo, cabe dentro do Kat -- e sobra espaço (Foto: Tamara Fisch)

Perspectiva: o “Aysso”, que abrigou os Schurmann nas duas primeiras voltas ao mundo, cabe dentro do “Kat” — e ainda sobra espaço

A Expedição Oriente saiu de Itajaí (SC) neste domingo (21), e tem retorno previsto para o dia 22 de dezembro de 2016. Até lá, serão percorridas mais de 30 mil milhas (quase 50 mil quilômetros) no caminho que passará por 50 portos em 29 países. Desta vez, não vão todos os filhos — apenas Wilhelm estará presente durante todo o período –, mas a grande novidade é que um membro da terceira geração dos Schurmann fará a jornada: Emmanuel, filho mais velho de Pierre, se juntará ao tio e aos avós na Antártica, por onde a família vai passar pela primeira vez, e terminará a expedição com eles. David, o filho do meio, coordenará a equipe de terra da expedição, e Pierre continuará tocando projetos pessoais, como a empresa Bossa Nova Investimentos.

Especialmente para esta viagem, a família construiu um novo veleiro, o Kat, cujo nome é uma homenagem à filha adotiva dos Schurmann, falecida em 2006, aos 13 anos. O Kat tem 80 pés (quase 25 metros), pesa 67 toneladas e comporta até catorze tripulantes em suas sete cabines. É o primeiro veleiro construído pela família, e também o mais tecnológico já utilizado por eles em uma expedição.

A construção do veleiro levou mais de dois anos. A ideia era que o lar marítimo dos Schurmann fosse inovador, eficiente e sustentável. Para isso, foram acrescentados ao barco vários itens inéditos. Há um sistema de geração de energia limpa, composto por turbinas eólicas, painéis solares, hidrogeradores e bicicletas ergométricas, que geram energia enquanto a tripulação se exercita.

Estima-se que 40% da energia utilizada pelo Kat possam ser produzidos por esses meios, minimizando o consumo de diesel. Todas as necessidades domésticas de energia serão supridas com fontes limpas, e o restante será alimentado por dois geradores com baixo consumo de combustível.

Além disso, o veleiro tem diversos equipamentos para evitar poluição. O lixo orgânico, por exemplo, é colocado em uma composteira para a geração de adubo para a horta que a família mantém a bordo; há, também, um sistema de tratamento das águas utilizadas no barco, que são descartadas com níveis de limpeza dentro dos limites internacionais.

A sustentabilidade é uma das principais características do veleiro Kat. Na foto, a composteira que recicla o lixo orgânico do barco (Foto: Tamara Fisch)

A sustentabilidade é uma das principais características do veleiro “Kat”. “Na” foto, a composteira que recicla o lixo orgânico do barco, que é transformado em adubo para a horta cultivada no barco

As outras marcas registradas do Kat são tão impressionantes quanto a sustentabilidade. No quesito eficiência, basta dizer que o plano é percorrer entre 180 e 200 milhas por dia (mais de 320 quilômetros). Além disso, a inovação está presente a todo momento: com transmissão de 600kbp/s, os Schurmann podem enviar dados, fotos e vídeos para atualizar o público sobre o andamento da viagem. O site da expedição, traduzido para quatro idiomas além do português, terá imagens novas a cada cinco minutos – há tripulantes especificamente para registrar o dia a dia e as possíveis descobertas.

Pode parecer uma viagem de férias, mas a família Schurmann garante que não é para qualquer um. A todo momento há um grupo de pessoas trabalhando – normalmente, as equipes são divididas em turnos de três horas. Cada tripulante tem sua função claramente definida, ou seja, não há folga, apenas um compromisso de dedicar os próximos dois anos de suas vidas à expedição.

O planejamento da Expedição Oriente foi extremamente trabalhoso. Os locais por onde passarão, o tempo de permanência em cada porto, a logística de tudo… Sem contar os novos desafios: em alguns canais da China, foi necessário checar se havia pontes pelas quais o Kat não conseguiria passar (o mastro mais alto do veleiro tem a altura de um prédio de quatro andares). Antes da partida, foi necessário listar todos os vistos e autorizações para entrar e navegar no território de todos os países que serão visitados e os procedimentos necessários para consegui-los. Meticulosidade foi um pré-requisito.

Ao zarpar de Itajaí (SC), os Schurmann se despedem de milhares de pessoas que acompanharam a preparação para a Expedição Oriente (Foto: Tamara Fisch)

Ao zarpar de Itajaí (SC), os Schurmann se despedem de milhares de pessoas que acompanharam a preparação para a Expedição Oriente

Itajaí, por ser uma cidade pequena (cerca de 200 mil habitantes e menos de 300 quilômetros quadrados), foi muito movimentada pela família Schurmann tê-la escolhido como sede para sua empresa. A comoção foi grande na hora da partida, com milhares de pessoas assistindo do porto e acenando carinhosamente aos doze tripulantes que zarparam no domingo. Pode-se esperar que o mesmo aconteça quando o Kat retornar, daqui a 27 meses.

23/08/2014

às 18:30 \ Tema Livre

VÍDEO INCRÍVEL: Usando computação gráfica, artista faz rostos se transformarem em objetos e animais

morph1

 Ao fazer uso de ferramentas simples da computação gráfica, um artista holandês chamado Jaq Verstappen faz com que imagens de rostos, animais e objetos se transfigurem até constituírem novas cenas.

Em sua página no Facebook, Verstappen explica que morphing, como se chama essa evolução entre imagens, é apenas um “efeito especial em figuras em movimento e animações que transforma uma imagem em outra por meio de uma transição sem emendas”.

A premissa é simples, mas o resultado é surpreendente. Confiram o vídeo:

22/08/2014

às 17:34 \ Política & Cia

Os bandidos andam cada vez mais criativos (e tecnológicos): agora usam drones para entregar celulares em presídios

(Foto: Secretaria da Administração Penitenciária)

Vejam o drone — esse objeto em “X”, com quatro hélices brancas e corpo preto – e os objetos que bandidos pretendiam contrabandear para dentro da prisão: 18 celulares, carregadores e fones de ouvido (Foto: Secretaria da Administração Penitenciária de SP)

Os criminosos estão cada vez mais criativos, a o contrabando para dentro das cadeias nunca foi tão tecnológico. Para transportar objetos proibidos para dentro de presídios, tudo vale: na madrugada de ontem, um drone — pequena aeronave sem piloto – tentou entrar na Penitenciária II de Guarulhos, na Grande São Paulo, carregando celulares e outros itens.

Agentes da Guarulhos II suspeitaram de dois carros parados em frente a um dos pavilhões e acionaram a Polícia Federal. Policiais então deram voz de prisão a três pessoas que levavam um drone abastecido com dezoito celulares, nove carregadores e quatro fones de ouvido.

Os serviços de informação da Secretaria de Segurança Públicade São Paulo já haviam detectado planos para a entrada dos equipamentos desde terça-feira. Os responsáveis pela Guarulhos II, então, articularam um plano em conjunto com a PF.

18/08/2014

às 6:00 \ Disseram

Os líderes podem ser ultrapassados

“Levamos quarenta anos para desenvolver a tecnologia do etanol e ser líderes, mas agora corremos o risco de ficar para trás.”

Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura, ao falar sobre o perigo do controle do preço dos combustíveis, em entrevista às Páginas Amarelas de VEJA

 

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