Blogs e Colunistas

Edison Lobão

28/03/2012

às 5:31

Virgem Santíssima! Um Senado entre Edison Lobão e Renan Calheiros?

Por Maria Lima, Gerson Camarotti, Luiza DAmé e Catarina Alencastro, no Globo:
A cúpula do PMDB decidiu que não vai brigar com a presidente Dilma Rousseff, que decidiu influir na sucessão das presidências do Senado e da Câmara, no próximo ano. Apesar do desconforto causado pela notícia publicada nesta terça-feira pelo GLOBO de que Dilma deseja fazer do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o próximo presidente do Senado, em 2013, os peemedebistas querem mostrar que o senador Renan Calheiros (AL) é um aliado “fundamental e indispensável”. Dessa forma, pretendem esvaziar a possível candidatura de Lobão e fortalecer Renan, para que ele decida o candidato.

Nesta terça-feira, por meio de nota, o Planalto negou essa interferência, mas Dilma já conversou com Lobão sobre sua intenção de que ele substitua o senador José Sarney (PMDB-AP) na presidência. Em resposta, Renan, líder do PMDB na Casa, foi curto e direto: disse que a ele, como líder, cabe a condução do processo de sucessão de Sarney, na hora certa. “Precisamos resguardar o direito, conquistado pelo PMDB, de eleger o presidente do Senado. Na hora certa, vamos conduzir a bancada. Esse papel é do líder. Esse é o meu papel.”

Os peemedebistas dizem que Lobão foi “boi de piranha” nesse episódio e que a coisa não vai acabar bem para ele, se continuar dando corda a Dilma. “O Renan vai trabalhar como um leão. Vai fazer um monte de favor. Dilma vai precisar. E vai chegar muito forte em dezembro para disputar a presidência do Senado”, resumiu um dos interlocutores de Renan.

Para mostrar que não será algo fácil de resolver, o senador Vital do Rego (PMDB-PB) avisou que pretende disputar o cargo. A avaliação na cúpula do PMDB é que Dilma está ignorando a real situação do partido ao dizer que não existe crise. Um experiente senador lembra o cotidiano do poder em Brasília para alertar: “Em oito anos, Lula saía do Planalto, ia dormir no Alvorada e, quando passava pelo Jaburu (residência oficial do vice-presidente), via as luzes apagadas. Agora Dilma, ao passar pelo Jaburu, vê as luzes sempre acesas. Michel não resolve tudo, mas aceita qualquer tipo de encomenda, apaga incêndios, discute a crise do dia.”
(…)

Por Reinaldo Azevedo

05/02/2011

às 14:01

Um apagão de vergonha na cara

Ontem, republiquei aquele vídeo impagável em que Dilma Rousseff tenta explicar o apagão de 2009. Ninguém entendeu nada, e ela própria, como ficou óbvio ali, não tinha a menor idéia do que tinha acontecido. Veio a público 21 horas depois para engrolar aquelas palavras. No fim da contas, culparam um certo raio que nunca aconteceu. E tudo ficou por isso mesmo.

Ficou claro que o ministro Edison Lobão, o mesmo de 2009, não sabe do que fala. Chega a dar pena! Histérica, Dilma insistia que “blecaute, minha filha, não é apagão; apagão é coisa de incompetentes”. Vai ver a rotina de blecautes, então, é coisa de… competentes!

Olhem aqui: a agora rainha Dilma Primeira manda no setor elétrico há oito anos. É a gerentona, a poderosa, a que sabe tudo, a que manda soltar e prender na área. Não obstante, um setor de fato estratégico – este sim! – foi terceirizado e está entregue à oligarquia mais bocó e mais atrasada do país: a da família Sarney.

Tentando explicar o ocorrido, Lobão resolveu tomar emprestado a Delúbio Soares a inclinação para os eufemismos e declarou que “não houve apagão, mas uma interrupção temporária no fornecimento de energia”. Entendi: a “interrupção temporária” é um “apagão não-contabilizado”.

Aí o marketing da Dilma Primeira entrou em campo – e a imprensa repete bovinamente o ardil – para deixar claro que ela ficou muito preocupada, chamou o ministro e cobrou uma explicação. Huuummm… Ele, convenham, saiu-se um pouquinho melhor do que ela em 2009. Ademais, coitado!, está lá apenas como estafeta da família Sarney. Poderia dizer à presidente: “É pra mim que a senhora vem perguntar o que aconteceu? E desde quando eu estou aqui para cuidar de energia? Eu cuido é do latifúndio de Sarney no governo federal.” Estaria só falando a verdade.

Não deixa de ser irônico que parte do país tenha ficado às escuras no dia em que a presidente nomeou Flávio Decat, mais um afiliado de Sarney, para a presidência de Furnas.

Assim que o jornalismo parar de se comportar, com as exceções de sempre, como castelão de Dilma Primeira, talvez volte a seu trabalho e ilumine os gargalos na infraestrutura da economia brasileira. É um escárnio que o setor elétrico esteja entregue a tipos como Lobão e Sarney, tendo um Eduardo Cunha no banco de reservas…

O apagão no Brasil é de vergonha na cara!

Por Reinaldo Azevedo

04/02/2011

às 16:01

Família Sarney também emplaca o “Pipoca” no setor elétrico!

Ah, sim: o presidente de Furnas, Flávio Decat, não é o único amigo de Fernando Sarney na cúpula do setor elétrico, área que tem a especial predileção do clã. Também tem o “Pipoca”. Quem é o “Pipoca”? Fernanda Odilla e Andreza Matais informam na Folha desta sexta:

O ministro Edison Lobão (PMDB) trouxe de volta ao Ministério de Minas e Energia um assessor que foi grampeado pela Polícia Federal ao conversar com o filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sobre pedidos de favores. Na época das gravações, Antonio Carlos Gomes Lima, o Pipoca, como é conhecido, era assessor especial de Lobão na pasta. Ele deixou o cargo em 2009, depois de a imprensa noticiar suas relações com o empresário Fernando Sarney. Segundo as conversas, Pipoca recebe ordens de Fernando, que ditava compromissos e marcava encontros na agenda do ministro, além de pedir nomeações em cargos comissionados.

O assessor de Lobão não era o alvo da polícia, mas foi apontado pela PF como interlocutor frequente do principal investigado, Fernando Sarney, já indiciado sob acusação de falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e outros crimes -os quais nega. A nomeação de Pipoca, que reassumiu o comando da assessoria de comunicação da pasta, foi publicada no “Diário Oficial” em janeiro. Ao deixar o MME, em 2009, ele foi para a Eletrobras, outro reduto da família Sarney, como assistente da presidência, e ganhou uma cadeira no conselho de administração da Eletronuclear. Funcionário do governo do MA, Pipoca negou envolvimento com as ações investigadas pela PF e afirmou que foi cedido ao MME pela Eletrobras em janeiro deste ano. Disse que mantém relação de amizade com a família Sarney há 30 anos e que fez por Fernando Sarney o que faria “por outra pessoa”.

Por Reinaldo Azevedo

20/11/2009

às 17:53

SAI CRISTO, ENTRA JUDAS. OU: A TABA COMO DESTINO

Há, claro, variáveis as mais distintas e amplas para que o lulo-petismo prospere. Uma das razões, claro, é que se estabeleceu um padrão de oposição — voltarei oportunamente a este tema — que é favorável ao PT.

Imaginem Tio Rei — só imaginem: se tivesse talento para tanto, não teria paciência — marqueteiro da oposição… Eu pegaria esta foto da deposição do Cristo, juntaria com a fala de Lula sobre a necessidade de fazer composição com Judas e, então, plasmaria uma leitura sobre o universo metafísico do lulo-petismo.

E evidenciaria que Lobão mais a parede nua escondem uma imagem: a de Judas.

Mas isso seria muito agressivo, né? É coisa daqueles detestáveis republicanos perseguindo o santo Barack Obama… No Brasil, assiste-se impassível à construção de mitos humanos. Os “mercados” digam o que bem entenderem. Enquanto for assim, o nosso destino é a taba.

E eu provo. Como os silvícolas de 1500, continuamos com medo de chuva, raios e trovões. Ou me provem que há alguma diferença entre os primitivos, quando olhavam temerosos para o céu, e Edison Loão e sua turma. Todos são vítimas de forças  superiores da natureza que não conseguem explicar ou dominar.

Por Reinaldo Azevedo

20/11/2009

às 17:40

SOB O SIGNO DO MAL

capa-crucifixo-estadao

Acima, reproduzo a capa do Estadão de hoje. A imagem é pequena, mas dá para perceber o essencial. Vejam a seqüência das três fotos do alto. Vê-se ali o auditório do Ministério das Minas e Energia. Na primeira imagem, nota-se o crucifixo ao fundo. Na terceira, ele já desapareceu. É que o ministro Edison Lobão e Nelson Hubner, diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica, dariam uma entrevista para falar, mais uma vez, sobre as razões do apagão. Vamos ver o que eles disseram. Depois volto ao crucifixo.

“O que ocorreu surgiu a partir disso ["isso", leitor, quer dizer os tais "fatores climáticos"], mas é impossível saber, enquanto não temos uma análise mais profunda, se os equipamentos operaram de forma adequada”.

Para quem, como este escriba, é prisioneiro perpétuo da lógica, a fala soa como um instrumento de tortura. Sem saber nada de energia elétrica — Dona Reinalda e suas auxiliares trocam as lâmpadas por aqui —, eu asseguro e dou fé: se os responsáveis foram os tais “fatores climáticos”, então é óbvio que os equipamentos NÃO OPERARAM de forma adequada. A menos que a “FORMA ADEQUADA” DE OPERAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS SEJA A PRODUÇÃO DE APAGÃO. Eu não pretendo que Lobão, este verdadeiro show-room do Tablete Santo Antônio, opere com este sistema lógico, mas o tal Hubner poderia nos poupar. E, claro, resta uma questão ainda mais elementar: se eles não sabem, até agora, o que aconteceu, como podem culpar as forças da natureza? Em matéria de raios, por exemplo, eu sou mais o INPE do que Lobão ou Hubner. E o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais já deixou claro: raio na linha ou na subestação não houve. Mais, se tivesse havido, com as característicos dos raios daquele dia na região, não teria acontecido nada! Agora o crucifixo.

Isso é puro Franklin Martins. Não contente em tentar editar as matérias que já estão em curso, em tentar desmoralizá-las de antemão em blogs vigaristas, o jornalismo franklinstein agora tenta editar as fotografias antes mesmo que os fotógrafos façam o seu trabalho. “Retirem o crucifixo de lá; os fotógrafos tentarão associar a situação da energia a Cristo na cruz”. Ou, como relata o Estadão: “A intenção, apurou o Estado, era evitar associar a idéia da paixão e da morte na cruz às duas autoridades”.

Não há a menor possibilidade, creio eu, de se associar, ainda que de modo negativo, Lobão a Jesus Cristo. A figura mais próxima do Salvador, no Brasil, evidentemente, é Lula. Com a diferença de que o Nazareno entrega-se em sacrifício para nos salvar, e o petista, se preciso, NOS entregaria em sacrifício para SE salvar. Como sei disso? Ora, vejam o post anterior. Nem as nossas mães estão fora dos tentáculos do lulo-petismo.

Sem contar que há nessa antecipação franklinsteiniana de uma possível foto uma questão de suprema ignorância. O crucifixo, sem dúvida, é uma imagem de dor. Mas se tornou um símbolo de redenção e de libertação para mais de um bilhão de pessoas mundo afora — tradição cultural (para não me ater à questão religiosa) que diz respeito ao Brasil. A decisão de retirar o crucifixo relê alguns séculos de interpretação desse símbolo para devolvê-lo à sua mais tosca literalidade.

Pensem um pouco: se o crucifixo não puder aparecer quando o governo trata de uma questão negativa porque se associaria o sofrimento do Cristo ao que está sendo relatado, por que ele deveria, então, aparecer numa notícia festiva. Ora, aquele conteúdo não mudaria, certo? Nessa hipótese, então, seria mesmo um grande desrespeito: “Aí, hein, Jesus! O Senhor aí, todo ferrado, e a gente aqui, feliz”. A boçalidade dessa gente é compatível com a sua ignorância.

Nada sobrevive intocado neste “regime”. Não é só a sua mãe que corre riscos. Cristo também não escapa da fome lulo-petista.

O governo estaria mais bem-retratado se alguém decidisse manter o crucifixo lá, mas de ponta-cabeça. A manipulação a que assistimos hoje tem, evidentemente, no universo dos símbolos, uma origem diabólica. Vivemos sob o signo do Mal.

Por Reinaldo Azevedo

11/11/2009

às 20:00

Achou fraca a história do Luguito? Então leia a do Lobão

No post anterior, há explicação do surrealismo mágico para o apagão de ontem.  Acharam fraca? Vocês podem ficar com a de Edison Lobão, ministro das Minas e Energia, cuja vocação para a área surgiu logo depois de ser nomeado ministro…

Segundo disse, tudo nasceu com “descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes na região de Itaberá, em São Paulo”. O tempo de maus bofes provocou, então, um curto em três circuitos da subestação que levam à usina de Itaipu, que foram desligadas para que o problema não propagasse.

Ah, bom!

Antes fosse culpa do Luguito, né (ver post abaixo)? Porque aí bastaria mandá-lo embora. Mas, tudo indica, estamos de volta ao fatalismo climático. O Brasil tenta transpor o Rio São Francisco para vencer os limites da natureza, mas teria um sistema elétrico sujeito, literalmente, a chuvas e trovoadas.

É claro que sei que pode acontecer um problema numa subestação ou outra. em razão do tempo. O que é apavorante é saber, então, que, mesmo sem ter acontecido qualquer desastre em Itaberá — e não aconteceu —, mais da metade do país (e 80% do PIB) ficou às escuras. Um Luguito qualquer poderia ser chutado de Itaipu ou de qualquer outros posto, e pronto: a coisa estaria resolvida. Mas e agora?

Quem vai negociar com os ventos?
Quem vai negociar com as chuvas?
Quem vai negociar com as vontades dos Deuses do Olimpo?

Ninguém pára o Brasil — a não ser o Deus Trovão!

Como diria Cícero na Primeira Catilinária, “O tempora, o mores!”. Pré-Lobão e pré-apagão de Lula, eu traduziria isso à moda de toda gente: “Oh tempos, oh costumes!“. Mas, agora que voltamos a ser vítimas das vontades impositivas da natureza, proponho uma nova leitura:

“Oh temporais, oh mares!”

Por Reinaldo Azevedo

11/10/2009

às 6:51

Família Sarney interfere em agenda do ministro do pré-sal

Por Hudson Corrêa, Andréa Michael e Andreza Matais, na Folha:
O ministro encarregado pelo presidente Lula de administrar o pré-sal, a riqueza que representa o “passaporte para o futuro” do Brasil, é um aliado de José Sarney tão obediente que permite ao presidente do Senado interferir em sua agenda.
Conversas interceptadas pela Polícia Federal mostram que o filho mais velho de Sarney e um apadrinhado antigo do clã maranhense têm livre acesso ao ministro Edison Lobão (Minas e Energia) e a seu gabinete.
Nesses diálogos, eles ditam compromissos para Lobão ou para seus assessores e secretárias, marcam e cancelam reuniões do ministro sem avisá-lo previamente, orientam Lobão sobre o que dizer a empresários que irá receber, falam de nomeações no governo e discutem contratos que acabariam assinados pelo ministério.
As conversas, no entender da PF, configuram “tráfico de influência” -crime de solicitar ou obter vantagem para influir em órgão público-, que prevê de dois a cinco anos de prisão.
O relatório do inquérito diz que Fernando, o filho mais velho de Sarney, “coordenou a prática ilícita”. Silas Rondeau, o aliado de Sarney que antecedeu Lobão no Ministério de Minas e Energia e de lá saiu em 2007 sob denúncias de corrupção, seria seu subordinado.
Obtidas pela PF com autorização da Justiça, as escutas fazem parte da Operação Boi Barrica (rebatizada de Faktor), que investigou negócios da família Sarney e culminou com o indiciamento de Fernando sob a acusação de crime de quadrilha, gestão de instituição financeira irregular, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

Apelidos
Nas conversas, Lobão, Rondeau e Fernando se tratam quase sempre por apelidos. O ministro é chamado de “Magro Velho”. Rondeau é o “Baixinho”. Fernando é chamado de “Bomba”, “Bombinha” ou “Madre”, e José Sarney é chamado de “Madre Superiora”.
Questionado pela Folha, Lobão negou que José Sarney, por meio de Fernando e Rondeau, interfira em sua agenda ou tenha influência sobre questões do governo. Eles “podem fazer solicitações”, disse. “O [nosso] relacionamento é de amizade.”
O conteúdo de oito grampos a que a Folha teve acesso, porém, mostra que o ministro “terceirizou” aos colegas a sua agenda de compromissos.
Num diálogo de 16 de setembro de 2008, Fernando conversou com o então assessor de imprensa de Lobão -Antônio Carlos Lima, o Pipoca- e contou que marcou um jantar de negócios para o ministro para a semana seguinte: “Depois eu me acerto com ele [Lobão]“.
Nesse mesmo dia, Fernando falou com Lobão sobre dois compromissos que este teria no ministério e deu instruções.
O primeiro foi uma audiência com representantes de emissoras de rádio e de TV, para discutir como revogar o decreto presidencial que programava o início do horário de verão. Lobão resistiu. “Escuta e vê se é possível. Entendeu?”, disse Fernando. “Tá bom.”
O segundo foi uma reunião com Lauro Fiúza, da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica). “Eu tinha acenado com ele que de repente você ia fazer um contato mais próximo. (…) Vão fazer uma exposição para você sobre os projetos”, comunicou Fernando. Em 2008 Fiúza contratou por R$ 10 mil mensais a RV2 Consultoria, de Rondeau, para assessorar a ABEEólica. Aqui

Por Reinaldo Azevedo

21/08/2009

às 6:03

O que você acha que acontece quando Lobão tenta elogiar Dilma? Isto:

Por Kelly Lima, no Estadão:
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, acabou cometendo uma gafe ao tentar elogiar a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Em discurso durante a posse do novo presidente da BR Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, Lobão disse que “Dilma até pode não ter a simpatia de muitos grandes líderes do passado, como o Juscelino, que era um monumento de simpatia”.

O ministro ainda tentou consertar a crítica atravessada. “Ela é simpática também, se relaciona bem com as pessoas, não como o Juscelino, que era transbordante de simpatia”, afirmou. “Mas ela é de uma competência que poucas vezes vi ao longo de minha caminhada. O País necessita de pessoas deste gênero para dirigir bem o novo tempo que se abriu”, emendou.

Em discurso recheado de citações nacionalistas – “o Hino Nacional traz não só noção de brasilidade, como elevação espiritual” -, o ministro também aproveitou para defender a Petrobrás, que hoje é alvo de CPI. “A Petrobrás é um símbolo nacional que se confunde com a bandeira brasileira. Temos portanto o dever de não apenas amá-la, mas defendê-la.”

Por Reinaldo Azevedo

 

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