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Patrícia Poeta

08/06/2014

às 12:00 \ Disseram

Jornalistas também são humanos

“Hoje não me cobro tanto. Procuro fazer meu trabalho da melhor forma possível, mas, às vezes, também falho. Quando isso acontece, peço desculpas e sigo em frente. Sou tão humana quanto o telespectador.”

Patrícia Poeta, jornalista e apresentadora do Jornal Nacional, sobre ter sido filmada “bufando” em transmissão ao vivo na semana passada, em entrevista à revista ESTILO

04/06/2014

às 1:08 \ Vasto Mundo

VÍDEO PARA RIR: Se você ainda não viu, confira a bufada histórica de Patrícia Poeta no ‘Jornal Nacional’ de 2ª feira

Esse vídeo já foi visto por centenas de milhares de pessoas no YouTube, mas republico aqui porque muita gente ainda não viu. E não posso privar os leitores do blog de uma diversãozinha, não é mesmo?

O genial da gafe da apresentadora da Globo Patrícia Poeta é sua mudança instantânea de expressão: ela vai em décimos de segundos da bufada de quem não aguenta mais determinada situação (ou, sendo otimista, num exercício de relaxamento), no finzinho do intervalo comercial do Jornal Nacional de segunda-feira, dia 2, para, percebendo-se já no ar, adotar a cara profissional de permanente e exultante alegria que é o padrão Globo de noticiar a Copa do Mundo.

12/05/2012

às 19:19 \ Tema Livre

A bela e competente Patrícia Poeta — segundo seu amigo Zeca Camargo

patrícia-poeta-lola2 (Foto: Murillo Meirelles / Divulgação / Lola Magazine)

Patrícia Poeta: "Pisa primeiro com o pé direito" (Foto: Murillo Meirelles / Lola Magazine)

(Perfil publicado na edição de abril de Lola Magazine, de 1 de abril de 2012, por Zeca Camargo)

 

SEM PERDER A TERNURA JAMAIS

 

Patrícia Poeta não se acomodou na certeza de que beleza é um trunfo na TV. Ela tem garra, tem instinto, tem inteligência, tem incansável capacidade de trabalho. Mas tem também doçura

Patrícia Poeta tem um defeito. Mas reconheço que essa não é a maneira mais elegante de começar um texto sobre uma grande amiga. Mesmo se ela não fosse a grande amiga que é, também não seria de bom tom começar falando assim de uma pessoa admirada e querida por milhões de brasileiros.

Nem mesmo se ela fosse apenas uma colega de trabalho: começar um perfil de uma colega de trabalho por esse ponto de vista seria, no mínimo, uma coisa “deselegante” (para citar uma outra colega de trabalho…). Então vamos deixar esse defeito lá para o final. E começar bem do começo: de sua estreia como apresentadora no Fantástico, pouco mais de quatro anos atrás. Totalmente por impulso, um segundo antes de entrarmos juntos no estúdio eu virei para ela e disse: “Pisa primeiro com o pé direito!”.

E ela me olhou com uma certa surpresa – talvez porque, do pouco que Patrícia me conhecia, já sabia que eu era uma das pessoas menos supersticiosas do planeta. Estávamos, como sempre, em cima da hora para entrar ao vivo para todo o Brasil, e meio por impulso também, ela me respondeu: “Claro! Pé direito pra começar!”.

Todos os ingredientes para conquistar o público

O sucesso que veio depois, claro, não dependeu desse “passo certo”. Patrícia já tinha todos os ingredientes para conquistar o público: credibilidade, simpatia, poder de comunicação, desenvoltura para a TV, beleza fenomenal (mais sobre isso daqui a pouco), sensibilidade e – talvez o mais importante de tudo – simplicidade.

Mas, na intimidade que construímos em quatro anos de intenso convívio, aquele momento virou uma espécie de segredo cifrado: o instante em que nos conectamos definitivamente e criamos uma atmosfera sensível e prazerosa, que definitivamente marcou sua passagem pelo “Fant” (como a gente chama carinhosamente o programa). E, quero acreditar, mudou para sempre a relação que o telespectador e a telespectadora tinham com a noite de domingo em casa.

 

patrícia-poeta-lola (Foto: Murillo Meirelles / Divulgação / Lola Magazine)

Patrícia, segundo Zeca: "Dona de um rosto quase incompreensível à mente humana" (Foto: Murillo Meirelles / Lola Magazine)

Num horário que historicamente o brasileiro reserva para a convivência familiar, o balanço da semana, a preparação para os próximos dias, a hora de apresentar um novo namorado, de anunciar um grande projeto para seus pais (ou seus filhos), a cerimônia da sagrada pizza (ou da reciclagem do almoço de domingo da mama, que sempre exagera acreditando na fome infinita de sua prole), o descanso junto a pessoas queridas -­­, enfim, nesse momento especial, Patrícia chegava para dar mais uma alegria à casa das pessoas. E com humildade.

