01/03/2012
às 17:46 \ Política & CiaOficiais da reserva que assinaram manifesto de criticas à presidente Dilma e ao governo serão punidos
Reportagem de Evandro Éboli, de O Globo.
BRASÍLIA – O ministro da Defesa, Celso Amorim, decidiu nesta quarta-feira, em conversa com os três comandantes militares, que os cem oficiais da reserva que assinaram o manifesto “Alerta à Nação – Eles que venham, aqui não passarão” serão repreendidos por suas respectivas forças. A punição pela indisciplina depende do regulamento de cada um, do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, e varia de uma simples advertência até a exclusão da força. Mesmo militares da reserva podem ser excluídos.
Nesse texto, os militares da reserva criticaram a interferência do governo no site do Clube Militar e o veto a um texto ali publicado que critica a presidente Dilma Rousseff e duas ministras. Nesse “Alerta à Nação”, os oficiais afirmam não reconhecer “qualquer tipo de autoridade ou legitimidade” de Celso Amorim.
“Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade”, diz o documento.
Como no manifesto vetado no site do Clube Militar, o documento de terça-feira também critica a criação da Comissão da Verdade.
“A aprovação da Comissão da Verdade foi um ato inconsequente, de revanchismo explícito e de afronta à Lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo”.
O texto publicado no site do Clube Militar atribuía à ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Maria do Rosário, e à ministra da Secretaria Especial de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, declarações que estariam a serviço do que classificaram de “minoria sectária”, disposta a reabrir feridas do passado. O primeiro manifesto polêmico foi assinado pelos presidentes do Clube Militar, Renato Cesar Tibau Costa; do Clube Naval, Ricardo Cabral; e do Clube da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista, todos já na reserva.
No texto, dizem que Rosário vem apregoando a possibilidade de apresentação de ações judiciais para criminalizar agentes da repressão, enquanto Eleonora teria usado a cerimônia de posse — em 10 de fevereiro — para tecer “críticas exacerbadas aos governos militares”, sendo aplaudida por todos, até pela presidente. Eleonora foi presa durante a ditadura militar e, na cadeia, conheceu Dilma.
O texto diz ainda que o Clube Militar “não se intimida” e continuará “atento e vigilante” e diz que as Forças Armadas são a instituição com maior credibilidade na opinião pública.
Tags: Celso Amorim, Clube Militar, Dilma Rousseff, Forças Armadas, indisciplina, Ministério da Defesa, oficiais da reserva, punição

































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52 Comentários
Marcos Castro
-18/04/2012 às 14:55
Acho muito desgastante tudo isto. Não para o governo, mas para as F.A.; Nunca vi uma matéria tão bem feita sobre o Período da Ditadura, como o Pragrama da BAND, feito pelo Reporter Cabrini. Numa guerra justa, fazemos prisioneiros vivos. Mas o que aconteceu na ditadura foi ao contrário, como dizia no programa, o Cap. Curió. Acho que se não tivessem acontecido as TORTURAS E MORTES, as Forças Armadas não tariam passando por estes episódios.
roberto mariano
-05/04/2012 às 18:57
Perfeitamente. O sr Celso Amorim não tem autoridade moral para punir militar da reserva que hoje é simplesmente um cidadão civil com plenos direitos democráticos de pensar, falar o que pensa, a respeito de problemas nacionais. Além disso se o exército tivesse perdido a luta contra a luta armada, teríamos uma terrível ditadura de esquerda como ocorreu na União Soviética, China, Cuba, Albania Alemanhã Oriental e outros.Hipocresia é chamar essa cambada de democratas.
gil
-17/03/2012 às 17:48
Esses militares da reservas, depois de vestirem o pijama ficam valentoes, na ativa, so levantam a voz para os subordinados, nao brigam por nada a nao ser punir seus subordinados. Devem ser punidos mesmo, pra deixarem de ser hipócritas. Esse clube militar é uma sociedade formada por um bando que, na ativa, cometeram muitas injustiças e até atrocidades contra subordinados e viviam morrendo de “medinho” dos civis que os rodeavam. O alerta a naçao deve ser dado sim, mas contra esses senhores que, parece, estao tentando criar um clima parecido com o de 1964. Brasileiros, fiquem de olhos bem abertos, muitos desses senhores sao os mesmo daquela época e essa “insatisfaçao” está cheirando a golpe militar a vista, fiquem de olho…
Perira Rios
-10/03/2012 às 16:59
Apoio os militares. Quando fiz parte do Comite Brasileiro pró-anistia, defendemos uma Anistia Ampla, geral e Irrestrita. Logo, como cidadão e reservista ( tive a honra de envergar o uniforme do nosso exército) manifesto veemente repúdi0o a essas ações revanchistas.
Selva!
Fernando
-06/03/2012 às 22:32
Todo o apoio aos militares. A esquerda contou a história do Brasil até hoje, e agora, inflando o próprio heroísmo e demonizando os opositores, quer escrever mais um capítulo unilateralmente, perpetuando a imagem de mártir que criou com sucesso. Chega. O BRASIL NÃO APROVA OS VALORES RADICAIS DO COMUNISMO.
Corinthians
-05/03/2012 às 15:06
Pedro Luiz Moreira Lima – 04/03/2012 às 21:46
Se me permite, ou sem querer me intrometer mas já me intrometendo, acho que seu comentário saiu no post errado… pelo que vi essa questão com o SergioD está no post http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/o-governo-cometeu-grossa-inverdade-para-justificar-a-criacao-da-comissao-da-verdade/
Pedro Luiz Moreira Lima
-04/03/2012 às 21:46
Amigo SergioD:
Leia minha opinião e o o Manisfesto Aos Brasileiros assinados por 2 militares LEGALISTA.vai mudar sus opinião.
Meu grande abraço
Pedro Luiz
AFORTUNATTA
-04/03/2012 às 17:51
Não publico comentários que pregam a derrubada das instituições do Estado de Direito, mesmo imperfeito, que temos.
Corinthians
-04/03/2012 às 8:39
É, podemos ver como funcionaria o regime democrático de hoje de acordo com o pensamento reinante:
1) Toda manifestação e forma de expressão será aceita, desde que concordando com a do partido. Cobranças e demonstrações da incoerência partidária não serão aceitas, e serão suprimidas e censuradas mesmo que feitas por uma entidade civil.
2) Todos os ministros têm autoridade sobre entidades civis, e os que discordarem disso serão imediatamente chamados de golpistas.
3) O comunismo, apesar de ser o regime que mais matou e mata no mundo, é a verdadeira democracia. Quem discorda será imediatamente desqualificado, não importando seus argumentos.
4) A lei é só para quem importa e quem define para quem a lei é aplicada é o partido. O mesmo deverá atuar como revisor da história e dará uma versão oficial dos fatos, apesar dos historiadores e da população e ao arrepio da lei.
Luiz Pereira
-03/03/2012 às 21:09
Setti, boa noite,
A propósito, saiu há pouco essa nota, no Blog do Merval. Só reitera minha opinião sobre a besta errática que é Celso Amorim. Que aliás, só está onde está porque foi nomeado pela presidente.
abs
Amorim a perigo
O destino do Ministro da Defesa Celso Amorim está diretamente ligado à sua capacidade de resolver a crise envolvendo os militares da reserva. As críticas à Comissão da Verdade e a posições de membros do governo Dilma levaram a uma posição radicalizada do governo, alimentada pelo Ministro da Defesa, que em nenhum momento tentou contornar a crise através do diálogo. Os tênues limites da lei que permite aos militares da reserva expressarem seus pontos de vista políticos estão sendo usados por eles para convencer os ministros militares de que estão no seu direito de cidadãos, enquanto Amorim puxa a corda para o outro lado, vendo quebra de hierarquia nos manifestos, que ganham mais adesões à medida que a crise avança. Já há no Palácio do Planalto quem entenda que a presença de Amorim à frente da Defesa, com seu estilo belicoso de atuar, não seja a melhor opção para superar a crise militar.
Luiz Pereira
-03/03/2012 às 21:01
Pedro Moreira,
Não vou ler esse livro. Joao Goulart foi em grande parte responsável pelo desfecho de 64. Sua tibieza e falta de percepção da realidade levou a uma Ditadura. Depois de Olimpio Mourão ter começado sua descida, Amaury Kruel ofereceu ao presidente apoio, desde que em contrapartida oferecesse contrapartidas. Joao Goulart fez sua escolha, equivocada e deu com os burros n´água. Não gastarei meu dinheiro para ler a vida de um idiota político. A resenha feita por Augusto Nunes, muito generosa para com Goulart, aliás, me basta.
Dizer que Brizola não queria um golpe é desconhecer a realidade. Informe-se.
Afirmei que, como reflexo de uma era, grupos políticos, UDN, PSD ou PTB, tinham ligações íntimas com facções diversas dentro das Forças Armadas. Lott esteve envolvido no afastamento de Carlos Luz, no que se caracteriza um Golpe. Um Golpe para evitar outro Golpe, que seria evitar dar posse a JK. Diga-se, ambos eram do PSD.
Portanto, não apenas a UDN tinham seus milicos de estimação. Lott foi o condestável de JK. Com a Revolução, José Maria Alckmin, PSD, foi vice de Castelo. JK, PSD, votou pela posse de Castelo.
Achar que eram apenas da UDN as tais vivandeiras que iam aos bivaques bulir com os granadeiros, é desconhecer a história. Cada qual com seu estilo, todo mundo bulia.
O que aconteceu de diferente em 64 foi que, até então os militares eram coadjuvantes nos Golpes. Depunham um político para outro assumir. Em 64, e principalmente em 68, deram um golpe nos políticos.
E, se a economia tivesse seguido de vento em popa, provavelmente não haveria Lula. Aliás, para seu desgosto, Lula já externou várias vezes suas saudades daquele tempo. De 70 só me lembro do Brasil Tri-Campeão e de meu Fluminense Campeão Brasileiro.
Não tenho idade para ter sido udenista, pessedista ou petebista. Porém, pelo que vejo de obras no RJ, nenhum governador – nenhum! – fez governo que sequer chegasse perto do de Lacerda.
E, sem querer dizer que eram santos os políticos daquele tempo, porque santos não eram, não se lê nos anais casos de corrupção como os que vêm acontecendo ultimamente. Não é que não houvesse corrupção. Mas, até mesmo porque sempre estava no mando usualmente, mais políticos do PSD estarão envolvidos com isso do que udenistas. Cite um carcomido envolvido em atos corruptos. Lacerda, decerto que não.
Repito, não que udenistes ou pessedistas de então fossem santos. Apenas era outra época. Hj é esquisito políticos em conúbio com militares. Naquele tempo, não.
Essa aprovação a Joao Goulart – 70% – é um delírio. Vc deve estar confundindo com a inflação que ele legou. Sua deposição foi saudada por todos os jornais da época, exceção de Ultima Hora.
Continuo achando que uma comissão da verdade deve analisar os excessos cometidos por ambos os lados. E sem punir a quem quer que seja, conforme previsto na Lei de Anistia.
Que nomine quem matou e torturou, de ambos os lados. E só.
O terrorista que deixou uma bomba no aeroporto de Guararapes já recebeu seu capilé. O soldado que perdeu uma perna por conta do artefato, não. Isso é que é justiça!
Meu nojo, sem aspas, continua. Por Fleury e quejandos. Por Battisti e quejandos. Por quem os admira, tenho muita desconfiança.
Sobre esse Amorim, no comments.
Pedro Luiz Moreira Lima
-03/03/2012 às 13:52
Amigo Setti:Um belo contraponto contra os golpistas de sempre.
AOS BRASILEIROS
Na condição de Oficiais Reformados, sócios dos Clubes Militares, somos forçados a discordar do abaixo assinado subscrito por vários Oficiais da Reserva, em apoio ao recente Manifesto dos Presidentes dos Clubes, que foi retirado do site do Clube Militar, após terem recebido ordens dos Comandantes das Forças, que, numa atitude exemplar e equilibrada, recomendaram que o fizessem. Esse documento continha referências à Presidente Dilma Rousseff, por não censurar seus Ministros, que fizeram críticas exacerbadas aos governos militares”. Agora, esse abaixo assinado, subscrito por esses Oficiais ( da Reserva e Reformados) e também pelo Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi, aparelho de repressão da Ditadura em São Paulo, que está sendo acusado na Justiça de torturar presos políticos ( crimes que ele nega), refere-se de modo desafiador ao Ministro da Defesa, Celso Amorim, “ a quem não reconhecem qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo”, o que, a nosso juízo, além de ser um comportamento desrespeitoso, inaceitável na vida militar, configura, induvidosamente, uma insubordinação, uma “quebra da disciplina e da hierarquia”. Só para lembrar aos signatários desse insensato documento, o tal Manifesto cobrava da Presidente o compromisso em que afirmava, no discurso de posse dos Ministros:
“De minha parte, não haverá discriminação, privilégios ou compadrio. A partir da minha posse, serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.”
E foram além em suas críticas, asseverando:
”Parece que a preocupação em governar para uma parcela da população sobrepuja-se ao desejo de atender aos interesses de todos os brasileiros”
Queremos, desde logo, restabelecer uma verdade, que os Presidentes dos Clubes Militares e alguns desses senhores teimam em não reconhecer, a de que o verdadeiro regime democrático é o que estamos vivendo, e não aquele dos “governos militares”, que não permitiriam, jamais, tais “diferenças de opinião, de crença e de orientação política”. Por outro lado, faz-se necessária uma correção, a de que a Presidente Dilma Roussef ( que não nos deu procuração), não governa para “uma parcela da população”, e sim, para todos os brasileiros, vitoriosa que foi nas urnas por uma indiscutível e expressiva votação, o que deve ter desagradado todos esses senhores.
Quanto às críticas exacerbadas aos governos militares, pelo que fizeram durante o regime de exceção, elas continuarão sendo feitas, sim, pois estamos vivendo em pleno regime democrático, onde todos os segmentos organizados da sociedade mostram-se ansiosos por descerrar esse véu que encobre a verdadeira história da repressão. “ Pois sem responsabilização as histórias ficam sem fim, soltas no espaço como fiapos elétricos, e o passado nunca vai embora”, como afirmou o editorialista Veríssimo, em O GLOBO de 01/03/2012. E isso não é revanchismo, por que, afinal, aquelas críticas referem-se a um contexto onde pessoas, que se encontravam presas e indefesas sob a tutela do Estado ( Ditatorial), mesmo assim, foram barbaramente torturadas, muitas até a morte, o que sempre mereceu a reprovação dos seres humanos civilizados. O povo brasileiro traz consigo a marca da generosidade, pois soube suportar com resignação as violências nesse tempo praticadas, como corretos foram muitos de nossos companheiros de caserna, que se mantiveram dignos e não sujaram as suas mãos, e nem se envolveram nos expedientes da repressão e da tortura.
O ideário do chamado “capitalismo selvagem”, que plasmava as ações da nova ordem mundial, sob a liderança dos Estados Unidos, o que se acha confirmado pelo depoimento do Embaixador americano, de então, o Sr. Lincoln Gordon, exigia que fossem contidos todos os Governos que, politicamente, demonstrassem uma posição antagônica aos seus interesses, e mostrassem preocupações com as questões sociais dos seus povos. Sob a chancela dessas forças, coincidentemente, e no mesmo momento histórico, foram instaladas Ditaduras nos países da América Latina, através de golpes de Estado. Prevaleceu a “velha cantilena”, que deu origem à ridícula história de que “era preciso impedir o avanço do comunismo internacional”, o que veio sensibilizar alguns incautos e desavisados, sem nenhum estudo ou leitura (coitados !) sobre o que se passava no mundo da guerra fria, inobstante estivesse em vigor uma Constituição que proclamava a liberdade de pensamento. O que se lamenta é que muitos dos nossos colegas, que eram, à época, jovens oficiais, recém saídos das Escolas militares, a quem ensinaram durante a Ditadura, que a ideologia da segurança nacional se sobrepunha a qualquer outra, passaram anos sem liberdade, impedidos que foram de conhecer, e até de professar, qualquer outro credo político. Até hoje, tem sido assim por que, se o fizerem, serão “demonizados” pelos demais.
Estamos exercendo o legítimo direito da contestação, que a ordem democrática vigente assegura aos seus cidadãos. Não estamos mais em Ditadura, que serviu a interesses escusos de alguns , onde a suspensão das garantias constitucionais, a censura à imprensa, as prisões ilegais e arbitrárias (até mesmo, por simples delação), a prática da tortura ( o que levou o Presidente Geisel a punir chefes militares em São Paulo), tudo isso, deixou marcas profundas para ser esquecido, por que faz parte da historia contemporânea do nosso Brasil. Tais fatos nos enchem de vergonha perante o mundo, pelas indesculpáveis violações aos direitos humanos praticadas sob o manto protetor do aparelho de Estado. Estão alegando que o STF, em recente decisão, concluiu pela anistia dos agentes que praticaram tais “crimes políticos ou conexos”. Apenas para esclarecer, seria correto examinar, e, para tanto, chamamos a atenção do Conselho Federal da OAB, os textos da Lei 6683/79 e da Emenda Constitucional nº 26/85, que, respectivamente, nos seus arts. 1º, e 4º, parágrafo 1º e 2º, assim expressam:
LEI 6683, DE 28 DE AGOSTO DE 1979
“Art. 1º É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, ( o grifo é nosso) cometeram crimes políticos ou conexos com estes…”
Emenda Constitucional nº 26/85
“§ 1º – É concedida, igualmente, anistia aos autores de crimes políticos ou conexos,…”
“§ 2º – “A anistia abrange os que foram punidos ou processados pelos atos imputáveis previstos no “caput” deste artigo, PRATICADOS NO PERÍODO compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979.” ( o grifo é nosso)
Como ficam os crimes e os criminosos das três bombas colocadas, no dia 27 de AGOSTO DE 1980, em três instituições, no Rio de Janeiro, como descreve um jornal da época:
“Duas bombas de alto teor explosivo provocaram a morte de uma senhora e ferimentos em outras seis pessoas, ontem, no Rio, em dois atentados ocorridos no início da tarde: um, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil e outro na Câmara dos Vereadores. Num terceiro atentado, de madrugada, uma bomba de pouca potência destruiu parcialmente a sala do jornal “Tribuna da Luta Operária”, não fazendo vítimas.
A bomba colocada na sede da OAB atingiu a secretária da entidade, Lida Monteiro da Silva, que teve o braço decepado, vindo a morrer minutos após ter dado entrada no hospital. No atentado na Câmara dos Vereadores, o sr. José Ribamar de Freitas, tio e assessor do vereador Antônio Carlos de Carvalho, do PMDB, perdeu um braço e uma vista, encontrando-se até a noite de ontem em estado grave. Outras cinco pessoas que estavam no local foram feridas. ( Folha de S.Paulo – quinta-feira, 28 de agosto de 1980)
E a bomba do Riocentro, cuja explosão se deu em 30 de abril de 1981!!!, que a imprensa assim noticiou:
“A explosão ocorreu dentro de um automóvel puma, na noite de 30 de abril de 1981, com a bomba no colo do Sargento do Exército Guilherme Pereira do Rosário, cuja morte foi instantânea. Ao lado do sargento, no volante, estava o Capitão Wilson Luiz Chaves Machado, o qual, ato contínuo, sai do Puma segurando vísceras à altura do estômago.” (Fonte: CMI Brasil)
Que ninguém duvide, que o que queremos é “um regime de ampla democracia, irrestrita para qualquer cidadão, com direitos iguais para todos”.
Os “torturadores ( militares e civís), que não responderam a nenhum processo, encontram-se “anistiados” (?), permaneceram em suas carreiras, e nunca precisaram requerer, administrativa ou judicialmente, o reconhecimento dessa condição, diferentemente daqueles, suas vítimas, que até hoje, estão demandando junto aos Tribunais, para terem os seus direitos reconhecidos.
ONDE ESTÃO OS CORPOS DOS QUE FORAM MORTOS PELAS AGRESSÕES SOFRIDAS? OS SEUS FAMILIARES QUEREM SABER, POIS TÊM DIREITO A ESSA INFORMAÇÃO!
Assim sendo, também queremos a mesma ANISTIA AMPLA, GERAL E IRRESTRITA, assegurada a esses insanos agentes da ditadura. E, temos certeza, de que isso não é nenhum absurdo, pois tem a aprovação das pessoas sensatas, daqueles diletos companheiros de caserna (dos quais, de muitos, somos amigos), que não se envolveram em práticas criminosas, e que têm no rol dos seus deveres éticos, o que se acha inscrito nos estatutos militares: “exercer, com autoridade, eficiência e probidade, as funções que lhes couberem em decorrência do cargo; RESPEITAR A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA; ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados.”
Finalmente, como afirmava o mestre Darcy Ribeiro:
“Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar.
E eu não vou me resignar nunca.”
Rio de Janeiro, 29 de fevereiro de 2012
Luiz Carlos de Souza Moreira Fernando de Santa Rosa
Capitão de Mar e Guerra Capitão de Mar e Guerra
Pedro Luiz Moreira Lima
-03/03/2012 às 12:45
Luis Pereira:
Recomendo a ler a biografia de Joáo Goulart de Jorge Ferreira.O livro do historiador Helio Silva “Ai dos Vencidos”,as repotagens de Marcos Sá Correa – “Operação Brother Sam” e varios outros sobre o Golpe de 64 e a cantilena do`”Perigo Comunista” campanha do IBAD – procura saber sobre o IBAD – organização financiada com muito U$ para financiar propagandas mentirosas e terroristas – em jornais,radiso e TVs.
As histérida marchadeiras da CAMDE estavam nessa também.
Quem sempre estve em tentativas de Golpes foi a velha e carcomida UDN – não dar posse a Gtulio em 1950 – golpistas civis/militares,o GOLPE EM FAVOR DA DEMOCRACIA do MILITAR LEGALISTA Marechal Lott impedindo que uma ditadura pelos mesmo golpistas civis/militares fosse implantada – em 1954. Aragarças golpistas civis/militares para impedir a posse de JK e mais Jacareacanga derrubada de JK os mesmo golpistas civis/militares.
Na renuncia de Janio outra tentativa – uma junta dos Ministros Militares assumem para não dar posse ao Vice Presidente ELEITO(!!) os Ministros Militares(Marinha,Exercito e Aeronautica) apelidados carinhosamente pelo POVO de – Os Tres Patetas – foram defenestrados pela campanha Legalista :Campanha pela Legalidade comandada no Rio Grande do Sul pelo Gov Leonel Moura Brizola.
Operação Mosquisto – uma loucura dos mesmos golpistas civis/militares – 4 jatos da FAB Gloster Meteors em missão criminosa e assassina para derrubar o avião que conduzia João Goulart ao Brasil – não conseguiram a interceptação – o Ato Criminoso no entanto foi tentado.
O golpe do parlamentarismo não dar Poder de Direito e Fato ao Presidente João Goulart e derrubado por quase 70% dos votos no Plebiscito Presidencialismo x Parlamentarista.
O quase atentado terrorista – descoberto por milagre – explodir a Feira de São Crstovão – na Exposição que a antiga URSSS fazia- era para explodir na hora do rush da exposição num sabado.
Veio o golpe – e numa reportagem de Revista Veja(não lembro o ano) a Veja mostrava a popularidade do Gov Goulart em, abril de 64 – 80% de aprovação – consulta e encontrará a informação na propria Veja.
Os milatares golpistas de50/55/56 e 58 foram amplamentre anistiasdos,voltaram aos messmos cargos e tiveram seus atrazados pagos e atualizados.
Os militares que rezavam pela Constituição foram expurgados em 1964 e até hoje lutam por seus direitos.
Seu “nojo” é muito estranho deveria estar dirijido aos civis/militares que rasgaram a Constituição de 1946 e implantaram as Operações OBAN,DOICODI.CISA,CIEx,CENIMAR,
Casa “Clandestina”da Morte no RJ e Stio da Morte em São Paulo.
Terrminando agradeço o Gen Truculento Golpista Paiva,aos clubes militares e finalmente aos oficias de pijams carcomidos que assinaram o manisfesto em defesa da ditadura,tortura,morte e desaparecimento – seus pulos raivosos,golpista e reumaticos – APENSA SOLIDIFICA A COMISSÂO DA VERDADE.
Tortura Nunca Mais e Ditadura e Terrorismo de Estado Nunca MAis!
SergioD
-03/03/2012 às 9:12
Ricardo, apesar de discordar totalmente das posições do Clube Militar, achando até que mereçam uma “chamada” por desrespeitar o Ministro da Defesa, não posso negar-lhes o direito de expressar sua opinião. Também sou do tempo em que as declarações de militares da reserva tinham uma reverberação muito maior. No entanto, não vejo nossa sociedade de hoje dando muita atenção ao que falam.
Eles tem todo o direito de discordar das declarações das ministras em questão uma vez que sobre a apicação da lei da anistia o STF já foi bem claro em sua recente decisão. Ficar querendo se aproveitar da Comissão da Verdade para incitar ações judiciais contra os torturadores que venham a ser desvendados alí é no mínimo contraproducente.
Desde que o Clube Militar, ou qualquer outra entidade civil, não atente contra a democracia com atos de incitamento, eles tem todo o direito de se manisfestar, mesmo que seja para defender o odioso regime de 64. Democracia é isso.
Abraços
Luiz Pereira
-02/03/2012 às 23:28
Setti, boa noite,
Em 1970 tinha 9 anos. Ninguém em minha família era militar ou fazia negócios com o governo.
Em 64, quando existiam dois lados, um querendo devorar o outro, o mais bem artilhado levou a melhor. Ambos desejavam um golpe. Brizola dava suporte a Jango, que julgava ter um inexpugnável “aparato militar”.
Ou seja, os políticos eram uns democratas se sustentando cada qual em seus militares de estimação.
Como dizia Voltaire, “Deus está ao lado dos batalhões mais pesados”. Os políticos do batalhão mais pesado ganharam.
Digo isso, pq, apesar de meus 3 anos em 64, percebo que esse tudo relativo àquela época ainda é visto sob ótica bastante passional.
Dilma, Maria do Rosário, Greenhalgh, Frei Betto, e por aí em diante, tentam estabelecer que em 64 houve um golpe sem apoio da sociedade. Isso não é correto. Houve muito apoio. Do contrário, não sairia nada.
O que houve, em 68, foi um golpe dentro de um movimento que lá em 64 havia tido amplo respaldo da sociedade.
A partir de então, os militares foram perdendo apoio. Não tão rapidamente.
Basta ver que em 1970 a Arena saiu ganhando tudo e quase o MDB se extinguiu. O motivo disso foi o boom econômico de então.
Como se sabe, quando a economia vai bem, até mesmo um Mensalão mal explorado pela oposição não impede a reeleição de um Forrest Gump do mal como Lula.
A bonomia com que este encara os “malfeitos” de seus aliados ainda vai gerar muito esgarçamento em nosso tecido social, mas isso é outra história.
Houve uma Lei de Anistia que, mal ou bem, foi negociada no Congresso.
Houve tortura e mortes? Houve. Houve perseguições? Sem dúvida. Censura? Parte inerente de um processo ditatorial.
Mas houve um acorde de saída nisso tudo. Um acordo justo? Talvez não. Certamente, diante da realidade de então, o mais possível.
Inocentes, como Rubens Paiva, W. Herzog, Manoel Fiel Filho, foram tragados no desvario de um regime que enxerga em qualquer sombra um espectro que vai lhe devorar.
A esses acima, e todos os outros, que o Estado Brasileiro repare a imensa dor de suas famílias do modo mais generoso que puder.
Mas pelos Lamarcas, Marighellas, e todos os que em armas pegaram, não para implantar uma Democracia, mas para exercitar a tara sanguinária dos credos em que acreditavam, findados em maoísmo, albanismo, stalinismo, etc., eu não nutro a menor simpatia.
Jogaram pesado e perderam.
Há até quem teorize dizendo que a ala mais radical das Forças Armadas não teria dado o golpe dentro do golpe de 68 caso não houvesse determinados grupos, como o de nossa presidente e do “consultor” Pimentel pegado em armas. Para os radicais das Forças Armadas, isso foi o pretexto para radicalizarem.
Vale dizer que ainda não surgiu um historiador que escrevesse sobre o Regime Militar com a isenção necessária. A obra de Elio Gaspari é isenta. Mas ele não é historiador e se foca mais na relação Geisel-Golbery.
Esse governo não tem isenção alguma nesse caso. Como disse o Gen. Rocha Paiva, alguém chamará a presidente Dilma para detalhar as atividades de seu grupo? Alguém está preocupado com a morte do soldado Mario Kozel, morto pelo VAR-Palmares? Enquanto os Ziraldos, Jaguares e Conys recebem indenizações descabidas e ainda debocham de nós, que lhes pagamos com nossos impostos, duvido que a família desse soldado tenha recebido qualquer coisa. E ele foi vítima também.
Essa comissão é um ajuste de contas. De um lado só.
Tenho nojo, tal qual Ulysses Guimarães, a todo tipo de ditadura.
Tenho nojo de Sergio Fleury, um psicopata. E tenho nojo do psicopata Cesare Battisti, ao contrário de alguns que aqui postam e o perdoam, como tudo que vem da esquerda.
Sabe o que vai acontecer nessa toada? O megalo-nanico vai conseguir com que 100 militares sejam presos, pq duvido que eles recuem. Eles querem mais é serem presos, como forma de desagravo.
E a presidente Dilma, se embarcar nessa vai mexer em um vespeiro.
abs
Carlos Antônio
-02/03/2012 às 22:52
Tem espaço para que eu assine também? Embora não seja militar, estou solidário com eles.
theo
-02/03/2012 às 20:52
Meus parabéns aos Clubes Militares, pois o que fazem é a defesa da democracia e da liberdade individual.
Angelo Losguardi
-02/03/2012 às 17:45
É, pelo visto vai ser instalada mesmo na país a liberdade das esquerdas, a liberdade do cemitério. Todos seremos livres pra dizer AMÉM.
Corinthians
-02/03/2012 às 16:19
Desculpe Setti.
Pode haver desconfiança, claro, dado o histórico e as barbaridades, mas acho que as questões relevantes são:
- Os militares da reserva podem expressar sua opinião ?
- Amorim tem autoridade sobre a entidade civil chamada Clube Militar ?
- Eles devem ser censurados ? Eles devem ser punidos ?
Pedro Luiz Moreira Lima
-02/03/2012 às 15:41
Amigo Setti:
No Programa da Mirian Leitão do dia 01/o3/2012 no canal 40 da NET – foi a maior contribuição feita por uma reporter na defesa da liberdade,direitos humanos e a VERDADE DA HISTÓRIA NÃO SEJA ESCONDIDA PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA.
Agradeço ao Gen Paiva pela defesa dos crimes cometidos pelas FAs da época da de 21/22 anos de ditadura civil millitar no Brasil – sua participação foi determinante para causar vomitos de indignação – obrigado general/clubes militares e os 150 oficiais da reserva na defesa que fazem a Tortura,Sequestros,Estupros,Mortes e Desaparecimentos é a Mobilização que Necessistamos para a Comissão da Verdade ser instalada DEFINITIVAMENTE.
A Mirian Leitão todos os DEMOCRATAS do Brasil e do Mundo lhe devem APLAUSOS E ADMIRAÇÂO.
PS – Setti repito o mesmo comentario que fiz anteriormente apenas corrijindo o nome da truculendia entrevistada – Gen.Paiva
Eduardo Luiz Viveiros de Freitas
-02/03/2012 às 15:36
Militar da reserva devia ser mais reservado. Criticar o governo e suas decisões é permitido, afinal vivemos numa democracia. Mas como eles não tem nenhuma responsabilidade pelo país, porque não prestam serviço militar ou de qualquer outra natureza, uma vez que estão “na reserva”, que fiquem caladinhos em seu canto usufruindo as nababescas pensões que recebem às nossas custas. Vão cuidar dos netinhos, gente sem ter o que fazer!
Rafael
-02/03/2012 às 12:25
Outra caixa petra que precisa ser aberta no país: DAS FORÇAS ARMADAS. Ao invés de concetrar nos corpors e calabouços da ditadura, porque não uma comissão da verdade com foco nos bancos, cartórios,casas de câmbio, fisco…
Hades
-02/03/2012 às 12:16
Setti, também não quero que ninguém conte comigo, para dar trela a militares da reserva saudosistas da ditadura. Não vi, porém, nenhum indício desta postura na reportagem de O Globo que você postou nem no texto do manifesto. Os militares da reserva têm o direito de se pronunciar sobre estes assuntos como qualquer cidadão brasileiro. É legítimo, democrático e constitucional. É preciso deixar de lado estes ranços ideológico revanchistas. O país precisa seguir em frente. Considero a punição a este manifesto um ato mesquinho de revanchismo.
Renato Tanzi
-02/03/2012 às 11:05
É gente desse tipo – incluindo alguns comentaristas e parte da imprensa – que fez o golpe de 64. E, quando os militares se instalaram no poder, foram para as ruas dizer que repudiavam a ditadura. Nada contra as manifestações, mas fica muito evidente que, na opinião de uns e outros, valeria a pena passar por cima da lei para impedir que “esquerdistas” se mantenham no poder. Querem democracia? É claro que não. Querem poder.
Também vejo com preocupação e desconfiança essas manifestações, caro Renato.
É óbvio que muitos são saudosistas da ditadura que nos oprimiu durante 21 anos.
Luiz
-02/03/2012 às 10:14
Os militares apenas responderam a uma ameaça feita pelas ministras, já que falaram em ações judiciais.
A lei da anistia impossibilita qualquer punição.
Ambas parecerem desconhecer a constiuição ou fazem isso apenas para desmoralizar as forças armadas.
Os militares da reserva tem liberdade de emitirem opiniões, assim como elas tem.
A presidente Dilma deveria mais é chamar a atenção de suas ministras que ficam falando o que não deve.
Quem começou o “incêncio” foram as ministras, cabe a chefe das duas tomar as providências.
P Madeira
-02/03/2012 às 4:29
Se tivéssemos um Baltasar Garzón…
carlos nascimento
-02/03/2012 às 1:52
Ricardo,
Posso estar enganado, mas vejo pesos e medidas distintas por aqui, sua indignação pela manifestação dos militares, diferente do grau adotado quando das “petralhadas” que estão à ocorrer em nosso País, o estilo é mais sóbrio,contido, afinal de contas me diga, o que difere às tragédias, a da era militar, dos da era da mediocridade, não sei qual seja pior.
abraços.
Carlos Nascimento.
Eu apenas publiquei noticiário do Estadão. Mas, já que você perguntou, prefiro um milhão de vezes a democracia imperfeita que temos aqui do que a ditadura que roubou 21 anos de minha liberdade.
Abração
Nino (SP)
-02/03/2012 às 1:04
Caro Ricardo, sou o mesmo Nino de 01/03/2012 às 18:00. Peço desculpas por ter trocado seu nome pelo nome do Reinaldo (Azevedo). Costumo frequentar os dois blogs, bem como o de Augusto Nunes, porque vocês escrevem o que penso de maneira clara e correta.
Não sei se me expressei direito, mas acredito que deixei claro que abomino ditaduras de qualquer lado. Minha solidariedade aos militares da reserva se refere ao direito que eles têm à manifestação pública. Quando disse que estou ao lado deles para defender a democracia, eu quis dizer isso mesmo: estou ao lado deles… para defender a democracia. Ou você pensa que toda movimentação militar conduz necessariamente a um golpe de direita? Não apoio golpes de direita nem de esquerda.
Comunista Até a Alma.
-02/03/2012 às 0:01
Nunca mexa conosco ainda mais quando estamos no poder. Ninguém pode com os comunistas!
Theodoro
-01/03/2012 às 22:06
A democracia está correndo perigo, não pela manifestação dos militares da reserva, mas sim pela corrupção que o desgoverno PeTralha institucionalizou neste país e de setores do Partido da Imprensa Governista. Alguns comentários ofendem a inteligência do povo brasileiros que não se venderam aos encantos de Dilma e seu partido.
wilson
-01/03/2012 às 22:04
Petralhas menos – O Clube Militar é entidade civil,
e o militar da reserva podem dar pitaco como
qualquer cidadão há uma lei do tempo do Sarney em
vigor. Avisa a cumpanheira Maria do Rosario Taurus
que a anistia está em vigor e foi mantida no
Supremo por 7×2.
Vão procurar outro pinherinho no Acre, Piauí,Bahia,
e BRasília.
Falem para a Ministra Rotorooter que aborto é
crime, somente as ressalvas do diploma legal em
vigor.
celio brum
-01/03/2012 às 21:55
Acho lindo quando falam que lutaram contra a Ditadura. Mas os heróis Contra a Ditadura, que iniciaram os Assaltos à Banco, Sequestros, bombas etc… Hoje podemos nos manifestar contra o Governo, mas o que adianta. A corrupção está nos Jornais sendo estampada, Hospitais num caos morrendo brasileiros sem atendimento, Escolas caindo aos pedaços, a qualidade de ensino zero, e a Ditadura Branca em exercício, já que tentaram botar a Lei da Mordaça na Imprensa. São milhões e milhões desviados, cargos criados com salários altíssimos, para militantes, gastos públicos sem controle, Impostos e mais impostos, Juros bancários que são um ágio, podemos nos expressar mas ao mesmo tempo assistimos revoltados essa safadeza. Ministros saindo por suspeita. Não existe um canto do Brasil que um político não tenha metido à mão no dinheiro público que é nosso. Por favor as Forças Armadas foram criadas para nos defender dos ataques inimigos, estamos sendo roubados.
Rafael William
-01/03/2012 às 21:42
Se fosse revanchismo e se o governo agisse como agia nas décadas de 60 e 70,a maioria destes oficiais já estariam devidamente fuzilados e suas famílias perseguidas,General não tem nada que ficar batendo boca com presidente,ministro e senador,há PATRÕES e EMPREGADOS,e EMPREGADO não tem nada que ficar palpitando sobre o que o PATRÃO deve fazer,a não ser que seja solicitado.Esses cidadãos desses clubes militares só contribuem pro atraso das Forças Armadas brasileiras.É hora de amadurecer,é hora de deixar de ser covarde,as tão citadas “feridas do passado” devem ser encaradas e não guardadas em uma “caixa de pandora”,vale aquele jargão do jornalista Eduardo Bueno: “Povo que não conhece sua história está condenado a repeti-la”
Angelo Losguardi
-01/03/2012 às 21:29
Mas e sua opinião nesse caso específico, Setti? Acredita no direito de liberdade de expressão dos militares da reserva? Ou acredita que a liberdade de expressão deve ser permitida apenas àqueles que julgamos razoáveis?
Antonio Cunha
-01/03/2012 às 21:20
Não precisa golpe de estado. Basta uma intervenção moralista militar, de modo a dar um basta a essa bandalheira que está o governo. Seria uma nova transição para a Democracia de verdade. Não a essa palhaçada democomunista. E ou não é. Essa é a questão. Todos sabemos que é: São um bando de comunistas que usam Armani, enviam dólares para contas em paraíso fiscal e adoram um jatinho. Tudo às nossas custas e se dizem comunistas. Que dividam o que roubaram com os miseráveis! Não é esse o dogma comunista? Esses caras não dividem nada. Tudo meu! Comunismo tupiniquim…
Corinthians
-01/03/2012 às 21:14
Vi aqui nos comentários e concordo sobre tudo o que falaram da lei 7524. O próprio Reinaldo Azevedo em seu blog esclareceu o assunto também.
Vou então para uma opinião mais simples:
O Clube Militar é uma associação civil. Eles também devem ter o direito à opinar. O manifesto nem é tão assombroso assim, longe disso.
O que vejo é mais a maneira petista de governar – isso nada mais é que censura (tiveram que retirar o manifesto após pressão do planalto). Censura com punição aos autores. E contra a lei.
Antonio Cunha
-01/03/2012 às 21:13
De fato:”…as Forças Armadas são a instituição com maior credibilidade na opinião pública”.
Pura verdade!
Ros
-01/03/2012 às 21:07
Acabei de postar que querem implantar o regime do “esparadrapo” e vejam a quem o Governador é ligado.
Realmente vivemos tempos sombrios e assustadores no Rio de Janeiro, a “justiça” chegou ao ponto de ILEGALMENTE proibir um partido político, no caso o PSOL, de participar de uma manifestação contra as Barcas SA, e não é brincadeira, ainda estipulou uma multa surreal de cinco milhões.
Blog Ricardo Gama.
Tokinho
-01/03/2012 às 21:04
Existe uma interpretação no mínimo equivocada sobre o que vem a ser DEMOCRACIA, e o direito constitucional dos cidadãos (militares também são cidadãos) a emitirem opiniões ou divergirem sobre assuntos de seus interesses ou de interesses nacionais, se assim não fosse estaríamos em um regime de exceção.
Os militares da reserva e inativos tem garantias legais (e constitucionais) para emitirem opiniões sejam ou não divergentes da maioria/minoria como todo e qualquer cidadão, direito este garantido pela Lei nº 7.524, de 17 de julho de 1986 que dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos (a não ser que queiramos descumprir o que esta na Lei). Esta legislação esta em pleno vigor garantindo aos militares da reserva e inativos o pleno direito de cidadania política.
Não obstante, seria interessante que também fosse esclarecido que os Clubes Militares tem legislação própria, sendo associações brasileiras com personalidade jurídica de direito privado, organizada sob regime das Sociedades Civis, não cabendo ao executivo qualquer tipo de intromissão em suas gestões conforme preceitua os artigo 5º incisos IV, IX XVIII, artigo 220 e seu § 2º da Constituição Federal.
Portanto, data vênia, a ingerência do Executivo nos Clubes Militares é despropositada, totalmente infundada e inconstitucional…
Se lermos mais detalhadamente o que foi explicitado pelos militares que assinaram o documento em lide, podemos ver que na sua assertiva:
-> “O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social,… ” eles estão acobertados pela LEI e pelo direito constitucional conforme explicitado acima.
-> Em sua outra assertiva (esta talvez um pouco mais contundente):
“reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.”
Também aqui vemos que o citado Ministro não tem poderes constitucionais para agir como se fosse um representante da Magistratura e mandar retirar esta ou outras matérias da internet publicada por uma associação brasileira com personalidade jurídica de direito privado, não sendo de plena razão reconhecida sua autoridade ou legitimidade neste mister.
Se o publicado na internet não foi achado conforme pelo Executivo o caminho seria o ajuizamento de competente ação na JUSTIÇA pela AGU, para que seu conteúdo fosse averiguado e prolatada uma sentença a favor ou contra o requerente (é assim que se age em uma sociedade civilizada).
As pessoas que emitem opiniões calcadas em disputas acaloradas ao arrepio da Lei deveriam antes de tudo se lembrar que o Brasil é um país onde a LEI e a ORDEM devem prevalecer ACIMA DE TUDO E DE TODOS (a isto chamamos de Estado de Direito), independentemente de arroubos pessoais.
Patricia m.
-01/03/2012 às 20:46
Setti, nao sao militares golpistas. E ninguem aqui esta defendendo golpe de estado. Nos – os da direita – so queremos que o governo eleito respeite a constituicao e as leis do pais. A lei da anistia nao pode ser contestada, o Supremo ja deu a palavra final. Eu nao entendo por que a Maria do Rosario, por exemplo, uma ministra do governo, fica dizendo por ai que militares torturadores serao punidos. E tb nao entendo por que a Dilma Roussef passa a mao na cabeca dela. E mais ainda, nao entendo agora como o insignificante do Amorim pode pedir punicao aos 150 que PELA LEI tem todo o direito de se expressar. Sinceramente, sao eles que nao sabem o que eh Estado de Direito. Essa tentativa de revanche das esquerdas e toda essa provocacao inutil nao vai dar em nada. E eh bom lembrar, a provocacao partiu da esquerdopatia revanchista
Ros
-01/03/2012 às 20:41
As leis mesmo que contestáveis devem ser seguidas e aplicadas a todos. Se assim não for perde-se o controle de tudo e a muito estamos vendo que existe muito previlégio referente a aplicabilidade das normas constitucionais. Aos companheiro e companheiras tudo….não vi ninguém atrás das grades pelo grande número de corrupão já apontado, principlamente pelo veículo de comunicação Veja, que não se dobra perante a verdade.Se por direito os reformados tem direito a se manifestarem democraticamente que assim o façam, ou logo estarão eles, submetendo as mesmas forças oprimidas para sufocarem aqueles que apenas queiram gritar suas revoltas com o atual modelo Cubano que querem implantar.
Douglas Corrêa
-01/03/2012 às 19:36
Essa lei continua em vigor , não foi revogada .
A Lei nº 7524, de 17 de julho de 1986, faculta aos militares da reserva a manifestação sobre temas políticos, a saber:
Lei nº 7.524, de 17 de julho de 1986
Dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,
faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
Art 1º Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.
Parágrafo único. A faculdade assegurada neste artigo não se aplica aos assuntos de natureza militar de caráter sigiloso e independe de filiação político-partidária.
Art 2º O disposto nesta lei aplica-se ao militar agregado a que se refere a alínea b do § 1º do art. 150 da Constituição Federal.
Art 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art 4º Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 17 de julho de 1986; 165º da Independência e 98º da República.
JOSÉ SARNEY
Henrique Saboia
Leônidas Pires Gonçalves
Octávio Júlio Moreira Lima
Eleonora Meniccuci fala em luta por democracia ? Qdo lutaram por democracia ?
Maria do Rosario tambem se pronuncia contra decisão do STF .
nem o Congresso pode rever a Lei da Anistia porque:
Uma lei não retroage para aplicar punições;
Não é só a Lei da Anistia, a 6683, de 1979, que garante a anistia ampla, geral e irrestrita para crimes políticos e “conexos”. A própria Emenda Constitucional nº 26, de 1985, QUE É NADA MENOS DO QUE AQUELA QUE CONVOCA A ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE, incorporou, de fato, esse fundamento.
Está no artigo 4º da emenda :
Art. 4º É concedida anistia a todos os servidores públicos civis da Administração direta e indireta e militares, punidos por atos de exceção, institucionais ou complementares.
§ 1º É concedida, igualmente, anistia aos autores de crimes políticos ou conexos, e aos dirigentes e representantes de organizações sindicais e estudantis, bem como aos servidores civis ou empregados que hajam sido demitidos ou dispensados por motivação exclusivamente política, com base em outros diplomas legais.
§ 2º A anistia abrange os que foram punidos ou processados pelos atos imputáveis previstos no “caput” deste artigo, praticados no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979.
ORF
-01/03/2012 às 19:35
Comentario # 3
MANIFESTO À NAÇÃO
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.
Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.
Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.
O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria.
A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, fadada a produzir marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns.
O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje prejudicada e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas a altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta.
O Clube Militar, sem sombra de dúvida, representa nossos valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os interesses maiores da Pátria.
Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto supracitado que reconhece na aprovação da “Commissão da Verdade” ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo.
ORF
-01/03/2012 às 19:32
Comentario # 2
Aos meus amigos
Há uma enorme maldade nesta frase da notícia, embora bem pequena na forma. “…e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade”, diz o documento.”
Onde é que está o final da frase original do documento, que, neste caso, faz toda a diferença? O termo final omitido é “para fazê-lo” e sua omissão transforma o Ministro da Defesa de ofensor em ofendido.
A intenção era mostrar que ele não tem autoridade ou legitimidade para intervir nos Clubes Militares, o que é verdade.
Mas a omissão do final da frase distorce a notícia, transformando o ato em insubordinação: “a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade.”.
É com pequenos venenos deste tipo, destinados aos menos avisados e ao público em geral, que estamos sendo atacados. É por este tipo de veneno que os garotos de hoje em dia acham que os “milicos” são os criminosos e os terroristas os “defensores da democracia”. Estamos sendo bombardeados todos os dias por pessoas especialmente treinadas neste tipo de guerra linguística que, insidiosamente, distorce pensamentos. Vide Ancelmo Gois, do O Globo, que foi fazer curso especializado no exterior (não lembro se foi Cuba ou Rússia) e que conduz uma guerra diária em sua coluna contra a democracia americana, disfarçada de defesa da língua portuguesa.
Não estamos lidando com pessoas honestas, tratando apenas de divergências de opinião sobre assuntos de interesse nacional. Estamos tratando com bandidos, criminosos e terroristas, cujo único interesse é permanecer para sempre no poder, a qualquer custo, para melhor poder saquear o país. E o que é pior, com o apoio dos “cumpanhêros” cuidadosamente infiltrados nas redações dos jornais durante os últimos cinquenta anos.
ORF
-01/03/2012 às 19:28
Ricardo, segue email que recebi de amigos militares: Se puder esclareca-nos sobre o texto da nota original e deste repique que segue anexo. Obrigado, ORF
Comentario # 1
Assunto:
Manifesto dos Militares
Vejam como as frases tiveram seu sentido alterado)
“Não esperemos apoio das redações dos jornais. Elas já estão do lado do inimigo.”
Os jornalistas brasileiros estão a dever a devida e completa informação ao povo brasileiro. Que tenham, pelo menos, a hombridade de transcrever o texto completo do “Manifesto à Nação” – que nem tão grande é assim. Escrevem muito mais linhas, todos os dias, para comentar o BBB… Por esta razão, eu que sou um dos signatários, transcrevo o mesmo,ao final deste e-mail, para que possam julgar a veracidade das palavras e o sentido completo de cada frase.
A propósito : A Lei 7.524, de 17 de Julho de 1986, dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos. Logo em seu artigo 1º deixa claro que: “Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público. Parágrafo único. A faculdade assegurada neste artigo não se aplica aos assuntos de natureza militar de caráter sigiloso e independe de filiação político-partidária”.
Sem contar o que vai na Constituição Federal: Art. 220: “A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição. § 1º – Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV. § 2º – É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”.
Heron
-01/03/2012 às 19:26
Tanto o manifesto quanto a ordem de enquadramento da tropa da reserva serão conhecidos, mais cedo do que tarde, como manifestações de Itararé.
Mari Labbate *44 Milhões*
-01/03/2012 às 18:57
RECONHEÇO E ASSINO O MANIFESTO DOS MILITARES: “ELES QUE VENHAM, AQUI NÃO PASSARÃO”! Lembrei-me da música: “Pode vir quente, que eu estou fervendo”! Eu também considero ilegítima a situação do Ministro Celso Amorim e não aprovo a Comissão da Verdade, visto que “País que anda para trás transforma-se em CARANGUEJO”! LUIZ-DILUÍZA desejam VINGANÇA! Quem arranca cascas de feridas recém-cicatrizadas atrai para si novas e sanguinolentas feridas! É a Lei Universal da Fraternidade. Uma Nação não sobrevive sem as Forças Armadas! Que os ANJOS protejam-nas!
Tuco
-01/03/2012 às 18:55
.
Uma decisão de CAmorim
tem o exato valor de
uma nota de três reais.
.
Pedro Luiz Moreira Lima
-01/03/2012 às 18:53
Ricardo Setti:
Assim como os Presidentes dos Clubes Militares colocaram a viola no saco – sairam como entraram sem respaldo das FAs e do POVO BRASILEIRO.
Agora tipos asquerosos como Ulstra resolveram aflorar do ESGOTO que vivem.Outra pancada – estaõ longe do que o POVO BRASILEIRO quer e principlamente as FAs.
Temo que seu blogue seja invadido por quem nunca teve a democracia como instrumento de luta – as opiniões serão cada vez mais raivosas,eleição não´é festa da democracia para eles – eleição é ódio para os novos seguidores do seu blogue.
Entrei para ser solidario a resposta sua ao Nino(SP).O ruim que esses SAUDOSITAS da DITADURA se escondem e a intenção deles é pura AGRESSÂO até a pessoa se retirar.
Verá as resposta a minha consideração ao seu POST.
Meu grande abraço a voce Setti e a todos que resistirem.
Pedro Luiz
Meu caro amigo Pedro Luiz,
Saúdo, feliz, sua volta ao blog.
Eu repudio a opinião dos que elogiam ainda hoje a tenebrosa ditadura militar que nos oprimiu, dos que incensam militares de pijama que alimentam sonhos golpistas, dos falsos democratas de todo jaez. Mas, como democrata, não posso, nem devo, censurá-los, sempre que estejam expressando seus pontos de vista em parâmetros mínimos de civilidade– não ofendam, não agridam etc.
Sempre que posso, respondo. E confio em que leitores como você, que não compartilham dessas ideias, para se manifestarem em favor da democracia e do Estado de Direito.
Um abração
elizio
-01/03/2012 às 18:51
Caro Setti:
a gerente já saiu correndo atrás da eminência parda (texto copiado da própria VEJA).
Abraço.
No início da tarde desta quinta-feira, horário de expediente, a presidente Dilma Rousseff deixou a capital federal para visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Neste momento, Dilma está na casa de Lula em São Bernardo do Campo (SP).
A viagem não estava prevista nem foi avisada pelo Planalto. Na assessoria de imprensa da Presidência, ninguém sabia (ou não queria) dizer onde Dilma estava. A viagem só foi confirmada oficialmente às 16h50, bem depois de Dilma deixar Brasília. Ainda assim, o motivo da visita não foi informado.
O último compromisso previsto na agenda oficial foi às 12h30, com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. Antes, Dilma participou da assinatura de um acordo para evitar greves em obras da construção civil. A presidente retorna à capital ainda nesta quinta-feira.
Bandeira – A Presidência descumpriu a regra do hasteamento da bandeira prevista no Decreto 7.419, de 31 de dezembro de 2010. O texto diz que a bandeira será hasteada na sede do governo e no local em que o presidente residir, quando ele estiver no Distrito Federal.
Às 17 horas, a bandeira continuava a balançar em frente ao Palácio do Planalto, apesar da viagem de Dilma.
(Luciana Marques, de Brasília)
Patricia m.
-01/03/2012 às 18:12
Como bem expos o Reinaldo Azevedo – e ele coloca todos os argumentos que nao vou repetir aqui – resta aos 150 e respectivos clubes entrar com uma acao no Supremo. E vao ganhar. O bom eh saber que a Maria do Rosario e a corja comunista nunca conseguirao abolir a Lei da Anistia. Essa Comissao da (in)Verdade ja mostra bem a que veio…
Nino (SP)
-01/03/2012 às 18:00
Passei a juventude abominando a ditadura militar e lutando (sem armas e sem terror) pelo retorno do país à democracia e ao estado de direito. Celebrei nas ruas, emocionado, o fim do período de exceção. Não reconheço no atual regime (leia-se “lulopetismo”) a democracia plena e saudável com a qual sonhei.
Reinaldo, espero que os militares da ativa e da reserva leiam seus textos para saber que aqui há um brasileiro que se coloca ao lado deles para continuar defendendo a democracia brasileira. Onde é que eu assino?
Reinaldo?
E não conte comigo, não, para dar trela a militares da reserva saudosistas da ditadura.