11/08/2012
às 19:35 \ Tema LivreGarotos mimados do futebol olímpico: aprendam a ter raça, gana e entrega com elas — e com ele
Tags: futebol, medalha de ouro, Olimpíadas de Londres, vôlei feminino
11/08/2012
às 19:35 \ Tema Livre
Tags: futebol, medalha de ouro, Olimpíadas de Londres, vôlei feminino
11/08/2012
às 18:11 \ DisseramArthur Zanetti, falando de sua medalha de ouro ganha nas argolas
Tags: Arthur Zanetti, medalha de ouro, Olimpíadas
11/08/2012
às 17:30 \ Política & CiaO que leva a classe política a sistematicamente a tentar impor limites à imprensa? Ou à liberdade de expressão?
Seria o incômodo causado pelos jornalistas que honram esta titulação? Certamente.
Mas quando falo em titulação não me refiro a um diploma de alguma faculdade de não consegue sequer ensinar a língua pátria, o que dizer do ofício de informar, analisar e até investigar.
O Senado Federal aprovou dias atrás a obrigatoriedade do diploma de jornalista para exercício da profissão – e de forma quase unânime, à exceção de quatro senadores, sendo que o único que falou em plenário contra foi senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
Espera-se que escritores, para serem publicados, tenham que provar serem formados em Letras!
Ou a um talento como Neymar ser exigido a formação em Educação Física.
A proximidade de um jornalista com um escritor e infinitamente maior que com um cabelereiro (cito por que a profissão foi regulamentada este ano, sem a exigência de diploma…).
Não se trata de julgar dispensável o ensino oferecido pelas faculdades que são sérias. Trata-se de opção. Quem achar que deva ir a uma universidade para adquirir formação específica, deve até ser valorizado quando for ao mercado de trabalho.
Mas não é razoável impedir que um médico (o dr. Drauzio Varela tem diploma de jornalista? Alguém escreve sobre saúde melhor que ele no Brasil?) ocupe um espaço na imprensa para opinar e analisar assuntos que dominam mais que quem nunca viu um estetoscópio.

"O Dr. Drauzio Varella tem diploma de jornalismo? Alguém escreve sobre saúde melhor que ele no Brasil?"
Idem para psicólogos, economistas, engenheiros, especialistas em aviação, diretores de cinema e TV, músicos e atores, etc.
Parece-me mais uma tentativa de cercear a liberdade de expressão.
Substitui-se franklins de laboratório pelo Senado?
A imprensa não pode ser a Geni. Ou ameaçada pelo controle social da mídia ou regulamentada por quem sequer pisou em uma redação.
Substitui-se franklins de laboratório pelo Senado?
A um, movia a doentia obsessão de controlar as opiniões contrárias e implantar o pensamento único. Este sempre é mais confortável: pensamento quando é único não requer esforço algum. É como vaca em curral.
Os outros, senadores, parecem ser movidos pela tentativa de intimidação. Pela demonstração que podem interferir na liberdade de imprensa. E ferir a mesma.
Não sou jornalista. Não tenho talento e não pretendo assumir, nunca, uma posição que sei não estar preparado. Assim como não sou médico ou engenheiro.
Sou leitor. E aí, dos bons! Não existe maior democracia de exercício de função da existente no leitor! Eu leio o que quero, quando quero, do autor que desejo! Simples assim.
Leio até bula de remédio! (Dúvida: haverá necessidade de se contratar um jornalista formado para redação das mesmas?).
E quero ter o direito de ler especialistas, formados em outras áreas, que possam contribuir para meu próprio conhecimento, cultura e crescimento pessoal. Enquanto ser pensante.
Que tal exigir dos postulantes a cargos públicos ao menos o curso primário completo?
Sugiro aos srs. senadores que regulamentem a própria atividade. Que tal exigir dos postulantes a cargos públicos ao menos o curso primário completo? Seria mais proveitoso. Jornalistas não formados sabem escrever. Senadores eleitos – alguns – sequer sabem se expressar. O Brasil agradeceria.
Melhor não. Até presidentes seriam reprovados.
Por fim, nesta comparação, quem paga Jornalistas (com J maiúsculo!) não formados nas faculdades que crescem mais que erva daninha, são os diretores de empresas editoriais.
Embora uma Federação de Jornalistas (a mesma que defendia uma censura prévia à imprensa!) esteja apoiando a iniciativa. Talvez desejem recrutar nas universidades os tais “blogueiros progressistas” ou – na minha visão – os dóceis e bem pagos chapas-branca que habitam tantos espaços usando indevidamente o título de jornalista.
Mesmo não sabendo escrever e tendo como padrão de atuação, o jornalismo a favor. Uma invenção que faz Millôr (não formado) e Francis (idem) se revirarem nos túmulos.
Quem paga políticos (senadores inclusive) sem nenhuma formação que sirva para alguma coisa, somos nós, contribuintes.
Srs. senadores, tirem as patas de assunto que não precisa nem é admissível que seja regulado por quem desconhece o que seja o assunto!
Sejam, ao menos, leitores! O que duvido que sejam.
Tags: Aloysio Nunes Ferreira, censura, chapas-branca, diploma, Draúzio Varela, especialistas, Federação de Jornalistas, liberdade de expressão, Millôr Fernandes, obrigatoriedade do diploma, Paulo Francis, pensamento único, post do leitor, Senado
11/08/2012
às 16:30 \ Política & Cia
(Entrevista a Marcelo Sperandio publicada na edição impressa de VEJA)
Conversa com José Braz
UM CRISTO PARA DONA LÉDIA
Para agradar à mulher, o prefeito de Muriaé (MG) mandou erguer na cidade uma réplica do Cristo Redentor com a altura do original, 30 metros
De onde surgiu a ideia de fazer o Cristo?
Em 2004, quando fui eleito prefeito pela primeira vez, dona Lédia, minha esposa, me pediu um Cristo de presente. Não poderia negar um pedido desses a ela. Depois de 64 anos de casamento, é a chance de reafirmar o meu amor.
Seus adversários dizem que o senhor usou dinheiro público na obra.
Não faria isso e nem a obra caberia no orçamento da prefeitura. São 3,5 milhões de reais que estão saindo do meu bolso. Graças a Deus, os meus sessenta anos de vida empresarial no ramo de transportes me permitiram bancar esse presente maravilhoso.
Quando ficará pronto?
Em outubro. Isso se o tal do Ceará, o artista que está fazendo a estátua, não me enrolar mais uma vez. Paguei 150 mil reais a ele.
A oposição diz que a obra é eleitoreira porque o senhor mandou fazê-la perto do pleito?
Eles podem dizer o que quiserem. Eu nem posso ser prefeito de novo. Só dou apoio ao meu vice na disputa.
Por que, aos 86 anos, o senhor resolveu homenagear a sua mulher?
Não há idade para presentear dona Lédia. Ela merece. Dona Lédia se dedica muito à família, tem um coração grande e está sempre sorrindo.
Tags: Cristo Redentor, dona Lédia, José Braz, MG, Muriaé, presente, réplica
11/08/2012
às 16:02 \ Tema LivreQuando um interesse pessoal, um hobby, um passatempo, é levado ao extremo, o resultado pode ser bem… interessante, como mostra o vídeo abaixo.
Tags: hobby, ilusão de ótica
11/08/2012
às 15:15 \ Livros & Filmes
DE NOVO NA PENUMBRA -- Batman (Christian Bale) retorna do exílio: um bem relutante e assolado por conflitos contra um mal de muitas facetas e lógicas
(Texto de Isabela Boscov publicado na edição impressa de VEJA)
O CAOS REINA
“O Cavaleiro das Trevas Ressurge” é o non plus ultra do cinema de ação: eletriza o espectador com seu virtuosismo e o abala com a profundidade de sua angústia sobre o mundo pós-11 de Setembro
Com seu desempenho incendiário como o Coringa, Heath Ledger pegou a plateia despreparada, em 2008, para a explosão de anarquia, de mal visceral, sem razão e sem propósito, do excepcional Batman – O Cavaleiro das Trevas. O qual viria, assim, a quebrar paradigmas.
Apesar dos temores da indústria sobre um filme de super-herói tão pessimista, esse segundo episódio de Batman ganhou o aval indiscutível do público ao se tornar a quinta maior bilheteria da história (hoje ocupa a 12ª posição). E foi ainda o pivô de uma espécie de levante popular: seu menosprezo nas indicações ao Oscar provocou tal indignação que a Academia se viu obrigada a mudar as regras do prêmio.
Um virtuosismo técnico sem rival
Que o diretor inglês Christopher Nolan pudesse superar o estrondo que ele próprio havia causado parecia, portanto, improvável. Que engano grandioso. Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises, Estados Unidos, 2012), já em cartaz no país, de fato não tem um elemento de volatilidade comparável à interpretação de Ledger – e não poderia mesmo tê-lo, porque encontros assim entre ator e personagem são fortuitos. Mas o diretor compensa a lacuna com uma maestria sem precedentes.
O virtuosismo técnico deste terceiro e último filme da série não tem rival. Mas também não há com o que comparar a maneira como ele é capaz de eletrizar a plateia com suas reflexões e seus sentimentos: a produção americana hoje vive de combinar o gigantismo visual ao nanismo de ideias, mas Nolan prova que uma coisa e outra não devem ser excludentes. Se o cinema quer resistir não só como espetáculo, mas como espetáculo, forma de arte e foro de discussão, aqui está o caminho.
O vilão Bane, uma perturbadora massa de força bruta
Em O Cavaleiro das Trevas Ressurge, a outrora caótica metrópole Gotham City vive já há oito anos um período de paz: ao abrigo de uma lei de exceção, as autoridades podem colocar atrás das grades todo suspeito de ameaçar o bem-estar dos cidadãos.
Batman, o alter ego do bilionário Bruce Wayne, não mais foi visto – porque é tido como o assassino do promotor que propôs a lei; e porque sua presença como justiceiro não mais se faz necessária. Wayne vive agora recluso e amargurado. É dessa ausência, e dessa falsa sensação de segurança em que vive a cidade, que o vilão Bane se aproveita. Bane é uma massa de força bruta e um homem de aspecto perturbador, graças à máscara implantada no rosto que libera o gás anestésico sem o qual ele não suportaria a dor dos ferimentos selvagens de que foi vítima no passado.

A NOVA FACE DO TERROR -- Tom Hardy, como Bane: força bruta e aspecto grotesco conjugadas ao carisma messiânico (Foto: Divulgação)
Mas é também um líder de carisma messiânico, capaz de inspirar devoção até a morte. Na sequência estupenda que abre o filme (e que não é efeito de computador; foi rodada de verdade com dublês), membros de seu time descem em rapel de um C-130 Hercules sobre uma aeronave menor e sequestram dela um cientista nuclear.
Muitas alusões ao mundo incompreensível pós-11 de Setembro
Mas é preciso que o cientista seja dado como morto, e o correligionário escolhido por Bane para tomar o lugar do sequestrado e despencar junto com o avião recebe a missão não com medo, mas com gratidão – apenas a primeira das muitas alusões ao mundo incompreensível em que este se tornou após o 11 de Setembro.
Com sua trilogia, Nolan pretendeu sempre abordar o estado da ética e da moral nesse mundo. Em O Cavaleiro das Trevas Ressurge, porém, ele amplia ainda mais o escopo de sua pauta. Gotham não vive só a mentira de uma ordem firmada sobre falsos pretextos. Vive também a insatisfação do declínio econômico: os 99% ressentem-se das vantagens do 1% de privilegiados, do qual Bruce Wayne é um emblema.
Bane invade a bolsa de valores, drena a fortuna do bilionário e anuncia, em um discurso inspirado em Robespierre e no Reino do Terror que ele instituiu na primeira etapa da Revolução Francesa, que sua missão é devolver o poder ao povo. Mas, como no caso do Terror, do totalitarismo implantado pelas revoluções de 1917 na Rússia e de 1949 na China, ou da ditadura dos aiatolás com que culminou a Revolução Iraniana de 1979, trata-se de uma apropriação ilegítima, por parte de alguns, das aflições genuínas de muitos.
Bane não quer liberar um povo; quer manobrar uma massa. Como em todos esses casos, começa por abolir as liberdades individuais, instalar uma justiça de lunáticos (literalmente, aliás: quem preside os sentenciamentos de “inimigos do povo” é o Espantalho, o psiquiatra insano de Batman Begins) e confinar a população de Gotham. Ninguém entra e, acima de tudo, ninguém sai. Esse estado de coisas, porém, não vai durar muito, promete Bane – porque o passo seguinte será a aniquilação de Gotham e de todos que nela vivem.
Batman tenta mudar o desfecho do drama
E, assim, Bruce Wayne se vê obrigado a juntar-se aos outros atores desse drama – a ladra de joias Selina, aliás Mulher-Gato (Anne Hathaway); o comissário Gordon (Gary Oldman); a visionária Miranda (Marion Cotillard); e o jovem policial Blake (Joseph Gordon-Levitt) – para, mais uma vez sob o disfarce de Batman, tentar mudar-lhe o desfecho.
Para o público mais velho, é fácil imaginar que faltem a um filme adaptado dos quadrinhos qualificações para debater questões tão complexas. A trilogia de Nolan, porém, nunca as barateou nem simplificou. Para esta geração, seus filmes são o que O Poderoso Chefão foi para outra geração também acossada por dilemas morais e econômicos, a do início dos anos 70: uma representação ressoante como nenhuma outra do cabo de guerra entre a circunstância e o arbítrio.

NA TRINCHEIRA DOS 99% -- Anne Hathaway, como a ladra de joias que despreza os milionários dos quais furta: apesar dos olhinhos de basset hound, uma Mulher-Gato antológica (Foto: Divulgação)
Em toda a trilogia Batman, e neste seu último episódio em particular, o bem é dúbio, relutante e eivado de conflitos; e o mal tem tantas facetas e tantas lógicas que nem sempre é possível reconhecê-lo, que dirá compreendê-lo. Que Nolan consiga não apenas orquestrar o mais tremendo clímax de um filme de ação – o qual ocupa, sem pausa e numa escalada perfeita de tensão, todos os 45 minutos finais -, mas também simultaneamente manter em primeiro plano a tragédia íntima de seus personagens, o destaca como um autor de primeiríssima grandeza.
Uma Mulher-Gato antológica
Não há membro da equipe ou do elenco, aliás, que não esteja aqui no seu melhor momento, do cinegrafista Wally Pfister, que doma o dificílimo formato Imax (e é em Imax que se deve ver o filme) com resultados deslumbrantes, ao compositor Hans Zimmer, cuja trilha conceitual propele o filme à frente.
Anne Hathaway tem olhinhos de basset hound, mas é uma Mulher-Gato antológica. Tom Hardy, como Bane, é a personificação de um pesadelo – e no entanto ele precisa apenas de um close de alguns segundos para, em um momento decisivo, virar esse monstro pelo avesso. E, no papel do policial Blake, o arrebatador Joseph Gordon-Levitt é a luz em meio a toda essa penumbra.
Assim como Nolan, porém, é Christian Bale, a outra peça principal deste imenso projeto, quem de fato se supera aqui. Seu desempenho na trilogia nunca foi menos que irrepreensível. Em O Cavaleiro das Trevas Ressurge, ele é mais do que isso – é sentido, sofrido e, ao fim, inspirador. É aí que Christopher Nolan escolhe deixar a plateia: com um réquiem que celebra não a morte, mas o renascimento.
Tags: 11 de Setembro, aiatolás, anarquia, Anne Hathaway, Batman, Batman Begins, Bruce Wayne, C-130 Hercules, Christian Bale, Christopher Nolan, comissário Gordon, Coringa, ditadura, Espantalho, Gary Oldman, Gotham City, Hans Zimmer, Heath Ledger, Imax, indicações ao Oscar, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard, Mulher-Gato, mundo pós-11 de Setembro, O Cavaleiro das Trevas Ressurge, O Poderoso Chefão, Revolução Francesa, Revolução Iraniana de 1979, Revolução Russa, Robespierre, super-herói, The Dark Knight Rises, Tom Hardy, totalitarismo
11/08/2012
às 14:00 \ Tema LivreO pintor Istvan Sandorfi, ou Étienne, começou a se dedicar às artes aos 12 anos de idade, como forma de se refugiar de uma realidade cruel demais (vários integrantes de sua família cumpriram prisão na Hungria durante o estalinismo pelo terrível crime de seu pai ter sido diretor de uma empresa americana, e depois partiram para o exílio, primeiro na Áustria , depois na então Alemanha Ocidental e a partir de 1958 na França).
Sua obra dá a impressão de não ter sido acabada, e seu estilo de pintura combina uma técnica meticulosa realista, com elementos do surrealismo.
Retrata a nudez em seus quadros, mas uma nudez estranha, não raro triste ou crispada, ou corpos mutilados. Os títulos dos quadros não raro são irônicos (veja, abaixo, a tela “Paraíso das Damas”, na qual as protagonistas exibem o ar de estar em qualquer lugar, menos num paraíso).
As provocativas figuras desmembradas e naturezas-mortas aparecem em importantes coleções particulares e museus em vários continentes, a começar pelo renomado Centro Georges Pompidou, de Paris.
Foi seu próprio modelo durante muito tempo, por se sentir incomodado com a presença de outras pessoas enquanto trabalhava. Certa vez declarou a amigos: “Eu nunca senti que realmente soubesse como pintar, não no passado, não agora. Se você pinta, nunca está totalmente satisfeito”.
Istvan Sandorfi morreu em Paris, em 2007.
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Tags: Centro Georges Pompidou, hiperrealismo, Istvan Sandorfi, Musée de la Ville, óleo sobre tela, regime stanilista
11/08/2012
às 12:00 \ Música no BlogPor Daniel Setti
Mencionei em recente post nesta coluna que 22 Dreams, álbum lançado em 2008 pelo cantor, compositor e guitarrista inglês Paul Weller, 54, é um dos melhores da década passada. (Para saber mais a respeito e conhecer outros escolhidos, clique aqui e aqui). Clássicos instantâneos presentes no repertório, como “Have You Made Up Your Mind” e “Black River” que o digam.
Entretanto, longe de se acomodar nos louvores que colheu da crítica pela bolacha, Weller segue em fase prolífica, dando de comer poeira a muito artista com a metade de sua idade e o dobro de badalação. Tanto é que, na esteira de 22 Dreams, já vieram à luz os álbuns Wake Up The Nation, de 2010, e Sonik Kicks, editado em março deste ano.
O inconformismo, aliás, sempre marcou a rica trajetória de Weller, iniciada na segunda metade dos anos 1970 com The Jam, um dos primeiros nomes fortes do punk inglês, influenciado pelo rock sessentista da vertente “mod” inglesa de bandas como The Who e a soul music americana.
Mudou consideravelmente de ares na década de 1980 ao liderar a dançante banda Style Council e novamente no decênio seguinte, já em carreira solo mais voltada a suas raízes roqueiras.
O trabalho individual de Weller passou a valorizar seu lado compositor e a potente e emotiva voz grave, o que lhe rendeu fãs famosos como os irmãos Gallagher, do Oasis – que o imitam até no corte de cabelo – e Graham Coxon, do Blur (participante em 22 Dreams, como Liam Gallagher, e no vídeo de “Have You Made Up Your Mind”).
Mais aberto a detalhes eletrônicos, experimentalismos e até uma pitada de dub jamaicano, Sonik Kicks não deixa de ser uma boa coleção de canções de rock. E é com uma destas, “The Attic”, que ficamos hoje. Extraída de aparição do músico em edição de abril do ótimo programa Later… With Jools Holland, da BBC:
Tags: 22 Dreams, BBC, Black River, Blur, Graham Coxon, Have You Made Up Your Mind, Irmãos Gallagher, Jools Holland, Later...with Jools Holland, Liam Gallagher, mod, Noel Gallagher, oásis, Paul Weller, punk, Sonik Kicks, soul music, The Attic, The Jam, The Who, Wake Up The Nation
11/08/2012
às 11:16 \ Disseram“Let me try again, let me try again…”
Demóstenes Torres, ex-senador, recém cassado por suas ligações com Carlinhos Cachoeira, cantando em pleno restaurante Piantella, famoso reduto de políticos em Brasília, no estilo Frank Sinatra
Tags: Carlinhos Cachoeira, cassado, Demóstenes Torres, Frank Sinatra, Piantella
11/08/2012
às 10:16 \ DisseramYelena Isinbayeva, atleta russa do salto com vara, em entrevista ao Estadão
Tags: salto com vara, Yelena Isinbayeva