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governo Dilma

22/05/2013

às 20:18 \ Política & Cia

Dilma reconhece que foi “desumano e criminoso” o que o PT fez com os eleitores do Bolsa Família nas eleições de 2006 e 2010

Do blog de Augusto Nunes

A presidente reconhece que foi desumano e criminoso o que o PT fez com os eleitores do Bolsa Família em 2006 e 2010

Dilma Rousseff, quem diria, acertou uma: é mesmo “desumano”e “criminoso” assustar os brasileiros cadastrados no Bolsa Família com boatos inquietantes.

Segundo a própria presidente, portanto, foi desumano e criminoso o que fizeram nas eleições de 2006 e 2010 os militantes do PT e seus comparsas alugados.

Para prejudicar os candidatos oposicionistas Geraldo Alckmin e José Serra, espalharam que ambos, se fossem vitoriosos, extinguiriam sumariamente o maior programa oficial de compras de votos do mundo.

Quem fabrica dossiês infames a cada eleição deve achar que a difusão de falsidades é pecado venial.

Como se viu neste sábado, os fregueses do Bolsa Família acreditam em qualquer vigarice.

Essa é a notícia ruim.

A boa é que agora também acreditam que o governo Dilma é capaz de tudo.

 

10/08/2012

às 14:11 \ Política & Cia

“O Globo”: greves de funcionários usam a população como refém

Servidores federais em greve marcham no centro do Rio de Janeiro (Foto: Alex Ribeiro / AE)

Servidores federais em greve marcham no centro do Rio de Janeiro (Foto: Alex Ribeiro / AE)

Editorial de hoje do jornal O Globo

Greves de servidores usam a população como refém

Estes dois últimos dias de manifestações de servidores no Rio e em Niterói, com a literal paralisação de parte das duas cidades, demonstram a que ponto corporações sindicais do funcionalismo podem chegar no uso da população como refém, para pressionar o governo por novos reajustes salariais.

Na manifestação de caminhoneiros, há alguns dias, que interrompeu várias estradas pelo país afora, a Polícia Rodoviária Federal já havia se omitido, num recado a Brasília. Na quarta, radicalizou ao executar uma “operação-padrão” e interromper o tráfego na Ponte Rio-Niterói. Foram 20 quilômetros de engarrafamentos, apenas nas duas pistas da ponte, com reflexos nas duas cidades. Mais graves em Niterói.

Ontem, sindicalistas fecharam a Avenida Rio Branco, essencial para o fluxo do trânsito no Centro carioca. Além disso, há a Polícia Federal também em “operações-padrão” em aeroportos; manifestações às portas do Palácio Alvorada, greves de professores universitários, fiscais e auditores que prejudicam o comércio exterior, ameaçam até mesmo com a falta de medicamentos etc.

O governo Dilma tem várias frentes para agir. As gestões do ministro Gilberto Carvalho na área sindical pelo visto foram infrutíferas.

Na Justiça, o governo conseguiu derrubar a liminar concedida a servidores que não querem ter o ponto cortado. É preciso, então, executar o corte, para demonstrar firmeza do Planalto — a não ser que não haja esta intenção, diante da participação de sindicalistas no governo.

É preciso negociar para que não ocorra o pior. Entenda-se por pior a concessão generalizada de reajustes — sem justificativas reais — que comprometam as contas públicas de maneira geral e, em particular, iniciativas corretas de elevação dos investimentos públicos e desonerações tributárias mais amplas e mesmo tópicas, para conter e reverter a tendência de perda da competitividade do setor produtivo, a indústria em particular.

O quadro se agrava porque as pressões sindicais por mais gastos em custeio coincidem com a perda de velocidade na coleta de impostos. Portanto, se é mesmo intenção da presidente Dilma ampliar as desonerações e privilegiar os investimentos, públicos e privados, terá de endurecer com os servidores, tradicional base do PT.

Não lhe faltarão argumentos. Afinal, os servidores foram bastante privilegiados no governo Lula, com generosos aumentos salariais. Deve haver disparidades no universo do funcionalismo. Mas nada que justifique aumentos generalizados de dois dígitos percentuais, como tem sido reivindicado.

Como revelou O GLOBO em reportagem recente, em 88% das ocupações o servidor ganha mais que o assalariado do setor privado. Com a vantagem de ser estável. É preciso vontade política para agir com firmeza.

08/02/2012

às 15:00 \ Política & Cia

Estou esperando sentado os histéricos do lulo-petismos chamarem de “privataria” as concessões de aeroportos feitas pelo governo Dilma

O leilão de concessão dos aeroportos: agora não é mais "privataria"? (Foto: O Globo)

Amigos, estou esperando sentado, com toda a calma, os histéricos do lulo-petismo que condenam o que chamam de “privataria” dos governos Collor, Itamar e FHC — principalmente FHC — começarem a espernear em razão dos leilões de outorga, à iniciativa privada, por parte do governo Dilma, dos aeroportos de São Paulo/Guarulhos, o maior do país, de Viracopos (SP), que alguns estimam será o mais movimentado do Brasil a médio prazo, e o Presidente Juscelino Kubitschek, de Brasília, atualmente o terceiro maior entre os brasileiros por número de passageiros, atrás apenas de SP/Guarulhos e de Congonhas (SP).

Esperarei o que for necessário.

FHC diz, com absoluta razão, que privatização não é uma questão ideológica, mas de bom senso e de gestão. (Veja o vídeo aqui).

Mas, com os lulo-petistas, não: privatização feita por eles é boa para o país. Feita pelos adversários, é roubalheira — mesmo que tenhamos saído, com a privatização das teles, de uma situação africana (800 mil celulares) para os atuais 200 milhões, para ficar apenas em um exemplo.

17/08/2011

às 19:57 \ Política & Cia

Wagner Rossi é o quarto ministro a cair em 8 meses: Dilma é enérgica ou escolheu pessimamente seu ministério?

queda-ministros

Palocci, da Casa Civil; Alfredo Nascimento, dos Transportes; Nelson Jobim, da Defesa e Wagner Rossi, da Agricultura: alta rotatividade num governo recente

Amigos, a queda do ministro da Agricultura, Wagner Rossi (PMDB), que agonizou interminavelmente até entregar sua carta de demissão à presidente Dilma Rousseff, revela um volume espantoso de crise para um governo tão recente: quatro ministros caíram, sempre em meio a crises, em pouco menos de 8 meses de gestão.

Há quem celebre o fato de, excetuado o ministro Nelson Jobim, que saiu sem ser tisnado por qualquer acusação de roubalheira na Defesa, a presidente tenha, com maior ou menor rapidez, afastado três ministros envolvidos em denúncias de corrupção. (Que ninguém se iluda com as anunciadas demissões “a pedido”, como são publicadas no Diário Oficial: trata-se apenas de uma forma polida de anunciar um ministro que levou um pontapé no traseiro).

Mas, cá pra nós, amigos do blog, três ministros acusados de ladroagem em tão pouco tempo diz muito sobre a qualidade do Ministério escolhido por Dilma, de mãos dadas com seu antecessor, não é mesmo?

É um sinal claro de uma escolha péssima, não tenham dúvidas.

29/04/2011

às 12:38 \ Números

O vestido de noiva usado por Kate Middleton e o Produto Interno Bruto do Brasil

Números irrelevantes:

O vestido de noiva usado por Kate Middleton no casamento com o príncipe William, futuro Rei da Inglaterra, tinha 58 botões revestidos de gazar e organza e uma cauda de 2,7 metros de comprimento.

Números relevantes:

Com um Produto Interno Bruto (PIB) de 2 trilhões de dólares, estima-se que ao longo do governo Dilma Rousseff, se tudo correr bem, o Brasil vai ultrapassar em tamanho as economias da Espanha, da Itália, da França e do Reino Unido, tornando-se a quinta maior do mundo.

22/02/2011

às 19:56 \ Política & Cia

Resultado da enquete: a maioria dos leitores do blog acha que, depois de um mês de governo, a atuação de Dilma é péssima

Exatos 2.730 leitores-eleitores participaram da votação mais acirrada do blog até o momento – que teve uma diferença de apenas 19 votos entre as duas opções mais escolhidas.

Enquanto 29% (790 votos) dos leitores consideram que a atuação da presidente Dilma Rousseff, depois de um mês de governo, é “péssima”, 28% (771 votos) acreditam que ainda é cedo demais para avaliar.

15% (399 votos) dizem que a atuação de Dilma é “ruim”, 12% (318 votos) acham que é “regular”, 9% (237 votos) que é “boa” e 8% (215 votos) acreditam que é “ótima”.

A nova enquete já está no ar: excetuada a presidente Dilma Rousseff, qual é a pessoa ocupante de cargos públicos mais importante do país? (Lula não vale, porque não exerce função pública).

Confira a lista e, se quiser, vote.

07/02/2011

às 20:06 \ Política & Cia

O sindicalista Paulinho, chamado outrora de “pelego” pelos petistas, agora é um neo-esquerdista

Paulinho da Força: a culpa é do mercado

A política é como nuvem, dizia o falecido governador mineiro Magalhães Pinto – cada vez que o sujeito olha pra cima, ela adquire um formato diferente.

Certos políticos e dirigentes sindicais também. Mudam com o vento.

Vejam o caso de Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical e, graças a isso, portador do nome parlamentar de “Paulinho da Força” (PDT-SP).

Ele participa das negociações com o governo sobre o novo salário mínimo e anda uma fera. “Estamos incomodados com o início do governo Dilma”, vociferou Paulinho depois da última reunião entre sindicalistas e ministros para discutir a questão. Neo-0esquerdista, acusou: “É uma tentativa do mercado de mandar em tudo e não vamos concordar com isso”.

Antes, o preferido de 10 entre 10 patrões de São Paulo

Para quem sempre cortejou o mercado, como Paulinho, líder sindical compreensivo e preferido por 10 entre 10 patrões de São Paulo durante muitos anos, é uma novidade essa recente hostilidade, esse pendor semi-revolucionário.

Da mesma forma, é novidade outra bravata do deputado diante da firmeza com que o governo pretende manter sua proposta de um mínimo de 545 reais, contra os atuais 510:

– Essa postura de arrocho nos incomoda. Foi essa a política que não deu certo no governo Fernando Henrique. É o contrário da política do governo Lula.

Engraçado: Paulinho esteve próximo de governos tucanos – estaduais e federal – durante a maior parte de sua carreira, apoiou o governo FHC e manteve, ao longo de quase toda a sua vida sindical, atitude de feroz oposição à CUT, ao PT e ao próprio Lula, de quem hoje é fã e próximo. Esqueceu-se de que o pessoal da CUT passou anos chamando-o de “pelego”.

Centrais não querem acordo que, com Lula, aplaudiram

As centrais sindicais, Paulinho incluído, estão remanchando em um acordo que elas próprias estabeleceram com Lula, pessoalmente, em 2007: o reajuste anual do mínimo estaria baseado na inflação do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

Na época, os sindicalistas consideraram o acordo uma grande vitória. Como, porém, o PIB de 2009 – referência para o estabelecimento do mínimo de 2011 – em vez de crescer, caiu (0,6%), em conseqüência da crise internacional, o acordo já não parece tão bom.

Brasileiramente, as centrais acham que é hora de jogá-lo pela janela.

01/02/2011

às 20:47 \ Política & Cia

O que é que você está achando do governo Dilma, após o primeiro mês? Vote em nossa enquete. Se quiser, comente aqui

Sim, ainda é cedo para uma avaliação mais profunda da nova presidente da República, Dilma Rousseff.

De todo modo, ela já adotou várias medidas, fez nomeações, proferiu discursos (poucos), tomou providências, fez visita oficial à Argentina, indicou hoje o ministro que faltava para o Supremo Tribunal Federal funcionar plenamente.

Então, vamos tomar a temperatura dos amigos do blog: como é que você avalia, até agora, a atuação da presidente Dilma?

Vote no local apropriado, à direita desta coluna. Se quiser, comente aqui.

Valeu!

25/01/2011

às 16:04 \ Política & Cia

Companhias aéreas querem participar de novos terminais de aeroportos. Mas cadê o dinheiro?

A acertada decisão do governo Dilma de entregar à iniciativa privada a construção de novos terminais em vários aeroportos atualmente existentes só esbarra em uma dúvida, que tem a ver com o interesse da TAM e da Gol de construir e operar alguns desses novos terminais.

Onde é que as duas empresas aéreas, que tropeçaram nas próprias contas em anos recentes, vão arranjar dinheiro para isso?

03/12/2010

às 12:32 \ Política & Cia

Celso Amorim se consideraria “traído” pelo provável novo chanceler, Antonio Patriota

Patriota e Amorim: o chanceler se sentiria "traído" pelo secretário-geral

Se for mesmo confirmada hoje, em meio a uma fornada de futuros ministros, a designação como ministro de Relações Exteriores no governo Dilma do atual secretário-geral do Itamaraty, embaixador Antonio Patriota, não terá sido certamente por empenho do chanceler Celso Amorim.

O designação de Patriota chegou a ser anunciada ontem como certa pelo site do jornal carioca O Dia.

O criador, Amorim, parece ter-se voltado contra a criatura, Patriota.  Diplomatas próximos a Amorim chegaram a comentar, nos últimos dias, que o embaixador Patriota “traiu” o chefe ao indicar que estaria disposto a assumir a chancelaria.

Amorim até ontem ainda permanecia na luta para continuar no cargo e considera-se que ainda poderia fazer uma última tentativa para isso, com a ajuda de Lula.

 

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