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Sharon Stone

24/10/2012

às 18:00 \ Tema Livre

A bela farmacêutica diz: “Eu fui a Sharon Stone por um dia”

Michele: O sorriso é parecido, o estilo de vida, não. “Meu marido tem a minha idade” (Foto: Tarcísio Mattos / Tempo Editorial)

Michele: O sorriso é parecido, o estilo de vida, não. “Meu marido tem a minha idade” (Foto: Tarcísio Mattos / Tempo Editorial)

Entrevista concedida a Guilherme Dearo, publicada na edição impressa de VEJA que está nas bancas

 

SHARON STONE POR UM DIA

A farmacêutica Michele Gaertner Etzold, de 37 anos, conta como foi servir de dublê para a atriz americana Sharon Stone durante a gravação de um comercial em Camboriú (SC)

O que você fez no comercial?

Eu servi de modelo para o que eles chamam de stand-in.

Antes de a Sharon entrar em cena e gravar, posei como se fosse ela para que a equipe pudesse testar câmera, luz, cenário e fazer os ajustes.

Passei o dia todo lá, mas adorei.

Fui Sharon Stone por um dia.

Você se acha parecida com ela?

Meus amigos sempre disseram isso. Nosso sorriso e a expressão facial se parecem.

E a maior diferença?

O estilo de vida, claro. Não vou às festas chiques de Hollywood. Sou mãe, cuido de três filhos pequenos.

E a Sharon gosta de namorados mais novos. O Martin (modelo argentino de 27 anos que ela conheceu numa festa no Brasil) estava lá vendo as gravações. Eu sou casada há doze anos e meu marido tem a minha idade.

Ah, ela também é mais magrinha do que eu.

Você a achou mais, ou menos, bonita ao vivo?

A Sharon é muito bonita. Tem uma beleza natural.

Quero chegar aos 50 anos igual a ela, com bom-senso, sem encher a cara de botox. Ela é simpática também. No fim do dia, veio me cumprimentar, disse que eu era bonita e tirou uma foto comigo.

Você viu os filmes dela?

Vi o Instinto Selvagem quando era adolescente. Nessa fase, até pensava em ser atriz.

E desistiu por quê?

A gente vai deixando essas coisas de lado aos poucos. Optei pela faculdade de Farmácia. Mas, depois desse trabalho, já apareceram outros. Quem sabe eu siga a carreira. Só que vou querer estudar muito antes, para fazer a coisa direito. De gente bonita que não sabe o que faz o mundo está cheio.

Sharon Stone -- a verdadeira -- em fotograma da sequência inesquecível de "Instinto Selvagem"

16/09/2012

às 14:00 \ Livros & Filmes

“Instinto Selvagem” em blu-ray — com aquela eterna cruzada de pernas de Sharon Stone

BLU-RAY -- Sharon Stone em Instinto Selvagem: o mais revelador dos interrogatórios policiais

BLU-RAY -- Sharon Stone em "Instinto Selvagem": o melhor papel de sua carreira e o mais revelador dos interrogatórios policiais

Resenha publicada na seção “VEJA Recomenda” da edição impressa da revista

 

 

INSTINTO SELVAGEM (Basic Instinct, Estados Unidos, 1992. Universal)

Sim, Instinto Selvagem traz cenas de sexo bastante cruas e violentas — na relação patológica que o policial interpretado por Michael Douglas vive com a própria psiquiatra, há um momento que fica em um indeciso limiar entre o sexo consensual e o estupro.

Mas, em retrospecto, o furor que o filme causou quando foi lançado, há vinte anos, parece hoje exagerado. Conduzido pela sensibilidade thrash do diretor holandês Paul Verhoeven, este é apenas um divertido thriller, um grande policial B com um bom tempero erótico.

No centro da trama, está Sharon Stone no melhor papel de sua carreira: Catherine Tramell, escritora de romances policiais com um apetite sexual onívoro e uma perigosa fixação em picadores de gelo. Ela se torna suspeita de um assassinato real que copia nos detalhes um crime descrito em um de seus livros.

O detetive Nick Curran (Douglas) é o encarregado de investigá-la, mas, como é obrigatório entre um policial durão e sua femme fatale, acaba se envolvendo com a suspeita.

