Blogs e Colunistas

tecnologia

31/03/2013

às 14:00 \ Tema Livre

FOTOS PARA RIR: a pré-história dos radares e as máquinas estapafúrdias para “ouvir” aviões inimigos

Radares, satélites, GPS, wi-fi, fibra ótica…

Hoje em dia há toda uma parafernália tecnológica capaz de localizar objetos, veículos e ruídos nos mais longínquos pontos. Mas, claro, nem sempre foi assim.

O radar, Radio Detection And Ranging (Detecção e Telemetria pelo Rádio, na sigla em inglês), essa maravilha criada em 1904 pelo alemão Christian Hülsmeyer, só foi mesmo viabilizado em 1935, quatro anos antes do início da II Guerra Mundial, mas não tinha, evidentemente, a enorme sofisticação tecnológica que ostenta hoje — e nem todos os países tinham acesso à tecnologia.

Como faziam no passado, então, exércitos e soldados para prever a aproximação de aeronaves inimigas na I Guerra Mundial (1914-1918) e, dependendo do caso, também na II Guerra (1939-1945)? Usando enormes aparelhos auditivos, oras bolas!

O acervo fotográfico abaixo é um registro histórico dos tataravô dos radares de hoje:

ORELHAS ACÚSTICAS AMERICANAS

-

-

-

-

-

-

-

-

-

 

ORELHAS ACÚSTICAS ALEMÃS

-

-

-

-

 

ORELHAS ACÚSTICAS INGLESAS

-

-

 

LEIAM TAMBÉM:

FOTOS SURPREENDENTES: a Líbia que Kadafi escondia, repleta de belezas naturais, históricas e humanas

FOTOS HISTÓRICAS IMPERDÍVEIS: as primeiras e reveladoras fotografias do bunker onde Hitler se suicidou

Pequena história de um jornal pioneiro que morreu: o “Jornal da Tarde”, de SP

Fotos históricas: o primeiro e improvisado porta-aviões de todos os tempos — em 1910!

Em fotos adulteradas, mentiras sobre a História

25/03/2013

às 19:16 \ Tema Livre

VÍDEO DE FAZER INVEJA: O Audi que procura vaga e estaciona sozinho — sim, sozinho, sem motorista!

Audi, inovando, cria carro que estaciona sozinho

Na foto (e no vídeo) um Audi A7 dotado do experimental Pilot Parking procura vaga e estaciona sem motorista (Foto: audi.com)

E não é só que ele estaciona sozinho — ele procura a vaga, e se arruma direitinho nela, sozinho da Silva, sem ninguém dentro do carro!

Não nos admira que a Audi tenha recebido prêmios  – pelas revistas norte-americanas Popular Science e The Verge  –pela tecnologia, que foi apresentada durante a Consumer Eletronic Show 2013 (CES), maior evento de tecnologia do mundo, nos EUA.

A empresa alemã está começando a equipar seu parque industrial em Ingolstadt, na Alemanha, com todos os recursos necessários para os testes finais desta tecnologia, que permite que os carros façam manobras de forma autônoma dentro e fora de estacionamentos, o chamado Pilot Parking. (Não se fala, ainda, na situação extremamente mais complicada que seria procurar vaga e estacionar nas ruas.)

Para que o dispositivo entre em uso, será preciso que as garagens instalem um sistema relativamente simples, o WLAN (Wireless Local Area Network). A empresa confia em que, em prazo médio, grande número de garagens da Alemanha, país-sede da fábrica, terão o WLAN assim que os carros com o esquema sejam colocados à venda.

O motorista só precisa usar seu smartphone para acionar a função, e o computador central, da própria garagem, irá guiar o veículo por meio do WLAN para o espaço mais próximo disponível.

É aí que os sensores a laser captam o movimento do automóvel, para processar a informação e determinar o exato deslocamento, monitorando também obstáculos e outros percalços para que a manobra se concretize.

20/03/2013

às 19:15 \ Tema Livre

VÍDEO HILÁRIO: para certas coisas, o papel jamais será substituído..

22/02/2013

às 14:00 \ Política & Cia

Polícia de SP terá estúdio high-tech de retrato falado, equipado com o mesmo software que desenhou as “criaturas azuis” do filme “Avatar”

Novo estúdio da Polícia Civil usará a mesma tecnologia do filme Avatar

Novo estúdio da Polícia Civil paulista usará a mesma tecnologia do filme "Avatar" (Foto: reprodução a partir do filme)

Texto de  Fabiano Candido, publicado na INFO Online

A Polícia Civil de São Paulo terá um estúdio com sistemas avançados para produzir retratos falados de criminosos foragidos e pessoas desaparecidas.

Prometido para o mês de maio, o estúdio, chamado de Artes Forenses, ficará sob a tutela do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, o DHPP. Os policiais que trabalharão nele terão computadores de última geração equipados com o software ZBrush — o mesmo utilizado para desenhar as ‘criaturas azuis’ do filme de ficção científica Avatar.

O estúdio vai ajudar os atuais desenhistas da polícia, que usam, além do método tradicional de papel e lápis, um software que monta retratos falados com a ajuda de 5 mil imagens de bocas, narizes, olhos e outros detalhes da face.

Com as tecnologias do estúdio, os policiais conseguirão desenhar retratos falados em 3D em alta definição. A imagem produzida vai exibir detalhes da pele, como cicatrizes e manchas, além de imperfeições simétricas dos rostos. Os detalhes ajudarão a identificar os criminosos com precisão.

Ao jornal O Estado de S.Paulo, Elisabete Sato, diretora do DHPP, explicou que o estúdio usará ainda um software capaz de simular o envelhecimento de crianças e jovens. O recurso facilitará, portanto, as buscas de pessoas que estão desaparecidas há anos. Vai agilizar também a procura: atualmente, os policiais carregam fotos fornecidos por parentes para tentar encontrar os desaparecidos.

Investimento

O DHPP já treina os policiais para usar os recursos do estúdio, que custou cerca de 150 mil reais aos cofres do governo paulista. Além de ajudar no combate ao crime, o estúdio terá a missão de se tornar uma referência na produção de retratos falados e, ainda, formar especialistas no tema. A Polícia Civil espera que ele seja copiado por outros Estados do país.

LEIAM TAMBÉM:

Contra pirataria, remédios vão ganhar seu próprio ‘RG’

A Telefônica testa, na Espanha, fios de cobre com DNA para rastrear ladrões. Quando chegará a vez do Brasil?

Boa notícia: banco de DNA e tecnologia moderna vão ajudar a solucionar crimes no país

21/02/2013

às 18:41 \ Tema Livre

VÍDEO EMOCIONANTE: A nova nave espacial americana, a Dream Chaser, que irá abastecer a partir de 2016 a Estação Espacial Internacional e está sendo feita por uma empresa privada

Dream Chaser

Animação simula a chegada da Dream Chaser à Estação Espacial Internacional (Imagem: Sierra Nevada Coorp.)

A nave espacial que substituirá os famosos “ônibus espaciais” tem “cara” de trem-bala e um componente muito, muito novo: está sendo feita pela iniciativa privada. Veja a espetacular e muito realista animação no vídeo abaixo, em que a nave ruge, deixa a plataforma de lançamento, vai soltando elementos descartáveis e voa em direção a seu objetivo.

Esta “Caçadora de Sonhos” (tradução livre do nome em português) foi concebida em 2004 pela empresa americana de integração de sistemas e eletrônica Sierra Nevada Coorporation e será utilizada para levar e trazer até sete passageiros e carga à Estação Espacial Internacional, localizada a cerca de 400 quilômetros de altura e que se encontra em contínua construção e operação desde 1998.

O projeto conta também com dinheiro público, já que a Sierra Nevada ganhou edital da NASA, por meio do qual recebeu 212,5 milhões de dólares (446 milhões de reais) para investimento. Segundo a empresa, uma série de modelos de aeronaves anteriores à Dream Chaser, incluindo os ônibus espaciais, desativado em 2011, serviram de modelo para a engenharia do novo veículo, que deve estrear em 2016.

Ao final da animação, há um breve trecho de voo teste realizado pelo protótipo da Dream Chaser ocorrido no ano passado. A dica é do leitor e amigo do blog SergioD.

Confiram:

 

15/02/2013

às 19:10 \ Tema Livre

IMAGENS PRECIOSAS: fotografias captadas pelo satélites Landsat, da NASA; novo satélite do projeto foi lançado esta semana

O Arquipélago de Mergui, ao sul de Mianmar, na Ásia, em fotografia do Landsat 5 realizada em 5 de dezembro de 2004 (Foto: USGS/NASA)

O Arquipélago de Mergui, ao sul de Mianmar, na Ásia, em fotografia do Landsat 5, realizada em 5 de dezembro de 2004 (Foto: USGS/NASA)

Desde 1972, o projeto Landsat, da NASA, tem como principal missão fotografar a terra desde a  privilegiadíssima posição dos satélites.

Até hoje, milhões de imagens já foram produzidas por seis dos sete satélites utilizados pela célebre agência espacial americana na iniciativa – um deles, o número 6, lançado em 1993, teve problemas e não conseguiu atingir a órbita terrestre.

Landsat 8

Engenheiros trabalham no Landsat 8, na base da Força Aérea americana de Vandenberg, na Califórnia (Foto: NASA-VAFB)

Na última segunda-feira, 11 de fevereiro, foi lançado da Base da Força Aérea norte-americana de Vandenberg, em Lampoc, na Califórnia, o Landsat 8. Se tudo ocorrer como os engenheiros da NASA esperam, em cerca de um mês o oitavo satélite, que carrega combustível para dez anos de trabalho, estará operante a mais de 700 quilômetros de altitude, dividindo  os trabalhos fotográficos com o Landsat 7, na ativa desde 1999.

Em celebração do novo lançamento, a revista americana Wired, dedicada principalmente a ciência e tecnologia, compilou alguma das imagens mais sensacionais geradas pelos Landsat 5 – que operou durante incríveis 28 anos, entre 1984 e 2012 – e o Landsat 7. Confiram abaixo.

(Para mais beleza em fotos de satélite, deem uma olhada neste ou neste post.

Landsat 7

Centros de vulcões na ilha Alexander Selkirk, pertencente ao Chile, no Pacífico Sul, em fotografia do Landsat, 7 de setembro de 1999 (Foto: USGS/NASA)

Landsat 7

Domo vulcânico na Estrutura de Richat, na Mauritânia, em fotografia do Landsat 7 de 11 de janeiro de 2001 (Foto: USGS/NASA)

Landsat 7

Trecho do rio Mississippi, ao sul do Estado americano do mesmo nome, em fotografia do Landsat 7 que data de 7 de maio de 2003 (Foto: USGS/NASA)

Landsat 7

Porção leste da península de Kamchatka, na Rússia, registrada pelo Landsat 7 em 17 de fevereiro de 2002 (Foto: USGS/NASA)

Landsat 7

Milhares de campos cultivados próximos a Garden City, no Estado americano de Kansas, na visão do Landsat 7 a 25 de setembro de 2000 (Foto: USGS/NASA)

Landsat 7

Enormes dunas na costa atlântica da Namíbia, Landsat 7, 1 de agosto de 2000 (Foto: USGS/NASA)

Landsat 7

Parece uma flor, mas é uma das ilhas do Havaí, Landsat 7, em algum momento entre 1999 e 2001 (Foto: NOAA/USGS/NASA)

Landsat 7

O Vale da Morte, deserto na região leste da Califórnia, a região mais baixa e quente dos EUA, visto pelo Landsat a 7 de junho de 2000 (Foto: USGS/NASA)

04/02/2013

às 18:48 \ Tema Livre

Fotos incríveis: vocês têm noção do tamanho (físico) do Google?

 

The Dalles, Oregon

The Dalles, Oregon: só aqui, 18 mil metros quadrados para abrigar parte dos mais de 1 milhão de servidores que o Google tem espalhados pelo mundo

A Google, empresa fundada por Larry Page e Sergey Brin, os google guys, em 27 de setembro de  1998, teve desde o início a singela missão de “organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil”. Modesta, não?

Ao que parece, contudo, é cada vez mais isso que ela realmente faz. O buscador Google é executado por meio de um número espantoso de servidores – já supera espantosos 1 milhão — em data centers espalhados pelos Estados Unidos, sede da empresa, e ao redor do mundo, e processa, diariamente, mais de um bilhão de solicitações de pesquisa e vinte petabytes (um número quase inimaginável de bytes, já que um petabyte equivale a 1024 terabytes, e um terabyte equivale a 1024 gigas) de dados gerados por usuários.

E, claro, não só de buscador vive a Google, que também desenvolve soluções empresariais, tradutores online para qualquer idioma que se possa imaginar, navegador, e-mail e uma longa lista de outros produtos. Mas sua grande fonte de receitas é mesmo a publicidade, pelo AdWords, que oferece um vasto elenco de fórmulas para os anunciantes — começando pela ordem em que o produto ou serviço aparece na tela (na primeira página, em primeiro lugar, ou em segundo, ou terceiro) quando alguém faz uma pesquisa.

É difícil pensar a vida online hoje sem o Google, mas quando você abre o buscador, ou e-mail, já se perguntou ao que está se conectando? Já se perguntou se é um lugar, uma fábrica, uma entidade? Já imaginou o tamanho físico da empresa?

As imagens de cima e abaixo dão uma ideia geral da coisa toda.

O principal data center fica em The Dalles, no Estado norte-americano de Oregon, às margens do rio Columbia — onde, por sinal, os funcionários praticam rafting, windsurf e pesca, além de caminhadas por uma paisagem tranquilizadora.

The Dalles, Oregon

The Dalles, Oregon

Em qualquer área eventualmente desocupada da imensa unidade de The Dalles, de 18.000 metros quadrados, sensores de movimento desligam automaticamente a iluminação principal para economizar energia. O resultado é o bonito brilho de dados do mundo filtrados através de LEDs multicoloridos. São como as luzes de Natal, só que o ano todo.

Council Bluffs, Iowa

Council Bluffs, Iowa

O data center de Council Bluffs, no Estado de Iowa, tem mais de 10.500 metros quadrados de espaço. É daí que vem a velocidade desejada para pesquisas no buscador ou para assistir vídeo no youtube.

Council Bluffs, Iowa

Council Bluffs, Iowa

Dentro do campo de rede, roteadores e switches permitem que data centers consigam “falar” uns com os outros. As redes de fibra óptica que ligam os sites podem funcionar em velocidades mais de 200 mil vezes mais rápidas do que uma conexão típica de internet em casa. Os cabos de fibra ótica se estendem ao longo das bandejas de cabo amarelo perto do teto.

Douglas County, Georgia

Douglas County, Geórgia

Neste data center ficam milhares de metros de tubulação. E eles não são coloridos apenas porque é bonito ou bacana, mas sobretudo para designar sua função. O tubo de rosa brilhante que aparece na foto acima, por exemplo, transfere água da linha de refrigeradores (as unidades verdes à esquerda) para uma torre de resfriamento.

Douglas County, Georgia

Douglas County, Georgia

LEDs azuis nesta linha de servidores dizem que tudo está funcionando perfeitamente. Os LEDs são usados pela Google porque são eficientes, duradouros — e brilhantes. A empresa gosta dos ambientes coloridos e visualmente atraentes.

Mayes County - Oklahoma

Mayes County, Oklahoma

Na foto acima tem-se um raro olhar por trás do corredor de servidores. Aqui, centenas de funis levam o ar quente dos racks de servidores para uma unidade de resfriamento para que seja reciclado e reutilizado. As luzes verdes são os LEDs de status refletindo na área metálica interna a partir da frente dos servidores.

Mayes County - Oklahoma

Mayes County, Oklahoma

Cada um dos racks de servidores tem quatro swiches, ligados por um cabo de cor diferente. A divisão de cores, com cada uma correspondendo a uma função, é sempre a mesma em todos os data center, de modo que se saiba qual substituir em caso de falha.

Berkeley Count - South Carolina

Berkeley Count, Carolina do Sul

Tudo na Google tem backup, para o caso de alguma coisa acontecer com os dados. Essa é uma das bibliotecas de dados, onde se guardam backups. Braços robóticos (visível no final do corredor) ajudam na carga e descarga de fitas.

Berkeley Count - South Carolina

Berkeley Count, Carolina do Sul

Tanques de armazenamento como estes podem armazenar até 240 mil galões (900 mil litros) de água em um determinado momento. Este tanque isolado guarda a água que é enviada para resfriamento no coração do data center.

 

LEIAM TAMBÉM:

Fotos raras e interessantes: os mais de 1.000 botões de controle de um ônibus espacial

VÍDEO DE EMOÇÃO: Na cabine de um superbombardeiro B-52

FOTOS E VÍDEO: eles já mataram mais de 2 mil terroristas — mas, agora, há “drones” de paz. Confiram

A galáxia Cabeça de Cavalo, um buraco negro, luas de Saturno: fotos espetaculares de um Universo que nos faz sentir uma molécula, parte de um átomo — ou menos ainda

Não podemos só falar no mensalão. Então veja, nestas fotos nanométricas, o milagre do corpo humano

31/01/2013

às 18:30 \ Tema Livre

Vídeo superinteressante: nem Steve Jobs deve ter imaginado as diabruras que esse mágico faz com seu iPad

Simon Pierro e seu ipad mágico

Simon Pierro e seu ipad mágico

Um homem, um iPad — e o camarada, um mágico extraordinário — faz coisas de cair o queixo. Joga leite no iPad, e a pessoa que aparece na tela fica molhada; faz aparecerem na tela os ícones do menu — e, de repente, a tela com os ícones virou uma coisa física, na sua mão.

Não é por acaso que o alemão Simon Pierro, ou iSimon, que se apresenta em feiras e eventos, está explodindo no YouTube com suas loucuras digitais.

O fato de ele falar em alemão é um mero detalhe que não atrapalha em nada o vídeo que vocês podem ver abaixo:

 

VEJAM TAMBÉM:

Vídeo imperdível: dois mágicos fazem apresentação sensacional usando 7 iPads

VÍDEO: em mágica espantosa, homem é serrado no meio, corpo fica ativo sobre uma mesinha e as pernas se mexem separadamente

VÍDEO DE VER PARA CRER: o mágico inglês que só falta fazer chover — porque caminhar sobre as águas do Tâmisa ele já faz

07/01/2013

às 19:00 \ Tema Livre

Vídeo: veja em ação a sensacional bicicleta da Audi, que só pesa 20,9 quilos, tem motor elétrico se o usuário precisar e pode ser acionada por um iPhone

audi-e-bike-worthersee estrutura de ultimíssima geração, com chassis de fibra de carbono especial e rodas de plástico endurecido e ultrarresistente

A e-bike Wörthersee, da Audi: estrutura de ultimíssima geração, com chassis de fibra de carbono especial e rodas de plástico endurecido e ultrarresistente. Anunciada há dias, agora foi apresentada, como vocês verão no vídeo lá embaixo (Foto: Audi)

Publicado originalmente em 21 de maio de 2012.

Pense num avanço tecnológico, e essa bicicleta, a Wörthersee e-bike, tem. Projeto da fábrica de automóveis alemã Audi, ela pode ser pedalada normalmente, claro, e isso é facilitado pela estrutura de ultimíssima geração, com chassis de fibra de carbono especial e rodas de plástico endurecido e ultrarresistente, de forma que pesa apenas espantosos 20,9 quilos.

Mas ela dispõe de um motor elétrico de 3 HP, tocado por baterias de lítio recarregáveis devidamente ocultas no chassis e, além do modo “Pure” (pura energia humana), opera em outros quatro modos: “Pedelec” (pedais e motor, o que lhe permite chegar facilmente a 75 quilômetros por hora), “eGrip” (só eletricidade), “Wheelie” (energia elétrica, automaticamente, quando a roda dianteira está no ar) e “Training” (o motor mantém a velocidade desejada mesmo em subidas ou com forte vento contrário).

Computador de bordo? Sim. É ele quem controla os modos “Wheelie” e “Training”.

Freios? Bem, são hidráulicos e a disco.

Câmbio? Claro — com nove marchas.

Algo mais? Sim, a bicicleta pode ser acionada pelo iPhone do dono.

O protótipo, que já havia sido previamente anunciado, foi finalmente apresentado em evento encerrado neste sábado em Reifnitiz, à beira do lago Wörthersee, na região alpina de Caríntia, na Áustria. Trata-se do 31º Wörthersee Tour, um evento de três dias em que o Grupo Volkswagen mostra novidades, projetos e protótipos para o futuro de suas marcas Volkswagen, Audi, Skoda e Seat.

A Audi não informou quando a e-bike estará à venda.

Veja agora no vídeo a superbike em ação, bem como detalhes de seu planejamento e construção:

11/12/2012

às 18:45 \ Tema Livre

VÍDEO QUE OBRIGA A PENSAR: Quer se conectar mais? DESCONECTE-SE!

Por Rita de Sousa

A tecnologia hoje nos permite tudo: apagar a luz da cozinha já estando no carro; falar com centenas de amigos com apenas 3 linhas e um clique; assistir qualquer vídeo, de qualquer programa, em qualquer lugar e a qualquer hora; trabalhar em casa, na praia ou no escritório. E por aí vai.

O telefone celular é um show à parte: podemos ser localizados a qualquer momento; podemos acessar a internet nele, ler livros, ouvir música, matar o tempo com joguinhos, trocar mensagens, tirar e compartilhar fotos e vídeos em tempo real.

Mas, como mostra esse comercial de uma das maiores operadores de celular da Tailândia, a DTAC, não podemos deixar que a tecnologia tome conta de nossas vidas. Para nos conectar, às vezes — ou muitas vezes — é preciso desconectar.

 

LEIAM TAMBÉM:

Fotos para rir — e meditar: juventude moderna e participativa

Quem vai trazer um smartphone do exterior, cuidado: ele poderá ser bloqueado

Parece inacreditável, mas é verdade: os animais robôs criados pela tecnologia. Há até um guepardo eletrônico que corre a 45 km por hora

Em fotos e vídeo, o que seria o “uso orgânico” de um smartphone — acoplado à mão. Será que vai pegar?

Vídeo es-pe-ta-cu-lar: tecnologia em 3D faz um prédio inteiro ganhar vida, pular, virar um gigantesco robô, transformar-se no fundo do mar…

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados