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Sandro Rosell

09/06/2014

às 15:00 \ Tema Livre

VÍDEOS IMPERDÍVEIS: 5 maneiras de explicar porque o grande Puyol, novo membro da direção esportiva do Barça, fará falta como jogador; emotiva despedida juntou adversários e foi exemplo de civilidade. Ele fará falta na Copa

Assim é que se faz: todos os setores do chamado "Barcelonismo" deixaram as diferenças de lado para homenagear Carles Puyol, em sua despedida do futebol no último dia 15 (Foto:Miguel Ruiz - FC Barcelona)

Assim é que se faz: todos os setores do chamado “barcelonismo” deixaram as diferenças de lado para homenagear o grande capitão Carles Puyol, em sua despedida do futebol  (Foto:Miguel Ruiz/FC Barcelona)

O evento aconteceu no dia 15 de maio. Mas ainda repercute e me chama especialmente a atenção.

Estou falando da despedida futebolística de Carles Puyol, um dos jogadores que melhor vi representarem valores como raça e lealdade dentro de um campo, além de ter sido um belíssimo zagueiro, desses que não desistem da bola até o último centésimo de segundo. Se tiverem tempo, assistam na íntegra neste link.

Após 19 anos de carreira inteiramente dedicados ao F. C. Barcelona, dez dos quais como capitão do time principal, o grande becão da cabeleira inconfundível decidiu não apenas abandonar os quadros do clube – conforme anunciara em março, ainda considerando a possibilidade de vestir outra camisa – como também encerrar a carreira, que incluiu longos anos como titular da seleção da Espanha.

O motivo principal foi o histórico de lesões que Puyi enfrentou nas últimas temporadas. “Este ano, por causa dos problemas físicos, quase não pude jogar, e dificilmente poderei jogar futuramente em outro lugar”, afirmou no dia do adeus.

Quinze dias depois, Puyol foi anunciado como novo membro da direção de futebol da entidade, comandada por outro ex-ídolo, o ex-goleiro do Barça e da Seleção espanhola Andoni Zubizarreta.

Futebol e civilidade

Na segunda fileira, da esquerda para a direita: Camacho (ex-Real Madrid), o ídolo Cruyff e Hierro (também ex-Real Madrid) (Foto: EFE)

Na segunda fileira, da esquerda para a direita: Camacho (ex-Real Madrid), o ídolo Cruyff e Hierro (também ex-Real Madrid) (Foto: EFE)

À parte de aludir diretamente ao fato de que o mundo da bola perde um jogador vencedor – nada menos que 21 títulos pelo Barça, uma Copa do Mundo e duas Eurocopas pela seleção espanhola – e de caráter exemplar, o evento que celebrou o pendurar de chuteiras do ídolo também se destacou por outras razões, que transcendem o futebol.

Em amostra de que os grandes clubes europeus estão, sim, a anos-luz dos brasileiros em matéria de civilidade e respeito aos esportistas, compareceram ao ato e se cumprimentaram adversários políticos de longa data, como os ex-presidentes da entidade Josep Lluis Núñez (1978-2000) e Joan Laporta (2003-2008).

O grande Johan Cruyff, ex-jogador, treinador e presidente de honra do clube, foi visto conversando amigavelmente com Zubizarreta. As desavenças entre o mítico holandês e a atual direção – da qual faz parte o ex-goleiro – vêm de anos atrás.

A estas figuras políticas se juntaram a família de Puyol, todo o elenco atual e inclusive ídolos do arquirrival Real Madrid, como o ex-zagueiro Fernando Hierro e o ex-lateral esquerdo José Antonio Camacho. Até Jordi Rios, o ator que imita o homenageado no bom programa de humor Crackòvia, da rede televisiva catalã TV3, marcou presença.

Além do próprio Puyol, falaram durante a solenidade Zubizarreta e o presidente Josep Maria Bartomeu, que leu texto definindo o jogador como “fiel, sincero, pontual, sensato, afetuoso e de uma bondade extraordinária”.

Em depoimentos gravados, prestaram seus tributos, falando e agitando a faixa de capitão com as cores da Catalunha, diversos companheiros, como Andrés Iniesta, Gerard Piqué e Daniel Alves.

Também colaboraram ex-treinadores, como o holandês Louis Van Gaal e o recém-demitido argentino Gerardo Martino, e ex-companheiros de vestiário, tal qual o holandês Patrick Kluivert. Falaram às câmeras ainda figuras que conviveram com Carles em ambas as situações: Pep Guardiola e Luis Enrique, que dias depois seria anunciado como o novo técnico do Barça.

Discurso de Xavi

Gesto carinhoso de Xavi a Puyol: quinze anos de convivência e muitos títulos (Foto: Eduard Omedes - Mundo Deportivo)

Gesto carinhoso de Xavi a Puyol: quinze anos de convivência e muitos títulos (Foto: Eduard Omedes – Mundo Deportivo)

Um dos momentos mais emocionantes, porém, foi o discurso proferido por Xavi Hernández, craque também veterano, que agora assume oficialmente a faixa de capitão.

Segundo setores da imprensa catalã, a amizade entre os dois, que dura quinze anos, vinha estremecida nos últimos tempos supostamente por causa da ausência de Puyi no casamento de Xavi no ano passado.

“Estou muito orgulhoso de compartilhar todas nossas carreiras juntos”, disse o meio-campista. “Você é patrimônio do Barça”, continuou, aproveitando para convidar o parceiro a realizar algum projeto juntos no Barça futuramente. O próprio Puyol, aliás, declarou que gostaria de trabalhar com as divisões de base da entidade.

Apenas Sandro Rosell, o presidente que se viu obrigado a pedir demissão em janeiro diante de sua incapacidade de explicar os gastos na contratação de Neymar, não compareceu.

Como afirmei no post de março, existem várias maneiras possíveis de celebrar a trajetória de Puyol. Mas, aproveitando que sua camisa é a 5, separei cinco vídeos publicados no YouTube que ilustram diferentes facetas da grandeza do jogador:

-O raçudo

Em jogada válida pela Champions League 2002-2003 contra o Lokomotiv russo, o goleiro já estava vendido quando Puyol se atirou com o corpo (e a alma) para salvar um gol já dado como certo. A bola bateu no escudo do Barça e não entrou.

-O capitão

Nos grandes clubes europeus, a figura do capitão do time ainda tem muito valor. Eles representam a equipe em eventos, proferem discursos em estádios lotados e ajudam a orientar os demais dentro e fora de campo. Neste episódio ocorrido em jogo contra o Rayo Vallecano pelo Campeonato Espanhol 2011-2012, Puyol correu para chamar a atenção dos brasileiros Daniel Alves e Thiago Alcântara que, após um gol do segundo, celebravam com uma de suas polêmicas dancinhas. Puyi fazia assim o papel de voz do treinador – no caso, Pep Guardiola, que não suportava as coreografias.

-O catalão

Orgulhosíssimo de suas origens  – nasceu na cidadezinha de Pobla de Segur – Puyol integra o grupo de jogadores que, embora defendam com afinco a seleção espanhola, o fariam ainda com maior intensidade caso a Catalunha se tornasse um país independente e tivesse sua própria seleção oficial.

O auge de sua demonstração de amor catalão ocorreu na goleada por 6 a 2 aplicada pelo imbatível Barça de Guardiola no Espanhol de 2009. Ao anotar um gol, Carles tirou a faixa de capitão com as cores da senyera, a bandeira da Catalunha, a beijou e a exibiu, com satisfação mas sem desrespeito, aos quase 100 mil torcedores do espanholíssimo Real Madrid no estádio Santiago Bernabéu.

-O espanhol

Na seleção espanhola, Puyol é quase tão lendário. Disputou três copas – 2002, 2006 e 2010 -, acompanhando, portanto, o surgimento a e consolidação desta geração de ouro da Roja. E não só: quem se esquece que foi dele um dos gols mais decisivos da conquista do caneco na África do Sul, o da semifinal contra a Alemanha? O golaço emocionante e espetacular levou a Espanha à finalíssima (e à vitória) contra a Holanda.

-O ser humano

Carles Puyol foi o capitão do Barça em três conquistas da cobiçadíssima Champions League Europeia.

Em 2006 e 2009, ergueu com sua típica bravura os pesados troféus. Em 2011 em Wembley, porém, fez algo muito maior: na hora H, sem avisar a ninguém, entregou a faixa ao companheiro Eric Abidal, que enfrentava uma luta contra um câncer, e lhe concedeu a honra.

O mundo se emocionou. Abidal agradeceu novamente o gesto em vídeo exibido na cerimônia de despedida, e Xavi também mencionou o episódio em seu discurso. (vejam a partir do tempo 1’33” do vídeo).

12/09/2013

às 17:12 \ Tema Livre

FUTEBOL: O grande Cruyff surpreende e diz que vai torcer contra seu time de coração — o Barça — na Copa dos Campeões

Cruyff diante de um cartaz de sua fundação: ocupando lugar de honra no panteão dos maiores de todos os tempos (Foto: Claudio Versiani)

Ele revolucionou, como jogador e como técnico, o jeito de jogar futebol do F. C. Barcelona, é considerado o grande criador e inspirador do estilo de jogo que fez do Barça o melhor time do mundo, vive na cidade de Barcelona há 40 anos, tem três filhos catalães e chegou a ser presidente de honra do clube — honraria que lhe foi vergonhosamente retirada pelo presidente do Barça, Sandro Rosell, pouco depois de assumir, em 2010.

Por isso, obteve enorme repercussão a entrevista que o grande Johann Cruyff — um dos gigantes definitivamente entronizado no panteão dos melhores da história — concedeu a uma emissora de TV de seu país, a Holanda.

Cruyff como jogador do Barça, saudando a torcida: carreira impressionante, com 22 titulos e 3 Bolas de Ouro (Foto: EFE)

Perguntado sobre para que time torceria no confronto que terão, na fase de grupos da Copa de Campeões da Europa, o Barça — clube central em sua vida — e o Ajax, time holandês em que se projetou, Cruyff surpreendeu ao responder:

– Pelo Ajax, claro.

O repórter perguntou:

– O senhor vai assistir à partida que os dois travarão no Camp Nou [campo do Barça]?

Cruyff respondeu:

– Não. Não piso no estádio enquanto Sandro Rosell for presidente do clube.

Homem de vida pessoal irrepreensível, financiador do próprio bolso de uma fundação que aos oucos se espalha pelo mundo e trabalha em prol da educação e do esporte, Cruyff não apenas ficou justamente chateado pela desfeita de Rosell em relação a seu título honorífico. Ele tem sérias reservas sobre a forma como o ex-alto executivo da Nike administra o Barça, embora evite comentar em detalhes o que sabe.

Para se compreender bem o que significa a entrevista de Cruyff e seu peso no futebol do Barça, da Espanha e da Europa, é preciso lembrar que, em sua trajetória como jogador, ele abocanhou 22 títulos, ganhou três Bolas de Ouro e fez 425 gols em partidas oficiais. Como treinador, foi 14 vezes campeão.

O grande Johann Cruyff, hoje com 65 anos, não apenas em seus primeiros anos colocou a Holanda no mapa do futebol ao ganhar incríveis e sucessivas três Copas dos Campeões da Europa (hoje Champions League) com o então pouco expressivo Ajax (1971, 72 e 73) como depois encabeçou a Laranja Mecânica, lendária seleção de seu país que encantou o mundo na Copa de 1974.

Contratado pelo FC Barcelona em 1973, seu futebol extraordinário foi decisivo para levar o clube, logo em 1974, a seu primeiro título de campeão da Liga Espanhola após uma dolorosa travessia do deserto que já durava 14 anos.

