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José Roberto Arruda

01/10/2012

às 14:00 \ Política & Cia

Post do Leitor: Não há como comparar o MENSALÃO com os mensalões do Azeredo e do Arruda, cujos crimes visavam projetos de poder ou de enriquecimento pessoal. O mensalão do PT queria um golpe branco, queria fazer do Brasil uma Venezuela

Mensalões: Azeredo e Arruda agiram por conta própria; Arruda até foi expulso do partido

Mensalões: Eduardo Azeredo e José Roberto Arruda agiram por conta própria; Arruda até foi expulso do partido -- "Se Roberto Jefferson não tivesse denunciado o mensalão por interesse próprio talvez tivéssemos hoje que estar pegando em armas para defender até as nossas propriedades"

Post do amigo e leitor do blog Geraldo Elton Dias, pequeno empresário e jornalista de formação

Post do LeitorOs petistas e apadrinhados vão tentar usar o Mensalão do Azeredo e o Mensalão do Arruda para alegar perseguição política ao PT.

Existem diferenças gritantes entre estes mensalões. O Mensalão do Azeredo não pode sequer ser chamado de Mensalão do PSDB, pois a alta cúpula do partido não patrocinou aquele crime.

Azeredo deve ser julgado e merece cadeia, mas seu crime visava seu projeto de poder pessoal.

No caso do Mensalão do Arruda o DEM nunca aprovou tal crime, prova é que expulsou o governador tão logo veio a tona o que era um projeto de corrupção muito mais pessoal que partidário.

No caso do Mensalão do PT, a cúpula partidária projetou um sistema de compra de um poder da República.

Por trás do esquema estava um projeto de golpe branco.

Tivesse prosperado hoje teríamos um país ao modelo da Venezuela de Hugo Chávez, com Legislativo, sistema partidário e Justiça totalmente submetidos ao controle de um partido político.

"Por trás do esquema do mensalão estava um projeto de golpe branco. Tivesse prosperado hoje teríamos um país ao modelo da Venezuela de Hugo Chávez, com Legislativo, sistema partidário e Justiça totalmente submetidos ao controle de um partido político" (Foto: Ariana Cubillos / AP)

A compra do Legislativo certamente se prestaria à aprovação de leis como a reeleição eterna do presidente, censura à imprensa, esvaziamento do Judiciário, e outras iniciativas autoritários acertadas no Foro de São Paulo pelas esquerdas da América Latina.

Os primeiros projetos aprovados pela camarilha comprada eram somente o ensaio do que viria a seguir.

Se Roberto Jeferson não tivesse denunciado o mensalão por interesse próprio talvez tivéssemos hoje que estar pegando em armas para defender até as nossas propriedades.

Portanto, não há como comparar Mensalão do PT com os mensalões do Arruda e do Azeredo. Estranho é que setorers da imprensa encham a boca para falar em Mensalão do PSDB e Mensalão do DEM.

01/09/2012

às 16:00 \ Política & Cia

O senador cassado Luiz Estêvão vai devolver quase meio bilhão de reais aos cofres públicos — é a maior recuperação de ativos já havida no Brasil em caso de corrupção

MARCO ZERO -- Luiz Estevão: estratégia bem-sucedida de ataque ao bolso (Foto: Marcelo Ferreira / CB / D.A Press)

MARCO ZERO -- Luiz Estevão: estratégia bem-sucedida de ataque ao bolso (Foto: Marcelo Ferreira / CB / D.A Press)

Publicado por Adriano Ceolin em edição impressa de VEJA

INACREDITÁVEL

Dono de um declarado patrimônio de 20 bilhões de reais, ex-senador concorda em devolver 468 milhões desviados das obras do TRT de São Paulo

O ex-senador Luiz Estevão vai entrar para a história pela segunda vez.

Acusado de desviar 169 milhões de reais das obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT), ele teve o mandato cassado em 2000 e, depois, foi condenado pela Justiça a 31 anos de prisão – um caso único, inédito pelo desfecho.

Na semana passada, Estevão assinou um surpreendente acordo com a Advocacia-Geral da União. Ele concordou em devolver aos cofres públicos o dinheiro desviado do TRT, equivalente hoje a quase meio bilhão de reais, já acrescidos os juros, a correção monetária e as multas. Se não for apenas mais um caso isolado, a medida pode representar um marco nas relações sempre amistosas entre o poder público e a corrupção.

Os manuais de combate ao crime são unânimes em afirmar que o ataque ao bolso quase sempre é a melhor maneira de inibir a ação de criminosos. Nos últimos doze anos, o torniquete da Justiça impediu o senador de desfrutar plenamente as vantagens de sua impressionante fortuna de declarados 20 bilhões de reais, que inclui mais de 1 000 imóveis comerciais e residenciais, empresas, carros importados e fazendas – e que o coloca entre os homens mais ricos do mundo.

MARCO ZERO -- ex-governador José Roberto Arruda: estratégia bem-sucedida de ataque  ao bolso (Foto: Ronaldo de Oliveira / DA Press)

MARCO ZERO -- ex-governador José Roberto Arruda: estratégia bem-sucedida de ataque ao bolso (Foto: Ronaldo de Oliveira / DA Press)

Na tentativa de reaver o dinheiro desviado, a União conseguiu o bloqueio de todos os bens do ex-senador e de seus filhos, além de confiscar a receita oriunda de aluguéis e do caixa das empresas. Com o acordo, Estevão se compromete a devolver 468 milhões de reais e, em contrapartida, terá parte de seu patrimônio desbloqueada.

O ex-senador entregará de imediato 80 milhões. O restante será quitado em 96 parcelas mensais. “É a maior recuperação de ativos do país num caso de corrupção. E tenho certeza de que representa uma das maiores recuperações do mundo”, comemora André Mendonça, diretor do departamento de patrimônio da AGU.

O acordo, porém, não significa uma confissão de culpa. Estevão continua alegando inocência. “Vou pagar porque sofri coação. É o meu resgate”, afirma. Ele reclama, sobretudo, do bloqueio dos bens de quatro dos seus filhos: “Esse tipo de coisa remonta aos tempos do Brasil colônia, quando se punia alguém estendendo a punição a filhos e netos”.

Quando perdeu o mandato, Estevão teve como principal algoz o então também senador José Roberto Arruda, que acabou renunciando logo depois da cassação do colega, por ter violado o painel de votação. Na semana passada, Arruda foi condenado a pagar uma multa de 100 vezes o salário de parlamentar da época, o equivalente a 1,1 milhão de reais.

A defesa do ex-senador já anunciou que vai recorrer. Ele sonha em voltar para a política como deputado federal em 2014. Luiz Estevão, não.

Ainda aguarda a decisão final da Justiça sobre a sua condenação. “Meu projeto é pegar meu patrimônio e empreender”, afirma. Afinal, ele só tem agora 19,5 bilhões de reais.

20/08/2012

às 16:30 \ Política & Cia

Após 11 anos, Arruda é condenado por violação do painel de votação do Senado

José Roberto Arruda: em 2010, ele renunciou ao cargo de governador em meio às denúncias de envolvimento com um esquema de corrupção (Foto: Wilson Dias / ABr)

José Roberto Arruda: em 2010, ele renunciou ao cargo de governador em meio às denúncias de envolvimento com um esquema de corrupção (Foto: Wilson Dias / ABr)

Ricardo Brito, O Estado de S. Paulo

Onze anos após o escândalo da violação do painel eletrônico do Senado, na votação secreta que levou à cassação o senador Luiz Estevão (PMDB-DF), a Justiça Federal em Brasília condenou o ex-governador do DF José Roberto Arruda e mais três pessoas por improbidade administrativa. O juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20.ª Vara Federal, considerou que Arruda praticou improbidade administrativa ao ordenar a quebra do sigilo da votação.

O magistrado não aceitou a justificativa apresentada por Arruda de que, na noite anterior à decisão sobre Estevão, não determinou a Regina Célia Borges, então diretora do Serviço de Processamento de Dados do Senado, que violasse o painel.

Arruda alegou ter pedido a ela para conferir a segurança do equipamento, ressaltando que falava em nome do então presidente da Casa, Antonio Carlos Magalhães, morto em 2007. No início de 2001, quando o escândalo eclodiu, Arruda, na época líder do governo Fernando Henrique Cardoso no Senado, mentiu aos pares ao negar envolvimento no acesso à lista de votação. Depois, confessou ter recebido o material e, ameaçado de cassação, renunciou.

Arruda foi condenado à suspensão dos direitos políticos por cinco anos, ao pagamento de cem salários de senador (contracheque da época da cassação de Estevão) e ficou proibido de ter contratos com o poder público ou receber benefícios dele.

O advogado Cláudio Fruet, que defende Arruda na ação, já adiantou ao Estado que vai recorrer da sentença ao Tribunal Regional Federal da 1.ª Região. Fruet insistirá na tese de que, enquanto era senador, seu cliente não tinha poder nem ascendência hierárquica ou funcional para determinar que alguém violasse o painel.

O advogado considera que o tempo de tramitação da ação de improbidade contra Arruda foi “exagerado”, tendo em vista que, na esfera criminal, o caso foi julgado em um ano e meio. Em 2003, o Supremo Tribunal Federal rejeitou a denúncia oferecida contra o governador, contra ACM e Regina Célia.

29/06/2012

às 17:17 \ Política & Cia

Ministério Público denuncia Arruda e mais 37 investigados na Operação Caixa de Pandora

Arruda e mais 34 indiciados por corrupção e lavagem de dinheiro (Foto: Celsio Junior / AE)

Arruda e mais 37 indiciados por corrupção e lavagem de dinheiro (Foto: Celsio Junior / AE)

Da Agência Brasil

Brasília – Depois de quase três anos de investigações, o Ministério Público denunciou nesta semana 38 pessoas envolvidas na Operação Caixa de Pandora, que apurou esquema de corrupção na gestão de José Roberto Arruda no governo do Distrito Federal (GDF). A informação foi confirmada hoje (29) pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

Segundo o procurador, as apurações provaram que empresas beneficiadas em contratos sem licitação com o GDF pagavam propina a políticos aliados do governo. Os envolvidos foram denunciados pelos crimes de corrupção ativa (empresários) e passiva (políticos) e lavagem de dinheiro.

Gurgel informou que o líder do esquema era o próprio Arruda e que Durval Barbosa foi confirmado como um dos operadores do esquema. A denúncia também envolve deputados distritais e empresários. Apesar de não divulgar quanto dinheiro foi desviado, o procurador confirmou que o esquema começou pouco antes das eleições de 2006.

O ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, que à época era senador, chegou a ser citado, mas não foi denunciado porque sua idade avançada impediria a punição.

19/06/2012

às 15:15 \ Política & Cia

Lula com Maluf – e a galeria de fotos em má companhia ficou completa. Bem…. Será?

Já comentei suficientemente, em outro post, o significado da histórica visita de Lula ao político que o PT considerou, a vida toda, Belzebu em pessoa — o deputado Paulo Maluf, a quem o ex-presidente e todo um séquito petista foram agradecer o apoio ao candidato do partido à Prefeitura de São Paulo, o ex-ministro Fernando Haddad.

Hoje, acho conveniente rememorar, com este acréscimo e mais um (a última foto), uma galeria de fotos em que a divindade do lulalato, às vezes por distração, outras por obrigação do cargo e em várias outras denotando evidente prazer, foi clicado ao lado de pessoas de quem, nos velhos tempos do Lula e do PT fora do poder, não chegaria nem perto, nem amarrado.

A foto com Maluf, símbolo de tudo o que o PT sempre afirmou combater na vida pública, completa a galeria.

Completa a galeria… Será? Não sei, não. É sempre possível que Lula, uma hora dessas, abrace afetuosamente um Bolsonaro da vida.

Aguardem, porque a galeria vai crescer.

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O aperto de mãos antes inimaginável, e agora histórico: Lula com o Demônio em pessoa, ambos felizes e sorridentes -- e Haddad no meio (Foto: Folhapress)

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Lula é abraçado pelo presidente da Gaviões da Fiel (o terceiro, da esquerda para a direita), Antônio Alan Souza Silva (o Donizete), que tinha contra si prisão preventiva decretada pela Justiça. Também na foto, à esquerda, Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, e o deputado estadual e presidente do PT de São Paulo, Edinho Silva (Foto: Cesar Ogata)

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Lula, de chapéu, brinca com bola de futebol americano e posa ao do ator pornô Alexandre Frota, em foto em que aparece um atleta da equipe de futebol americano do Corinthians e o ex-lateral Vladimir (Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula)

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Rivais na eleição de 1989, o senador Fernando Collor (PTB-AL) e o presidente Lula se abraçam em evento em Alagoas (Foto: Ailton Cruz / Gazeta de Alagoas)

Rivais ferozes na eleição de 1989 -- Collor trouxe de forma ignóbil, e mentirosa, a vida pessoal de Lula ao horário eleitoral --, o hoje senador Fernando Collor (PTB-AL) e o então presidente Lula se abraçam em evento em Alagoas (Foto: Ailton Cruz / Gazeta de Alagoas)

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Ricardo Teixeira ao lado de Lula, em 2006 (Foto: Ricardo Stuckert)

Lula com o cartola que, de tão assediado por acusações, se auto-imolou da entidade que comandou como bem entendeu por 23 anos e se mandou para os Estados Unidos: Ricardo Teixeira, então presidente da CBF (Foto: Ricardo Stuckert)

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Lula sorridente ao lado do também sorridente governador do DF, José Roberto Arruda, posteriormente à foto cassado por corrupção (Foto: veja.abril.com.br)

Lula sorridente ao lado do também sorridente governador do DF, José Roberto Arruda, posteriormente à foto cassado por corrupção (Foto: veja.abril.com.br)

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Lula gostaria que o “amigo” Renan Calheiros saísse ileso da tormenta que o enredou (Foto: Antônio Cruz / ABr)

Lula com o senador Renan Calheiros, que renunciou à presidência do Senado em 2007 para não ser cassado. Na ocasião, o presidente disse torcer para que o "amigo" saísse ileso da tormenta que o enredou (Foto: Antônio Cruz / ABr)

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Lula com o senador e ex-presidente José Sarney, seu firme aliado, e a quem o antigo Lula criticou e combateu durante a maior parte de sua vida política (Foto: Folhapress)

Lula com o senador e ex-presidente José Sarney, seu firme aliado, e a quem o antigo Lula criticou e combateu durante a maior parte de sua vida política (Foto: Folhapress)

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Lula e o tirano que governa o Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que quer destruir o Estado de Israel e defende a tese de que o Holocausto dos judeus na II Guerra Mundial é uma invenção. Lula foi visitar em Teerã este pária internacional e, depois, recebeu-o em Brasília com todas as honras (Foto: AFP)

Lula e o tirano que governa o Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que quer destruir o Estado de Israel e defende a tese de que o Holocausto dos judeus na II Guerra Mundial é uma invenção. Lula foi visitar em Teerã este pária internacional e, depois, recebeu-o em Brasília com todas as honras (Foto: AFP)

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Lula cumprimenta com efusão ao deposto e assassinado ditador Muamar Kadafi, da Líbia. Na foto, outra companhia significativa: o presidente Evo Morales, que mandou o Exército da Bolívia ocupar instalações da Petrobras e obteve a "compreensão" do então presidente brasileiro (Foto: AFP)

Lula cumprimenta com efusão o deposto e assassinado ditador Muamar Kadafi, da Líbia. Na foto, outra companhia significativa: o presidente Evo Morales, que mandou o Exército da Bolívia ocupar instalações da Petrobras e obteve a "compreensão" do então presidente brasileiro (Foto: AFP)

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Lula com um amigão: o ditador bufão da Venezuela, Hugo Chávez (Foto: David Fernandez / Agência EFE))

Lula com um amigão: o ditador bufão da Venezuela, Hugo Chávez (Foto: Ed Ferreira / AE)

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Lula e Evo Morales, com colar de coca, na Bolívia (Foto: Reprodução / VEJA.com)

Lula e Evo Morales, com colar de coca, na Bolívia (Foto: VEJA.com)

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Lula, em Cuba, com os irmãos ditadores Castro, e o ministro que sempre quis controlar a imprensa, Franklin Martins (Foto: Dedoc)

Lula, em Cuba, com os irmãos ditadores Castro, e o ministro que sempre quis controlar a imprensa, Franklin Martins (Foto: Dedoc)

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Lula e um campeão da moralidade pública: Jader Barbalho, que renunciou ao mandato de senador para não ser cassado por corrupção e já sentiu nos pulsos o aço das algemas da Polícia Federal (Foto: Dedoc / Editora Abril)

Lula e um campeão da moralidade pública: Jader Barbalho, que renunciou ao mandato de senador para não ser cassado por corrupção e já sentiu nos pulsos o aço das algemas da Polícia Federal (Foto: Dedoc / Editora Abril)

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Lula e o multimilionário "bispo" da Igreja Universal, Edir Macedo

Lula e o multimilionário "bispo" da Igreja Universal, Edir Macedo

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Tendo Aloizio Mercadante entre os dois, Lula com outro baluarte da moralidade pública, senador Romero Jucá (PMDB-RR)

Tendo Aloizio Mercadante entre os dois, Lula com outro baluarte da moralidade pública, senador Romero Jucá (PMDB-RR)

 

Lula com Severino Cavalcanti, que renunciou à presidência da Câmara e ao mandato de deputado, em 2005, para não ser cassado por corrupção

15/06/2012

às 14:00 \ Política & Cia

Mensalão: em agosto, enfim, o encontro marcado com a Justiça

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"QUADRILHA" -- O publicitário Duda Mendonça, o ex-tesoureiro Delúbio Soares, o ex-ministro José Dirceu, o empresário Marcos Valério e o ex- deputado José Genoíno são os personagens principais do escândalo, cujos envolvidos foram considerados uma "quadrilha" pelo Ministério Público Federal (Fotos: Ag. Brasil :: BG Pree :: Rodrigo Clemente / Folhapress :: Cristiano Mariz :: Celso Júnior / AE)

 

(Texto publicado na edição de VEJA que está em bancas, por Rodrigo Rangel, com reportagem de Hugo Marques e Gustavo Ribeiro)

 

Mensalão

ENCONTRO MARCADO COM A JUSTIÇA

 

Os ministros do Supremo Tribunal Federal confirmam para agosto o início do julgamento do maior caso de corrupção da história republicana brasileira

 

Às 14 horas do próximo dia 1º de agosto, o Supremo Tribunal Federal começa a escrever o capítulo final do escândalo do mensalão, um dos mais emblemáticos acontecimentos políticos da história recente do Brasil. Os ministros da corte vão decidir se os 36 réus acusados de participar do maior caso de corrupção do período republicano são ou não culpados das acusações feitas pelo Ministério Público. Será um julgamento marcado por vários simbolismos.

Dependendo do veredicto, ficará em xeque a reputação de um partido, de seus principais dirigentes, de todo um grupo que planejou se perpetuar no poder comprando alianças políticas através de milionários subornos. Dependendo do veredicto, os brasileiros terão a chance de testemunhar o desejado e incomum encontro de gente poderosa e influente com a Justiça, cena rara no país.

 

"O consenso que se expressou com a definição da data do julgamento representa uma clara resposta do Supremo Tribunal Federal a qualquer ilegítima tentativa de pressão sobre a corte, venha de onde vier", ministro Celso de Mello, decano do STF (Foto: André Dusek / AE)

"O consenso que se expressou com a definição da data do julgamento representa uma clara resposta do Supremo Tribunal Federal a qualquer ilegítima tentativa de pressão sobre a corte, venha de onde vier."(Ministro Celso de Mello, decano do STF) (Foto: André Dusek / Agência Estado)

Prova extraordinária da maturidade da democracia

Mais importante, porém, é que, seja qual for o veredicto, a perspectiva de que o escândalo seja julgado de maneira isenta por juízes independentes na mais alta corte do Brasil é uma prova extraordinária da maturidade da democracia brasileira e da força de suas instituições.

A fixação da data do julgamento constitui um passo decisivo nesse sentido – e uma derrota daqueles que acreditaram que pressões indevidas do partido do governo e de seu carismático e popular líder, o ex-presidente Lula, fossem capazes de fazer retroceder as conquistas civilizatórias duramente obtidas pela sociedade.

Lula mandou às favas os bons costumes e o respeito às instituições 

O calendário e o formato do julgamento já vinham sendo discutidos em privado pelos ministros do STF defensores de uma rápida solução para o caso, que tramita na corte há cinco anos. Avançaram na mesma velocidade do lobby de Lula para tentar impedir que ele acontecesse agora.

Desde que deixou o governo, o ex-presidente se lançou numa das mais ambiciosas campanhas de sua vida, destinada a limpar a própria biografia e a imagem do PT: apagar da história o capítulo do mensalão.

Essa ação messiânica começou com gestos aparentemente republicanos, mas, com o passar do tempo, Lula recorreu a movimentos temerários, como a instalação da CPI do Cachoeira, a fim de atingir setores que investigaram o esquema de corrupção.

Como essas manobras não surtiram o efeito desejado, o ex-presidente mandou às favas os bons costumes e o respeito às instituições para pressionar diretamente os ministros do STF a adiar o julgamento do caso para o próximo ano. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

10/05/2012

às 16:26 \ Política & Cia

Especial: uma galeria de fotos de Lula — nem sempre em boa companhia

A vida de um político é dura. Sendo um político popularíssimo, como Lula, a dureza inclui o fato de todo mundo querer aparecer em foto a seu lado.

Se não há, como ocorre em vários países, uma assessoria ferozmente vigilante para não deixar que o presidente, ou mesmo um ex-presidente, apareça com pessoas em cuja companhia um chefe de Estado, por uma ou outra razão, não deveria luzir na mídia, pode ocorrer o que se passou com Lula na foto abaixo, divulgada segunda-feira pelo blog do jornalista Juca Kfouri.

Aproveito para mostrar uma galeria de fotos em que Lula, às vezes por distração, outras por obrigação do cargo e em algumas denotando evidente prazer, foi fotografo ao lado de pessoas de quem, nos velhos tempos do Lula fora do poder, não chegaria nem perto.

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Lula é abraçado pelo presidente da Gaviões da Fiel (o terceiro, da esquerda para a direita), Antônio Alan Souza Silva (o Donizete), que tem prisão preventiva decretada contra. Também na foto, à esquerda, Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, e o deputado estadual e presidente do PT de São Paulo, Edinho Silva (Foto: Cesar Ogata)

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Lula, de chapéu, brinca com bola de futebol americano e posa ao do ator pornô Alexandre Frota, em foto em que aparece um atleta da equipe de futebol americano do Corinthians e o ex-lateral Vladimir (Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula)

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Rivais na eleição de 1989, o senador Fernando Collor (PTB-AL) e o presidente Lula se abraçam em evento em Alagoas  (Foto: Ailton Cruz / Gazeta de Alagoas)

Rivais ferozes na eleição de 1989 -- Collor trouxe de forma ignóbil, e mentirosa, a vida pessoal de Lula ao horário eleitoral --, o hoje senador Fernando Collor (PTB-AL) e o então presidente Lula se abraçam em evento em Alagoas (Foto: Ailton Cruz / Gazeta de Alagoas)

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Ricardo Teixeira ao lado de Lula, em 2006 (Foto: Ricardo Stuckert)

Lula com o cartola que, de tão assediado por acusações, se auto-imolou da entidade que comandou como bem entendeu por 23 anos e se mandou para os Estados Unidos: Ricardo Teixeira, então presidente da CBF (Foto: Ricardo Stuckert)

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Lula sorridente ao lado do também sorridente governador do DF, José Roberto Arruda, posteriormente à foto cassado por corrupção (Foto: veja.abril.com.br)

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Lula gostaria que o “amigo” Renan Calheiros saísse ileso da tormenta que o enredou  (Foto: Antônio Cruz / ABr)

Lula com o senador Renan Calheiros, que renunciou à presidência do Senado em 2007 para não ser cassado. Na ocasião, o presidente disse torcer para que o "amigo" saísse ileso da tormenta que o enredou (Foto: Antônio Cruz / ABr)

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Lula com o senador e ex-presidente José Sarney, seu firme aliado, e a quem o antigo Lula criticou e combateu durante a maior parte de sua vida política (Foto: Folhapress)

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Lula e o tirano que governa o Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que quer destruir o Estado de Israel e defende a tese de que o Holocausto dos judeus na II Guerra Mundial é uma invenção. Lula foi visitar em Teerã este pária internacional e, depois, recebeu-o em Brasília com todas as honras (Foto: AFP)

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Lula cumprimenta com efusão ao deposto e assassinado ditador Muamar Kadafi, da Líbia. Na foto, outra companhia significativa: o presidente Evo Morales, que mandou o Exército da Bolívia ocupar instalações da Petrobras e obteve a "compreensão" do então presidente brasileiro (Foto: AFP)

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Lula introduziu uma nova tendência na diplomacia brasileira: dar cobertura política para manifestações autoritárias (David Fernandez / EFE))

Lula com um amigão: o ditador bufão da Venezuela, Hugo Chávez (Foto: David Fernandez / Agência EFE))

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Lula e Evo Morales, com colar de coca, na Bolívia (Foto: Reprodução / VEJA.com)

Lula e Evo Morales, com colar de coca, na Bolívia (Foto: VEJA.com)

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Lula, em Cuba, com os irmãos ditadores Castro, e o ministro que sempre quis controlar a imprensa, Franklin Martins (Foto: Dedoc)

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Lula e um campeão da moralidade pública: Jader Barbalho, que renunciou ao mandato de senador para não ser cassado por corrupção e já sentiu nos pulsos o aço das algemas da Polícia Federal (Foto: Dedoc / Editora Abril)

 

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Lula e o multimilionário "bispo" da Igreja Universal, Edir Macedo

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Tendo Aloizio Mercadante entre os dois, Lula com outro baluarte da moralidade pública, senador Romero Jucá (PMDB-RR)

 

04/11/2011

às 16:18 \ Política & Cia

Demóstenes anuncia que DEM pedirá impeachment do governador do DF por suposto envolvimento em roubalheira no Esporte

Demóstenes: "Se pedimos a derrocada de Arruda, não seremos lenientes com a continuidade das barbaridades no DF" (Foto: Agência Senado)

O partido Democratas (DEM) deverá apresentar, na próxima semana, pedido de impeachment contra o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). Sua fundamentação está em recentes denúncias de desvios em convênios mantidos pelo Ministério do Esporte, dirigidas não apenas ao ex-ministro Orlando Silva, mas também à gestão de Agnelo na pasta. A informação foi dada pelo líder do partido no Senado, Demóstenes Torres (GO), em pronunciamento nesta sexta-feira (4).

- O Democratas não vai ficar parado. Se pedimos a derrocada do único governador eleito pelo PFL em 2006 (José Roberto Arruda), não seremos lenientes com a continuidade das barbaridades no Distrito Federal – afirmou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) em Plenário, nesta sexta-feira (4).

Na ocasião, Demóstenes citou reportagem (…) que aponta a Federação Brasileira de Kung-Fu (Febrak), administrada pelo ex-policial militar João Dias, como “a ONG pioneira nos trambiques, ainda em 2005 (Agnelo estava no ministério)”. João Dias foi autor da denúncia à revista VEJA sobre irregularidades em convênios do programa Segundo Tempo, que culminou com a saída de Orlando Silva.

Demóstenes comentou que o próprio Agnelo já teria admitido cultivar uma “relação muito boa” com João Dias. Embora o atual governador do Distrito Federal classifique as acusações como “falsas, irresponsáveis e criminosas”, o senador por Goiás acredita que o fórum ideal para esclarecer sua veracidade é uma comissão parlamentar de inquérito (CPI).

O obstáculo à abertura de uma investigação desse tipo, segundo argumentou, é o fato de Agnelo contar com o apoio de 22 dos 24 deputados distritais. Se a Câmara Legislativa do Distrito Federal não agir nessa direção, Demóstenes acredita que só resta a missão ser assumida pelo Ministério Público ou pelo Poder Judiciário.

Leia mais detalhes sobre o caso no site de VEJA.

30/08/2011

às 20:18 \ Política & Cia

Cassação de deputada que embolsou propina, e não contesta, está sendo decidida agora. Você se arrisca a dizer que ela vai mesmo ser cassada? (ATUALIZAÇÃO: a deputada, vergonhosamente, não foi cassada. Leia o comentário ao final)

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A deputada Jaqueline Roriz no plenário da Câmara: solidão pode ser só aparente

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados recomendou a cassação de seu mandato por votação esmagadora: 11 a 3. O crime que a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) cometeu foi reconhecido por seus advogados de defesa: recebeu propina como parte do esquema de corrupção que derrubou o então governador do DF, José Roberto Arruda (ex-DEM), devido a investigações da Polícia Federal.

Durante a campanha eleitoral de 2006, a deputada e seu marido, Manuel Neto, foram filmados recebendo um maço de dinheiro das mãos do ex-secretário de Relações Institucionais do DF e posteriormente delator do chamado “Mensalão do DEM”, Durval Barbosa. O vídeo foi divulgado em primeira mão pelo portal do Estadão. A deputada não contestou os fatos indesmentíveis.

Mas sua defesa sustenta que ela não poderia ser julgada pela Câmara por não ser ainda deputada na ocasião em que embolsou o pacote de dinheiro, em 2006. O relator do caso, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), integrante de carreira do Ministério Público paulista, pediu sua cassação.

Tudo, portanto, conspira para que a deputada receptora de propina seja devidamente expurgada da Câmara. Mas a votação é secreta e, no clima moral que vivemos hoje em dia em Brasília, não sei, não.

Não me arrisco a prever o resultado da votação. Sua cabeça, para ser decepada, precisa do voto de 257 deputados.

Não sei, não.

E você, o que acha? A votação está em curso, e o resultado sairá daqui a pouco.

ATUALIZAÇÃO 20H20

Vergonha, vergonha, vergonha.

Que mais dizer, amigos?

Não quero bancar o adivinho, até porque não é este o papel do jornalista, mas, quando mencionei, no texto acima, o “clima moral” que vivemos em Brasília…

Não deu outra:

Por 265 contra, 166 a favor e 20 abstenções, a Câmara rejeitou a cassação da deputada, com todas as provas de corrupção apresentadas contra ela.

A filigrana jurídica, brasileiríssima, de que Jaqueline Roriz não era parlamentar quando embolsou o dinheiro sujo, então, passa a signigicar o seguinte: alguém que atropelou a ética e as leis antes de se tornar parlamentar pode, perfeitamente, ser abrigada pela casa que deveria representar o povo brasileiro — e lá permanecer, livre, leve, solta e muito bem paga.

O caso Jaqueline Roriz é mais um entre sucessivos atos e omissões que indicam um visível e alarmante  descaso do Congresso diante de seu crescente, galopante desprestígio perante a sociedade brasileira.

O péssimo conceito em que a opinião pública tem sobre o Congresso e sobre os políticos em geral é perigoso, muito perigoso — inclusive para a própria ideia de democracia no Brasil.

31/05/2011

às 12:00 \ Política & Cia

Amigos, vejam o cinismo na explicação de porque sumiu o impeachment da história recente do Congresso

Amigos, o cinismo “neste país” não tem limites. O presidente do Senado, José Sarney, parece ter jogado nas costas de funcionários do Senado a responsabilidade pelo sumiço do impeachment de Fernando Collor em uma galeria de fotos históricos protagonizados pelo Congresso. E a explicação oficial ficou sendo a de que o foco principal da exposição “é mostrar a produção legislativa do Congresso Nacional”.

Ah, bom…

Por uma incrível coincidência, não aparece nada que embarece outros três ex-senadores — Luís Estêvão, cassado por corrupção em 2000, e José Roberto Arruda e o falecido Antonio Carlos Magalhães (amicíssimo de Sarney), pelo episódio da violação do sigilo do painel eletrônico de votação, em 2001.

Leiam a matéria da Agência Brasil:

Em nota, a Secretaria de Comunicação Social do Senado afirma que a ausência sobre impeachment do ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL) em painel da Casa foi uma opção dos historiadores envolvidos no projeto. Nesta segunda-feira, 30, o “túnel do tempo” do Senado foi reinaugurado pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).

“A partir da Constituição de 1988, a opção dos historiadores foi destacar os fatos marcantes da atividade legislativa. O foco da exposição é mostrar a produção legislativa do Congresso Nacional. A discussão e aprovação das leis é a essência do que faz o parlamento como poder republicano”, diz a nota.

A exposição traz os principais episódios da história brasileira, como a abolição da escravatura, o período do Estado Novo e o golpe militar de 1964. O túnel do tempo segue uma ordem cronológica centrado na relação do Senado com os principais fatos da história do Brasil entre 1822 e 1988. A partir daí, no penúltimo painel, passam a ser citados apenas leis e códigos importantes que foram aprovados pela Casa.

Além do impeachment de Collor, outros fatos ligados ao Senado ficaram de fora. É o caso da única cassação de um senador, quando Luís Estêvão perdeu os direitos políticos por oito anos em 2000. Também não são citadas as renúncias de Antônio Carlos Magalhães e de José Roberto Arruda.

Quem fez, afinal?

Antes, a Agência Senado já havia informado que “o trabalho de criação dos painéis foi liderado pela equipe de Criação e Marketing da Secretaria de Comunicação do Senado (Supres/Secs). Durante 6 meses, designers e pesquisadores apoiaram o consultor Pedro Costa, responsável pelo conteúdo dos painéis. O projeto foi assinado pelos arquitetos do Senado André Castro e Sidney Carvalho.” Leia a íntegra aqui.

Sarney deu uma explicação absolutamente canhestra para a omissão, em nota que diz:

“Não posso censurar os historiadores que foram encarregados de fazer a história. Acho que talvez esse episódio seja apenas um acidente que não devia ter acontecido na história do Brasil. Mas, não é tão marcante como foram, os fatos que estão contados. Foram os que construíram a história e não os que, de certo modo, não deviam ter acontecido”.

Não há meio de o Senado divulgar quem foram os tais “historiadores”.

 

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