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maconha

05/04/2015

às 17:00 \ Tema Livre

Blog do Jura: Cantor e compositor Willie Nelson lançará marca nobre de maconha

(Foto: Getty Images)

Aos 81 anos, a lenda do country americano está lançando a “Willie’s Reserve” (Foto: Getty Images)

Post publicado no Blog do Jura

O mais famoso cantor e compositor de música country dos Estados Unidos, Willie Nelson, 81 anos, está entrando com tudo no negócio da maconha recreativa e medicinal.

Vai abrir criatórios e lojas, bem como lançar a marca Willie’s Reserve de maconhas especialmente selecionadas e cultivadas por ele e sua família. O DailyBeast conseguiu entrevistá-lo ontem e anunciou “Willie Nelson Is Launching His Own Brand of Weed.” Vale a pena conhecer os detalhes.

Willie é um dos maiores ídolos populares e nunca escondeu sua adesão ao movimento pela descriminalização da maconha e liberação do seu uso recreativo e medicinal. Há todo um folclore a respeito, segundo o qual nada é mais agradável do que queimar fumo com ele, pela qualidade da erva e boa onda. Admitiu em uma entrevista gravada que fumou no telhado da Casa Branca. Sempre advogou a favor da cannabis.

O porta-voz de Willie Nelson disse ao site Consequence of Sound:

“Willie passou a vida toda apoiando a cannabis, tanto o uso industrial do cânhamo quanto a questão da maconha. Ele quer fazer algo agora que reflita essa sua paixão.”

“No final das contas, é algo que ele quer verdadeiramente, algo que envolve sua moral pessoal e suas convicções. Desde a loja até como os fornecedores serão tratados, e como será a operação, tudo vai refletir a vida do Willie.”

(PARA CONTINUAR LENDO, CLIQUEM AQUI)

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28/03/2015

às 12:00 \ Disseram

Benefícios da maconha

“Não é que eu esteja mais engraçado. É que a maconha agora é legal em Washington.”

Barack Obama, presidente dos EUA, explicando, em tom de brincadeira, logo no início do descontraído jantar anual com a imprensa realizado no Gridiron Club, por que previa mais gargalhadas dos presentes diante de suas piadas do que nos anos anteriores

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20/02/2015

às 6:00 \ Disseram

De vez em quando

“Eu fumo maconha de vez em quando.”

Jane Fonda, atriz americana, em entrevista ao site DuJour

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06/02/2015

às 0:00 \ Disseram

Coisa de alienado

“No meu tempo de UNE, que era o que havia de mais esquerdista na época, fumar maconha era coisa de alienado.”

José Serra, senador, que foi presidente da União Nacional dos Estudantes em 1964, ao falar sobre sua intenção de propor a obrigatoriedade de uma campanha antidrogas oficial

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27/11/2014

às 0:00 \ Disseram

Maconha e narcotráfico

“Nós não gostamos da maconha nem de nenhum vício. Mas pior que a maconha é o narcotráfico. O que está acontecendo é que, pela via repressiva, o narcotráfico está se matando de rir.”

José Mujica, presidente do Uruguai, onde a maconha foi legalizada, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo

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20/10/2014

às 19:30 \ Política & Cia

LIBERAÇÃO DA MACONHA: Senador Cristovam pretende dar ênfase ao uso medicinal em seu relatório ao Senado

Tanto apoiadores quanto opositores se reuniram para falar no debate da última segunda-feira (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

Tanto apoiadores quanto opositores se reuniram para falar no debate da última segunda-feira (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

Da Agência Senado

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) cancelou o sétimo e último debate previsto dentro do ciclo que discute a regulamentação da maconha. Agora o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), relator da Sugestão 8/2014, de iniciativa popular, vai se dedicar à elaboração do relatório, cujo prazo de entrega é o fim do ano.

Depois do encontro da segunda-feira (13), que mais uma vez mostrou uma forte divisão de opiniões, especialmente quanto ao uso recreativo da droga, Cristovam afirmou que seu relatório dará ênfase à questão do uso medicinal de derivados de maconha.

Na série de audiências, a CDH ouviu autoridades, lideranças sociais e intelectuais para embasar o parecer do colegiado sobre a proposta popular de criação de regras para o uso recreativo, medicinal e industrial da droga. Com base nas discussões, o relatório de Cristovam orientará a comissão, que decidirá se a sugestão vai se tornar projeto de lei.

A proposta de regulamentação da maconha, apresentada por meio do Portal e-Cidadania do Senado, recebeu apoio de mais de 20 mil pessoas em apenas oito dias, entre 31 de janeiro e 8 de fevereiro. A sugestão prevê que seja considerado legal “o cultivo caseiro, o registro de clubes de cultivadores, o licenciamento de estabelecimentos de cultivo e de venda de maconha no atacado e no varejo e a regularização do uso medicinal”.

No ciclo de debates, avançou a percepção de urgência na liberação da maconha para fins medicinais. O uso terapêutico de substâncias como o canabidiol (CBD) tem se mostrado eficiente em pacientes que sofrem de condições como epilepsia grave, esclerose múltipla, esquizofrenia e mal de Parkinson.

Veja os destaques das audiências públicas:

Primeiro debate (2/6) –  o secretário nacional de Drogas do Uruguai, Julio Calzada, destacou o efeito positivo da legalização do comércio da droga sobre a criminalidade naquele país. Ele ressaltou que o Uruguai, que despenalizou o uso de drogas, registra evolução do consumo e de seus efeitos colaterais semelhante ao de países que mantêm a criminalização.

Segundo debate (11/8) – o coronel Jorge da Silva, ex-chefe do Estado Maior da Polícia Militar do Rio de Janeiro, disse que os índices de violência demonstram que o atual modelo proibicionista não deu resultados positivos.

Terceiro debate (25/8) – a liberação do uso medicinal foi defendida por pais cujos filhos têm recomendação médica para fazerem uso de medicamentos derivados da droga, pelos especialistas convidados e até por quem é contra liberar a maconha com finalidades recreativas. O debate durou mais de quatro horas e abriu espaço para a manifestação de cerca de 30 pessoas.

Quarto debate (8/9) –  o defensor público na Bahia Daniel Nicory frisou que as cadeias estão sendo superpovoadas por jovens sem antecedentes criminais, condenados por portarem quantidades pequenas de drogas, e que saem pior do que entraram no cárcere. No debate, também se lamentou a pouca clareza a respeito da quantidade a ser considerada para “uso pessoal”.

Sobre o uso recreativo, muitos relatos a favor e contra, principalmente de pais que perderam seus filhos com o vício, e que alegam ser a maconha a porta de entrada para as demais drogas.

Quinto encontro (22/9), o juiz João Marcos Buch disse ter certeza de que o Direito Penal jamais vai cumprir o papel de impedir o uso de drogas, e faz é alimentar, de forma autofágica, a violência e a criminalidade com a proibição. Já o procurador da República Guilherme Zanina Schelb, que atua na defesa da infância e juventude, salientou a relação entre o consumo de drogas e a recusa a obedecer a autoridades. Dessa forma, em seu ponto de vista, os jovens se tornam rebeldes incontroláveis, tendo repulsa a pais, professores e orientadores.

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20/09/2014

às 18:00 \ Política & Cia

MARCOS FAVA NEVES: O conto da fazenda experimental bolivariana

(Foto: mmg.com.au)

Dentro da Fazenda Experimental Bolivariana, viveriam todos os adeptos do comunismo e os inimigos da agroindústria (Foto: mmg.com.au)

Por Marcos Fava Neves, professor titular de planejamento estratégico e cadeias alimentares da FEA-RP/USP

Este conto teve uma inspiração interessante. Passando pelos canais da TV num sábado à tarde para achar algo que captasse minha atenção, eis que encontrei para rever, o filme A Praia, que tem Leonardo Di Caprio como ator principal.

Para quem não viu, o filme relata as experiências de uma comunidade sonhadora de um novo mundo, que vai para uma praia deserta na Tailândia, e tenta se organizar coletivamente. O filme tem um cenário maravilhoso, e uma interpretação soberba deste ator. Vale, sem dúvida assistir. Mas o que teria a ver este filme com nosso conto, nossa ideia?

Ao perceber no Brasil um crescente movimento ideológico contra a empresa, contra o lucro, da demonização do empresário, pois hoje quem quer produzir é quase que um criminoso ambiental, trabalhista, social e assim por diante, depois de escutar tanta bobagem destes micropartidos na propaganda eleitoral gratuita e também estar cansado de gente alienada, pendurada e que só reclama, vendo “A Praia”, tive uma ideia que pode até ser interessante.

A ideia seria a de criarmos, nos mesmos moldes do filme A Praia, uma fazenda experimental, servindo a diversos propósitos secundários, elencados ao final deste texto, mas com o propósito principal de mostrar a importância da agricultura e do trabalho no dia a dia de todas as pessoas, pois até que algo futurista aconteça, nossos organismos são “movidos à alimentos”.

Uma área abençoada em termos de solos, incidência de sol, regime hídrico, seria escolhida em fronteiras do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, enfim, numa destas bênçãos divinas recebidas pelos moradores do Brasil. Cercaríamos e colocaríamos em marcha o projeto.

Mas quem iria para a Fazenda? Para lá seriam levados para um estágio as pessoas críticas à agricultura, ao produtor rural, ao agronegócio e as que têm visão deturpada ou parcial sobre o setor.

Iriam desde os que pregam a socialização dos meios de produção, os que são ideologicamente contra a empresa, contra o lucro, contra a ordem e o progresso, os radicais de diversos setores, os invasores (ou “ocupadores”), os anti-produção, os que desejam transformar o Brasil numa mega-aldeia, ativistas, representantes de algumas ONG’s confinados no sempre refrigerado ambiente Brasília/cidades internacionais, filósofos de gabinete, alguns artistas globais do eixo Ipanema, Leblon, Butantã, Pompéia, que pensam que seu baby beef nasceu na cozinha do restaurante da Vieira Souto e seu chopinho foi gerado dentro da chopeira dos maravilhosos bares da Ataulfo de Paiva ou dos arredores de Pompéia.

Levaríamos também gente que acredita nos modelos da Coreia do Norte, Cuba e Venezuela, entre outros. Selecionaríamos parte dos 61 milhões de brasileiros em idade de trabalho, mas que não trabalham, não procuram trabalho e não estudam, entre eles os dependentes de bolsas governamentais que tem habilidade, capacidade e ofertas de trabalho e os usuários do auxílio desemprego que forçaram suas demissões.

Ou seja, a geração “nem-nem” também iria, os jovenzinhos ativistas ainda pendurados nas bolsas paternas e os outros não tão jovens, em idade de trabalho, mas que esticam até os 30, 40 anos sua permanência na universidade pública, normalmente em cursos sem demanda.

Para poupar um esforço inicial dos habitantes desta fazenda, já entregaríamos a área com todo o cipoal de licenças e burocracia necessárias para se trabalhar e produzir. Teríamos uma infra-estrutura coletiva de hospedagem na fazenda, com bons banheiros, porém, todos coletivos. Haveria telefones coletivos e uma sala de informática coletiva, com os softwares de domínio social. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

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09/08/2014

às 12:00 \ Disseram

Conselho aos Estados Unidos

“O governo federal (dos EUA) deve revogar a proibição à maconha.”

The New York Times, diário americano, em editorial

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04/08/2014

às 18:00 \ Disseram

Presidente do Uruguai acha que, legalizando, combate a maconha

“Não estou legalizando (a maconha); estou regulando um mercado que já existe, para que não cresça mais. No fundo, estou lutando contra isso por um caminho mais inteligente.”

José Mujica, presidente do Uruguai, falando ao canal alemão Deutsche Welle

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12/06/2014

às 18:00 \ Disseram

No Paraguai?

“Yo voy a Paraguai comprar uma maleta de maconha.”

Silvio Santos, gastando o portunhol e trocando as bolas, ao brincar com uma “colega de trabalho” nascida naquele país. No Paraguai, ao contrário do que ocorre no Uruguai, o comércio da droga é proibido

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