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Arquivo de 19 de agosto de 2012

19/08/2012

às 19:27 \ Política & Cia

Carlos Brickmann: A esbórnia de greves no serviço público federal dá a impressão de que o governo perdeu o controle da situação

Operação-padrao da Polícia Federal no aeroporto de Cumbica: quando as normas e regras são seguidas à risca, há perturbação da paz (Foto: Roberto Setton)

Operação-padrao da Polícia Federal no aeroporto de São Paulo/Guarulhos: paralisar o país é simples... (Foto: Roberto Setton)

A BAGUNÇA É DE LEI

Num país em que técnico de futebol é “professor”, professor é “tio”, mãe é insulto e suadouro é crime, as coisas mais estranhas parecem normais.

Paralisar o país é simples: basta cumprir direitinho aquilo que mandam a legislação e as normas. A isso se chama “operação-padrão” – ou seja, se tudo for feito rigorosamente de acordo com o padrão exigido pelo serviço, nada vai funcionar.

Até agora, tudo bem: esta é a regra básica do Brasil para principiantes.

Mas aqui não seria o país do sal e do sol, em que o barquinho vai e a tardinha cai, se não houvesse a cada dia uma novidade.

Pois vai lá: o Superior Tribunal de Justiça declarou que a operação-padrão da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal é ilegal. A operação-padrão, disse um ministro do STJ, “é uma tática que provoca inegáveis perturbações no desempenho de quaisquer atividades administrativas”. Enfim, fazer o que mandam as normas é uma tremenda safadeza.

É claro que a turma do serviço público federal não está fazendo operação-padrão movida pelo incontido desejo de cumprir, item por item, aquilo que lhes é determinado por leis, portarias, despachos, etc. Eles sabem que essas normas são inviáveis e que cumpri-las equivale a fazer greve. Os magistrados também sabem que as normas são inviáveis, tanto que proíbem cumpri-las porque perturbam a tranquilidade pública e equivalem a uma greve não declarada (e ilegal).

Um dia a crise acaba. Mas pode apostar que vai continuar o absurdo das normas que, se cumpridas, paralisam tudo.

Como diria o Galvão Bueno, É BRASIL!

 

Viva…

Greve de servidores públicos reflete a própria paralisia do governo federal - e quem paga o pato é o mais pobre

Greve de servidores públicos reflete a própria paralisia do governo federal - e quem paga o pato é o mais pobre

A esbórnia das paralisações no serviço público federal tem duas faces: a primeira, da total paralisia do governo da presidente Dilma Rousseff, que deixou a situação fora de controle e permitiu coisas inacreditáveis, como universidades federais há três meses sem aulas; e a segunda, o total descompromisso das centrais sindicais com as necessidades da população, que leva a outros fatos inacreditáveis, como a falta de remédios básicos nos hospitais, prontos-socorros e no programa Farmácia Popular.

Ainda não há falta de remédios nas farmácias, para quem pode pagá-los; mas para quem é pobre o remédio simplesmente sumiu.

 

…se for capaz

Com ANVISA em greve, remédios importantes deixa de entrar no Brasil, deixando pacientes crônicos em risco de morte (Foto: Uanderson Fernandes / Agência o Dia)

Com ANVISA em greve, remédios importantes deixam de entrar no Brasil, deixando pacientes crônicos em risco de morte (Foto: Uanderson Fernandes / Agência o Dia)

A greve da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, bloqueou a importação de remédios e de componentes para os remédios aqui produzidos.

A falta de insulina mata? Que o pobre morra.

Remédios para amenizar o sofrimento de quem tem Alzheimer? Que os pobres sofram.

O programa de José Luís Datena na Rádio Bandeirantes, SP, passou cerca de uma hora, na sexta, mostrando casos de falta de remédios essenciais na rede pública. E o governo, que faz para ao menos contornar os problemas mais sérios?

Faz como Michael Phelps: nada.

 

Questão de mérito

Quem é Carlos Daudt? Quem, mesmo, está fazendo greve? (Foto: Infolatam / Efe)

Esse rapaz da foto é ministro do governo Dilma. Você sabe de que ministério é ele? (Foto: Infolatam / Efe)

Quem é, e o que fez, o ministro do Desenvolvimento Agrário?

Quem é, e o que faz, a ministra da Igualdade Racial?

Quem é, e o que fez, o ministro da Pesca?

Quem é Carlos Daudt?

Em greve, mesmo, quem está é o governo.

19/08/2012

às 18:00 \ Política & Cia

Aquela visita do filhote de urubu ao prédio do Supremo queria dizer o quê?

Funcionário da manutenção do Supremo vai recolher o pequeno urubu (Foto: estadão.com.br)

Amigas e amigos do blog, saiu no glorioso Estadão.

Não sei se viram.

Logo no segundo dia do julgamento do mensalão, no dia 3 passado – que além do mais caiu numa sexta-feira –, um filhote de urubu, que deixou o seu ninho, apareceu no edifício principal do Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

O urubuzinho foi se aproximando devagarzinho do edifício-sede até subir a rampa principal. Logo acabaria sendo recolhido por funcionários da manutenção dos prédios do Supremo.

Haverá aí alguma metáfora? Azar para… quem?

Vamos esperar a decisão final do tribunal.

19/08/2012

às 17:25 \ Disseram

Ibrahimovic, sobre Lucas: “Se custou tanto assim é porque é bom.”

“Se custou tanto assim é porque é bom.”

Zlatan Ibrahimovic, atacante do PSG, da França, comentando a contratação do brasileiro Lucas, por 45 milhões de euros

19/08/2012

às 17:00 \ Tema Livre

CARRO: O Camaro, da General Motors, volta à moda com tudo

"IGUAL CARAMELO" -- Os sorocabanos Martin e Camargo, com os filhos igualmente apaixonados pelo carrão (Foto: Laílson Santos)

"IGUAL CARAMELO" -- Os sorocabanos Martin e Camargo, com os filhos igualmente apaixonados pelo carrão (Foto: Laílson Santos)

 

Matéria de Marília Leoni publicada na edição impressa de VEJA

 

MEU CARRO É AMARELO

O Camaro voltou à moda. Quem o compra quer velocidade, estilo e, claro, desfilar com ele. Alguns também não resistem à música sertaneja, uma ode à capacidade do carrão de atrair atenções femininas

É uma máquina grande, exibida e, como certas mulheres, recauchutada. Mas há brasileiros dispostos a fazer loucuras por ela, inclusive pagar três vezes o preço que custa na linha de produção original, sentir em dobro as falhas nacionais de pavimentação e alimentar a coitadinha com gasolina ruim, por falta de opção.

Em troca, recebem a sensação de andar numa espécie de arquétipo de todos os carrões e a certeza incontestável de que não passarão despercebidos. “Agora eu fiquei doce, doce, doce, igual caramelo; Estou tirando onda de Camaro amarelo”, celebra a dupla sertaneja Munhoz & Mariano no já clássico do gênero Camaro Amarelo.

Quem ainda não ouviu esse refrão é porque passou os últimos meses sem ir a casamentos, formaturas e churrascos em geral. O hino ao carrão ressuscitado pela GM conta a trajetória de um rapaz pobretão ignorado quando andava de moto simplesinha e transformado pela herança do “véio” que lhe permitiu comprar a máquina, deixando-o “doce, doce, doce, igual caramelo” aos olhos da mulher que o desprezava. Para não mencionar todas as outras. “Tô na grife, tô bonito, tô andando igual patrão”, canta a dupla.

O Camaro foi um ícone dos carros esportivos americanos nos anos 1960, que eram uma espécie de versão democratizada dos caríssimos modelos europeus. Em 2002, envelhecido e rejeitado, saiu de linha. Para relançá-lo, a GM investiu na modernização do desenho e no marketing, em especial nos filmes da série Transformers, em que “contracena” com beldades vividas por Megan Fox e Rosie Huntington-Whiteley.

No Brasil do dólar ainda barato, do aumento de renda e da nostalgia por carrões, em dois anos o Camaro se tornou o campeão de vendas entre os esportivos importados (à frente da BMW X6 e do Ford Mustang). São Paulo, por motivos óbvios, é a cidade onde mais circulam Camaros, seguida de Curitiba e de Sorocaba. Nas três, o sucesso responsável por 34% das vendas é o modelo amarelão, enfeitado com faixas pretas no capô. “Curitiba tem tradição na compra de carros esportivos. Temos um autódromo que é um dos mais importantes do país, e onde é permitido correr com os nossos próprios carros”, diz Mario Veigas, diretor de uma rede de concessionárias na cidade.

Em Sorocaba, no interior paulista, coabitam o maior centro de distribuição da GM na América Latina, o quinto maior PIB do estado de São Paulo e uma loucura por carros, origem de uma frota superior à soma dos estados do Amapá e de Roraima. “Um comprou, o outro viu, comprou também, e assim foi. Cidade do interior é assim”, diz Rogério Corrêa, gerente de concessionárias em Sorocaba, sobre a explosão local de Camaros amarelos.

 

"DOCE, DOCE, DOCE" -- ecoam os cantores Munhoz e Mariano: estão na grife e estão bonitos (Foto: Laílson Santos)

"DOCE, DOCE, DOCE" -- ecoam os cantores Munhoz e Mariano: estão na grife e estão bonitos (Foto: Laílson Santos)

O empresário local Marco Aurélio Martim enfrentou uma certa resistência conjugal por causa das atenções que o Camaro recém-adquirido desperta, acompanhadas das onipresentes fotos por celular. Exatamente o motivo que alimenta a paixão dele. “Combino com os outros amigos que têm Camaro na cidade e, nos fins de semana, vamos todos juntos a algum restaurante”, descreve Martim.

Elizeu Camargo, que faz parte dos camarianos sorocabanos – “Amarelo, claro, porque chama mais atenção” -, gosta de encher o carro de crianças e ficar dando voltas no condomínio onde mora. “Meu filho só quer chegar às festinhas de Camaro”, diz.

Homens bem de vida na faixa dos 40 anos formam o cerne do público que não resiste a um carrão com cara de bravo e capacidade de ir de zero a 100 quilômetros por hora em 4,8 segundos (contra 13,9 do Meriva 1.4, da mesma montadora). Quem desrespeita a lei e continua acelerando pode chegar a 250 quilômetros por hora.

Nos Estados Unidos, o Camaro custa 37 500 dólares, turbinados para 201 000 reais no Brasil, depois de todos os custos de importação. É de arrepiar, mas seu rival histórico, o Mustang, sai por cerca de 300 000.

Problemas: “É grande – tem 2,09 metros de frente – e incompatível com a buraqueira da cidade. Tem péssima visibilidade traseira e, por ser muito potente, exige do motorista habilidades à altura da força do motor”, enumera Ulisses Cavalcante, especialista da revista QUATRO RODAS.

Mas tem o barulho, o estilo e, claro, a música. Por causa dela, hoje Munhoz e Mariano fazem 25 shows por mês e adquiriram seu próprio exemplar. “O problema é que, com tanto show, só conseguimos andar nele uma vez”, diz Munhoz. Efeito Camaro Amarelo.

19/08/2012

às 16:22 \ Disseram

Tessália: “Eu sabia que ia dar um caldo.”

“Eu sabia que o personagem ia dar um caldo.”

Débora Nascimento, deslumbrante, falando do sucesso da suburbana Tessália na novela Avenida Brasil, falando ao portal iG

19/08/2012

às 16:00 \ Vasto Mundo

Estados Unidos: ricos, milionários, bilionários

DESEQUILÍBRIO -- Mansões debruçadas no mar da costa leste americana: 400 famílias ganham o mesmo que 150 milhões de pessoas (Foto: Toppersdorf Mathias / Getty Images)

DESEQUILÍBRIO -- Mansões debruçadas no mar da costa leste americana: 400 famílias ganham o mesmo que 150 milhões de pessoas (Foto: Toppersdorf Mathias / Getty Images)

Reportagem de André Petry, de Nova York, publicada na edição impressa de VEJA

 

RICOS, MILIONÁRIOS, BILIONÁRIOS

Com uma renda cada vez mais concentrada, os Estados Unidos apresentam um enigma: como e por que os americanos, apesar do dinheiro mal distribuído, ainda são os gênios da inventividade econômica?

 

Quando saiu o primeiro cálculo sobre a distribuição da renda nos Estados Unidos, em 1915, a reação foi de espanto. Descobriu-se que os americanos que faziam parte do clube do 1% mais rico do país ficavam com 18% da renda nacional. As famílias cujos sobrenomes viraram sinônimo de riqueza – Rockefeller, Carnegie, Vanderbilt, Morgan – moravam em mansões espetaculares e faziam festas monárquicas, mas ninguém imaginava que era tão alta a fatia da renda que elas detinham – 18%!

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Depois disso, houve uma guerra mundial, a depressão que devastou patrimônios e vidas, outra guerra mundial, e os Estados Unidos cruzaram as décadas de 50, 60 e 70 com uma distribuição de renda muito mais igualitária. O país virou o paraíso terrestre da classe média e mesmerizou o mundo com o apelo do american way of life. De lá para cá, houve a Guerra Fria, o desmonte da desigualdade racial nos estados do Sul, o colapso soviético, e os Estados Unidos voltaram ao início: hoje, o 1% mais rico detém uma fatia muito semelhante aos 18% da renda nacional – 18%!

Em outras palavras, os americanos vivem um processo de concentração de renda semelhante ao de quase um século atrás. De 1979 a 2007, a renda do 1% mais rico aumentou 275%. A parcela que esses milionários detêm da renda nacional oscila dramaticamente ao sabor das crises, registrando quedas espetaculares, mas a compensação vem logo que as nuvens mais carregadas somem do horizonte.

NOVA ECONOMIA -- A sede do Google na Califórnia: por que a empresa não nasceu numa  democracia rica e menos desigual que a americana? (Foto: Alamy / Other Images)

NOVA ECONOMIA -- A sede do Google na Califórnia: por que a empresa não nasceu numa democracia rica e menos desigual que a americana? (Foto: Alamy / Other Images)

Na crise financeira de 2008, o clube do 1% detinha mais de 23% da renda nacional. Estima-se que a fatia tenha caído para menos de 18%. Mas, como sempre acontece no pós-crise, os ricos são os primeiros a se recuperar e logo se restabelece o nível de desigualdade anterior. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

19/08/2012

às 15:38 \ Disseram

Gillian Bayford, ganhador da loteria, diz que sabe quanto vale o dinheiro que ganhou

“Ainda entendemos bem quanto 148 milhões de libras são. Sempre trabalhamos e economizamos para as férias ou para coisas de que precisávamos.”

Gillian Bayford, que junto com a mulher ganhou o equivalente a 475 milhões de reais na loteria europeia EuroMillions

19/08/2012

às 14:29 \ Disseram

Obama, uma graça de presidente

“Se contatarem marcianos, por favor, me avisem imediatamente.”

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos,  cumprimentando a equipe responsável pelo jipe robô Curiosity, que aterrissou há uma semana em Marte

19/08/2012

às 13:26 \ Disseram

Fernando Henrique Cardoso: “Não vejo como a Dilma pudesse não enrijecer.”

“A presidente está num momento de dificuldade fiscal e muita pressão dos funcionários que se habituaram no governo Lula, que tinha mais folga, a receber aumentos… Não vejo como ela pudesse não enrijecer.”

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República, saindo em defesa da presidente Dilma

19/08/2012

às 12:00 \ Tema Livre

Fotos e vídeo: Discovery lança neste terça-feira programa de sobrevivência em regiões perigosas estrelado por dois brasileiros

Léo e Leite no meio das árvores-aparados-da-serra

"Desafio em Dose Dupla", brasileiro, traz um militar e um ambientalista, numa lição de sobrevivência e, também, de convivência. (Na foto, em Aparados da Serra, Parque Nacional que abrange áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina)

A fórmula não é nova: dois aventureiros em cenários paradisíacos mostram os perigos e as delícias da natureza. A novidade aqui é que se trata de um produção brasileira, feita pela Mixer para o canal Discovery – que em termos de aventura e beleza não brinca em serviço -, com um militar especializado em resgate de alto risco e um adepto de preceitos indígenas.

Coronel Leite e Léo protagonizam Desafio em Dose Dupla (Dual Survival) Brasil, programa em seis episódios, cada semana em um destino belíssimo, distante dos grandes centros e muito perigoso: no Brasil, o Pantanal (MS e MT), a Serra da Capivara (PI), Jalapão (TO) e Aparados da Serra (SC e RS), além de Chiloé (no Chile) e Patagônia (na Argentina).

A aura Lost da versão brasileira é marcada pelo modo como os dois participantes dividem entre si, e com os telespectadores, suas diferenças: enquanto o militar utiliza técnicas de sobrevivência conquistadas com seu treinamento militar, o ambientalista prefere priorizar a preservação da natureza, mesmo que tal escolha resulte em passar fome enquanto um jacaré inteiro foi grelhado pelo colega.

Suas visões de mundo não representam, no entanto, que ali está uma disputa, onde um irá superar o outro; pelo contrário, a meta do programa é que um e outro encontrem seus pontos comuns e a confiança mútua.

Além da paisagem, que é de encher os olhos, Leite e Léo dão uma bela aula de sobrevivência, convivência e respeito ao meio ambiente.

Estreia terça-feira, dia 21 de agosto, às 21hs, no Discovery Channel.

 

Paisagem-chile

Paisagem da pequena Chiloé, no Chile

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Luz do sol-chile

O sol sob as nuvens, no céu de Chiloé, no Chile

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Léo nas pedras -aparados-da-serra

Léo sobre as pedras, em Aparados da Serra

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Léo e Leite próximos ao rio-argentina

Léo e Leite na Patagônia, Argentina

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Léo e Leite no caiaque chile

De caiaque, nas águas de Chiloé, no Chile

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Léo e Leite ao lado do rio-argentina

Em expedição na Patagônia, Argentina

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Leite usando sua faca-chile

Preparando o caiaque, em Chiloé, no Chile

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Câmera a postos, no Jalapão (TO)

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Paisagem desértica de Jalapão

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O céu ameaçador do Pantanal

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Na mata, no Pantanal matogrossense

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O Cânion de Itaimbezinho (RS), em Aparados da Serra

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Cânion de Itaimbezinho -aparados-da-serra

O Cânion de Itaimbezinho, em Aparados da Serra

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