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27/06/2011

às 16:59 \ Política & Cia

Senador Randolfe (PSOL-AP), tenha juízo, e não minhoca na cabeça!

Aos 39 anos o integrante mais jovem do Senado, o senador de primeiro mandato Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) ainda precisa mostrar a que veio.

A julgar pelo projeto estapafúrdio, próximo do ridículo, que apresentou à Lei de Diretrizes Orçamentárias do ano que vem, o jovem senador tem minhoca na cabeça: quer acabar com o superávit primário — ou seja, com os recursos que o governo acumula, apertando o cinto nos gastos, para pagar os juros da dívida pública.

Se supostamente acabasse o superávit primário, teoricamente haveria centenas de bilhões de reais para obras públicas. O pequeno problema que o projeto envolve é que, se isso ocorresse, o país e todos os bancos quebrariam imediatamente, centenas de milhares de brasileiros levariam um monumental calote, os investidores estrangeiros sairiam correndo, haveria desemprego em massa e a paralisação da economia e o Brasil levaria uns 10 anos, ou mais, para voltar aos patamares de hoje.

Para ser senador, é preciso ter uma série de condições. Uma delas é juízo.

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99 Comentários

  1. ROMULO MORAES

    -

    23/08/2011 às 15:16

    Senhor ricardo afinal de contas para quem os senadores trabalham? para o povo brasileiro ou para os banqueiros e ivestidores estrangeiros?voce nao entende nada do proposito da politica de esquerda.
    Voce é um bitolado repetidor de ideia de direita.

  2. Leontina Sampaio

    -

    08/07/2011 às 11:10

    Seu blog tem regras de civilidade? Tem certeza? Leia o artigo q fez e reveja seus conceitos sobre civilidade…

    Crítica dura não é ausência de civilidade, Leontina. Tanto é que o próprio senador reagiu com espírito esportivo. E o blog é tão pouco discriminatório que, em seguida, publicou artigo dele defendendo suas ideias. Será que você leu antes de me criticar?
    Abraços cordiais.

  3. Leontina Sampaio

    -

    07/07/2011 às 18:24

  4. Ricardo Vieira

    -

    06/07/2011 às 10:44

    É esse dinheiro q falta em educação,saude,habitação etcc.levado por esses sugadores.Auditoria da dívida brasileira já.Estou cm vc Senador Randolfe

  5. Marcos Mendes

    -

    03/07/2011 às 2:35

    Setti e demais, não sei se fico triste ou decepcionado com a falta de informação ou grande ignorância (sentido de ignorar) nos comentários sobre o fim do Superávit Primário proposto pelo Senador Randolfe do PSOL ! Primeiramente quero destacar a discriminação com a juventude, ou seja, o fato dele ser o Senador mais jovem do Congresso o coloca como sem juízo ou com minhocas na cabeça, talvez essa seja a maior das ignorâncias. Outra coisa é a importância de apresentar para todos o que é Superávit Primário: Receitas – Despesas, como as receitas são fixas (arrecadação de impostos) para aumentar o Superávit tem que diminuir despesas, essa diminuição representa corte nos investimentos públicos, que em grande medida representa corte de investimento na área social, por isso o Senador Randolfe, de forma muito responsável, propôs o fim do Superávit Primário. Essa deve ser a função de um representante da sociedade civil que vota e confia o seu voto aos atores constitucionais que, em qualquer hipótese, deve representar os anseios de toda a população.
    Outra coisa que não vi discussão nos comentários foi a afirmação do senador Randolfe: “Mas a maior ilegalidade da dívida é o descumprimento do Art. 26 das Disposições Transitórias da Constituição de 1988, que prevê a Auditoria da Dívida, jamais realizada, e que poderia apurar a fundo todos estes fatos, mostrando que dívida é essa, como cresceu absurdamente, e se realmente devemos ou não”. Primeiramente gostaria de desfazer um mito na cabeça das pessoas que replicam de forma inconseqüente e purista, que o governo pagou a dívida externa.
    Quando FHC assumiu em Jan/1995, a dívida interna era de R$ 62 Bilhões e quando deixou o governo em Dez/2002 esta alcançava R$ 687 Bilhões. A dívida externa era de US$ 143 Bilhões em Jan/1995 e US$ 211 Bilhões quando terminou seu mandato em Dez/2002. Durante os 8 anos de FHC foram pagos R$ 2,079 Trilhões a título de juros, amortizações e rolagem da dívida (Auditoria Cidadã da Dívida – 2010). Isso tudo, apesar das Privatizações de nossas estatais estratégicas e lucrativas!
    Lula assumiu o governo em Jan/2003. A dívida interna estava em R$ 687 Bilhões e a externa em US$ 211 Bilhões. Ao final de seu mandato, a interna alcançava R$ 2 TRILHÕES, 241 Bilhões e a externa US$ 357 Bilhões. Durante seus oito anos de mandato, Lula pagou R$ 4,763 Trilhões a título de juros, amortizações e rolagem da dívida (Auditoria Cidadã da Dívida – 2010). E as Privatizações continuaram, especialmente por meio dos leilões das jazidas de petróleo.
    Como vê, Lula pagou muito mais que FHC e deu um golpe de mestre ao quitar a parcela com o FMI de US$ 15,5 Bilhões, o que lhe rendeu enormes frutos políticos e confundiu a cabeça dos brasileiros que pensam que a dívida brasileira teria sido paga, embora quase a metade do orçamento federal (44,93%), cerca de R$ 635 Bilhões, esteja sendo destinado ao pagamento de juros, amortizações e rolagem da dívida enquanto se investe 2,89% em Educação, 3,91% em Saúde, 0,6% em Segurança Pública, 0,04% em Saneamento, 0,00% em Habitação, 0,06% em Cultura, 0,38% em Ciência e Tecnologia, 0,16% em Organização Agrária, entre outras (Auditoria Cidadã da Dívida – 2010). Os orçamentos dos estados também se encontram estrangulados com o pagamento da dívida pública.
    É para isso que se faz Superávit Primário: pagar uma dívida que não mais existe porque já foi paga. Essa é a luta dos parlamentares do PSOL, destaque para o Deputado Federal Ivan Valente (PSOL – SP), que criou a CPI da Dívida na Câmara dos Deputados em Dez/2008 a qual foi instalada em Ago/2009 e concluída em 11 de maio de 2010, que apesar de grandes dificuldades e negação de documentos necessários, houve identificação de graves indícios de ilegalidade da dívida pública, entre elas a elevação dos juros de 5% para 21%, em 1979, de forma unilateral pelos bancos privados internacionais credores que controlavam as taxas Libor e Prime. Nesse sentido necessitamos de ampla participação da sociedade civil para exigir a completa investigação da dívida pública e a auditoria prevista na Constituição Federal. Essa Auditoria Cidadã da dívida ficou engavetada nos 8 anos do governo Lula e continua sendo engavetada no governo de Dilma, e sabe por que? Porque os credores [Bancos Nacionais e estrangeiros – 55%; Fundos de Investimentos – 21%; Empresas Não Financeiras – 8% e Fundos de Pensão – 16% (Banco Central - 2010)] são os mesmos que contratam a consultoria de Palocci para fazer articulação espúria bancada com o nosso dinheiro no governo e que financiam as campanhas milionárias do PT, PMDB, PSDB, DEM, PCdoB, PSB, PP, PL…
    Enquanto isso temos um país com 40,4 Milhões de Pobres (IETS – 2009); 9,6 Milhões de Famintos (IETS – 2009); 20,3% da população brasileira com mais de 15 anos Analfabetos Funcionais (PNAD – 2009) e uma Taxa de Desemprego na ordem de 14,2% nas Regiões Metropolitanas (DIEESE – 2009).
    O Equador em 2009, através de Decreto, deu uma lição de cidadania com a proposta da criação da Comissão de Auditoria Oficial, com a participação ativa da Mineira Maria Lúcia Fattorelli, Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida Pública Brasileira, com a Proposta Soberana de reconhecimento de no máximo 30% da dívida externa representada pelos Bônus 2012 e 2030. Diante das irrefutáveis provas 95% dos credores aceitaram a proposta equatoriana, o que significou anulação de 70% dessa dívida com os bancos privados internacionais, o que representou uma economia de US$ 7,7 Bilhões nos próximos 20 anos em um país que tem US$ 14,5 Bilhões de Orçamento Anual e PIB de US$ 57 Bilhões. Com isso quadruplicou o investimento em Educação e Saúde, além de investimentos em todas as áreas a ponto de construir estradas de concreto ao invés de asfalto. Recentemente Maria Lúcia Fattorelli foi homenageada no Equador pelo presidente Rafael Correa e quando chegou ao Brasil foi perseguida pelo governo a ponto de pedir aposentadoria antecipada, com perdas de direitos trabalhistas, para se dedicar exclusivamente à auditoria Cidadã da dívida Pública Brasileira.
    Maria Lúcia Fattorelli é Auditora Fiscal da Receita Federal e Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida pela Campanha Jubileu Sul. É graduada em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais e em Ciências Sociais pela Faculdade de Ciências Contábeis Machado Sobrinho, em Juiz de Fora. É especialista em Administração Tributária pela Fundação Getúlio Vargas e organizadora do livro “Auditoria da Dívida: Uma Questão de Soberania” (Rio de Janeiro: Contraponto, 2003).

  6. Fabiano Villardo

    -

    02/07/2011 às 19:50

    Meu caro colunista, pobre tem conta corrente e poupança em banco? Fala sério! Quantos bancos quebraram com superávit primário e tudo? E sabemos que, quando isso acontece, com aqueles bancos tupiniquins, graças aos rombos contábeis, quem paga somos NÓS. Alguém acha que os investidores vão embora, assim, se o superávit acabar? Vão pra onde? Pra Europa? Para os EUA?

  7. Fabiano Villardo

    -

    02/07/2011 às 19:42

    Ou muitos dos que criticam a proposta do senador Randolfe, certamente não têm a mínima idéia do que seja superávir primário, ou são aqueles que confiam nos serviços do SUS, colocam seus filhos em colégio público, andam de ónibus e trens lotados e não reclamam do salário e das estradas esburacadas.

  8. Ailton

    -

    02/07/2011 às 17:05

    Ricardo,
    Essa nova foto (aquela que está no glossário ao lado) traz uma sujestividade cavernosa, só faltou mesmo um bigodinho reto e alinhado ao sépto do nariz, Bigode de 1,0 cm de largura por 1,5 cm de altura.

    Quanta semelhança!!!

  9. Ailton

    -

    02/07/2011 às 11:59

    Corinthians

    Brasil reconheceu a China como livre comércio por pura conveniencia,não foi por uma cadeira no conselho de segurança da ONU, disseram isso para não melindrar o combalido EUA.
    China é a maior parceira comercial do Brasil na atualidade, importam U$36,bi e nos, importamos U$22,0. Os Estados Unidos vem em quarto, com apenas U$18,0bi e um comércio favorável a eles.

    Lembro que antes de 2002, Brasil fazia comércio quase exclusivamente com os Estados Unidos, eramos timidos, acanhados, envergonhados e modesto, chegavamos no meio das feras do G-7, tal qual o presonagem Jeca Tatú(M.Lobato) cheio de “sim senhor patrãozinhos, chepéu na mão, a chamar os outro países de “INHÔ”.
    Hoje falamos grosso, fazemos pisos de salões trepidar por onde passamos, em qualque lugar do mundo, falamos grosso pode ser NAVA YORQUE, TÓQUIO, PARIS OU BERLIN, a voz é grossa e imposta ou melhor, cheia de imposições, diferente da decada de noventa, quando Brasil do PSDB falava grosso apenas com o EQUADOR e fino, baixo e trêmulo na Europa e Asia.
    Que passado triste! Aqueles.
    Fizemos uma segunda abertura dos portos, (tal qual D.JoãoVI no sec. XVIII).

  10. Ailton

    -

    02/07/2011 às 11:31

    Senador Randolfe,

    Ontem imprensa informou que as nossas reservas cresceram, sairam de U$280,0 para U$337,8 bilhões nesses seis meses de 2011.
    Recebemos um calote de U$200,0 bi dos EUA más tudo bem, no passado a Arena/PMDB/PRN e agora o PSDB também fizeram isso com eles(U$650,0bi por 30 anos), chumbo trocado não dói.
    Dividas dos EUA eram para ser quitadas em Dezembro/2010, não foram até o momento.
    Divida externa do Brasil é vencível em 2025, segundo BC, Brasil pagou U$90bi nesses seis meses e valor caiu para U$190,0 bi. Brasil adiantou o pagamento para receber descontos divida vencia em 2020.

    Basil deve U$190,0bi(Divida externa a vencer)
    Reservas estão em U$337,8bi.
    Ainda temos a receber U$200,00bi.(não se sabe se EUA vão pedir moratória ou não, existe uma desconfiança, por isso os ‘riscos EUA’ são de 198pp e ‘Risco Brasil’ e de apenas 42pp.(era2700pp em 1999)

    Triste quadro do Brasil hoje, não Senador? (risos)

  11. Diocleciano

    -

    01/07/2011 às 14:47

    O Senador Randolfe já é merecedor de minha admiração por ter conseguido,com pouquíssimo tempo de televisão, uma vaga no Senado pelo Amapá. Que é mais um feudo do Sarney.
    E ainda foi o mais votado do estado. Isso é quase um milagre.
    Parabéns, Randolfe.

  12. José Geraldo Coelho

    -

    01/07/2011 às 10:21

    Eu acho que o senador Randolphy já teve seu momento inglório de glória.
    Sem essa sujestão esdruxula ele continuaria sendo um ilustre desconhecido.
    Comentários a favor dele e do que ele representa devem ser interrompidos. Assim ele voltará ao seu lugar de origem: o ostracismo.

  13. Ailton

    -

    01/07/2011 às 9:45

    PSol ainda abriga a ex-senadora Heloísa Helena? Senadora das Alagoas foi flagrada a votar na permanencia ou melhor, senadora votou pela NÃO cassação do mandato do também Senador Luíz Estêvam, Senador é proprietário do grupo OK, construtora contratada para edificar o TRT-SP, ex-Senador foi processado como cumplíce do JUÍZ LALAU, no desvio milionário das obras do tribunal trabalhista de São Paulo(LALAU gastara R$480milhões) para construir um imóvel que consumiria apenas R$35,0 mi.).

    Pois é no julgamento da cassação, a Sr.{ Heloísa Helena, votou pela permanencia do dono da OK.

    Nome e opção de voto surgem na hora da quebra de sigilo do painel de plenário, quando ACM e Arruda violam o sigilo do painel e joga lista dos votantes na imprensa, lá tinha os nomes de quem votou contra e a favar da cassação, Helena votou pela permanencia do Estêvem segundo ACM/Arruda.

    PSOL É ESQUERDA, pero non mucho!!.

    Nota: Menciono nomes, porque todos fatos são de conhecimento público, e tiveram processos movidos pelo TCU e MP, processos são contra o grupo OK e Juíz Lalau, já foram julgados, réus já contam com as suas devidas condenações, processos são de dominio público da imprensa e outros orgãos.
    Quando a ex-senadora HELOÍSA helena, OS fatos foram de dominio público e amplamente notíciado pela imprensa nacional, seu nome não é envolvido e não é ligado em nenhum momento aos escandalos do TRT-SP, aparece apenas, por não aceitar a cassação do ex-senador.
    Que fique claro a todos.

  14. Marco

    -

    30/06/2011 às 17:41

    Amigo Setti: tbm fiz uma pesquisa sobre o Senador, ele se elegeu com pouco mais de 200 mil votos, faz aniversário no mesmo dia do Lula e nasceu na mesma cidade. Seu nome na verdade é Randolphy. Em oito anos terá um mandato com custo atual d quase 2 milhões por ano por senador. Vou acompanhá-lo para medir e avaliar o seu trabalho Custo X Benefício. Espero q a reciprocidade dele seja bem maior q a cobrada pelos bancos.
    Abs.

  15. Paulo Bento Bandarra

    -

    30/06/2011 às 17:28

    Veja que esta seria uma COMISSÃO DA VERDADE muito mais produtiva e interessaria a todos os brasileiros, e não a minoria da esquerda revanchista. Descobrir que Sarney, Collor, Itamar, FHC e Lula não auditaram as dívidas e pagaram apenas de bobinhos que são!
    .
    O Senador Randolfe poderia ira para Cuba ou Coréia do Norte mostrar esta sua fórmula de moto perpétuo sem dinheiro para tirar estes países do poço de desesperança em que se meteram.

  16. Marco

    -

    30/06/2011 às 13:47

    Amigo Setti: Fiz uma pequena pesquisa pela Internet, e não vi nenhum quadro pregado pelo Senador Randolfe. Alguns números q pesquisei:
    Aumento em 5,7 % em novas contas correntes em 2010.
    Melhorou o atendimento conveniente a correntistas nas operações:
    31% por caixa eletrônico
    23% por Internet Banking
    Houve apenas queda nas operações de cheque q hoje representa apenas 9 %
    O total das operações em conta corrente foram de 55,7 Bi em 2010. Com um aumento de Mobile Banking em 71,4 %, mas continua baixo representa apenas 3 %. Os bancos investiram nesse período em TI quase 15 Bi.
    Quadro dos funcionários em Bancos por diversidade:
    55 % Mulheres
    30 % Afro descendentes
    25 % Acima dos 40 anos.
    07 % Jovens aprendizes
    03 % Homoafetivos
    02 % Deficientes
    Rentabilidade Bancária:
    15,1 % da Receita de tarifas
    17,7 % Renogociação de Créditos Financeiros
    09,4 % Margem financeira

    Inadimplência somente de 5,8 %. A expansão do crédito em relação ao PIb foi de 47 %.

    Gostaria q se possível me confirma-se se são cobrados impostos de 22 % nas movimentações e operações. O alto spread bancário ajudou o Brasil na crise de 2008.

    Sinceramente não entendi o Senador da necessidade de diminuir esse Crescimento Econômico. Já q todos os investidores no mundo acham perigoso a compra de ações públicas de dívidas do tesouro q só piora a qualidade de vida. E orientam a todos investir em ações de empresas.
    Abs.

    Amigo Marco, sua pesquisa é muito interessante e é uma excelente contribuição para o blog.
    Quanto aos impostos cobrados, há vários tipos de impostos conforme o investimento. Não tenho todos os percentuais disponíveis no momento, mas, por exemplo, nos fundos DI e de renda fixa, quanto mais tempo o dinheiro permanece investido sem movimentação, menor será o imposto: começa com 22,5%, depois de 6 meses cai para 20%, depois para 17,5% e finalmente para 15%, quando decorridos 2 anos. Os fundos de ações têm tributação diferente. A previdência privada também, dependendo de você ter optado pelo sistema PGBL ou pelo VGBL. Outros investimentos se tributam de outras formas. A lista é longa.
    Abração

  17. Corinthians

    -

    29/06/2011 às 21:14

    Ailton – 29/06/2011 às 13:46
    Novamente distorcendo os fatos – Lulla pegou muitos empréstimos sim – só que foram com os bancos nacionais que nunca antes na historia deste país tiveram tanto lucro.
    Outra coisa – a fórmula usada pelo FMI para a Grécia é a mesma usada para o Brasil simplesmente por que, diferente das outras, funciona, e o melhor exemplo somos nós – do país herdado por Itamar/FHC após o impeachment de um grande aliado de Lulla, para quando foi entregue estável, os avanços são imensos. Pena que de lá pra cá tem mais propaganda e pouca ação…
    Por isso acho que vale reforçar – discordo muito do senador, mas pelo menos ele é coerente com as bandeiras de seu partido PSOL, o que já não podemos dizer do PT…

    Luciano Egidio Palagano – 29/06/2011 às 17:33
    Acho que você não entendeu a ironia. Anes de mais nada, a Veja tem meu e-mail, mas não preciso me identificar à você. Mas foi bom colocar isso, por que cai justamente no caso do disque-denúncia citado – é só alguém ligar lá, denunciar alguém falsamente e ela será protegida pelo anonimato…
    Quanto ao Senado, realmente não tive tempo de ler a entrevista que vcê recomendou, mas continuo a refutar sua lógica. Antes de mais nada por que vivemos na República Federativa do Brasil – pode não ser da maneira que você acha ideal, mas é definido desta maneira – com 27 unidades federativas. Meu conceito de democracia acho que está correto – por exemplo, não é por que não concordo com alguma coisa que vou considerá-la inválida – se quer mudar isso de acordo com o seu pensamento, que se usem as instituições democráticas para isso, no caso, a Câmara e o Senado.
    O Senado com todos os seus problemas nos representa mais do que a Câmara e seus puxadores de votos. Mesmo assim sou contra uma “democracia” regida a referendos como vimos na Venezuela, justamente por ser a maneira mais fácil de destruir a democracia, conforme exemplo.
    Seu ultimo comentário diz que o senador não quer o fim do superávit primário, portanto vou considerar que você está mal informado – o senador postou aqui um comentário explicando seu projeto e seus motivos, deixa claro que seu projeto prevê sim o fim do superávit primário – não é apenas que se cumpra a auditoria da dívida.
    Aliás, sei que já falei muito, mas vou colocar os pontos fracos dos motivos do senador:
    “Porém, os EUA e a União Européia não têm metas de superávit, mas praticam imensos déficits, e nem por isso seus bancos quebram, ou há crise.” – Não há crise ? E a Gr;ecia ? E o monte de banco que quebrou por lá ? Completo dizendo que justamente o estado teve de salvar os bancos para não dar calote na população, o que o fim do superávit primário por aqui geraria de imediato.
    “Lembremos que a principal justificativa do corte de R$50 bi no orçamento do governo federal neste ano, que atingiu centralmente as áreas sociais e estratégicas do País teve como objetivo o ajuste fiscal para cumprir as metas do superávit primário” – que eu saiba, o corte foi por que o governo gastou mais do que podia e agora tem que apertar os cintos – e o fez o que até qualquer pessoa faz, paga as dívidas e não compra mais nada. Aliás vale lembrar aqui que o real problema da dívida são os juros, definidos pelo próprio governo, que gastando muito, gera inflação que para ser contida precisa da elevação dos juros, que eleva a dívida… não é difícil saber onde deve ser a ação corretiva. Basta corrigir os gastos do governo, acabar com boa parte do funcionalismo público e os cabides de emprego que a inflação cai, os juros podem ser diminuídos, a dívida não cresce, é paga e pronto.

  18. Wellington Rodrigues

    -

    29/06/2011 às 20:31

    Caro Ricardo Setti,
    O dia que um capitalista sangue-suga não reagir ao tentarem tirar sua galinha dos ovos-de-ouro é porque não haverá mais nenhum! Já que você e seu sequito entendem muito bem de economia, poderiam nos explicar por que a economia global capitalista está em crise?
    Mas sem azedume! Ok?
    Abraços

    Eu e “meu séquito”? Quem serão? Os amigos da coluna? Você está chamando leitores de “séquito”?
    A economia global está em crise por uma série de razões, nenhuma delas pelo fato de os governos terem tungado centenas de milhões de correntistas de bancos e pequenos, médios e grandes investidores.
    Abraço

  19. Luciano Egidio Palagano

    -

    29/06/2011 às 17:33

    Olá Corinthians! Não vou entrar no mérito do Corinthians ser ou não um otimo time de futebol. Isso não esta em debate. Sobre vedação do anonimato deixo a própria Constituição da Republica Federativa do Brasil responder por mim:

    TÍTULO II – Dos Direitos e Garantias Fundamentais
    CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
    (…)
    IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

    Ou seja, o anonimato que a constituição veda não tem nada a ver com disque denúncia, mas sim com o fato de que quem quer exercer um direito também deve respeitar um dever. E o direito a livre manifestação de ideias e pensamentos esta vinculado a identificação de quem se manifesta, por que se não fosse assim poderiamos sair por aí dizendo qualquer coisa sem possibilidade de sanções quando necessárias.
    Sobre o Senado, o seu próprio argumento demonstra que você não leu a entrevista que recomendei, desta forma não há como debater com quem de cara não aceita sequer o debate. O Senado não representa o povo, nem mesmo oficialmente, ele representa os estados, acontece que os estados no Brasil não tem verdadeiro status de estados federados (diferente do que acontece nos EUA por exemplo), nosso país é centralizado (herança do Império, do período em que tinhamos um monarca como governante), desta forma o Senado representa “fantasmas” estados que na verdade não passam de provincias. Assim, ele não serve nada mais nada menos do que para manter uma oligárquia no poder há décadas, e até mesmo à séculos (vide familia Sarney e Magalhães). Dizer que tal instituição é democratica demonstra no minimo uma necessidade de aprofundamento sobre a História do Senado, e o sentido de democracia.
    Desta forma recomendo (amigavelmente) leia o artigo que recomendei, sobre o art. 26 do ADCT, a auditoria da divída ainda não aconteceu. E é exatamente isto que esta em discussão, a proposta do Randolfe é apenas que se cumpra o que esta previsto, que se faça esta auditoria que já deveria ter ocorrido a mais de 20 anos, para verificar as irregularidades. Por isso não posso responder que irregularidades foram encontradas, por que até agora elas nem sequer foram procuradas.
    Abraços!
    Luciano.
    Álias, tenhos vários amigos Corinthianos.

  20. mané brasileiro

    -

    29/06/2011 às 16:57

    Setti
    É um senador tal que,sem o qual,o mundo seria
    tal e qual.

  21. POROROCA

    -

    29/06/2011 às 15:41

    O PSOL moveu ação direta de inconstitucionalidade por omissão, contra o Congresso Nacional, motivada pela não instalação do Conselho Nacional de Comunicação, previsto na legislação pertinente. Para Randolfe o Conselho “é indispensável, necessário e democrático”. Para ele “não existe liberdade enquanto um meio de comunicação que detém monopólio ou oligopólio da comunicação calunia sem ser controlado”.
    Êpa! Calunia sem ser CONTROLADO. Isso o que ele quer é o que chamam de “controle social da mídia”. Nada mais é do que a censura exercida por meia dúzia de funcionários públicos, conforme existiu no período militar.
    CONTROLE + CENSURA = DITADURA.
    Para quê um Conselho, seja para controlar monopólio ou oligopólio? Nada justifica a sua criação, a não ser o ranço da esquerda nacional em querer controlar tudo, inclusive a imprensa.
    Para esse crime (calúnia), já existe previsão no Código Penal (Art. 138).
    Por outro lado, o senador defende a liberdade na “internet”. Não é uma incoerência?
    Esse nosso Amapá está mesmo fadado a carregar essas figuras como senadores. Temos um que foi cassado por compra de votos e voltará através da inaplicabilidade da Lei da Ficha Limpa; outro que foi eleito pelo estado e responde pelo Maranhão; e agora esse imaturo senador, mas passando do ponto em matéria de democracia.
    …………………………….
    Veja a matéria completa no seguinte endereço-http://alemdorelease.blogspot.com/

  22. Marcos Almeida Sousa

    -

    29/06/2011 às 15:04

    Temos que fazer uma auditoria da dívida pública brasileira já! Precisamos saber o que e quanto devemos. O Equador após auditoria da dívida teve anistia de 70%. Precisamos acabar com o bolsa banqueiro que consome 44,93% de nosso orçamente para atender as necessidade de nosso povo. Enquanto isso o Estado brasileiro gastou com a saúde, 3,91% e, com a educação, 2,89%. O governo tem que representar os interesses dos banqueiros ou do povo brasileiro?

  23. Maklandel Aquino Matos

    -

    29/06/2011 às 14:54

    Durante toda a história do Brasil as elites sempre olharam para fora e deram as costas para o povo brasileiro. A economia sempre foi pautada para atender ao mercado externo. O suor e o sangue do povo brasileiro sempre foi destinado a alimentar a cobiça de meia dúzia de banqueiros. O povo nunca deixou de ser escravo e nunca teve acesso a saúde, educação, segurança, terra e moradia. 44,93% do orçamento da União foram destinados aos banqueiros em 2010. E ao povo brasileiro? Quando o Estado brasileiro vai pagar a dívida com seu povo? São mais de 500 anos de escravidão. De acordo com os princípios democráticos o Estado tem que está a serviço da maioria e não de meia dúzia de banqueiros. Quem está satisfeito com esta situação é quem nunca passou necessidade e sempre teve acesso a todos os bens e serviços desta sociedade.

  24. Ailton

    -

    29/06/2011 às 13:49

    peço desconsiderar EXCESSÃO e Ler EXCEÇÃO!
    Um lapso de minha parte.

  25. Ailton

    -

    29/06/2011 às 13:46

    Neide Solimões-28/06/2011 às 23:27
    Você diz:
    “Todos os governos fizeram empréstimos”…Se olharmos direito, ou melhor, ser olharmos bem de peto, vamos observar que temos uma excessão para essa afirmação!
    COM O GOVERNO LULA, Brasil nunca tomou um centavo a quem quer que seja, SÓ EMPRESTAMOS.

  26. Ailton

    -

    29/06/2011 às 13:41

    Neide Solimões-28/06/2011 às 23:27
    Você diz:
    “Todos os governos fizeram empréstimos”…Se olhermnos direito, vamos observar que temos uma excessão!
    Temos um que, ao invés de tomar dinheiro a juros exórbitantes, de certo organismo, e para esses empréstimos virem, organismo exigia, fome e quebradeiras, destruição das indústrias e pouco investimentos em educação e saúde, não preciso falar que esse organismo era o FMI.
    e “pela primeira vez na história do país” somos nós, quem emprestamos dinheiro ao FMI, ou seja, ao sublevado e humilhado FMI.
    Brasil emprestou 14 bilhões para ajudar a Grécia em 2009, e como voce pode conferir, eles já estão outra vez em crise, parece até o Brasil da decada de noventa, quando PSDB fazia das falências e quebradeiras um rotina normal.

    Escrevi esse texo a ouvir o Jornal Hoje da Globo, eles falavam sobre crise Grega, ouvi o que exigia o FMI para emprestar U$60bi. E, engraçado como as exigências do FMI para Grécia receber o dinheiro, continuam as mesma usadas para o Brasil da decada de 90, decada da tragédia ou PSDB governo.

  27. Fabiano Villardo

    -

    29/06/2011 às 12:28

    Em primeiro lugar, pra ser senador, deputado, vereador, governador, etc, deveria ser necessário se ter honestidade e ética. O senador Randolfe está sendo coerente com os princípios defendidos em campanha. A sua proposta não é bem assim, como postou o colunista. O que o senador defende é, na verdade, uma auditoria da dívida, contraída, em sua maior parte, para financiar a roubalheira institucionalizada. Os bancos vão quebrar? Ora, que quebrem! O povão não vai nem sentir, pq já está quebrado há muito, sem saúde, sem educação, água tratada, saneamento, moradia e pagando o pato sem saber a razão. Isso não tem a ver com socialismo e, sim, com decência na política. Assim como a defesa do Estado mínimo, da economia superavitária feita com a redução das pensões das viúvas do INSS não tem a ver com o capitalismo e, sim, com ambição deslavada dos corruptos.

    Que quebrem os bancos? E os milhões de brasileiros, inclusive pobres, que são correntistas e têm lá suas poupanças?

  28. Corinthians

    -

    29/06/2011 às 12:28

    Luciano Egidio Palagano – 28/06/2011 às 20:54
    Corinthians é nome sim, do melhor time existente. A Constituição veda o anonimato ? Vamos fechar os disque-denúncias, a imprensa (que precisa manter o anonimato de suas fontes).
    Sinceramente ? Eu não tenho o menor interesse nem vou me identificar – o que tenho a ganhar com isso ? Tenho família para sustentar, e a patrulha é intensa o suficiente para fazer com que eu não queira me identificar – até por que não preciso.
    Ridículo é querer acabar com o Senado, que são os representantes de cada estado, e ainda querer comparar o Brasil – um país de tamanho continental e com 200 milhões de pessoas com países pequenos commenos de 1/4 disso.
    O Senado é democracia sim, pois lá estão nossos representantes.
    Quanto à mencionar o Artigo 26, que achei bem interessante, gostaria de saber o que foi apurado que cause a necessidade do fim do superávit fiscal.

  29. Elson de Melo

    -

    29/06/2011 às 11:59

    Colunista ou Banqueiro?
    Não se trata de um projeto estapafúrdio senhor colunista, e muito menos calote em banqueiros, o superávit primário e os juros sobre as nuvens, são creditados nas contas dos assalariados deste país. Sua matéria tentando desqualificar o jovem Senador é recheada de ódio e preconceito típico de quem não tem argumento para justificar a quem serve esses dois famigerados mecanismos financeiros que só gera mais miséria ao nosso povo. O superávit primário é um engodo, só serve para elevar os lucros dos banqueiros com a especulação financeira e impede o crescimento industrial da nação, portanto, é o próprio superávit que provoca o desemprego e a desgraça da população pobre. Nossa solidariedade ao Senador, estamos com você lucido brasileiro do Amapá.
    Elson de Melo

  30. Randolfe Rodrigues

    -

    29/06/2011 às 11:51

    Bom dia Ricardo, envio conforme combinado, artigo escrito por mim sobre o superávit primário. Agradeço mais uma vez a atenção e a possibilidade de diálogo.
    Dívida pública e Superávit primário: as minhocas do desenvolvimento brasileiro
    Randolfe Rodrigues Senador – PSOL/AP

    Em seu artigo na página da Revista Veja na internet, de 27/6/2011, o colunista Ricardo Setti alega que a minha emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2012, pleiteando o fim do superávit primário, seria um projeto “estapafúrdio, próximo do ridículo”, e ainda pede que eu “tenha juízo, e não minhoca na cabeça!”
    Porém, é preciso esclarecer que minha emenda foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, para ser apresentada à Comissão de Orçamento, ou seja, já é um projeto de toda a CCJ, e não só meu. Além do mais, para garantir o pagamento da questionável dívida pública e o cumprimento da meta de “superávit primário”, as pessoas morrem nas filas dos hospitais, se apertam em ônibus que mais parecem latas de sardinha, sofrem com a má qualidade do ensino público, esperam indefinidamente pela garantia do direito de acesso à terra, etc.
    Segundo o colunista, caso o superávit primário fosse extinto, “o país e todos os bancos quebrariam imediatamente, centenas de milhares de brasileiros levariam um monumental calote, os investidores estrangeiros sairiam correndo, haveria desemprego em massa e a paralisação da economia e o Brasil levaria uns 10 anos, ou mais, para voltar aos patamares de hoje.”
    Porém, os EUA e a União Européia não têm metas de superávit, mas praticam imensos déficits, e nem por isso seus bancos quebram, ou há crise. Na verdade, há uma grande crise global sim, mas causada pela irresponsabilidade dos próprios bancos, que tiveram de ser salvos pelo próprio Estado, à custa do povo, gerando, aí sim, uma imensa dívida pública, que está sendo paga à custa da grande retirada de direitos dos trabalhadores europeus.
    No Brasil, os bancos também são sustentados pelo Estado. A maior parte dos títulos da dívida interna (63%) se encontra não mão de bancos e grandes investidores, que assim ganham a maior taxa de juros do mundo. Outros 21% estão na mão dos chamados “Fundos de Investimento”, o que completa o percentual de 84% da dívida, principalmente na mão de grandes investidores.
    Apesar de muitos analistas argumentarem que tais “Fundos de Investimento” teriam como principais beneficiários os pequenos investidores, a recente CPI da Dívida na Câmara dos Deputados (proposta pelo Deputado Ivan Valente – PSOL/SP) desmascarou esta informação. Respondendo a requerimento oficial da CPI, que solicitava o perfil (tamanho) dos principais credores da dívida via tais Fundos e outras aplicações bancárias, o governo afirmou simplesmente que não dispunha desta informação.
    Interessante ressaltar que o próprio articulista diz que os brasileiros credores da dívida seriam “centenas de milhares”, ou seja, não chegam a um milhão, representando no máximo 0,5% da população.
    Na realidade, sabemos que são os grandes investidores os principais beneficiários da dívida pública que, conforme mostrou a CPI possuem diversos e graves indícios de ilegalidade, tais como juros sobre juros, falta de documentos e informações, a não-autorização do Senado em operações de dívida externa, e até mesmo a realização de reuniões entre o Banco Central e “analistas independentes” – que, na realidade são, em sua maioria, rentistas – para definir variáveis como inflação e juros, depois usadas pelo COPOM na definição da taxa Taxa Selic, que beneficia os próprios rentistas.
    Até mesmo o Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, criticou os superávits do governo, criticando as metas anteriores e futuras.
    Dessa maneira, a dívida e seus credores agem como verdadeiras minhocas na maçã, e vão fazendo tuneis no desenvolvimento brasileiro, acarretando o corte nos investimentos sociais e concentrando renda e riqueza na mão de poucos.
    Lembremos que a principal justificativa do corte de R$50 bi no orçamento do governo federal neste ano, que atingiu centralmente as áreas sociais e estratégicas do País teve como objetivo o ajuste fiscal para cumprir as metas do superávit primário que só nos quatro primeiros meses do ano alcançou em tempo recorde o valor de R$ 57,3 bilhões, o que equivale a 49% da meta para 2011. O objetivo para este ano foi fixado em termos nominais, em R$ 117,9 bilhões. Ou seja, enquanto cortava dos investimentos sociais o governo em um terço do ano, fez a metade da meta de pagamentos ao capital financeiro.
    Mas a maior ilegalidade da dívida é o descumprimento do Art. 26 das Disposições Transitórias da Constituição de 1988, que prevê a Auditoria da Dívida, jamais realizada, e que poderia apurar a fundo todos estes fatos, mostrando que dívida é essa, como cresceu absurdamente, e se realmente devemos ou não.
    A auditoria da dívida foi executada recentemente com grande sucesso pelo governo do Equador, que assim pôde provar a ilegalidade da dívida, e impor aos rentistas a anulação de 70% do débito com os bancos privados internacionais. Nem por isso houve crise ou desemprego, mas sim, um grande aumento dos gastos sociais.
    Auditar a dívida é conquistar a soberania do país frente ao setor financeiro, que no Brasil continua sugando a maior parcela do orçamento, em detrimento da garantia dos direitos sociais.

    Obrigado pela gentileza de mandar um texto para o blog, prezado senador.
    Vou ler com atenção e logo deve estar no ar.
    Abraços

  31. Gerson Medeiros

    -

    29/06/2011 às 11:06

    Somente os corajosos são capazes de enfrentar os poderosos que bricam com a miséria do Povo.
    Parabéns PSOL

  32. Paulo Bento Bandarra

    -

    29/06/2011 às 10:04

    É hilário ler um anônimo se queixando te ter sofrido “agressão do colunista”!

  33. POROROCA

    -

    29/06/2011 às 9:15

    O PSOL moveu ação direta de inconstitucionalidade por omissão, contra o Congresso Nacional, motivada pela não instalação do Conselho Nacional de Comunicação, previsto na legislação pertinente. Para Randolfe o Conselho “é indispensável, necessário e democrático”. Para ele “não existe liberdade enquanto um meio de comunicação que detém monopólio ou oligopólio da comunicação calunia sem ser controlado”.
    Êpa! Calunia sem ser CONTROLADO. Isso o que ele quer é o que chamam de “controle social da mídia”. Nada mais é do que a censura exercida por meia dúzia de funcionários públicos, conforme existiu no período militar.
    CONTROLE + CENSURA = DITADURA.
    Para quê um Conselho, seja para controlar monopólio ou oligopólio? Nada justifica a sua criação, a não ser o ranço da esquerda nacional em querer controlar tudo, inclusive a imprensa.
    Para esse crime (calúnia), já existe previsão no Código Penal (Art. 138).
    Por outro lado, o senador defende a liberdade na “internet”. Não é uma incoerência?
    Esse nosso Amapá está mesmo fadado a carregar essas figuras como senadores. Temos um que foi cassado por compra de votos e voltará através da inaplicabilidade da Lei da Ficha Limpa; outro que foi eleito pelo estado e responde pelo Maranhão; e agora esse imaturo senador, mas passando do ponto em matéria de democracia.

  34. josé carlos pereira

    -

    29/06/2011 às 1:44

    O PSOL é mais um partido socialista…Até chegar ao poder,aí como todos comunistas e socialistas…para o proletariado: PÃO MOFADO!
    Para a cúpula,amigos e puxa-sacos:CAVIAR!

  35. José Geraldo Coelho

    -

    28/06/2011 às 23:52

    O Senador vai ao limite do ridículo com sua proposta.
    E alguns comentaristas vão junto com ele quando te criticam por ter falado em bancos.
    Afinal o pais só ficou livre da quebradeira depois do PROER.
    Se é que algué ainda se lembra disso.

  36. Rosalvo Antonio

    -

    28/06/2011 às 23:43

    O Jóvem Senador está de parabens por enfrentar forças poderosas que sempre se deram bem com a miséria do povo. O agronegócio não interessa a grande maioria da população. O que o povo quer e precisa ser feito é uma reforma agrária séria com distribução de riqueza e reda, com acesso a tecnologia que venham da direção de um desenvolvimento que coloque a especie humana em primeiro lugar. A agiotágem financeira só interessa aos que defende esse Sistema Capitalista socialmente excludente e degradador das riquesas naturais… É findamental a auditoria da dívida pública estamos pagando com a precariedade dos serviços exceciais como a precarização de políticas públicas a exemplo da saúde e da educação. Nunca na história do senado tinha entrado um jovem disposto a enfretar as mazelas do nosso país…

  37. Neide Solimões

    -

    28/06/2011 às 23:27

    Todos os governos brasileiros fizeram empréstimos que não foram utilizados para as políticas públicas. Muitos contratos de empréstimos sequer existem, pois não aconteceram mas estão sendo cobrados. Os jros brasileiros, maiores do mundo, fazem com que os empréstimos, verdadeiros ou falsos, dupliquem, tripliquem, quadrupliquem. E os governos gastam bilhões pagando juros da dívida e ela só cresce. A saída é a suspensão do paagamento, auditoria da dívida e fim do superávit primário, para que esse dinheiro seja utilizado para saúde, educação,segurança, preservação do meio ambiente e melhorias na vida dos trabalhadores brasileiros.

  38. Matheus Cajaíba

    -

    28/06/2011 às 22:08

    O cara é do PSOL, pô. Alguma surpresa?

  39. Carlos Roberto

    -

    28/06/2011 às 21:41

    Pelé falou na decada de 70 que o povo “não sabia” votar. Esta afirmação causou comoção de todos “Intelectuais” de plantão em nosso País.
    Perde tempo dissecando o que existe dentro da cabeça de um lunático obsessivo por ações políticas utópicas. A culpa é do povo que o elegeu e suas ações varre toda a nação. O Brasil ou qualque outro País que quer ser sério, deve referendar elementos como o “Senador Randolfe”.

  40. Luciano Egidio Palagano

    -

    28/06/2011 às 21:30

    Concordo contigo Isabela, a corrupção é um grande problema, um dos maiores. E ela esta conectada justamente a dívida pública, não sei se leu meu post abaixo, mas caso não tenha lido recomendo. Lá faço uma pequena amostragem de como tudo começa já no financiamento das campanhas. Para se aprofundar recomendo o acesso aos links que deixei no post, ali você vai poder entender como a Dívida pública esta conectada ao financiamento das campanhas que é raiz direta de fomento da corrupção política em nosso país.
    Abraços!

  41. Antonio Carlos

    -

    28/06/2011 às 21:25

    Prezado Setti
    Esse pessoal que se diz progressista são especialistas em idéias mirabolantes, principalmente em períodos eleitorais. Quem saaaaabe (?) eles não têm alguma fórmula mágica, tirada dos alfarrábios do Mago Merlin, de quem eles são quase contemporâneos, para a solução da dívida pública, obviamente sem dar calote no pobre poupador, já tão aviltado pelos juros estratosféricos que o governo paga prá usar o nosso dinheiro. Bem, não percamos a fé. Vamos aguardar a resposta do nobre Senador. Um abraço.

  42. Luciano Egidio Palagano

    -

    28/06/2011 às 21:07

    Corrigindo meu último comentário: A França tem sim Senado ao contrário do que eu informei, são esses alguns exemplos de países democráticos cuja modelo é unicameral, ou seja sem Senado: países da Escandinávia, Suécia, Noruega, Áustria. Para maiores informações o recomendo a entrevista feita com o Jurista Dalmo Dallari no site Terra Magazine em 17 de Agosto de 2009.
    Abraços!

  43. Isabela

    -

    28/06/2011 às 21:00

    O que espanta ainda em varios comentários abaixo são os discrusos chavões das versões que ocuparam por anos a fio os discurso da esquerda deste país. Há 10 ou 15 anos atrás, até que dava para engolir, mas depois que esta tal esquerda assumiu o país, foi por terra todo este discurso. Que no Brasil os patrões e os ricos quem mandam, que o sistema finaceeiro é o grande vilão etc…etc..etc.
    Acontece que o próprio PSol partido que se mostrava contra tudo e todos nas campanhas para as ultimas eleições presidenciais, só ficaram no discurso. Este jovem senador se não me engano é o mesmo que liderou movimentos dos caras pintadas. O que me admira é ele hoje apresentar um projeto como este, que até pode ser bom, mas tem tanta coisa para ser vista com mais urgencia que o que ele apresenta como projeto chega a se bizarro por isso que levou este deboche ai. Não que concorde com o colunista 100%, mas o jovem senador deveria se preocupar mais com projetos que venha de fato vir a acabar com a corrupção escancarada que vivemos hoje. O país esta parado, o congresso não faz mais nada. E ainda este projeto enfrentará grandes resistencia dos governistas. Então depois que o PT e a esquerda assumiu este país, este dicurso do jovem senador esta falido e sem crédito. Este papo que patrão é o diabo e o trabalhador são os anjos, é pura demagogia, discurso idiota que já não cola mais.

  44. Luciano Egidio Palagano

    -

    28/06/2011 às 20:54

    Álias, a auditoria da Dívida não é uma proposta nova. Já no Art. 26 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) esta previsto a auditoria da Dívida Pública. O art. deu um prazo de um ano para que tal auditoria acontecesse, e até hoje isso não foi feito.
    Eis o que diz o artigo:
    Art. 26. No prazo de um ano a contar da promulgação da Constituição, o Congresso Nacional promoverá, através de Comissão mista, exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento externo brasileiro.

    § 1º – A Comissão terá a força legal de Comissão parlamentar de inquérito para os fins de requisição e convocação, e atuará com o auxílio do Tribunal de Contas da União.

    § 2º – Apurada irregularidade, o Congresso Nacional proporá ao Poder Executivo a declaração de nulidade do ato e encaminhará o processo ao Ministério Público Federal, que formalizará, no prazo de sessenta dias, a ação cabível. (ADCT).
    Logo o que o Senador esta solicitando não é nada mais do que o que já esta previsto em lei.
    Também gostaria de lembrar que Senado não é sinônimo de Democracia, assim como “Corinthians” não é nome (lembre-se: a Constituição permite a livre manifestação, mas veda o anonimato), exemplo do fato de que o Senado não é necessário para a Democracia é a França que é um país democrático e não tem Senado, já o Império Romano que não tinha nada de democrático tinha Senado, aliás o Senado é uma herança do Império tanto o romano, como o próprio Império do Brasil, que passavam longe de qualquer instituição democrática. Assim, não é contra-senso nenhum defender o fim do senado e ao mesmo tempo a democracia, muito pelo contrário, são bandeiras complementares.
    A bandeira do fim do Senado (esta instituição arcaica que herdamos do Império) já era levantada pelos movimentos em prol da democracia nos anos 80, ou seja também não é novidade!
    Abraços!

  45. Eduardo

    -

    28/06/2011 às 20:53

    Por que essa turma que apoia o jovem senador não vai buscar apoio entre eles? Tem tanta gente por aí, tanto blog, tanta gente que pode dar-lhes guarida. Um grupelho apoia o Senador, mas quando perguntados como sair do imbróglio saem pela tangente. Vou aguardar, quem sabe o próprio senador conte ao leitor como é que ele pretende resolver a questão. Espaço aqui foi-lhe dado.

  46. Corinthians

    -

    28/06/2011 às 20:34

    Bom vamos lá. Acho que viciei nessa coisa de lógica, e não faz nem um ano que venho com freqüência à coluna de Setti.
    Senhores esquerdistas, que aparentam conhecer profundamente a história e a economia, poderiam me informar, com dados, como o cancelamento do superávit primário pode melhorar a vida da população ?
    Por que me desculpem, eu trabalho e o que consigo guardar vai para a poupança e para uma previdência privada (já que não faço parte da burguesia que são os funcionários públicos que tem vantagens absurdas de aposentadoria). Não guardo o dinheiro embaixo do colchão, ele está lá no banco – dinheiro este que para render o banco emprestou para outros cobrando juros, entre estes o governo.
    Vamos imaginar que o governo não pague o banco. Provavelmente, em efeito cascata, outros deixarão de pagar e outros mais não irão mais guardar suas poupanças no banco, nem investir neste, desconfiando de mais calote. O banco então quebra. Quebrado o banco não pode me dar o dinheiro que estava guardado lá – afinal, o dinheiro fora emprestado para o governo, o mesmo que deu o calote.

    Não tem como isso poderia me beneficiar.
    Aliás seguem outras perguntas – qual o modelo econômico a ser adotado ? Existem exemplos deste modelo ? Onde foi utilizado ?

    E por fim, vi que citaram a senadora Heloísa Helena, acho que vale a pena lembrar que a senadora, mesmo após ter perdido o mandato, usou sua cota de passagens para beneficiar o filho…

    Agora acho que o post vai pegar fogo :p

  47. Benedito Ricardo João Jeronimo Filho

    -

    28/06/2011 às 20:32

    Perdoe-me caro jornalista,mas necessitamos exatamente não só de propostas, para melhorarmos as condições a nível social, do povo brasileiro e tenho notado que o PSOL,está correto em várias questões, pois os banqueiros não sabem onde colocar o nosso dinheiro, o congresso nacional dobrou a quantidade de assessores e não notei nenhuma crítica sua feita a este respeito, como também o mesmo em relação ao aumento salarial dos deputados, contrários a este só foi o PSOL.Portanto, existe a polarização PT-PSDB e coligados.Quem resta para lutar contra estas medidas?Precisamos de responsabilidade para salvar o Brasil, pois a parte social está muito abandonada(Classes D e E) e o resultado atinge diretamente todas as classes.Responsabilidade…é muito sério.

  48. Enilton Rodrigues

    -

    28/06/2011 às 20:13

    Nosso País é um dos países mais ricos do mundo, classificado atualmente como a 8ª economia mundial. Apesar dessa fabulosa riqueza, ocupamos a 75ª posição no ranking do IDH mundial – Índice utilizado pela ONU, que mede a atenção de cada país aos Direitos Humanos. Somos também um dos países mais desiguais, pois em termos de distribuição da renda nacional, somos o 8º pior do mundo, segundo o Índice de Gini, perdendo apenas para a Guatemala e seis países africanos.
    Uma das principais razões para essa tremenda disparidade é o modelo econômico aplicado no país, que privilegia os gastos financeiros em detrimento dos investimentos sociais. Outro fator preponderante é o sistema tributário brasileiro que, ao invés de servir como veículo de distribuição de renda, tributando os mais ricos para que esses recursos cheguem aos cofres públicos e sejam canalizados para programas sociais e investimentos, onera mais pesadamente os mais pobres e alivia as grandes fortunas, atividades financeiras, tornando-se altamente regressivo e concentrador de renda.
    O resultado desse modelo é uma gigantesca dívida social que se expressa em números contundentes: são 14,2 milhões de analfabetos, ou 10% da população brasileira com mais de 15 anos ; 14,2 milhões de desempregados ; um déficit habitacional de 8 milhões de moradias, além de 11,2 milhões de domicílios inadequados ; 46,2 milhões de pobres e 10,7 milhões de famintos . Recentemente, foi divulgada outra pesquisa denunciando que mais da metade dos brasileiros sequer tem acesso a saneamento básico.
    Somam-se a essa imensa dívida social as enormes carências na área da saúde pública, com as constantes filas nos hospitais, insuficiência de médicos e demais profissionais de saúde, salários baixos, falta de condições de trabalho e instalações inadequadas. Na área da educação, também convivemos com a má qualidade do ensino básico, salários irrisórios para professores, apesar da sobrecarga de trabalho, e a falta de vagas nas Universidades Públicas.
    Devido ao elevado montante de recursos destinados aos pagamentos da dívida financeira, o Brasil tem violado o disposto no art. 6º da Constituição Federal e também a Declaração Universal dos Direitos Humanos, pois grande parte da população não detém os direitos assegurados nos referidos dispositivos constitucionais. É contra todas essas mazelas que o PSOL via seu senador Randolfe Rodrigues apresentou esse projeto, pelo fim do superavit já!

    veja mais
    http://www.divida-auditoriacidada.org.br/

  49. Pedro Paulo Pimenta

    -

    28/06/2011 às 19:50

    A burguesia vive de sugar e surrupiar a mais valia e com esse estado burgues também usa os impostos dos trabalhadores brasileiros para se deliciarem nos banquetes fartos que a corrupção e o roubo do dinheiro publico propicia. Como disse Heloisa Helena em recente artigo publicado “só enriquece na politica quem é ladrão” e é exatamente contra essas familias brasileiras(burguesa) que vivem as custas da classe trabalhora que o PSOL apresentou esse projeto. Esse superavit primário é a forma mais descarda e covarde de roubar o dinheiro publico e canalizar para sustentar especuladores e toda essa máfia que vive de sugar o Estado. O PSOL estar de parabens, atreves do grande senador Randolfe Rodrigues apresentou este projeto paara atender as demandas histórica da classe trabalhora, como saude, educação, emprego etc, e que esse famigerado superavit primario consome. O pagamento desta mostruosa divida é um crime contra a humanida. Quando Lula assumiu em 2003 a divida estava em 600 bilhóes de reais, o Lula pagou ao ano 375 bilhoes, e hoje essa escandalora divida estar em 1,4 trlhão de reais. Isso tem que acabar e só com a classe trabalhora organizada e mobilizada conseguiremos. Por tanto parabéns ao PSOL representado pelo mandato do senador Randolfe Rodrigues.

  50. Paulo Pithan de Oliveira

    -

    28/06/2011 às 19:47

    Com as loucuras, vem a lucidez, vamos refletir!

  51. edson

    -

    28/06/2011 às 19:33

    Minha resposta à agressão do colunista foi cesurada, mas há outros meios.

  52. Anderson Mike

    -

    28/06/2011 às 18:04

    Parabéns Setti!
    Depois passa lá (nos bancos) para pegar sua participação nos lucros!!! Grana não vai faltar veja os lucros do BB,Itaú,Bradesco e os demais. A população vai bem obrigado! Pagando a conta da sangria desenfreada chamada superávit primário para a camarilha dos “agiotas internacionais e nacionais”. Depois quem tem minhoca é o Senador!!! Parabéns Senador !!! Chega de exploração e miséria.

    O que ganho é com meu trabalho, “Anderson Mike”. Beleza parabenizar o senador, muito bem. Agora me explique como é que ficam os MILHÕES de brasileiros que, via instituições financeiras, emprestaram dinheiro ao governo (cadernetas de poupança, fundos de investimento etc)? Calote em milhões de brasileiros, em velhinhos que guardam tudo o que têm na poupança? Isso é ser herói, contra o “neoliberalismo”?
    Me explique, você que é Nobel de Economia, como é que se resolve isso sem o superávit primário?

  53. patricia m.

    -

    28/06/2011 às 17:53

    Quanta ignorância nos comentários abaixo, eu nem sei porque você publica esse tipo de coisa. Esses que estão batendo palminhas ao Senador acham que são os bancos que emprestam dinheiro ao governo. Se esquecem de que, se eles têm um fundo de investimento em algum banco, são na verdade os credores do governo. A dívida INTERNA é infinitamente superior à dívida externa. Aliás, o governo petralha, com sua economia porca, está tomando dinheiro a juros altíssimos internamente para comprar dólares e formar o tal do fundo de estabilização. Dólares esses que não rendem nem 1% ao ano. Façam as contas. E não opinem se não conhecem o mínimo de como funcionam as coisas econômicas. E pensar que “um homem, um voto”. Ai ai ai.

  54. Tales Henrique Coelho

    -

    28/06/2011 às 17:44

    Nossa, rolou até um “você sabe com quem está falando?” ali embaixo.

    O que deveria ser condição para ser senador é questionar e discutir certas verdades absolutas, como esta do ‘superávit primário’, o deus intocável dos colonistas. Até parece que são os brasileiros que depositam dinheiro nas poupanças os grandes beneficiários destes modelos.

    O edson está certo.

  55. Corinthians

    -

    28/06/2011 às 17:09

    Setti,

    Acho que eles não vão explicar – não há explicação plausível. Aliás nota-se pelos comentários – a exemplo de VALDI – 28/06/2011 às 15:18 que diz “Parabens senador Randolf, enfim uma pessoa sensata numa casa que nem deveria existir, pois o senado é uma excrecencia política.” que não são a favor da democracia. Democracias possuem Senado, ditaduras não.

  56. Cláudio Heleno Machado

    -

    28/06/2011 às 17:04

    Lamento que muitos ainda não estejam dispostos a pelo menos respeitar análises e propostas diferentes das suas ou das em vigor. Vilipendiar, caluniar e ridicularizar pensamentos e propostas alheias é muito mais fácil do que admitir que alternativas possam ser consideradas. Temos vivido sob uma constante ameaça de que nada pode ser mudado porque os riscos seriam enormes e as catástrofes incalculáveis. Os que hoje estão no poder “mudaram” suas falas, propostas e atitudes porque senão, como dizem ter avaliado, jamais chegariam lá. E chegando lá, “nunca na história deste país”, deram conta tão bem do receituário liberal e corrupto que tanto “defenestravam”. Vergonhosamente, “esqueceram” tudo que haviam dito, escrito e feito (não é mesmo, Lula, Zé Dirceu, Zé Genoíno, Delúbio, Palocci, Ana Júlia Carepa, Ideli, Mercadante, Dilma e tantos… tantos outros?). É como se tivéssemos que aceitar que os anteriores estavam sempre certos em todos os seus atos, decisões e conduções sobre este nosso rico país e valoroso povo brasileiro. Não, enganam-se aqueles que com este pensamento desejam sufocar as alternativas que existem para podermos crescer e fazer justiça social e econômica. Enganam-se aqueles que pensam o mundo como imutável e o pensamento como vertente monolítica. As sociedades humanas são dinâmicas e talvez ainda estivéssemos vivendo em cavernas, coletando vegetais e correndo o risco de sermos devorados por feras, se assim não o fossem. Nenhum sistema econômico é perene tanto quanto nenhum esquema montado para assegurar privilégios e explorar o povo em sua boa vontade e em seus direitos. Insustentável é a atual situação em que nos encontramos. Aterradoras são as condições de que dispomos para enfrentar e superar as graves limitações para atingirmos algum desenvolvimento para o usufruto de nossa população. Precisamos sim de romper com a mesmice e com o descalabro aviltante a que nos submetem para assegurar governos corruptos mancomunados com o capital financeiro e especulativo que só gera concentração de riquezas e “democratização” da miséria. Quantos milhões de seres humanos ainda terão que serem sugados e morrer mundo afora para tomarmos atitudes de pelo menos criticar o que assistimos acontecer diariamente. É óbvio que a condução econômica de nosso país tem que ser completamente modificada. É impossível prosseguir como estamos, sob pena de provocarmos perdas cada vez mais irreparáveis. Podem nos criticar, mas saibam que existimos e que não desistimos de ousar pensar e propor uma sociedade governada por todos e para todos. Queremos uma sociedade que inclua também os que hoje chafurdam nas negociatas regulamentadas e propiciadas pelo Estado e se locupletam com a riqueza de nosso povo. Só que sem nenhum privilégio e sem a menor possibilidade de voltarem a praticar tais atos. Além de lutarmos pelo fim do superávit primário, podem ficar sabendo os que enganam que defenderemos outras lutas. E isso arrepiará ainda mais os seus cabelos. Mas não o faremos para provocar o topete de vocês, isso não tem a menor importância. Temos o direito de, democraticamente, encaminhar propostas para a sociedade brasileira. Parabéns, companheiro Randolfe Rodrigues, Senador pelo nosso PSOL do Amapá. Que ladrem os cães, mas a nossa caravana, apesar das enormes dificuldades que nos são impostas, continuará a passar e seremos vistos e seremos ouvidos e seremos eleitos pelo povo e poderemos discutir novas estruturas para a nossa sociedade. Viva a democracia que também ajudamos a florecer, viva a liberdade que carregamos no nome de nosso Partido e em nossas proposições, viva o socialismo que desejamos ser o pensamento crítico a fundamentar as atitudes em prol do interesse público e harmonia da vida humana!

  57. Marco

    -

    28/06/2011 às 17:00

    Amigo Setti: Depois dessas manifestações de apoio ao senador, mostra claramente o perfil d grande parte d seus eleitores.Um gosto, um sútil desprezo, uma parcela de medo d digressão e misantropia contra a modernidade.
    Abs.

  58. Dirlene marques

    -

    28/06/2011 às 17:00

    Senhor jornalista
    Durante 27 anos dei aulas de economia na UFMG e agora sou professora da Universidade Miltom Campos em BH. Sempre ensinei para os meus alunos que a economia tem varias vertentes de pensamento que representam as classes dentro da sociedade. Neste sentido, podemos discordar mas temos de respeitar as posiçoes diferentes. Sei que a veja representa o pensamento das elites economicas e politicas deste pais. Mas nem por isto um jornalista pode tratar posicoes que ele discorda, com tanto desrespeito No minimo, o senador Randolfh deveria ter um mesmo espaco nesta revista para defender suas posicoes.

  59. Luciano Egidio Palagano

    -

    28/06/2011 às 16:48

    Olá Ricardo! Gostaria de fazer um contraponto. Apresentar algumas considerações. Como nasce o juro da divida, são simplesmente de acordos eleitorais. Para mexer nisso, seria necessário também mexer na maneira de como se estrutura o processo eleitoral em nosso país. Hoje um empresário, banqueiro, ou fazendeiro, ou qualquer outro não importa a profissão simplesmente doa dinheiro ao candidato para que este faça sua campanha. Bom, é certo que empresário não faz doação, faz investimento, o mesmo se dando com banqueiros (vide o lobby que fizeram no inicio dos anos 90 para impedir o controle estatal sobre os juros da maneira como estava previsto na constituição), como eles não fazem doação, mas cim investimento eles vão querer o dinheiro de volta. É aí que esta o imbróglio, o Estado ao fazer suas licitações contrata empresas para cumprirem serviços a juros absurdos, as empresas recebem então títulos da divída pública e não sacam o total, mas ficam recebendo os juros que cada vez se acumulam mais e sugam cada vez mais o orçamento da nação. O que o PSOL vem defendendo não é o simples não pagamento, mas uma auditoria séria nesta divída para que o dinheiro que sai dos nossos impostos não seja sugado por este grande ralo do orçamento. Exemplo disso são as informações do site da auditoria cidadã, enfim não é calote, mas sim pagar apenas o que se deve. Pois hoje estamos pagando muito mais do que devemos, e grande parte desse dinheiro (que poderia ser utilizado na melhoria da saúde, da educação, da segurança, do desenvolvimento tecnológico e cientifíco e outros) vai para bancos que tem em sua maioria sedes no estrangeiro, ou seja não fica nem mesmo em nosso país. No intuito de colaborar com o debate deixo aqui dois links, que se possível gostaria que fossem publicados:
    http://razaoaconta-gotas.blogspot.com/search?updated-max=2011-06-06T19%3A46%3A00-03%3A00&max-results=7 este link é do meu blog pessoal (de uma reportagem que fiz sobre o tema) e http://www.divida-auditoriacidada.org.br/ e este outro é do site da auditoria cidadã.
    Abraços! E apesar de não concordamos no tema agradeço o fato de estar sendo democrático a ponto de abrir o debate!
    Luciano Egidio Palagano

  60. Malur

    -

    28/06/2011 às 16:28

    Esses grosseirões, que teimam em aparecer em blogs decentes e não patrocinados oficialmente, poderiam
    explicar direitinho o que é que poderia substituir
    o superavit primário. Todos – o blogueiro incluído – seríamos gratos a eles. Até a presidente Dilma, tenho certeza, gostaria da lição.

  61. edson

    -

    28/06/2011 às 16:21

    1. Grande parte da dívida é composta por empréstimos tomados por empresas privadas nos bancos estrangeiros.
    2. Quem ganha com os juros altos são os grandes investidores, os mesmos que são credores da dívida.
    3. Ao usar a prerrogativa da exposição pública para defender interesses de uma minoria, o colunista pode ser parcial. Isso, quando não é intencional, é servilismo. Quando é intencional, tem outros nomes. Logo, para evitar ser injusto e grosseiro, fiz a interpretação mais amena…

  62. ROBERTO

    -

    28/06/2011 às 16:15

    Os que criticam o Randolfe deve ser porque estão mamando nas tetas dos bancos e provavelmente dos juros.
    Parabens Randolfe.
    Essa revista da elite burguesa deveria cuidar e fazer documentários sobre corrupção e fichas sujas, pois é o que mais assola o país.

  63. Jônatas Andrade

    -

    28/06/2011 às 16:15

    Caro Ricardo, o jovem senador Randolfe está de parabéns pela coragem de levantar o véu imposto pelo capitalismo financeiro por intermédio de nossa mídia conservadora tipuniquim, apontando qual o real problema de nossa capacidade de financiamento/investimento social. A corrupção é apresentada como véu maior da moralidade, empanando os bilhões anuais entregues ao rentismo financeiro, fruto do superávit primário, esse sim o real problema a ser enfrentado com coragem, serenidade, persistência, tenacidade. Jônatas, Marabá, Pará, Amazônia, Brasil

  64. Paulo Bento Bandarra

    -

    28/06/2011 às 16:08

    O VALDI teria coragem de pedir que o governo faça o seu dever, e não peça emprestado dinheiro e viva com que arrecada de impostos? Certamente daria um impulso no desenvolvimento do país cujos juros altíssimos são ditados pelos governos, não pelos banqueiros. O dia que o governo deixasse de oferecer remuneração altíssima, e vivesse dentro do orçamento, os demais agentes econômicos teriam dinheiro mais farto e barato para gerar desenvolvimento e empregos. Os investidores não vem ao Brasil exigir juros altíssimos, é o governo que promete isto e atrai dinheiro caro. Mané!

  65. Eliseu Drummond

    -

    28/06/2011 às 15:54

    é isso aí Setti!
    Os bancos podem quebrar as nações, causar crises desastrosas, mas seu direito é irrevogável, quem ouse pensar diferente é realmente louco.

  66. Marco Antônio P. Costa

    -

    28/06/2011 às 15:48

    Foi no mínimo destemperada a matéria de Setti sobre a questão. Partir para as adjetivações pessoais empobrece o debate em questão.
    Faz um bem danado à Nação que este debate venha a tona. Se, e somente se, as receitas e fórmulas dos melhores economistas do establishment estivessem corretas o mundo não estaria passando pela crise brutal que tem passado. Grécia, Irlanda, Espanha e etc., não estariam à beira do CAOS completo.
    Duvidar é preciso! Quebrar o monolitismo das receitas é mais que necessário.
    Pense nisso Setti.
    Parabéns ao PSOL.

  67. Marcello Barra

    -

    28/06/2011 às 15:46

    Vários países questionam a dívida (ainda mais na crise financeira mundial) e não aconteceu nada disso que este texto fala.
    Inclusive outro órgão da mídia, O Estado de S. Paulo louvou a atitude da Argentina de questionar a dívida deles, pois levou a um grande crescimento do país. Claro que a Argentina não é o melhor exemplo. E, sim, o Equador que convidou organizações do mundo todo para auditarem a dívida deles. E verificaram que a dívida já tinha sido paga várias vezes. Podemos ir mesmo ao caso
    da Europa. A Islândia, em ato democrático, em plebiscito, votou já por três vezes NÃO para a dívida dos bancos.

  68. João Victor Tayah

    -

    28/06/2011 às 15:41

    Apesar de que qualquer tipo de informação advinda da Veja não seja bem-vinda aos meus olhos, urge que, neste caso, eu me pronuncie em favor do valoroso Senador, porque a injustiça é tremenda.
    O Brasil conta com uma das mais austeras políticas fiscais do mundo. O Estado é um exímio cobrador, pondo nas costas do cidadão-contribuinte um terível peso tributário. A deficiência nos serviços públicos é patentemente desproporcional ao que sai dos nossos bolsos para custear tais serviços. Este é um ponto em favor do Senador.
    O segundo ponto é que os juros da dívida pública chegam a 11,25% a.a, com base em um valor na casa dos R$ 1.620.487.000.000,00 (dados de dez/2010). O Brasil, a despeito de seu consistente crescimento econômico atual, nunca conseguirá pagar nada, que não uma parcela dos juros desta dívida, sem conseguir adentrar em seu valor principal. A verdade é que a dívida já foi paga diversas vezes, num ciclo infindável que só beneficia os grandes bancos, em detrimento da população.

    Portanto, meu caro Sr. Ricardo, cada um defende aquilo que acha mais conveniente. O senhor está do lado dos banqueiros, tudo bem, é um direito seu. Mas o Senador, quando está ao lado do povo, não está fazendo nada mais do que o papel dele, o que é exceção nos dias de hoje, diga-se de passagem. Basta ver Aldo Rebelo defendendo o agro-business e os Senadores do AM fazendo vista grossa para medidas do Governo que afetam diretamente a Zona Franca de Manaus.

    Deixe de fazer demagogia, João Victor. Só má-fé faz alguém dizer que estou “ao lado dos banqueiros”. Por que raios eu estaria? Tudo o que ganho é com meu trabalho.
    O governo toma emprestado dinheiro de milhões de brasileiros (cadernetas de poupança, fundos de investimento etc). Você propõe o quê? Calote nesses milhões de brasileiros? Deixar de pagar os juros da dívida, sem mais?
    Se você me mostrar uma saída para isso sem o superávit primário, provavelmente receberá o Nobel de Economia.
    Se ficar só agredindo o colunista, mostrará apenas que não tem educação — e nem argumentos.

  69. VALDI

    -

    28/06/2011 às 15:18

    Parabens senador Randolf, enfim uma pessoa sensata numa casa que nem deveria existir, pois o senado é uma excrecencia política.
    quanto ao fim do superavit, sou totalmente a favor, prá que um executivo do santander granhar 13 milhões de dólares de salário por ano? as custas de juros altos e da miséria do povo. são estes banqueiros que estão causando desemprego e miséria no mundo. fim do superavit já. quem sabe esses jornalistas que ganham propinas para defender um sistema corrupto como esse não sejam obrigados a trabalhar dignamente como faz todo trabalhador para poder viver.
    Valdi Ferreira

    Então me explique, caro Valdi: como é que o governo vai pagar juros pelo dinheiro que pede emprestado a milhões de brasileiros, que são os que investem em poupança e fundos de investimento intermediados pelos bancos?

  70. edson

    -

    28/06/2011 às 15:12

    O site da Auditoria Cidadã da Dívida http://www.divida-auditoriacidada.org.br/ contém muita informação importante sobre esse assunto.
    A história da composição das dívidas públicas, no Brasil e no resto do mundo, está repleta de malabarismos e ilegalidades e explica didaticamente a mecânica do sistema em que vivemos.
    Mesmo que continuem servis aos interesses de seus patrões, esse colunista e seus seguidores deveriam aprender mais sobre o tema.

    Deixe de ser sem-educação e grosseiro, Edson. Não lhe digo quem é servil porque sou uma pessoa educada, tive mãe e pai rigorosos, diferentemente de determinados leitores. Você não sabe com quem está falando. Não sou servil a nada. No caso, estou servindo à razão. Me explique você, grande e genial Prêmio Nobel de Economia, como é que o governo vai pagar juros sobre o que DEVE do dinheiro que tomou emprestado de MILHÕES DE BRASILEIROS que investem na poupança e em fundos de investimento, intermediados pelos bancos?
    Se é para ofender — que “servis aos interesses de seus patrões”, que nada, você não tem ideia de como funciona a mídia –, pode desaparecer daqui.

  71. Silvio Lobato

    -

    28/06/2011 às 15:03

    Senador, acho que será preciso vc dar uma aula de superávit ao sr. Rucardo, pois vejo que ele com a midia tenta distorcer a realidade. Acho que ele não sebe o que compõe o superávit, e com isso leva ao leitor desinformação. Nada tem haver com o que ele comenta…

    Ô, Silvio, então me conte como é, preencha a minha infinita ignorância. O superávit primário não é, então, constituído pelos recursos que o governo economiza para pagar os juros da dívida pública. Combinado? Enquanto vou distorcendo outras realidades, aguardo sua lição de economia.

  72. Allan C.

    -

    28/06/2011 às 13:36

    Tanta gente falando em Superávit primário sem saber do assunto… é o terrível “senso comum”. Queria ver se você, precisando de crédito, não assinaria um contrato leonino. Só que depois, poderia se socorrer no Judiciário para expurgar as cláusulas lesivas. Nesse caso, até mesmo os mais “direitosos” batem palmas. A pergunta é: se vale para VC, porque não vale para o Brasil? Entendam que já pagamos a dívida muitas vezes, e ainda estamos devendo…

  73. Ronaldo Santos

    -

    28/06/2011 às 13:30

    A posição política do Senador do PSOL, é uma posição de quem não se ajoelhou a burguesia que se servi do dinheiro publico e é a principal culpada pela corrupção. Todo Banqueiro é ladrão e por isso são bilhonarios e detém com o dinheiro o poder de comprar, pagar e calar a boca de uma parte da mídia nacional. Mídia vive de dinheiro e sendo assim ela vira pro lado daqueles que podem encher seus bolsos de dinheiro e os banqueiros gastam muito dinheiro com propaganda. O Superavit é uma vaca leiteira para os banqueiros nacionais e internais e é a causa única da sangria do país e pobreza do povo indígena, negra desse país. A Cada dia, A cada ano OS DIREITOS TARABALHISTA são saqueados para aumentarem as taxas de lucratidades do bancos… Todo banqueiro é ladrão.

    Parabéns ao Senador do PSOL Randolfe. Coerência e liberdade!

    Abraços. Ronaldo Santos
    Salvador-BA.
    071-9126-2455

  74. Alexandre Varela

    -

    28/06/2011 às 12:53

    As recentes investigações da CPI da Dívida comprovaram que cabem questionamentos sobre as informações disponíveis sobre a classificação – como juros, amortização ou rolagem – dos gastos com a dívida pública. A CPI apurou que parte dos juros tem sido classificada como amortização, pois os juros indicados pelo Tesouro Nacional se referem apenas aos “juros reais”, ou seja, à parcela dos juros que supera a inflação, enquanto a outra parcela é contabilizada como amortizações, ou até mesmo na “rolagem”.

  75. Alexandre Varela

    -

    28/06/2011 às 12:50

    A veja a serviço dos neoliberais e da direita. Força Senador Randolfe Rodrigues.

  76. Ailton

    -

    28/06/2011 às 12:45

    ‘abandonou’ e não “abamdonou”.

  77. Ailton

    -

    28/06/2011 às 12:41

    Bareta,
    Sarney não abamdonou o Maranhão, aquele estado possui quatro Senadores havia 16 anos.
    Sarney fez essa manobra para eleger senadores: O genro, filha e amigos da familia pelo Maranhão, com manobra, ele sairia eleito sem prejudicar, ou melhor, sem tomara a vaga dos amigos e parentes que são Senadores desdes 1990.

  78. Ailton

    -

    28/06/2011 às 12:34

    Patricia,
    Anos colloridos aquele de 80, não? Me lembrou também

  79. Corinthians

    -

    28/06/2011 às 12:03

    Ailton,
    Juro que não lhe entendo.
    Antes de mais nada, devo dizer que hoje temos uma oposição ínfima, que age corretamente. A história mostra que oposição burra foi a realizada pelo PT, que foi contra todos os projetos de FHC – justamente os que eles tentam se apoderar eleitoralmente desde 2003 através da nova roupagem e propaganda.
    Outra coisa, o PSOL pelo menos não abandonou suas convicções.
    Lulla pregou a moratória por vários e vários anos. E em um outro post, você disse que concordava e achava necessário… mas para Lulla poder virar presidente ele precisou assinar uma tal carta aos brasileiros, que nada mais é que abandonar sua convicção.
    O PSOL pelo menos é honesto em suas propostas. Nuncavimos o PSOL mudando o nome do projeto alheio para chamar de seu. Nunca vimos o PSOL assinando uma carta renegando suas convicções para chegar ao poder.
    Discordo, e muito, dos integrantes do PSOL… mas pelo menos eles são coerentes e correm atrás do que disseram na campanha.
    Diferentemente do PT, que passa a campanha batendo na privatização, e quatro meses depois vai lá e… privatiza!

  80. Silvio

    -

    28/06/2011 às 11:28

    Esperar que algum representante deste partido venha a ter uma idéias brilhante é de um otimismo incurável.O pior é que este senador representa uma boa parcela de nossos atuais parlamentares, ou seja, representa o que de pior temos em nossa sociedade.Na grande maioria estão divididos em duas categorias. A primeira refere-se aos espertalhões corruptos que usam seus mandatos única e exclusivamente para enriquecerem às custas do dinheiro público. Na segunda categoria estão os ignorantes e pobres de espírito, os quais acreditam ter a fórmula mágica de salvar o país e inundam o congresso com projetos de lei estapafúrdios, como este do jovem asno Randolfe.Há ainda aqueles representantes que se encaixam nos dois segmentos.Quanto mais ativos forem estes bravos patriotas pior para o país.

  81. patricia m.

    -

    28/06/2011 às 11:01

    Ele tem aquela carinha de heterodoxo dos anos 80 do seculo passado… Eu acho que ja vi o final dessa estoria!

  82. Ailton

    -

    28/06/2011 às 10:37

    PSol queria eleger o presidente/2010, e para isso prometia em campanha, confiscar o segundo imóvel de todos que tivessem um a mais, a próposta era doar o segundo para familias ‘sem teto’.
    Cidadão só poderia ter uma propriedade, a segunda em diante seriam desapropriadas e entregues a que não tinha, nem os Politburos Russo e Chinês fizeram isso com sucesso.
    Bom, muito Bom.
    E ainda queriam se eleger!.

  83. bereta

    -

    28/06/2011 às 9:55

    Sei não, mas o Amapá está a confundir as coisas. Não foi para lá que Sarney transferiu seu domicílio eleitoral, dando as costas ao Maranhão? Aliás, se analisarmos a reportagem de Veja sobre a situação de calamidade que vive aquele pobre e outrora rico estado (já foi o maior produtor de arroz do país), faz muito tempo que lhe virou as costas. Mas deixou costas quentes lá, isso deixou! Agora surge um novo senador pelo Amapá, com essa idéia estapafúrdia de acabar com o superavit primário. Não teria sido melhor se a sugestão fosse reduzir gastos públicos? Deixar de nomear companheiros? Fiscalizar com rigor as brechas que permitem o escoamento do erário? Claro que há eleitores inteligeentes em qualquer estado. Não é por ser o Amapá, mas a coincidência é muito grande! E depois ainda dizem que raios não caem duas vezes no mesmo lugar. Se fosse assim, pararraios seriam inúteis. Voltando, eleger um senador ou qualquer outro político requer bom senso. Elegemos e nem sabemos o porquê! Juca Chaves está coberto de razão quando diz que o culpado por tudo isso que aí está somos nós mesmos, o povo!

  84. Paulo Bento Bandarra

    -

    28/06/2011 às 9:12

    Parece que o nobre senador é um estelionatário, defendendo a idéia de que se de o calote. Acha um “absurdo comprometimento de 45% de nosso orçamento com a dívida pública”, mas não acha absurdo o governo gastar a mais do que tem para tal, pedindo emprestado com promessas de juros absurdos. Defende dar calote nos poupadores e depositantes que agora atribui tudo ao banqueiro como se o dinheiro fosse pessoal e justo roubar por isto.
    .
    Como bem disse Margaret Thatcher, quando 1ª. Ministra:
    .
    “O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros”.
    .
    Quando o governo vai ao mercado prometendo juros absurdos para atrair recursos que poderiam gerar mais renda e emprego, usado responsavelmente na iniciativa privada, do que usado pelo governo, o senador não vê problema algum. Só na hora de pagar pela torra dos recursos que ele acha que não deve cumprir a palavra.

  85. Eduardo

    -

    28/06/2011 às 8:32

    O segundo passo é aumentar o caroço no pescoço, o famoso gogó e em seguida engrossar a voz!

  86. Ailton

    -

    28/06/2011 às 1:36

    Senador Randolfe

    Hoje a divida interna de nosso país é de 45% de todo o PIB, no passado era de 68%, esse percentual caiu devido crescimento econômico do próprio PIB, que saiu de U$650 bi para U$2,19 trilhões, havia dez anos que PIB cresce mais que divida interna.
    Então, devemos dizer que, nós não somos os únicos “privilégiados” em possuir uma divida interna de tal monta, pois, não há um país de capital aberto, ou seja capitalista ocidental, que não possua em suas entranhas, dividas gigantescas como nós possuimos, podemos nos julgar felizes até, pois a nossa cabrunhosa, a nossa pragmática e lendária divida externa(impagável) foi aniquilada, o que devemos lá fora hoje, é menor que os lastros em moeda internacionais que ão nos cofres do BC, temos mais dinheiro em cofres e bilhões de doares em faturas internacionais a receber, que lastros superam todo o montante da divida externa de hoje, só os EUA nos devem U$200,0 bi e já estão vencidos desde Dezembro/2010. Ainda não pagaram.
    Recentemente os Estados Unidos foram alvo de matérias internacionais a respeito de suas dividas, dizia as maiores agências econômicas, que divida dos EUA já chegava a U$14,9 trilhões, isso para um PIB de apenas U$14,5 tri. de dólares.
    Portanto, divida dos Estados Unidos já ultrapassam o própria capacidade daquele país em liquidá-la. valor da divida americana hoje é mais alto, que o próprio valor produtivo dos Estados Unidos, está mais difícil para eles liquidá-la que para nós.

    Quero dizer com isso? quero dizer que, apesar de todas as mazelas, ainda podemos saudar os nosso compromissos e isso é muito importante para cedibilidade do país no exterior.
    Hoje toda riqueza começa e termina nas exportações, se perdêssemos a credibilidade, teríamos profundos prejuízos com a suspensão integral de todas as atividade de comércio internacionais que Brasil realiza.
    Vejamos os riscos que representamos no mercado financeiro internacional, conhecido como Risco Brasil, devido capacidade de honrar compromissos, nossos riscos hoje são de 42 pp, já os EUA possuem riscos de 148pp, conhecido como: Riscos Estados Unidos.
    Na década de noventa esses riscos Brasil representavam 2.700pp.
    Senador, vamos pensar melhor as nossas os nossos atos, antes de tomar qualquer decisão precipitada e não possa mais ser recuperada, e o povo pague por ela,a década de noventa ainda está muito latente em nossas memórias.

  87. Ailton

    -

    28/06/2011 às 0:07

    PSOL é Esquerda? Sim, porém é um partido de oposição ferrenha ao governo do PT, esse é o problema de toda as oposições, só fazem oposição burra e ignorante.
    Partidos contrários, tomam posições para destruir o Brasil de vez e não para mostrar que são melhores que a situação, não tentam se opor para melhorar o país, se opõem para destruir tudo que foi constrido, mesmo que depois assumam o governo e passem 10, 20 ou 25 anos para recuperar tudo que foi destruído por eles mesmos.
    Papéis das oposições é mostrar que, quem governa é incompetente e que elas seriam capazes de fazer melhor.(isso sem destruir)
    Oposição no Brasil é: Destruir para fazer tudo outra vez, mesmo que reconstrução levem meio século e o povo vá para miséria absoluta.

  88. Marco

    -

    27/06/2011 às 22:44

    Amigo Setti: Com todo respeito ao Senador, mas isso parece de um combate d intolerância contra a ordem social e econômica, uma subelevação sua acima do bem e do mal, de fazer um balanço econômico para louvar ou censurar simplesmente tais resultados ? Não acredito em astúcia mas talvez em inociência do jovem senador, ou melhor uma candura ingênua do espírito jovem, ou uma inquietação da juventude. Acho q o senador vai refletir melhor com mais profundidade sobre honra e probidade de uma Economia Moderna e q já houve um tempo de ruptura do Estado como igreja !
    Abs.

  89. Corinthians

    -

    27/06/2011 às 20:10

    Setti,
    Parabéns pelo post. Mostra ainda como a esquerda tradicional pensa.
    Aproveitando que o senador realizou um comentário, gostaria de sua explanação para saber como o Brasil fará para pagar suas dívidas, e se possível a matemática envolvida para sanar a infra-estrutura no Brasil.
    Também gostaria de saber se a eliminação do superávit primário é a única maneira de se obter estes recursos, pois no meu ponto de vista seria muito melhor, por exemplo, eliminar o buraco da previdência privada que ocorre por que funcionários públicos, normalmente (não são todos eu sei) incompetentes, possuem privilégios de aposentadoria que o resto dos trabalhadores não possuem.

  90. Randolfe Rodrigues

    -

    27/06/2011 às 19:55

    Ótimo meu caro Ricardo.
    Ainda esta semana enviarei um artigo com as considerações que solicitaste em tua resposta.
    Att
    Randolfe Rodrigues

    Obrigado, caro senador. Pode enviar como se fosse comentário que eu recebo e edito como post.
    Um abraço

  91. Marcos

    -

    27/06/2011 às 19:32

    A julgar pela “mestra” dele, a comuna Heloisa Helena, não dá para esperar muito mesmo.
    A resposta dele, com a impagável frase “Fiquei impressionado com a sua preocupação em relação aos bancos e banqueiros”, só poderia vir mesmo de um comuno-populista.

  92. José Geraldo Coelho

    -

    27/06/2011 às 18:47

    Você deixou bem claro Setti: o “pais” e todos os bancos quebrariam. Isso significa que todos nós faliriamos.
    Do cidadão Bolsa Família até o cidadão Bolsa Senado.
    Impossível que esse senador não entenda isso.

  93. Carlos Alberto Boff

    -

    27/06/2011 às 18:41

    Setti parabéns por ter aberto espaço ao nobre Senador mal posso esperar por suas espantosas idéias pois como disse certa vez vez Roberto Campos para Maria da Conceição Tavares:
    Êla tem idéias boas e idéias novas, pena que as boas não são novas e as novas não são boas.

  94. Randolfe Rodrigues

    -

    27/06/2011 às 17:42

    Querido Ricardo.
    Acreditando no espírito democrático seu e da Revista Veja, gostaria de cordialmente responder ao seu comentário. Fiquei impressionado com a sua preocupação em relação aos bancos e banqueiros.

    Seria interessante ter a mesma preocupação com a ausência de investimentos em infraestrutura, educação, saúde e outras áreas sociais do Brasil, impedidas de receberem recursos, pelo absurdo comprometimento de 45% de nosso orçamento com a dívida pública.

    Talvez seja essa a minhoca do desenvolvimento brasileiro.

    É pena que sua receita de bolo para a economia brasileira seja só uma, e você não aceite quando uma opinião divergente se levanta.

    Randolfe Rodrigues – Senador da República pelo PSOL-AP

    Prezado Senador:

    Antes de mais nada, queria cumprimentá-lo por aceitar democraticamente uma crítica dura como foi a minha.

    Tal como o senhor, me preocupo profundamente com infraestrutura, eucação, saúde — segurança pública, que o sr. não citou, mas que certamente o preocupa — e problemas sociais de nosso país.

    Não estou minimamente preocupado com os banqueiros, mas o sr. sabe perfeitamente que o fim do superávit primário, eliminando recursos para pagamento dos juros da dívida que sucessivos governos acumularam, traria o caos.

    Abro democraticamente espaço no blog para que o sr. publique, como post, um artigo explicando como faria para fazer frente à dívida pública brasileira e a seus encargos sem o superávit primário — dinheirama enorme que todos lamentamos seja sugada pela dívida e seus juros, mas cuja alternativa seria ainda pior.

    Cordiais saudações
    Ricardo Setti

  95. Paulo Bento Bandarra

    -

    27/06/2011 às 17:18

    Esperar o que do PSOL??? Onde este partido teve sucesso governando no mundo??? Onde ele teve juízo???

  96. Heitor Bonfim

    -

    27/06/2011 às 17:14

    É mais fáil acabar com o congresso de paspalhos, não servem para nada, só servem às máfias daqui e do mundo. Vide escândalos da FIFA. As riquezes do Brasil vazam para os bolsos de todos os tipos de mafiosos. Nem as forças armadas podem detê-los.

  97. Charles Chelala

    -

    27/06/2011 às 17:07

    A ideia de se “revogar” o Superávit Primário traz à discussão as bases de uma política econômica quase unãnime que, a meu ver, está superada. Para enfrentar os desafios atuais é necessários ousar, sem quebra de contratos ou calotes, mas com uma administração da dívida pública mais inteligente.


 

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