Os Bananas de Pijama da USP, os revolucionários da GAP e o triunfo da impunidade – Comissão de negociação da universidade já começa a despertar aquela sensação da vergonha alheia…

É incrível! A Justiça já determinou a reintegração de posse do prédio da reitoria da USP invadida por 100 encapuzados. O prazo já foi estendido para hoje, às 23h, em uma das rodadas de negociação. A comissão da universidade voltou a se reunir com representantes dos invasores. Foi-lhes oferecido outro benefício: ninguém será punido por […]

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É incrível! A Justiça já determinou a reintegração de posse do prédio da reitoria da USP invadida por 100 encapuzados. O prazo já foi estendido para hoje, às 23h, em uma das rodadas de negociação. A comissão da universidade voltou a se reunir com representantes dos invasores. Foi-lhes oferecido outro benefício: ninguém será punido por esta nova jornada de violência e arbitrariedade. Permanece a proposta anterior de constituir uma comissão para avaliar os outros processos administrativos.

Os Remelentos & as Mafaldinhas que vestem GAP farão uma assembléia para decidir se desocupam ou não o prédio. Ou por outra: eles farão uma assembléia para decidir se vão ou não cumprir uma decisão judicial. A USP agora é território soberano, entenderam? O tráfico e o consumo de drogas podem ser coibidos no Brasil, menos na USP. Todos os brasileiros têm de obedecer determinação da Justiça, menos os invasores da USP. O Brasil é regido pela Constituição e por códigos legais, menos os extremistas da USP.

É visível que a comissão de professores que negocia em nome da universidade está sendo enredada por meia-dúzia de baderneiros profissionais. Quem aparece na Folha Online falando em nome dos invasores, afirmando que a proposta da universidade é “insuficiente”? Este cara:

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E quem é este cara? A VEJA São Paulo deu a ficha do valente. É esta:

“Entre os agitadores, há gente como Rafael Alves, acusado de participar da invasão da Coordenadoria de Assistência Social (Coseas), em 2010, que deixou um funcionário ferido por estilhaços de vidro de uma janela arrombada. Ele é o típico “estudante profissional”: estourou o prazo máximo de sete anos para concluir o curso de letras – no termo acadêmico, jubilou-se. Perdeu, assim, o direito a continuar vivendo gratuitamente na moradia assistencial. Voltou à instituição neste ano, por meio de vestibular, ocupando vaga que lhe garante a permanência na área por mais um longo período. Tenta também conseguir seu apartamento de volta (a exemplo de outros rebeldes, ele se recusou a dar entrevista para esta reportagem).”

Sabem quantos anos tem esse “garotinho” invasor? 29!!! Com a idade dele, eu já tinha registro em carteira de trabalho havia… 14 anos! Isto mesmo: com a idade de Rafael Alves, este reacionário aqui, este que a canalha vagabunda chama, metaforicamente, de “fascista” para esconder o seu fascismo sem metáfora, trabalhava havia 14 anos! Aliás, aos 29, eu tinha dois empregos: dava aula e trabalhava em jornal!

Mas Rafael é um revolucionário. Jubilado depois de sete anos sem concluir o curso, fez vestibular outra vez e voltou para o primeiro ano de letras. Como ele tem mais sete para concluir o curso, tende a ficar lá até os 36! Quando atingir a marca, recomeça tudo de novo. Quem sabe inaugure, sei lá, uma espécie de aristocracia da Crusp (a moradia dos estudantes carentes), com seus netinhos brincando alegremente no campus… É uma piada!

Impunidade
Estamos falando aqui é de impunidade mesmo! Foi o que a comissão de professores que negocia em nome da USP ofereceu aos “revolucionários” do PCO, da LER-QI e do Movimento Negação da Negação, seja lá o que signifique essa estrovenga.

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