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08/02/2014

às 12:00 \ Política & Cia

Falta de chuvas e possível falta d’água preocupa uma outra Dilma em São Paulo

Falta de chuvas e de interesses nas licitações estão trazendo dor de cabeça para Dilma Pena (Foto: Sabesp)

Falta de chuvas e de interesses nas licitações estão trazendo dor de cabeça para outra Dilma. Dilma Pena, presidente da estatal de água e esgotos de São Paulo (Foto: Sabesp)

Nota de Otávio Cabral, publicada em edição impressa de VEJA

O DESAFIO XARÁ

A possibilidade de racionamento de água assusta o governo de São Paulo.

Quem tenta minimizar o risco é a presidente da Sabesp [a estatal paulista encarregada de saneamento básico e fornecimento de água], Dilma Pena.

Além da escassez de chuvas, o abastecimento está ameaçado porque algumas licitações importantes fracassaram por falta de interesse.

A de uma adutora no Guarujá, orçada em 68 milhões de reais, não recebeu nenhuma proposta em 17 de dezembro.

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7 Comentários

  • jose roberto felicio

    -

    1/3/2014 às 22:20

    Precisamos ser mais inteligentes e perceber que a falta de chuvas é em primeiro lugar, a consequência de como estamos tratando a natureza. Poluição das industrias, veículos, aviões etc. Agora que os maiores culpados são os políticos brasileiros, isto não tenhamos dúvidas. Por exemplo, o então governador de SP, o Sr. Geraldo Alckmim aprovou em 19 de setembro de 2.002 a lei Estadual 11.241, que permite que os donos de usinas de álcool, ateem fogo nas plantações de cana de açucar durante 30(trinta anos), imaginem que absurdo.Este foi sem dúvida,foi o maior crime ambiental consentido do Estado de SP. Esses governos, precisam voltar as escolas e aprender tudo o que eles nunca aprenderam sobre como devemos tratar a natureza. Com este calor todo provocado pela queimadas, não há chuva que consiga atravessar esta barreira. Pensem nisto seus políticos ridículos.

  • karoline

    -

    20/2/2014 às 20:52

    Nato adianta jogar a culpa apenas nos políticos e em representantes da sabesp. A maioria das pessoas sujam e desperdiçam a nossa maior riqueza, pensam que nunca irá acabar. É muito fácil essa gente burra passar a culpa pra outros, difícil é se concientizar !

  • Jorge Luiz

    -

    9/2/2014 às 3:03

    Quando a situação fica crítica é que as autoridades se preocupam. Antes são omissas pois não fazem campanha para redução do consumo de água potável depois ficam correndo atrás do prejuízo.

  • What's up?

    -

    8/2/2014 às 13:23

    Ao trafegar pelas ruas de SP notará que há muitos pontos onde águas afloram no asfalto, sabe se que se fosse vazamento de pouca quantidade o piso absorve, mas como não o é aflora até nos pontos altos da cidade. Isto mostra quanto de água tratada é desperdiçada/minuto, e sem estancamento definitivo deste desperdício não haverá represas nem rios que possa dar conta.

  • Cau Marques

    -

    8/2/2014 às 13:12

    Só faltava essa. Não acontecer o apagão nacional de energia elétrica, e acontecer falta de água encanada no Estado de São Paulo! Dilma re-eleita, e Alckmin na rua… Não aguento esse país.

  • MILTON SIMON PIRES

    -

    8/2/2014 às 13:00

    “Nada pode ser mais grave, mais triste e mais vergonhoso para qualquer profissional do Brasil Petista do que receber um ELOGIO de um sindicato. Ser elogiado pelo próprio sindicato é a prova de que essa pessoa, um dia um profissional independente, tornou-se, ela mesmo, petista! Graças a Deus, Rachel Sheherazade está sendo atacada pelo seu sindicato; sinal inequívoco de que ainda é jornalista”

    Milton Pires

  • Sylvio Haas

    -

    8/2/2014 às 12:10

    A irresponsabilidade tipicamente brasileira de preferir remediar no lugar de prevenir, parente do hábito de deixar tudo para a última hora, fez com que a Sabesp deixasse para conscientizar a população da iminente falta d’água (e estimular a economia no consumo) quando o reservatório já estava com apenas 20% de sua capacidade. Deveria tê-lo feito quando estava com 50%, o que já é pouco diante dos ideais 80%. Não é o governo quem tem que “se assustar”, e sim a população, que terá que submeter-se ao angustiante racionamento.

 

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