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18/08/2013

às 14:00 \ Vasto Mundo

VÍDEO E FOTOS ESPANTOSOS: quanto custa o sincronismo e o alinhamento de uma parada militar chinesa?

Excelência e exatidão em um desfile militar chinês

Excelência e exatidão em um desfile militar chinês

Falar em disciplina militar é uma redundância. Na China, gigante na economia que também é gigante em poderio militar, a disciplina para fazer bonito em grandes desfiles chega a extremos.

A perfeição milimétrica dos seus desfiles militares já é conhecida pelo mundo. Para esses desfiles, em geral os blocos são constituídos por 24 colunas cerradas em tão perfeito alinhamento que chegam a parecer uma peça única em movimento.

Para conseguir o padrão de qualidade exigido pelos comandantes, os treinamentos de ordem unida são realizados com o auxílio de fios esticados de lado a lado em todas as fileiras do bloco, ou com o uso cavaletes de alumínio dotados de fiação e colocados diante de cada fileira. Esses recursos se utilizam inclusive para marcar o grau de elevação das pernas ou a posição correta dos queixos.

O vídeo e as fotos a seguir mostram detalhes dos ensaios de uma parada militar chinesa, resultado de um exaustivo, quase paranoico treinamento que provoca alto custo emocional e físico dos soldados — como vocês poderão verificar.

 

Sincronia perfeita

Este resultado final exige muito...

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Mas toda perfeição tem um preço

Até a altura dos passos precisa ser a mesma

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Horas a fio, parado, imóvel, na mesma posição

Os treinamentos são exaustivos tanto para homens como para mulheres

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Tudo milimetricamente ensaiado

Tudo é milimetricamente ensaiado...

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Exaustivamente marcado e ensaiado

... com marcações fixas que incluem a altura dos queixos

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Com os gritos de guerra

Os gritos de guerra são parte importante dos treinamentos

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Com a supervisão acirrada

A supervisão dos superiores é onipresente

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Suportando bravamente

A provação de passar horas exposto ao sol, calor...

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... como também a chuva e o frio

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Técnica (argh...) para manter pescoço e cabeça na direção certa

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Este é o resultado de tamanha dedicação

Este é o resultado de tamanha dedicação

 

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10/08/2013

às 14:00 \ Tema Livre

FOTOS DE PURA BELEZA: Durante ensaio de “O Lago dos Cisnes”, as imagens também são arte

Bailarina do grupo Ballet Russo, em ensaio para o Lago do Cisne

Bailarina do Ballet Imperial Russo, em ensaio para "O Lago do Cisne" (Fotos: The Imperial Russian Ballet Company)

Essas magníficas e delicadas fotos retratam a precisão e a habilidade dos bailarinos da Companhia do Ballet Imperial Russo, durante ensaios da obra O Lago dos Cisnes, do compositor russo Tchaikovsky, uma peça dramática em quatro atos.

As fotos — elas próprias pura arte — mostram a força e a beleza dos bailarinos e bailarinas em exercícios, inclusive com uma delas usando calças jeans.

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05/08/2013

às 17:02 \ Tema Livre

FOTOS DE VER PARA CRER: As muitas cores do gêiser mais exclusivo e mais bonito do mundo, em Nevada, nos EUA

Surreal, o Fly Geyser, quase desconhecido até para quem é da região de Nevada, nos EUA (Foto: Inge Johnsson)

Surreal, o Fly Geyser, quase desconhecido até para quem é da região de Nevada, nos EUA (Foto: Inge Johnsson)

Por Rita de Sousa

Surreal, essa é uma das poucas palavras que podemos usar para descrever o Fly Geyser, que fica numa propriedade privada, o Rancho Fly Geyser, no Estado de Nevada, nos EUA. Maravilhoso é outra.

O Fly Geyser está localizado a cerca de 30 quilômetros ao norte de Gerlach, em Washoe County, Nevada, e é pouco conhecido até por quem vive no Estado.

Acidentalmente criado em 1916 durante a perfuração de poços, o gêiser começou a expelir água na década de 1960, e os jorros de água quente chegam a 5 metros, como um vulcão em miniatura.

São jorros multicoloridos devido à presença, ali, de diferentes tipos de algas que se dão muito bem em águas termais.

O gêiser é uma nascente termal que entra em erupção periodicamente, lançando uma coluna de água quente e vapor para o ar. Trata-se de um fenômeno razoavelmente raro, com cerca de mil em todo o mundo, sendo que quase metade disso fica no Parque Nacional de Yellowstone, localizado nos Estados americanos de Wyoming, Montana e Idaho, mas também são encontrados no Chile e na Nova Zelândia, Rússia e Islândia.

Contudo, nenhum se assemelha em beleza ou nas cores do Fly Geyser.

(Foto: Jared Ropelato)

Fly Geyser fica em propriedade privada, atrás de um portão trancado e raramente é aberto ao público (Foto: Jared Ropelato)

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(Foto: Jared Ropelato)

(Foto: Jared Ropelato)

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(Foto: Michael Flick)

(Foto: Michael Flick)

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(Foto: Lenae Payne)

(Foto: Lenae Payne)

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(Foto: Quang Le Hong)

(Foto: Quang Le Hong)

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(Foto: Quang Le Hong)

(Foto: Quang Le Hong)

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(Foto: Christian Klepp)

(Foto: Christian Klepp)

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(Foto: Stephen Oachs)

(Foto: Stephen Oachs)

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(Foto: Frans Lanting)

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(Foto: Dan Newton)

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04/08/2013

às 14:00 \ Tema Livre

FOTOS DIVERTIDAS: o chimpanzé dando mamadeira a um leãozinho, um pombo cuidando de um passarinho, um macaco que quer ser fotógrafo… Vejam a esperteza dos bichos

31/07/2013

às 18:30 \ Tema Livre

FOTOS INTRIGANTES: Nem irmãos, nem parentes. Nem sequer se conheciam — e, no entanto, vejam como se parecem!

Danielle Boucher e Jovette Desmarais

Danielle Boucher e Jovette Desmarais

O fotógrafo canadense François Brunelle, experiente em sua profissão, sempre se dedicou a estudar os semblantes de seus fotografados. Foi desse curioso hábito que nasceu a ideia para um curioso projeto, que deverão compor um livro e exposição em várias partes do mundo: fotografar sósias.

O nome do projeto, I’m not a look-alike! (Eu não sou um sósia) confunde um pouco, já que as mais de 200 duplas fotografadas não são parentes, não se conheciam antes da sessão de fotos e a grande maioria é de cidades, Estados e até mesmo países diferentes.

A maior parte dos fotografados é do Canadá — tanto do Canadá de fala e cultura inglesa quanto do Canadá francês.

Essa é, na verdade, a essência do projeto: o fato de que duas pessoas, totalmente diferentes uma da outra, de localidades geográficas distintas, partilharem a mesma aparência física.

Não estamos falando de pessoas idênticas, mas de traços, de sorrisos, de trejeitos que os tornam parecidos. Afinal, que nunca ouviu: “Nossa, você se parece tanto uma pessoa que eu conheço….”

Yves Megert e Remi Bacon

Yves Megert e Remi Bacon

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Valerie Carreau e Jean-Phillippe Royer

Valerie Carreau e Jean-Phillippe Royer

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Tamara Stomphorst e Sandra Meines

Tamara Stomphorst e Sandra Meines

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Stéphane Morin e Claude Simon Langlois

Stéphane Morin e Claude Simon Langlois

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Sarah Fournier e Alan Madil

Sarah Fournier e Alan Madil

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Remy Girard e Gabriel Guibert

Remy Girard e Gabriel Guibert

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Nuno Filipe Mendes Godhino e Miguel Gonçalo Costa Silvestre

Nuno Filipe Mendes Godhino e Miguel Gonçalo Costa Silvestre

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Nina Rose Singh e Anna Rubin

Nina Rose Singh e Anna Rubin

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Nathaniel (não quis dizer seu sobrenome) e Edward Toledo

Nathaniel (não quis dizer seu sobrenome) e Edward Toledo

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Morgan Bowden e Imogen Rawe

Morgan Bowden e Imogen Rawe

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Marie Chantal e Nancy Paul

Marie Chantal e Nancy Paul

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Mariane Thibault e Isabelle  Maréchal

Mariane Thibault e Isabelle Maréchal

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Marcel Stepanoff e Ludovic Maillard

Marcel Stepanoff e Ludovic Maillard

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Frederick Hryszyn e Justin Ford

Frederick Hryszyn e Justin Ford

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Elisa Berst  e Corinne Barois

Elisa Berst e Corinne Barois

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Edith Prefontaine e Stefanie Tremblay

Edith Prefontaine e Stefanie Tremblay

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Donmar Williams e Martine Chase

Donmar Williams e Martine Chase

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Dolores Guttierez e Clara Halpern

Dolores Guttierez e Clara Halpern

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25/07/2013

às 9:00 \ Tema Livre

FOTOS PARA CELEBRAR: A National Geographic completa 125 anos com imagens inigualáveis e raras em leilão da Christie’s

Muralha da China, Juyongguan, próximo a Beijing, 1998 (Foto: Michael S. Yamashita)

Muralha da China, Juyongguan, próximo a Beijing, 1998 (Foto: Michael S. Yamashita)

Há 125 anos a revista National Geographic vem nos brindando com imagens de tirar o fôlego, inigualáveis sob todos os ângulos; de criaturas selvagens a paisagens espetaculares, cada canto do planeta foi clicado por seus fotógrafos. Desde 1888, a revista trouxe as pessoas e lugares do nosso imenso planeta para as casas – e a imaginação – de milhões de leitores.

Publicada em 37 línguas, e consolidada como uma marca reconhecível à distância — o retângulo amarelo — a revista comemora seu 125º aniversário com as 125 das imagens mais icônicas que marcaram suas páginas ao longo dos anos, levadas à leilão pela afamada casa Christie’s, em Nova York.

O leilão, que termina neste sábado, 27, inclui impressões extremamente raras de negativos Kodachrome originais de Thomas Abercrombie, o legendário fotógrafo que, a partir de 1954, trabalhou na revista por meio século, e outras fotografias nunca antes oferecidas em um leilão.

Fundada em 1888, a National Geographic Society, mantenedora da revista, é uma das maiores instituições científicas e educacionais sem fins lucrativos do mundo, e já financiou mais de 10 mil projetos de conservação, de exploração e de pesquisa científica em todo o mundo.

Família de urso polar, na baía de Hudson, Canadá, 1999 (Foto: Norbert Rosing)

Família de urso polar, na baía de Hudson, Canadá, 1999 (Foto: Norbert Rosing)

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Rio Yellowstone, Montana, EUA, 2001 (Foto: Michael S. Quinton)

Rio Yellowstone, Montana, EUA, 2001 (Foto: Michael S. Quinton)

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Positano, Itália, 1927 (Foto: Hans Hildebrand)

Positano, Itália, 1927 (Foto: Hans Hildebrand)

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Rio Merced, Parque Nacional Yosemite, Califórnia, EUA, 2004 (Foto: Marc Moritsch)

Rio Merced, Parque Nacional Yosemite, Califórnia, EUA, 2004 (Foto: Marc Moritsch)

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Nova Iorque, 2007 (Foto: Jim Richardson)

Nova Iorque, 2007 (Foto: Jim Richardson)

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Swayambhunath Stupa, Katmandu, Nepal, 2000 (Foto: Maggie Steber)

Swayambhunath Stupa, Katmandu, Nepal, 2000 (Foto: Maggie Steber)

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Mulheres voltam para casa de bicicleta em Little Carpathians, Czechoslovakia, 1968, (Foto: James P. Blair)

Mulheres voltam para casa de bicicleta na região dos Baixos Cárpatos, Checoslováquia (hoje na Eslováquia), 1968, (Foto: James P. Blair)

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Torres Trango, Montanhas Karakoram, no Paquistão, 1995 (Foto: Bill Hatcher)

Torres Trango, Montanhas Karakoram, Paquistão, 1995 (Foto: Bill Hatcher)

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Jardim do palácio imperial, Tóquio, Japão, 2004 (Foto: Justin Guariglia)

Jardim do Palácio Imperial, Tóquio, Japão, 2004 (Foto: Justin Guariglia)

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Girafa na estação seca, na Reserva Nacional Masai Mara, Quênia, 2008 (Foto: Yva Momatiuk and John Eastcott)

Girafa na estação seca, Reserva Nacional Masai Mara, Quênia, 2008 (Foto: Yva Momatiuk and John Eastcott)

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Flamingos, Namíbia, 1998 (Foto: Annie Griffiths)

Flamingos, Namíbia, 1998 (Foto: Annie Griffiths)

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Estrada no através das montanhas Zagros, no Irã, 1969 (Foto: Bruce Dale)

Estrada através das montanhas Zagros, Irã, 1969 (Foto: Bruce Dale)

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Corcovado, Rio De Janeiro, 2009 (Foto: Mike Theiss)

Corcovado, Rio de Janeiro, 2009 (Foto: Mike Theiss)

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Monges budistas, em Angkor Wat, Camboja, 1959 (Foto: Gilbert M. Grosvenor)

Monges budistas, Angkor Wat, Camboja, 1959 (Foto: Gilbert M. Grosvenor)

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Arizona, 1998 (Foto: Bruce Dale)

Arizona, EUA, 1998 (Foto: Bruce Dale)

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Elefante, Savuti, Botsuana, 1994 (Foto: Beverly Joubert)

Elefante, Savuti, Botsuana, 1994 (Foto: Beverly Joubert)

 

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14/07/2013

às 14:00 \ Tema Livre

FOTOS DESLUMBRANTES: cenas e paisagens eternizadas pela National Geographic

Masai Mara, Quênia

Masai Mara, Quênia

A revista National Geographic é conhecida mundialmente pela excelente qualidade de seus fotógrafos. E não é por menos: qualquer foto com essa marca de distinção é mesmo de tirar o fôlego.

São sempre momentos únicos, com enquadramentos irretocáveis, quadros perfeitos, tomadas oportunas e técnica exemplar.

Como essas:

Warminster, na Inglaterra

Rio Warminster, na Inglaterra

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Um raio atinge a antena em Hong Kong

Raio atinge uma antena em Hong Kong

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Um perigo inesperado, em Kanana Camp, na Botsuana

Um perigo inesperado, em Kanana Camp, Botsuana

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Sozinha

Sozinha, e iluminada

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Santorini, na Gécia

Santorini, na Gécia

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Rio Bank, em Zhenyuan, província de Guizhou, na China

O rio Bank, em Zhenyuan, província de Guizhou, na China

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Pescaria no cais do porto

Pescaria no cais do porto

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O planalto de Angola

O planalto de Angola

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O olhar assombroso do lince canadense

O olhar do lince canadense

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A pirâmide do Louvre, em Paris

A pirâmide do Louvre, em Paris

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Na vila Suradita, em Java, na Indonésia, crianças brincam com seus galos

Crianças brincam com seus galos na vila de Suradita, em Java, na Indonésia

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Navegação

Navegação no Mar da China

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Monastério budista Ki, no Himalaia

Monastério budista Ki, no Himalaia

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Mesquita Al Saleh, no Iêmen

Mesquita Al Saleh, no Iêmen

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Vídeo: um dos lugares mais lindos do mundo — Alberta, no Canadá

05/07/2013

às 14:00 \ Tema Livre

FOTOS PARA ESPANTAR OU DIVERTIR: com jeitinho, cabe sim

Cabe sim, como não?

Cabe sim, como não?

Quem nunca quebrou a cabeça para colocar aquela cama no carro, ou uma bicicleta? Como encaixar no porta-malas uma carga inesperada?

Com paciência, senso de organização e espaço é possível ajeitar toda a carga, não importa o peso, quantidade ou tipo. Pelo menos é o que mostram essas fotos, coletadas na internet:

Coube na bicicleta

Coube na bicicleta -- só Deus e o garoto sabem como

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Essa precisou de uma adaptação na cobertura

Essa precisou de uma adaptação na cobertura

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Coube na moto

Estão disputando algum recorde com o rapaz da primeira foto?

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Caminhão é para isso mesmo

Caminhão é para isso mesmo

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Carona confortável

Trem apertado? Caminhão cm todos amontoados? Nada disso -- boi que é boi gosta mesmo é automóvel

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Transporte perigoso

Um super-jeitinho... e muita coragem

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Quem disse que não ia caber?

Quem disse que não ia caber?

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Excesso de passageiros

É quase um ônibus -- de três rodas

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O céu é o limite - ou as amarras

O céu é o limite - ou as amarras

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Gansos  à bordo

Gansos precisam tomar um arzinho

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Voltando da feira

Fizemos uma bela feira, hoje

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Cadê o veículo?

Cadê o veículo?

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Não esqueceu nada?

Será que não esquecemos nada?

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Mantendo o equilíbrio, cabe sim

Este ciclista teria emprego fácil no Cirque du Soleil

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Passageiros distintos

Passageiros distintos

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Carga pesada

Carga pesada... mesmo!

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Esse exagerou

Bem, aí já é um pouco demais, não?

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Duas corcovas à bordo

Duas corcovas a bordo

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Transportando o transporte

Transportando o transporte

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É gente que não acaba mais

É gente que não acaba mais

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Tudo empilhadinho

Tudo empilhadinho

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Coube direitinho, viu?

Coube direitinho, viu?

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26/05/2013

às 14:00 \ Tema Livre

IDEIA GENIAL DESTE FOTÓGRAFO: da Zâmbia à Suécia, do Marrocos à Islândia, crianças — ricas ou pobres — com seus brinquedos prediletos

Arafa e Aisha, de Bububu, no Zanzibar

Arafa e Aisha, de Bububu, no Zanzibar

Crianças de várias partes do mundo mostraram seus brinquedos preferidos ao fotógrafo italiano Gabriele Galimberti.

Após 18 meses de trabalho, Galimberti conclui que não importa que brinquedo é o preferido das crianças — bonecas, bolas, carrinhos, dinossauros –, o importante é brincar.

E confirmou um mito: “As crianças mais ricas são as mais possessivas. No início, eles não me deixaram tocar em seus brinquedos”, conta. “Nos países pobres, era muito mais fácil. Mesmo que eles só tivessem dois ou três brinquedos, eles realmente não se importavam em mostrar”.

As histórias amorosas que as lentes de Galimberti contam são dessas de aquecer o coração. Antes desse projeto dos pequenos e seus brinquedos, o italiano carismático já tinha rodado o mundo atrás de avós e comidas caseiras, na série chamada Delicatessem com Amor.

Niko, de Homer, no Alasca

Niko, de Homer, no Alasca, EUA

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Watcharapon, de Bangcoc, na Tailândia

Watcharapon, de Bangcoc, na Tailândia

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Tyra, em Estocolmo, na Suécia

Tyra, de Estocolmo, na Suécia

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Tangawizi, de Keekorok, no Quênia

Tangawizi, de Keekorok, no Quênia

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Talia, em Timimoun, Argélia

Talia, em Timimoun, Argélia

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Taha, de Beirute, no Líbano

Taha, de Beirute, no Líbano

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Stella, de Montecchio, na Itália

Stella, de Montecchio, na Itália

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Shaira, de Mumbai, na Índia

Shaira, de Mumbai, na Índia

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Reanya, de Sepang, na Malásia

Reanya, de Sepang, na Malásia

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Ragnar, de Reykjavik, na Islândia

Ragnar, de Reykjavik, na Islândia

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Pavel, de Kiev, na Ucrânia

Pavel, de Kiev, na Ucrânia

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Norden, de Massa, no Marrocos

Norden, de Massa, no Marrocos

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Naya, de Manágua, na Nicarágua

Naya, de Manágua, na Nicarágua

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Maudy, de Sibanda, na Zâmbia

Maudy, de Sibanda, na Zâmbia

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Lucas, de Sydney, na Austrália

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Li Yi Chen, de Shenyang, na China

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Keynor, de Cahuita, na Costa Rica

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Kalesi, de Viseisei, nas Ilhas Fiji

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Julia, de Tirana, na Albânia

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Chiwa, de Mchinji, no Malawi

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Botlhe, de Maun, na Botsuana

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Bethsaida, de Porto Príncipe, no Haiti

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Allenah, de El Nido, nas Filipinas

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Alessia, da Toscana, na Itália

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Abel, de Nopaltepec, no México

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Este é o fotógrafo, Gabriele Galimberti, e seus brinquedinhos preferidos

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18/05/2013

às 14:40 \ Tema Livre

FOTOS IMPACTANTES: o registro dos semblantes de soldados britânicos antes, durante e depois do horror na guerra do Afeganistão

Ben-Frater

O soldado raso Ben Frater, 21 anos, antes, durante e depois do Afeganistão: as expressões não mentem (Fotos: Lalage Snow)

A ideia é brilhante, e o resultado emocionante e revelador: registrar, em closes faciais, imagens de soldados britânicos antes, durante e depois de seu serviço no Afeganistão.

Pode-se ver a tragédia, a dor e o horror que a guerra causa nos jovens — mesmo soldados profissionais, como são os britânicos, e não recrutas de um serviço militar obrigatório.

O projeto, batizado We Are The Not Dead (Tradução livre: “Somos os Não-Mortos”), é de autoria da fotógrafa, jornalista e cineasta Lalage Snow, nascida em 1981 em Belfast, Irlanda do Norte. Atualmente residente em Londres, ela trabalhou na iniciativa durante oito meses do ano passado, quando morou em Cabul, no Afeganistão.

Imagens que falam

Steven-Gibson

Outro soldado raso, Steven Gibson, 29, que retornou com as costas lesionadas após uma explosão. É impressionante como em poucos meses os soldados parecem envelhecer

Em março, ela clicou e entrevistou uma série de integrantes do Primeiro Batalhão do Regimento Real da Escócia em Edimburgo, enquanto se preparavam para embarcar; repetiu o procedimento no final de junho, em Nad Ali, distrito na província afegã de Helmand, sudoeste do Afeganistão, captando os rostos e as impressões dos soldados em plena ação no front; de volta à Escócia, esteve mais uma vez com os mesmos militares em outubro, já com suas missões finalizadas.

Imagens costumam ser mais eficientes do que palavras quando a intenção é ilustrar os efeitos de uma guerra em um ser humano. No caso da série fotográfica criada por Snow, não foi diferente.

David-McLean

O "lance corporal" (posto do Exércio britânico entre soldado de primeira classe e cabo) David McLean, 27, que recebeu tiro na perna

Reparem as expressões ainda relativamente serenas dos soldados antes de embarcarem, a adrenalina e a tensão de seus olhares durante a temporada afegã e o desolamento vazio, sem contar o aspecto mais envelhecido, dos semblantes pós-conflito. A maioria, entre outras barbaridades, presenciou atentados a bomba, e alguns retornaram à Escócia feridos.

Depoimentos reveladores

Mesmo assim, não apenas os retratos “falam” em We Are The Not Dead. A justaposição dos depoimentos de antes, durante e depois também são muito reveladoras.

Alexander-McBroom

O sargento Alexander McBroom, 24: "medo e apreensão"

Um dos combatentes, o sargento Alexander McBroom, por exemplo, diz em sua entrevista inicial: “não estou preocupado em ir, afinal é meu trabalho”.

Ao longo de sua estada no Afeganistão, porém, afirmaria: “experiência “abriu os meus olhos”. Após o retorno, mencionaria “o medo de sempre, a apreensão sobre o que acontecerá se eu for atingido por alguma bomba”.

Uma voz para os soldados

Steven-Anderson

O soldado raso Steven Anderson, 31

“Conforme a contagem de corpos dos militares britânicos crescia e as ramificações políticas da presença do Exército britânico no Afeganistão se complicavam, cada vez mais soldados sentiam que não tinham uma voz, ou que ao menos não estavam sendo ouvidos”, afirma Lalage Snow.

“O We Are The Not Dead é uma tentativa de dar a estes jovens homens e mulheres uma chance de falar”.

Confiram mais imagens:

Sean-Patterson

Outro soldado raso, Sean Patterson, 19

Mathew-Hogson

Mathew Hogson, 18, também soldado raso

Jo-Yavala

Jo Yavala, 28, idem

Chris-MacGregor

Chris MacGregor, 24, idem, ferido no joelho

 

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