Após passagem pelo futebol norte-americano e um retorno à Holanda, voltaria ao Camp Nou para fazer história como técnico do fabuloso dream team do Barcelona no início dos anos 1990, faturando quase inacreditáveis quatro títulos espanhóis consecutivos e a primeira das três Copas da Europa ostentadas hoje pelo melhor time do mundo.

“Cruyff deixou no Barcelona um testamento ideológico, trabalhado sobre o gosto futebolístico do espectador, a quem ele educou”, disse certa vez o ex-craque argentino Jorge Valdano, ex-diretor de esportes do maior rival do Barcelona, o Real Madrid. “A ponto de que hoje é impossível triunfar no Barcelona sem jogar bem o futebol. Em Barcelona, ele é como o Oráculo”.

 

LEIAM TAMBÉM:

O grande Cruyff, um dos maiores craques da história, em entrevista: “Futebol é inteligência e qualidade, mas também um pouco de amor. Se não, só o dinheiro não funciona.”

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05/03/2012

às 14:00 \ Política & Cia

Aldo Rebelo defende eleição direta para presidente do Palmeiras. Já para a UNE, dominada por picaretas de seu partido, o PC do B…

Aldo Rebelo, palmeirense de escol, quer eleições diretas para a presidência do clube. Já para... (Foto: exame.abril.com.br)

Está certo, certíssimo o ministro do Esporte, Aldo Rebelo — o principal quadro político do PC do B –, em defender que os sócios do Palmeiras, seu clube do coração, elejam diretamente o presidente, no começo de 2013.

Como a grande maioria dos clubes de futebol do Brasil, o Palmeiras é dirigido bionicamente por presidentes eleitos por algumas centenas de conselheiros que, estes sim, são eleitos pelos sócios. Excetuados, é claro, os vitalícios, cuja existência é prevista nos estatutos de muitosclubes.

Esse sistema atende com grande frequência a interesses particulares e políticos dos mesmos de sempre, que, ora na oposição, ora no poder, são os que conduzem os grandes clubes.

A eleição direta tem como grande exemplo internacional o Barcelona, por acaso o melhor time do mundo, que desde 1953 assim elege seu presidente. O atual, Sandro Rosell, foi legitimado por 61% do impressionante número de sócios que votaram — pouco mais de 60 mil –, em junho de 2010.

Congresso da UNE em Goiânia, em julho do ano passado: os picaretas não querem eleição direta de jeito nenhum (Foto: Agência Brasil)

No Brasil, entre outros, o Corinthians é um dos poucos times que, por milagre, se livraram das eleições biônicas.

Está tudo muito bem, está tudo muito bom. Rebelo é a favor de eleição direta no Palmeiras.

Mas por que ele também não estende essa sede de democracia para a União Nacional dos Estudantes (UNE), cujos picaretas mamadores nas tetas do governo são eleitos de forma biônica e se opõem com a energia de cães raivosos à menção de eleições livres ?

Por acaso, por mera coincidência, naturalmente, a UNE é há anos dominada por grupelhos do PC do B, partido do ministro.

17/02/2012

às 16:21 \ Tema Livre

Juca Kfouri mostra as estranhas relações do cartola Ricardo Teixeira com o presidente do Barça

O cartola Ricardo Teixeira: a conta da filha de 11 anos recebe dinheiro gordo do presidente do Barcelona (Foto: Wilton Junior / Agência Estado)

Amigos, o grande jornalista Juca Kfouri dá um grande furo hoje, em seu blog, sobre as cada vez maiores zonas de sombra do já quase ex-eterno presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que, segundo reportagem de VEJA, está se desfazendo de sua fortuna, estimada em 50 milhões de reais — vindos de onde? — e mudando para o exterior, “para driblar futuros processos na Justiça”.

Mas a nota de Juca Kfouri, sob o título de “Sandro Rosell depositou na conta da filha de Ricardo Teixeira”, traz à tona algo pouco explorado pela nossa mídia: os cinzentos negócios e interesses de Sandro Rosell, ex-alto executivo da multinacional de artigos esportivos Nike e presidente do FC Barcelona, o melhor time do mundo.

