08/01/2012
às 19:31 \ Política & CiaCom homenagem a Quércia, que incluiu Maluf, Alckmin dá facada nas costas dos ideais de um PSDB que não mais existe

A ponte estaiada "Governador Orestes Quércia": símbolo, em SP, da absolvição por Alckmin de um jeito de fazer política que inclui Maluf (Foto: José Luis da Conceição/Divulgação)
(Publicado originalmente a 28 de julho de 2011)
Amigos, o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia morreu em dezembro passado, sofreu muito com a recidiva de um antigo câncer de próstata em que ocorreu metástese e nenhum cidadão de bem, seja de que posição política for, pode ter ficado feliz com seu final de vida.
Quércia, porém, como governante e como político, representava tudo de que os fundadores do PSDB, em 1988, queriam distância, por seus métodos e práticas, sem contar seu brutal enriquecimento pessoal durante um período em que se dedicou em tempo integral à política como vereador, deputado estadual, prefeito de Campinas e senador da República.
Muito em função das diferenças com Quércia, então poderoso governador de São Paulo, tucanos de truz como o então senador e hoje ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, os falecidos ex-governadores Franco Montoro e Mário Covas, de São Paulo, e José Richa, do Paraná, os então deputados José Serra (SP) e Euclides Scalco (PR), jovens lideranças como o deputado Aécio Neves (MG) e dezenas de outros proeminentes nomes do PMDB país afora decidiram deixar o partido rumo a uma legenda que, entre outros objetivos, se pretendia regeneradora dos costumes políticos brasileiros.
Nesse quesito, pretendia-se que o PSDB estivesse do exato lado oposto da forma de agir na vida pública de Quércia e de outro governador da época, Newton Cardoso, de Minas.
Passado jogado para o alto
Pois bem, passam-se os anos e o governador tucano Geraldo Alckmin, em nome da “governabilidade” e com objetivos eleitorais para 2012 e 2014, joga esse passado para o alto, faz as pazes do PSDB paulista com Quércia em 2010 e inclui o ex-governador em sua chapa para o Senado no ano passado, junto com o tucano Aloysio Nunes Ferreira. A doença fez Quércia desistir da campanha e declarar apoio a Aloysio, eleito com votação recorde.
Coerente com seu passado, FHC esteve entre os raríssimos tucanos que não apoiaram a candidatura Quércia e gravou mensagem na TV apenas em favor de Aloysio.
Colocar Quércia como parceiro de chapa, porém, não bastou para Alckmin. Ele precisou também homenagear o ex-governador — homenagem “justíssima”, disse, a um homem que “dedicou uma vida inteira a São Paulo e ao Brasil” –, batizando com seu nome uma bela e imponente ponte estaiada que liga a movimentadíssima Avenida do Estado à pista central da Avenida Marginal do Tietê, mais movimentada ainda.
Covas, Maluf e uma facada nas costas
Para dar o toque político que eventualmente faltasse a essa reviravolta histórica do PSDB paulista, uma metafórica facada nas costas dos fundadores do partido — e em especial do falecido governador Mário Covas, que Alckmin considera seu mentor — lá estava como convidado, na inauguração, sorridente e feliz, o deputado Paulo Maluf (PP), que conseguiu pular da posição de pária e alvo político da ferocidade do PT a firme apoiador do lulalato e do governo Dilma e, agora, igualmente aliado do governador Alckmin, a quem os malufistas apoiam na Assembleia e do qual obtiveram cargos no governo.
Desde o tempo em que os bichos falavam até sua morte, em 2001, Covas foi um implacável adversário de Maluf, de suas ideias, de sua atuação na vida pública e de sua forma de fazer política, e com igual energia combateu Quércia e tudo o que ele representava.
Alckmin, de um só golpe, absolveu dois rivais e antípodas históricos de um PSDB que não existe mais.
Tags: Aécio Neves, Euclides Scalco, FHC, Franco Montoro, Geraldo Alckmin, José Richa, José Serra, lulalato, Mario Covas, Newton Cardoso, Orestes Quércia, PMDB


































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60 Comentários
alvaro
-11/01/2012 às 22:30
O PSDB foi criado por uma ala dissidente do PMDB. Em São Paulo, foram capitaneados por Montoro, Covas e FHC, que eram anti-quercistas. No âmbito nacional, lembro do José Richa, Pimenta da Veiga, Artur da Távola, do Grama de Campinas e de tantos outros que se foram. Esse partido não existe mais. Hoje é uma salada que ninguém entende nada. Não temos partidos de oposição. Quem faz oposição no Brasil é a imprensa decente e séria.
A. Mendonça Clark
-10/01/2012 às 21:37
O passado não alimenta a política e nem ao político. Perguntem ao PT ou ao Lula.
A. Mendonça Clark
-10/01/2012 às 21:27
O político e a política não vivem do passado. Perguntem ao PT.
giba
-10/01/2012 às 19:31
COVAS FOI UM IMPLACÁVEL ADVERSÁRIO DO MALUF E DO QUÉCIA, MAS PORQUE ELE NÃO DEIXOU A ASSEMBLÉIA PAULISTA ABRIR UMA CPI DAS PRIVATIZAÇÕES DAS ESTRADAS PAULISTA ??????
Liana
-09/01/2012 às 15:51
Ainda bem que Serra não morreu.
Se chamasse ponte josé Serra daria náusea geral.
Mari Labbate *44 Milhões*
-09/01/2012 às 8:49
PSDB + DEM + PSD + PMDB = LIBERDADE = DEMOCRACIA! O Dia 28/01/2012 (= 7) representa a SOLUÇÃO de todos os problemas brasileiros! Chegamos, queridos, finalmente, ao OLHO DO FURACÃO, abençoados pelas ÁGUAS DE JANEIRO, Ano do Dragão e da Fundação da Cidade de SÃO PAULO. CONSTATAÇÃO: Os petistas NÃO cuidaram dos irmãos mais necessitados, visto que almejam apenas o Poder! O Universo reagirá! Que os melhores nomes dessas quatro legendas componham o Partido de CENTRO-DIREITA, que pedi a Jesus Cristo, o Guardião do Planeta TERRA, porque uma Nação NÃO sobrevive sem Oposição. Convido a todos os dignos leitores do querido e competente Jornalista Ricardo SETTI, a orarem comigo, por uma saída digna dessa insana situação em que encontramo-nos: rastejantes-répteis! AMEN!
ULYSSES
-01/11/2011 às 13:41
Em 1992, o QUÉRCIA, que ainda era chamado de desonesto, enfiou, goela abaixo dos PMDBistas, um desconhecido candidato a prefeito de SÂO PAULO chamado ALOYSIO. Eu não me esquecí.
Tuco
-28/10/2011 às 20:51
.
Manifestei-me em 28/07/2011 às 17:13.
De minha parte, vejo a ponte de longe – e
me causa desconforto imaginar ter de usá-la.
Nunca!
.
SABIÁ CANTANDO NA MADRUGADA
-28/10/2011 às 14:08
O pior nesta história toda é que, como passo por esta ponte diariamente, posso constatar que é totalmente desnecessária. O trânsito nesta ponte é ridiculo de tão poucos carros e caminhões trafegam por esta ponte.
Dinheiro público jogado fora!
Pedro Luiz Moreira Lima
-28/10/2011 às 11:48
Anistia deixa de ser entrave à abertura de ações contra militares acusados de tortura
LUCAS FERRAZ
SYLVIA COLOMBO
DE BUENOS AIRES
Em votação concluída na madrugada de ontem, o Congresso do Uruguai aprovou lei que considera delito de lesa-humanidade os crimes ocorridos na ditadura (1973-85). Agora eles passam a ser considerados imprescritíveis.
A medida foi aprovada pela Frente Amplia -coalizão de esquerda que apoia o governo de José Pepe Mujica com o objetivo de impulsionar o julgamento de militares acusados de praticar tortura e homicídios no período.
A votação da lei começou na segunda, no Senado, e foi finalizada ontem pela Câmara. O trâmite foi agilizado porque na próxima semana prescreveriam vários crimes ocorridos na ditadura. Até agora eles eram tratados como delitos comuns, prescrevendo, segundo o Código Penal do Uruguai, em até 30 anos.
“Na verdade ganhamos tempo: a lei impede a prescrição dos crimes. Agora nossa batalha será na Justiça”, diz Magdalena Aguerre, que coordena a ONG Serviço Paz e Justiça, que realiza ações na área de direitos humanos.
A nova legislação, porém, não anula a Lei da Anistia de 1986, que recebeu o nome de Lei da Caducidade.
Em maio, os congressistas tentaram anular três artigos da lei, deixando-a sem efeito, mas a Frente Amplia não teve os votos necessários. À época, Mujica, um ex-guerrilheiro que foi preso e torturado na ditadura, retirou o apoio à anulação da anistia.
Agora, ele afirma que vai sancionar a nova lei e que a Suprema Corte decidirá sobre sua constitucionalidade.
Apesar da Lei da Anistia, o Uruguai conseguiu julgar alguns militares com o aval da Suprema Corte. Dois ex-ditadores -Gregorio Álvarez e Juan María Bordaberry- estão presos e outros 14 casos já foram analisados, mas o entendimento não era amplo.
Segundo a ONG Serviço Paz e Justiça, a lei que impede a prescrição de crimes permitirá que ao menos 80 ações sigam abertas na Justiça.
A aprovação da nova lei gerou forte discussão na opinião pública. Em 1989 e em 2009, a população rejeitou, em plebiscito, anular a anistia para julgar os militares.
A principal crítica da oposição e de setores conservadores é que o Congresso aprovou uma lei que vai contra a vontade da maioria.
Entre 1985 e 2005, quando o país foi governado pelos partidos conservadores Nacional e Colorado, não foi aceita nenhuma ação contra militares (a Lei da Anistia dá ao Executivo o poder de decidir se abre ou não processos).
Isso mudou após a eleição do primeiro presidente de esquerda, Tabaré Vásquez, em 2005. Ele e a Frente Amplia incentivaram os julgamentos.
O número total de mortos e desaparecidos durante os 12 anos de ditadura no Uruguai é incerto: segundo entidades de direitos humanos, são entre 200 e 295 vítimas.
Carlos
-28/10/2011 às 11:45
Ok, a homenagem é do Alckmin. Mas, Setti, quem costurou a chapa com o Quércia foi o Serra. Na época, isso foi apontado como “lance de gênio”, pois traria parte do PMDB de São Paulo para a candidatura presidencial, enquanto o bloco do Temer seguiria com Dilma.
O Serra também aplicou a facada a que me refiro. FHC não foi cúmplice disso, tanto que só apoiou, para o Senado, o então candidato Aloysio Nunes Ferreira, sem jamais citar nem o nome do outro candidato da chapa PSDB-PMDB, o falecido Quércia.
Abração
Pedro Luiz Moreira Lima
-28/10/2011 às 11:36
Amigo Setti – para seu conhecimento – a Verdade e a Justiça não tardará também aqui.
Abraços.
Por Webster Franklin
Da Carta Maior
‘Anjo da Morte’ é condenado à prisão perpétua na Argentina
Um dos símbolos macabros da ditadura argentina, Alfredo Astiz foi chefe de inteligência do Grupo 3.3.2 da Marinha, e um dos primeiros integrantes da Escuela de Mecânica de la Armada (ESMA) reconhecido publicamente como um brutal repressor no final da década de 70. Em sua lista de acusações estão os assassinatos de Azucena Villaflor, fundadora das Mães da Praça de Maio, e das monjas francesas Alice Domon e Leonie Duquet, torturadas na ESMA e jogadas no mar. Outros 17 ex-marinheiros foram condenados por crimes de lesa humanidade. A reportagem é de Francisco Luque, direto de Buenos Aires.
ss=”headline-link”>Francisco Luque – Correspondente da Carta Maior em Buenos Aires
Após quase dois anos de processo, a Justiça argentina anunciou a sentença contra 18 ex-marinheiros acusados de crimes de lesa humanidade cometidos no centro de detenção e tortura da Escola Superior de Mecânica da Armada (ESMA), um dos mais emblemáticos da última ditadura. Os repressores foram responsabilizados pela detenção, privação, torturas e homicídio de 86 pessoas, entre elas, o jornalista e escritor Rodolfo Walsh, as fundadoras das Mães da Praça de Maio, Azucena Villaflor, Mary Bianco e Ester de Careaga, e as monjas francesas Alice Domon e Leonie Duquet, missionárias que apoiavam os familiares dos detidos desaparecidos no início da ditadura.
Os oficiais acusados no processo ESMA são: Alfredo Astiz, Jorge Acosta, Antonio Pernías, Oscar Antonio Montes, Raúl Schiller, Jorge Radice, Alberto González, Nestor Savio, Ricardo Cavallo, Adolfo Donda, Julio César Coronel e Ernesto Weber, todos condenados à prisão perpétua. Manuel García Tallada e Juan Carlos Fotea, a 25 anos; Carlos Octavio Capdevilla, 20 anos, e Juan Antonio Azic, 18 anos. Pablo García Velazco e Juan Carlos Rolón foram absolvidos, mas seguirão na prisão por outros crimes.
O tenente Alfredo Astiz é um repressor símbolo da ditadura. Chefe de inteligência do Grupo 3.3.2 da Marinha, foi um dos primeiros integrantes da ESMA reconhecido publicamente como um brutal repressor, para muitos, o emblema do terrorismo de Estado na Argentina no final da década de 70. Astiz foi acusado de infiltrar-se no grupo fundador das Madres da Praça de Maio, fazendo-se passar pelo irmão menor de um desaparecido, e de sequestrar a fundadora, Azucena Villaflor.
Apelidado de “Menino Gustavo” ou “Anjo da Morte”, Astiz foi condenado à revelia pela Justiça francesa pelo assassinato das monjas Domon e Duquet, torturadas na ESMA e lançadas ao mar. Também é responsável pela morte da cidadã sueca Dagma Hagelin, ocorrida em 1977. Graças às leis do Ponto Final e da Obediência Devida, aprovadas no final da década de 80, Astiz foi eximido de responsabilidade na qualidade de militar de média patente, até que, em 2003, o Congresso argentino anulou estas leis, provocando a reabertura dos processos. Em sua longa lista de acusações está incluída uma investigação aberta pela Audiência Territorial de Nuremberg (Alemanha) em função da execução e desaparecimento de cidadãos alemães durante a ditadura.
Jorge “Tigre” Acosta, chefe da inteligência e do Grupo de Tarefas 3.3.2 da ESMA, foi acusado pela detenção e desaparecimento do jornalista Rodolfo Walsh, autor do livro “Operação Massacre” e da “Carta aberta à Junta Militar”, um texto escrito e difundido por Walsh durante seu período na clandestinidade, um ano após o golpe militar. Nesta carta, ele acusa as forças armadas de realizar um plano de extermínio contra opositores e pela instalação de um plano econômico neoliberal dirigido pelo ministro de Economia da ditadura, José Martínez de Hoz., Rodolfo Walsh foi visto pela última vez nas instalações da ESMA.
A deputada Patricia Walsh, filha do escritor, disse que “essa é a primeira vez que houve testemunhos que contaram com detalhes o que ocorreu na última casa em que meu pai viveu (em San Vicente), que ficou completamente destruída, onde roubaram seu último conto “Juan se iba por el río” e que, atualmente, está ocupada por uma família de um policial aposentado.
A leitura da sentença foi recebida com júbilo pelos familiares das vítimas, sobreviventes e organizações de direitos humanos. Fora do tribunal e das instalações da ESMA, milhares de pessoas acompanharam o julgamento por telões. O ex-presidente Néstor Kirchner converteu a ESMA em um lugar para a memória.
Tati Almeida, integrante das Mães da Praça de Maio, Linha Fundadora, disse que “sempre buscamos justiça dentro da legalidade e não pelas próprias mãos”. “É um dia pleno de felicidade para toda a sociedade argentina que acredita na justiça e nos direitos humanos. Não esperávamos assistir em vida a esse julgamento e agradecemos às organizações sociais e aos jovens que nos apoiaram”.
Para Christian Castillo, dirigente do PTS (Partido dos Trabalhadores Socialistas), esses julgamentos são uma vitória para todos aqueles que lutaram durante todos esses anos para conseguir justiça e verdade. Em especial, os sobreviventes da repressão que tiveram que ficar mais uma vez frente aos repressores, uma questão que não é menor ao se recordar o caso de Julio López, sobrevivente da repressão e autor de uma ação contra o policial Ethcecolatz. No dia da sentença, López saiu de sua casa para ir ao tribunal e nunca mais se soube dele.
Tradução: Katarina Peixoto
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Think tank
-28/10/2011 às 10:07
Desconfio que na política tupiniquim não existe este de jogar o passado fora ou apunhalar alguém pelas costas, estes que ai estão são todos iguais, desprovidos de qualquer ética ou moral. Mencionou tanto o Covas, mas basta ver se realmente merece tanta ovação, este ao ser vaiado na FEBEM Imigrantes, mandou demolir, circulou até piada na época; “Agora temos presidente da FEBEM, mas falta governador do estado”, bate boca com grevistas (professores) na praça da Republica, pedágios com preços exorbitantes, e por ai vai.
São todos iguais, nenhum partido tem passado nem presente, fizeram apenas discursos oportunistas, fatos provam o oposto, são saqueadores da nação que levam a vida propalando lorotas e mazelas!
Wagner Ferraz
-28/10/2011 às 9:48
Caro Wagner,
Não vou publicar seu comentário porque ele levanta suspeitas sobre um jornalista que, além de extraordinariamente competente, é de correção impecável.
Não lhe chamou a atenção o fato de a “notícia” ter sido divulgada pelo site da Record, que tudo faz para atingir a Globo, ao qual pertence o jornalista?
Além do mais, os contatos com personalidades várias que, segundo o texto, ele teria mantido são perfeitamente normais para um profissional que quer se manter informado.
Finalmente, conheço pessoalmente esse jornalista e ponho minha mão no fogo sobre sua correção profissional.
Abraços
*Mari Labbate* EMAS44
-28/10/2011 às 9:15
Desde o Plebiscito de 31/10/2010, os Estados que votaram no AZUL de José Serra, energeticamente, tornaram-se independentes do Brasil. Para uma harmonia territorial, enumerei dez estados-livres: SP, RJ, ES, MG, PR, SC, RS, MS, MT e RO. Esses territórios foram conquistados e não comprados! Jesus Cristo submeteu o País a um processo de escolha e o resultado foi: 56 milhões de brasileiros optaram pelo comunismo e 44 milhões pela LIBERDADE, pela DEMOCRACIA. Na Vida, a todo instante, estamos sendo incentivados pelo Altíssimo a decidirmos sobre TUDO. E essa foi uma decisão irrevogável, visto que muitos Carmas foram criados envolvendo SÃO PAULO (Guerra dos Emboabas e Revolução de 1932) e o SUL (Guerra dos Farrapos). A problemática de Cesare Battisti entrou no cômputo energético de desrespeito aos Imigrantes Sulistas, tratados como escravos desde meados do Século XIX. IMPORTANTE: Energia gerada transforma-se e NÃO dissipa-se! Significa que, brevemente, ocorrerá a oficialização do Novo Estado, cuja capital é SÃO PAULO: o Coração da América do Sul. Esse Projeto inclui a devolução das Ilhas Malvinas à Argentina e a independência do Tibet, na China, no mesmo nível do Vaticano, pois são Pontos Energéticos de Louvor a Jesus Cristo, o Governador da Terra. Deve-se considerar a presença de alguns Estados (inclusive capitais: SP e RJ) com nomes de Santos: Espírito Santo, São Sebastião, São Paulo, Santa Catarina e São Pedro (= 7 = número cabalístico). É a prova! Observa-se, portanto, que não se trata de um Movimento isolado, mas que pertence, energeticamente, a uma Missão Planetária do Terceiro Milênio: o Ecumenismo. Essa é uma Teoria baseada em Análises das Coordenadas de Espaço e Tempo da História do Brasil. Cantemos “A Banda” com o grande Chico Buarque de Hollanda, para relaxarmos! E VIVA SÃO JUDAS, porque hoje é o Dia de louvá-lo: 28 de Outubro! Grande Padre Juarez de Castro! ABBRACCIO!
Frido
-28/10/2011 às 1:24
Não vejo nada de mais em colocar o nome de um ex-governador numa ponte. Mesmo que eu não goste dele. Ué? Não tem elevado Costa e Silva? Não tem avenida Getúlio Vargas? Se dois ditadores podem…
f tavares
-27/10/2011 às 21:24
- no jogo-da-vaca-parida, o insosso governador de são paulo demonstra ser muito mais ágil do que se viu em outros momentos políticos, destacadamente em eleições. quem, como eu, não vive por lá mas vai a são paulo uma vez ou outra, surpreende-se que haja ambições políticas além-fronteiras do maior estado do país: sua senhoria, sem o vínculo político-ideológico com os tucanos, bem que podia trabalhar pela república independente de são paulo e assumir sem constrangimento que é o maior país da américa do sul. depois é só criar um rigoroso contrôle nas fronteiras e comprar do rio de janeiro aquela região até angra dos reis…
Geraldo
-01/08/2011 às 9:29
Caro Setti,
Em condições normais, estaria pronto o cenário para as eleições de 2012 e 2014, com visíveis vantagens a um candidato e/ou partido oposicionista e com dicurso moralizador e anti-corrupção.
Houve tal figura ou tal partido e já poder-se-ia discutir quais seriam os seus ministros.
Barbada! Pule de 10!
Qual nada, o que vejo em todas as direções é só desilução.
De fato sinto-me como um passageiro do Titanic, mas com uma grande diferença, estou sabendo que o barco vai afundar e que não haverá botes para todos.
A ignorância seria uma bênção.
Abs
Corinthians
-31/07/2011 às 17:50
Jotavê,
Agora estou confuso. Para alguém que defendeu a refiliação de Delúbio Soares e conclama por debates onde a moral seja desconsiderada, seu comentário me soa contraditório.
tico tico
-31/07/2011 às 17:45
Lampião quando perseguido pelos “macacos”, se direcionava fazendo um círculo, de modo que, ao fechá-lo, de perseguido passava ao mesmo tempo a ser perseguidor. Assim é com a corja de políticos, do Brasil.
Jotavê
-31/07/2011 às 5:07
Não posso fazer outra coisa a não ser acrescentar minha indignação à sua. Orestes Quércia e Paulo Maluf são filhos da impunidade. A carreira de ambos só prosperou porque nossas instituições judiciais são completamente incapazes de levar homens ricos para a cadeia. Geraldo Alckmin mostra bem qual é sua estatura moral ao fazer esse tipo de homenagem. Exatamente em função dessa estatura, ele deverá prosperar nesse ambiente político apodrecido em que vivemos. Para mim, é um exemplo do ponto a que pode chegar a distância entre os ideais cristãos de conduta e a prática cotidiana de alguns fieis.
Markito-Pi
-30/07/2011 às 14:04
Colega Jebaniel.
Permita-me discordar.Todos os citados eram homens de honra.Profissionais impecáveis.Tinham sua ética, particularíssima, mas tinham.Nunca negaram ou fantasiaram o que eram.A entrevista de Quinzinho ao grande Silveira Sampaio( TV Record anos 60 , produção de Jô Soares)mostrou a decencia fundamental deste bicheiro e dono da zona . Deixa-los no mesmo baú deste sei= lá- o- que, que dá nome à ponte, é desonrar sua memória.
JEBANIEL WOLFF
-30/07/2011 às 9:20
Caro Ricardo Setti,Geraldo Alckmin nunca me enganou e tenho certeza de que nem a você. Como não conseguiria ganhar, na medicina, dinheiro suficiente para manter o alto padrão de vida da sua família, posou de menino correto e elegeu-se vereador dando início a uma carreira política que lhe proporcionou os recursos para a vida boa. Essa homenagem a Quércia, faça-me o favor! Qual o critério para homenagear bandidos mortos dando a próprios estaduais e municipais o nome deles? Em São Paulo,tivemos outros igualmente notórios e que morreram há mais tempo do que o ex-governador e também merecem ser homenageados. Poderíamos ter o viaduto Gino Amleto Meneghetti, a praça Benedito Lima César (Sete Dedos), Escola Estadual de Primeiro Grau Antonio Rossini (Promessinha); mudar os nomes das ruas Vitória e Aurora, na boca-do-lixo paulistana, para Hiroito de Moraes Joanides e Joaquim Pereira da Costa (Quinzinho). Homenagem mais do que justa.
esther correa
-30/07/2011 às 9:11
Oi Ricardo
Essa ponte deveria ter o nome do Mário Covas. Ao invéz de homenagear com justeza o Covas, resolveu homenagear o Quércia.
Esse cara está mostrando a que veio desde 2006 quando atropelou o Serra e abraçou o Garotinho. Acho que foi aí que naufragaram as suas chances de se eleger. Só votei nele no 2º turno de tanta raiva que fiquei.
Leandro
-29/07/2011 às 13:33
O Alckmin deixou claro o teor de seu caráter ao atropelar inexoravelmente a candidatura do sempre pusilânime Serra nas eleições de 2006.
A este governador faltou a ética demonstrada pelo Aécio no ano passado. Por trás daqueles modos quase cavalheirescos travestidos de picolé de Chuchu insosso, há uma alma velhaca e sub-reptícia.
Jefff
-29/07/2011 às 12:35
Como diz a musica da Cyndi Lauper…………… Same old fucking story!
Rodrigo
-29/07/2011 às 12:08
Covas seria o sucessor natural de FHC em 2002. Uma lástima havermos perdido esse cara. Em 2006 Esse mocorongo atrapalhou uma vitória que removeria os petralhas do poder. ( não fez sozinho, sejamos justos, pois PSDB e DEM fizeram muitas bobagens)
roby
-29/07/2011 às 9:49
Geraldo Alckmin tem alavancado sua carreira por meio de procedimentos um tanto estranhos — se dubiedade moral, lealdade altamente suspeita e associações pouquíssimo éticas podem ser computadas sob o título de “estranhezas” num clima político-partidário como o nosso. Aliás, considerando as recentes manobras de Gilberto Kassab em prol de seu futuro extremamente duvidoso, é de se acreditar que nossas “oposições” — que parecem divergir mais entre si do que contra a canalha governista — vivem um momento especialmente patético, principalmente na capital paulista.
O inesquecível (por razões diversas, quase sempre ruins) ex-presidente Jânio Quadros dizia que em política não devem ser estabelecidas inimizades definitivas, pois as coisas mudam… e mudam tanto até a coisa se tornar uma barafunda horrível como vimos avolumar-se nestes últimos oito anos e meio de lulopetismo desenfreado.
paulo césar
-29/07/2011 às 2:26
Respondendo ao internauta das 14:37 hs, a revista Veja noticiou que o falecido era dono de três Shoppings Centers em Campinas, e uma retransmissora da tv Record, e isso é só a ponta do iceberg, pois aqui em Campinas sabe-se que o dito tinha muitas terras e empreendimentos imobiliários. Desgraça pouca é bobagem, tenho a certeza que tudo quanto for estrada, pontes, avenidas, centros de educação e esportivos, etc., que forem inaugurados, vão receber o nome do falecido “mão grande”.
Martha
-29/07/2011 às 1:08
Infelizmente, uma boa parte dos tucanos não confia em si mesma.Tem sempre um ataque de frouxidão, achando que com isso se fortalesse.
P Madeira
-28/07/2011 às 23:59
“FHC e Roriz se reunem e tucanos ficam em desconforto”
http://www.jusbrasil.com.br/politica/4658572/fhc-e-roriz-se-reunem-e-tucanos-ficam-em-desconforto
Joe
-28/07/2011 às 23:30
Prezado Setti, foi com muita amargura que li o seu comentário. Amargura, não pelo comentário, mas pela exatidão que ele traduz. No Brasil tem-se a mania de santificar os mortos e as suas observações estão tristemente corretas.
Tinha a maior admiração pelo Governador Covas, turrão, mau-humorado, mas, sobretudo, íntegro.
Orador brilhante, lembrei-me de sua manifestação no debate contra Maluf em 1998: ” O telespectador, aquele que está me ouvindo (sic), quer ver discussão de caráter. Quer comparar aqueles que quer (sic) ser governador do ponto de vista do caráter de cada um.”
Não é demais lembrar, também, que foi Covas quem impediu o PSDB de cair nos braços de Collor, quando, dizem, até mesmo Fernando Henrique queria aderir ao seu governo.
A alma do Governador pode descansar em paz, enquanto isso, vivemos em sobressalto.
Paulo Santos
-28/07/2011 às 21:45
Olá Setti, obrigado pela resposta!
Sobre o acordo Quércia/Tucanos segundo os jornais foi sim FHC e Serra que aproximaram Quércia de Kassab, veja trecho de notícia do estadão de 27 de outubro de 2008:
“De outro lado, foi a teimosia de Alckmin em se candidatar que levou o trio FHC, Bornhausen e Serra a procurar Quércia e o PMDB, antes que o PT de Marta Suplicy o fizesse. O sucesso da operação deu ao prefeito um longo tempo na TV.”
Obrigado pela correção, esse Zé era do Quércia,mas o Covas tbm tinha o seu “português” o empresário Antônio Dias Felipe dono das empresas Tejofran e Power, inclusive ele é padrinho do Zuzinha.
Gamal
-28/07/2011 às 21:02
Mário Covas, o presidente que o Brasil precisava em 1989, não mereceria algo assim.
Alckmin será amaldiçoado por cinco gerações.
Paulo Santos
-28/07/2011 às 19:53
Caro Setti lí nos jornais em 2008 que a aliança entre Quércia e o PSDB foi costurada por Serra e Goldman a pedido de FHC.. e outra, Serra estava nesse evento mas não foi citado por vc.
Covas só é santo para vcs da imprensa, Zé Português, Goro Grana e Zuzinha que o digam!
Caro Paulo, não tenho essa informação com que você inicia seu comentário. Sei o quanto FHC desprezava a forma de se conduzir de Quércia na vida pública. Ele ainda pensa assim.
Quanto a Covas ser “santo”, não chego a tanto. Era, porém, notoriamente um homem de bem, e jamais foi comprovado seu envolvimento, direto ou indireto, em qualquer falcatrua, como você insinua.
Quanto à presença de Serra, deixei de lado, mas você me lembrou e vou incluí-lo na lista.
Em tempo: Zé Português era o operador particular de Quércia.
Paulista indignado
-28/07/2011 às 19:26
O GOVERNADOR MÁRIO COVAS não merecia isso…..
Triste.
Aldo Matias Pereira
-28/07/2011 às 18:53
Ricardo,
O que dizer? Me sinto envergonhado em dizer que sempre votei no PSDB. E sempre por conta de políticos como Fernando Henrique, Franco Montoro, Euclides Scalco, José Richa. A partir do que Serra, Alckmin e Aécio vêm fazendo, o que nos resta é mesmo trabalhar para que essa sigla (sim, o PSDB virou apenas uma sigla que está disponível tal e qual os prtbs da vida)desapareça de vez do mapa. Assim, quem sabe, apareçam a decência, a honradez e a POLÍTICA, para trazer de volta o Partido.
paulo césar
-28/07/2011 às 17:48
Sempre votei no Geraldo Alckmin, por considerá-lo um dos administradores mais honestos , mas depois dessa homenagem a esse pústula, bandido de colarinho branco chamado Quércia, vou começar a procurar outra alternativa para as próximas eleições. Eu tenho a certeza que muitas pontes, viadutos, ou avenidas ainda vão receber o nome dessa criatura nefasta da nossa política(o Oréstes). Agora quanto ao Maluf, obviamente, que seu lugar deveria ser no xilindró , há muitos anos, mas quanto mais tempo ele ficar na vida pública pior prá ele, vai virar motivo de chacota, pois ninguém leva a sério esses velhinhos da política( é só lembrar o Plínio de Arruda Sampaio). Geraldo, garanto que não vou esquecer a sua “pisada”.
Tuco
-28/07/2011 às 17:13
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Impecável, Grande RSetti, fantástico!
Sem meias palavras e a expressão da
realidade tão cultuada pelas pessoas
de bem!
Tudo já foi dito com a maior lisura e
propriedade, por você, RSetti. Eu só
esclareço: com esse nome, eu não passo
por cima dessa ponte – e muito menos
por baixo…
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Obrigado, caro Tuco. E morri de rir com sua consideração final.
Wagner F. Moreira
-28/07/2011 às 16:57
Sr. Ricardo Setti
Sempre votei no PSDB desde a sua fundação, mas
cada dia que passa mais e mais me inoja a política e os políticos, eles não têm mais caráter, dignidade, vendem-se por qualquer apoio e se aliam a qualquer corrupto. Trinte fim do Alckmim, meu voto nunca mais.
Desculpe ser longo, mas me de um luz no fim do túnel. O que fazer não votar mais…Pois não temos um político que preste.
Obrigado e um forte abraço
PS desculpe os erros
Mari Labbate
-28/07/2011 às 16:38
Todos os partidos brasileiros implodiram, caro SETTI. O próximo passo é resgatar a Centro-Direita! Podemos afirmar que o governador Alckmin esteja sofrendo de alguns lapsos de memória. Esse apoio a Quércia acabou saindo muito caro para São Paulo… Essa traição não caiu bem! Associar-se a demônios não é um ato inteligente. Fortaleçamos José Serra, querido amigo, pois ele representa a saída desse terrível labirinto. Excelente análise!
Fred
-28/07/2011 às 16:25
Parabéns Setti por seu comentário muito lúcido. Discordo totalmente de seu outro leitor abaixo, o Inácio. Temos o costume, muito comum entre nós, de esquecer os defeitos dos que já morreram. Você não disse uma só mentira em seu comentário. E o Alkmim joga mais uma “pá de cal” no moribundo PSDB.
Corinthians
-28/07/2011 às 16:17
Realmente esta ação de Alckmin é patética.
Aindamais depois que foi noticiado que Quércia apoiou Borat Mercadante na compra do falso dossiê contra Serra.
Não concordo com a ação do governador, mesmo que seja pela governabilidade. Mesmo assim é bem “menos pior” do que as ações do PT.
Esse Brasil é uma bagunça mesmo.
J.R.Monteiro
-28/07/2011 às 16:12
Se o Sarney pode namorar o Collor que o chamou de ladrão para cima. Se o Lula pode abraçar o Collor que ABORTOU sua eleição. Se o Serra diz que adora o Aécio, porque o Picolé de Xuxú não pode adular quem lhe pos o apelido tão apropriado.
Político é assim mesmo, mata a mãe para ir no baile dos orfãos.
Rodrigo
-28/07/2011 às 16:01
E pobres nós, brasileiros, que em 2014 talvez tenhamos de optar entre Dilma-Aécio-Marina ou Lula-Aécio-Marina.
Inácio
-28/07/2011 às 15:50
Setti, essas suas críticas são um exagero. Essa uma questão menor, sem importancia, quase que uma picuinha sua. Estranhei esse seu post, você que é um gentleman. Ao espezinhar Alckmin, desrespeitou a família de Quércia. Acredito que os Quércias ainda passem por momentos dolorosos e esse post, ainda que você razão em muitos pontos, foi desrespeitoso com eles. Não se chateie comigo; sou seu fã.
Não me chateio de jeito algum, caro Inácio. Estou aberto a críticas, sobretudo respeitosas como a sua.
Um abração
Douglas Correa
-28/07/2011 às 15:39
Alckmin é um verdadeiro cancro no PSDB. Egoista , centralista , egoista , pouco preocupado com o partido é mais com sua ascensão pessoal. Não reproduz os sentimentos que levaram homens publicos notaveis , como COVAS , a fundarem o partido. Acredita ter um poder e força superior ao que tem. Se conduzir as eleições de 2012/2014 , S. Paulo corre o risco de cair nas garras pouco patrioticas do PT e seus “amigos” PR , PMDB,…..
Markito-Pi
-28/07/2011 às 15:16
Este sujito, Orestes, foi um dos maiores picaretas políticos do Brasil.Dou graças às novas regras do Blog que não me permitem ir além do acima.A pusilanimidade de Alskmim e Kassab é ofensiva.
Ainda bem que a foto que ilustra a matéria é a da ponte estaiada Otavio Frias de Oliveira.Nada a ver com a ponte do picaretão.
Caro Markito, obrigado pela atenção, já mudamos a foto.
Abraços
Jefff
-28/07/2011 às 14:54
Aloysio Nunes foi secretario de Quercia, vice-governador do Fleury e só entrou no PSDB em 1996.
Paulo Toshiharu Watanabe
-28/07/2011 às 14:37
Se não estou enganado, Quércia foi o primeiro Senador eleito com mais de 5 milhões de votos. Eu sou um dos enganados que votei no “falecido”.
Lembro-me que na campanha eleitoral, o candidato aparecia ao lado de um GORDINI seu único ‘patrimônio” na época. Não sei o que Quércia deixou de herança para os seus herdeiros, mas fiquei sabendo que ele foi proprietário de vários jornais, Centro Empresarial de São Paulo, muitos terrenos em Campinas e região. Ou seja, perto do Quércia, Maluf não passa de “trombadinha”.
Sergio
-28/07/2011 às 14:26
Alguém falou noutro dia que a morte transforma todos em santos.Esse Alckmin é um boboca,em quem paulistas sérios votam quando o adversário é o pt.
Malur
-28/07/2011 às 14:15
Pena, a ponte é tão bonita. Quanto ao governador, já faz alguns dias que entrou para meu caderninho.
J.B.CRUZ
-28/07/2011 às 14:15
CARO SETTI: Com o advento da NOVA REPÚBLICA, salvaram-se poucos homens públicos e com nohall político para dirigir o BRASIL DO FUTURO..Exceções á parte(F.H.C,JOSÉ SERRA,AÉCIO NEVES) o que se vê é um emaranhado de siglas,partidos de aluguel e pessoas sem nenhum comprometimento com o povo e a NAÇÃO…O que se nota é todos querendo ser da base aliada,fazer conchavos,apadrinhamentos,amigo dos amigos e enfiar a mão no erário público..
Berlatto
-28/07/2011 às 14:13
Prezado Setti, cá prá nós, hem? Se passar a peneira, político nenhum escapa. São todos cara de paus, hipócritas e só enchergam seus interesses imediatos.
Fazendo justiça, me lembro de um, Mário Covas, este sim, acho eu, era probo, ético e colocava a moral acima de safadezas político-partidárias. Abs.
Paulo Toshiharu Watanabe
-28/07/2011 às 14:07
“GOVERNABILIDADE”, no meu dicionário, esta palavra “não consta”! O que significa? Por acaso seria: VALE TUDO?
Pela forma que é utilizada: “EM NOME DA GOVERNABILIDADE…” deve ser um substantivo.
Marcelo Dornelas
-28/07/2011 às 14:07
Olha as figuras”respeitáveis”que estavam no evento.
Fisiologismo a nova maneira do PSDB fazer política.
Marcelo Dornelas
-28/07/2011 às 14:01
Que vergonha,que falta de respeito,com tantos políticos sérios fichas limpas como Mário Covas e Franco Montoro vai colocar o nome da ponte de Orestes Quércia?que segundo Expedito está envolvido nos aloprados junto com Mercadante.
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Que PSDB sem critério com políticos sem vergonha na cara;e ficar fazendo média com o PMDB por conta de apoio?Se tivesse que fazer média deveria fazer com o DEM que sempre foi um aliado fiel.
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É por isso que a população fica desacreditada,sem interesse em se envolver na política e com saudade dos militares,o jogo do poder onde os papéis não ficam definidos ninguém sabe quem é o mocinho e o bandido já que os dois vira e mexe se misturam e depois vem as derrotas nas eleições por conta de um partido que não marca posição(PSDB)e vários políticos sem noção e respeito ao eleitor.
Reynaldo-BH
-28/07/2011 às 12:34
Setti, no post anterior, em que enviei um link, quero deixar claro que não faça um contraponto do fim de Quércia e Covas. Até por que seria injusto. Com Covas. Ao ser comparado com o outro. O fim de ambos foi idêntico. A dignidade de cada um, jamais comparável. Insisto que Alckmin traiu não só o PSDB com esta “homenagem” injustificável. Este já está sendo traído desde muito, por muitos. Traiu a si mesmo. E a todos nós.
PS: Se acusamos o PT de incensar e perdoar Delúbio, podemos acusar o PSDB de homenagear alguém do mesmo
nível.
Reynaldo-BH
-28/07/2011 às 12:26
Alckmin surgiu para a política por ser vice do maior adversário de Orestes Quércia. E de Maluf. A facada não foi só nas costas do PSDB. Alckmin mostrou – está mostrando – um comportamento imoral e antiético. O que nos leva a não esperar muito desta oposição. Não estamos aqui para defender cegamente qualquer ato de oposicionistas ou pseudo-oposicionistas.Deixemos isto para os petistas. É da práxis deles. E nem de bairrismos baratos que certamente irá ser objeto de algumas colocações por aqui. Evito falar muito de Orestes Quércia. Venal, demagogo, oportunista. O que me lembro dele é a participação canhestra e desequilibrada em um Roda Viva, que como o fascista que era, ofendeu jornalista. E a mim que assitia.
Mas gostaria de dar uma resposta a Alckmin.
Talvez ele tenha esquecido. Do próprio passado.
Nós não esquecemos.
http://www.youtube.com/watch?v=vXo-OqQ5T6c
mané brasileiro
-28/07/2011 às 11:47
Setti
Quando o homenageado chegou a minha região,
lá nos idos de sessenta,possuía tão somente
um DKW,caindo aos pedaços.O resto é lucro!