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24/06/2012

às 16:05 \ Livros & Filmes

Sexo, sexo, sexo, do começo ao fim, no livro mais falado do momento — e o mais vendido no mundo

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A despeito de décadas de feminismo, ser subjugada e dominada por um macho alfa ainda seria mesmo a suprema fantasia feminina? (Foto: Getty Images)

(Publicado em VEJA de 6 de junho de 2012, por Mario Mendes)

 

CINQUENTA TONS DE CINZA: ATA-ME

O estrondoso sucesso mundial do livro “Cinquenta Tons de Cinza” sugere que, a despeito de décadas de feminismo, ser subjugada e dominada por um macho alfa ainda seria a suprema fantasia feminina

Anastasia Steele é uma radiante garota na flor de seus 21 anos, prestes a se formar em literatura. Ingênua e bem-comportada, ela nunca teve sequer um namorado. Na verdade, ainda é virgem. Perto dos 30 anos, Christian Grey tem cabelos acobreados, é alto, forte, de corpo muito bem definido, porém não musculoso demais, e bi – isto é, bilionário.

Os dois se encontram por acaso quando ela vai, no lugar de uma amiga, entrevistá-lo para o jornal da faculdade. A atração mútua é fulminante e avassaladora. Se Grey é a imagem perfeita do príncipe encantado dos sonhos de Anastasia, ele não suporta mais ficar um instante longe dela. Parece se tratar de uma união simplesmente divina, não fosse o fato de o magnata possuir um traço terrível e obscuro em sua personalidade.

Na luxuosa cobertura envidraçada onde vive, na cidade americana de Seattle, entre valiosas obras de arte e um piano de cauda branco – que ele toca com o talento de um virtuose -, existe “o quarto da dor”. Decorado com veludo vermelho e couro negro, o cômodo é equipado com cama gigante, almofadas confortáveis, chicotes, coleiras, correntes, algemas e todo o aparato necessário para intensas sessões de sexo sadomasoquista.

Em vez de propor casamento, Grey espera que Anastasia se torne sua escrava sexual e principal objeto de prazer. “Não sou do tipo romântico”, diz, em tom autoritário, para a aterrorizada porém perdidamente apaixonada donzela. Mesmo hesitante, ela aceita o desafio, que inclui total submissão, açoitamento, palmadas, olhos vendados, punhos atados e nenhum carinho.

Tudo descrito nos detalhes mais gráficos, epidérmicos e voluptuosos. Conseguirá a inocente heroína conquistar o amor verdadeiro mergulhando nessa relação no mínimo doloridíssima?

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PORNÔ PARA MAMÃES -- A trilogia de E.L. James tornou práticas sexuais nada ortodoxas palatáveis para o grande público: "As mulheres se sentiram encorajadas a voltar a falar sobre sexo", diz a autora

Esse é o enredo de Cinquenta Tons de Cinza, o livro que todo mundo está lendo, comprando, baixando na internet, comentando, recomendando, discutindo e, acima de tudo, a-do-ran-do no mundo inteiro. Devido ao caráter extremamente explícito das cenas de sexo, que vêm misturadas à linguagem simples dos romances baratos e ao enfoque descaradamente água com açúcar da história de amor, a obra já foi qualificada como “pornô para mamães” e “Cinderela tarada”.

Desde seu lançamento nos Estados Unidos, em março, vendeu mais de 10 milhões de exemplares em apenas seis semanas, tornando-se o maior fenômeno editorial dos últimos tempos e deixando para trás pesos-pesados como o mega-best-seller O Código Da Vinci e a saga Crepúsculo.

Aliás, essa última é a verdadeira culpada pela existência de Cinquenta Tons de Cinza. Foram os romances vampirescos de Stephenie Meyer que levaram a até então desconhecida inglesa E.L. James – ex-gerente de produção de TV, casada, mãe de dois garotos adolescentes e idade “lá pelos 40″ – a escrever sua própria trilogia (as duas continuações, Cinquenta Tons Mais Escuros e Cinquenta Tons de Liberdade, estão vendendo tão bem quanto o original).

 

DEVANEIOS DELIRANTES Apaixonada pela saga Crepúsculo, a inglesa E.L. James começou a escrever apenas como passatempo: 25% do mercado literário americano e direitos vendidos para o cinema por 5 milhões de dólares (Foto: Ni Sindication / Other Images)

DEVANEIOS DELIRANTES -- Apaixonada pela saga "Crepúsculo", a inglesa E.L. James começou a escrever apenas como passatempo: agora, domina 25% do mercado literário norte-americano e vendeu direitos para o cinema por 5 milhões de dólares (Foto: Ni Sindication / Other Images)

 

“Um exemplarzinho só já estaria bom”

Em 2008, depois de ler e se apaixonar pelas aventuras do vampiro Edward e sua amada Bella, Erika Leonard (só o sobrenome James não é o seu verdadeiro) passou a escrever variações da trama no popular site Fanfiction.net, no qual fãs podem postar histórias criadas a partir de livros de sucesso favoritos como, por exemplo, a série Harry Potter.

Um dia ela decidiu ir além e começou a escrever o que viria a ser Cinquenta Tons de Cinza. O conteúdo on-line não demorou muito a atrair a atenção de uma pequena editora australiana, que propôs à autora cobrar pelo download da história e também fazer cópias impressas por encomenda. O sucesso da empreitada foi tão instantâneo e avassalador quanto a atração entre Anastasia e Grey.

Quando Cinquenta Tons se tornou o número 1 na lista de e-books do The New York Times e a versão impressa se esgotou nas livrarias, as grandes editoras americanas começaram a disputar os direitos de publicação. A vitoriosa foi a Vintage Books, uma subsidiária da gigante Random House.

No começo de junho, o serviço de verificação de venda de livros nos Estados Unidos, o BookScan, informou que a trilogia acabara de abocanhar 25% do mercado americano de ficção adulta, além de ter ganhado tradução para 37 idiomas. Também os direitos de adaptação cinematográfica já foram adquiridos, pela Universal e pela Focus Features, por alegados 5 milhões de dólares – um recorde que pertencia a O Código Da Vinci, comprado por 3 milhões.

Detalhe: a escolha do elenco está sujeita à aprovação da autora. “Nunca, nem nos meus devaneios mais delirantes, imaginei que o livro se tornaria o que se tornou”, declarou E.L. James, uma morena de humor transbordante, à editora executiva Isabela Boscov durante uma conversa num café de Londres pontuada por suas risadas e tiradas espirituosas. “A extensão da minha ambição era um dia ver o livro – um exemplarzinho só já estaria bom – na vitrine de uma livraria.”

“Estamos diante de um daqueles livros de suspense impossíveis de largar, espetacular e totalmente original”, acredita Jorge Oakim, da Intrínseca, a editora que desembolsou 780 000 dólares para publicar a trilogia no Brasil (o lançamento está previsto para agosto) e deter os direitos da tradução em português para e-books em todo o mundo.

Mas um momento: quem quer saber de suspense diante de um material quente como Cinquenta Tons de Cinza? É o sexo que interessa. Principalmente como são descritas as práticas S&M: “De maneira totalmente saudável, segura e consentida por ambas as partes”, como observou um crítico americano.

Metódico e cauteloso, Grey coloca em um contrato todas as suas exigências e expectativas sexuais para Anastasia. Em uma piscadela para a literatura de autoajuda, a trilogia funciona como um manual erótico para quem deseja sair da rotina sexual de um relacionamento, sem no entanto resvalar na perversão canalha ou na promiscuidade pura e simples. Além de estritamente monógamo, Grey só avança nos jogos violentos (“mas bem menos violentos que o S&M do mundo real”, frisa a autora) com a absoluta aquiescência de Anastasia. Que, não obstante seus momentos de dúvida, topa tudo por amor.

 

O universo da literatura erótica feminina

O tema também está longe de ser original. Submissão sadomasô é o mote de História de O, clássico erótico publicado nos anos 50 e filmado nos 70. Vale lembrar que, nos últimos setenta anos, várias escritoras – muitas delas de talento superior ao de E.L. James – se dedicaram a escrever histórias encharcadas de sexo ou livros inteiros sobre o assunto. Além disso, uma gorda fatia do mercado literário internacional se dedica aos chamados romances femininos.

RAINHA COR-DE-ROSA A inglesa Barbara Cartland, a mais famosa escritora de best-sellers açucarados para mulheres: heroínas virgens que só se entregam ao amado no último parágrafo (Foto: Gianni Minischetti / Getty Images)

RAINHA COR-DE-ROSA -- A inglesa Barbara Cartland, a mais famosa escritora de best-sellers açucarados para mulheres: heroínas virgens que só se entregam ao amado no último parágrafo (Foto: Gianni Minischetti / Getty Images)

São livros de bolso impressos em papel barato que contam histórias de amor despudoradamente melosas, arrematadas com o esperado e inevitável final feliz e salpicadas aqui e ali com cenas mais palpitantes.

A fórmula – subtraídas dela as cenas palpitantes – fez a fama da inglesa Barbara Cartland, a rainha da literatura cor-de-rosa (ela só se vestia nesse tom), cujas heroínas somente se entregavam ao amado no último parágrafo. Autora de mais de 700 títulos do gênero, Barbara vendeu mais de 1 bilhão de exemplares no mundo inteiro.

Esse é também o nicho dominado pela editora canadense Harlequin – que em 1971 adquiriu outro gigante do gênero, a inglesa Mills & Boon, mantida até hoje como marca independente e milionária. Só a Harlequin lança cerca de 110 títulos por mês e, claro, também possui coleções eróticas, a exemplo da série sugestivamente intitulada Homens de Uniforme.

MATRIZ CLASSICA Jane Austen, uma das maiores prosadoras da língua inglesa: os personagens de seu Orgulho e Preconceito viraram uma das inspirações para o casal improvável de Cinquenta Tons de Cinza (Foto: Stock Montage / Getty Images)

MATRIZ CLASSICA -- Jane Austen, uma das maiores prosadoras da língua inglesa: os personagens de seu "Orgulho e Preconceito" viraram uma das inspirações para o casal improvável de "Cinquenta Tons de Cinza" (Foto: Stock Montage / Getty Images)

E.L. James não esconde de onde vem a inspiração para a sua trilogia: Anastasia, a protagonista, é leitora devota do Orgulho e Preconceito de Jane Austen, do Jane Eyre de Charlotte Brontë e do Tess dos D’Ubervilles de Thomas Hardy, entre outros clássicos da literatura inglesa do século XIX. Os personagens dessas obras, aliás, emprestam traços marcantes aos seus próprios personagens: Christian Grey tem o cavalheirismo, a arrogância e a absoluta, ainda que adorável, falta de de autoconhecimento do Fitzwilliam Darcy de Orgulho e Preconceito (“ele é homem, afinal”, brinca E.L.), enquanto Anastasia é tão excitável, rápida no troco e desaforada quanto a mulher pela qual Darcy reluta em se admitir apaixonado, Elizabeth Bennet.

INGÊNUA, MAS FIRME Charlotte Brontë: seu clássico Jane Eyre é um precursor das histórias de amor e dominação (Foto: Stock Montage / Getty Images)

INGÊNUA, MAS FIRME -- Charlotte Brontë: seu clássico "Jane Eyre" é um precursor das histórias de amor e dominação (Foto: Stock Montage / Getty Images)

Da mesma forma, Christian e Ana espelham o irascível Mr. Rochester e a ingênua, mas inquebrantável, Jane Eyre do romance homônimo. E, como Tess, Ana treme de medo diante da sedução do cafajeste D’Uberville e palpita de amor por Angel Clare – a diferença é que, neste caso, esses dois personagens são fundidos em Christian Grey como facetas polares de sua personalidade.

“Quando me apontam essas semelhanças, porém, respondo que todas essas histórias têm a mesma matriz: A Bela e a Fera, que pode ser lida como um símbolo do poder transformador e revelador que as mulheres às vezes exercem sobre os homens – sem os quais, por sua vez, elas não podem atingir uma feminilidade plena”, diz E.L.

 

PODER TRANSFORMADOR A Bela e a Fera, na versão do cineasta Jean Cocteau: o desejo feminino de mudar o homem (Foto: The Picture Desk / AFP)

PODER TRANSFORMADOR A Bela e a Fera, na versão do cineasta Jean Cocteau: o desejo feminino de mudar o homem (Foto: The Picture Desk / AFP)

As feministas – sempre elas – não gostaram e acusam a autora de glorificar a submissão ao macho alfa. “Além disso, é um livro muito mal escrito”, esbravejou a americana Erica Jong, autora de Medo de Voar, um dos marcos do erotismo feminista (e que não é ele próprio tão bem escrito assim, diga-se). E.L. James não se abala. “O que Cinquenta Tons fez foi encorajar as mulheres a voltar a falar sobre sexo. Isso é avanço, e não retrocesso”, devolve.

 

Treze tons de rosa

Mulheres que conquistaram leitores falando de sexo sem censura e sem vergonha

 

Anaïs Nin (1940)

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Anaïs Nin

Escreveu contos sob encomenda (1 dólar a página) para um cliente rico interessado em pornografia. O resultado foram as coletâneas Delta de Vênus e Pequenos Pássaros, cuja publicação só foi autorizada pela autora francesa nos anos 70

 

Tereska Torres (1950)

Tereska Torres

Tereska Torres

Sacudiu o mercado editorial popular com Women’s Barracks, sobre as relações entre mulheres no Exército francês durante a II Guerra. Em dois anos, vendeu mais de 2 milhões de exemplares só nos Estados Unidos

 

Adelaide Carraro (1963)

Adelaide Carraro

Adelaide Carraro

Com o explosivo romance Eu e o Governador – sobre um suposto e apimentado affair com o político Jânio Quadros -, a escritora paulista virou sinônimo de pornografia. Especializou-se no gênero e foi um fenômeno de vendas em sua época

 

Jacqueline Susann (1966)

 

Jacqueline Susann

Jacqueline Susann

Com sexo, drogas e mexericos, a escritora americana vendeu 30 milhões de exemplares do seu O Vale das Bonecas. Em A Máquina do Amor, criou um herói sexy, frio e violento, como o Christian Grey de Cinquenta Tons de Cinza

 

Xaviera Hollander (1971)

 

Xaviera Hollander

Xaviera Hollander

Na autobiografia A Aliciadora Feliz, contou em detalhes escandalosos sua trajetória de secretária executiva a bem-sucedida dona de bordel em Nova York. Aos que a acusavam de indecente, respondia que se tratava de um “guia sexual para a mulher do século XX”

 

Erica Jong (1973)

 

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Erica Jong

Medo de Voar foi um dos estrondos editoriais da década de 70, com altas doses de erotismo, feminismo, papo-cabeça e palavrões. O escândalo maior, entretanto, ficou por conta da protagonista, que admitia praticar o adultério sem culpa nem remorso

 

Emmanuelle (1974)

 

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Emmanuelle

Graças ao sucesso do filme com Sylvia Kristel no papel-título, o livro de Emmanuelle Arsan, de 1959, chegou à lista dos mais vendidos. É a história da mulher de um diplomata que se entrega a fantasias sexuais na exótica Bangcoc

 

História de O (1975)

 

História de O

História de O

Outro caso de filme que fez a fama do livro – este escrito em 1954, por Pauline Réage (pseudônimo de Anne Desclos). A jovem O é entregue a vários homens pelo próprio amante, numa trama que dilui Marquês de Sade em pseudointelectualismo e alta-costura

 

Shere Hite (1976)

 

Shere Hite

Shere Hite

Muito mais comentado do que lido, O Relatório Hite – uma investigação sobre a sexualidade feminina – pôs em discussão assuntos até então tabus, como orgasmos múltiplos e masturbação. Considerada “a primeira feminista bonita”, Shere atualizou e republicou o livro em 2006

 

Jackie Collins (1979)

 

Jackie Collins

Jackie Collins

Atriz obscura, a inglesa passou a escrever romances tórridos em que o sexo é o prato principal. Já vendeu cerca de 400 milhões de exemplares com títulos nada sutis como A Vadia, O Garanhão e O Mundo Está Cheio de Homens Casados

 

Ariella (1980)

 

Ariella

Ariella

A enorme bilheteria do filme – baseado no romance A Paranoica – foi proporcional ao sucesso da autora do livro, Cassandra Rios, no Brasil dos anos 60 e 70. Entre suas obras lésbico-eróticas estão também Tessa, a Gata e A Santa Vaca.

 

Judith Krantz (1982)

 

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Judith Krantz

Ex-jornalista de moda, a escritora americana gosta de personagens ricos e ambientes glamourosos. Mas explora con gusto as cenas de sexo altamente gráficas em romances como Luxúria, Princesa Margarida e A Filha de Mistral

 

Catherine Millet (2002)

 

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Catherine Millet

A Vida Sexual de Catherine M. revelou um lado desconhecido da editora da prestigiosa revista francesa ArtPress. Nesse diário, ela confessa em detalhes sua preferência pelo sexo grupal – mas sempre na companhia do marido

 

Leia também:

Entrevista com E.L. James, autora do livro mais vendido no mundo no momento: “Experimentar coisas diferentes [no sexo] com o parceiro pode ser um bocado divertido”

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56 Comentários

  1. Edilene Moreira

    -

    09/10/2014 às 16:10

    Li a trilogia em oito dias amei estou apaixonada por Cristian Grey desde de então sonhos tds os dias com ele kk.Amei espero q a hisroria deles tenha continuidade parabéns estou na espera.

  2. Layssa

    -

    12/05/2014 às 22:09

    Logo se vê que o autor do texto nunca passou nem perto de um livro da Jane Austen. Era só o que faltava, comparar Orgulho e Preconceito, um Clássico da literatura inglesa, com um livro pornô mal escrito.
    Por mais que a autora diga que tenha se inspirado, não acredite. Grey não tem nada a ver com o Mr.Darcy e a Anastasia songa-monga não chega nem no mindinho do pé da Elizabeth Bennet e das protagonistas fortes e inteligentes escritas pela Jane Austen.

    Cara Layssa, publiquei o texto do Mário Mendes, companheiro de VEJA, por causa da repercussão do livro no mundo todo.
    Mas concordo inteiramente com você de que a “obra” dessa escritora é de qualidade literária ZERO.
    E até do ponto de vista de sexo propriamente dito fica anos-luz atrás do que escreveram grandes escritores de várias épocas que se dedicaram ao tema, ou na maior parte de sua obra, em ou parte dela — de Bocaccio a Anaïs Nin, de Henry Millar, D. H. Lawrence ou Vargas Llosa a Philip Roth.
    Comprei os três volumes, quando foram publicados, li e em seguida doei todos. Perda de tempo!
    Um abraço

  3. Patricia

    -

    27/04/2014 às 21:44

    Lí toda a obra de Cassandra Rios(em torno de 60 livros)Nossos editores deveriam investir mais e republicar toda a obra desta incomparável escritora.

  4. Sara

    -

    15/04/2014 às 22:58

    Amei os livros li a trilogia completa! Muito bom.

  5. rafael

    -

    12/02/2014 às 20:28

    Se você quiser saber por que razão seu comentário foi deletado, favor ler as regras para publicação da opinião dos leitores no link http://goo.gl/u3JHm
    Obrigado

  6. Edi Maria Cazelato Rui

    -

    07/05/2013 às 13:57

    Li e reli os tres livros em tempo record, adorei, me apaixonei por Cristian Grey e pela Ana, gostaria muito que a autora escrevesse livros, sobre os cinquenta tons de Cristian, acho que faria tanto sucesso quanto os outros.

  7. ket-mj

    -

    25/04/2013 às 23:44

    Amei a trilogia!
    E depois de E.L.James, não será qualquer romancezinho que irá satisfazer, pois a riqueza de detalhes, fez com que o amor feito por eles, pula do livro e transforma em desejo real.

  8. roberta

    -

    25/04/2013 às 18:50

    eu ameiii !!!

  9. eduardo pepe

    -

    25/04/2013 às 15:30

    Tudo que a autora fez foi contar pornográfia travestida de romance. Dessa forma, todas as mulheres vão poder comprar sem ter vergonha ou se culpar e ainda poderam se satisfazerem com ilusões de um homem completamente idealizado.

  10. rhonderson

    -

    01/04/2013 às 10:52

    acabei de ler os 3 livros e sao maravilhosos! estou amando os aprendizados e pretendo levar pra vida, historia realmente ma ra vi lho sa!!! é uma junção de tudo que é bom na vida

  11. rhonderson

    -

    01/04/2013 às 10:50

    amodoro sexo com homens

  12. Adriana Moreira

    -

    25/01/2013 às 20:21

    Acabo de ler os três livros e simplesmente estou apaixonada por Cristian Grey!Que homem maravilhoso é esse??!!Que história maravilhosa,emocionante e delirante é essa??!! AMEI!Escreva mais livros assim!

  13. Sandra Henrique

    -

    05/01/2013 às 12:27

    Lí a triologia uma amiga recomendou, o livro poderia ter sexo, mas só isso, não dá, faltou conteúdo, parece aqueles livrinhos Sabrina, Julia que existiam antigamente só que dividido em três livros.

  14. Talita

    -

    31/12/2012 às 19:20

    ola ,bom ja li duas vezes a trilogia e amei,demais que historia linda,gostaria que voce escrevesse mais livros assim,como esse me domino de uma forma.gostaria de saber se voce ja pretende escrever mais ,e quando sera lancando

  15. gessica da silva dos santos

    -

    24/12/2012 às 15:24

    Amei a trilogia e gostaria de saber se voce vai escrever mais livros,voce podia escrever mas por que só 3 ja li todos em menos de 2 semanas e vou ler de novo ja estou com saudades por favor escreva mas e faça outra trilogia você é uma autora maravilhosa que Deus te ajude sempre escreva mas por favor

  16. elisangela guimaraes

    -

    22/12/2012 às 19:07

    eu adorei o livro porque é muito raro achar um homen como Christian Grey e eu fiquei toda que toda por esse personagen. é um homem desse que eu queria pra mim.

  17. arievilo

    -

    19/12/2012 às 22:19

    Não tenho condições de avaliar a qualidade da literatura produzida por E.L.James.O que notei na prática é que ao presentear a esposa com o primeiro livro, o que já era bom na parte sexual em nosso casamento, ficou melhor e nem foi preciso comprar acessórios disto ou daquilo. Já comprei o terceiro e recomendei o primeiro a amigos que reclamam que a parceira já não anda com “aquele pique”

  18. Gerciara

    -

    10/12/2012 às 13:56

    James E.L.que mulher e esta? Meu Deus fiquei encantada com os seus livros…A cada um que eu lia não via a hora de ler o proximo.
    Fascinada simplesmente fascinada pela seu trabalho.
    Que Deus continue te iluminando e iluminando a sua mente. Perfeita parabens um grande beijo.

  19. monica

    -

    09/12/2012 às 21:51

    le o primeiro livro e amei, logo lerei o segundo, e claro o terceiro. simplimente amei. este livro ja esta mexendo comingo e com meu casamento, claro mexendo para o lado bom. e estou muito assiosa para ver nas telonas o filme claro , que se segui direitinho o livro sera de morrer de tao bom que é este livro.

  20. MIMI

    -

    09/12/2012 às 16:05

    Por curiosidade li um e bastou, nem sempre é necessário que em um romance haja sexo pra agradar, vide a diva JANE AUSTEN , e a Stephane Mayer com sua saga CRESPUSCULO, que tanto agrada e comprova que há de ter obrigatoriamente o amor, atenção, dedicação à mulher e vice-versa. Todavia
    somente sexo sem uma boa história nõa dá pé. SUGIRO UM BEM MELHOR, COM UMA HISTORIA ENCORPADA, COM FATOS REALISTICOS, E COM UM EROTISMO CHIC, SEXO BEM ESCRITO, E SE É É BEM ESCRITO É MELHOR VISUALZADO. SILVIA DAY-TODA SUA -TRILOGIA, NOTA 10. E PARA QUEM GOSTA DO GENERO HISTORICO, UM DOS MELHORRES DE BANCA NO TEMA- SÓ EBOOK-ABANDONADA EM TEUS BRAÇOS, LORETTA CHASE, E O CONDE CORVO- NOTAS 10, BUSQUEM .

  21. BDSM

    -

    05/12/2012 às 16:25

    É o “Paulo Coelho” do BDSM…isso quer dizer que a literatura é baseada naquilo que as pessoas gostam de ler e consequentemente, trará lucro. Favor não confundir BDSM com sexo apimentado.

  22. Marta Rejane

    -

    25/11/2012 às 17:21

    Li os tres exemplares da trilogia cinquenta tons de cinzas, adorei cada capítulo, acho que nós mulheres temos que nos dá o luxo de esperimentar coisas novas, e não deixar que a relação entre na rotina, não tenho preconceitos a respeito da conduta de nenhum dos dois.cristian Grey é o máximo!!! lindo romantico adora a mulher e faz tudo para agradá-la o mundo pede mais Cristians creys e nós mulheres agradecemos. adorei os tres e já estou com saudades parabéns para a autora, fez muitas mulheres suspirarem ao lê estes livros. cinceramente não temos que ficar na mesmice não é mesmo???

  23. felipe

    -

    23/11/2012 às 15:44

    puritanismo travestido de libertarismo. escapismo puro. prefiro orgulho, preconceito e zumbis; e a vênus das peles. parece terra em transe, mas ao invés do explorado dizer eu tenho fome, ele diz eu quero passar fome. invés das mulhers falarem eu tenho fome de sexo, amor, liberdade sexual c/o a dos homens, elas dizem eu quero ser submetida. os machistas-reacionários sempre acham as feministas promiscuas, etc. pq. as pessoas desejam a própia servidão? “madame bouvary sou eu”.

  24. Solange

    -

    13/11/2012 às 16:49

    Eu achei divertido, pois é assim que encaro a leitura, tem de me fazer, rir,suspirar e todos esses picantes temperos, como diversão é muito legal. Gostei. Mas a questão BDSM é bem levinha no livro, pq a real, meus queridos é bastante diferente, não existe essa de converter um DOM, nem tentar achar que vai por esse caminho pois é uma grande perda de tempo…

  25. cidoka

    -

    11/11/2012 às 17:44

    nada atrai mais os expectadores q a quimica entre dois seres e no filme silencio dos inocentes isso acontece nos olhares entre o dr. canibal e a reporter é incrivel e nem sexo existe isso sim é incrivel.

  26. Clara da Costa

    -

    04/11/2012 às 4:26

    Hahahahahaha..vc tem toda razão ju enz!!!O Cristian Grey é o máximo e apaixonado então!!!É delirante!!!
    Clara

  27. Clara da Costa

    -

    04/11/2012 às 4:14

    Simplesmente maravilhoso os dois primeiros q já li, e tô morrendo de saudades da Ana e Gray…!!Logo leio o terceiro…morrendo de curiosidade prá saber onde vai chegar essa bela história de amor.
    Bjos e parabéns à autora.
    Clara

  28. ju enz

    -

    03/11/2012 às 18:21

    no fundo todas as mulheres gostariam de encontrar um cristian grey!

  29. Eu

    -

    31/10/2012 às 22:36

    Um livro sesacional!!!! Totalmente excitante.
    Fora a parte de sofrimento, acho que faria de tudo um pouco.hehehehe valeu, bom para despertar e aproveitar..

  30. Hulahoo Seduction Store

    -

    25/10/2012 às 10:26

    O bom de tudo é que dá o que falar, desperta as pessoas para pensarem se gostam, não gostam, estão longe disso ou muito perto. Acreditamos que muitas pessoas independente de estarem felizes com a sua vida sexual nem sequer conhecem até onde poderia ainda chegar.

  31. Carlos Dantas

    -

    25/09/2012 às 7:24

    Ficou faltando nessa lista a Bruna Surfistinha;. :)

  32. Michelle

    -

    24/09/2012 às 17:48

    Eu sou uma leitora curiosa e ávida por literatura boa. Leio alguns best sellers, mas tudo que gera muito barulho me causa desconfiança. Agradeço ao Setti pelo artigo e aos outros leitores que comentaram. Se não fosse por vocês, eu perderia alguns reais e horas. Obrigada!

  33. Taty

    -

    17/09/2012 às 11:41

    Depois de tanto ouvir falar nesse livro eu, fiquei curiosa e fui procurar na internet sobre o que se tratava. Veja bem, adoro romances, vou de romances água com açúcar (Julia, Sabrina e etc ) até o bemmm quentes (Tipo Ellora’s Cave), passando até mesmo por alguns BDSM, já me deparei com alguns realmente quentes e é lógico, corri ler o livro na maior expectativa …. enfim, acabo de ler “50 tons” … e fiquei totalmente decepcionada e realmente curiosa do pq de tanto barulho pelo livro, por causa do sexo ??… fala sério, tem livro muito melhor, em determinado ponto do livro passei a pular essas partes porque as cenas de sexo estavam repetitivas e entediantes, mas de verdade todo o estrondoso sucesso do livro se deve puramente a divulgação, principalmente porque seria uma versão de Crepúsculo para adultos … simmm, eu li toda a saga Crepúsculo então posso dizer que são poucos os paralelos que podem realmente ser traçados, mas enfim, o que tenho a dizer é palmas para o marketing feito em cima do livro, pois todo esse sucesso se deve a ele….

    Você tem toda razão, Taty. O livro, como literatura, é péssimo. Em matéria de sexo, antes de Cristo já se fazia coisa mais apimentada.

    Publiquei a reportagem de VEJA para mostrar o fênômeno para os leitores, nada mais.

    Abraço

  34. Juju

    -

    11/09/2012 às 1:05

    Olha, Setti, vou ser honesta em dizer que sou uma devoradora dos “livrinhos de banca”… claro que leio outras coisas também, adoro ler, mas quando estou sem tempo, no meio da correria, os livrinhos de banca cumprem muito bem seu papel de distrair e, ao mesmo tempo, não “prender” demais…
    Foi com base nesse sucesso estrondoso que me arrisquei a ler 50 tons de cinza… e, sinceramente, posso dizer, como profunda conhecedora do assunto, que os livrinhos de banca são infinitamente melhores… são melhor escritos e tratam da mesma temática: a mocinha linda, apaixonada, ingênua que se envolve com o mocinho bilionário, lindo, culto etc etc. Depois de ler E.L. James só posso dizer que, infelizmente, os escritores que fazem sucesso hoje passam beeeeem longe da boa literatura!
    Grande abraço.

    Você tem absoluta razão quando a “Cinquenta Tons…”, Juju. A trilogia mais vendida no mundo é péssima literatura — não é apenas má, é péssima.

    E, do ponto de vista de sexo, bem, antes de Cristo já se escreviam coisas mais picantes.

    Registrei o fenômeno reproduzindo reportagem de VEJA a respeito da obra da autora inglesa, e acabei não expressando, em post, minha opinião, semelhante à sua.

    Mas ainda há, felizmente, escritores de primeiríssima que fazem sucesso, como, entre outros, os britânicos Ian MacEwan e V. S. Naipul e o sul-africano Coetzee, sem contar alguns americanos, franceses e escritores de idioma espanhol que são esplêndidos.

    Um grande abraço pra você também.

  35. Luan. mirim

    -

    05/09/2012 às 18:12

    O livro é fraco ao meu gosto. Prefiro muito mais Erica Jong Vícios da Paixão muito melhor. O enredo não me entusiasmou

  36. Sisi de Assis

    -

    29/08/2012 às 19:27

    Quem gosta muito de ler sobre sexo, nao tem tempo, nem imaginacao para desfrutar do mesmo.

  37. charlene

    -

    24/08/2012 às 23:23

    eu li somente o primeiro livro,ganhei de meu namorado e simplesmente amei de paixão…não vejo a hora de poder ler os outros…realmente esse é uma leitura muito interessante,afinal quem não tem uma quedinha por um relacionamento quente e apimentado…parabéns E.L.James

  38. Karoline

    -

    22/08/2012 às 8:55

    como eu estou/ sou muito carente (e ainda virgem), estes três livros me deram margem às minhas lascivas fantasias. eu li os três livros (em inglês), e me fez lembrar de um amor que eu tive, o qual o dito cujo me deixou por outra. mas, o livro e fez lembrar deste meu romance… muitas saudades.

  39. Eliane

    -

    15/08/2012 às 16:52

    Comprei o livro por causa das reportagens e estou a-do-ran-do!!! Não acredito que tenha pessoas que acham que um livro pode influenciar uma mulher a ser submissa ao homem, por favor estamos no sec XXI, somos sim mulheres independentes que temos nossa carreira, familia e sonhos não mais ligados aos homens mas qual o problema em ler e falar de sexo submisso ao “macho alfa” se o que queremos e o mesmo que eles prazer.

  40. Elizangela Franziska von Starhemberg

    -

    12/08/2012 às 5:32

    A curiosidade do burraco da chave e a orelha atràs das portas e paredes é um hobby muito ambito em todo territorio EUROPEU. Penso que a escritora vez uma visitinha ao famoso Castelo Sadomaso da Tchekolosvaquia… Aonde sonhos e pecados sao permitidos fino em fundo… ECITANTE E MUITO REAL para ser somente fruto da fantasia de uma QUARENTONA cheia de fantasias pervesas… Mais o Mundo è isso ai um MIX de SODOMA E GOMORRA…!!!
    SOU tambèm curiosa vou terminà a minha leitura super picante.
    Elizangela Franziska Eleonora Hermina Maria von Starhemberg Moreira C. de la C. y Bahamonde von K. und Kraidolf

  41. glauci santos

    -

    10/08/2012 às 22:07

    Incrível como tem pessoas que gostam de criticar e desvalorizar livros e filmes que fazem sucesso estrondoso de marketing e que se tornam mania entre as pessoas. Parece ate que só porque agrada a maioria e vende milhões, esta fadado a ser um lixo. Livros como cinquenta tons e crepúsculo não tem o intuito de se tornar clássicos da literatura nem ganhar prêmios de linguistas, pretendem apenas passar diversão para quem lê, sem se preocupar com analises e teorias, apenas curtir a leitura, que para um pais tão pobre de leitores e rico em analfabetos como o Brasil, já seria um grande passo.

  42. Rosa

    -

    09/08/2012 às 17:16

    O livro foi escrito com o único intuito de entreter, e é o que ele faz. Ouvi de editoras e leitores diversos que até quem não gostou, não parou de ler ou continuou com os outros livros. Vai entender. Deve ser os que gostam de arrumar justificativas para ter a oportunidade de ler. E Como a própria autora disse, escreveu mais com o prazer de estar escrevendo algo novo e sem muita experiência, e isso fez com que ela não se preocupasse tanto com a escrita estar entre as melhores. Não estou dizendo que livro para entreter deve ser escrito de qualquer forma, mas o livro dela é isso: entretenimento e escrita simples. Cumpre o papel! Sem falar que praticando ela pode melhorar. A verdade também é que o livro já chegou bombando no país. Sendo assim, nove entre dez leitores já sabiam o que o livro poderia ou não oferecer, leu porque quis. Se já leu o suficiente sobre ele antes e imagina que não vai gostar, não leia. Muito menos se já for com o intuito de não gostar e ofender depois sem muita explicação, simplesmente por se incomodar com o fato de não fazer parte da maioria, seja ela como for, que gostaram. E se for ler, que opine com ótimas justificativas e não apenas apontando o que até quem não leu diz sobre o livro apenas para fazer o pseudo. Respeito quem realmente leu sem qualquer pretensão e se não gostou, ao menos teve uma opinião de verdade sobre o livro. E sobre os rótulos… Críticos, jornalistas e suas manias de limitar e rotular tudo que é novo. Não vi apenas mães lendo o livro.

  43. Silvia

    -

    06/08/2012 às 19:11

    Acredito que estes livros não tenham a intenção de ganhar nenhum prêmio literário, sendo assim, eles servem a que vieram. Quanto a servir para “voltar a falar de sexo…” Não se fala em outra coisa. Deve ser pra compensar uma falta na prática, já que as pessoas estão se relacionando cada vez menos, ainda mais na forma hetero-romântica que as mulheres esperam.

  44. Ana Priscilla Porto

    -

    02/08/2012 às 1:09

    Em Orgulho e Preconceito não existe um James Darcy, mas um Fitzwilliam Darcy

    Vou checar e, confirmando, vou corrigir. Muito obrigado, prezada Ana.

    Abraço

  45. Beatriz

    -

    30/07/2012 às 12:38

    O nome do protagonista de “Orgulho e Preconceito” é Fitzwilliam Darcy, e não James Darcy, como consta do artigo

  46. Juliana

    -

    20/07/2012 às 4:26

    Li todos os livros, e a unica palavra para descrevelos è BANAL!! Texto escrito muito mal, repetiçao das mesmas “falas” quasi em todos os livros, sexo BDSM banalizado e repetitivo, historia cliché… quem quiser le-los faça somente por curiosidade!
    p.s CONCORDO TOTALMENTE COM O COMENTARIO DO SR ALESSANDRO AQUI ABAIXO.

    De acordo, Juliana. Li os livros e são péssimos como literatura. Como sexo, sem preocupação literária, nos anos 30 havia o conteúdo já seria chocho.

    Como sexo na literatura, no século XVIII já se escreveram obras infinitamente melhores.

  47. Suzana

    -

    18/07/2012 às 0:11

    Li, gostei e recomendo. O talento pode revelar-se a qualquer momento. Já a ignorância persistente toma a vida inteira. Como a maioria dos comentadores pode odiar o que não leu? Se não lê em inglês, espere para ler em português que é um idioma assim, bem brasileiro.

  48. Vitor Hugo

    -

    13/07/2012 às 17:34

    Fui movido a ler este livro após ver posts em blogs americanos. Resolvi testar meu inglês e li assim mesmo.
    Eu não possuo um histórico de leitura de livros deste gênero. Li o livro sem ter lido a saga Crepúsculo (vi o primeiro filme, apenas).

    Sem estabelecer um paralelo entre as duas histórias, posso afirmar que a inspiração -e não mais que isso- na saga Crepúsculo é válida, é crítica superficial afirmar que é uma cópia barata -ou plágio- dos livros da Stephenie Meyer. Este livro mostrou que sobreviveu à sensação da série que inspirou e possui público diferente daquele.

    A história é bacana, mas não é nada único e original. O que se destaca é a batalha dentro da mente da protagonista, travada entre seu ego, que é contrário à relação com Grey e seu ávido subconsciente, que pede mais e mais subjugamento.

    O livro demonstra a eterna batalha entre o que é aceitável em uma relação “normal”, e os desejos inconfessos que o subconsciente humano provoca.

    Se eu tiver a oportunidade lerei os livros seguintes em português, pois a meu ver, a leitura no idioma original foi leviana, e necessita de uma reedição, que espero ter sido feita por quem o traduziu.

  49. Alessandro

    -

    13/07/2012 às 11:44

    É triste o que acontece atualmente no mercado editorial, onde tudo é movido por um agressivo trabalho de marketing que consiste em transformar lixo em literatura de qualidade. É o caso desta trilogia que não passa de uma cópia pornográfica de Crepúsculo. Se a obra original nada mais é do que um pastiche de histórias de vampiros, que traz o que é de pior nelas, o que dizer dessa “obra” que reciclou vários elementos de Crepúsculo, que também evoca um romantismo cafona que nada tem de original. Mas apesar de estar atolada de clichês, esta trilogia vai ser um sucesso de vendas no Brasil, afinal aqui não faltam mulheres carentes sempre dispostas a passar horas lendo romances capazes de dar margem a suas lascivas fantasias. Quem gosta deste tipo de lixo com certeza vai ter orgasmos “literários”, comprovando a banalização da literatura atual condenada a submeter as regras do mercado editorial.

  50. eder

    -

    08/07/2012 às 9:47

    Não li nenhum dos livros citados…mas achei o artigo bem caprichado.

  51. malena

    -

    06/07/2012 às 20:36

    Mais uma baboseira que mundo editorial lança, querem ler sobre sadomaquismo? Leiam Sade, leiam George Bataille. Isso deve ser mais um best seller comercial corspuscando o BDSM sério.

  52. Carlos fc

    -

    30/06/2012 às 3:29

    O Relatório Hite é um trabalho sério baseado em entrevistas com mulheres de todas as classes sociais.Não deve figurar nessa lista.Quanto ao livro em questão não acredito que, numa época de pornografia ao alcance de um clik,alguém vai se interessar em lê-lo.

  53. Tico Tico

    -

    28/06/2012 às 22:52

    Leia-se todos estes livros, e duvido que se compreenderá o que vai em uma alma feminina.

  54. Jasper Souza

    -

    25/06/2012 às 18:43

    Li tudo, e achei excelente o histórico de autoras sobre o, digamos, mundo real e sensual da literatura de sexo. Quem não leu tudo, deveria!

  55. Marco

    -

    25/06/2012 às 14:38

    Dom Setti: Não consegui ler tudo, muito longo para minha gripe, resumindo é tudo aquilo q sempre existe nos romances; conquistas,iniciativas,domínio, dúvidas,artificios, candura e etc…
    Aí cada um usa a seu gosto como quiser em seu amor intimo. E acho q deve experimentar qualquer relação, amadora, literaria e até embriagada, desde q seja sincero.
    Abs.

  56. simone coste

    -

    25/06/2012 às 12:44

    ai quanta bobagem…… preguiça monstra.

 

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