Blogs e Colunistas

símbolo sexual

09/03/2013

às 16:00 \ Tema Livre

BRAD PITT: O supergalã chega à maturidade — o doce abismo dos 50 anos

"Ser pai dr uma grande família amorosa é o ponto alto da minha vida" (Foto: Venturelli / WireImage)

"Ser pai dr uma grande família amorosa é o ponto alto da minha vida" (Foto: Venturelli / WireImage)

Texto de Harold von Kursk, publicada em edição impressa de Alfa

 

O DOCE ABISMO DOS 50

Brad Pitt, o menino de ouro de Hollywood, envelheceu, seguiu seus instintos e descobriu o óbvio: no final das contas seu grande apoio é a família

Ele foi o menino de ouro de Hollywood, abençoado por uma beleza apolínea e carregado daquele pragmatismo estoico do meio-oeste americano que definiu lendas do cinema como Gary Cooper e Robert Redford.

O problema é que, enquanto as mulheres o adulavam e os homens o invejavam, Brad Pitt parecia afundar em um mal-estar persistente sobre o estado das coisas. No auge da fama, confessou que sofria de depressão, acreditando que seus papéis de cinema ficavam aquém de suas expectativas. Além disso, achava que a bajulação era imerecida.

Talentoso e ambicioso, Pitt então tentou sacudir sua imagem escolhendo personagens peculiares em filmes corajosos. A impressionante lista incluiu alguns dos melhores lançamentos dos últimos anos: Clube da Luta, Snatch, Bastardos Inglórios, A Árvore da Vida, MoneyballMas na hora em que a consagração como ator chegou, ele novamente já estava interessado em outra coisa.

"Johny Suede" (1991), "Nada é para Sempre" (1992), e "Lendas da Paixão" (1994)

Brad Pitt nos filmes "Johny Suede" (1991), "Nada é para Sempre" (1992), e "Lendas da Paixão" (1994)

À beira dos 50 anos, que ele completará em 2013, diz não ter a mínima dúvida de que seu grande feito foi formar uma bela e numerosa família multiétnica. “Encontrei uma mulher que amo, e as crianças expandiram meu mundo para muito além do que imaginava. Isso é muito gratificante, ainda que eu não consiga mais dormir”, afirma. “Ser pai de uma grande família amorosa é o ponto alto da minha vida.”

O que parece aflorar na maturidade de Pitt são os instintos naturais de um homem criado em uma pequena cidade do Missouri. Hoje ele trata de reorientar para o afeto a energia que antes direcionava para a competição e o trabalho. Ainda que tenha se rebelado contra a severa educação religiosa que teve dos pais, sabe que boa parte de sua força vem do carinho e do respeito que recebeu na infância. “O que mais quero é capacitar e guiar meus filhos para que eles tenham uma vida boa”, diz. “Sinceramente, tudo se resume à família, e acho que ela define o homem acima de tudo.”

É evidente que esse seu maior projeto começou quando ele conheceu e se apaixonou por Angelina, no set de filmagens de Sr. & Sra. Smith, em 2004. Ela estava à procura de um homem para ser pai de seus filhos adotivos. O casamento de Pitt com Jennifer Aniston entrava em colapso. E assim ele acabou cedendo aos encantos de sua sexy e turbulenta coestrela. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

20/10/2012

às 18:10 \ Bytes de Memória

Histórias secretas de Playboy (4): o dia em que Pelé foi, pessoalmente, recolher todas as fotos de Xuxa nua

Xuxa abraçando Pelé nos bons tempos: namoro foi de 1981 a 1986

Campeões de Audiência(Amigos, com a reedição deste post damos continuidade à série que, brincando, chamamos de “Campeões de Audiência” porque se trata de reapresentar aos muitos leitores novos do blog, em dias diferentes, os posts mais acessados desde o início desta coluna, a 13 de setembro de 2010.

Refiro-me aos posts mais acessados, e não aos mais comentados. O post abaixo foi publicado originalmente no dia 27 de novembro de 2010).

De repente, ali estava ele: o sorriso planetariamente conhecido, o topete típico, inimitável, metido dentro de um estranho traje entre o terno e um conjunto esportivo, com calças e uma espécie de paletó ou casaco sem gola e do mesmo material: couro macio azul. No mais, uma camiseta cinza-clara também sem gola, sapatos pretos reluzentes, um relógio vistoso no pulso esquerdo.

O Rei, o Atleta do Século, o mago, o mito. O homem mais famoso do mundo, Pelé, acabara de chegar a uma sala no 6º andar da na época sede da Editora Abril, na Avenida Marginal do Tietê, em São Paulo, naquela tarde de um dia de um determinado mês, provavelmente maio, de 1985.

Celebridades eram rotina naquele edifício, mas Pelé causou grande alvoroço

Naquele edifício era comuníssimo, fazia parte do dia-a-dia o entra-e-sai de celebridades de todos os calibres — governantes, inclusive presidentes, líderes políticos, ídolos do esporte, estrelas da TV e da música popular, modelos de sucesso –, para realizar visitas de cortesia, conceder entrevistas, tirar fotos ou almoçar com jornalistas ou diretores da empresa no restaurante do chamado Roof, um espaço ajardinado situado na cobertura que incluía um heliporto.

Mesmo assim, tratava-se de Pelé, s sua chegada provocou grande alvoroço. Corre-corre na chegada, gritinhos, pedidos de autógrafo, uma atmosfera que incluiu até as secretárias, algumas venerandas, do Sexto Andar — o andar abaixo do da redação de VEJA e onde se instalava a diretoria, e cuja numeração ordinal designava, na gíria interna da Abril, o poder na empresa. “O Sexto Andar vai gostar desta capa”, dizia-se. “O Sexto Andar ainda não decidiu pelo lançamento da revista tal”. E por aí vai.

Reprodução de parte do pôster da edição de 10º aniversário de "Plabyoy": última foto da estrela nua na revista

A missão do Rei: recolher todas as fotos de Xuxa nua

Pelé abrira espaço na sua movimentadíssima agenda para uma missão de caráter pessoal: recolher, ele mesmo, todos os cromos (slides) e negativos de todas as fotos em que Maria da Graça Meneghel, a Xuxa, namorada do Rei desde 1981, aparecia nua nas páginas de Playboy. Xuxa, àquela altura, ultrapassara de longe a categoria de estrelinha em busca de popularidade, que exibia o corpo no Carnaval e surgia seminua ou despida em revistas, e se consolidava havia dois anos na TV como a apresentadora de programas infantis que se tornaria a “Rainha dos Baixinhos”.

Preocupada com sua nova imagem, Xuxa, que posara nua em cinco oportunidades para uma concorrente de Playboy de circulação menor, a extinta Ele & Ela, da Bloch Editores, não queria deixar rastros dessa fase de sua vida. Pelo que entendi da conversa, as fotos da revista dos Bloch já haviam retornado a suas mãos, já que ela era a grande atração da também já extinta Rede Manchete de Televisão, do mesmo grupo. (Xuxa iria se transferir no ano seguinte, 1986, para a Globo, onde trabalha até hoje. No mesmo ano terminaria seu longo caso com Pelé).

A apresentadora ainda tomaria medidas polêmicas nessa refeitura de imagem, que incluíram a apreensão, graças a uma medida judicial, de todas as cópias em vídeo e DVD do filme Amor Estranho Amor (1982), do respeitado cineasta Walter Hugo Khouri, no qual sua personagem não apenas aparecia nua como introduzia um menino de 12 anos no mundo sexo.

Os advogados de Xuxa argumentaram, com sucesso, que o contrato para o filme não previa versão para vídeo ou DVD. Xuxa viu-se muito criticada uma vez que, não mais sendo reprisado no cinema, e raríssimas vezes na TV — hoje em dia, certamente não na Globo –, o filme praticamente desapareceu da cultura brasileira.

 

Xuxa e Pelé durante coquetel oferecido à colônia brasileira em Nova York, no dia 27 de setembro de 1982

Apagar o passado de símbolo sexual

A reunião na Editora Abril ia na mesma linha de apagar o passado da estrela como símbolo sexual. E Xuxa jogara pesado: enviara ninguém menos do que Pelé como seu emissário. A reunião fora acertada entre Pelé e o diretor de Redação na época, o quase legendário Mário Escobar de Andrade, que comandou direta ou indiretamente a revista desde pouco tempo após o lançamento, em 1975, até falecer de forma prematura em 1991, quando, sem deixar de supervisionar Playboy, vinha acumulando outras funções.

Eu era redator-chefe da revista por ocasião da reunião com o Rei – só muito tempo mais tarde, em 1994, depois de trabalhar em diferentes veículos, inclusive fora da Abril, seria convidado a tornar-me diretor de Redaçãod de Playboy. Naquele 1985, como redator-chefe, supervisava o trabalho de editores e repórteres, cuidava das reportagens, entrevistas, matérias de serviço e de todo o texto, da primeira à última palavra, mas nada tinha a ver com a contratação das garotas de capa nem com os ensaios de mulheres nuas, atribuição de outros colegas e do diretor de Redação.

Mesmo assim Mário, por alguma razão, me quis presente à reunião, talvez como testemunha. As redações das revistas mensais da Abril não mais cabiam no edifício da Marginal do Tietê, e a maioria delas, inclusive a de Playboy, localizava-se num prédio no bairro paulistano do Brooklyn. De lá viemos para o encontro. À nossa espera estava o dr. Edgard de Silvio Faria, um dos diretores da Abril, cujas funções incluíam a área jurídica.

Depois de atravessar com paciência o torvelinho de assédio a que estava inteiramente acostumado há décadas, o Rei chegou à sala sem assessores ou advogados, acompanhado apenas de seu irmão, Jair Arantes de Nascimento, o Zoca, dois anos mais novo, que funcionava como uma espécie de assessor pessoal. Feitas as apresentações, todos se sentaram e, após alguns minutos de small talk, Mário foi à luta.

Na reunião, o irmão de Pelé pingava adoçante no cafezinho do Rei

Sempre cativante e diplomático, como de seu feitio, Mário de Andrade começou elogiando Pelé pelo que representava para o Brasil e por sua simplicidade a despeito da fama, agradecendo o fato de ter vindo pessoalmente à Abril. Disse que a devolução das fotos era uma deferência especial a ele, Pelé, e também uma consideração para com Xuxa.

Nesse meio tempo, me impressionou o relacionamento de Pelé com o irmão que tentou, sem êxito, ser jogador de futebol profissional pelo mesmo time do Santos. Zoca agia como uma espécie de mordomo de Pelé, que por sua vez se comportava em relação ao irmão como patrão. Se o garçom da Abril servia um café a Pelé, Zoca apressava-se, a um sinal do Atleta do Século, a pingar adoçante na xícara. Confesso que fiquei um tanto chocado com o servilismo de Zoca, e com a naturalidade com que Pelé o encarava. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

21/04/2012

às 16:33 \ Tema Livre

Fotos: para um sábado iluminado, a eterna diva Brigitte Bardot

Diretamente do ganhador do Prêmio Abril, o blog Sobre Imagens, fotos maravilhosas da eterna diva Brigitte Bardot, para iluminar o sábado dos leitores.

. . . . . . .

A fotografia foi fundamental para a difusão e consolidação da imagem de várias musas nos anos 1950. As estrelas do cinema brilhavam também nas páginas das revistas ilustradas no período do pós-guerra, quando as agências de fotografia se voltaram para a cobertura dos famosos.

Uma das figuras mais icônicas desta época é Brigitte Bardot (1934). Símbolo sexual, a francesa virou uma celebridade internacional pela sua beleza e atitude irreverente. Popularizou o uso do biquíni e o seu corte de cabelo era copiado no mundo todo.

Este ano, BB, como é conhecida, completa 78 anos e comemora os 60 anos do seu primeiro filme, Crazy for Love, de 1952.

Este post mostra Bardot no seu auge, entre os anos de 1952 e 1970, antes de a atriz virar uma ativista dos direitos dos animais.

1.  Brigitte Bardot nas filmagens do seu primeiro filme "Crazy for Love" – 1952. (RDA/Getty Images)

1. Brigitte Bardot nas filmagens do seu primeiro filme "Crazy for Love" – 1952. (RDA/Getty Images)

-

2.  Brigitte Bardot nas filmagens do filme "E Deus criou a Mulher" – 1955. (Baron/Hulton Archive/Getty Images)

2. Brigitte Bardot nas filmagens do filme "E Deus criou a Mulher" – 1955. (Baron/Hulton Archive/Getty Images)

-

3.  Brigitte Bardot – 1955. (Silver Screen Collection/Hulton Archive/Getty Images)

3. Brigitte Bardot – 1955. (Silver Screen Collection/Hulton Archive/Getty Images)

-

4.  Brigitte Bardot – 1955. (Silver Screen Collection/Hulton Archive/Getty Images)

4. Brigitte Bardot – 1955. (Silver Screen Collection/Hulton Archive/Getty Images)

-

Bardot At Film Gala

5. Brigitte Bardot – 1956. (RDA/Getty Images)

-

6.  Brigitte Bardot durante o Festival de Cannes – 1956. (Gamma-Keystone/Getty Images)

6. Brigitte Bardot durante o Festival de Cannes – 1956. (Gamma-Keystone/Getty Images)

-

7.  Brigitte Bardot durante as filmagens do filme "The Girl in the Bikini" – 1958. (Atlantis Films/Pictorial Parade/Getty Images)

