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Gerald Ford

28/11/2014

às 21:00 \ Tema Livre

O sensacional Cadillac de Obama, poderoso como um tanque — e uma galeria de supercarros presidenciais dos EUA

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O Cadillac presidencial dos EUA: resiste até a mísseis e ataques químicos

Post publicado originalmente a 3 de outubro de 2011

Campeões-de-audiênciaEle chega a ser quase um tanque de guerra mas, por fora, é um magnífico Cadillac negro misto dos modelos STS e DST. Sua blindagem, de 12 centímetros de espessura mas cujos demais detalhes são secretos, é capaz de aguentar o impacto de mísseis e ataques com armas químicas. Suas rodas são dotadas de uma estrutura que permite ao veículo rodar em qualquer ocasião e em qualquer terreno, mesmo sob um eventual ataque terrorista.

Trata-se do carro oficial que serve ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e é levado por avião nas visitas oficiais que ele faz ao exterior. Montado sobre a estrutura de um caminhão GMC Topkick, o “Cadillac One” ou “The Beast” (“A Fera”), seus apelidos, possui um canhão de gás lacrimogênio, câmeras de visão noturna, computador com rede wi-fi, controle de combate a incêndio, tanques de oxigênio e até bolsas com o sangue de Obama, para a hipótese de o presidente precisar, em uma emergência, de transfusão. Boa parte do interior foi feito à mão.

A frente ostenta luzes diurnas com LEDs. O poderoso veículo é impulsionado por um supermotor diesel V8 de 6.500 cilindradas e potência ignorada.

No infográfico abaixo, clique nos detalhes e nos textos para ampliá-los.

E, a título de comparação, veja, mais abaixo, algumas fotos de carros oficiais de presidentes anteriores.

cadillac-one-pequeno

Infográfico: conheça o Cadillac One e clique na imagem para ampliá-la

Cadillac One

O carrão presidencial, visto de outro ângulo

Uma galeria de carros oficiais de presidentes americanos anteriores:

Lincoln-Roosevelt

O Lincoln 1939 que serviu ao presidente Franklin D. Roosevelt

Eisenhouer-CadillacEldorado–1953

O Cadillac Eldorado 1953 utilizado pelo presidente Dwight Eisenhower

Carro-(teto-bolha)-ideia-de-Eisenhouer–1950

O Lincoln 1950 a que Eisenhower sugeriu acrescentar um teto-bolha

Carro Lincoln Continental modelo 1961, no qual Kennedy foi assassinado

Num Lincoln Continental 1961 como este é que John Kennedy foi assassinado

Lincoln 1972 que serviu aos presidentes Richard Nixon, Gerald Ford, Jimmy Carter e Ronald Reagan

Lincoln 1972: serviu a Richard Nixon, Gerald Ford, Jimmy Carter e Ronald Reagan

Cadillac 1983, que serviu a Ronald Reagan

Este Cadillac 1983 atendeu a Ronald Reagan

Cadillac 1989, usado pelo Bush pai

O Cadillac 1989 levava o presidente George H. W. Bush, pai

Cadillac 1993, usado por Bill Clinton

 O Cadillac 1993 do presidente Bill Clinton

Cadillac DTS 2001, usado por Bush

Cadillac DTS 2001, usado por Bush filho até o fim de seu mandato, em 2009

11/01/2014

às 18:00 \ Bytes de Memória

O dia em que descobri que Kissinger rói unhas

 

Kissinger, em 1987, rodeado por empresários e pelo autor

Post publicado originalmente a 13 de setembro de 2010

E de repente lá estava eu, sentado a uma mesa de almoço com o homem: Henry Kissinger. Professor em Harvard, assessor para assuntos de segurança nacional e secretário de Estado de dois presidentes americanos, Richard Nixon (1969-1974) e Gerald Ford (1974-1977), Prêmio Nobel da Paz em 1973, junto com o negociador-chefe norte-vietnamita Le Duc Tho, pelos quatro anos de tratativas que levaram a um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Vietnã do Norte.

Ele mesmo, o genial cérebro que concebeu a aproximação dos EUA com a China comunista, em 1971, e a política de distensão com a então União Soviética, a partir de 1972, o incansável diplomata responsável pelo cessar-fogo na Guerra do Yom Kippur entre Israel e o Egito em 1973, mas também o gênio do mal metido em malfeitorias como o golpe sangrento que derrubara o presidente socialista do Chile, Salvador Allende, nesse mesmo ano.

Kissinger ainda era – como continua sendo hoje, aos 87 anos de idade – uma das figuras mais badaladas no universo das relações internacionais quando, em junho de 1987, veio ao Brasil para palestras em São Paulo e no Rio. O fato de ter deixado o poder uma década atrás não lhe retirava de modo algum a aura. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

18/10/2012

às 19:34 \ Política & Cia

Dora Kramer levanta uma hipótese preocupante: e se Dilma resolver indultar os mensaleiros condenados?

Presidente pode, conforme Constituição, indultar condenados do mensalão (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

Presidente pode, conforme Constituição, indultar condenados do mensalão (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

Artigo publicado hoje na seção Política da edição online do jornal O Estado de S.Paulo

SOBRE INDULTO

Quando assumiu a presidência dos Estados Unidos depois da renúncia de Richard Nixon por causa do caso Watergate, Gerald Ford concedeu perdão presidencial ao antecessor e, assim, evitou punições legais para além da perda do cargo.

Entre nós existe a figura do indulto, prerrogativa exclusiva da presidência da República. Se quiser, a presidente Dilma Rousseff poderá livrar os condenados no processo do mensalão do cumprimento ou determinar a redução das penas.

Estará amparada no artigo 84 da Constituição e, portanto, oficialmente não cometeria afronta alguma à decisão do Supremo Tribunal Federal.

O juízo aí deverá ser o da conveniência, oportunidade e utilidade políticas do perdão.

São variantes importantes porque, a despeito do ato legalmente perfeito, há de ser considerada a repercussão do gesto. Na sociedade e no próprio tribunal que já estará sob a presidência do ministro Joaquim Barbosa, cujo temperamento não sugere uma aceitação sem algum tipo de reação.

Mas seria uma resistência meramente simbólica e, caso se concretizasse, a princípio não teria a concordância da maioria do colegiado, pois a Constituição é clara ao dizer que compete privativamente ao presidente da República “conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei”.

Uma vez assinado o indulto, a extinção da pena precisa ser declarada pelo “juiz competente”. No caso, o relator do processo, Joaquim Barbosa. Uma formalidade, pois legalmente não teria margem para contestar a decisão presidencial.

O outro caminho a ser tentado pelos condenados poderia ser o da anistia que, além de eliminar a pena, extingue a existência do crime. Os réus voltariam a ter ficha criminal limpa. O fundamento da anistia é o esquecimento.

Diferente do indulto, não é um ato discricionário do Poder Executivo, mas um perdão que depende de lei e, portanto, do Poder Legislativo.

O mesmo Legislativo que em 2006 não deixou Dirceu concluir seu discurso de volta à Câmara quando saiu da Casa Civil, e seis meses depois lhe cassou o mandato por quebra de decoro.

 

Calendário

A previsão de que o julgamento do mensalão termine até o próximo dia 25 é considerada muito otimista por alguns ministros. Uma data tida como mais realista seria a de 9 de novembro, cinco dias antes de o atual presidente Carlos Ayres Britto se aposentar.

Por essa agenda menos acelerada, a fase dos votos poderia ser concluída até a viagem do relator Joaquim Barbosa para a Alemanha, no dia 27, mas as penas só seriam definidas após a volta dele, na semana no dia 4.

A execução das sentenças, no entanto, é impossível de ser prevista porque depende da publicação do acórdão e do exame de todos os embargos, caso defesa ou acusação apontem algum tipo de omissão, obscuridade ou contradição no documento.

No exame dos embargos as partes são ouvidas novamente, mas não há mais sustentação oral. Se forem rejeitados, fica mantido o texto original, mas, se forem aceitos, é elaborado um novo acórdão ao qual outra vez podem ser apresentados embargos.

O caminho até o trânsito em julgado e daí às prisões, como se vê, é longo e vai entrar por 2013 afora.

Talvez mais, a julgar pelo caso do deputado federal Natan Donadon, condenado pelo STF em 2010 a 13 anos de prisão por desvio público e até hoje solto por força de recursos.

 

Podia ser pior

Condenados por corrupção ativa e ainda a serem julgados por formação de quadrilha, Dirceu e Genoino escaparam da denúncia por peculato.

Em 2006 a Procuradoria-Geral da República enquadrou ambos naquele crime, mas a acusação foi recusada em 2007 no STF por unanimidade.

20/04/2012

às 12:03 \ Vasto Mundo

Eleições nos EUA: Obama já foi dado como morto mas agora, com adversário definido, está mais vivo do que nunca

EXERCITANDO-SE Obama já está em campanha reeleitoral: presença em mais de 100 eventos para arrecadar doações financeiras

EXERCITANDO-SE -- Obama já está em campanha reeleitoral: presença em mais de 100 eventos para arrecadar doações financeiras (Foto: Brendan Smialowski / AFP)

ELE ESTÁ EM FORMA

Naquela que será a eleição mais cara e tecnológica da história, Obama já foi dado como morto – mas agora, com seu adversário definido, está mais vivo que nunca

(Reportagem do correspondente de VEJA em Nova York, André Petry)

O país mais poderoso do mundo terá uma eleição de fracos.

O presidente Barack Obama, um líder hesitante cujo carisma se derreteu no poder, vai enfrentar o republicano Mitt Romney, político tão vacilante que já foi contra e a favor de quase tudo – do aborto ao seguro-saúde compulsório.

Na semana passada, sublinhando sua vitória anticlimática, Romney tornou-se o candidato presidencial republicano por W.O. O ultraconservador Rick Santorum, ex-senador pela Pensilvânia, surpreendeu ao desistir abruptamente da disputa. Como era o único adversário sério, Romney colocou uma mão na taça. A menos que aconteça algum desastre, falta só a solenidade oficial para colocar a outra mão.

Os candidatos não animam, mas a campanha será épica

Mas, ao contrário do que os republicanos achavam e desejavam, será uma parada duríssima. Mais que isso: improvável. Quando Romney lançou sua pré-candidatura, em abril do ano passado, Obama vinha sendo dado como morto, mas o anúncio fúnebre fora precoce. Na semana passada, as pequisas mostravam que Obama larga na frente: 48,5% contra 43,2%.

Os candidatos não animam, mas a campanha será épica. A tecnologia, normalmente mais bem explorada pelos democratas, será protagonista. Há quatro anos, o Twitter era uma ferramenta embrionária e, no dia da eleição, o comitê de Obama mandou dois modestos tuítes aos eleitores. Hoje, o Twitter é acionado a cada minuto.

O Facebook já existia, mas era quatro vezes menor e uma exclusividade dos jovens. Hoje, a faixa etária dos americanos que mais cresce no Facebook é dos usuários com 50 anos ou mais. O iPad não existia. O iPhone fora introduzido no ano anterior. Os fotógrafos ainda ficavam empolgados ao capturar imagens de Obama com um BlackBerry na mão.

Além da tecnologia, bilhões de dólares serão gastos

Além da tecnologia, a campanha será um espetáculo de bilhões de dólares. Depois que a Suprema Corte decidiu que qualquer pessoa, empresa ou sindicato pode doar quanto quiser, desde que seja para um comitê sem vínculo com o candidato [mas que na prática sempre apoiam algum], as campanhas viraram oceanos de dinheiro. Estima-se que, desta vez, ela poderá chegar a 2 bilhões de dólares, a mais cara da história.

Como o dinheiro é essencial, mas ninguém até hoje provou que se pode comprar uma vitória presidencial na democracia americana, os cifrões pesam porém não decidem.

Romney e aliados já começaram a se mobilizar para levantar 600 milhões de dólares e estão cortejando os suspeitos de sempre: os irmãos Charles e David Koch, bilionários que patrocinam causas conservadoras.

Horas depois da desistência de Santorum, o comitê eleitoral democrata mandava e-mail aos eleitores pedindo contribuição de “3 dólares ou mais”, a ser feita nas 24 horas seguintes. “Serão horas críticas”, dizia o e-mail. Os democratas queriam mostrar poder de fogo diante da definição de Romney como o adversário republicano.

O dinheiro é a mensagem. Em 2008, Obama arrecadou 760 milhões de dólares. Agora, já foi a mais de 100 eventos para angariar fundos. Num deles, no célebre Apollo Theater, no Harlem, casa que abrigou sumidades da música negra, subiu ao palco e cantou um pedacinho de Let’s Stay Together, de Al Green.

Veja o vídeo:

O fator desemprego

Obama é um candidato pesado de carregar porque a taxa de desemprego, embora em queda, permanece alta.

Mas o desemprego – tema que Romney escolheu para fazer Obama sangrar – não é um indicador preciso das chances reeleitorais de um presidente. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

07/04/2012

às 17:03 \ Livros & Filmes

Livro: a China de Henry Kissinger

Kissinger meets with Chairman Mao and Premier Zhou Enlai
Kissinger com Mao e o premiê Chu En-lai (Foto: Dedoc)

O estadista que reaproximou os Estados Unidos do país de Mao fez um bom livro de diplomata – tem histórias dos bastidores e entende, até demais, o outro lado

Se o leitor quiser um livro sobre a China, não compre este título. Se, no entanto, seu interesse for conhecer em profundidade a diplomacia chinesa, em especial em sua relação com os países do Ocidente, esta é uma obra imprescindível.

Sobre a China (tradução de Cássio de Arantes Leite; Objetiva; 576 páginas; 54,90 reais), de Henry Kissinger, foi escrito pelo estrangeiro que mais conhece o assunto, tanto por suas qualidades como intelectual e teórico das relações internacionais, como por ter sido um participante privilegiado dos contatos em primeiro, segundo e terceiro graus entre a potência asiática e os Estados Unidos.

Kissinger serviu como assessor de segurança nacional e secretário de Estado no governo de dois presidentes americanos – Richard Nixon (1969-1974) e Gerald Ford (1974-1977). Imigrante alemão, o judeu não crente Kissinger teve papel central em alguns dos episódios mais críticos da política externa americana no século XX, como a criação de uma estratégia de detenção da ameaça de aniquilação nuclear mútua com a União Soviética e a negociação do fim da guerra no Vietnã.

Ele fez 50 viagens à China

Seu legado mais duradouro, porém, foi a retomada das relações entre os Estados Unidos e a China no começo dos anos 70, em plena Guerra Fria. Foi então que ele iniciou uma convivência profissional de mais de quatro décadas com o país. Kissinger contabiliza cerca de cinquenta viagens à China e encontros com todos os líderes chineses desde Mao Tsé-tung (27 anos no poder e 70 milhões de mortos nas costas). » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

27/01/2012

às 15:34 \ Política & Cia

Aécio estará numa “arena inglória” se disputar a Presidência com Dilma, em 2014

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Aécio Neves e Dilma Rousseff: senador terá parada indigesta se for enfrentar Dilma, com o poder do cargo e da caneta, nas eleições de 2014 (Fotos: VEJA)

Pensando bem, tem razão a colunista da Folha de S. Paulo Eliane Cantanhêde, amiga e ex-colega de redação no Estadão, em seu texto de hoje segundo o qual ao qualificar de “óbvia” a opção do PSDB pelo senador Aécio Neves como candidato à Presidência em 2012, o ex-presidente Fernando Henrique “empurra Aécio para uma arena inglória”.

A arena inglória será enfrentar a presidente Dilma Rousseff com os plenos poderes – e a caneta – de presidente, a máquina do governo trabalhando, queira Dilma ou não, por sua candidatura, o enorme esquema de apoio partidário de que dispõe, sua possível popularidade na ocasião e o peso do apoio e da participação de Lula, se, como esperam as pessoas de bem, o ex-presidente superar seu câncer.

Já é tarefa duríssima para um desafiante, qualquer um, derrotar um governante no poder.

Veja-se o caso do Brasil desde a instituição da reeleição para a maioria dos cargos executivos, em 1997: FHC se reelegeu em 1998, e já no primeiro turno, contra Lula. Lula se reelegeu, em 2006, em segundo turno, contra Geraldo Alckmin. E é esmagadoramente alta a taxa de governadores e prefeitos de grandes cidades reeleitos.

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Gerald Ford, Jimmy Carter e Bush pai: só eles não conseguiram voltar ao cargo, entre 11 presidentes do pós-guerra nos Estados Unidos

Veja-se também o caso da mãe de todas as Repúblicas modernas, os Estados Unidos: dos doze presidentes do pós-guerra, um deles, John F. Kennedy, foi assassinado a um ano de disputar uma reeleição fácil e, dos demais onze, nada menos que oito foram reeleitos.

Não conseguiram voltar apenas o republicano Gerald Ford, derrotado em 1976 pelo democrata Jimmy Carter, o próprio Carter, que perdeu em 1980 para o republicano Ronald Reagan, e o republicano George Bush pai, vencido em 1992 pelo democrata Bill Clinton.

Condições que dificilmente se repetirão

Desses três presidentes, dois disputaram a eleição em condições muito especiais, em circunstâncias praticamente irrepetíveis: Ford assumiu após a renúncia do presidente Richard Nixon, em 1974, mas era um vice-presidente que fora escolhido indiretamente pelo Congresso em consequência renúncia, no ano anterior, sob acusações de corrupção, do controvertido vice Spiro Agnew.

O sucessor de Ford, Carter, disputou a eleição contra Reagan tendo dezenas de reféns americanos sequestrados e humilhados na embaixada dos EUA em Teerã pelo regime terrorista do Irã, e depois do fracasso militar de uma tentativa de resgate das vítimas por comandos especiais. O então líder supremo, aiatolá Ruhollah Khomeini, mandou, de propósito, libertar os reféns somente no exato dia da posse de Reagan (e da despedida de Carter), a 20 de janeiro de 1981.

Já Bush pai viu-se apanhado por uma crise econômica, bem mais suave do que a que assola, atualmente, o país, e Clinton chegou à Casa Branca.

Mas presidentes em exercício são sempre uma parada dura. O democrata Barack Obama, mesmo com o recente antecedente de Bush pai e a frágil recuperação da economia dos EUA, e a despeito dos tropeços e indecisões de sua gestão – podem escrever – vai acabar vencendo o candidato que emergir da carnificina interna que ora se desenvolve entre os republicanos.

Aécio, que há muitos anos alimenta um sonho presidencial, precisará, não tenham dúvidas, remover montanhas para alcança-lo em 2014.

27/02/2011

às 12:00 \ Vasto Mundo

As melhores fotos de presidentes americanos em férias

O site Huffington Post publicou em homenagem ao President’s Day — feriado nacional nos Estados Unidos, celebrado na terceira segunda-feira de fevereiro em homenagem ao primeiro presidente do país, George Washington — as melhores fotos das férias presidenciais dos últimos 30 anos.

Veja algumas:

O presidente Barack Obama com a mulher, Michelle, e a filha Sasha durante um lanche na praia de Panama City, na Flórida, em agosto de 2010

Bush filho (à esquerda) e o ciclista heptacampeão do Tour de France, Lance Armstrong, no rancho do presidente em Crawford, Texas, em agosto de 2005

: Em foto célebre, Bill Clinton e a primeira-dama Hillary, hoje secretária de Estado, dançando, depois de um mergulho, na praia de Megan Bay, em St. Thomas, nas Ilhas Virgens Americanas, em janeiro de 1998

George H. Bush (à direita) com o filho George W. Bush (centro) pescando em Lord Point, Kennebunkport, no Estado do Maine, em junho de 2007

Ronald Reagan (o mais alto) e a primeira-dama Nancy (à esquerda) ao lado do ex-presidente soviético Mikhail Gorbachev e sua mulher, Raisa, no rancho de Reagan em Santa Barbara, Califórnia, em maio de 1992

Gerald Ford jogando golf na ilha de Mackinac, Michigan, em julho de 1975

13/11/2010

às 12:20 \ Tema Livre

A Warner deixa na mão os fãs da série de TV premonitória da chegada de Obama à Casa Branca

O ator Martin Sheen na pele do presidente Bartlet, antípoda de Bush

O ator Martin Sheen como o presidente Joshua Bartlet, antípoda de George W. Bush e premonitório em relação a Barack Obama

Agora que a Warner, com anos de atraso em relação ao exterior, acaba de lançar no Brasl uma “versão estendida” da trilogia O Senhor dos Anéis, voltam as esperanças de que a distribuidora coloque à disposição do público brasileiro a sétima e última temporada de uma série de TV extraordinária.
De certa forma, e sem querer contar a história, a premiadíssima The West Wing, que aborda os bastidores do poder americano sob um fictício presidente democrata, revelou-se premonitória em relação à chegada do presidente Barack Obama ao poder, em 2008.
A série abocanhou 88 prêmios, inclusive dois Globos de Ouro, e a indicação para 177 outros: poucas obras cinematográficas acumularam tanta premiação quanto The West Wing, título que se refere à ala da Casa Branca onde fica o gabinete do presidente, o Salão Oval.

As sete temporadas da série, concebida e realizada por uma produtora independente, mas ligada à Warner, foram ao ar de 1999 a 2006 nos EUA e também no Brasil. Ao longo desse período, como costuma acontecer, a Warner, distribuidora da obra, foi lançando DVDs de cada temporada.

Menos da última e decisiva, na qual vai se saber quem será o candidato democrata à sucessão do fictício presidente Josiah “Jed” Bartlet (Martin Sheen) – e se ele vencerá seu rival republicano.

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