E Instinto Selvagem, claro, será sempre lembrado pela cena em que Sharon Stone cruza as pernas durante um interrogatório policial.

12/12/2011

às 12:07 \ Tema Livre

Vídeo: um comercial com beleza para começar bem a segunda-feira

sara baras freixenet

A maior dançarina de flamenco, Sara Bar,as no comercial de fim de ano (Foto: Freixenet/Divulgação)

Um pouco de beleza para começar a segunda-feira não faz mal a ninguém.

Vejam o comercial de fim de ano da Freixenet, conhecida marca de cava – o vinho frisante espanhol, mais especificamente catalão, algo equivalente ao champanhe francês ou ao prosecco italiano –, feito com a maior dançarina de flamenco da Espanha, o que significa, do mundo, a bela Sara Baras.

A marca de cava durante muitos anos recorreu a celebridades internacionais para celebrar as festas – de Sharon Stone a Paul Newman, de espanhóis conhecidos mundialmente como o tenor Placido Domingo a Liza Minnelli. Em 2007, o comercial, que homenageava o mestre do suspense Alfred Hitchcock, teve como diretor ninguém menos do que Martin Scorsese.

Nos últimos anos, porém, os spsots de TV voltaram-se a enaltecer valores como o talento, o trabalho e o esforço, em vez de se apoiar em superfamosos.

E a talentosa Sara Baras, 39 anos, que teve seu primeiro filho em maio, deixou os cuidados maternais por uns dias para gravar, em Barcelona, o comercial, em que veste um traje dourado e, em meio a bolhas de sabão, lançadas ao cenário para lembrar as borbulhas do cava, tem como parceiro numa fusion de flamenco com dança contemporânea com o bailarino e coreógrafo José Carlos Martínez, ex-principal bailarino da Ópera de Paris, com o apoio de bailarinas da Companhia Nacional de Dança.

Vejam o vídeo:

02/10/2011

às 13:22 \ Tema Livre

A história do fantástico bar que já serviu 1 milhão de dry martinis

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Javier De las Muelas com a cliente que bebeu o milionésimo drinque, a advogada Sylvia Budet (Foto: Avui)

Por Daniel Setti

Por volta das 21h20 do dia 30 de junho de 2010, a advogada e professora universitária espanhola Sylvia Budet pediu ao barman do Dry Martini, o mais emblemático bar de coquetéis de Barcelona, um dos grandes bares charmosos da Europa, uma dose do drinque que lhe dá nome, vendido por 10 euros. Foi como se o tempo parasse.

Diante de uma coluna de fotógrafos que disputava espaço na frente do balcão, o empregado, vestindo impecável camisa alva e gravata azul de bolinhas brancas, entregou a bebida a Sylvia e caminhou tranquilamente em direção a uma placa com os dizeres The One Million Celebration (“A Celebração do Um Milhão”).

De trás do cartaz surgiu a numeração digital de um moderno placar sinalizando o número 1.000.000. Só então Sylvia pôde sorver, como indicou o marcador, a milionésima — sim, amigos, vocês leram direito, a mi-lio-né-si-ma — taça de dry martini servida pelo elegante bar situado no bairro do Eixample.

Evento comemorativo internacional

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De las Muelas com a comitiva de coqueteleiros convidados; repare no placar, umtanto escondido, à direita, em vermelho (Foto: Dry Martini)

As dezenas de flashes que registraram os goles da premiada foram apenas mais um dos superlativos que acompanharam Javier de las Muelas, 56, barcelonês dono do Dry Martini Bar, em sua empreitada rumo à incrível estatística, registrada desde 1978 pelo dono anterior do local, Pedro Carbonell, ainda à base de papel e caneta.

Para celebrar o acontecimento, De Las Muelas preparou um grande escarcéu mediático e de marketing, convidando mais de 30 coqueteleiros de diversos países ao bar – que já foi visitado por celebridades como Cindy Crawford, Harrison Ford e Mario Vargas Llosa – e lançando vários produtos, em edição limitada comemorativa, em lojas de grife de Barcelona. Em sua homenagem, a prefeitura da cidade organizou uma recepção. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

 

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