Sandro Rosell depositou 3,8 milhões de reais na conta de Antônia Wigand Teixeira, numa agência do Bradesco, a de número 6592-7, na avenida América, Barra da Tijuca, no dia 22 de junho do ano passado.

Rosell é sócio da Alianto, a empresa que recebeu 9 milhões de reais do governo de Brasília, sem licitação, pelo amistoso da Seleção Brasileira contra Portugal, em 2008, evento que está sob investigação do Ministério Público e mais que suspeito de superfaturamento.

A Alianto foi também dona da VSV Agropecuária, que tinha sede na fazenda de Teixeira em Piraí, interior do Rio, e cuja sócia, a secretária de Rossel, Vanessa Precht, emitiu cheques em nome do cartola da CBF segundo apurou a Polícia Civil em Brasília.

O presidente do Barcelona, Sandro Rosell (Foto: guardian.co.uk)

Rosell (Alexandre Rosell i Feliu, CPF- 05X.8Y9.W47-62) é atual presidente do Barcelona e ex-homem forte no Brasil da Nike, fornecedora da CBF.

Uma das razões para anunciada saída de Teixeira da CBF e ida para Miami é exatamente a filha Antônia (CPF- 16X.5Y4.W17-11) que, aos 11 anos, tem ouvido comentários desagradáveis sobre o pai na escola, no Rio.

(As letras em ambos os CPFs correspondem, evidentemente, a números que o blog prefere não revelar).

Nota do blog, às 13h35: Não poucos leitores estranharam a publicação da foto em que Antonia aparece com os pais, sugerindo que fosse retirada para não expô-la.

Ao publicar a foto, de resto consentida pelos pais que nela aparecem com a filha, da revista IstoÉ Gente, e que está disponível nos sítios de procura da internet, não ocorreu ao blogueiro nenhum tipo de problema.

Mas diante das ponderações e por não ser a foto, neste caso, uma informação essencial, ela foi retirada.

27/05/2011

às 18:16 \ Tema Livre

Amigos, não gostei do novo uniforme do Barcelona, o melhor time de futebol do mundo

Amigos, vi de perto e não gostei do novo uniforme do melhor time do mundo, o Barcelona.

Começa que o único grande clube do planeta que não levava patrocínio comercial na camiseta agora rompeu  a tradição, imposta pelo balanço financeiro: o novo uniforme número 1 terá, na parte da frente, a marca da Catar Foundation, empresa do emirado onde se disputará a Copa do Mundo de 2022 e que está pagando 30 milhões de euros (cerca de 70 milhões de reais) por temporada — sim, por temporada! — para aparecer no peito dos craque do Barça nos próximos 4 anos.

O Barça, que levava orgulhosamente na parte anterior da camiseta a marca do Unicef — o Fundo das Nações Unidas para a Criança, a quem o clube ajuda com contribuições de vulto –, agora a relegou para a parte inferior traseira do uniforme, abaixo do números dos jogadores.

O novo presidente, Sandro Rosell, eleito no ano passado, resolveu que tanto dinheiro do Catar era irrecusável para um clube deficitário (explicarei em detalhes em um post próximo como é possível isso).

A camisa da última temporada tinha listras mais largas e cores mais brilhantes

Não foi só isso de que não gostei, não, amigos. As tradicionais listras azuis e grenás, que a Nike inventou de terem espessuras diferentes, que mudam, afinando, ao longo da camisa, me deram a impressão de pijama ou, pior ainda, de roupa de presidiário.

Além disso, achei as cores, tanto o azul como o grená, menos brilhantes e bonitas do que eram no uniforme usado na temporada que se encerra (veja a foto à direita). Finalmente, não entendi como um time que o símbolo do nacionalismo catalão retirou das golas das camisetas o amarelo da bandeira da Catalunha — a outra cor, em listras, é um vermelho alaranjado –, que sempre esteve ali.

Enfim, é só minha opinião. Muita gente deve ter achado lindo o novo uniforme. Eu, não.

 

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