7. Brigitte Bardot durante as filmagens do filme "The Girl in the Bikini" – 1958. (Atlantis Films/Pictorial Parade/Getty Images)

-

8.  Brigitte Bardot – 1958. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

8. Brigitte Bardot – 1958. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

-

9.  Brigitte Bardot – 1958. (United Artists/Getty Images)

9. Brigitte Bardot – 1958. (United Artists/Getty Images)

-

10.  Brigitte Bardot – 1959. (RDA/Getty Images)

10. Brigitte Bardot – 1959. (RDA/Getty Images)

-

11.  Brigitte Bardot em Londres – 1959 (Gamma-Keystone/Getty Images)

11. Brigitte Bardot em Londres – 1959 (Gamma-Keystone/Getty Images)

-

12.  Brigitte Bardot – 1960. (Keystone/Getty Images)

12. Brigitte Bardot – 1960. (Keystone/Getty Images)

-

13.  Brigitte Bardot – 1960. (Silver Screen Collection/Hulton Archive/Getty Images)

13. Brigitte Bardot – 1960. (Silver Screen Collection/Hulton Archive/Getty Images)

-

14.  Brigitte Bardot – 1960. (Gamma-Keystone/Getty Images)

14. Brigitte Bardot – 1960. (Gamma-Keystone/Getty Images)

-

15.  Brigitte Bardot – 1960. (Gamma-Keystone/Getty Images)

15. Brigitte Bardot – 1960. (Gamma-Keystone/Getty Images)

-

16.  Brigitte Bardot – 1960. (Silver Screen Collection/Getty Images)

16. Brigitte Bardot – 1960. (Silver Screen Collection/Getty Images)

-

17.  Brigitte Bardot – 1960. (Silver Screen Collection/Getty Images)

17. Brigitte Bardot – 1960. (Silver Screen Collection/Getty Images)

-

18.  Brigitte Bardot nas filmagens do filme "La Bride sur Lecou" – 1960. (Keystone/Getty Images)

18. Brigitte Bardot nas filmagens do filme "La Bride sur Lecou" – 1960. (Keystone/Getty Images)

-

19.  Brigitte Bardot – 1961. (Express Newspapers/Getty Images)

19. Brigitte Bardot – 1961. (Express Newspapers/Getty Images)

-

20.  Brigitte Bardot – 1963. (RDA/Getty Images)

20. Brigitte Bardot – 1963. (RDA/Getty Images)

-

21.  Brigitte Bardot, em cena do filme "Le Mepris", de Jean-Luc Godard – 1963. (RDA/Getty Images)

21. Brigitte Bardot, em cena do filme "Le Mepris", de Jean-Luc Godard – 1963. (RDA/Getty Images)

-

22.  Brigitte Bardot – 1963. (Len Trievnor/Express/Getty Images)

22. Brigitte Bardot – 1963. (Len Trievnor/Express/Getty Images)

-

23.  Brigitte Bardot – 1965. (Silver Screen Collection/Getty Images)

23. Brigitte Bardot – 1965. (Silver Screen Collection/Getty Images)

-

24.  Brigitte Bardot durante as filmagens do filme "Viva Maria!" no México – 1965. (William Lovelace/Express/Getty Images)

24. Brigitte Bardot durante as filmagens do filme "Viva Maria!" no México – 1965. (William Lovelace/Express/Getty Images)

-

25.  Brigitte Bardot – 1967. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

25. Brigitte Bardot – 1967. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

-

26.  Brigitte Bardot durante as filmagens do filme "Shalako" – 1968. (Silver Screen Collection/Hulton Archive/Getty Images)

26. Brigitte Bardot durante as filmagens do filme "Shalako" – 1968. (Silver Screen Collection/Hulton Archive/Getty Images)

-

27.  Brigitte Bardot – 1968. (RDA/Getty Images)

27. Brigitte Bardot – 1968. (RDA/Getty Images)

-

28.  Brigitte Bardot durante as filmagens do filme "The Bear And The Doll" – 1969. (RDA/Getty Images)

28. Brigitte Bardot durante as filmagens do filme "The Bear And The Doll" – 1969. (RDA/Getty Images)

-

29.  Brigitte Bardot – 1970. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

29. Brigitte Bardot – 1970. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

-

30.  Brigitte Bardot – 1970. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

30. Brigitte Bardot – 1970. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

-

31.  Brigitte Bardot – 1970. (Michael Ochs Archives/Getty Images)

31. Brigitte Bardot – 1970. (Michael Ochs Archives/Getty Images)


 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados