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Reinaldo Azevedo

Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

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Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve este blog desde 2006. É autor dos livros “Contra o Consenso” (Barracuda), “O País dos Petralhas I e II”, “Máximas de Um País Mínimo — os três pela Editora Record — e “Objeções de um Rottweiler Amoroso” (Três Estrelas).

Você lerá que comissão aprovou “projeto de cura gay”. É uma falsa notícia e aqui se explica por quê

Por: Reinaldo Azevedo

Nem tudo se resume à minoria na rua. Há outros assuntos em pauta no país. O blog recebeu ontem quase 300 mil visitas. É provável que alguns novos leitores acabem tomando gosto pela página. Nem todos conhecem os debates travados aqui. Pois bem: nos jornais desta quarta, vocês encontrarão o que já está nos sites e portais. Algo mais ou menos assim: “Comissão de Feliciano aprova projeto da cura gay”. É mentira dupla! Em primeiro lugar, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara não pertence ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP). Em segundo lugar, não existe projeto que prevê a cura gay. Isso é uma fantasia do jornalismo militante. Semelhante àquela que sustenta que o Estatuto do Nascituro é “Bolsa Estupro”. Tenho 51 anos. Quando eu tinha 20 e poucos, 30 e poucos e, acreditem, até 40 e poucos, era proibido fazer militância política em redação. Cada um que tivesse as suas convicções, mas o compromisso tinha de ser com o fato, segundo valores, a saber: defesa da democracia, do estado de direito, da economia de mercado. Era proibido, por exemplo, mentir , simplificar ou trapacear em nome do bem da humanidade. Jornalista reporta o que vê — e alguns opinam. Mas sem inventar o que não existe num caso ou noutro.

Ao fato mais recente: a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou um Projeto de Decreto Legislativo, do deputado João Campos (PSDB-GO), que susta dois trechos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia. O texto ainda tem de passar pelas comissões de Seguridade Social e de Constituição e Justiça. Se alguém não conhece detalhes do debate — geralmente ignorados porque fica mais fácil fazer proselitismo onde há ignorância, especialmente a bem intencionada — explico tudo abaixo, nos mínimos detalhes, conforme fiz, por exemplo, no dia 2 de maio. Vamos ver.

O Projeto de Decreto Legislativo 234/11 torna sem efeito o trecho do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia.

Então vamos aos documentos. A íntegra do Projeto de Decreto Legislativo está aqui, com a justificativa. Reproduzo a parte propositiva em azul.

Art. 1º Este Decreto Legislativo susta o parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999.
Art. 2º Fica sustada a aplicação do Parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.
Art. 3º Este decreto legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

Então é preciso fazer o que virou raridade nas redações quando os lobbies “do bem” ditam a pauta; saber, afinal, que diabo dizem os trechos que seriam sustados.
“Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

Comento
Atenção! A proposta de Decreto Legislativo não toca no caput do Artigo 3º. Ele seria mantido intocado. Como deixa claro o projeto do deputado, seriam suprimidos apenas o Parágrafo Único do Artigo 3º e o Artigo 4º.  Como se nota, ao suprimir esses dois trechos da Resolução 1/99, o Projeto de Decreto Legislativo não passa a tratar a homossexualidade como uma doença. É mentira! Também não autoriza a “cura gay”. É outra mentira! São distorções absurdas!

Fato, não militância
Procederei a algumas considerações prévias, até que chegue ao cerne da questão. Avalio que a homossexualidade não tem cura pela simples razão de que não a considero uma doença. E nisso concordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) e com o Conselho Federal de Psicologia. Assim, não acredito em terapias que possam converter héteros em gays ou gays em héteros (não se tem notícia de que alguém tenha buscado tal conversão). Mais: sexualidade não é uma opção — se fosse, a esmagadora maioria escolheria o caminho da maior aceitação social, e, nessa hipótese, as escolhas poderiam até ir mudando ao longo do tempo, à medida que determinadas práticas passassem a ser mais aceitas ou menos.

Há quem só goste de um brinquedo; há quem só goste do outro; e há quem goste dos dois. Essa minha opinião não é nova — o arquivo está aí. Os espadachins da reputação alheia, como escreveu Balzac, fazem questão de ignorá-la porque gostam de inventar inimigos imaginários para posar de mártires. Muito bem. Até aqui, não haveria por que os gays — ou o que chamo “sindicalismo gay” — estrilar. Mas é evidente que não pensamos a mesma coisa. Entre outras divergências, está o tal PLC 122 que criminaliza a chamada “homofobia”. Trata-se de um delírio autoritário. Já escrevi muito a respeito e não entrarei em detalhes agora para não desviar o foco.

Vamos lá. Desde 22 de março de 1999, está em vigência a tal Resolução 1 (íntegra aqui), que cria óbices à atuação de psicólogos na relação com pacientes gays. Traz uma porção de “considerandos”, com os quais concordo (em azul), e depois as resoluções propriamente. Listo os ditos-cujos:
CONSIDERANDO que o psicólogo é um profissional da saúde;
CONSIDERANDO que na prática profissional, independentemente da área em que esteja atuando, o psicólogo é frequentemente interpelado por questões ligadas à sexualidade;
CONSIDERANDO que a forma como cada um vive sua sexualidade faz parte da identidade do sujeito, a qual deve ser compreendida na sua totalidade;
CONSIDERANDO que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão;
CONSIDERANDO que há, na sociedade, uma inquietação em torno de práticas sexuais desviantes da norma estabelecida sócio-culturalmente;
CONSIDERANDO que a Psicologia pode e deve contribuir com seu conhecimento para o esclarecimento sobre as questões da sexualidade, permitindo a superação de preconceitos e discriminações

Aí vem o conteúdo da resolução. O caput do Artigo 3º, com o qual ninguém mexe, é correto. Reproduzo:
“Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Está claro, então, que os psicólogos não atuarão para favorecer a patologização da homossexualidade nem efetuarão tratamentos coercitivos. E a parte que cairia? Pois é…Transcrevo outra vez (em vermelho e em destaque):

Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

Têm de cair mesmo!

Qual é o principal problema desses óbices? Cria-se um “padrão” não definido na relação entre o psicólogo e a homossexualidade. Esses dois trechos são tão estupidamente subjetivos que se torna possível enquadrar um profissional — e puni-lo — com base no simples achismo, na mera opinião de um eventual adversário. Abrem-se as portas para a caça às bruxas. Digam-me cá: um psicólogo que resolvesse, sei lá, recomendar a abstinência sexual a um compulsivo (homo ou hétero) como forma de livrá-lo da infelicidade — já que as compulsões, segundo sei, tornam infelizes as pessoas —, poderia ou não ser enquadrado nesse texto? Um adversário intelectual não poderia acusá-lo de estar propondo “a cura”? Podemos ir mais longe: não se conhecem — ou o Conselho Federal já descobriu e não contou pra ninguém? — as causas da homossexualidade. Se um profissional chega a uma determinada terapia que homossexuais, voluntariamente, queiram experimentar, será o conselho a impedir? Com base em que evidência científica?

Há uma diferença entre “verdade” e “consenso da maioria influente”. Ademais, parece-me evidente que proibir um profissional de emitir uma opinião valorativa constitui uma óbvia infração constitucional. Questões ligadas a comportamento não são um teorema de Pitágoras. Quem é que tem o “a²= b²+c²” da homossexualidade? A resolução é obviamente autoritária e própria de um tempo em que se impõe a censura em nome do bem.

Ora, imaginem se um conselho de “físicos” ousaria impedir os cientistas de tentar contestar a relatividade. O que vai ali não é postura científica, mas ideologia. Se conceitos com sólida reputação de verdade, testados empiricamente, podem ser submetidos a um teste de estresse intelectual, por que não considerações que dizem respeito a valores humanos? Tenham paciência! O fato de eu não endossar determinadas hipóteses ou especulações não me dá o direito de proibir quem queira fazê-lo.

Fiz uma pesquisa antes de escrever esse texto. Não encontrei evidências de resolução parecida em nenhum lugar do mundo. O governo da Califórnia, nos EUA, proibiu a terapia forçada de “cura” da homossexualidade em adolescentes. É coisa muito diferente do que fez o conselho no Brasil. Países que prezam a liberdade de expressão e que não querem usar o discurso da liberdade para solapar a própria liberdade não se dão a desfrutes dessa natureza.

Então vamos lá. Eu não estou defendendo terapias de cura da homossexualidade. Eu não acredito que haja cura para o que não vejo como doença. Também não acho que estamos no universo das escolhas. Dito isso, parece-me uma suma arrogância que um conselho profissional interfira nessa medida na atividade clínica dos profissionais e, atenção!, dos pacientes também! Assim, no mérito, não vejo nada de despropositado na proposta do deputado João Campos. Ao contrário: acho que ela derruba o que há de obviamente autoritário e, entendo, inconstitucional na resolução porque decidiu invadir também o território da liberdade de expressão, garantido pelo Artigo V da Constituição.

É preciso saber ler.

Proponho aqui um exercício aos meus colegas jornalistas. Imaginem um Conselho Federal de Jornalismo que emitisse a seguinte resolução, com poder para cassar o seu registro profissional:

“Os jornalistas não colaborarão com eventos e serviços que proponham qualquer forma de discriminação social”.

“Os jornalistas não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos contra pobres, negros, homossexuais, índios, mulheres, portadores de necessidades especiais, idosos, movimentos sociais e trabalhadores”

O idiota profissional diria: “Ah, está muito bem para mim! Eu não faria nada disso mesmo!”. Não, bobalhão, está tudo errado! Você se entregaria a uma “corte” de juízes que definiria, por sua própria conta, o que seria e o que não seria preconceito. Entendeu ou preciso pegar na mãozinha para ajudar a fazer o desenho? O problema daquele Parágrafo Único do Artigo 3º e do Artigo 4º é o subjetivismo. Ninguém pode ser obrigado, não numa democracia, a se submeter a um tribunal que pode dar a sentença máxima com base nos… próprios preconceitos.

Nem nos seus delírios mais autoritários ocorreria a um conselho profissional nos EUA, por exemplo, interferir dessa maneira na relação do psicólogo com o seu paciente. Uma coisa é afirmar, e está correto, que a homossexualidade não é doença; outra, distinta, é querer impedir que o profissional e quem o procura estabeleçam uma relação terapêutica que pode, sei lá, disciplinar um comportamento sexual sem que isso seja, necessariamente, uma “cura”.

Os tais trechos da resolução, entendo, são mesmo autoritários e inconstitucionais. E têm de cair. E o que parece, isto sim, não ter cura é a vocação de amplos setores da imprensa para a distorção. Cada vez mais, a notícia se transforma num instrumento para privilegiar “os bons” e satanizar “os maus”. Isso é militância política, não jornalismo.

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Comentários

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  1. Paulo Maia

    Estamos no caminho de uma ditadura ideológica monolítica mundial que só tende a crescer e a aumenter seus tentáculos controladores, onde alguns pensam que sabem o que é melhor para o resto da humanidade. O fim de direitos e de liberdades individuais, além do controle do conhecimento e do pensamento só tende a aumentar. O estado precisa ser controlado pelos cidadãos, limites precisam ser impostos urgentemente a essa gente que usurpa a democracia em nome de supostamente defendê-la. Os partidos são os primeiros elementos de corrupção do estado, por isso vamos defender o voto livre a qualquer cidadão, vamos impor limites aos atos “baseados na lei”, pois a ditadura Venezuelana foi toda montada em “leis”.

  2. Samuel Ritter

    Cura gay, kit gay… Quanto mais eu me informo sobre as coisas, mas percebo que não os homossexuais os oprimidos, mas sim estes que oprimem as outras pessoas.

  3. Suellen

    A população precisa parar de se deixar pelo o que a mídia diz e procurar se informar de forma correta,as pessoas vão as ruas protestar sem nem ao menos saberem o real motivo,deprimente… Esse novo projeto apenas altera um dos códigos do Estatuto de Psicologia,dando aos psicólogos poderes de ajudar aos homosexuais que buscarem ajudam e se quiserem,em nenhum momento o novo projeto afirma que é doença ou que promete curar alguém,da onde tiraram isso???

  4. marco antonio de oliveira

    acho que os ativistas teem medo de perder seus adeptos para deus e nao teem nocao de nossos direitos ‘ muito obrigado ‘

  5. Paulo

    Mudando basrante de assunto VEJA! Será que tem como publicar alguma coisa desmoralizando a Dilma pela hidroeletrica que ira despejar o indio Kaya po

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=501948666559605&set=a.103523163068826.10679.100002334278259&type=1&theater

    Que esta imagem passe por todo o mundo.
    Enquanto as revistas e televisão falar sobre a vida de celebridades, o Chefe da Tribo “Kaya po” recebeu a pior notícia de sua vida: Dilma, a presidente do Brasil, deu sua aprovação para a construção de uma grande central hidroelétrica (a terceira maior do mundo).
    A barragem vai inundar cerca de 400 000 hectares de floresta. É a sentença de morte para todos os povos que vivem perto do rio.
    Mais de 40 mil índios teram que encontrar novos lugares para viver.
    A destruição do habitat natural, o desmatamento e o desaparecimento de várias espécies são fatos!
    Sabemos que uma imagem vale mais que mil palavras, e mostra o preço real para pagar a “qualidade de vida” do nosso estilo de vida chamado “moderno”
    Não há mais espaço no nosso mundo para aqueles que vivem de forma diferente, que tudo deve ser nivelado, que todos em nome da globalização, devem perder a sua identidade, a sua forma de vida.
    Por favor, se ficou indignado, encaminhe a mensagem e envie para todos que você conhece.
    Obrigado pela vida e biodiversidade.

  6. Paulo

    A coisa que eu acho mai orrivel é ver dois casais do mesmo sexo se beijando!
    Fui aom restaurante na semana passada e mideparei com uma figura do outro lado da rua se beijando e minha filha perguntou :
    Pai são 2 homem se beijando?
    Eu nem babia o que responder para ela.
    Au não acredito que eles querem que aceitemos esta pouca vergonha; é o mesmo que aceitar uma pessoa peidar no elevador olhar para sua cara e vc não poder fazer nada pq alei proteje; é a mesma coisa; um homem tomar banho de biquine na praia ou em qualquer outro lugar e quem esta vendo não poder fazer nada pq a lei proteje;…
    e o pior ainda é que eles parecem nem ligar!

    NÃO ACEITO DE MANEIRA NENHUMA ESTE TIPO DE COISA!!!

    Conheço 3 pessoas que se arrepende amargamente muitos tem medo de fazer amizade com esta pessoa pq tem mdeo dela dar em cima! de ter cido gay e ainda sim ela é má vista !
    Se vc quer ser gay seja descreto!
    faz o que vc quer fazer em sua casa ou sei lá onde …
    mas aporovar já mais….!
    E os jornalista querem destorcer a conversa pq deve ser da mesma laia!!!

  7. Isabel

    Belíssimo comentário, como psicóloga você me representa !

  8. Éden Amorim

    O comentário do Roberto (em 11/07) é perfeito. O PLC não determina a ‘cura gay’, mas com ele, abre caminho para que possa haver. Basta olhar para o histórico dos grupos que defendem o PLC para saber que esse seria um caminho direto (Ex, veja discurso da Marisa Lobo). Se fosse apenas para readequar o texto, bastava pedir para rever e não sustar.
    Além do mais, a ‘orientação sexual egodistônica’, um transtorno catalogado, é o que psicólogos podem e devem tratar ao encontrar pacientes em dificuldades de aceitação de sua sexualidade (no mesmo sentido que o texto sugere). Ou seja, o texto atual do CFP não proíbe o tratamento desse transtorno, proíbe o tratamento da homossexualidade, simplesmente pq ela não é um transtorno! É nessa sutileza que o alguns ‘bem intencionados’ se perdem e outros tantos mais ‘mal intencionados’ mesmo se aproveitam para fazer seus engodos.

  9. Marcos

    Muito boa análise do jornalista e coloca por terra essa midia tendenciosa e por que não dizer preconceituosa contra religiosos. O que é um paradoxo, um país que se diz cristão, pelo menos nominal, a maior parte, cerca de 90% de 200 milhões. Só observo uma coisa para o Reinaldo Azevedo, que acredito que já falaram para ele coloco para fins de critica e conhecimento.
    O comentarista Roberto do dia 11/07/2013, diz: “…Entretanto, muitos estudos indicam que o que geralmente conseguem é fazer com que os esses “tratados” reprimam seus desejos, deixando de viver plenamente graças a pressão social predominante que condena a homossexualidade.” Ele diz também que os grupos que oferecem reversão a homossexualidade são religiosos, demonstrando aparentemente preconceito. Eu pergunto que estudos são esses que você diz reprime desejos, deixando de viver plenamente. Será que são “estudos” advindo de pseud-estudiosos do movimento LGBTT??!
    Roberto, a mídia secularista e tendenciosa, ela não quer enxergar uma realidade, existem centenas para não dizer milhares de ex-gays e que vivem plenamente e felizes. O fato de psicólogos que usam tratamentos onde incluem orações e fé, não desmerece. Existe um livro muito conhecido nos EUA, escrito por um estudioso dos transtornos sexuais que se chama “EX-GAYS” E nele ele cataloga inúmeros casos de homossexuais que quiseram espontaneamente fazer a reversão e conseguiram com sucesso. É só uma questão de vontade. Independente de haver preconceito ou não com quem abertamente se nomeia homossexual, é que existe uma tendência para impor uma desconstrução do que é mais sagrado e sadio que a família padrão constituída por homem, mulher e filhos. Que é o padrão normal.

  10. Vic Sage

    “Ora, imaginem se um conselho de “físicos” ousaria impedir os cientistas de tentar contestar a relatividade. O que vai ali não é postura científica, mas ideologia”

    Falou tudo.

  11. Welinton

    Queira Deus que no Brasil se levantem mais e mais jornalistas como você Reinaldo Azevedo, homem sensato, compromissado com a justiça, com a imparcialidade e o mais importante com a verdade. Homem que visivelmente repudia o jornalismo paternalista, parcial e manipulador, imprensa que se vale do poder e interesses econômicos escusos para simplesmente se promoverem, querem passar a imagem que os evangélicos ou cristão são odiosos e contrários aos homossexuais e quando na verdade somos contrários sim mas aos ativistas que querem se promoverem às custas de pessoas que se quer os nomearam ou aceitam como seus representantes!!!! Parabéns Reinaldo.

  12. JULIO CESAR

    “ELES QUEREM VENDER UMA FRUTA PODRE, PINTADA DE AMARELO”.QUEREM MANIPULAR AS OPINIÕES PUBLICAS,ACHANDO SER OS “JUSTICEIROS”SÃO APENAS INFELIZMENTE MENTES MANIPULADAS PELOS deuses DESTE CÉCULO;COMO DIZ A REDE GLOBO “O FUTURO JÁ COMEÇOU”. TEMOS QUE BUSCAR A JESUS CRISTO CADA VEZ MAIS, SOMENTE ELE PRA NOS REVELAR A VERDADE,E MOSTRAR O CAMINHO.MEUS IRMÃOS CONTINUE LUTANDO COM A VERDADE,BUSCANDO A JUSTIÇA DE DEUS,ATÉ QUE O QUE É PERFEITO VENHA.

  13. anonimo

    porque tanta polemica? a respeito dos gay, vamos orar por essas vidas,atraves da oração vidas serão transformadas.é bíblico crecei e multiplicai, só multiplica homem com mulher,temos que construir uma família, quando ficarmos velhinhos temos que ter nossos filhos para cuidar de nós. e se não tivermos esses filhos? quem cuidará? podemos ficar no silencio e analisar nossos futuro. que chegaremos ao bom senso. de que é gostoso viver ao lado do sexo oposto.

  14. Roberto

    É lamentável como as pessoas se acomodam com antagonizações. É mais fácil rotular. De todos os lados pipocam termos como “A Ditadura Gay” ou “Os pastores ladrões” a “Imprensa Golpista”. De todos os lados há muitas pessoas bem intencionadas, jornalistas comprometidos, gays que só querem ter seu direito respeitado enquanto pessoas e religiosos que realmente querem o bem do próximo.
    Mas focando mais no tema: já li muito a respeito. Há grupos de apoio a homossexuais que oferecem tratamentos reversivos (todos os que tomei conhecimento são religiosos), assim como por anos, a homossexualidade foi considerada uma patologia e a própria psicologia, no passado, tinha o aval para realizar o tratamento da suposta doença. Entretanto, muitos estudos indicam que o que geralmente conseguem é fazer com que os esses “tratados” reprimam seus desejos, deixando de viver plenamente graças a pressão social predominante que condena a homossexualidade. Nesse sentido, o Conselho Federal de Psicologia incluiu tais trechos na Resolução, obviamente para buscar algum benefício aos homossexuais, tentando diminuir o preconceito orientados base nesses estudos e não porque uma “Ditadura Gay” quer que todos sejam homossexuais, isso é tão bobagem quanto chamar o projeto do deputado de “Cura Gay”.
    Se a questão são as interpretações possíveis que um texto mal formulado possa ter, então que se proponha mais clareza nesse texto. Aliás, textos podem ser extremamente bem escritos, sempre haverá interpretações diferentes, mas é claro que um texto legal deve ser o mais objetivo possível. Infelizmente, a minha impressão é que a intenção é justamente o contrário: tornar a homossexualidade como algo inerentemente errada e por isso deve ser tratada, senão seria proposta uma revisão do texto e não sua supressão.
    O debate é complexo e apesar de várias considerações válidas, não me convence o discurso da liberdade de expressão defendida nesse contexto. Sou totalmente a favor da liberdade de expressão, mas não me parece cabível aqui, ao menos a defesa da exclusão do texto.

  15. leandro sales

    Reinaldo, acho que já ouviu falar na frase “Que dias são esses, em que temos que defender o óbvio”. Este é o Brasil que vivemos hoje, o povo precisa ir à rua, para defender o óbvio, dizer que quer ver preso quem cometeu crime, dizer que quer saúde e educação dignas e etc. O CFP, tá na cara, que tem vários amiguinhos do ativismo gay, e para isso estão a prestar estes favores. Essa resolução ridícula que está em vigor precisa ser anulada, cancelada, pois como você mesmo disse e está claro, que ela fere o princípio constitucional da liberdade de expressão, e por outro lado esta resolução impede o profissional de ajudar a quem o procura, de livre e espontânea vontade. Precisa ter doutorado, para todos entender isso. Isso está muito claro, mais o objetivo do ativismo gay não é o de ajudar e sim o de calar a sociedade, para que todos os engulam, sem os criticar. Que os aceitem como família, como bons pais ou mães, sem os criticar. Esse tremo “cura gay”, não precisa nem falar que o Projeto que anula os dois itens da resolução, sequer fala nisso. Quem fala sobre cura gay é o próprio CFP no parágrafo único. Mais a mídia de interesses e de troca de favores incuti na cabeça muitos que o projeto é cura gay. A PL-122 foi aprovada pela câmara no ultimo dia antes do recesso, de forma maliciosa, sorte que quando chegou no senado não teve como esconder, ai tiraram de pauta pra ser revisto. A militância gay quer fazer de forma maliciosa esta jogada de calar a sociedade aos poucos . No mais, parabéns pela imparcialidade de crítica.

  16. Eliana simões

    Quero parabenizar o jornalista Reinaldo Azevedo e dizer que admiro a sua honestidade e visão correta e não distorcida ,pela sua imparcialidade nos assuntos que são pronunciados na sua coluna e blog. Continue assim o Brasil precisa de mais jornalistas dessa categoria.

  17. Fabio Barbosa

    logico que primeiramente, gostaria de parabenizar a esse jornalista Reinaldo Azevedo e dizer, que mais pessoas deveriam ler suas coluna ou blog. Mais sei que milhares e milhares de pessoas estão enfrente a uma Televisão momento. Sendo manipulado, justamente por essa militância jornalistica.

  18. Anónimo

    gostei a verdade tem que ser dita

  19. Vagner Menezes Silva

    Gostaria de te parabenizar pela clareza dos seus comentários e pela sua imparcialidade no esclarecimento do assunto, que diga-se de passagem são poucos jornalistas sérios que têm domínio, mas você deu uma aula.

  20. pauo sergio ferreira gabriel

    Brilhante cometário. Somente homens dignos e idôneos poderiam se pronunciar desta forma.

  21. Lucidalva de Andrade

    A Paz seja convosco,quero desde já te parabenizar pela sua magnífica sabedoria que Deus te deu, continui assim. Um abraço…

  22. Rachel Guimararães Martins Barbosa

    Como sempre, tenho que parabenizar Reinaldo Azevedo, grande jornalista e incontestavelmente dotado de uma capacidade e coragem, pois contraria a maioria, inegáveis.

  23. Maria Isabel Sáenz de Zumarán Medeiros

    CARO REINALDO! Peço que leia o texto que escrevi sobre uma faceta da RESOLUÇÃO 001/199 sobre a qual nunca vi nada escrito. ATENDIMENTO PSICOLÓGICO DE CRIANÇAS ADOTADAS TARDIAMENTE POR CASAIS GAYS – Gostaria de você desse seu parecer a respeito, com certeza muito mais bem fundamentado que o meu: “SERÁ QUE O CFP topa que crianças adotadas tardiamente por gays sejam atendidas? Pela lógica…NÃO.
    Adoção Tardia é a adoção de crianças maiores de 3 anos de idade e por isso mesmo muitas trazem consigo marcas tristes de um passado triste, como dor decorrente de perdas, abandono, violência física e/ou psicológica, abuso sexual, etc.

    A fase de adaptação à nova família é demorada e às vezes se estende por longos anos, anos que exigem sabedoria, paciência e amor.

    Creio que todos concordam em que muitos casos de adaptação, talvez a maioria, seriam facilitados se a criança recebesse um atendimento psicológico que a ajudasse não apenas a superar os traumas de sua história mas também a construir um vínculo sadio de afeto e confiança com seus novos pais e possíveis irmãos. O atendimento psicoterápico certamente contribui com sua adaptação a um novo contexto social, onde ela aprende diferentes hábitos e costumes, novas formas de se relacionar em família e em sociedade, etc.

    Porém, no caso de ser ela adotada por um casal homossexual, essa fase de adaptação não seria ainda mais dificultada, já que o modelo de família que talvez a criança tenha recebido seja um modelo heterossexual? Como seria, nesse caso, sua adaptação ao modelo homossexual?

    De acordo com a Resolução 001/99 do Conselho Federal de Psicologia proíbe psicólogos de atenderem homossexuais em conflito com sua opção sexual, pois acredita o Conselho que essas pessoas só possuem conflitos devido ao preconceito existente (como se o conflito individual pudesse desaparecer sozinho por causa de uma “canetada politicamente correta”)!

    Mas enfim, o CFP proíbe os psicólogos de tratarem essas pessoas que desejam resolver suas angústias – que não deveriam existir segundo eles! – mas que existem, certo? E quem é que garante que conflitos não vão surgir nos coraçõezinhos de seus filhos adotivos? Será que o Conselho proibiria também os psicólogos de atenderem as crianças que apresentassem um desconforto, uma angústia, proveniente de conflitos entre os distintos modelos familiares?

    Creio eu que pela lógica do CFP essas crianças deverão conviver com suas angústias até que elas desapareçam… sozinhas! Caso contrário estariam reforçando o preconceito já existente na maioria da sociedade.

    Mas, digamos que uma luz de racionalidade atingisse os membros do CFP, e abrissem uma exceção em se tratando de crianças adotadas tardiamente, qual seria então o papel do psicólogo? Deveriam eles ajudar a criança a aceitar com naturalidade a homossexualidade dos pais/mães? Isso não seria forçar a barra? Não seria uma afronta ao direito da criança de decidir sobre o que deve sentir a respeito desse assunto?

    Imaginemos um garoto adotado por dois homens aos 6 anos, cuja formação pré-adoção entre famílias heterossexuais lhe diz que há algo estranho naqueles dois homens que se deitam juntos e fazem sexo anal pois ele mesmo foi violentado sexualmente pelo padrasto?

    Ou então uma menina de 5 anos cuja mãe abusava dela sexualmente (conheço um caso verídico onde isso ocorria, e mais, a mãe a emprestava para ser abusada pelo amante!). O psicólogo que os atende deve permanecer neutro? Ou deve tratar seus traumas até que se decidam a aceitar seus pais gays? E se isso não acontecer, seriam elas devolvidas ao abrigo de onde vieram por “incompatibilidade”? Poderia o psicólogo ser processado pelos pais adotivos por ter induzido a criança contra sua opção sexual? Ou por ter contribuído para que a criança tivesse mais clareza a respeito de seu sentimento pré-existente de que seus pais não condizem com o que ela tinha em mente a respeito da família com a qual sonhava?

    Vejam vocês os desdobramentos que pode vir a ter a tal Resolução anti-democrática, inconstitucional e desumana do Conselho Federal de Psicologia.

    Coisas de minha cabeça? Coisas de meu “moralismo cristão”? Não. Coisas da vida prática, tal qual ela é, e não como queremos desenhar que seja!

  24. Defadanado

    Éééé!!! Só a Veja por meio da coluna do Reinaldo se encarrega de esclarecer o assunto.
    Quanta DESINFORMAÇÃO. Lamento que DEZENAS de MILHÕES não leiam essa coluna com a verdade sobre a “Cura Gay” .

  25. George Ferraz

    Prezado R. Azevedo, O Senado aprovou em 26/06 o PL que altera o C. Penal aumentando as penas para corrupção e a torna crime hediondo. Ok, legal!
    O texto aprovado determina que a corrupção ativa e passiva passem das penas de 02 a 12 anos para penas de 4 a 12 anos de reclusão, além de multa.
    A proposta também inclui entre crimes hediondos a prática de concussão. Seguirá para a Câmara e voltará para o Senado antes de ser sancionada pela Dilma. Eu te pergunto: vai mudar em que isso? De 04 a 12 anos? Reinaldo, pelo amor de Deus !!! Isso é deprimente. É preciso ter uma pressão da sociedade organizada ( a de boa fé) e da sociedade civil como um todo para que crimes de colarinho branco tenham penas maiores. Assim fica difícil mudar as coisas, Reinaldo.

  26. elienai candido

    Ritomar primeiro leia o que foi escrito e depois de a sua opinião e não seja um alienada e entenda a lei e para de assistir televisão que só passa mentiras pra pessoas igual a você que tem preguiça de ler as coisas, “MANIPULADO” este é o melhor termo que posso dizer sobre seu comentário…..

  27. Ritomar

    Não entendo porque uma comissão que se diz de Diretos Humanos não se preocupa com os direitos que realmente são importantes e não são respeitados neste pais: Saúde, Educação e Seguraça.
    Para mim, mexer em decreto de 99 que não está prejudicando ninguém é a mesma coisa de ficar enxugando gelo. É claro… Não sejamos alienados e pensar que não existem outros interesses escondidos.

  28. Solange De Martini

    O termo¨Cura Gay¨ foi infeliz…A idéia é outra…Sei que o assunto é polêmico…mas com toda liberdade de expressão, por favor, me permitam colocar uma reflexão pessoal…:acredito que há casos em que a opção sexual se perde entre mágoas e traumas no período de formação dessa criança…como num abuso sexual, ou numa figura paterna ausente ou agressiva, ou numa figura materna controladora ou dominadora, ou na super proteção dos pais ou avós, ou na projeção de frustação dos pais quanto ao desejo de ter um menino ou menina… e etc..etc..muitas outras situações, onde a terapia psicológica pode identificar uma possível tendência confusa às escolhas de vida dessa pessoa, principalmente na área das emoções…as referências de figura masculina ou feminina, conforme as experiências vividas, define uma identificação positiva ou negativa, de admiração, ou de rejeição, ou de idealização…tudo faz parte da construção emocional de cada um. No atual momento contra homofobía, os psicólogos valorizam encorajar à ¨sair do armário!¨, atitude reconhecida atualmente como um ato de coragem, conquista e vitória…porém o psicólogo fica limitado, onde aquele que investigar a hipótese de ¨confusão de escolhas¨, sofrerá represálias e considerado homofóbico !!!…A liberdade sem julgamentos cabe para as escolhas de cada um e também para as análises e tratamentos dos profissionais, sem imposições, também protegidos e garantidos sem preconceitos. #ficaminhaopinião#

  29. Sandra Barboza

    Parabéns, Reinaldo! Você sim é um jornalista que mostra a verdade dos fatos.

  30. Roberto

    Gostei da Matéria, é triste como alguns Meios de comunicação Manipulação as informações e divulgam algo completamente alheio do que realmente aconteceu. concordo que qualquer lei ou norma que fira a liberdade de Expressão e a nossa carta Magna Constituição, deve ser derrubada!

  31. rogerio moraes

    eu ja sabia mais o povo ignorante do brasil tem que ser mais bem informado a imprensa tenta de toda forma desvirtuar o assunto e inverter as posiçoes colocando principalmente nos evangelicos e pais de familia como os monstros da historia divulguem mais e nos faremos nossA PARTE

  32. APLACINTO DE JESUS KIESZKOWSKI.

    muito bom eu em tendo muitos deses que estão nos jornais e televi~sao são a favor do erro são a favor da bagunça mas não tem pra eles o que é verdade é verdade.

  33. Valmir Soares

    Sou muito cético quando o assunto é mídia, interpretação de determinados valores morais e éticos deverão ser preservados a bem da humanidade ou voltaremos no tempo em pleno presente.
    A sociedade estabeleceu um padrão a ser seguido porque aprendeu que os outros não agregavam valores de preservação da paz e da vida humana. Parabéns pela matéria.

  34. Ivone

    Parabéns Reinaldo pela lucidez, clareza e imparcialidade. Esta matéria presta o devido esclarecimento àqueles que tem se deixado manipular por um jornalismo barato, irresponsável feito por militantes e simpatizantes da pretensa ditadura gay.Eles tem o direito de permanecer em sua opção, mas é um absurdo e realmente ditatorial querer impedir pessoas de buscarem recursos terapêuticos se estão infelizes com conflitos na sexualidade e pior impedir o livre exercício profissional de psicólogos.

  35. CEMF

    Mto boa tua colocação, perfeita já estou cheio de ver na mídia escrita, televisiva e eletronica um monte de baboseiras tendenciosas, que acabem por influenciar os nais incautos vejo mto desses incautos declararem q sao contra a tal “cura gay” sem saber mtas das vezes do q se trata. Parabéns pela sua posição corajosa e imparcial.

  36. caratini

    O Artigo 4 da resolução do CFP (Conselho Federal de Psicologia), que foi suprimido pela CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minorias), presidida pelo Feliciano, dizia o seguinte:
    “OS PSICÓLOGOS NÃO SE PRONUNCIARÃO, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, DE MODO A REFORÇAR OS PRECONCEITOS sociais”
    Como “de modo a” sempre foi loucução conjuntiva adverbial CONSECUTIVA em Português, o que se deduz do parágrafo é: O NÃO PRONUNCIAMENTO DOS PSICÓLOGOS TEM COMO CONSEQÜÊNCIA O REFORÇO DOS PRECONCEITOS SOCIAIS. Então, o silêncio imposto pelo artigo 4 seria um incentivo ao preconceito! Ou seja, a militância gay teria de ser a primeira a querer retirar o artigo da resolução.
    O que o autor certamente QUERIA DIZER – mas NÃO DISSE, NÃO SOUBE DIZER – era o contrário: ” de modo a NÃO reforçar”. Ainda poderia ter escrito como uma finalidade: “para não reforçar”, ou ainda poderia ter dado uma explicação à proibição: “porque isso reforçaria”. Isso é o que ele, o autor da resolução – parece-me – queria dizer. Mas não disse. E, no que se refere a leis, não vale aquilo que o autor quer dizer, mas o que o autor de fato diz e escreve. O que está escrito no artigo da resolução é uma aberração lógica e cognitiva.

  37. Makson

    Parabéns Reinaldo Azevedo por sua brilhante atuação e imparcialidade quando se propõe a escrever sobre os temas pertinentes e atuais da nossa sociedade. Oxalá que existisse no Brasil ao menos uns 10 jornalistas como você, que tem como objetivo o esclarecimento e não a manipulação como faz a imprensa esdrúxula e medíocre que tenta enfiar goela abaixo da maioria esmagadora da sociedade a militância de uma minoria que acha que é dona exclusiva da verdade.

  38. Fabio

    Reinaldo. Parabéns. Se a massa de manobra soubesse disso não faria um linchamento público do Feliciano e do autor desse projeto. Os profissionais de saúde mental estão de certa forma sendo patrulhados ideologicamente e falamos em democracia? Por isso eu sou a favor de um jornalismo sério e imparcial. O povo tá comprando gato por lebre e a culpa é da Globo. Deveria ter uma agência que regula e pune um jornalismo ideológico transvestido de notícia. Abraço!

  39. joão

    No comentário anterior onde escrevi “acredito que essa resolução…” quis me referir ao projeto de resolução em tramitação no Congresso Nacional.

  40. Yghor Araújo

    Matéria muito boa e bem clara .

  41. Dâmaris

    Parabéns pelo texto direto e certeiro. O CFP não tem representado a democracia. Obrigada.

  42. Ana Martha

    Reinaldo, sou jornalista e psicóloga e também acredito que as pessoas se inflamam sem conhecimento de causa. Não é só em relação à orientação sexual que o psicólogo deve ser neutro, mas em relação a qualquer outra questão trazida pelo seu paciente. Não é nosso papel induzir ninguém a se comportar desta ou daquela maneira, mas ajudar o sujeito a compreender seus conflitos e angústias para fazer as próprias escolhas. O que me deixa com aquela “pulga atrás da orelha” é o que motivou este senhor a sugerir a alteração no código. Proteger o profissional psicólogo? Gostaria de saber sua opinião a respeito. Parabéns pelo texto.

  43. izomar menezes

    Até aqui, eu não estava sabendo desse fato, e creio que muitos brasileiros também não sabem que os homossexuais proibiram através de lei que os psicólogos exerçam sua função corretamente, isto é, ajudar às pessoas que os procurarem. O que eu entendia era que a Comissão de Direitos Humanos estava fazendo uma imposição para que os homossexuais procuram uma cura imediata. E não é isso! O povo brasileiro precisa tomar conhecimento de tudo isso.

  44. moisés

    Parabéns Reinaldo,você é uma raríssima exceção nessa imprensa podre,imoral e tendenciosa.Eu não acredito em 99% que a imprensa diz,principalmente o SISTEMA globo.

  45. Ariana Monteiro

    ReinaldoXXXXXXXXX na cascuda!

  46. Ariana Monteiro

    ReinaldoXXXXXXXXX na cascuda!

  47. Ariana Monteiro

    ReinaldoXXXXXXX na cascuda!

  48. Ariana Monteiro

    ReinaldoXXXXXXXXX na cascuda!

  49. messiasbastos

    Parabéns pelo contexto bem elucidado. Vejo algumas enlações sofisticadas, mas longe de mim questioná-las. É válida toda informação contida aqui. Penso que avançamos muito. Mas, ainda, há muito que fazer. Com toda sorte, desejo-lhe sucesso.

  50. LUIZ RODRIGUES

    REALMENTE O POVO AO TODO PRECISA SER COLOCADO A PAR DESTA IGNORANCIA E FALTA DE RESPEITO QUE A DITADURA GAY ESTÁ TENTANDO IMPOR SOBRE OS DIREITOS DA CIDADANIA EM GERAL, ESTÃO TENTANDO LIMITAR A O DIREITO DE EXPRESSÃO DAS FAMILIAS E DO POVO DE DEUS E DE TODOS OS QUE DEFENDEM UMA SOCIEDADE JUSTA E ORDEIRA, A DITADURA GAY QUER IMPEDIR QUE A VERDADE SEJA CERTA , OU SEJA QUEREM FAZER VALER A ANARQUIA TRAZENDO A DESTRUIÇÃO DA MORAL E DOS BONS COSTUMES , BASTA . POVO DE DEUS E CIDADÃOS DO BRASIL VAMOS LEVANTAR A CABEÇA E REPROVAR TODA A LIBERTINAGEM QUE ESTÃO PROMOVENDO E ISSO COM APOIO DE LEGALISTAS INCENSÍVEIS