15/05/2012
às 17:44 \ Política & CiaVaia de prefeitos a Dilma caberia a torcedores de futebol — e não a autoridades que receberam um mandato popular

No encontro de prefeitos, Dilma recebe memorando de Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios (Foto: Agência Brasil)
Tudo bem, estamos numa democracia, graças a Deus.
A livre manifestação de pensamento, por obra e graça dos constituintes de 1988, e pela luta e mobilização da sociedade brasileira nos últimos anos da ditadura, está mais do que assegurada.
É um bem precioso, de cujo gosto povos inteiros do mundo nunca provaram.
Agora, vaiar a presidente da República num encontro de prefeitos, como aconteceu hoje, em Brasília…
Dilma contrariou os prefeitos na questão da distribuição, às prefeituras, dos royalties referente à exploração do petróleo – distribuição do dinheiro do passado, bem entendido, anterior, portanto, à legislação que ampliou a participação nesse bolo de dinheiro, antes restrita aos Estados litorâneos adjacentes às áreas de exploração e os respectivos municípios.
O tema é muito controvertido no aspecto jurídico, e dificilmente um tribunal daria ganho de causa aos municípios.
Em vez de fazer o que se deve – negociar politicamente, argumentar, discutir, apresentar razões, como ocorreu com os dirigentes de associações de prefeitos –, os prefeitos presentes ao encontro, como torcedores num campo de futebol, vaiaram a presidente.
Admito, claro, vaias a políticos, inclusive a presidentes da República, mas não durante um encontro de pessoas que se presumem sejam autoridades responsáveis, como prefeitos.
O governo erra, Dilma merece críticas por muitas de suas medidas, mas não é na base do escracho que se chega a lugar algum. Goste-se ou não de Dilma, ela é presidente da República e deve ser respeitada por quem recebeu, em mandato popular, uma parcela do poder, como os prefeitos.
Os argumentos dos prefeitos são em vários casos sólidos e respeitáveis, como você pode ler neste link. Mas há formas civilizadas de defendê-los.
Tags: Confederação Nacional de Municípios, democracia, Dilma Rousseff, ditadura, encontro de prefeitos, Paulo Ziulkoski, petróleo, royalties, vaias


























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31 Comentários
João Fonseca MG
-22/05/2012 às 11:01
NÃO FOI SURPRESA PRA MIM À PRESIDENTE DO BRASIL SER VAIADA, “NESTE MUNDO POLÍTICO, A PESSOA COLHE O Q PLANTA”; UMA ACOISA EU DIGO: A MASCARA DA POPULARIDADE DE DILMA DIVULGADA EM REDE NACIONAL; COM ESSA VAIA, ACABOU DE COMPROVAR Q A REDE GLOBO DE TELEVISÃO ESTAR DIVULGANDO UMA FALSA POPULARIDADE DA PRESIDENTA DILMA. É CLARO E NOTÓRIO, Q VIVE DE MENTIRA E FALSIDADE, UM DIA A CASA CAI…
Cil
-22/05/2012 às 0:35
Eu tenho uma opinião sobre o tema. Royalties só para os municípios que produzem petróleo e só. Agora, eu tenho -273 graus kelvin de respeito por quem foi cúmplice…digo “mãe”… de empreiteiras e construtoras com dinheiro público. Por quem nomeou e manteve toda sorte de corruptos, se recusando a demití-los, preferindo esperar que eles SE DEMITISSEM! Na minha cartilha, vale nada. E olha que o nada tá valendo muito.
fpenin
-20/05/2012 às 23:57
Sim, caro jornalista Setti, concordo com a sua opinião. Acho que a atitude dos prefeitos foi destemperada, mas, por outro lado…a resposta mal-educada e deselegante de Dilma ao abordar ,DEDO EM RISTE,o Sr. Paulo Ziulkoski também, acho,deveria ser objeto de seus precisos comentários. A grossura da presidente foi contrangedora, tanto quanto as vaias, você não acha? Quanta falta faz FHC…
Caro Fpenin, concordo, sim, com você. Inclusive com a frase final…
Abraços
Vera Lúcia Gama Cardoso
-20/05/2012 às 11:32
Minha vaia vai para o FUNDEB,aqui em Campos dos Goytacazes,NUNCA VI!
Vera Cardoso
carlos mattos
-18/05/2012 às 22:43
Eu teria atirado uns ovos podres na ******, estou cada vez mais ficando com odio desta coisa falsa, que ate chorar de emocao, por ter podido formar a comessao da mentira, para poder se vingar
Pedro Luiz Moreira Lima
-18/05/2012 às 2:55
Dilma: Autorregulação do mercado não pode conduzir crescimento
Reuters
Parabéns Presidenta Dilma:
BRASÍLIA, 17 Mai (Reuters) – A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira que o crescimento do país não pode depender exclusivamente das “forças de autorregulação do mercado” e ressaltou o momento de “mutação” atual vivido no desenvolvimento do Brasil.
Ela entregou, nesta quinta, o prêmio Almirante Álvaro Alberto de contribuição científica à sua ex-professora e economista Maria da Conceição Tavares, a quem atribuiu grandes contribuições ao desenvolvimento do país.
“Nós hoje não admitimos mais a possibilidade de construir um país forte e rico dissociada de melhorias das condições de vida de nossa população, nem tampouco acreditamos mais na delegação da condução de nosso crescimento exclusivamente às forcas de autorregulação do mercado, crença aliás que Maria da Conceição Tavares sempre corretamente criticou”, disse Dilma.
A presidente, que durante a campanha eleitoral à Presidência recebeu o apoio da economista, que já foi deputada pelo PT, disse que Maria da Conceição Tavares contribuiu para “o mapa do caminho”.
Segundo Dilma, o Brasil vive nos últimos nove, dez anos um ponto de mutação na história de seu desenvolvimento. “E para a história desse desenvolvimento, e para o desenvolvimento, foi necessário que nós tivéssemos compreensões, compromissos, ideias e tivéssemos de uma forma ou de outra o mapa do caminho.”
Pouco antes, em seu discurso, Maria da Conceição Tavares elogiou os governos petistas, criticou o período tucano -em especial as reformas econômicas feitas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso- e falou da crise econômica na Europa.
“Nós estamos enfrentando este ano, outra vez, uma crise internacional. Que é ruim, mas vocês têm que ter em conta que em 2009, que foi o começo dessa ‘crisezona’ que está aí, foi a primeira vez que o Brasil não entrou em parafuso. Não teve que fazer moratória, não interrompeu o desenvolvimento, e isso é sinal de que nós estamos caminhando por outro caminho”, disse.
Já sobre a crise europeia, a economista, de 82 anos, brincou que não deve ver seu fim. “Não vou conseguir passar a crise europeia, porque será uma crise muito longa.”
EstaDO DE DIREITO, JÁ!
-17/05/2012 às 16:55
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É, de fato naõs ei de que lado o senhor está…
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concordo que uma autroidade eleita ou não, deveria ser respeitada, MAS PARA TANTO, TEM DE SE DÁ AO RESPEITO, COISA QUE A PRESIDENTAAA NÃO O FAZ……. SERÁ QUE É SENHOR ÉA FAVOR DO MOFO DO COMO EAL AGE, COMO ELA TRATA AS PESSOAS… procur saber com o pessoal da cozinha, com quem lhe serve cafezinho, água gelada….. E COMO ELA TRATOU OS PREFEITOS, que também, são autoridades eleitas pelo povo………
Ronaldo
-16/05/2012 às 21:57
Qual seria a antítese do aplauso? O silêncio? É, pode ser… mas não produziria o mesmo efeito. (Acho que não.. Temos no Brasil a célebre frase: quem cala consente…) Obviamente a vaia coletiva é covarde, pois esconde quem vaia… Acho que podemos resumir isso tudo da seguinte forma: apesar de todas as nossas instituições e da recente democracia, nossas relações federativas ainda não amadureceram o suficiente para comportar debates abertos e francos dentro dos níveis aceitáveis e republicanos. A origem está no clientelismo e no compadrio que ainda rege as relações dos municípios com as outras esferas da Federação.
Lucília
-16/05/2012 às 18:32
Atitude de moleque. Um prefeito tem de respeitar as instituições e principalmente a Presidenta.
Um péssimo exemplo, um comportamento nefasto.
Mairalur
-16/05/2012 às 15:28
Atitude inadmissível, essa de autoridades vaiarem a autoridade máxima do País. Já não se respeita mais nada, nem ninguém, neste Brasil. Caberia àquele tal senhor, que levou com um dedo no nariz, se representante da malta de prefeitos, fazer com que se calassem. Dilma Rousseff é uma pessoa desagradável (ao menos, para mim), mas ali não estava a pessoa, e sim a instituição Presidência da República.
Gilberto Campos
-16/05/2012 às 13:59
Habituada aos aplausos das plateias amestradas e aos sorrisos aprovadores dos áulicos, a presidente Dilma Rousseff foi surpreendida nesta terça-feira por sons especialmente agressivos a tímpanos condicionados pelo coro dos contentes. Ao ouvir os primeiros gritos vindos do auditório lotado por participantes da XV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, a oradora interrompeu a discurseira com expressão confusa. Demorou cinco segundos para captar a cobrança formulada aos berros: centenas de prefeitos exigiam que revelasse, sem rodeios nem evasivas, qual é a posição do governo sobre a distribuição dos royalties do petróleo.
Augusto
Vera Scheidemann
-16/05/2012 às 12:13
De pleno acordo, Ricardo. Não se esperam
certas atitudes de determinadas
autoridades. Seu comentário é perfeito.
Um abraço.
Vera
Obrigado, cara Vera. Você, sempre delicada e gentil em seus comentários.
Um abraço
Rui
-16/05/2012 às 11:07
Desculpe a falta do circunflexo em voces o correto é vocês !
nei Brasil
-16/05/2012 às 9:14
Isso falta de educação e respeito, a Presidenta, embora não votei nela, é….Nossa Presidenta! E o cargo vai além, e muito da pessoa!
Excelente artigo, educativo! num blog hedonista como este.
P.S. Fora PT!
Caro Nei, este não é um blog hedonista. Até que não seria má ideia fazer um… Mas este não é. 95% dos posts são sobre política, economia, políticas públicas e assuntos internacionais.
Peço que você navegue pela barra superior do blog, onde estão as seções “Política & Cia”, “Vasto Mundo”, “Bytes de Memória” etc etc e constate você mesmo o que estou dizendo.
Um grande abraço.
Rui
-16/05/2012 às 9:14
Para iniciar a Presidente NÃO pode tratar os prefeitos de “voces” o tratamento protocolar correto seria “senhores”,mas ela é mal educada mesmo.Em segundo lugar aquela cena dela de dedo em riste falando com o Sr Paulo Ziulkoski foi degradante.Ele deveria tê-la mandado baixar o dedo imediatamente ou então dar-lhe as costas e se retirar!
Mari Labbate *44 Milhões*
-16/05/2012 às 9:02
Na Política também: APLAUSO = concordância e VAIA = discordância, porque são livres expressões humanas. Sinal de desrespeito é o comportamento inadequado dessas “autoridades”. Conclusão: devemos respeitar-nos MUTUAMENTE. Querido Setti: o que distingue os cidadãos das “autoridades”? NADA, visto que somos filhos do mesmo Criador e ELEITORES. Podemos cobrar decência dos políticos, portanto. Em sua concepção, ocorre a transformação dos governantes em deuses. Realmente o Brasil necessita passar por uma profunda reforma: a descentralização dos recursos públicos é uma delas. Com relação aos royalties do petróleo, Jesus Cristo distribui os recursos materiais de acordo com a Evolução Espiritual dos lugares. Prova: quem paga as contas, em caso de desastre ambiental? Logo o pagador é o dono da riqueza, que possui altos riscos. Lógica: usufruir de um bem, sem nada contribuir? É inaceitável, no Universo, esse tipo de relação caracterizada por parasitismo. CORAGEM: brindada (em oposição a blindada) por efusivas vaias, a Dona Dilma Ha-Vana, que apoiando a Comissão da Verdade, em nome de uma mofada ideologia, e negando-se a acudir os enclausurados irmãos-cubanos, recebe o CARTÃO-VERMELHO de governistas-municipais = MINHA FELICIDADE-SUPREMA! Sabia que não ia dar certo, desde o Plebiscito-Crístico de 31/10/2010 = 04/04 = 44 MILHÕES = 8 = EXECUÇÃO = PROGRESSO! Com certeza, golpes-eleitorais não vingam. Significa que todo esbravejamento do presidente-em-exercício, Luiz da Silva, que até desafiou o Arcanjo-Maior do Planeta Terra, utilizando a Máquina Pública nas Eleições, redundou em NADA, pois um dia a VERDADE SURGE, GLORIOSAMENTE! Agora, nem UTI do Hospital Sírio-Libanês resolverá o Imbroglio-Político criado: comprovou-se que a “forte-madame” não resiste a contrariedades. Bela administradora de Nação… Amado irmão: você poderia ensinar-lhe Democracia. Parabéns pelo respeito, carinho e devotamento oferecidos a nós, seus fiéis-leitores! Grazie tante.
Tuco
-16/05/2012 às 7:22
.
Estou certo que a vaia poderia ser recíproca:
os vaiadores também engrossam a canalha.
O Grande RSetti, sempre polido, bem quer
resguardar a “instituição” – no entanto, por
conta das tranqueiras que ocupam a cadeira
presidencial, nos últimos dez anos, tal
presidência tornou-se uma latrina infecta.
Ademais, merece sim, Dilma, vaias. Se houve
um excesso pontual, por certo o conjunto da
obra careceria de ovos e tomates.
.
p faustini
-16/05/2012 às 7:15
Naõ podemos esquecer que vivemos em plena era da mediocridade, implantada exatamente pelo lullo petismo.
Stanley Pontatlantica
-16/05/2012 às 4:53
Sou capaz de anunciar total apoio e aplauso pela atitude firme da Presidente Dilma Rousseff naquele ato, no mínimo, de falta de educação dos prefeitos e políticos profissionais sindicalizados presentes. Vou mais além e afirmo que passo a chamá-la carinhosamente e de maneira espontânea Primeira Presidenta do Brasil (se ela assim achar melhor), embora não decline de meu instinto oposicionista de artista, no dia que ela colocar a madre superiora dos buritis de São Luis no seu devido lugar, resgatando a presidência do convento enclausurado e censurado do Brasil aos melhores representantes da nação brasileira (com hábitos saudáveis e honestos de preservar a palavra e seus significados), provando assim que não é preciso seguir a cartilha do que se espera, nem fazer o jogo do inimigo esticando a corda de maneira violenta. Sempre será melhor usar a inteligência e unir o povo brasileiro, que sabe proteger suas fronteiras (inclusive intelectuais), sem perder a simpatia, jamais!
Stanley Pontatlantica
-16/05/2012 às 4:44
Foi um “direito” ao ponto, Setti!
Acho que a bronca pública no presidente daquela tal associação que resolveu encostar o governo na parede em seu discurso foi merecida (inclusive acompanhada do dedo em riste e o visível constrangimento do pífio sindicalista que eu nem sei o nome mostrou que não era hora e muito menos lugar para demonstrações pré adolescentes de rebeldia de opinião, só faltando as palavras de ordem clichês, tão mofadas quanto celulares com sabor e cor de morango. “Nada importante, gente moderna” É preciso atitude como essa para resgatar a política para a cidadania e o estado de direito, senão nunca saberemos quem indicar como nosso líder, se algum dia um alienígena extraterrestre nos perguntar.
ze do matogrosso
-16/05/2012 às 0:33
..tudo bem caro setti…no meu entender, as vaias não foram dirigidas a D.Dilma, presidenta da república…foi, acho que sim, ao conjunto da obra, agrupados na casa do espanto, mais conhecida como congresso. Como os prefeitos, é que dão a cara a tapa, no dia a dia, manisfetaram a cobrança do dia a dia. A primeira cobrança é nos vereadores, prefeitos, deputas. estaduais, federais, senadores, governadores, desembocando na presidenta. è o princípio federativo…Tal qual o soi…do vereador a presidente, somos nós que os elegemos…Me parece que são votos “hienas”…Comendo fezes e rindo.. PS… o molusco levou uma vaia, mais estridente, e saiu pela porta dos fundos. Ao menos a D.Dilma “peitou”, não saiu pela lateral…Temos que considerar esta atitude…
Corinthians
-16/05/2012 às 0:10
Setti,
Mais uma vez, concordo discordando. Os prefeitos não podem vaiar não por que têm um mandato popular – da maioria – mas sim por serem representantes, mesmo qeu a contragosto, de todos, incluindo a minoria.
Servidor público representa a todos, e não só a maioria.
A democracia é para todos, e não só para a maioria.
Wagner
-15/05/2012 às 22:42
Gostei foi da resposta que Ela deu! Firme como os milhares de votos que recebeu! E depois o dedo em riste na cara do presidente da tal associação. Mulher de pulso, firme, me orgulho Dela. Quanto aos prefeitos, bem, prefeitos são prefeitos…
Geneuronios
-15/05/2012 às 22:14
Ah sim, e a dillma foi muito gentil e amável na maneira como ela disse que fizessem a cobrança daqui para a frente. Sem falar no dedo em riste para o cidadão que estava conversando com ela. Uma presidenta muito educada …
Joao Couto
-15/05/2012 às 21:32
Você ofende grosseira e cafajestemente sem saber de quem e do que está falando. Suma daqui, por favor.
Alexandre
-15/05/2012 às 21:23
Concordo em gênero, número e grau, ainda que antipatize com a presidente. Isso é sinal do evidente e lamentável rabaixamento institucional que enfrentamos, muito estimulado, aliás, pelo antecessor da nossa amiga… A falta de respeito à figura presidencial – e aos políticos, de modo geral – é sintoma desses tempos bicudos.
Ronaldo
-15/05/2012 às 20:35
Ué!? O aplauso pode, a vaia não!?
Acho que prefeito, deputado, senador vaiar um presidente é falta de civilidade. Opinião minha, pessoal, você nem ninguém precisa concordar, caro Ronaldo.
Abração
jose
-15/05/2012 às 20:32
Imagine, caro Setti, o que poderia acontecer com alguém que defendesse a diminuição dos cargos em comissão, o fim das licitações de um só vencedor, o controle das câmaras de vereadores sabujas e um teste mínimo de conhecimentos tanto gerais, como da língua pátria e de administração para quem deseja ser candidato a um cargo eletivo municipal?
marcos henrich
-15/05/2012 às 20:21
Meu caro Setti, vaias são sempre purificadoras…fazem lembrar ao governante de que é simples mortal, que o poder é transitório, que tudo passa, e o ego só pode inflar até o ponto em que não se torne megalomania. Lembre-se do antecessor de Dilma, com aquela propensão a César, de querer ensinar a Deus como se governa. Vaias são ótimas…to até imaginando o povo no Itaquerão vaiando a digníssima na abertura da Copa, por toda a lambança que permitiu aos seus nos preparativos da competição..
Sou totalmente a favor da vaia, manifestação saudável e democrática. Mas prefeito vaiar presidente? Vaia é para o povo, não para autoridade…
Abração
ari alves
-15/05/2012 às 18:25
Para mim, presidente proveniente do comuno-lulo-petismo pode, sim, ser vaiada.
Ah, que saudades do Médici. Aquilo sim é que era presidente. Ele, sim, sabia tratar comunista.
selminha
-15/05/2012 às 18:15
Concordo com você, Setti. Só acho que, se Dilma fosse uma pessoa mais simpática, menos arrogante e destemperada – sabemos como ela trata seus subordinados – os outros teriam mais respeito por ela. Mas creio que se ela não aprendeu isto até agora… Parece que a cara braba da presidente já não está mais assustando.