O ”obrigada por nos receber em sua casa” veio de improviso

Você certamente lembra de tê-la ouvido falar pelo menos uma vez a frase: “Obrigada por nos receber na sua casa”. Pensa que ela ensaiou isso? Veio de improviso, como, aliás, boa parte dos momentos memoráveis da televisão. E pegou não só todos nós – a equipe que fazia o programa com ela – mas também quem nos assistia de surpresa.

Se a aposta era em uma nova maneira de apresentar um programa e de se relacionar com as pessoas que assistem à TV, Patrícia já estava superando as expectativas. E os mesmos sorrisos que eu via ao nosso redor, ali no estúdio, eu tinha certeza de que se reproduziam também em milhões de casas por todo o Brasil.

O caminho a partir dali poderia ser muito fácil. Dona de um rosto quase incompreensível à mente humana, de tão perfeito, o triunfo de Patrícia poderia estar selado nessa estreia simpática e na certeza de que a beleza é trunfo na TV. Mas seria pouco para ela. Estou relutando aqui em usar a palavra ambição, já que ela muitas vezes traz conotações negativas.

Misto de instinto, inteligência e discernimento

Mas não encontro nada melhor para definir a garra com que Patrícia investia em suas reportagens. Não preciso desfilar uma seleção das suas boas entrevistas, isso você já tem na memória. Mas o que no ar parecia fácil, natural, foi sempre fruto de uma engenhosa elaboração: um misto de instinto, inteligência e discernimento.

Relendo o último parágrafo, mais uma vez me sinto frustrado com minha descrição. Parece dura, como se Patrícia Poeta fosse uma genérica heroína determinada de um daqueles romances em que obstáculos são vencidos para chegar a uma grande conquista. Se foi a impressão que dei, desculpe.

A minha heroína – a colega e amiga com quem trabalhei tão de perto por quatro anos – não tem nem de longe essa frieza. Pelo contrário, tem doçura, tem um questionamento sensato, tem uma dose de teimosia (que sempre é importante!), e mais uma característica imprescindível para sobreviver no cenário em que vivemos hoje, onde a notícia é consumida de maneira voraz e o espaço para mostrar um bom trabalho é sempre disputadíssimo: é incansável!

Uma rotina exigente

Sempre achamos graça quando as pessoas chegam para nós – nem sempre brincando! – e dizem: “Que vida boa… Vocês chegam lá domingo à noite, colocam roupa bacana, trabalham umas horinhas e o resto da semana é só descanso”. Quem dera, cara telespectadora, caro telespectador. Temos uma rotina de extrema dedicação no Fantástico. E usei a palavra dedicação justamente para que a descrição não pareça reclamação. Enfrentamos uma rotina exigente porque adoramos o Fant! Mas é impossível negar que, por vezes, temos que abrir mão de um lado pessoal em função disso.

Na sua nova rotina, no Jornal Nacional, as demandas são diferentes. “O Fantástico tinha sempre notícias mais leves e entretenimento para contrabalançar as reportagens mais fortes”, me conta Patrícia. “Mas agora, no JN, estou muito mais em cima do factual. Por isso, é inevitável ter outra postura.” Seus dias, pelo menos os da semana, são mais organizados: “Existe uma rotina muito clara de segunda a sexta que sei que tenho que cumprir”, ela explica.

Em compensação… os fins de semana agora são livres. E quem sai ganhando? A família, claro. “Meu filho não reclama mais que tenho que sair no meio do jogo de domingo para apresentar o programa”, diz ela, meio brincando. Sábados e domingos agora podem ser desfrutados com a família e amigos. Se sobrar tempo, dá até para assistir ao Fantástico! Porque aposto que tem horas que dá saudade…

 

patrícia-poeta-lola (Foto: Murillo Meirelles / Divulgação / Lola Magazine)

A apresentadora, agora: rotina dura de segunda a sexta, mas fins de semana livres (Foto: Murillo Meirelles / Lola Magazine)

Deve dar mesmo, porque, além do trabalho, que sempre exige muito da gente, nos divertíamos como bons amigos – e era comum passarmos naturalmente os limites da relação profissional. Nos momentos de desabafo que a proximidade nos permitiu, vi uma Patrícia mais digna ainda de admiração, com várias facetas. Vi uma mãe cuidadosa com seu filho – de quem recebe adoração recíproca -, sempre priorizando os encontros com ele. Vi uma mãe orgulhosa, que beiraria o clichê não fosse o tom ultrassincero e emocionado com que me mostrava (mais um) vídeo no telefone, mostrando progressos do filho no violão. É bom esse garoto, viu?

Vi uma irmã que se transformava em adolescente para falar da caçula da família e da falta que muitas vezes sentia do convívio que tiveram por anos, ainda em Porto Alegre. Vi uma esposa não só apenas carinhosa, mas também ávida por aproveitar o melhor da experiência profissional do marido também jornalista, numa simbiose que muitas vezes ela processava quase sem saber.

Vi uma filha fortemente conectada com os pais que moram longe e infinitamente atenciosa. Vi uma companheira de trabalho atenta aos problemas de colegas, mesmo quando eles não a procuravam diretamente. Vi uma mulher atenta às renovações que a evolução acelerada do jornalismo nos obriga a fazer hoje – aliás, tenho saudades das longas conversas pós-Fant, quando ela me dava uma carona e filosofávamos noite adentro sobre a natureza do que estávamos fazendo.

E vi sobretudo a Patrícia de quem eu gostava mais: a amiga extremamente disponível a ouvir este amigo aqui, quando questões fora ou dentro do trabalho ameaçavam tomar uma proporção maior do que mereciam.

Ela tem um defeito adorável

Essa era – e ainda é! – a “minha amiga Patrícia Poeta”, que foi tão importante para este “internacional Zeca Camargo”, como ela costuma me chamar numa gostosa provocação. (Raramente nos chamamos por um nome só, muito menos por apelidos – o “nome artístico” acaba funcionando como uma deliciosa ironia à admiração e à amizade que conquistamos.)

Pois é. E é essa Patrícia que tem um defeito!

Um defeito que agora, finalmente, acho que posso contar: Patrícia Poeta não consegue controlar o riso! Em mais de uma situação, durante uma gravação ou mesmo no programa ao vivo, passamos por bons apuros quando eu, sempre bem-humorado, fazia uma graça ou com ela, ou com algo que ela havia dito, ou com uma situação difícil que enfrentamos numa reportagem, ou com uma história que alguém do estúdio nos contava – ou mesmo com um convidado especial que tínhamos no programa.

O motivo da brincadeira era o de menos. O que eu queria sempre provocar ali era a deliciosa risada de Patrícia, mesmo sabendo que seria difícil contê-la pelos próximos 10, 15 e, às vezes, 20 minutos.

Ela mesma ao ler isso vai lembrar de alguns momentos e admitir que esse seu descontrole trazia uma imensa alegria ao estúdio e colaborava com um clima de descontração geral. Por isso mesmo, deve estar bem agora dando uma risada.

E fazendo alguém que tiver a sorte de estar perto dela mais feliz.

Quer defeito melhor do que esse?

05/12/2011

às 17:10 \ Tema Livre

O novo cabelo de Patrícia Poeta e detalhes que não vão aparecer na tela da Globo

Patrícia Poeta: o cabelo vai ser este da foto; o decote, certamente, não (Foto: Rede Globo)

Parece uma torrente de futilidade a chuva de notícias e comentários sobre o novo corte de cabelo da jornalista Patrícia Poeta, nova apresentadora do Jornal Nacional.

Mas não é. Sendo o Jornal Nacional, como ainda é, a principal fonte de informação quotidiana da maioria dos brasileiros, é natural que cada milímetro do que aparece na telinha seja esquadrinhado.

O assunto, em si, é fútil. Nas circunstâncias, não.

A foto divulgada pela Rede Globo do novo penteado, mais curto, de Patrícia Poeta, porém, inclui dois itens que os telespectadores com certeza não verão na tela: a roupa multicolorida e o discreto decote.

As principais redes de TV do mundo, mesmo quando lançam mão de belas apresentadoras, costumam utilizar roupas de cores neutras e de corte conservador para que quem passa adiante a informação não atraia mais atenção do que o aquilo está informando. Por essa mesma razão as profissionais não usam joias ou bijuterias chamativas.

A principal exceção, no quadro internacional, é a Itália, em cujas emissoras as apresentadoras de telejornais em geral parecem atrizes prestes a pisar num tapete vermelho de algum festival: maquiagem carregadíssima, brincos enormes, decotes generosos, cabelos próprios para passarelas.

A Fox News americana, de sua parte, parece ter como pré-requisito para qualquer jornalista do sexo feminino que aspire fazer parte de seu time ser bonita e atraente. E, embora volta e meia se esqueça da discrição nos trajes e em maquiagens peruosas, não deixa que diminuam a altura das saias ou aumente a profundidade dos decotes.

09/09/2011

às 20:26 \ Política & Cia

A presidente Dilma “mostra sua casa” para Patrícia Poeta

Patrícia Poeta com a presidente, no Alvorada (Foto: Roberto Stuckert Fº/PR)

A presidente, como diriam as revistas de “famosos”, “abriu as portas” do Alvorada e “mostrou sua casa” para a bela Patrícia Poeta, do “Fantástico” da Rede Globo.

Leiam no site de VEJA.

 

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