Blogs e Colunistas

Dzeko

24/11/2011

às 18:25 \ Tema Livre

Mesmo com prejuízo recorde e polêmicas internas, time do Manchester City turbinado por xeque árabe começa a “dar trabalho”. Será que agora vai?

Tévez, cercado por companheiros e abraçado por Balotelli, ergue primeiro troféu do Mancheser City em 35 anos, em maio; argentino foi de herói a vilão (Foto: AFP)

No Brasil, os torcedores de Corinthians e Botafogo consideram, com razão, sua maior prova de amor o fato de terem aguentado, pacientes, os jejuns de respectivamente 23 e 21 anos sem títulos vividos por seus times do coração.

Pois os admiradores do Manchester City, um dos clubes mais tradicionais da Inglaterra, fundado há nada menos que 131 anos, podem se gabar por terem enfrentado uma barra ainda mais pesada: 35 anos sem um mísero caneco.

Calvário encerrado este ano

O calvário durou de 1976, quando os citizens ergueram a Football Legue Cup, a maio deste ano, abençoado mês em que voltaram a sorrir com a conquista da Copa da Inglaterra (também conhecida como FA Cup).

O primeiro título para toda uma geração de torcedores da equipe azul-clara, garantido após uma vitória por 1 a 0 contra o Stoke City em um estádio de Wembley lotado, foi o indício concreto inaugural de que a monumental injeção de dinheiro recebida pelo clube a partir de 2008 começava a dar resultados.

Aquisição multimilionária

mancity-Sheikh-Mansour-Guardian

O novo dono do clube, xeque Mansour bin Zayed bin Sultan Al Nahyan: dinheiro não é problema (Foto: The Guardian)

Em setembro daquele ano o MU passou aos comandos do xeque Mansour bin Zayed bin Sultan Al Nahyan, da ultra-mega-hiper rica família real de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, lançando a moda de investidores árabes gastando petrodólares em times de futebol (ver link sobre o Málaga, da Espanha, ao final do texto). » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados