Líder do PMDB no Senado, que combatia Fachin, leva a presidência do Banco do Nordeste. Será que vai virar um “fachinista”? Ou: Dos que cobram e dos que fazem de graça

Eunício Oliveira (PMDB-CE) vinha fazendo oposição à indicação do marxista-cutista-emessetista-e-antifamiliista Luiz Edson Fachin para o Supremo. Nos últimos dias, seu ânimo esfriou um tantinho. Aí se descobriu que o senador estava empenhado em fazer o novo presidente do Banco do Nordeste. E houve quem associasse uma coisa à outra, como costuma ser moda na República […]

Eunício Oliveira (PMDB-CE) vinha fazendo oposição à indicação do marxista-cutista-emessetista-e-antifamiliista Luiz Edson Fachin para o Supremo. Nos últimos dias, seu ânimo esfriou um tantinho. Aí se descobriu que o senador estava empenhado em fazer o novo presidente do Banco do Nordeste. E houve quem associasse uma coisa à outra, como costuma ser moda na República dos Compadres: “Você leva o Banco do Nordeste e para de fazer oposição ao meu candidato ao Supremo”. O Brasil não é esse gigante deitado eternamente por acaso.

Pois bem: saiu a nomeação para o banco. O novo presidente é Marcos Holanda, professor do Departamento de Economia Aplicada da Universidade Federal do Ceará. É homem de Eunício. O senador já teve terras invadidas, em Corumbá de Goiás, pelas ideias de Fachin, cuja materialização é o MST. Mas sabem como é o patriotismo no Brasil… Vamos ver como vai reagir o senador, agora que emplacou a presidência do banco. Se Eunício também se tornar um marxista-cutista-emessetista-e-antifamiliista, o chato será para os milhares de outros proprietários rurais que são vítimas do MST e do “fachinismo”, né? Afinal, não levam banco nenhum em troca!

Querem outra graça sem graça? Se Eunício votar em Fachin, vamos convir: segundo os critérios vigentes em Brasília, ele ao menos terá um forte motivo. Bonzinhos, de verdade, são os tucanos. Tendem a endossar o homem sem levar nada em troca. Na condição de oposicionistas, farão de graça o que peemedebistas, que estão no governo, só fazem cobrando.

O Brasil não está deitado eternamente por acaso. Mas não sejamos precipitados: vamos ver como vai agir o líder do PMDB no Senado. 

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