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Londres

15/04/2013

às 19:37 \ Tema Livre

VÍDEO INACREDITÁVEL: Artista portador de autismo desenha minuciosamente Roma, que não conhecia, após um sobrevôo de helicóptero — de apenas 45 minutos!

Roma, na visão de Stephen Wiltshire

Depois de sobrevoar Roma por apenas 45 minutos, Stephen Wiltshire reproduziu minuciosamente, em desenho, um dos monumentos arquitetônicos da humanidade

É espantoso, é inacreditável. Stephen Wiltshire, 39 anos, nascido em Londres, é autista e só começou a pronunciar as primeiras palavras aos 5 anos de idade. Tem a característica dificuldade de comunicação dos portadores do problema, mas enorme aptidão para o desenho e, acima de tudo, uma memória visual espantosa, quase sobrenatural. Seu apelido é A Câmera Viva.

Aos 11 anos, ele conseguiu desenhar com grande fidelidade o centro de Londres após apenas um sobrevôo de helicóptero sobre a cidade. Recentemente, para por à prova uma vez mais sua habilidade, levaram-no num vôo de helicóptero sobre Roma, cidade que ele não conhecia, durante 45 minutos. Depois, o artista foi colocado diante de uma grande tela de papel e munido de canetas especiais para desenho, de tinta preta.

Pois bem, em três dias — TRÊS DIAS — ele desenhou, com detalhes fotográficos, todo o centro histórico da Cidade Eterna e mesmo bairros mais distantes. Sua memória prodigiosa guardou dezenas de milhares de detalhes — começando pela Catedral e pela Praça de São Pedro, e sem fazer rascunho ou planejar de alguma forma a obra, ele conseguiu reproduzir cada monumento, cada edifício, cada coluna, cada janela, cada praça, cada ruazinha e cada beco de Roma, incluindo obras arquitetônicas complexas como o Coliseu.

O narrador do vídeo abaixo, em inglês, diz que, comparando-se o desenho de Wiltshire com a Roma real, os traços do artista estão “assustadoramente corretos”. No vídeo aparece, a certa altura, a irmã do artista, Nathalie.

A dica é do amigão do blog Fernando Portela. Vejam vocês mesmos, para acreditar:

02/01/2013

às 14:00 \ Tema Livre

Vídeos e fotos: superatletas olímpicas dos EUA posam nuas para revista

 

Carmelita Jeter, que passou voando hoje pelas eliminatórias dos 100 metros rasos: "E se a gente corresse sempre assim?"  (Foto: Espn.go.com)

Carmelita Jeter, que passou voando hoje pelas eliminatórias dos 100 metros rasos: "E se a gente corresse sempre assim?" (Foto: Espn.go.com)

Publicado originalmente em 3 de agosto de 2012.

Teve grande repercussão a Body Issue (“edição do corpo”) que a revista ESPN americana, ligada à rede de TV especializada em esportes, lançou pouco antes dos Jogos de Londres.

Várias atletas, individual ou coletivamente, posaram nuas, em geral em posturas idênticas às que adotam em suas categorias esportivas.

Carmelita Jeter, uma das grandes forças do atletismo — e que hoje já passou com o melhor tempo pelas eliminatórias dos 100 metros rasos –, comentou que, quando contou a seus pais que aceitara o convite da revista, eles estranharam :”Ãhhhhn ?…” Ao saber que a revista era a ESPN, diz ela, eles logo entenderam que seriam “fotos com classe”. Carmelita se diz confortável com seu corpo e brinca: “E se a gente corresse assim?”

Veja o vídeo do making of de suas fotos:

 

Com a também bela Candace Parker, uma das estrelas da forte equipe de basquetebol feminino, a coisa foi parecida.

“Minha avó me perguntou: ‘Mas você vai aparecer NUA numa revista?’”, conta ela. Ao saber qual era a revista, porém, “ela entendeu que seriam fotos de bom gosto”.

Candace, A jogadora de basquete

Candace Parker, da seleção feminina de basquete dos EUA: "Tenho orgulho de meu corpo" (Foto: Espn.go.com)

Candace — com toda razão — diz ter orgulho de seu corpo. “Que, além de tudo, é meu instrumento de trabalho”.

Veja o vídeo do making of de que resultaram fotos como a acima:

 

A Body Issue da ESPN The Magazine é sempre um sucesso de vendas e uma fonte de repercussão e, não raro, de polêmica.

Na edição de 2010, a foto que mais deu o que falar foi a do time inteiro americano de polo aquático feminino, abaixo, clicada pelo famoso fotógrafo de celebridades Art Streiber:

A seleção de polo aquático dos EUA, clicada para a edição de 2010 (Foto: Art Streiber)

A seleção de polo aquático dos EUA, clicada para a edição de 2010 (Foto: Art Streiber)

06/10/2012

às 14:00 \ Tema Livre

FOTOS: Monumentos e lugares de Berlim, Londres e Zurique como você nunca viu antes

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O Sony Center, em Berlim: técnicas de diferentes tempos de exposição à luz (Foto: Christian Ruhm)

Nas mãos de um bom fotógrafo, até as mais manjadas paisagens podem ser “relidas” sob um novo ângulo, chegando quase a se tornar irreconhecíveis.

Nascido em Berlim em 1967, Christian Ruhm é uma destas pessoas capazes de dar novas interpretações a velhos lugares.

Em World Dis_Order (um jogo de palavras que em português resultaria como “Des_Ordem do Mundo”), uma das muitas séries de fotografias que publica em seu site, Ruhm registrou alguns dos pontos históricos e turísticos mais famosos da Europa.

Só que ele o fez utilizando diferentes recursos envolvendo tempo de exposição à luz. Tais técnicas, quase tão antigas quanto as primeiras câmeras manuais portáteis, permitem que quaisquer movimentos feitos pelo fotógrafo influam no resultado das imagens – que podem interessantíssimos.

Abaixo, mais algumas das fotografias de Christiam Ruhm realizadas em diferentes cidades europeias para o World Dis_Order (o ensaio completo está aqui):

Christian-Ruhm

O National Museum, em Londres (Foto: Christian Ruhm)

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A Bundeskanzleramt, chanceleria alemã, em Berlim (Foto: Christian Ruhm)

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Picadilly Circus, no centro de Londres (Foto: Christian Ruhm)

Schauspielhaus, teatro mais célebre de Zurique (Foto: Christian Ruhm)

Schauspielhaus, teatro mais célebre de Zurique (Foto: Christian Ruhm)

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Medienhafen, em Düsseldorf, Alemanha (Foto: Christian Ruhm

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O Palácio de Westminster, ou Casas do Parlamento, em Londres (Foto: Christian Ruhm)

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Ponte em Emmerich, Alemanha Foto: Christian-Ruhm)

O Reichstag, em Berlim

O Bundestag, o Parlamento alemão, em Berlim (Foto: Christian Ruhm)

23/09/2012

às 12:03 \ Livros & Filmes

Woody Allen, o cineasta mais associado a Nova York, também já filmou e/ou ambientou suas estórias em muitas partes do mundo. Vejam um divertido “mapa” das andanças do genial diretor

Woody-Allen-Roma

Woody Allen em Roma durante as filmagens de "Para Roma, com Amor" (Foto: Tiziana Fabi - AFP)

Até iniciar a produção do excelente thriller Match Point (2005), filmado em Londres, Woody Allen raramente deixava sua amada Nova York para rodar seus cultuados longas-metragens.

Naquele momento de sua assustadoramente prolífica carreira de diretor, acumulava 34 filmes – agora já são 42, uma média de quase um por ano desde a estreia com O que Há, Tigresa? (1966; título original: What’s Up Tiger Lily) -, sendo 24 dos quais rodados e ambientados em Nova York. Sem contar os produzidos por ele em estúdios na Big Apple, mas que simulam outros lugares ou países como pano de fundo.

Fase europeia

No entanto, após descobrir que em solo europeu não apenas gastaria menos para filmar como também seria tratado a pão-de-ló – os prefeitos das principais cidades do Velho Continente, bem como dois de Israel, disputam a tapa o “direito” de oferecer locações ao cineasta -, Woody passou a expandir consideravelmente sua particular geografia.

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O cartaz de "Para Roma, com Amor"

Não por acaso o recém-lançado Para Roma com Amor (título original: To Rome With Love), com Roberto Benigni, Alec Baldwin e Penélope Cruz no elenco, se passa na Cidade Eterna.

Sete das oito películas criadas por ele desde Match Point não contam com Nova York como cenário – a exceção é Tudo Pode Dar Certo (2009; título original: Whatever Works). Trabalhou quatro vezes em Londres, uma em Barcelona e uma em Paris antes da experiência italiana.

Mapa

Tal tendência europeia do diretor de 76 anos chamou a atenção da revista especializada britânica em cinema Empire, que criou um curioso infográfico mapeando todas as locações usadas ou imaginadas por Woody em sua extensa e suculenta obra.

O quadro inclui países que ele não chegou a visitar para filmar – por exemplo a Alemanha do brilhante falso documentário Zelig (1983)  -, mas os quais utilizou para ambientar alguns longas.

Também não cita algumas locações “reais” não pertencentes aos roteiros – por exemplo: A Última Noite de Boris Grushenko (1975; título original: Love and Death, foi rodado nos EUA, na Hungria e na França, mas se passa na Rússia).

Abaixo, uma reprodução pequenina de “World of Woody” (“O Mundo de Woody”), o mapa. Para visualizá-lo em seu tamanho original, cliquem aqui.

 

03/08/2012

às 16:48 \ Tema Livre

OLIMPÍADAS: O duro inimaginável que Michael Phelps deu para chegar a ser o que é. Treinando, ele nadou 30 mil quilômetros em oito anos

 

Michael Phelps, o maior medalhista da história dos Jogos: a vida não lhe poderia sorrir mais, mas só ele sabe o que custou chegar a ser o que é (Foto: veja.abril.com.br)

 

O maior medalhista da história de 30 Olimpíadas em 116 anos, com suas espantosas e 21 medalhas – 17 delas de ouro –, a que se deve acrescentar quatro dezenas de recordes mundiais de natação, é naturalmente um homem superbem sucedido, famoso e, em decorrência de seus feitos, multimilionário.

A vida não poderia sorrir mais para Michael Fred Phelps II, 27 anos, o fabuloso nadador nascido em Towson, subúrbio de Baltimore, no Estado de Maryland, que uma vez mais foi estrela de primeiríssima grandeza em uma Olimpíada, a atual, de Londres.

Mas provavelmente só este filho caçula de três de um policial e de uma professora divorciados quando ele tinha 9 anos saiba o preço que pagou por tudo isso.

Eu poderia escrever um post longuíssimo sobre o campeão, amigos do blog, mas prefiro me concentrar em um único bloco de informação, comovedor pelo espantoso esforço humano que denota.

O caçula Michael Phelps aos 23 anos, em 2008, com a mãe, Debbie, e as irmãs Whitney e Hilary. A essa altura, ele já havia nadado 85 mil quilômetros para triunfar nas Olimpíadas de Pequim (Foto: Getty Images)

Anotem aí: para chegar ao que é hoje, Phelps, durante oito longos anos entre 2000 e 2008, atirou-se em uma piscina às 6 horas da manhã TODOS OS DIAS – todos, repito –, incluindo sábados, domingos e feriados, à exceção das duas semanas de folga que tirou após as Olimpíadas de Atenas, em 2004, de dois dias em que precisou recolher-se após haver retirado os quatro dentes do siso e em um outro dia em que uma grande tormenta de neve impediu os movimentos de boa parte da cidade de Baltimore, em Maryland, onde ele vive, e Phelps não pode chegar ao North Baltimore Aquatic Club (NBAC), onde começou a nadar com regularidade aos 9 anos de idade.

Nadou em média 85 quilômetros por semana e, no total, ao longo desses oito anos, algo como 30 mil quilômetros – quase a circunferência da Terra pela linha do Equador.

É, portanto, incrível que, tendo dado todo esse duro, Michael ainda tenha planos de disputar as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, quando terá 31 anos de idade. Quantos mil quilômetros ele precisará nadar mais para chegar lá em forma?

31/07/2012

às 14:00 \ Tema Livre

Fotos: nas piscinas dos Jogos Olímpicos, formas belas ou inusitadas

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Amigos do blog, as Olimpíadas, como as atuais, de Londres, são além de tudo o mais uma oportunidade espetacular para os fotógrafos exercitarem suas habilidades.

Essa seleção não identifica atletas — leva em conta apenas instantes em que, nas piscinas, foram retratadas formas belas ou inusitadas. .

 

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27/07/2012

às 16:30 \ Tema Livre

Olimpíada de Londres: alguns números espantosos sobre a Vila Olímpica. Mas falta um, muito importante…

A entrada da espetacular Vila Olímpica de Londres, a leste do centro da cidade (Foto: telegraph.co.uk)

Amigos do blog, a Vila Olímpica de Londres, é claro, já está fervendo.

Vejam só alguns dos muitos números do colossal complexo que os britânicos construíram para o evento:

* 2,5 quilômetros quadrados de área para todo o Parque Olímpico em que a Vila está situada, a leste do centro de Londres

* 4 mil árvores plantadas

* 300 mil plantas decorativas plantadas

* 30 pontes construídas sobre lagos e riachos

* abrigará durante os 17 dias dos Jogos 10.500 atletas de 205 países

* 11 grandes conjuntos de apartamentos

Clima de festa na Vila Olímpica: atletas da Bélgica (uniforme vermelho) confraternizam com brasileiros (Foto: olympic.org)

* 2.818 apartamentos construídos, com 90% de material reciclado

* 11 mil sofás

* 17.320 camas e respectivos colchões

* 22 mil travesseiros

* um grande refeitório com capacidade para 5 mil pessoas

* 45 mil refeições diárias, consumindo, cada uma, entre outros produtos, …

* 100 toneladas de carne

O imenso refeitório comum da Vila: 5 mil pessoas de cada vez, 45 mil refeições diárias (Foto: zimbio.com)

* 80 toneladas de frutos do mar

* 230 toneladas de batata

* 35 mil fatias de pão

* 350 toneladas de frutas e verduras

* 25 toneladas de queijos diversos

E por aí vai…

Na puritana Pequim, sede dos Jogos de 2008, foram distribuídas 80 mil camisinhas na Vila Olímpica. E em Londres (Foto: businessweek.com)

Só uma informação não encontrei em lugar algum sobre um lugar que vai reunir tanta gente jovem, saudável e bonita: quantas camisinhas serão distrubuídas aos 10.500 atletas

Na puritana e repressora Pequim, sede dos Jogos de 2008, foram distribuídas 80 mil.

22/07/2012

às 14:00 \ Tema Livre

Gigantesca pirâmide de vidro em Londres, o edifício mais alto da Europa causa polêmica

The Shard (the-shard.com), arranha-céu de 87 andares na região de Southbank cuja inauguração estava prevista para julho (um observatório no 72º andar deverá abrir para o público em fevereiro de 2013) (Foto: Getty Images)

O gigantesco The Shard, em Londres, com 87 andares: o edifício mais alto da Europa (Foto: Getty Images)

 

(Reportagem de Mariana Amaro publicada na edição impressa de VEJA)

 

Impávido colosso

Ame-o ou odeie-o. Mas nem quem quiser conseguirá ignorar o novo prédio em formato de torre piramidal que domina a suave linha do horizonte de Londres

“Uma monstruosidade”, “Uma vergonha”, “Um ataque de vidro”, escreveram jornais ingleses em 2000, o ano em que foi anunciado o projeto do empreiteiro Irvine Sellar de construir uma esguia pirâmide de 72 andares em Londres. Desde então, os britânicos narizes desentortaram-se um pouquinho para o prédio, solenemente chamado de The Shard, mas tem muita gente que continua detestando a coisa. O próprio significado do nome já traz embutida sua ambiguidade: é um elegante estilhaço de cristal ou um caco de vidro deslocadamente plantado em uma paisagem urbana histórica que merecia mais respeito?

Com 310 metros e uso misto, residencial e comercial, o Shard é o prédio mais alto da Europa. Mas a altura importa menos do que o formato, com algo de ficção científica, algo de conto de fadas, encimado por um bico que evoca pétalas de lírio entreabertas.

O Centro Georges Pompidou, em Paris, rendeu xingamentos ao arquiteto Piano nos anos 70 (Foto: Reuters)

A obra leva a venerada assinatura do arquiteto italiano Renzo Piano, que, aos 74 anos, ainda lembra bem como chegou a ser xingado por ousar plantar o cubo grandalhão do Centro Georges Pompidou no coração de Paris. Diante da oportunidade de deixar a sua marca em Londres, ele concebeu um prédio que se assemelhasse a um iceberg caleidoscópico saindo do Rio Tâmisa. “Alguém tinha de fazer um projeto assim. Ainda bem que fui eu”, disse ele a VEJA.

Dos apartamentos, pode-se ver o mar, a 60 km de distância

O predião, construído em uma área de edifícios baixos e razoavelmente vazia, tem em seu centro uma coluna de concreto, entrecortada de costelas de aço e revestida de oito enormes placas. Mas a alma do Shard está numa espécie de pele, formada por 11 000 painéis de vidro que recobrem toda a estrutura.

Esses painéis, de tamanhos diferentes, refletem o céu e os raios do sol, criando o poético efeito da aparência cambiante. Em dias claros, aqueles quatro por ano em Londres, os donos dos envidraçados apartamentos residenciais do Shard, com preços que batem em alguns casos em dezenas de milhões de reais, poderão ver não só toda a cidade como o mar, a 60 quilômetros de distância.

A arquitetura do espetáculo, de deixar o povão boquiaberto, faz parte da cultura humana. Das pirâmides às catedrais, as ambições dos patrocinadores das grandes obras nunca foram modestas. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

17/07/2012

às 15:23 \ Tema Livre

Vídeo: em ótima animação, a BBC de Londres anuncia os Jogos Olímpicos

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Muito legal: a BBC de Londres criou uma animação para a abertura dos Jogos Olímpicos no próximo dia 27, sexta-feira, utilizando o conceito de que todo o Reino Unido se transformou em um estádio olímpico, e anunciando, claro, que a cobertura – TV, rádio e conteúdo digital – será completa.

Não há, naturalmente, qualquer motivo para duvidar da grande e veneranda rede pública britânica.

A trilha sonora é “First Steps”, criada especialmente para o vídeo, do grupo inglês Elbow

 

11/06/2012

às 19:53 \ Tema Livre

Vídeo de arrasar: a fabulosa Londres, seu brilho e suas milhões de luzes, vista à noite de helicóptero

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Parece uma pintura de vanguarda, mas é Londres, à noite, nas lentes do fotógrafo e cinegrafista Jason Hawkes

Londres nunca sai de moda e há décadas é uma das capitais do planeta.

As bodas de 60 anos da Rainha Elizabeth II trouxeram a duas vezes milenar e colossal metrópole de novo com grande ênfase para as primeiras páginas dos jornais e o primeiro plano das redes de TV e sites noticiosos, tal como ferveria, há pouco mais de um ano, com o casamento do príncipe William, futuro rei da Inglaterra, com Kate Middleton.

Agora, com as Olimpíadas que começarão no dia 27 do mês que vem, bilhões de telespectadores estarão com os olhos postos na cidade, sua arquitetura imponente, seus magníficos parques e jardins, seu lado moderno e arrojado..

Eis o Big Ben, por Jason Hawkes

Na sua jornada noturna, o helicóptero do fotógrafo passa pertinho do Big Ben

Essas imagens e o vídeo — imperdível — são de autoria do fotógrafo e cinegrafista Jason Hawkes, especializado em registrar o mundo do alto. As fotos de seu site são de uma riqueza e qualidade que o blog não consegue reproduzir.

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Londres, uma cidade que não dorme nunca, por Jason Hawkes

Com equipamento bem amarrado, inclinado para fora de um helicóptero, câmeras digitais e estabilizadores especiais, Hawkes produziu este vídeo de maravilhar, em que a cidade que não dorme nunca aparece no esplendor de seu brilho noturno e de suas milhões de luzes:

 

Leia também:

Vídeo para melhorar o seu dia e que é uma obra de arte: Veneza, do amanhecer à noite, em pouco mais de 3 minutos

 

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