Blogs e Colunistas

Arquivo de 14 de abril de 2012

14/04/2012

às 20:00 \ Tema Livre

Fotos raras e interessantes: os mais de 1.000 botões de controle de um ônibus espacial

Já imaginaram quantos botões é preciso apertar para ultrapassar a atmosfera terrestre e navegar no éter? As cabines dos ônibus espaciais, os extraordinários space shuttles que a NASA aposentou em 2011 após 30 anos e centena e meia de missões espaciais, possuem mais de mil.

Vocês leram corretamente: mais de mil.

Para facilitar a vida da tripulação, essa infinidade de botões, a partir da qual se controlavam computadores, foguetes, circuitos, aquecedores, válvulas e todos os outros componentes da nave, era dividida em setores: ”O” para cima, “C” para o centro, “F” para a frente, “A” para a ré, “L” para a esquerda e “R” para a direita.

É claro, porém, que mesmo astronautas supertreinados estavam sujeitos a se confundir. Por isso, quando as células cerebrais falhassem, os centros de controle terrestres possuíam dispositivos que permitiam orientar milimetricamente quem estava em órbita.

E para quem acha mais de mil botões um número exagerado, imaginem como era tripular o Endeavor, construído em 1987, quando ainda não se utilizava a sofisticada tecnologia de touchscreen nem a de controle de voz.

Quem sabe, no futuro, os astronautas poderão contar a bordo com a Siri, assistente do IPhone, para verificar a posição das células de luz solar ou fazer pequenos ajustes.

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Partida de um ônibus espacial (Foto: Nasa)

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Um ônibus espacial decolando com o auxílio de motores externos alimentados por supertanques (Foto: Nasa)

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Cabine de comando, com sua infinidade de botões (Foto: Stephen Clark / Space Flight Now)

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Visão lateral de uma cabine de comando (Foto: Stephen Clark / Space Flight Now)

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Detalhe de uma cabine de comando, mostrando a posição de um dos dois pilotos (Foto: Stephen Clark / Space Flight Now)

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Vista de outro ângulo de uma cabine de comando (Foto: Stephen Clark / Space Flight Now)

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Detalhe de parte dos dos botões dos painéis frontais(Foto: Stephen Clark / Space Flight Now)

14/04/2012

às 19:00 \ Livros & Filmes

Veloz e violento, um (bom) filme brasileiro à moda de Quentin Tarantino

Pode ser, pode não ser Alves Pinto e Alessandra: um “truque” que ganha em consistência e propósito a cada novo passo

PODE SER, PODE NÃO SER -- Fernando Alves Pinto e Alessandra Negrini: um “truque” que ganha em consistência e propósito a cada novo passo

Um bom plano

Veloz, violento e fragmentado, 2 Coelhos é uma experiência ousada no panorama do cinema nacional

De fato existe uma barreira – geracional ou de disposição, conforme o caso – a que se aprecie 2 Coelhos (Brasil, 2012), o primeiro trabalho como diretor do publicitário paulista Afonso Poyart.

Rápido, violento, fragmentado e ultratexturizado (há trechos em desenho e outros em videogame ou com intervenções gráficas e ópticas variadas, além de locações paulistanas fabulosamente exploradas), o filme quase que se anuncia, de início, como um grande, elaborado e curioso truque, mas truque tão somente.

Engano. Seria possível dizer que, quanto mais avança na sua trama, mais 2 Coelhos ganha em consistência e em propósito – não fosse o uso do verbo “avançar”, aqui, tão inadequado.

Estrutura celebrizada em Pulp Fiction

Poyart, na verdade, vai e volta sem parar entre uma infinidade de pontos no tempo (“passado” e “presente” são categorias insuficientes diante dessa concepção telescópica), a cada movimento acrescentando à história detalhes antes ignorados pelo espectador – e que, toda vez, modificam sua compreensão dela.

É uma estrutura que Quentin Tarantino celebrizou em Pulp Fiction, mas que continua tão difícil de executar com nexo e desenvoltura quanto sempre o foi.

Ao que se pode adiantar da história: Edgar (Fernando Alves Pinto) é um nerd muito hábil com tudo que seja eletrônico. Mas, ao que parece, é bem folgado também, e nada honesto. Em sua narração, ele promete explicar o plano que lhe permitiu matar dois coelhos com uma só cajadada.

Alessandra Negrini: sexy e cativante

O primeiro coelho, depreende-se, é um coletivo de indivíduos desagradáveis, de deputados e policiais corruptos a bandidos truculentos como Máicon (Marat Descartes, o destaque absoluto do elenco). Quanto ao segundo, tudo indica que é a fortuna que ele roubou de Máicon. Mas pode ser alguma outra coisa, uma suspeita que vai ganhando corpo, embora não nitidez, à medida que Edgar abre o foco.

Nesse trajeto tortuoso, uns tantos personagens mudam de afiliação. O enigmático Walter (Caco Ciocler), presume-se, odeia Edgar, já que o rapaz matou sua mulher e filho no acidente que abre o filme, e é um choque. Depois, já não se tem tanta certeza – qual, no entanto, será seu verdadeiro papel nas maquinações do protagonista?

Mais difícil ainda é decidir-se sobre Julia (Alessandra Negrini, muito sexy e cativante), uma promotora suja que entra na trama por um punhado de portas, sem que se saiba qual delas é a que conduz à encarnação real, digamos assim, da personagem.

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"2 Coelhos": linguagem frenética e surpresa agradável no final

A esta altura, é provável que os espectadores que não estiverem desagradados com o frenesi de 2 Coelhos tenham já se dado conta de que o filme se tornou algo gratificante: um exercício narrativo que não só é capaz de sustentar seu interesse (o que já não seria pouco), como tem muito mais sentimento do que se supunha e vai verdadeiramente chegar a algum lugar.

E que surpresa agradável é esse destino.

(Resenha de Isabela Boscov publicada na edição impressa de VEJA)

 

14/04/2012

às 18:06 \ Disseram

O cozinheiro e o gol – uma questão de prioridade

“Conversando com nosso representante em Londres, ele disse que tínhamos de nos preocupar com a cozinha, pois a comida de lá é ruim. Vamos ter cozinheiro, para garantir.”

José Maria Marin, presidente da CBF, mais preocupado com a cardápio do que com a conquista da medalha de ouro inédita para o futebol em Olimpíadas

14/04/2012

às 17:03 \ Tema Livre

Entrevista: a americana que rege a melhor orquestra sinfônica do Brasil fala de Duke Ellington, Leonard Bernstein, suas ideias e seus planos

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Marin Alsop conduz a Osesp, a mais importante orquestra sinfônica do país: "Só existem dois tipos de música, como dizia Duke Ellington: a boa e a ruim" (Foto: Zuma Press)

 

“A ORQUESTRA É UM CASAMENTO”

A nova titular da Orquestra Sinfônica de São Paulo representa a mentalidade atual do mundo erudito, em que maestros não são mais semideuses, e as orquestras trabalham com transparência

 

A americana Marin Alsop, de 55 anos, estreou há poucas semanas como regente titular da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), a mais importante do país. Marin substitui o francês Yan Pascal Tortelier, cujos três anos no posto foram marcados por concertos erráticos e evidente falta de comprometimento com a orquestra.

A tarefa de Marin não será apenas reinstaurar o clima de normalidade e aprimoramento que faltou à Osesp desde a saída de seu titular e renovador John Neschling, em 2009. Marin representa a mentalidade predominante no mundo erudito, que dita que o maestro não deve apenas comandar seu grupo mas também integrá-lo à comunidade.

O currículo da regente reflete essa maneira de agir. Em 1984, ela criou a Orquestra Concordia, especializada em jazz e música contemporânea. Quatro anos depois, tornou-se pupila dos lendários maestros Leonard Bernstein e Seiji Ozawa. Quando assumiu a Sinfônica de Baltimore, cuja direção ela acumula com seu cargo na Osesp, o grupo enfrentava dificuldades financeiras. Hoje a orquestra está com suas dívidas praticamente zeradas e recuperou seu prestígio.

O relacionamento com a Osesp, iniciado com um concerto em setembro de 2010, já tem dado bons resultados. Marin Alsop rege a orquestra na gravação da Quinta Sinfonia do russo Prokofiev e comandará seu grupo sinfônico em uma próxima turnê europeia.

 

Qual o regente ideal do século XXI?

Ele tem de estar atento às mudanças ocorridas na sociedade. Embora as orquestras ainda o vejam como um semideus, ele não pode tratá-las com rispidez e indiferença — mesmo porque os sindicatos dos músicos têm representatividade maior e estão atentos a qualquer ato de tirania.

A orquestra, por sua vez, não pode se contentar em apenas tocar música. Ela deve ser uma presença inspiradora na comunidade em que atua. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

14/04/2012

às 16:00 \ Livros & Filmes

Livro: neste romance, efeitos do 11 de setembro no dia a dia americano

Livros

Ao pé da Escada

Ao pé da Escada, de Lorrie Moore (tradução de Maria C. Clark; Record; 336 páginas; 39,90 reais)

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 Dez anos depois dos atentados de 11 de setembro, eis uma visão literária de seus efeitos no dia a dia americano.

Professora de língua inglesa na Universidade de Wisconsin e autora cultuada em seu país, Lorrie Moore narra a história de Tassie Keltjin, filha de fazendeiros que faz a passagem para a vida adulta ao ingressar em uma universidade do Meio-Oeste.

No começo do romance, Tassie reage com “histeria, gargalhadas assustadas, culpadas e desesperançadas” à notícia dos atentados. A partir daí, a sombra deles sempre se fará presente.

Imersa num ambiente politicamente correto sufocante, ela abraça os protestos contra a guerra no Afeganistão, vira babá de uma criança negra adotada por um casal branco e se envolve com um muçulmano que se diz brasileiro.

A escritora traduz sua melancolia com lirismo, como se pode captar na letra desta canção composta por Tassie, da qual vem o título do livro: “Você partiu para os céus / e me deixou para trás? / Meu bem, eu também iria. / Subiria essa escadaria / não estivesse ela trancada / ao pé da escada”.

(Publicado na seção “VEJA Recomenda” da edição impressa da revista)

14/04/2012

às 15:00 \ Tema Livre

Fotos: paisagens incríveis — com ou sem a mão do homem

Por Rita de Sousa

Imaginem trabalhar no meio da floresta?

E parar num cruzamento enquanto espera o avião — até um Jumbo — pousar?

Que tal tomar um cafezinho na Bélgica e uma água na Holanda com a diferença de segundos?

Já viu um restaurante que depende da maré para o cliente escolher o tipo de transporte?

Observem as  fotos na sequência, e se admirem do que é capaz o trabalho do homem!

 

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O aeroporto das Maldivas é localizado em uma ilha artificial no meio do Oceano Índico

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A pista do aeroporto de Gibraltar cruza uma avenida

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A divisa entre a Bélgica e a Holanda se dá em um café!

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“Cano-escritório” da Selgas, em Madri, Espanha

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Balões sobrevoando a inacreditável paisagem da Capadócia, na Turquia

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A estátua, criada por Bruno Catalano, está localizada no litoral norte da França.

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O mesmo monumento em Kaunas, Lituânia, de dia e de noite

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Guarda de Farol no Mar do Norte, França. O cara é muito corajoso de ir fumar, com esse tempo nesse lugar

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Restaurante em falésia, na costa leste de Zanzibar, Tanzânia. Dependendo da maré, o restaurante poderá ser alcançado tanto a pé, quanto de barco.

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Varanda no 103º andar da Sears Tower, em Chicago, EUA

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Arranha-céu em formato de lua crescente, em Dubai

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Dubai, vista de cima do edifício mais alto do mundo, o Burj Khalifa, com 160 andares, mais terraços e outras dependências -- e incríveis 828 metros de altura

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Dubai, vista do alto do Burj Khalifa, fica tão distante que às vezes boa parte da cidade permanece sob as nuvens

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Em meio aos grandes arranha-céus de Dubai, o colossal Burj Khalifa

 

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Nevoeiro em Sidney, Austrália

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O carrossel suspenso mais alto do mundo, com 117 metros, em Viena, Áustria

 

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14/04/2012

às 13:36 \ Política & Cia

Post do Leitor sobre o caso dos fetos anencéfalos: “Não concordo com o voto do ministro Peluzo — mas ele foi magistral”

Plenário do STF: por 8 a 2, ministros liberam aborto de anencéfalos (Nelson Jr./SCO/STF)

Plenário do STF: por 8 a 2, ministros liberam aborto de anencéfalos (Nelson Jr. / STF)

O riquíssimo comentário que o leitor Reynaldo-BH enviou a respeito de meu post comentando a decisão do Supremo Tribunal Federal de descriminalizar o aborto quando se tratar de feto anencéfalo me pareceu digno de ser compartilhado com os leitores, como post. O que faço aqui, com prazer.

POST DO LEITOR

Sou defensor da interrupção da gravidez (e não uso o termo aborto não por excesso de cuidado, mas por não concordar com esta situação no caso que analiso) nos casos já previstos no Código Penal Brasileiro (estupro e risco à vida da gestante) e os derivados da ocorrêñcia de anencefalia.

Disto isto, considero simplesmente brilhante o voto do ministro César Peluzo. Consistente, culto e respeitoso com o assunto e com as visões (e votos) discordantes. Assim se faz o debate. Mais que jurídico, social e de conscientização da cidadania.

E obviamente não me sinto capacitado a opor argumentos legais a um ministro do STF. Fui promotor (por breve período) e deixei de ser advogado há mais de 25 anos. Não abandonei o amor ao Direito. Preferi não compactuar com uma estrutura e lógica ética que – a meu juízo – não era a adequada.

Não pretendo – e não posse nem devo – analisar um voto profundamente sólido e baseado em argumentos jurídicos de relevância.

O que pretendo é somente tentar me posicionar frente a este voto. Sem defesas estéreis e histéricas.

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Ministro Cezar Peluso: um dos dois votos discordantes na decisão do Supremo sobre a descriminalização do aborto de fetos sem cérebro (Foto: Nelson Jr./ SCO / STF)

A primeira argumentação lógica-factual – citada como exemplo – cita o caso de um doente terminal. Que provoca sofrimento à família, tal qual uma gestação de anencéfalo. Sim, é verdade. Com uma diferença fundamental: em um caso, vê-se a vida sendo terminada. Por fatores médicos e biológicos.

Em outro, não há vida. Esta diferença, a meu ver, faz toda a diferença. Ao argumentar que o doente “não pode ser executado”, por analogia, entende o ministro que o feto estaria sujeito a mesma execução. Mas não se executa o que não tem vida, como um feto anencéfalo. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

14/04/2012

às 12:03 \ Música no Blog

Cabo San Roque, o incrível grupo catalão que transformou máquinas industriais em instrumentos musicais

Cabo San Roque (a partir da esquerda): Roger Aixut, Josep Seguí e Laia Torrents (Foto: El País)

Por Daniel Setti

Caso confirme as datas de uma turnê pelo Brasil ainda em fase de negociação, o trio catalão Cabo San Roque precisará resolver um problemão: como transportar a terras tupiniquins, desde seu galpão no bairro do Poble Sec, em Barcelona, as toneladas de parafernália que utiliza ao vivo.

Afinal, em se tratando de um grupo que já levou ao palco um conjunto de máquinas de uma fábrica de bolachas desativada, todo cuidado logístico é pouco.

Atualizadores de uma tradição de músicos que inventam e constroem seus próprios instrumentos – eclético leque que abrange desde os alemães do Einstürzende Neubauten aos brasileiros do Uakti -, Josep Seguí, Laia Torrentse  Roger Aixut, os integrantes fixos do Cabo San Roque (ampliado para um quarteto ocasionalmente com a adesão do baixista Oriol Luna), se juntaram em 2001 e hoje acumulam cinco discos lançados e 35 instrumentos de “fabricação caseira”.

Como diferencial em relação a outros cientistas malucos da música, os catalães apostam na transformação de qualquer componente elétrico e mecânico em novas fontes sonoras. Vale tudo: de um velho autorama cujos carros – munidos de palhetas de guitarra – ativam um pequeno violino (o “Scalextric”), a um violão tocado com a ajuda de um freio de bicicleta.

Uma das criações do grupo: tirando som de máquina de lavar (Foto: Cabo San Roque)

Parte das geringonças é ativada manualmente pelos músicos, enquanto algumas são programadas por computador como robôs – algo parecido ao que andou fazendo o guitarrista de jazz Pat Metheny recentemente -, e a boa notícia é que o resultado costuma ser de alto nível musical.

Fábrica adaptada a laboratório musical

Um dos pontos altos da trajetória do Cabo San Roque foi justamente o projeto que envolveu a reutilização de máquinas de uma fábrica fechada no ano anterior.

O espetáculo em questão, exibido a partir de 2009 na Espanha, se chamava Torn de Nit (“Turno de Noite”, em catalão) e prestava homenagem conceitual aos trabalhadores noturnos. Para criar tal clima, empregou-se em cena praticamente todo o arsenal, juntamente com vídeos da atividade industrial, depoimentos de ex-empregados da fábrica e os músicos vestidos à caráter, como operários. Assistam a resumo de Torn de Nit:

Neste outro vídeo, os instrumentistas saem de cena e a engenhoca sonora toca sozinha:

Para mais vídeos, fotos, informações e detalhes sobre cada um dos instrumentos desenvolvidos pelo Cabo San Roque, clique no site oficial da banda.

Mais sobre música neste link.

14/04/2012

às 11:09 \ Disseram

A correção ficou pior que o soneto

“Eu respeito Fidel Castro. Sabe por quê? Um monte de gente tentou mata-lo nos últimos 60 anos e ele continua lá.”

“Pensei em espanhol e saiu errado em inglês. Todos no mundo odeiam Fidel, inclusive eu.”

Ozzie Guillen, técnico do time de beisebol Miami Marlins, em entrevista à revista Time, e depois, após ser suspenso pela primeira declaração

14/04/2012

às 10:09 \ Disseram

Scarlett Johanson: chorando a foto vazada

“Fiquei um pouco paranoica. É claro que fui jantar e comecei a pensar: ‘Todas essas pessoas viram minha…’ É terrível.”

 Scarlett Johanson, atriz, reclamando da divulgação de fotos em que aparece nua

 

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