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José Eduardo Cardozo

21/05/2013

às 16:59 \ Política & Cia

Ministro da Justiça diz que é “leviano” supor motivação política no boato sobre fim do Bolsa Família

Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, concedeu entrevista serena e objetiva, colocando os pingos nos ii sobre o caso dos boatos do Bolsa Família (Foto: Wilson Dias / ABr)

O ministro José Eduardo Cardozo no evento em Goiás no qual falou sobre o boato a respeito do Bolsa Família: bem diferente da declaração irresponsável de sua colega Maria do Rosário (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)

Bem diferente do que fez a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, em declaração infeliz e irresponsável segundo a qual uma suposta “central de boatos da oposição” foi a origem do boato sobre fim do programa Bolsa Família, que provocou corrida à Caixa Econômica Federal e pânico entre beneficiários, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, concedeu entrevista serena e objetiva, colocando os pingos nos ii.

Confiram:

Débora Álvares – O Estado de S.Paulo

Brasília – O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, destacou nesta terça-feira, 21, que uma das hipóteses com a qual a Polícia Federal trabalha nas investigações dos boatos sobre o fim do Bolsa Família é de um ato planejado. O ministro chamou atenção para a ‘sintonia’ com que as informações foram propagadas.

“Evidentemente houve uma ação de muita sintonia em vários pontos do território nacional, o que pode ensejar a avaliação de que alguém quis fazer isso deliberadamente, planejadamente, articuladamente”, disse, após a cerimônia em que assinou atos com o governo e prefeituras de Goiás do Programa “Crack, é possível vencer”.

Cardozo disse não ser possível tipificar o crime que houve, o que ocorrerá apenas após identificado o que motivou a situação. Ele garantiu, porém, que punirá os responsáveis, assim que identificados. “Garanto, a partir do momento em que conseguirmos identificar os responsáveis por isso, independente de quem seja, nós faremos a lei agir”, ressaltou.

Um dia depois de a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, acusar a oposição de espalhar os boatos, o ministro da Justiça disse que seria leviano afirmar que a motivação para o ato foi política. “As pessoas podem ter suas teses, suas impressões, mas o ministro da Justiça tem que fazer com que a Polícia Federal conduza com absoluta imparcialidade e republicanismo a investigação”.

Embora não tenha adiantado dados sobre as investigações da PF, para as quais se negou também a dar um prazo de término – a legislação determina 30 dias, prorrogáveis – o ministro concordou que a quantidade de Estados atingidos pelo falso rumor gera um alerta. “Não é um delito fácil de ser investigado por força da atuação difusa em todo o território nacional. Isso chama a atenção. Não podemos afastar a hipótese de ter havido algum tipo de orquestração desse boato.”

30/03/2013

às 16:00 \ Política & Cia

José Nêumanne: Eleição já, para não ter de trabalhar

Dilma, Cid Gomes e Eduardo Campos - e as eleições, só em 2014 (Foto: AE)

Dilma, Cid Gomes e Eduardo Campos - e as eleições, só em 2014 (Foto: AE)

Artigo publicado no jornal O Estado de S.Paulo

ELEIÇÃO JÁ, PARA NÃO TER DE TRABALHAR

Todas as estradas que levam aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR) estão bloqueadas por filas de caminhões carregados com a supersafra de 38 milhões de toneladas de soja esperando para descarregar o produto em terminais portuários incapacitados para embarcar tanto grão.

A China, a maior compradora do mundo, está desistindo, à medida que o tempo passa, do que adquiriu e, por causa disso, o minério de ferro não foi ultrapassado pela leguminosa como o maior produto de exportação da nossa Pátria amada, idolatrada, salve, salve!

Enquanto tudo isso ocorre, a presidente Dilma Rousseff põe Antônio Andrade, peemedebista mineiro, no lugar de Mendes Júnior, peemedebista gaúcho, no Ministério da Agricultura. Mas não por causa do apagão da logística ou pelo colapso da infraestrutura, e sim porque trata de acomodar mais partidos em seu superpalanque da eleição de 2014.

A soja tinha de ser entregue faz tempo, mas a maior responsável pela operação desastrosa dos nossos portos só pensa no que vai ter de enfrentar em outubro do ano que vem – daqui a um ano e sete meses. Pode? Pois é! Diante da expectativa de os paulistanos não conseguirem passar o feriado da Páscoa no litoral ao pé da Serra do Mar porque a rodovia Piaçaguera-Guarujá está intransitável, não há um líder oposicionista empenhado em entender, explicar, traduzir e criticar o absurdo.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) não foi solidarizar-se com os caminhoneiros paralisados, mas gastou todo o seu tempo e seu latim para apagar o fogo ateado com as manifestações de apreço de José Serra (PSDB-SP) pelo adversário Eduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Assim como o governo, a oposição só pensa naquilo para depois da Copa.

Os meios de comunicação não ficam atrás. Apesar de noticiarem o absurdo de uma burocracia que culpa o excesso de produtos a exportar, e não o descalabro dos portos mal administrados e das estradas esburacadas, dão destaque mesmo às potencialidades (se é que há alguma) da Rede de Marina Silva. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

30/01/2013

às 19:40 \ Política & Cia

CASO “ROSE” — INSISTO, VOLTO AO ASSUNTO: silêncio sepulcral de Lula é atitude pusilânime e de desrespeito ao país

O escândalo "Rose" coloca Lula numa zona de sombras: ele precisa se explicar (Fotos: Conteúdo Estadão)

Amigos, meu amigo e irmão Augusto Nunes, em seu esplêndido blog, está fazendo diariamente a implacável contagem de há quantos dias o maior falastrão “deztepaiz”, Lula, mantém-se em silêncio sobre o escândalo que tem como figura central sua grande amiga Rosemary Noronha, a “Rose”, que transformou o escritório da Presidência da República em São Paulo em feudo particular e balcão de negócios.

Augusto contabiliza: Lula está quieto, quietinho, há exatos 68 dias.

O post abaixo foi originalmente publicado na terça-feira, dia 4 de dezembro, e republicado no dia 7 do mesmo mês, uma sexta.

Como continua valendo — e como! –, republico de novo. Recuso-me a aceitar a cara de pau do ex-presidente e seu desrespeito à opinião pública.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, compareceu hoje, terça, dia 4, a sessão conjunta de duas comissões da Câmara dos Deputados para, supostamente, dar explicações sobre a Operação Porto Seguro da Polícia Federal, essa mesma que flagrou o balcão de tráfico de influências e outras mimosidades montado pela amigona de Lula, Rosemary Noronha, em pleno escritório da Presidência da República em São Paulo — como se ainda fossem necessários ainda mais escândalos, e justamente num gabinete desse calibre, para que o descaramento do lulalato chegasse ao fundo do poço.

Tal qual se esperava, o depoimento de Cardozo não passou de um nhenhenhém vazio, como se pode constatar pela reportagem do site de VEJA a respeito. O que poderia tanto dizer o ministro, aliás, se ele não sabia de nada até o escândalo explodir?

Ministros, figurões do PT, porta-vozes e sabujos vários só virão a público para confundir, e não para explicar, como diria Chacrinha.

Querem encobrir, querem ocultar, querem proteger o chefe.

Ninguém precisa deles.

Quem tem que dizer alguma coisa é Lula.

Quem tem que sair de seu silêncio sepulcral — e muito significativo — é Lula.

Quem tem que dar explicações é Lula.

Quem tem que colocar a cara para bater é Lula.

Foi Lula quem colocou a amigona “Rose” nesse gabinete da Presidência em São Paulo, que ele próprio inventou não se sabe com qual finalidade — ou talvez até se saiba, agora.

Foi Lula quem, encerrado seu mandato, pediu expressamente à presidente Dilma que mantivesse “Rose” no posto onde ela protagonizava suas maracutaias.

Foi Lula quem frequentou durante anos esse gabinete enquanto a pouca vergonha com a coisa pública corria solta. Ele, claro, supostamente não sabia.

Mas Lula, que passou uma vida — uma VIDA — apontando o dedo para culpados disso e daquilo, foge da raia.

Arranjou viagem ao exterior para desaparecer do mapa, voltou e deu um jeito de se esconder da imprensa — inclusive dos encarregados do noticiário policial –, da opinião pública, dos cidadãos brasileiros. (Quanto a sua vida pessoal, a dona Marisa, ninguém tem nada com isso.)

Aí, foi para o exterior de novo. A sua “quebra do silêncio” sobre o “caso Rose” é ridícula: tudo o que disse em Berlim, na Alemanha, foi que a operação da PF não constituiu surpresa para ele.

E daí?

Essa atitude de Lula é pusilânime, é covarde, é cínica e mostra uma vez mais desprezo para com o comportamento republicano, a democracia, o Estado de Direito, e desrespeito ao país.

É esse o mesmo Lula que, arrogante, disse que iria “ensinar” a FHC como deve se comportar um ex-presidente?

Só mesmo rindo, para não chorar pelo estado das coisas “neztepaiz”.

Não sei mais o que é preciso acontecer para que os fanáticos do lulopetismo retirem o “deus” de Marta Sulicy do pedestal.

Desta vez, nem para aparecer na TV e se dizer “traído” e apunhalado pelas costas, como quando do mensalão.

06/12/2012

às 16:02 \ Política & Cia

CASO “ROSE”: Pronto, o governo pode ficar sossegado… Será mesmo?

A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvati: "coordenando" a blindagem. A ver... (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

Pronto, agora o governo pode ficar sossegado diante do “caso Rose”.

Será mesmo?

Amigas e amigos do blog, o colega e amigo Lauro Jardim, do Radar on-line, que sabe tudo, informa que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo — aquele que foi o último a saber da Operação Porto Seguro da Polícia Federal, que detectou grossa bandalheira dentro do gabinete da Presidência da República em São Paulo — sai fora da tática de “blindagem” do governo federal ante os efeitos do escândalo.

Caberá à ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, articular no Congresso para que o governo da presidente Dilma não seja atingido pelo caso “Rose” Noronha — a amigona que Lula entronizou como chefe do gabinete presidencial em São Paulo e que fez do cargo balcão de tráfico de influências.

Quem sabe, agora, a ação de Ideli possa responder ao Perguntar Não Ofende que publiquei a 11 de novembro a seu respeito, quando indaguei: o que faz, afinal, a ministra?

Quem acredita nisso levante a mão.

03/12/2012

às 16:40 \ Política & Cia

REPORTAGEM INDISPENSÁVEL: O escândalo Rosegate — uma mulher que sabe demais

DUAS DÉCADAS -- Lula pediu a Dilma Rousseff que mantivesse Rose na chefia do escritório da Presidência em São Paulo. Lula e Rose são próximos há quase 20 anos (Fotos: Denise Andrade :: Conteúdo Estadão)

DUAS DÉCADAS -- Lula pediu a Dilma Rousseff que mantivesse Rose na chefia do escritório da Presidência em São Paulo. Lula e Rose são próximos há quase 20 anos (Fotos: Denise Andrade :: Conteúdo Estadão)

Por Otávio Cabral, Laura Diniz e Rodrigo Rangel, reportagem de capa da edição de VEJA que está nas bancas

 

UMA MULHER QUE SABE DEMAIS

Quem é e como agia a ex-secretária Rosemary Noronha, cuja intimidade com Lula lhe rendeu prestígio e um cargo central no governo, que ela usava para bisbilhotar o poder, fazer nomeações e ajudar uma quadrilha especializada em vender pareceres falsos e enriquecer empresários trambiqueiros.

Lula, como sempre, não sabe de nada.

Quando passou a faixa presidencial a Dilma Rousseff, em 2011, Luiz Inácio Lula da Silva apresentou à sua sucessora o nome de quatro pessoas que ele não gostaria de ver desamparadas: sua secretária pessoal, o chefe da equipe de segurança, o curador do acervo do Palácio do Planalto (esse a pedido da ex-primeira-dama Marisa Letícia) e Rosemary Nóvoa de Noronha.

Dos quatro, Rosemary era, de longe, quem mais tinha intimidade com o ex-presidente. Ex-bancária e ex-secretária por ele alçada à chefia do gabinete da Presidência da República em São Paulo em 2003, Rose chamava seu benfeitor de “chefe”, mas volta e meia fazia questão de deixar escapar um “Luiz Inácio” diante de colegas e amigos.

Visitas à cabine privativa do Aerolula

Nas 28 viagens internacionais que fez ao seu lado, como integrante da comitiva oficial, o acesso irrestrito ao superior incluía visitas à cabine privativa do Aerolula, de onde – conta um colaborador do governo – ela saía toda prosa. “O chefe agora vai descansar. Não quer ser incomodado.”

Chamada de “madame” pelos muitos desafetos que colecionou ao longo dos dois mandatos de Lula. Rose sempre teve prazer em exibir seu status de protegida do presidente. Em algum momento, decidiu também ganhar dinheiro com ele.

Até onde mostraram as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, não chegou a fazer fortuna. Rose, 57 anos, foi indiciada na Operação Porto Seguro, que terminou com a prisão de seis pessoas. Entre elas, estão os irmãos Paulo e Rubens Vieira, diretores da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) respectivamente — já libertados.

Enriquecendo diretores de agências e empresários trambiqueiros

A julgar pelos e-mails e telefonemas interceptados pela polícia, ambos chegaram ao cargo por influência de Rose, que pediu as nomeações diretamente a Lula. Ao contrário da ex-secretária — mas com a ajuda dela –, os irmãos não só fizeram fortuna como contribuíram para deixar mais ricos um número não conhecido de empresários trambiqueiros.

Por encomenda deles, concluiu a PF, a dupla subornava funcionários públicos para que produzissem pareceres técnicos favoráveis aos seus “negócios”. O papel de Rose era facilitar o acesso dos Vieira a políticos e funcionários de interesse da quadrilha. Para isso, ela invocava frequentemente os nomes de Lula, o “PR” (jargão usado no funcionalismo para se referir ao presidente da República), e de José Dirceu, o “JD”.

Quando conheceu os dois, nos anos 90, Rose era uma morena de cabelos longos e contornos voluptuosos que, trabalhando como bancária, passou a frequentar o sindicato da categoria em São Paulo. Ex-colegas daquele tempo lembram que ela chegou a participar de plenárias e discussões partidárias, mas nunca se destacou como dirigente. Fazia mais sucesso nas festas que aconteciam nas quadras do sindicato, que ficava ao lado da sede nacional do PT, no centro da cidade.

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A afinidade entre a categoria e o partido contribuiu para que ela logo chamasse a atenção dos chefes petistas, como o então deputado José Dirceu, de quem se aproximou. Ele a contratou como secretária logo depois.

Aprofundando a proximidade com Lula

Meses mais tarde, Rose começou a circular em torno de Lula, então candidato derrotado duas vezes em disputas à Presidência. A partir daí, embora oficialmente continuasse a trabalhar para Dirceu, passou a organizar a agenda de Lula e cuidar de suas contas. A proximidade entre os dois se aprofundou ao longo dos anos.

Quando Lula chegou ao poder, criou um escritório para a Presidência da República em São Paulo, na esquina da Avenida Paulista com a Rua Augusta, e Rose foi imediatamente encaixada na lista de funcionários.

Foi ela a responsável pela reforma do escritório e sua decoração, que inclui um grande mural do petista chutando uma bola com a camisa do Corinthians e, sobre os sofás, almofadas revestidas com reproduções de fotos do ex-presidente. Logo após a reforma. Rose foi promovida a chefe do escritório, com salário de 11.000 reais.

Acompanhando Lula em viagens em que Marisa não ia

A partir daí, a ex-secretária ascendeu a um novo patamar. Nas viagens internacionais a que Marisa não ia (contam amigos que a ex-primeira-dama não lhe dirige a palavra e a ignora em eventos públicos), era Rose que acompanhava Lula.

Embora tenha feito 28 viagens com o ex-presidente, seu nome apareceu no Diário Oficial – como é de praxe entre os funcionários de sua categoria DAS – apenas em uma das primeiras, para Havana em 2003. Foi a única da comitiva a se hospedar na mesma ala de Lula. Nas demais vezes, seu nome foi incluído em uma lista de funcionários de segundo escalão que é enviada ao Itamaraty para homologação coletiva – e anônima – no Diário Oficial.

Foi o auge do prestígio de Rose, e ela se esbaldou nele. “Imagine uma pessoa que passou a vida pendurada no cheque especial e. de repente, recebe uma herança de um tio. Essa é a Rose”, descreve um antigo amigo. Frequentemente, convidava-se para almoços com diretores do Banco do Brasil – o gabinete que ela chefiava ficava no mesmo prédio do banco.

MEU CHEFE, MEU ÍDOLO -- o gabinete da Presidência em São Paulo, decorado por Rose com um pôster de Lula e almofadas estampadas com fotos do petista (Foto: Antonio Milena / Milenar)

MEU CHEFE, MEU ÍDOLO -- O gabinete da Presidência em São Paulo, decorado por Rose com um pôster de Lula e almofadas estampadas com fotos do ex-presidente (Foto: Antonio Milena / Milenar)

Almoços de 500 reais

Nessas ocasiões, sempre sugeria restaurantes como o chique, e caro, Fasano. “Pedia camarão ou lagosta. E um vinho “caro”, como gostava de falar. Os almoços nunca saíam por menos de 500 reais”, diz um dirigente. Sabia usar informações que obtinha no escritório, onde também despachavam os ministros em viagem a São Paulo. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

01/12/2012

às 19:00 \ Política & Cia

MENSALÃO: Neil Ferreira e “A Clique dos Quatro”

Clique dos Quatro: o Capa-Preta Lewandowski, o Capinha-Preta Dias Toffoli e as Capinhas-Pretinhas Carmem Lúcia e Rosa Weber

Para Neil Ferreira, a "Clique dos Quatro: o Capa-Preta Lewandowski, o Capinha-Preta Dias Toffoli e as Capinhas-Pretinhas Carmem Lúcia e Rosa Weber"

Por Neil voto com o relator Ferreira, publicado no Diário do Comércio da Associação Comercial de São Paulo.

Antes Scriptum: 1. Lewandowski O Melador até ofendeu Joaquinzão Maravilha, tentando melar a dosimetria do João Paulo Mensaleiro Cunha; não conseguiu, nem Dias Toffoli o apoiou. 2. Brimo Haddad nomeou 2 fichas-sujas e um espancador de mulher como Secretários. E ainda nem chegou na cota do Brimo Maluf.

 

A CLIQUE DOS QUATRO

Usei “Clique dos Quatro” para falar da atuação do Capa-Preta Lewandowski, do Capinha-Preta Dias Toffoli e das Capinhas-Pretinhas Weber e Carmem Lúcia. “Clique dos Quatro”: bando, gangue, quadrilha, foi como a imprensa ocidental chamou um dos grupos que disputou com mão de ferro a sucessão de Mao Tsé-tung na China.

A nossa Clique dos Quatro, desconfio, é comandada pelo Advogado de Todos os Diabos Thomaz Bastos, que presta vassalagem ao seu capo, Dirceu O Inocente Injustiçado. Não tenho provas, confio no meu desconfiômetro.

A Clique vota em bloco, salvo alguma travessura das meninas Weber e Carmem Lúcia, que quase me engaram. Se não fosse Joaquinzão Maravilha, estaríamos fritos.

Votaram pela inocência de Dirceu O Inocente Injustiçado, conseguindo um 6 (nossos) x 4 (deles), que abre caminho para embargos e recursos, que serão julgados com dois novos Capas-Pretas, supostamente Ministros Cumpanheros.

Nesse coro orquestrado, o Eminente Advogado de Defesa, Lewandowski O Melador, é o regente, o Capinha-Preta Dias Toffoli, obediente, vira as páginas da partitura e as trêfegas moçoilas se incumbem dos agudos desafinados, a defender com fervor religioso mensaleiros de inocência abaixo de qualquer suspeita.

Sou forçado a ver essa ópera, levam unicamente “Ridi Pagliacci”; “paglicci” somos eu e você e não estamos rindo. Assisto ao julgamento dos mensaleiros, que enfiaram a mão no dinheiro público para comprar um dos 3 Poderes da República, e a Clique ensopa de suor as Capas e Capinhas Pretas e Pretinhas para amolecer pra quem seu Mestre mandar.

Roberto Jefferson, que denunciou e alertou a nação para a roubalheira, passa para a história como “delator”, uma ofensa pra quem tem vergonha cara.

Nos momentos finais da sessão desta 4ª feira, a Clique dos Quatro, então com Cinco, reforçada pelo Ministro Marco Aurélio, quase conseguiu melar a dosimetria do João Paulo Mensaleiro Cunha. Lewandowski O Melador tumultuou de tal maneira que por pouco não livrou a cara do bandidão, que pegou mais de 9 anos, dando pelo menos 1 de xilindró com grades.

Nós, com 2 a menos; eles fizeram 4 x 4 algumas vezes e livraram até o Boy, Valdemar Costa Neto, que vendeu por 10 milhões de reais o PL ao Dirceu O Inocente Injustiçado, dando digrátis o Vice-Presidente Alencar O Puro, na promoção “pague-um-e-leve-dois”, no supermercado da corrupção em que o PT transformou a política brasileira. Pechinchava-se a compra e venda, com Lula e Alencar O Puro na sala ao lado e ambos não viram, não ouviram e nem souberam de malfeito algum.

Alencar O Puro exerceu uma sofrida Vice-Presidência, emprestou sua respeitabilidade aos organizadores, patrocinadores e beneficiários da maior onda de corrupção nunca antes vista na história “deçepaíz”.

Ninguém toca no nome dele; eu toco; com desconfiança e igual respeito. Que Deus o tenha.

Dirceu O Inocente Injustiçado pegou quase 11 anos, o que dá xilindró fechado por pelo menos um ano e meio. O Ministro Cardozo, numa folga do trabalho de queimação que faz contra o Governador Alckmin, avisou que “preferia morrer a cumprir pena nos nossos presídios”, fingindo-se de esquecido de que é o responsável pelos presídios federais.

O Capinha-Preta Dias Toffoli, emendou de primeira na primeira vez em que abriu a boca que não era pra dizer “Voto com o Eminente Revisor”. Fez um tremendo comício a favor da pena ser paga em “pecúnia”, em substituição à pena de prisão.

Num movimento que cheirou a treinado, a Clique dos Quatro votou em bloco por penas de prisão mais leves, a ponto de nenhum criminoso ter que residir no xilindró, em troca de multas maiores.

É ancestral jurisprudência “Só puxa cana us p*p*p*”; rico paga murta e sai franando. Nada mais justo.

A nossa Clique dos Quatro, desconfio, é comandada pelo Advogado de Todos os Diabos Thomaz Bastos, que presta vassalagem ao seu capo, Dirceu O Inocente Injustiçado. Não tenho provas, confio no meu desconfiômetro (Foto: Nelson Jr. / STF)

A nossa Clique dos Quatro, desconfio, é comandada pelo Advogado de Todos os Diabos Thomaz Bastos, que presta vassalagem ao seu capo, Dirceu O Inocente Injustiçado. Não tenho provas, confio no meu desconfiômetro (Foto: Nelson Jr. / STF)

Data venia, minha paranoia dá à luz outra das minhas teorias da conspiração, a saber:

Nas reuniões dos “ajustes da dosimetria”, das quais fariam (“fariam”, condicional) parte dois novos Capas-Pretas, que podem (“podem”, repito) ser Ministros Cumpanheros, está aberto o caminho para que a pena do Dirceu O Inocente Injustiçado seja reajustada para uma dosimetria de uma só dose sem cana, mais uma multa de uma dosinha da cana 51, que pode jogar no chão para rachunchar com o santo; você sabe qual é o santarrão que curte uma cana 51. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

30/11/2012

às 18:00 \ Política & Cia

Carlos Brickmann: Várias perguntas e várias dúvidas sobre o escândalo de Rosemary

Rosemary Noronha, José Eduardo Cardozo e Luís Inácio Lucena Adams

O caso Rosemary impacta de forma diferente o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o advogado-geral da União, Luís Inácio Lucena Adams (Fotos: veja.abri.com.br)

O PT DE ROSEMARY

Por Carlos Brickmann 

Certos candidatos a certas nomeações, ao que parece, precisam apresentar entre seus documentos um atestado de antecedentes incompleto. Só o completarão, como folha corrida, como capivara, no exercício do cargo.

Mas esta não é uma novidade. Novidade seria explicar o motivo que levou a Polícia Federal, subordinada ao Ministério da Justiça, a investigar assuntos do governo e gente influente do governo anterior. Há alguns palpites, que podem até ser verdadeiros, mas que neste momento não passam de palpites:

a) há pouco tempo o governo negou o aumento reivindicado pela Polícia Federal (só que essa investigação não começou há pouco tempo);

b) a Polícia Federal é dividida em várias alas (mas seria estranho que alguma delas agisse num nível tão alto sem que o ministro da Justiça fosse informado);

c) o advogado geral da União, Luís Inácio Adams, era apontado como um dos preferidos de Dilma para o Supremo (e sua indicação ficou difícil pelo envolvimento no caso de seu adjunto e homem de confiança, cuja escolha para o cargo defendeu com todo o empenho).

Outra possibilidade de escolha da presidente Dilma seria o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo ─ que vem a ser, por coincidência, o chefe da Polícia Federal. O afastamento do nome de Adams reforça, sem dúvida, o nome de Cardozo.

Depois das desastrosas declarações do ministro sobre as prisões brasileiras, sob sua responsabilidade, seria esta também uma maneira de tirá-lo do posto, promovendo-o para fora do governo.

Perguntas:

Se Cardozo sabia das investigações, terá contado a Dilma?

Se sabia e a informou, por que não houve providências imediatas, como afastar Rose Noronha antes que o caso se tornasse público?

Se sabia e não a informou, continuará merecendo confiança?

Se não sabia, como manter-se no cargo que não terá exercido?

Dúvidas, dúvidas

1 ─ Para que existem gabinetes da Presidência da República em vários Estados?

Com o avanço extraordinário das telecomunicações, para que servem?

2 ─ A secretária Rose Noronha foi demitida do gabinete paulista, e não terá substituto.

Se o cargo era necessário, por que não substituí-la?

Se o cargo era desnecessário, por que se pagava uma funcionária para exercê-lo?

3 ─ Quando estourou o mensalão, o então presidente Lula se disse apunhalado pelas costas.

Agora, o ex-presidente Lula se disse apunhalado pelas costas.

Afinal de contas, para que servem seus guarda-costas?

4 ─ Lula provém de família pobre, foi operário, foi líder sindical, fundou um partido importante, elegeu-se duas vezes presidente da República, elegeu sua sucessora.

Mas vive dizendo que foi traído.

Será que Lula se considera ingênuo?

Será que alguém no país seria capaz de considerá-lo simplório?

24/11/2012

às 19:00 \ Política & Cia

Neil Ferreira: Lulo-dilmismo joga sujo contra Alckmin

O PM que tomba é punido com a reprovação e o silêncio, ninguém presta solidariedade à sua família; o mano que tomba é velado como herói revolucionário (Foto:  Diogo Moreira / Frame / Folhapress)

"O PM que tomba é punido com a reprovação e o silêncio, ninguém presta solidariedade à sua família; o 'mano' que tomba é velado como herói revolucionário" (Foto: Diogo Moreira / Frame / Folhapress)

Por Neil quero um advogado Ferreira, publicado no Diário do Comércio da Associação Comercial de São Paulo.

 

LULO-DILMISMO JOGA SUJO CONTRA ALCKMIN

Advertência: normalmente uso de um certo bom humor para escrever o meu besteirol, gosto de me divertir enquanto digito. Hoje não dá; peço desculpas a este Diário do Comércio pela chatice de usar este espaço para desabafar. Dá licença.

Não havia nem 3 dias que o Poste da Vez tinha sido eleito e a tentativa de desconstruir Alckmin veio a 200 por hora, dando a impressão de que a eleição de 2014 começou. Dizem que o Savonarola de Garanhuns escolheu seu novo Poste. O Novo Poste vem aí, lari-lari-lará.

Os jornais impressos, rádios, tevês e redes sociais apresentam um Horário Político do PT, que domina o tempo equivalente ao destinado a todos os demais partidos somados.

As matérias e as cartas dos leitores às redações só falam do “Aumento da violência e da insegurança em São Paulo”. Aumento há, sem dúvida; mas me parece que a causa não é apenas policial, é também política, já vi este filme antes. Na minha paranoia  vejo que os militantes do PTCC receberam o “Salve Geral” e estão nas ruas a praticar um violento “replay” da violência de 2006.

Há duas guerras em SP: a travada pela bandidagem e a gritaria alarmista

Passamos a enfrentar duas grandes guerras e estamos perdendo as duas. A de sangue, travada pela bandidagem manobrada por invisível mão política, contra a população e a PM; e a incruenta, da gritaria alarmista, que multiplica a sangue frio o pavor que a guerra de sangue provoca.

O histérico coro orquestrado, sob o comando de experiente batuta, canta afinado as mesmas “notas” da mesma partitura.

O PM que tomba é punido com a reprovação e o silêncio, ninguém presta solidariedade à sua família; o mano que tomba é velado como herói revolucionário; ONGs, parentes em prantos e a Secretaria dus Dereito dus Mano invadem os jornais, rádios e tevês denunciando o “genocídio”

O objetivo é a destruição do legado dos inesquecíveis Montoro e Covas, e de Serra e Alckmin. Não tenho provas concretas; tenho a minha convicção, para mim é suficiente.

Querem acabar com o Alckmin e sabotar a sua reeleição; querem fazer com ele a mesma destruição que a inveja doentia do Lula tentou fazer com FHC – e isso nem Freud explica.

Querem colocar mais um Poste, desta vez no Palácio dos Bandeirantes, um dos últimos redutos da resistência ao lulo-dilmismo.

O objetivo é a destruição do legado dos inesquecíveis Montoro e Covas, e de Serra e Alckmin. Na foto. Alckmin e seu ex-secretário de Segurança, Antonio Ferreira Pinto (Foto: Ciete Silvério / Governo de SP)

"O objetivo é a destruição do legado dos inesquecíveis Montoro e Covas, e de Serra e Alckmin". (Na foto, o governador Geraldo Alckmin e seu ex-secretário de Segurança, Antonio Ferreira Pinto) (Foto: Ciete Silvério / Governo de SP)

O Poste vir ou não, depende da vontade do eleitor. O eleitor acabou de trocar o Serra por um Poste; se quiser, troca o Alckmin por outro Poste. É a vontade da maioria que prevalece, cláusula pétrea da Democracia e se o “país dos mais de 80%” tomou São Paulo de assalto, hélas pour nous, azar nosso.

Por ruim que a situação seja no momento, ainda é melhor do que no Brasil inteiro

Admitindo-se que a onda alarmista seja justificada, e em alguns casos é, é necessário que se admita que a taxa de homicídios em São Paulo está a pouco mais de 10 por 100 mil habitantes, 1/3 da média nacional.

Por ruim que a situação seja, e é, ainda é melhor do que no Brasil inteiro, especialmente no Rio, para tirar da cara do Sérgio Malandro o riso alvar que ele exibiu na dança do guardanapo em Paris.

O alarmismo nas redes sociais multiplica o medo e insegurança ; “Imagery is all reality is nothing”. A quem interessa o crime que é manter apavorada a população de um Estado da importância de São Paulo? De uma Capital como São Paulo? Chuto: ao lulo-dilmismo.

O Ministro Cardozo, da Justiça, cujo PT está no poder federal há 10 anos e nunca investiu nem dez réis de mel coado numa efetiva ação com São Paulo, recebe manchetes por declarações bombásticas de planos mirabolantes, “que vão ser implementados”, como tudo o mais neste país do “vai ser”. Como “vai ser” instalado um sistema de “super bloqueio de celulares” nas prisões. Ah tá, “vai ser”. Será, só na milionária propaganda oficial, sem nunca ter sido na vida real.

As “notas” que falei são os dólares enfiados na cueca, como os 200 mil do assessor do irmão do Genoíno O Coitadinho. Ou malas recheadas de dinheiro vivo, para pagar dossiês farjutos contra o Serra, que o educado Ministro da Educação Mercadante usaria, quando ambos eram candidatos ao governo de São Paulo. Serra deu-lhe uma tunda histórica no primeiro turno, que o fez fugir pra casa com o rabo entre as pernas.

Gaza não é aqui

Já estão soltos os Quatro Colapsos do Apocalipse: Colapso na Segurança, Colapso na Educação, Colapso na Saúde, Colapso nos Transportes, armados com as mãos sabotadoras da CUT, braço sindical do PTCC. Podem arranjar votos contra o Alckmin na Guerra de 14.

O ministro Gilberto Carvalho conquistou manchetes afirmando que aqui é a “Penísula de Gaza tal o número de mortes violentas”. Ele é um grandão petista, supostamente enroladíssimo no ainda não explicado caso Celso Daniel, torturado e assassinado.

Carvalho parece (repito: parece) ser veladamente antissemita; as “frequentes mortes violentas na Pensínsula de Gaza”, que ele denuncia, são causadas pelos bombardeios israelis e ele sabe disso, até eu sei.

Os palestinos, por incompetentes que o sejam, não bombardeiam suas próprias casas. Cutucam a onça com vara curta, tentando e não conseguindo bombardear Tel Aviv graças a sofisticados sistemas de defesa e levam de troco mísseis cirúrgicos, é o que afirmam os noticiários.

Duvido que o cessar-fogo na Península de Gaza sirva de exemplo; lá, parece que finalmente querem a paz, aqui não. Aqui o lulo-dilmismo quer terra arrasada.

Obrigado pela paciência.

23/11/2012

às 16:55 \ Política & Cia

Neil Ferreira e a posse de Joaquim no Supremo: “Para bom entendedor, meio beijo basta”

Não foi possível esconder o ar de enfado da Presidente Dilma,  dando a nítida impressão de que gostaria de estar em qualquer lugar do mundo menos ali (Foto: Carlos Humberto / STF)

"Não foi possível esconder o ar de enfado da presidente Dilma (na posse do ministro Joaquim Barbosa como presidente do Supremo), dando a nítida impressão de que gostaria de estar em qualquer lugar do mundo, menos ali" (Foto: Carlos Humberto / STF)

Por Neil Ferreira

ATÉ TU ALCKMIN!

Visto, ido e ouvido por aí:

** Alegadamente, o novo secretário de Segurança Pública nomeado por Alckmin, teria sido aprovado de antemão pelo ministro Cardozo, e teria sido empossado empunhando um plano pronto, também de antemão aprovado pelo Ministro Cardozo.

São Paulo foi cooptado?

Era só que nos faltava.

** A TV Justiça transmitiu a posse do Ministro Joaquinzão na presidência do Supremo Tribunal Federal, com o natural distanciamento esperado de uma empresa estatal de comunicações.

Mas aqui e ali, não foi possível esconder o ar de enfado da presidente Dilma, dando a nítida impressão de que gostaria de estar em qualquer lugar do mundo, menos ali. Houve um close de seus dedinhos tamborilando na mesa, demonstrado sua impaciência.

Mas tudo que estou a falar parecem evidências circunstancias e não provas cabais, como as exigidas por meus leitores petistas; eles existem e me mandam cada e-mail que vou te contar.

Mas houve o ato ofício tão citado: Joaquinzão ganhou um gelado e velocíssimo aperto de mão, sem ao menos um sorriso protocolar.

Lewandowski ao contrário, ganhou dois beijos calorosos. Pra bom entendedor, meio beijo basta.

 

Joaquinzão ganhou um gelado e velocíssimo aperto de mão, sem ao menos um sorriso protocolar. Lewandowski ao contrário,  ganhou dois beijos calorosos. Pra bom entendedor, meio beijo basta (Foto: Carlos Humberto / STF)

"Joaquinzão ganhou um gelado e velocíssimo aperto de mão, sem ao menos um sorriso protocolar. Lewandowski ao contrário, ganhou dois beijos calorosos. Pra bom entendedor, meio beijo basta" (Foto: Carlos Humberto / STF)

** O ministro Fux saudou o Ministro Joaquinzão em nome de todos os demais ministros da Suprema Corte.

Do seu elaborado discurso, saltou aos meus ouvidos a bem fundamentada exposição sobre a exigência aos demais Poderes de respeito à independência dos Juízes

Para mim, foi um recado “loud and clear” à cumpanherada, que almeja melar os resultados do Julgamento da AP 470, vulgo Men$alão.

 

** Os dois primeiros secretários municipais do novo prefeito de São Paulo, indicados, apontados, sugeridos, não sei, pelo Poste da Vez, brimo Haddad, são fichas-sujas com relevante folha corrida. Pela amostra do dedo se conhece o gigante; esbere, que ainda vai biorar – ainda tem a “cota” do brimo Maluf.

(…)

18/11/2012

às 15:12 \ Disseram

José Eduardo Cardozo, sobre presídios brasileiros

“Se fosse para cumprir muitos anos na prisão em alguns dos nossos presídios, eu preferiria morrer.”

 José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, em palestra a empresários

 

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